Fórum dos Leitores

ANO-NOVO

O Estado de S.Paulo

01 Janeiro 2016 | 03h00

O que esperar?

Encerramos 2015 conhecendo as amarguras do pior dos mundos: nenhum dos três Poderes da República inspira mais confiança à sociedade; economia desmantelada, sem crédito e sem investimento, com inflação e desemprego; classe política medíocre, engalfinhada em crise escatológica, com integrantes arrogantes, imediatistas e egocêntricos; a principal estatal, outrora orgulho do povo brasileiro, falida e afogada em corrupção; serviços essenciais, como saúde e segurança, responsabilidades constitucionais do Estado, em situação de funcionamento quase terminal, o que inquieta e causa sofrimento à população; educação “burrificante” ameaça o leque de oportunidades abertas às novas gerações; infraestrutura raquítica, a comprometer até o setor do agronegócio, principal motor que vinha, até recentemente, sustentando o fraco crescimento econômico; política externa mal conduzida, a afastar o País dos principais fluxos comerciais do mundo, prendendo-o a blocos sem perspectiva, além de outras graves mazelas. O que se pode prognosticar para 2016? Ao que tudo indica, o novo ano está magro de esperanças e pródigo em apreensões.

PAULO ROBERTO GOTAÇ

prgotac@hotmail.com

Rio de Janeiro

GOVERNO LULOPETISTA

Céu, terra e mar

Dilma Rousseff declarou: “Querem que o céu caia sobre mim”. Saiba a sra. presidente que, na verdade, o céu já caiu sobre nós, a terra treme e o mar de lama vermelha avança, destruindo tudo: projetos, sonhos, desejos, valores. E a senhora que habita outro planeta nada vê e nada sabe do que se passa por aqui. Neste caos, talvez sobre somente “a maior conquista que o Brasil já realizou”... A mandioca!

SÉRGIO A. MONTEIRO

samvilar@uol.com.br

São Paulo

Feliz 2016?

Quem quer que o céu caia sobre a cabeça de Dilma, além da revista britânica The Economist, com sua capa Brazil’s fall, retratando a realidade brasileira melhor que os periódicos nacionais? Ou o Walmart, fechando 30 lojas porque o Brasil se tornou economicamente inviável? Ou talvez o PIB baixo, a inflação galopante, a perda do grau de investimento, o desemprego vertiginoso, todos eles produtos da “nova matriz econômica” revisitada? Ou a saúde, propositalmente (?) esfacelada para forçar a aprovação da CPMF? Seriam, afinal, os 93% de coxinhas que já deixaram bem evidente a sua desaprovação à presidente e ao desgoverno do PT? Soma tudo isso e acrescenta a falta de entusiasmo e de perspectiva, mesmo forçando a boa vontade, para o ano que hoje se inicia. Duvido que a sra. Dilma Vana Rousseff tenha conseguido sair, nem que fosse por um minuto, do seu mundinho dos contos de Grimm para se perguntar o que ela fez e como contribuiu para que tudo o que foi citado acima caísse sobre a nossa cabeça! Não somos supersticiosos, mas, seguindo a sua linha de raciocínio (não é fácil), enquanto ela se vale do olho grego, entraremos em 2016 com os pixulequinhos 171 e 703!

CARMELA TASSI CHAVES

tassichaves@yahoo.com.br

São Paulo

PEDALADAS

Sem fim

Dilma Rousseff quita pedaladas com R$ 72 bilhões. De onde veio, de repente, essa montanha de dinheiro? Terá sido da saúde e da educação?

LUIGI VERCESI

luigiapvercesi@gmail.com

Botucatu

Ao apagar das luzes de 2015 o governo “arrumou” um “troco” e acertou o que devia ao Banco do Brasil, à Caixa Econômica Federal, ao BNDES, etc. Só faltou acertar as contas da Petrobrás. E de onde veio essa grana? Por que não acertou antes, se tinha a tal reserva? Me engana que eu gosto. Feliz ano-novo.

HARRY RENTEL

harry@citratus.com.br

Vinhedo

Mais inflação

A notícia espanta! Muito bem explicada a origem do dinheiro nas páginas do Estadão de ontem, fica bem claro que ou eram recursos financeiros entesourados, ou obtidos por meio de terceiros. Poderiam também ter sido resultado de emissão de papel-moeda. De qualquer forma, era dinheiro fora de circulação, que agora se tornou componente da demanda, seja pela via bancos credores ou do FGTS, que é grande financiador de atividade econômica. O resultado? É altamente inflacionário. Mais uma vez, se correr o bicho pega, se fica o bicho mata.

LUIZ AUGUSTO CASSEB NAHUZ

luiz.nahuz@gmail.com

São Paulo

1º de abril

Ao acertar as contas no último dia do ano para se eximir de irresponsabilidades fiscais, constatamos mais uma mentira do governo federal em curso. Dos R$ 72 bilhões quitados, dois terços se referem a empréstimos concedidos a grandes indústrias e a grandes empresas do agronegócio. Somente a menor parte, ou seja, o terço final, foi para empréstimos relativos aos PACs. Política de privilégios para poucos. Entende-se por que os recordes negativos provocados por este desgoverno ainda não tenham sensibilizado grandes empresários e banqueiros a apoiar a mudança do gerenciamento operacional deste país.

SERGIO HOLL LARA

jrmholl.idt@terra.com.br

Indaiatuba 

CORRIDA

De São Silvestre

Quando foi transferida a corrida de São Silvestre para a parte da manhã, ela perdeu todo o charme e a graça. O interessante era justamente o horário noturno, que homenageava o santo padroeiro da data, com a chegada dos vencedores na virada do ano. Meus pêsames aos dirigentes da prova.

AGOSTINHO LOCCI

legustan@gmail.com

São Paulo

BOAS-FESTAS

O Estado agradece e retribui os votos de boas-festas e próspero ano-novo de Abram Erlich, Armando Amarante Filho e família, Artur Topgian, Bruno Ganem, Claudio Rahal, Francisco José Sidoti, Gallo Decorações, Hotéis Heritage Lisboa, Imobiliária Padrão e equipe, José Sergio Trabbold, Leleco Barbosa e família, Marcello Tonidàndel Orciuoli, Mario Bauer, Memorial Saúde, Pedro Sergio Ronco, Ricardo Piovan, Roberto Canavezzi, Rodney Vergili, Silvio Natal, Petronotícias, RM 360°, Roberto Macedo, Rolex, Rotas Comunicação, Teatro Folha, Tiago Ferigoli, Tilibra Produtos de Papelaria – Rubens Ferreira Passos, Ubiratan Bossoni, Unilever Brasil, Van Confecções, Vanessa Mastro – Assessoria de Imprensa e Comunicação, Vida de Suporte, Yoel Barnea – cônsul de Israel e Zoom Comunicação – Admilson Resende, Nelson Silva e equipe.

São Silvestre

A tradicional corrida de São Silvestre, a que os paulistas e paulistanos durante décadas tinham por hábito assistir com suas famílias e amigos, desfrutando as alegrias das partidas e chegadas dos atletas pontualmente à meia-noite, infelizmente, de maneira injustificável, vem sofrendo a cada ano alterações que têm causado o desmantelamento de um evento muito importante para todos os que apreciam o esporte. Este ano, novamente mudança no horário, que obviamente afastou grande parte do público, decepcionado com procedimentos que parecem apenas visar lucros e projeção para entidades que nada têm que ver com essa tradição tão querida e significativa para os paulistas. Como cidadã, sinto-me desrespeitada e gostaria que as autoridades que realmente prezam as nossas tradições e cultura operem para que no próximo ano voltem as antigas características dessa competição, como, por exemplo, os dois pelotões, masculino e feminino.

Vera Bertolucci veravailati@uol.com.br

São Paulo

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Réveillon na Paulista

 

Seria recomendável que a Prefeitura de São Paulo reavaliasse o local de passagem do ano. Na região da Av. Paulista com Brigadeiro, em torno de 500 metros do local encontram-se diversos hospitais, como Santa Catarina, ProMatre, TotalCor, Hospital de Transplantes, Hospital Infantil Menino Jesus e outros. Seria sensato alterar esse loca!

Cicero Lima, passando o ano-novo em São Paulo  cicerolimarj@gmail.com

Rio de Janeiro

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Por favor, nos poupe, Dilma

 

A presidente Dilma, como última ação de 2015 em Brasília, em mais uma jogada de marketing tola e fora da curva, pedalou pela cidade como se estivesse livre do crime fiscal que praticou, condenada que foi pelo TCU. O fato de ter quitado no penúltimo dia de 2015 R$ 58,8 bilhões referentes às pedaladas que estavam a descoberto com os bancos públicos não a exime de culpa por esse grave crime de responsabilidade fiscal. Nem usando, como fez, a pulseira de “olho grego”, seu talismã para expulsar maus-olhados e energias negativas, ela ficará livre neste ano de 2016 das manifestações e dos panelaços do povo brasileiro pelas ruas e avenidas do País, exigindo sua deposição do poder. Essa presidente petista, exclusiva responsável pela derrocada da nossa economia, ainda declarou no apagar das luzes, diga-se, sem brilho, de 2015, que “aguenta pressão”, completando: “Querem que o céu caia sobre a minha cabeça”. Aliás, se  Dilma tivesse cabeça, não teria deixado cair sobre bolso e a esperança dos brasileiros os horrores de seu governo, como a recessão econômica, alta da inflação, desemprego, etc. Por favor, nos poupe, Dilma! Renuncie a seu mandato!

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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Oh, céu! A mulher sapiens soltou sua última pérola do ano. Quem fez o diabo para se reeleger e continua fazendo para se manter no poder não merece que o céu caia sobre sua cabeça. O céu é para o povo brasileiro, que vem sendo massacrado por essa soberba insana.

Para quem sabe ler, pingo é letra. Bom ano!

Maria Helena Borges Martins m.helena.martins@uol.com.br

São Paulo

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2016

Haja olho grego para encarar 2016! Feliz ano-novo, Brasil!

J. S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo

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Uma presidente que declara se apoiar em um talismã jamais poderia cuidar do nosso amanhã.

 

Eduardo Augusto Delgado Filho e.delgadofilho@gmail.com

Campinas

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É muita pretensão

Dillma, que fez o diabo, agora com a maior cara de pau afirma que querem que o céu caia sobre a sua cabeça. Mas não deve se preocupar porque quem faz o "diabo" não tem a mínima chance de ser vítima do "céu".

 

Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

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Ninguém quer o céu caindo sobre a cabeça dela. O que está desabando é o inferno.

José Luiz Tedesco wpalha@terra.com.br

Presidente Epitácio

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Dilma pede para que o céu não caia na sua cabeça, apenas um tijolo já  mexeria com seus dois neurônios e traria a felicidade para 200 milhões de  brasileiros.

Hamilton Penalva hpenalva@globo.com

São Paulo

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De acordo com entrevista publicada neste jornal, ao se dirigir aos seus interlocutores Dilma diz: "Tem gente que gostaria que gostaria que o céu caia sobre a minha cabeça". Ora, ela bem que poderia ser mais específica, pois, segundo pesquisas, algo em torno de 90% da população quer, sim, que o céu lhe caia sobre a cabeça. No entanto, ela acerta ao dizer: "A única pessoa que pode derrotar você é você mesma". Ela está quase conseguindo esse feito. Tomara!

 

Sergio Fonseca de Oliveira sergiofonsecadeoliveira@gmail.com

São Paulo

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Ao ler sua declaração de que “a única pessoa que pode derrotar você é você mesma”, imaginei Dilma nocauteada ao aplicar poderoso murro na ponta de seu próprio queixo.

Roberto Twiaschor rtwiaschor@uol.com.br

São Paulo

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Vírgula

 

“Não acharam nem vão achar uma vírgula que possa me incriminar.”   Para 120 bi não é necessária “vírgula”

 

Francisco Manzieri Neto manzierineto@uol.com.br

São Pedro

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Impeachment

 

A presidente Dilma encara o pedido de impeachment como algo pessoal. Insiste em dizer que não acharam nem acharão uma vírgula que possa incriminá-la. E arrematou dizendo que tem gente que quer que o céu caia sobre sua cabeça. Se for para cair o céu sobre sua cabeça, é um bom desejo, senhora presidente. Triste é ver o inferno em que se transformou a vida dos brasileiros, quando a senhora prometeu fazer o diabo para ganhar a eleição. Ademais, não tente desviar o objetivo do pedido de impeachment. A senhora cometeu improbidade administrativa e segundo a Constituição é crime. E já que a senhora aguenta bem a pressão, por que  tentou mudar  a decisão do TCU, blindou Renan e comprou o STF? Presidente Dilma, aguentar a pressão é aceitar o que diz a lei e cumprir sua decisão da justiça. O resto é apelação.

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com

São Paulo

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Votos

Feliz ano-novo para nossa presidente e que em 2016 pense mais e fale menos.

Vidal dos Santos vidal.santos@yahoo.com.br

Guarujá

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Feliz 2016

Desejo a todos os leitores desta cartinha que tenham um feliz 2016 e que se apaguem as mazelas de 2015, que não se repitam as tragédias ambientais, econômicas e sociais, como o desemprego, o rompimento da barragem de rejeito da Samarco em Minas Gerais, o desmatamento desenfreado da Amazônia, a crise hídrica, as pedaladas fiscais, os gastos insustentáveis do governo, as maracutaias dos políticos, o desleixo com a saúde pública e a educação, a recessão, a volta da inflação... Enfim, que nada dessas desgraças ocorra. O que desejo também é que continuem as ações da Polícia Federal e as prisões da Operação Lava Jato. Que o próximo ano seja de paz, cordialidade entre os cidadãos, alegria e liberdade nas ruas, livres dos assaltos, dos crimes de intolerância e de preconceitos. Que 2016 seja um ano da virada e da vitória do bem sobre o mal.

Mário Negrão Borgonovi marionegrao.borgonovi@gmail.com

Rio de Janeiro

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