Fórum dos leitores

COFRES VAZIOS

O Estado de S.Paulo

28 Dezembro 2015 | 03h00

O Estado do Rio de Janeiro enfrenta neste final de ano os cofres vazios para pagar o enorme contingente de funcionários públicos, manter funcionando hospitais, escolas e tudo o mais que depende da mão do Estado. Guardadas as devidas proporções, o Rio de Janeiro depende do petróleo como a Venezuela. O mais desesperador para o governador é saber que os royalties do petróleo não voltaram aos pomposos níveis do recente passado. Ano que vem deve ser pior ainda.

Abel Pires Rodrigues

abel@knn.com.br

Rio de Janeiro 

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POBRE POVO CARIOCA

Que vergonha. Mais uma vez a incompetência administrativa, aliada ou não à corrupção que provoca superfaturamento e gastos desmedidos e desnecessários, fica escancarada a todos e em especial ao povo do Rio de Janeiro, que sofre com a péssima assistência médica. Até quando os donos do poder abusarão de nossa paciência? Ah! Mas vai ter Olimpíada... 

Luiz Nusbaum

lnusbaum@uol.com.br

São Paulo

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SAÚDE EM PRIMEIRO LUGAR

Qual teria sido o argumento do Rio de Janeiro para convencer o mundo da sua capacidade de realizar um evento do porte da Olimpíada? Se, naquele momento, o Estado falido conseguiu um fiador à altura, por que "chorar pitangas" agora, quando a pauta é o déficit na saúde pública?

Ricardo C. Siqueira

ricardocsiqueira@globo.com 

Niterói (RJ)

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MÁ ADMINISTRAÇÃO

Espanta-me como a notícia da quebra da saúde no Rio de Janeiro estourou como uma bomba. Será que não usam os instrumentos de administração financeira – fluxo de caixa, por exemplo – que permitem a previsão com grande antecedência de qualquer situação financeira?

Luiz Augusto Casseb Nahuz

luiz.nahuz@gmail.com 

São Paulo

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O PREÇO DA DESINFORMAÇÃO

Podemos atribuir várias causas à crise que atinge o governo do Rio de Janeiro: a queda no preço do petróleo, o desgoverno federal que paralisou a economia, etc. Mas, na verdade, a principal causa são os eleitores cariocas. Desinformados ou querendo se mostrar irreverentes, elegeram, entre outros, primeiro, um gaúcho que nada tinha que ver com o Rio (até que ele realizou algumas coisas boas); depois, um radialista que atende à alcunha de Garotinho; e, não satisfeitos, elegeram a esposa do tal Garotinho. Depois, elegeram outro governador simplesmente porque tinha o mesmo nome do pai, famoso crítico musical. Mais recentemente, elegem o tal Pezão, que, fazendo jus ao apelido, agora oficializado, está trocando os pés pelas mãos. Então esta crise não começou agora – é que anteriormente a renda dos royalties do petróleo mascarava as bobagens cometidas. Está em tempo de os cariocas descobrirem que a irreverência e a desinformação têm preço, e bem alto.

Nestor Rodrigues Pereira Filho

rodrigues-nestor@ig.com.br 

São Paulo

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‘E LA NAVE VA’

Sucessivos governantes do Rio de Janeiro, apoiados na omissão (ou na conivência) de políticos do restante do Brasil, sempre trataram a Petrobrás como uma empresa estatal do Rio de Janeiro. Os sucessivos escândalos que agora vêm à tona, juntamente com as cândidas declarações do atual governador, segundo o qual a crise devastadora que ataca a saúde no Rio de Janeiro seria pela queda na arrecadação de royalties do petróleo, evidenciam claramente este entendimento daqueles. Será que o Estado do Rio de Janeiro, decorridos mais de 50 (cinquenta) anos da transferência da capital para Brasília, ainda não permitiu que se encontrem outras fontes de receita? Ou vai sobrar para a União? 

Marcelo Falsetti Cabral

mfalsetti2002@yahoo.com.br 

São Paulo

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PRIORIDADES

A área de saúde do Rio de Janeiro enfrenta um caos sem precedentes, com seus hospitais fechando, por falta de medicamentos e materiais em geral, atrasando os salários de seus médicos, enfermeiros e demais funcionários e decretando estado de emergência na saúde. Recentemente, foi inaugurado o Museu do Amanhã, ao custo de R$ 230 milhões na capital fluminense. Com todo o respeito pela cultura, não seria o caso de priorizar os gastos públicos em áreas mais carentes, como saúde e educação básica?

Luiz Antônio Alves de Souza  

zam@uol.com.br

São Paulo

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VALORES INVERTIDOS

É inaceitável o caos vivido na área da saúde pública no Rio. Atrasos no pagamento de salários, falta de estrutura, de médicos e enfermeiros, leitos, medicamentos, etc., um verdadeiro caos. A população está jogada ao deus-dará, sem proteção mínima médica e hospitalar no Rio. Mais grave ainda, por se tratar de área que deveria ser prioridade número um, ao lado da educação. Enquanto isso, bilhões de reais são mal gastos e desperdiçados em obras superfaturadas para a Olimpíada do Rio 2016 e as da Copa do Mundo de 2014, numa total inversão de valores. Os cariocas são vítimas e reféns do descaso e da incompetência dos governantes. Milhares de pessoas correm sérios riscos de saúde e de vida por causa do caos na saúde pública no Rio.

 

Renato Khair

renatokhair@uol.com.br 

São Paulo

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INCOERÊNCIA PÚBLICA

O governo fluminense alega falta de recursos para salvar a saúde pública do Estado. Os hospitais administrados pelo governo estadual estão em colapso e o atendimento de urgência e emergência, por exemplo, foram seriamente comprometidos. O mais contraditório disso tudo é o fato de que em 2016 o Rio de Janeiro sediará os Jogos Olímpicos. Dinheiro público foi colocado à disposição para a realização do evento e, portanto, execução das obras de infraestrutura. Resumindo: a população nunca foi prioridade para o governo Cabral e, atualmente, Pezão. Ambos representam um projeto de governo que, ao que tudo indica, não pensou nem pensa no bem-estar da população que paga impostos e sofre com a má gestão na saúde. Vidas estão sendo sacrificadas e o governador cogita de recorrer das decisões judiciais que garantem atendimento médico.

Willian Martins

martins.willian@globo.com 

Guararema

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JOGO DE CENA

Hospitais do Rio De Janeiro reabrem, mas não têm insumos. Genial, não? Político é assim mesmo. Outro serviço que tem se mostrado útil para o Estado do Rio é o Disque Denúncia, que, com o atraso do repasse de verba por parte do Estado, pode reduzir seu pessoal e até fechar. Os marginais vão soltar rojões de alegria. Com tantos escândalos ultimamente, corrupção em todos os níveis, não está na hora de repensar se este modelo político não está saturado e pensar em outra coisa? Estamos vendo, a cada dia, que os políticos, além de incompetentes, legislam em causa própria e afundam cada vez mais e mais o País, os Estados e os municípios. Qual Estado ou município está sem problemas? Temos alguma Ilha da Fantasia?

Panayotis Poulis

ppoulis46@gmail.com 

Rio de Janeiro

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A PENÚRIA DO BRASILEIRO

“Estadão”, faça um favor aos brasileiros: ao lado de cada notícia sobre falta de dinheiro do governo (qualquer poder) para a saúde, pagamento de salários, construção de escolas, saneamento, distribuição de água, melhorias de qualquer espécie em benefício da população, mencionar os valores da corrupção. Quando o governo federal promete dar R$ 20 milhões, o que dizer de Pedro Barusco, apenas um simples gerente da Petrobrás, que devolveu US$ 100 milhões?

 

Tereza Castro Santos

fatimacs@terra.com.br 

São Paulo

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PROFILAXIA

No mesmo dia em que a imprensa publica o descalabro do serviço de saúde pública no Rio de Janeiro, em que paciente morre na calçada em frente a uma unidade de saúde, a sra. Dilma Rousseff faz “check up” no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, mas isso é meramente simbólico. Pergunta-se até quando esta senhora continuará destruindo este país? Interessante a história, quando ela militava em movimento clandestino (para não dizer outra coisa), nada conseguiu mudar neste país, mas pela via democrática ela já conseguiu muito. Impeachment não seria a palavra adequada, e, sim, profilaxia.

 

Angelo Baucia

São Paulo

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A VONTADE DIVINA

Dilma Rousseff assina decreto de “indulto natalino”, publicado na quinta-feira (24/12), que beneficia condenados pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no mensalão, entre eles parte da “corja”, “companheiros” envolvidos no mensalão e outros desvios, José Dirceu, João Paulo Cunha, Delúbio Soares, Valdemar Costa Neto e o delator Roberto Jefferson. Quem sabe, com a ajuda de Sergio Moro e as bênçãos de Cristo, ano que vem este mesmo indulto criado pela presidente não seja aplicado a novos presos, tais quais Lula, Lulinha, Dilma, Cunha, Renan dentre tantos outros. Se Deus quiser, e Ele há de querer!

José Carlos Alves

jcalves@jcalves.net

São Paulo

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PEDALADA

O indulto concedido por Dilma neste final de ano pode livrar os mensaleiros condenados de suas penas, sem precisar da ajuda do STF. Mais uma pedalada da presidente.

 

Luiz Bianchi

luizbianchi@uol.com.br  

São Paulo

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O INDULTO A JOSÉ DIRCEU

Notícia do dia de Natal: o inquilino da Polícia Federal vai pedir à Justiça perdão de pena pelo mensalão. Segundo seu advogado, o indivíduo (recuso-me a citar o nome) se encaixa nos pré-requisitos do indulto de Natal. Um dos critérios para concessão do benefício é o crime não ser considerado “grave ameaça ou violência à pessoa”. Não estaria equivocado o causídico? A prática da corrupção, com desvio de bilhões retirados da saúde, principalmente, não é grave ameaça ou violência à pessoa, já que os hospitais estão carentes até de insumos e pessoas morrem em seus corredores e muitos estão fechando as portas por falta de condições? A corrupção não é considerada crime hediondo e, portanto, sem direito ao privilégio?

Aparecida Dileide Gaziolla

aparecidagaziolla@gmail.com

São Caetano do Sul 

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INDULTO NATALINO

A quadrilha protege seus membros.

Sergio Cortez

cortez@lavoremoveis.com 

São Paulo

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‘MULHER SAPIENS’ 

Dilma, a “mulher sapiens”, concedeu indulto de Natal visando ao livramento do “cumpanhero” José Dirceu, que, segundo consta, vem comprometendo o Planalto com seus depoimentos à Polícia Federal. Como ela faz “o diabo”, não podemos nos esquecer do famoso caso Celso Daniel. 

Júlio Roberto Ayres Brisola

jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

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O BOM SOCIALISMO PETISTA

Lendo o “Estadão” no dia de Natal, 25/12, vi que a “presidenta”, e não presidente, “Mamãe Noela” Dilma Rousseff, por meio do indulto de Natal, pode livrar da prisão José Dirceu e outros réus do mensalão. Uai, eu sempre pensei que os poderes fossem independentes: o Judiciário condena, mas o Legislativo liberta? Traduzindo: há quase 1 milhão de presos no Brasil, mas, aos pobres, a chibata; aos ricos, as benesses. Por isso que é bom o socialismo petista. Agora vou voltar a acreditar em Papai Noel, ou melhor, em “Mamãe Noela”! Ela existe e traz uma estrela no peito.

José Milton Galindo

galindo52@hotmail.com 

Eldorado

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ABERRAÇÃO

Impressionante e inacreditável a capacidade de certos advogados em querer livrar seus clientes criminosos de cumprirem com suas penas e de pagarem, mesmo que de forma simbólica, por seus erros. Esse decreto assinado pela "presidenta" já é uma aberração por si só, pois lugar de criminoso é na cadeia e ponto. Agora, possibilitar que criminosos da estirpe dos petralhas, que assassinaram nosso país, deixaram milhares e milhares de chefes de família sem emprego, que zombaram de nossa Justiça e que continuam zombando de nossa cara, vão para casa e se beneficiem de comutação de penas já é demais. Pode até ser legal, mas é completamente imoral e, nesse caso, caberia uma reforma no texto do decreto.

Ariovaldo Marques

arimarques.sp@gmail.com

São Paulo

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A CULPA É NOSSA

 

É inacreditável que a presidente Dilma tende a conceder a soltura de malfeitores baseada no benefício de “indulto de Natal”, incluso o mensaleiro reincidente na Operação Lava Jato José Dirceu. Enquanto isso, por causa da péssima administração federal atropelando a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) e querendo elevar ainda mais a carga tributária, ainda mais que sob seu domínio, devido os crescentes desvios e corrupções, faltam recursos até para os serviços essenciais e, no momento, de forma desesperadora, à saúde. A culpa é nossa, que elegemos e reelegemos políticos sem compromisso com austeridade e o bem do povo.

Humberto Schuwartz Soares

hs-soares@uol.com.br 

Vila Velha (ES)

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O NATAL DOS MENSALEIROS

Por gentileza, avisem a senhora “presidenta” que o dia 25 de dezembro não é Primeiro de Abril. Só pode ser piada!

 

William Arthur Jackson

wajsp@yahoo.com

São Paulo

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DESCRENÇA NA JUSTIÇA

Será que o “Estadão” errou numa das manchetes do dia 25 de dezembro? “Dilma concede (?) indulto que pode livrar Dirceu de pena.” Tenho a impressão de que faltou a palavra NÃO na frase escrita. Caso contrário, minha descrença na Justiça deste nosso país foi por água abaixo. 

Paulo Juvenal da Costa

costa-paulo@ibest.com.br  

São Paulo

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2016, A CAÇA AOS (OUTROS) CORRUPTOS

O procurador Deltan Dallagnol informa que a Operação Lava Jato vai, em 2016, fechar o cerco sobre as contas de corruptos, corruptores e empresas envolvidas (“Estado”, 24/12). As condenações do mensalão representaram uma guinada na vida nacional. Até então não se acreditava que figurões da política fossem para a cadeia. A Lava Jato é a sequência daquele trabalho de recuperação nacional e, além dos políticos corruptos, também prendeu seus operadores e empreiteiros corruptores. O vigor do mensalão e da Lava Jato, no entanto, passa longe da opção dos políticos que, infelizmente, se perderam na promiscuidade do poder e – muitos deles – não resistiram ao apelo da corrupção. A classe só não obstou as investigações porque, diante de fatos explícitos, perdeu a moral para enfrentar as forças da sociedade, no caso o Ministério Público, a Polícia Federal e a Justiça. Que se identifique e puna mais corruptos, até o último. Venha 2016 e, com ele, os rigores contra todos os que pilharam os cofres do governo e dos empreendimentos estatais. É disso que precisamos...

Dirceu Cardoso Gonçalves

aspomilpm@terra.com.br

São Paulo

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‘DA FACA NOS DENTES À POEIRA ASSENTADA’

Ponderadas, como sói ser, e com ares camonianos são as frase do magistrado e também poeta Carlos Ayres Britto (“Da faca nos dentes à poeira assentada”, “Estadão”, 27/12, A2). A certeza da plena liberdade em que se vive é quando ele realça o papel da imprensa, pela notícia, e da Justiça, pela defesa da lei. Tanto uma como outra são repletas de falhas e passíveis de aperfeiçoamento, mas em momento algum a barbárie, a ditadura ou a opressão podem triunfar. Que venha um 2016 mais justo, ainda que desafiador.

Adilson Roberto Gonçalves

prodomoarg@gmail.com 

Lorena

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O DELIRANTE EX-PRESIDENTE

O ex-presidente Lula hoje vive com um olho arregalado e apreensivo para o que pode ocorrer como um dos investigados na Operação Lava Jato, e o outro olho em 2018, porque está louco para voltar à sua orgia de poder no Planalto. Mas, desmoralizado e sem aptidão para a ética, Lula, impaciente, gosta de intervir, e mal, nas decisões da presidente. Pediu a cabeça de Joaquim Levy, que o mercado apoiava, e conseguiu colocar em seu lugar um manjado também pai das pedaladas fiscais, Nelson Barbosa. E agora este recém-empossado Barbosa também sofre pressão do ex-presidente, que cobra um célere plano de retomada do crescimento.   Como Lula não entende nada de economia, apenas de comprar aliados e camaradas entregando, como fez, as nossas estatais de porteira fechada e incrementar a corrupção no País, não sabe explicar qual seria a mágica de transformar um governo sem credibilidade, sem recursos em caixa, sem selo de bom pagador e que em 2015 vai produzir um PIB negativo e desmoralizante de -4%, e ainda ter condições de voltar a crescer. O delirante ex-presidente acha que o mercado é formado por idiotas e está à mercê de sua demagogia. Na realidade, os bons tempos de um político esquizofrênico como Lula se expiraram.

Paulo Panossian

paulopanossian@hotmail.coam

São Carlos

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LULA FALA

O depoimento de Lula à Polícia Federal mostra que ele aprendeu tudo com seu mestre, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Assim como FHC jamais irá admitir que comprou ou deixou que comprassem a emenda que permitiu a sua reeleição, Lula nunca irá admitir que houve algo errado em seu governo. Lula exagerou muito na corrupção, a roubalheira saiu do controle, mas certamente ele não criou nada de novo. Lula colocou a sua gerentona Dilma na Petrobrás com a missão de desviar dinheiro para o caixa 2 do PT e seus aliados. Dilma e a companheira Graça Foster fizeram o diabo na Petrobrás, Dilma foi ungida por Lula à Presidência da República. A Polícia Federal até agora não teve curiosidade de ouvir em depoimento a ex-presidente da Petrobrás, Graça Foster. 

Mário Barilá Filho

mariobarila@yahoo.com.br 

São Paulo

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‘LULA, O INFORMANTE’

Em pleno domingo pela manhã, comecei a ler o editorial acima (27/12, A3), mas confesso que a repugnância foi tanta que não tive coragem de concluir a leitura. Como pode este ex-presidente, que afundou o País, continuar a mentir descaradamente e continuar a palpitar no governo diuturnamente como se fôssemos um bando de ignorantes que continua acreditando em suas mentiras? Pena que estamos no Brasil, onde certas pessoas são mais "importantes" que outras, pois, se fosse em outro país, mais sério, este cidadão já estaria preso há muito tempo.

Luiz Roberto Savoldelli

savoldelli@uol.com.br 

São Bernardo do Campo

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EDITORIAL DE DOMINGO

Com o perdão da má palavra, dá vontade de vomitar ler o editorial deste jornal do domingo 27/12. Como um país está totalmente à mercê de um governo como este que o PT instalou, como programa de governo para o País? É inacreditável um ex-presidente que não sabe o que acontece nas suas "barbas", literalmente. Em que país vivemos?

Renato Nóbrega Centola

mrs5@uol.com.br 

São Paulo 

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O INFORMANTE

Os depoimentos de Lula só deveriam ser válidos com o uso de detector de mentiras.

José Paulo Cipullo

j.cipullo@terra.com.br 

São José do Rio Preto

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LULA, O ALVO

A habilidade de Lula de não ficar corado ao mentir compulsoriamente só é resultado de muito treino e não de falta de medo. Ao mentir na capacidade de informante no âmbito da Operação Lava Jato, ele só cava ainda mais seu buraco, aumentando sua lista de crimes que, em última instância, o levarão a passar uma longa temporada na Papuda. Sim, porque, ao contrário dos eleitores de Lula, os membros do Ministério Público Federal não são tolos. Em algum momento, o cerco se fechará, e, com ele, um capítulo infame da historia nacional. Lula deixará de ser Lula, o alvo, o puro, para ser... Lula. 

Oscar Thompson

oscarthompson@hotmail.com 

Santana de Parnaíba

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BONECO

Vem aí um novo boneco Lula: o bobão do Planalto. Aperte a barriga dele que ele diz “eu não sabia de nada”, “não fui eu quem nomeou”, “não me comprometa”.

 

Eugênio José Alati

eugeniojalati@gmail.com

Campinas

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A CPMF E O PLANO B

 

O novo ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, conta com a aprovação da CPMF pelo Poder Legislativo, com entrada em vigor no segundo semestre de 2016. Entretanto, revela que existe um Plano B, justamente para compensar a não aprovação do tributo. Trata-se de contenção de despesas ou corte de gastos. Certamente temos um absurdo nas declarações ministeriais, porque, se existe possibilidade de implementar cortes nas despesas, como aumentar mais a carga tributária enorme que já enfrentamos? O lulopetismo tomou por hábito aumentar a receita, desviando seus olhares da despesa, desejando, assim, mesmo que a economia deslanche e que ocorram progresso e criação de empregos. Aliás, o lulopetismo governa com uma contradição em sequência da outra.

José Carlos de Carvalho Carneiro

carneirojc@ig.com.br 

Rio Claro

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NÃO COMEÇOU BEM E JÁ PIOROU

Não bastasse o discurso inicial do novo ministro da Fazenda, que promete, a rigor, mais do mesmo, o “Estadão” nos informou que o novo secretário da Fazenda, Dyiogo de Oliveira, é alvo da Operação Zelotes, citado como o elo dos lobistas suspeitos de “compra” de medidas provisórias. Como bem definiu Celso Ming, ao se referir ao discurso do novo ministro da Fazenda, “o Brasil não aguenta mais papo sem compromisso real com ajuste, especialmente quando provém de quem assinou o projeto de arquitetura do programa do primeiro quadriênio de Dilma Rousseff, que empurrou o País para o desastre”. E agora ainda nomeia um secretário da Fazenda que está sendo investigado. O gestor público tem dever moral de afastar um servidor que está sob suspeita, independente se o julga incapaz de um ato ilícito, ou não. É um cargo público e como tal seu ocupante deve satisfações à sociedade, por sua vez, o seu superior deve afastá-lo preventivamente ainda que sem prejuízos de seus vencimentos. Quanto mais mudar de ministério e conduzi-lo junto.

Gilberto Pacini

benetazzos@bol.com.br 

São Paulo

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DESMIOLADOS

É impressionante a idiotice deste desgoverno lulodilmopetista. Não foram suficientes os rebaixamentos do grau de investimento para o especulativo por duas das três agências de risco? Parece que, se não for reprovado pelas três, o PT não se satisfará, mesmo que o País venha a padecer com as limitações de crédito e o aumento de juros para atender à demanda de crescimento por parte das empresas que necessitam desse recurso para produzir, empregar e contribuir com o crescimento do País. Apenas cérebros faltos de inteligência e bom senso podem funcionar dessa maneira estapafúrdia, diante de tantas evidências contrárias. Até quando nossos patrícios continuarão a acreditar nas fantasias ilusionistas desses aloprados e desmiolados? Acorda, Brasil!

Halle Abdo Dib

hallecorporate@gmail.com

São Paulo

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A COMPLEXIDADE DA CRISE 

  

Celso Ming (26/12, B2) tem razão, o problema é complexo e existe um cem número de causas para a crise econômica atual. A roubalheira institucionalizada, entretanto – acobertada por políticos e governantes –, vem em primeiro lugar, pois destrói valores e arrasa a confiança dos investidores no País. Se o Congresso quer mesmo encontrar uma solução para a crise, basta dar um basta nessa forma de governar em que as instituições, em particular as estatais, não passam de butim de guerra.

Nilson Otávio de Oliveira

noo@uol.com.br

Valinhos 

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TURMINHA DA PESADA

O jornalista Celso Ming (26/12, B2), ao avaliar a “terra arrasada” deixada pelo governo Kirchner no “Confira”, faz uma comparação sobre os administradores deste governo, que faziam confusão entre interesses de governo com os interesses de Estado e diz que esta calamidade não aconteceria no Brasil. Prezado sr. Ming, ou estou morando em outro país ou o sr. está muito enganado, pois tudo o que já vimos desta "confusão" feitas por petistas e aliados nos governos lulopetistas, em que não há distinção entre o público e o privado, é real. Imagina com tudo aparelhado até o terceiro escalão, e quando tiverem a certeza de que irão perder o poder de fato, veremos o que serão capazes de fazer. Não esquecer a "vassoura de bruxa" no cacau da Bahia!

Tania Tavares

taniatma@hotmail.com 

São Paulo

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MIOPIA DIPLOMÁTICA

Se estamos mal na execução da economia, se a política se assemelha a um saco de gatos com um cachorro dentro, o nosso Ministério das Relações Exteriores, já na fase do ministro Celso Amorim, insiste em se aliar ao grupo que dia e noite alimenta a vontade de destruir o Estado de Israel. O governo brasileiro empurra com a barriga a aprovação do novo embaixador israelense no Brasil, Dani Dayan. Para Amorim, há dependência exagerada do governo brasileiro em relação à tecnologia militar israelense, principalmente em equipamentos eletrônicos para aviões, satélites, etc. As Forças Armadas criticam a decisão do Itamaraty por estar "cozinhando" a aprovação do embaixador. O motivo da posterga seria o fato, de Dayan, de 2007 a 2013 ter presidido o Conselho Yesha, que defende 500 mil colonos israelenses instalados na Cisjordânia. Não é de hoje que o governo brasileiro "pisa na bola" ao se alinhar com esquerdopatas que combatem as democracias livres. Cuba e Venezuela na América e Palestina e Irã no Oriente Médio, numa autêntica miopia diplomática.

 

Jair Gomes Coelho

jairgcoelho@gmail.com 

Vassouras (RJ)

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REGINALDO LEME

Mais um colunista que se vai! Entristecido, li a última coluna de Reginaldo Leme no “Estadão” (“Tchau”, 26/12). Mais um brilhante colunista que deixa o jornal. Somente no período mais recente, apenas para citar alguns e sem demérito para os que ficaram ou outros que se foram, perdemos: Ethevaldo Siqueira, Arnaldo Jabor, Miriam Leitão, Matthew Shirts, Maria Rita Kehl e vários outros. Além das colunas, a perda de espaço e desaparecimento de cadernos tradicionais do nosso “Estadão”. Todos nós, leitores, sabemos da crise que atravessa a imprensa escrita e, muito mais, os jornais. Não se trata apenas da tecnologia, mas também da perda de anunciantes, assinantes e da redução da atração que os jornais exercem sobre os mais jovens. No mundo atual, particularmente com a prevalência de mensagens curtas como SMS, Twitter e dos “drops” de notícias, muita gente desinteressou-se pelos periódicos (jornais e revistas). Muitos amigos me perguntam por que ainda leio jornais se posso ter acesso a essas notícias na TV ou na internet. Não se trata do cheirinho de papel impresso ou saudosismo, mas, sim, de que a forma como os assuntos são tratados nos jornais, geralmente, tem maior profundidade e proporcionam ao leitor uma visão mais abrangente de um fato, e não apenas uma sucessão de imagens e textos curtos. Seria algo similar a um iceberg, em que vemos 1/10 do mesmo na superfície, porém sua parte mais importante está submersa. Os colunistas ajudam a revelar mais sobre essa parte submersa, concordemos ou não com suas colocações. Será que não haveria alguma outra forma de poder contar com esses colunistas, talvez uma coluna quinzenal ou até mensal, mas que pudéssemos ter, ao menos, uma “palhinha” desses críticos tão interessantes? A cada um que se vai, o jornal perde um pouco de seu glamour e poder de comunicação, mesmo que os novos colunistas tragam boas e gratas surpresas. Alguns deles se desligaram por vontade própria, e isso respeitamos, mas um jornal com a tradição e o poder de comunicação do “Estadão” precisa manter um elenco de escol.

 

Edison Roberto Morais

ermorais@uol.com.br

São Paulo

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GRANDE PERDA

Acompanho o automobilismo desde 1968, desde um filme fabuloso em 70mm e som estereofônico chamado "Gran Prix", fantástico, desde lá o melhor de todos. Acompanhei Emerson Fittipaldi desde que ele testou aquela Lotus 49, depois vieram Wilsinho, Pace, Piquet, Senna e outros, todos grandes. Grande também é Reginaldo Leme, por todos esses anos a melhor voz e pena do esporte motor, o melhor equilíbrio, a melhor informação, a melhor opinião, mesmo que outros egos tentassem corrigi-lo ou interrompe-lo, mesmo que ao vivo. Reginaldo sempre foi um edificador, com bases sólidas, de caráter, e eu creio que o automobilismo cresceu muito com a sua ajuda, com o seu empenho.

Maurício Bailão

mauricio.bailao@gmail.com 

São Paulo

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O MELHOR COMENTARISTA

Pena a despedida de Reginaldo Leme das páginas do 

“Estadão”. O melhor conhecedor e comentarista de Fórmula 1 se despede do jornal, mas seus admiradores ainda poderão ouvir seus comentários na TV Globo, porém, tendo como contrapeso, a narração, sempre muito fraca.

Carlos E. Barros Rodrigues

ceb.rodrigues@hotmail.com 

São Paulo

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