Fórum dos Leitores

Lulopetismo

O Estado de S.Paulo

05 Janeiro 2016 | 03h00

Economia ladeira abaixo

No primeiro boletim Focus do ano divulgado pelo Banco Central, a confirmação de que a nossa economia segue ladeira abaixo, ao apontar que o produto interno bruto (PIB) de 2016, por enquanto, deve ter uma queda de 2,95%. E uma inflação acima do teto da meta, de 6,87%. O dólar também subiu 1,88% ontem, o primeiro dia útil do ano, para R$ 4,039. Corroborando esse quadro econômico tenebroso, a Associação Brasileira de Máquinas e Equipamentos (Abimac) prevê para este ano de 2016 uma queda nas importações do setor da ordem de 25%. É com este clima de queda acentuada das importações que as exportações brasileiras em 2015 tiveram um superávit na balança comercial de quase US$ 20 bilhões, ante um déficit em 2014 de US$ 4 bilhões. Trata-se de um resultado que não dá para comemorar, uma vez que em 2014 as exportações brasileiras atingiram US$ 225,1 bilhões, ou 18% mais do que em 2015, com US$ 191,5 bilhões; e as importações chegaram a US$ 229 bilhões, ou 34% maiores que em 2015, com apenas US$ 171,4 bilhões. Essa é a dura realidade de uma economia em perfeita decomposição.

Paulo Panossian

paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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O PT erra ou acerta?

Não sei se podemos continuar acreditando que a situação deplorável em que se encontra o País seja fruto de erros cometidos pelos governos petistas. Não seria, ao contrário, fruto dos seus acertos? O estatuto do PT diz que o objetivo do partido é “construir o socialismo democrático”. Ora, construir o socialismo implica destruir o capitalismo. E até hoje as tentativas de implantação de regimes socialistas, onde quer que tenham ocorrido, mostram que arruinar o capitalismo é muito mais fácil e rápido do que fazer a utopia socialista virar realidade. A admiração dos petistas pelo regime cubano, em que não se tem nem capitalismo nem socialismo democrático, talvez ajude a clarear a questão. Não parece que a esquerda aqui no poder seja capaz de construir socialismo algum. Mas certamente é capaz de arruinar nosso pobre capitalismo, nivelando por baixo a vida de todos os brasileiros. 

Euclides Rossignoli

euclidesrossignoli@gmail.com

Avaré

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Ano começa à deriva

Os primeiros dias de 2016 surgem apreensivos. A preocupação é de que o mau desempenho do ano passado possa impactar o Brasil de 2016. Enquanto isso, o Poder Legislativo federal - 513 deputados e 81 senadores - goza as férias de verão, deixando nas gavetas de Brasília as decisões sobre o pedido de impeachment da presidente da República, as reformas e uma série de providências que deverão determinar a vida nacional deste e dos próximos anos. É um direito constitucional dos parlamentares, mas o difícil é explicar ao cidadão comum que, num momento crítico como este, em que há que decidir sobre a troca ou não de um governo cheio de problemas, os representantes do povo, em vez de trabalhar, estão veraneando. Por causa do recesso parlamentar o Brasil estará parado por 50 dias. Só a partir daí é que deputados e senadores voltarão a discutir o destino da governante. Até lá seremos um barco à deriva. Oxalá, quando voltarem, decidam logo e, com isso, tirem a Nação deste nefasto clima de transitoriedade - ou, melhor, suspendam o recesso ainda em janeiro.

Dirceu Cardoso Gonçalves

aspomilpm@terra.com.br 

São Paulo

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‘Estado’, 141 anos

Parabéns

Em nome do presidente Glaucio Binder e de toda a diretoria da Federação Nacional das Agências de Propaganda (Fenapro), parabenizo o Estadão pelos seus 141 anos de vida. A Fenapro se junta ao Estadão na sua eterna batalha pela liberdade de expressão, um valor bastante caro também a quem lidera processos de comunicação, como as agências de propaganda. Que o Estadão continue firme a sua trajetória com a ética de sempre, garantindo aos anunciantes uma excelente alternativa para atingir consumidores. Contem sempre com a Fenapro!

Alexis Pagliarini, superintendente da Fenapro

alexis@fenapro.org.br

São Paulo

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Assinante antigo, felicito o grande jornal. Parabéns!

João Baptista Sundfeld

joao@sundfeld.com.br

São Paulo

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Longa vida ao Estadão nosso de cada dia! Ao enviar cumprimentos e felicitações ao jornal pela comemoração de seu 141.º aniversário de fundação e 136.º de vida independente, é mister citar trechos contidos na Declaração de Chapultepec, de 1994: “A luta pela liberdade de expressão e de imprensa, por qualquer meio, não é tarefa de um dia; é um objetivo permanente. Trata-se de uma causa fundamental para a democracia e a civilização em nosso hemisfério. Não somente é baluarte e antídoto contra todo abuso de autoridade: é o alento cívico de uma sociedade. Defendê-la dia a dia significa honrar a nossa história e dominar nosso destino. (...) Não há pessoas nem sociedades livres sem liberdade de expressão e de imprensa”. Por oportuno, vale lembrar, com tristeza e indignação, que o jornal permanece sob censura há inacreditáveis 2.289 dias! Até quando?!

J. S. Decol, Ðecol, J.S. Marketing & Copyright Worldwide

decoljs@gmail.com

São Paulo

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O Estadão, ao longo dos 141 anos de vida, tem sido um grande defensor do Estado Democrático de Direito e da ética na política. Recebam os nossos cumprimentos pelo aniversário.

Ruy Martins Altenfelder Silva, presidente da Academia Paulista de Letras Jurídicas e da Academia Cristã de Letras

presidencia@aplj.org.br

São Paulo

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Parabéns aos acionistas e à equipe profissional pelos 141 anos de informações relevantes trazidas pelo jornal à população, bem como pela intransigente defesa da democracia e da ética na política e nos negócios, que caracterizam desde o início a linha editorial de O Estado de S. Paulo, como mostrou a ótima edição histórica de 140 anos.

Mario Ernesto Humberg, CL-A Comunicações

marioernesto.humberg@cl-a.com

São Paulo

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Em nome da Cidade Center Norte, parabenizamos toda a equipe do Estado por mais um ano de atuação. O jornal é um exemplo de que a fórmula do sucesso é saber inovar sem abandonar as experiências e as tradições trazidas em 141 anos de história. Desejamos um longo período de sucesso e que sempre tenham criatividade diante dos desafios.

Gabriela Baumgart e Cristian Baumgart, diretores executivos da Cidade Center Norte

larissa@cdicom.com.br

São Paulo

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Arábia Saudita

Lendo o Estadão tomei conhecimento das barbaridades, execuções e arbitrariedades cometidas pelo Reino Saudita e acabei concluindo que os rapazes do Estado Islâmico não passam de plagiadores baratos!

Luiz Henrique Penchiari luiz_penchiari@hotmail.com

Vinhedo

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Venezuela

A oposição venezuelana conseguiu eleger o presidente da Assembleia Nacional, pois conta com o apoio da maioria absoluta dos deputados. A aprovação do projeto para anistiar os presos políticos e a convocação do referendo revocatório do mandato presidencial como solução democrática e constitucional, ainda neste primeiro semestre, são medidas necessárias para se iniciar o processo de transição política e o país poder voltar à normalidade institucional com a convocação de novas eleições presidenciais.

Luiz Roberto Da Costa Jr. lrcostajr@uol.com.br

Campinas

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Brasil -Guiana Francesa

Construída em 2011 por dezenas de milhões de dólares, a ponte que liga o Brasil á Guiana Francesa - entre Oiapoque, no Amapá, e Saint Georges du Oiapoque, no lado francês - permanece fechada e não foi sequer inaugurada. A ponte irá desenvolver e trazer progresso á região e é uma importante ligação entre o Brasil e a Comunidade Europeia, já que a Guiana Francesa pertence á França. É inaceitável o descaso, omissão e irresponsabilidade das autoridades brasileiras, que ficam de braços cruzados e deixam a ponte bi nacional fechada, parada e se deteriorando, prejudicando a população local. Cabe ao governo do Amapá e ao governo federal tomarem vergonha na cara e abrirem a ponte imediatamente, algo que já deveria ter sido feito há quase cinco anos.

 Renato Khair renatokhair@uol.com.br

São Paulo

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Ressaca de início de ano

A ressaca do início de 2016 é a pior em décadas, pois milhares de brasileiros estão desempregados, o governo continua sem rumo, os empresários não têm segurança para investir e a inflação está atrapalhando com força total. O PIB deverá registrar queda em 2016 e os juros deverão subir 0,5%. A desaceleração da China atingirá o Brasil em cheio. O real ficará mais fraco, frente ao dólar. O ano novo não será tão feliz assim. As tarifas de ônibus tiveram reajustes, os servidores públicos estão com salários atrasados, os hospitais estaduais estão sem remédios e os cargos comissionados continuam existindo na esfera federal, estadual e municipal.  Por que existe intolerância entre os contribuintes brasileiros? Porque não há dinheiro suficiente para suportar toda a gastança do governo. A corte não tem limites para torrar o dinheiro público. Onde está a seriedade das autoridades?

José Carlos Saraiva da Costa jcsdc@uol.com.br

Belo Horizonte

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O PT entrou em 2016

Contrariando as pesquisas e todas expectativas populares, o PT entrou em 2016 com clarí$$imo apoio das instituições corrompidas, que deveriam mostrar independência e imparcialidade. Mas como podem ser independentes e imparciais se participam e aprovam a corrupção PeTista? É lamentável... Alguém duvida? Prove o contrário.

Luiz Dias lfd.silva@uol.com.br

São Paulo

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Ano novo

 

Na China, 2016 é o "Ano do Macaco". No Brasil, graças à Lava Jato, poderá ser o "Ano do Desinfetante".

A.Fernandes standyball@hotmail.com

São Paulo

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Sem saída

Depois de ler o editorial do “Estadão” deste domingo e as opiniões abalizadas de especialistas do País no caderno E&N e diante da minha própria opinião, chego à evidente conclusão de que Dilma, Lula, PT, Falcão, Stédile, Boulos e dirigentes sindicais não têm mínimas condições de nos tirar do atoleiro em que fomos metidos. Não é mais uma questão política ou de eleições de 2016 ou 2018, de discursos otimistas e decisões estratégicas. Eles não têm quadros e muito menos competência para tal. A tacanharia deles é igual à sua soberba.

Éden A. Santos edensantos@uol.com.br

São Paulo

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A inércia política será fatal

A história recente do Brasil lembra um sonho de um menino referido por Jung. Um equipamento pendurado no forro de um porão recebeu múltiplas cargas elétricas e  cessadas passou a gerar eletricidade sozinho. Ninguém duvida que iniciamos o ano político expostos a eletricidade em todos os pontos de nosso território. Se os políticos do Executivo e Legislativo persistirem em seus inúteis ouvidos de mercadores face às manifestações populares que não deixaram dúvidas, curtos-circuitos de alta voltagem abalarão nossa sociedade e eles serão os primeiros expostos a um preço impagável.

Amadeu R. Garrido de Paula amadeugarridoadv@uol.com.br

São Paulo

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O ilusionista dos Caetés

À vista da atual crise, auxiliares próximos do  ex-presidente Lula disseram que o ex  manifestou o temor de que o país “volte atrás dez anos”, temendo o fracasso de Dilma na área econômica. Lula governou num tempo em que os bons ventos da economia global davam “aquela força”. Hoje,  sem dinheiro para o básico,  vê-se  que construíram um castelo de areia sobre precárias fundações. Um petista que  acompanha Lula há mais de três décadas asseriu: “É a primeira vez que ele não sabe o que fazer”.  Faz sentido.  Antes do poder, o petista sempre tinha resposta para os problemas, mas não a responsabilidade de governo. Quando no mando, e por obra do destino, Lula contabilizou os dólares do “boom”.  E, com os recursos que contou sem que tivesse preciso mover uma palha, seguiu seu número de ilusionista enganando a (quase) todos. Mas é na adversidade, e não na bonança, que se conhece o estadista. Hoje, com a crise e as denúncias que o atingem em cheio, o povo passou a conhecer um pouco melhor  quem de fato é o ilusionista dos Caetés. Não à toa despencou - e continuará caindo - o número dos que o consideram "o maior presidente que o Brasil já teve". Como se sabe, não se engana a todos o tempo todo.

Silvio Natal silvionatal49@gmail.com

São Paulo

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A ideologia para permanecer no poder

Não se fala, não se escreve, não se comenta conclusivamente outra coisa: a governança petista apenas quer permanecer no poder. E, na medida do possível, sacar daí vantagens pessoais é claro. No “Lula, o Informante” (O Estado de São Paulo, 27/12/2015), o editorialista informa que, em seu depoimento prestado à Polícia Federal, o ex Lula salientou que as nomeações das estatais eram feitas em decorrência de acordos políticos, salientando que “em uma política de coalizões presume-se que haja distribuição de Ministérios e cargos importantes do governo para os partidos que compõem a base de apoio”. Com sua sucessora, a forma do exercício do poder não é nada diferente. É o que pontualmente destaca a leitora Izabel Avallone (O Estado de São Paulo, 03/01/2016 – Fórum dos Leitores - O Saldo da Incompetência) ao registrar que “a presidente justifica que por causa do impeachment precisou negociar cargos para ter apoio e aí garantir sua permanência no cargo”. Simples assim. Portanto, a existência da tal “base de apoio” vem demonstrando que o ato de governar é fazer todo e qualquer acordo que seja necessário para permanecer no exercício do poder e, assim, auferir todas as benesses possíveis do governo. E a tristeza é que desse relacionamento exsurgem as figuras do corruptor e do corrupto. E o povo? Ora, o povo que se rale...

Pedro luís de Campos Vergueiro pedrover@matrix.com.br

São Paulo

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Lula pode voltar em 2018?

                                                                                                                      

O Estadão desta segunda-feira  traz mais um achado sobre o envolvimento do Lula em algumas  situações que podem resultar no futuro seu indiciamento na Operação Lava Jato, mas os e-mails ali relatados e tudo o que  foi até agora levantado sobre ele de nada servirá para um indiciamento com chances de processo e cadeia. Qualquer brasileiro medianamente informado sabe que Lula somente será condenado se confessar  suas culpas via acordo de delação, porque qualquer outro meio mesmo coalhado de provas, terminará no STF e daí o resultado será favorável a ele na proporção de 7 X 4 ou até mesmo 8 X 3. Todos que acreditam ainda em uma condenação que afaste este tribufu barbado de voltar a se eleger podem esquecer, porque se não for via confissão assinada com firma  reconhecida em cartório na presença de testemunhas, não impedirá o desastre final com sua volta à Brasília como presidente de direito, porque de fato ele sempre foi através de sua preposta.

Laércio Zannini

São Paulo

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12 pecados capitais de Lula

Curiosamente outra peripécia mais antiga do ano 2012, não está listada (pg. A5, 3/1), e parece ter sido esquecida. Um depósito bancário de 25 milhões de euros, fato amplamente divulgado pela imprensa, efetuado no Banco Espírito Santo, na cidade do Porto, Portugal. O transporte do montante teria contado com a participação de Rosemary Noronha que acompanhou o presidente na "atividade financeira", voando no Aerolula. Vendo a fotografia de Lula hoje na primeira página do Estado, as rugas e o semblante triste, refletem também o desgaste físico daquele que outrora recebeu a alcunha de o "Garanhão de Garanhuns". Como bem diz o saudoso poeta paulista Guilherme de Almeida, em Esta Vida: "O tempo anda sempre e não repousa".

Sérgio Brasil Gadelha sbgadvocacia@gmail.com

São Paulo

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FHC e cultura cidadã

Vi a entrevista de FHC no Manhattan Connection, anteontem. Achei que a fala foi natural, equilibrada (como sempre) e objetiva. Não observei nenhuma agressividade. Penso que foi uma contribuição para a formação de uma cultura cidadã e política saudável.

Harald Hellmuth www.hhellmuthsustentabilidade.com

São Paulo

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Marotices

Em recente entrevista aos meios de comunicação, numa análise marota, o Ministro da Casa Civil do Governo Federal (Jacques Wagner), tenta induzir o distinto público, com conclusões e candura dignas de um conto de fadas, omitindo nomes e fatos. O PT, segundo ele, com sua ingenuidade, pureza e candura natural , assumindo o governo, adquiriu os maus hábitos dos profissionais da politica anteriores, entre outros defeitos, e se lambuzou, como se tivesse sido induzido. Foi levado, travesso e guloso, sempre por culpa de outros e de fatores externos, e por razões nobres; cometeu alguns deslizes, mas vá lá, justificáveis e superáveis. As travessuras foram ocasionais e circunstanciais, que agora precisam ser consertadas, daí a insatisfação geral. Desse modo, o garoto travesso que nos levou à beira do precipício, deveria ser perdoado, e tudo contemporizado, afinal todo o mal se justificou e teve bons frutos. É um caso de compaixão nacional, digno de uma novela e de uma trama bem montada.

Luiz A Bernardi luizbernardi@uol.com.br

São Paulo

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Melado

Corrupção, para o emérito petista Jaques Wagner, mudou de nome e virou melado? Pena que era tanto melado que os petistas abutres não só se melaram como se melecaram e levaram muita gente junto. Claro, todos éticos e honestos, até o Lula se melou, e como. Pena que só agora alguém caiu na real e parou de repetir que foi tudo feito dentro da lei e das normas, claro, com notas fiscais frias e compradas, algo que o PT combatia quando não tinha na mão o poder de tudo e das estatais. Agora esse melado já contaminou o Postalis, que será o novo polo de corrupção invadido pelo PT e seus parasitas adoradores de melado, vulgo propina. Quem viver verá que em 2016 a quadrilha petista vai aumentar, e muito. Afinal, no Brasil nada está tãoo ruim que não possa piorar.

Asdrubal Gobenati asdrubal.gobenati@bol.com.br

São Paulo

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Sujeito oculto

Pela leitura do editorial do Estadão intitulado “Sujeito oculto” (4/1, A3)  fiquei sabendo que, para justificar o caos em que o País está mergulhado, Jaques Wagner falou e disse: “Tem seca no Nordeste, tem enchente no Sul, tem zika vírus com microcefalia...” Faltou dizer o principal: tem Dilma na Presidência da República.

Roberto Twiaschor rtwiaschor@uol.com.br

São Paulo

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Ele, “oculto”, também é sujeito passivo, passível de muitas penas e sanções.

Sergio S. de Oliveira ssoliveira@netsite.com.br

Monte Santo de Minas (MG)

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Ministério da Saúde

Nomeações que aconteceram no governo da presidente Dilma Rousseff em dezembro de 2015, que só serviram para colocar mais minhocas na cabeça do povo do Rio de Janeiro que vai às ruas para demostrar  insatisfação  com o desgoverno do PT e seus aliados. Inaceitável para a população do Rio de Janeiro, quiçá do Brasil, a nomeação para o Ministério da Saúde do deputado Marcelo Costa e Castro, um cidadão que desde o ano de 1980 deixou a medicina de lado para se dedicar à política.  Seu desconhecimento da situação da saúde apareceu logo de cara ao nomear para a Coordenação de Saúde Mental, Álcool e Outras Drogas o "médico" Valêncius Wurch, inimigo público n.º 1 da Lei 1.0216/2001, que determina cuidados psicossociais aos pacientes e não mais isolamento e internação. É pouco improvável que o ministro Marcelo Costa e seus padrinhos políticos, desconheçam as barbáries que Valêncius determinou como tratamento aos internos do Hospital Dr. Eiras de Paracambi, durante os dez anos sob o seu comando. O hospital foi fechado em 2012 depois de inúmeras denúncias de maus-tratos impostos aos doentes pelo "diretor" Valêncius Wurch, cujas atitudes eram semelhantes às de  Josef Mengele, o anjo da morte da 2ª Guerra Mundial. Certamente, a maioria dos idosos que visitavam o Dr. Eiras levavam para casa a imagem de um campo de concentração. Torturas, só torturas. Acorda, Brasil, essas nomeações precisam ser revogadas.

Leônidas Marques leo.marques.vr@gmail.com

Volta Redonda (RJ)

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Impedimento

O Ministério da Justiça apresentou ao Congresso e foi por ele aprovado o corte no Orçamento de 2016 da Polícia Federal. Não deveriam julgar-se impedidos. já que têm interesse direto sobre o resultado das investigações pela PF?

Luíz Frid luiz.frid@globomail.com

São Paulo

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Corte no orçamento do MEC

O governo federal acaba de anunciar novo corte de mais de R$ 10 bilhões no orçamento do Ministério da Educação. Gostaria de perguntar para as estridentes lideranças da APEOESP, sempre preocupadas com a saúde da nossa “pátria educadora”, por que não se manifestaram neste caso.

Luigi Petti pettirluigi@gmail.com

São Paulo

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Mudar? Jamais

A nova matriz, desta vez a cultural da Base Nacional Comum Curricular  (BNC), obra  recente do petismo produzida por  seus anônimos especialistas, foi  bem desconstruída pelo absurdo pretendido em 2/1, pg 3, do Estadão, traduzida como “novilíngua do lulopetismo”, estando mais pro anedotário que nos envolve do que pra cultura pretendida. Quando o interesse da “pátria educadora” se volta ao populismo preferenciando “valores individuais” determinados por movimentos sociais e ONGs a serviço do neopopulismo lulochavista,  e contrários a valores coletivos primando pelo anticapitalismo,  mostram das contínuas pretensões esquerdistas e sindicais. Não satisfeitos com a nossa miserabilidade, deixam convenientemente de considerar ter o governo lula reconhecido a China como economia de mercado, portanto capitalista, e que dela dependemos com exportações ao desenvolvimento.  Todavia, com o atual governo, enviesado desde a base do ensinamento educacional cultural  com predomínio ideológico  desconsiderando da pedagogia a valores históricos, não dá pra acreditar em mudanças de comportamento de quem ordena e manda como a presidente Dilma à quem as crenças originadas no brizolismo com pinceladas  petistas predominam, nem diante de alertas de especialistas na matéria, considerados inimigos, e dos fatos. A distorção é generalizada, mostrando-se até nos valores históricos ao verificar que  D. Pedro I, Tiradentes e outros  vultos são relegados ao segundo plano na malfadada nova base cultural, enquanto a presidente  Dilma consagra Leonel Brizola “herói nacional”, não obstante o “cumpanheiro” ditador Fidel Castro  tratar o herói dilmista por “el ratón”.  Portanto, é autoexplicável o que enfrentamos, desgoverno, presente com predomínio geral  alinhado  na estapafúrdia visão ideológica esquerdista odienta, justificada nas ações e exteriorizada nas matrizes impostas na econômica petista, desenvolvimentista de fachada que  levou o país ao desastre, e como está ocorrendo no programa Pátria educadora produto da fantasia mercadológica.  Diante de tudo, o que podemos esperar?

 

Mario Cobucci Junior maritocobucci@gmail.com

São Paulo

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Idade das Trevas

Em seu manifesto de fim de ano, a criatura "presidenta" afirmou que está otimista com 2016 e acredita na agenda que ela, seu criador e sequazes traçaram para o Brasil, a fim de aprofundar a democracia (?) e fortalecer o crescimento sustentável.  Lendo e ouvindo comentários de pessoas ligadas à Educação sobre a BNCC (base nacional comum curricular) do MEC, podemos depreender como os nefastos pretendem aprofundar a democracia: negando às novas gerações instrução e conhecimento de forma a torná-las incapazes de adquirir progresso intelectual e material.  Verdadeiro 'aperfeiçoamento' do que de mais pernicioso foi praticado ao longo da História, provocando crimes e perseguições.  É isso mesmo que os traidores da pátria pretendem: conduzir o Brasil para a Idade das Trevas? Será que o próximo passo é a queima de livros? Será que haverá inquisição e quem se manifestar contra será queimado na fogueira?  O País se tornará berço de zumbis dominados por corruptos?  Que os anjos nos protejam!

Aparecida Dileide Gaziolla aparecidagaziolla@gmail.com

São Caetano do Sul

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Dillmês

Dillma transmitiu a seguinte mensagem: "Nós, e eu digo isso porque passamos por uma conjuntura...eu vou repetir isso: uma conjuntura é um momento. Esse momento significa o seguinte: nós esgotamos todos os nossos recursos de combater a crise que começou lá em 2009, e que nós combateremos contra todas as características que são próprias da crise internacional deste período"... E foi mais longe: "O Brasil, senhoras e senhores, precisa de trabalhadores que tenham oportunidade de trabalho"..., logo após, que: “A corrupção é senhora idosa”, não se esquecendo da mandioca e do vento ensacado. Afinal, o que esta senhora quer dizer com o seu dialeto?

Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

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Dilma e o acordo ortográfico

O acordo ortográfico começou a vigorar em 1.º de janeiro de 2016. Ainda bem que a presidente Dilma não foi a responsável por ele, pois, do contrário, teríamos na língua mãe as seguintes palavras: presidenta, estudanta, pacienta, representanta, reluzenta, incompetenta e por aí afora.

Sérgio Aranha da Silva Filho aranhafilho@aasp.org.br

Garça

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Dilma e sua 'formação'

A ainda presidenta Dilma, que às vezes é citada como “economista de formação”,' nada mais possui  do que “deformação em economia”, basta ver suas constantes colocações risíveis em matéria a respeito. Sua permanente empáfia e o desconhecimento demonstrados em declarações a respeito da crise atual fazem corar frades de pedra e agridem o conhecimento de economistas de verdade.

João Paulo Garcia jotapege88@yahoo.com.br

São Paulo

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Impeachment

Parabéns pela "tese" do dr. Lionel Zaclis no “Estadão” de ontem  (“O impeachment no Senado da República”, 4/1, A2). Que bom que neste país temos "Profissionais" corajosos e com conhecimento jurídico adequado que apontam o caminho correto e que podem contar com uma mídia livre, como o Estado, que divulga o "certo", de modo que não existe um poder acima da lei que não possa ser devidamente enquadrado.  Espero, como cidadão, que o STF reformule esta questão como será correto e de direito.

Gabriel Liebesny l.gabriel.18@hotmail.com

São Paulo

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Incompetência e mentiras

O povo quer o impeachment para punir irregularidades que ferem a Constituição. O principal motivo, que está no subconsciente do brasileiro, é pela incompetência e mentiras pronunciadas por gente sem equilíbrio emocional.

Roberto Hungria cardosohungria@gmail.com

Itapetininga

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Guerra fratricida

Parabéns à jornalista Eliane Cantanhêde pelo seu texto publicado no “Estadão” de 3/1/16.  Discorreu sobre vários temas, partidos e membros destes, incluindo da oposição, com a mesma regência de um grande maestro diante de uma complexa orquestra. E sem perder a harmonia e a graça de criticar, aponta com precisão as entranhas desta “guerra fratricida”. Que certamente vai continuar embrulhando o estômago e a esperança do brasileiro, em que o perverso “vírus petista”, contamina o desarranjo da nossa economia, e acelera a promiscuidade da classe política.

 Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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‘A fascinação pela reportagem’

Atento às recomendações do jornalista Carlos Alberto Di Franco (“Estadão”, 4/1, A2), ouso apontar que a leitura da reportagem é fundamental para escorar a comunicação dos que consideram formadores de opinião, e que por sua vez multiplicam o ativismo cidadão. Para tal, a reportagem pode e deve abrir a interação das mais diversas áreas de atividade que caracterizam a macroeconomia deste nosso país-continente. É precisamente isso já insinuado no próprio texto do jornalista Di Franco: "o jornalismo está mais vivo do que nunca. E a democracia depende da qualidade e da independência de seus jornais".

Gunter W. Pollack gunterwp@uol.com.br

São Paulo

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Comunicação e jornalismo modernos

Carlos Alberto Di Franco toca em pontos importantes sobre a comunicação moderna ("A fascinação da reportagem", Opinião, 4/1). Muitos blogueiros parecem estar preocupados apenas em divulgar opiniões superficiais, como se fossem as verdades absolutas, mas protegidos pela efemeridade de suas palavras, substituídas minutos depois por outras frases de efeito. O articulista, porém, procura deixar claras as diferenças entre informação e formação e entre aprender e apreender. Ter acesso a fatos não se traduz em aprendizado, pois este requer análise e reflexão. O que ele defende era obtido nos diários, depois nas revistas semanais e hoje advém quase exclusivamente de publicações mensais que trazem textos longos, detalhados, sobre temas importantes. A audiência desses veículos pode ser baixa, mas é cativa e é aí que o jornalista não cibernético deverá centrar seus esforços e suas habilidades de comunicação e - por que não? - de persuasão.

Adilson Roberto Gonçalves prodomoarg@gmail.com

Campinas

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Censura

Num país como o Brasil, onde teoricamente a Liberdade de Expressão sempre foi  o caminho decisivo para uma verdadeira democracia,  por que o jornal mais importante do Brasil está sob censura há 2.289 dias ?Afinal, qual será o grande mistério da Operação Boi Barrica?Embora eu seja da terceira idade, não gostaria de ir embora da Terra sem saber de fato qual é o mistério que envolve essa tal operação, E a quem realmente interessa que determinados fatos fiquem eternamente encobertos ?

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com

Jandaia do Sul (PR)

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Santos-Guarujá  túnel ou ponte?

Sobre a matéria do “ESTADO DE S. PAULO” em Metrópole, dia 27/12/2015, “Santos já se prepara para avanço do mar”, de Fábio de Castro, algumas colocações:

- Nos dois estudos que já analisaram os impactos em Santos (ilha de São Vicente), não vimos referência a ligação seca dela ao Guarujá (ilha de Santo Amaro).

- Diante das violentas mudanças climáticas previstas, haverá subida das marés invadindo áreas urbanas, pondo em risco túneis, garagens subterrâneas e outros.

- Foi escolhido para a transposição do canal, um túnel com 1.700 metros em lugar de ponte: foram previstas no projeto as drásticas mudanças climáticas?

- Não poderemos correr o risco de ter o túnel inutilizado, inundado pela elevação das marés e/ou eventual maremoto? - Por que túnel em vez de ponte?

- Ocorreram audiências públicas que explicassem aos cidadãos a razão da escolha de túnel como melhor solução? Quais foram os critérios adotados?

- Foi feito o Estudo e Relatório de Impacto Ambiental - EIA-RIMA ?

- E quanto ao Estudo de Impacto de Vizinhança - EIV?

- Não é o túnel de previstos R$3,2 bilhão a alternativa muito mais dispendiosa?  Em 2010 o ex-governador José Serra prometera uma ponte, apresentando uma maquete em 2011 a valores bem inferiores. Qual a justificativa para a mudança?

- Foi adotando o critério de custo benefício tanto para sua construção como para sua manutenção? Terá sido o túnel a melhor escolha?

- Qual será a vida útil de cada um dos sistemas, ponte e túnel?

- Qual o destino dado ao material retirado para assentamento dos módulos?

- Não serão a operação e manutenção do túnel mais complexos e dispendiosos? É sabido que dentre nós a prática de manutenção preventiva quando existente é precária - não seria este, também um dos fatores desfavoráveis ao túnel?

- Não estaremos assumindo maiores e mais graves riscos sem necessidade?

- Estaremos pensando a longo prazo e nas futuras gerações também?

- Sendo ponte poderemos prever um segundo tabuleiro para duplicação futura.

- Por que não adotar soluções semelhantes aos excelentes exemplos do exterior, como as norte-americanas: Golden Gate Bridge e San Francisco-Oakland Bay Bridge em São Francisco, a George Washington Bridge e Verrazano-Narrows Bridge em Nova York, a Ponte Sobre o Tejo em Lisboa que tem dois tabuleiros sendo um para uso rodoviário e outro, com trilhos para o transporte ferroviário?

- Lembremos que segundo noticiado pelo O ESTADO DE S. PAULO de 07/04/2015, a polêmica obra teve apontadas 24 falhas pelo Tribunal de Contas do Estado de São Paulo – TCE, no seu primeiro edital determinando que o Desenvolvimento Rodoviário S/A - Dersa, mudasse o projeto abrindo nova licitação.

Aguardando por esclarecimentos que possam interessar, também a muitas outras pessoas, espero que não seja esta, mais uma questão resultante do império da mediocridade, reinante em nosso violentado Brasil!

Jorge de Azevedo Pires, professor voltado ao bem comum, autor do livro “Pensando Ribeirão Preto – ontem, hoje e amanhã” – edição própria – 2011.  jorpires@uol.com.br

Ribeirão Preto

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