Fórum dos Leitores

DESLEIXO

O Estado de S.Paulo

07 Janeiro 2016 | 04h00

Franco Montoro

Passei por Guarulhos neste fim de ano – Aeroporto Internacional Governador André Franco Montoro. Eu e minha mulher quisemos visitar o busto do meu querido e saudoso amigo Franco Montoro e fazer uma oração por ele e por sua extraordinária esposa, a dona Lucy. Com alguma dificuldade encontramos a estátua atrás de um balcão de informações, ao lado de uma pastelaria malcheirosa e de outra medíocre tendinha comercial, quase escondido. O busto e o pedestal, também medíocres, não são dignos da memória de um dos poucos grandes brasileiros que existiram e, certamente, o mais importante paulista do século 20: o restaurador da democracia no Brasil, o inspirador e orientador de tantas vocações políticas. Relegar a imagem de André Franco Montoro a um canto obscuro do saguão principal do aeroporto que leva o seu nome é quase um deboche, uma atitude de relegar à obscuridade a lembrança de um homem sábio e digno que, nestes nossos dias, faz uma falta imensa.

EURICO DE ANDRADE N. BORBA

eanbrs@uol.com.br

Caxias do Sul (RS)

GOVERNO LULOPETISTA

Ousadia

Apesar do terrível quadro em que nos encontramos, o PT ainda não entendeu que com a economia não se brinca. Estamos em recessão por causa da ousadia de Guido Mantega no mandato anterior de Dilma Rousseff. Agora vem Rui Falcão pedir que Nelson Barbosa tenha mais ousadia em 2016. Sugiro que o ministro da Fazenda saia fantasiado de baiana no carnaval para satisfazer esse desejo de “ousadia” do presidente do PT e trate a economia o mais conservadoramente possível, para evitar danos ainda maiores ao nosso país. A propósito, será que os chineses entraram numa de seguir os conselhos da Dilma sobre como dirigir a economia de um país? Não há outra explicação para essa vertiginosa queda do outrora pujante crescimento chinês.

RONALDO GOMES FERRAZ

ronferraz@globo.com

Rio de Janeiro

País quebrado

O governo deve mais de R$ 7 bilhões em pagamentos atrasados de obras públicas e vem falar em “novo PAC”? Deve estar brincando, como sempre...

LUÍZ FRID

luiz.frid@globomail.com

São Paulo

Ufanismo

A Voz do Brasil, na parte que corresponde às notícias do Poder Executivo, passa ao menos avisado a impressão de que vivemos num mar de rosas e os problemas da pobreza e da falta de moradia estão sendo solucionados de maneira magistral, como jamais ocorreu na História deste país. A solução dada às “pedaladas fiscais” foi como um passe de mágica, apregoa, que fez desaparecer os motivos para o impeachment. De onde veio essa dinheirama toda? E se existia verdadeiramente, por que não foi usada no momento certo? Para nós, simples mortais, ainda há muito a esclarecer.

DÉCIO ANTÔNIO DAMIN

deciodamin@terra.com.br

Porto Alegre

Pedaladas

O superávit comercial de 2015, da ordem de US$ 19,7 bilhões, é o maior desde 2011. Porém constam nas exportações de dezembro de 2015 vendas fictas de plataformas de petróleo. Mais uma falácia desse governo mendaz.

ARNALDO RAVACCI

arnaldoravacci05@gmail.com

Sorocaba

Desnorteados

A equipe econômica da presidenta Dilma está mais desnorteada do que a seleção brasileira de futebol nos 7 a 1 contra a Alemanha. Pelo amor de Deus, troque todo mundo já! Por que tanto sofrimento? Facilite as coisas logo. Faça uma autocrítica e admita sua incompetência. Dilma deve estar cansada de apanhar. Verá como será aplaudida pelo povo quase em geral.

EDUARDO MÓDOLO

eduardomodolo@yahoo.com.br

São Paulo

‘ESTADO’, 141 ANOS

Parabéns

Há 141 anos, quando o Brasil ainda era uma monarquia, O Estado de S. Paulo nasceu para defender o ideal republicano e abolicionista. Coragem já era a marca desse jornal, que se fez sinônimo de jornalismo livre e de qualidade com fidelidade a um princípio: a independência inegociável em face do poder político e econômico. O Estadão informa com excelência e investe para fazê-lo sempre melhor, à altura de seus exigentes leitores. Referência na defesa da democracia e na luta pela liberdade de imprensa, baliza os grandes debates nacionais e é incansável na denúncia dos populismos e de outros males que travam o desenvolvimento do Brasil. Parabéns ao Estadão pelos valiosos serviços que há 141 anos presta a São Paulo e a todos os brasileiros.

GERALDO ALCKMIN, governador do Estado

cmata@sp.gov.br

São Paulo

Não é fácil preencher uma folha em branco. Nada fácil preencher uma tela, organizar pontos, tópicos de uma comunicação, respeitando códigos de ética, convenções ortográficas e gramaticais, a necessária concisão, dar o recado. Amplie-se à máxima potência e imagine escrever um jornal. Coordenar assuntos, cuidar da harmonia departamental, assuntos políticos, sociais, econômicos e corporativos do País, do mundo, da metrópole; focar o ambiente cultural, o mercado miúdo dos classificados, delimitar espaços, reuniões, sucursais, correspondentes, edição impressa, eletrônica, formatação, estilo, estética gráfica, tecnologia de ponta, encerramento de pauta, o que é relevante num ambiente político e econômico devastado, fechamento da(s) capa(s), minuto a minuto alimentando o digital, em linha com o impresso a cada 24 horas; 365 dias por ano respeitando leitores, tidos por muitos como obsoletos, fazendo chegar o impresso nas primeiras horas matinais, por 141 anos! Parabéns, Estadão!

ARNALDO C. MONTENEGRO

ac.montenegro@uol.com.br

São Paulo

Parabéns ao meu querido Estadão pelos 141 anos de importante existência. Meu grande companheiro das manhãs, sigo-o há mais de 50 anos, ajudando a formar minhas convicções e me pondo a par de tudo o que acontece no Brasil e no mundo.

LEILA E. LEITÃO

São Paulo

Parabéns ao Estadão pelos 141 anos de vida e pelo compromisso com o bom jornalismo, sempre pautado pela verdade e pelo respeito à democracia, pela qual vem lutando nos últimos séculos. Felicidades e vida longa a toda a família do Estadão.

PAULO ROBERTO KHERLAKIAN

paulokherlakian@icloud.com

São Paulo

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

 

O ITAMARATY E A VENEZUELA

 

Não me alegro com a atitude do Itamaraty de ser contra as ações chavistas na Venezuela em nota divulgada na terça-feira (“Brasil adota tom crítico e pede ‘respeito’ ao resultado da eleição”, “Estadão”, 6/1). Isso porque, se o governo Dilma-PT não mentisse tanto e não vivesse só de marketing, podíamos pensar em sinceridade. O que vejo é que o Brasil é cobrado por potências democráticas, por ser o maior país da América do Sul, e sua postura influencia em grande parte os demais. Como dona Dilma-PT diz que também deve ser respeitada por ter sido eleita, ela não pode ir a favor do sr. Nicolás Maduro neste momento, pois “pegaria” mal para quem precisa que nós, brasileiros, passemos a enxergá-la de forma diferente. Ser conivente neste momento com Maduro é, para o seu intento em se livrar do impeachment, um desastre. Tanto Hugo Chávez quanto Maduro desrespeitaram a democracia em várias ocasiões e nunca o Itamaraty adotou tom crítico, pelo contrário, não os condenou. Gostaria muito de acreditar no sincero tom do Itamaraty, mas é mais um marketing para ficar bem na área. Vejam o Pátria Educadora: é só slogan.

 

Tania Tavares taniatma@hotmail.com

São Paulo

 

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DO BARÃO AO ‘TOP TOP’

 

O Itamaraty não escapou à enxurrada de atraso petista e foi reduzido a mera repartição burocrática que nem sequer consegue pagar os aluguéis de embaixadas no exterior. Vão longe os gloriosos tempos do Barão do Rio Branco, quando profissionais da “carrière” formulavam as linhas mestras da política exterior. Estamos hoje reduzidos à suprema mediocridade em que o bolivariano “top top” Marco Aurélio Garcia, assessor internacional da presidente Dilma Rousseff, é a eminência parda do Itamaraty, ditando até agora a complacência com o desvairado presidente venezuelano, Nicolás Maduro. Ao ministro das Relações Exteriores restou a infamante condição de carregador da maleta de “top top”.

 

Hélio de Lima Carvalho  hlc.consult@uol.com.br

São Paulo

 

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A OPOSIÇÃO NO PODER

 

Que beleza de espetáculo ocorreu na Assembleia Legislativa da Venezuela, com a entrada triunfal da oposição e seus 112 deputados eleitos naquela Casa. Na Argentina, o bolivarianismo já partiu; agora, na Venezuela, está agonizando. Vamos torcer para que no Brasil também o fim deste bolivarianismo corruPTo termine o mais rápido possível, mesmo que parte do Supremo Tribunal Federal (STF) declare que a nossa Constituição de 1988 é inconstitucional, porque contrária ao governo “petralha”. Avante Brasil!

 

Antônio Carelli Filho palestrino1949@hotmail.com

Taubaté

 

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O FIM DE UMA ERA POPULISTA

 

Aos poucos, a esquerda populista está sendo substituída, como o foi no México, no Paraguai, na Argentina e, agora, na Venezuela, quando o opositor Ramos Allup assume a Assembleia e comanda os 112 deputados oposicionistas eleitos recentemente e que enfrentarão os 57 parlamentares do chavismo. Desejam os opositores a anistia aos presos políticos e a saída de Nicolás Maduro do governo, além de mais outras necessidades democráticas sufocadas pelos chavistas. Ramos Allup não mais deseja, ainda, que Maduro governe por decretos, passando por cima da Assembleia e, pois, do Poder Legislativo. Chegou a hora, lá e aqui, também, onde está bem próximo do fim do lulopetismo que encerra um populismo desastroso para o Brasil. Aliás, a desmistificação de Lula já anda a passos largos.

 

José C. de Carvalho Carneiro carneirojc@ig.com.br

Rio Claro

 

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DEMOCRACIA NA AMÉRICA LATINA

 

Por vias distintas, Argentina e Venezuela nos ensinam os caminhos da democracia.

 

Cristiano Walter Simon cws@amcham.com.br

Carapicuíba

 

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QUE INVEJA

 

Nunca pensei que diria isto, mas que inveja da Venezuela! Por lá, a oposição já diz a que veio e promete acabar com o autocrata Nicolás Maduro em seis meses. Já os nossos parlamentares que dizem se opor à ainda presidente Dilma permitiram que ela completasse 2015 ainda em seu cargo, prolongando nosso sofrimento. E o Congresso Nacional, em férias até o carnaval, é a paz dos cemitérios. 

 

Luiz A. Módolo de Paula luaump@yahoo.com.br

São Paulo

 

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SEMELHANÇAS

 

Será que algum dia o brasileiro vai copiar o exemplo da Venezuela e eleger a oposição? Nossa situação está bem parecida com a deles.

 

Laert Pinto Barbosa  laert_barbosa@globo.com

São Paulo

 

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VENEZUELA

 

O governo bolivariano da Venezuela vai “cair de Maduro”.

 

José Lúcio Natali natali@nonsolovino.com.br

Campinas

 

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NOSSA DIPLOMACIA A REBOQUE

 

A Argentina, mesmo sob o regime de confronto praticado pela presidente Cristina Kirchner, reservas no fundo do tacho, inflação acima de 25%, manteve-se em patamar superior ao do Brasil em quase todas as estatísticas de âmbito social e escolar. Politicamente, o Brasil ainda mantinha alguma liderança na América do Sul graças ao seu peso populacional, à sua economia, suas reservas, seu PIB e suas liberdades sociais. Pois bem, diante da mediocridade da administração petista e de nossa chancelaria irrelevante, nem isso teremos mais. Basta ver a movimentação do presidente recém-eleito da Argentina, o sr. Mauricio Macri, que tem uma visão bem mais ampla do que os vesgos ideólogos do Partido dos Trabalhadores. A nossa diplomacia já está a reboque das ações da senhora Suzana Malcorra. O nosso chanceler Mauro Vieira está desconectado do que acontece na Venezuela e no resto do planeta. Os “hermanos” estão à frente. Estão desfigurando o Brasil com quais intenções? É de perguntar. Ou será incompetência mesmo? Será que eles já ouviram falar em geopolítica?

 

Éden A. Santos edensantos@uol.com.br

São Paulo

 

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EM POLÍTICA TUDO SE ESQUECE RAPIDAMENTE

 

Uma estátua dourada de 37 metros ao ex-dirigente chinês Mao Tsé-Tung, numa zona rural, é ostentada pelo todo-poderoso Partido Comunista Chinês, cuja economia começa a periclitar, em homenagem ao líder universal dos povos, responsável pela revolução cultural que conduziu a uma das grandes fomes mundiais e cujo governo estimulava a matança de pardais para comer. E um dos princípios era o mal que fazia aos povos o culto da personalidade...

 

Amadeu R. Garrido de Paula amadeugarridoadv@uol.com.br

São Paulo

 

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BRASIL-JAPÃO E A VISITA NO DIA DE FINADOS

 

Em 2015 se comemoraram os 120 anos da assinatura do Tratado de Amizade, Comércio e Navegação entre o Brasil e o Japão. Recentemente, a presidente Dilma Rousseff cancelou sua segunda viagem ao Japão. Oficialmente, diz-se que as duas viagens não ocorreram por estar o Brasil atravessando naqueles momentos dificuldades políticas e econômicas. Mas, nos bastidores, a história seria outra. O governo brasileiro estaria muito irritado com a intromissão de certos dirigentes empresariais japoneses e da diplomacia nipônica nos assuntos internos do Brasil. Nas comemorações dos 120 anos de amizade, certos Estados brasileiros estariam sendo discriminados por essas autoridades, o que estaria causando grande desconforto entre as autoridades políticas e econômicas do Brasil. Um dos fatos que revoltaram as autoridades brasileiras foi o fato de um alto dirigente empresarial japonês ter afirmado que um tal Estado brasileiro é “nota zero” e agendado a visita do príncipe japonês e da princesa japonesa àquele Estado justamente no Dia de Finados (dia dos mortos), causando grande constrangimento às autoridades daquele Estado. Ao que parece, essa trama foi planejada com antecedência para atingir um político descendente de japoneses, médico, de origem humilde, atual deputado estadual e ex-vice-governador daquele Estado, que nunca abaixou a cabeça para essas autoridades.

 

Francisco Vellez franciscovellez@gmx.com

São Paulo

 

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ZONA DE TURBULÊNCIA

 

Coreia do Norte diz ter realizado teste com bomba de hidrogênio. Ora, uma bomba de hidrogênio equivale a milhares de bombas atômicas como a que destruiu Hiroshima. E, na mão de um louco, torna-se uma ameaça existencial para a humanidade. Se confirmado, tratemos de afivelar os cintos de segurança que o mundo está entrando em zona de forte turbulência. E pobre Obama, tendo de pilotar a maior potência militar do planeta numa enrascada destas...

 

Jorge Alberto Nurkin jorge.nurkin@gmail.com

São Paulo

 

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A BOMBA DE HIDROGÊNIO

 

A Coreia do Norte diz ter testado a mais poderosa bomba do planeta. Isso porque não tiveram conhecimento da bomba da Samarco elaborada no Vale do Rio Doce e testada em Mariana (MG).

 

Marcos Catap marcoscatap@uol.com.br

São Paulo

 

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PESOS E MEDIDAS

 

A catástrofe de Mariana fez com que governo e órgãos públicos obrigassem as empresas responsáveis a pesadas e justas indenizações. No caso do zika vírus, já temos mais de 3 mil pessoas infectadas, em situação de grave epidemia. Sabe-se que a doença é geradora de sequelas de gravidade de nível permanente no cérebro de bebês nascidos de mães infectadas durante a gestação. Observem que sua proliferação exponencial foi causada por minimização da importância do seu grau de periculosidade pelos órgãos públicos de saúde dos governos federal e estaduais. A gravidade da situação não sensibilizou o setor público a nenhuma ação social especialmente desenvolvida para acompanhar os bebês sequelados, nem ações indenizatórias. O que leva o setor público a aplicar regras duras de compensação quando de responsabilidade do setor privado e o mesmo peso não é equivalente quando se trata de responsabilidade do governo?

 

Sergio Holl Lara  jrmholl.idt@terra.com.br

Indaiatuba

 

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NA CHINA E NO BRASIL

 

Para “começarmos” bem este ano de 2016, o “Estadão” publicou duas notícias sobre dois acidentes assemelhados, ambos com vítimas fatais. No mês passado, uma montanha de resíduos de construção que havia sido levantada contra uma colina na cidade de Shenzhen, na China, desmoronou, matou 12 pessoas e deixou 62 desaparecidos. Mas, depois de um mês, autoridades da China prenderam 11 pessoas acusadas de negligências e estão rastreando outras pessoas que também poderão ser presas. Já no Brasil, a Samarco destruiu a bacia hidrográfica do Rio Doce, de tal maneira que não há como estimar a quantidade de anos que aqueles ecossistemas levarão para se regenerar, ou, como disse um biólogo, se vai sequer conseguir se regenerar. Afetou seriamente também a região do Oceano Atlântico junto da foz do rio. A sua barragem do Fundão rompeu em 5/11, matando 17 pessoas, deixando 2 desaparecidos e destruindo irrecuperavelmente um número ainda não determinado de propriedades e de meios de subsistência de pessoas que dependiam do rio, obrigando-as a procurar outro tipo de trabalho e até a migrarem para outras localidades. Seus responsáveis, claro, ainda se encontram em liberdade e, pior, inundando, por sua vez, os meios de comunicação com falácias e sandices que ofendem a nossa inteligência e envergonham a classe dos engenheiros brasileiros. A propósito, caberá ao Crea-MG providenciar a instauração de procedimentos para a apuração de infração ao Código de Ética Profissional, de acordo com a Resolução n.º 1.002, de 26/11/2002, do Confea, sem dúvida cabível no caso. E a empresa ainda se dá ao desplante de impedir a entrada de repórteres da TV Bandeirantes, do programa “CQC”, que pretendiam mostrar as maracutaias ali existentes. A exemplo do que fez a Justiça chinesa, a Justiça brasileira já deveria ter determinado a prisão desses dirigentes, obviamente provocada pela promotoria pública e aplicando-lhes penas correspondentes ao tamanho dos enormes danos decorrentes de seus atos. Não foi um crime comum, foi um crime contra a humanidade. Ou alguém tem alguma dúvida ainda?

 

Gilberto Pacini benetazzos@bol.com.br

São Paulo

 

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SINTOMAS DE DIABRURAS

 

Existe um ditado popular que diz que “barata nunca come melado e, quando come, se lambuza”.  Essa é a cara do PT, reconhecida por ninguém menos que Jaques Wagner, ministro da Casa Civil, em entrevista dada à “Folha de S.Paulo”. Como era de esperar, o PT reagiu. Reagiu como reacionários que são, mas todos os brasileiros estão conhecendo agora a índole petista. E, por falar na declaração do ministro, seria bom ele explicar o que faz Mario Negromonte num Tribunal de Contas do Município da Bahia, seu Estado de origem, quando é acusado na delação premiada de Rafael Ângelo de ter recebido deliveries que oscilavam de R$ 50 mil a R$ 200 mil. O petista não tem do que se orgulhar, pois o líder do governo na Câmara, José Guimarães, é conhecido por ter carregado dinheiro na cueca, e o ministro-chefe de Comunicação Social, Edinho Silva, foi acusado por Ricardo Pessoa, dono da construtora UTC, de ter recebido propina como doação eleitoral para a campanha de Dilma Rousseff. A presidente tem de fazer a faxina prometida e não fazer vista grossa, pois seu governo tem mais lama que a sofrida mineradora Samarco em Mariana. Pare de sonhar e jogar conta nos ombros dos trabalhadores. Quem fez “o diabo” raspando o dinheiro do cofre deve, agora, chamá-lo para enchê-lo. O povo está olhando todas as diabruras e saberá cobrar. Aguarde.

 

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com

São Paulo

 

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O DONO DA TERCEIRA PARTE

 

Estou lançando um desafio e aposto dez por um: alguém discorda de que a maior concentração de corruptos do Brasil, e quiçá do mundo, agrega as hostes no Partido dos Trabalhadores (PT)? O candidato de Lula ao governo do maior e mais rico Estado da Federação – e, hoje, após destruir o Ministério da Saúde – continua fazendo parte da quadrilha ocupando o cargo de secretário municipal de Saúde da caótica administração Fernando Haddad (PT) em São Paulo. De acordo com delatores da Operação Lava Jato, o ilustre Alexandre Padilha seria um dos beneficiários da partilha dos ativos da Labogen, laboratório usado pela quadrilha do Ministério da Saúde para superfaturamentos na compra de medicamentos, além do ex-deputado André Vargas, cassado e preso. Padilha não deveria estar ocupando cargo público, tem a caneta na mão, não tem moral para isso, não tem caráter e, mais, não tem o direito de pôr em risco a saúde da população. O Conselho Federal de Medicina (CFM) deveria cassar o registro de profissionais dessa espécie. Falo isso como médico e respondo pelo que afirmo (Cremesp 35.196 e RG 5.529.325 – SSP/SP).

 

Humberto de Luna Freire Filho hlffilho@gmail.com

São Paulo

 

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JARGÕES PARA RECORDAR

 

Como o diz o velho jargão: “Vai para o laboratório (“prá casa”), Padilha!”. Tu também, hein, Padilha?! Como dizia dr. Ulysses, “até pode ser que seja bom, mas não resiste”.

 

José Piacsek Neto bubanetopiacsek@gmail.com

Avanhandava

 

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DE CABELOS EM PÉ

 

Lula, de cabelos em pé e assustado com o andamento das investigações no Instituto Lula e na sua empresa LILS, da interceptação de e-mails que convergem para o tráfico de influência internacional e, agora, arrolado como testemunha do lobista Alexandre Paes dos Santos, só resta exigir da inquilina do Planalto, Dilma Rousseff, que determine cortes nos recursos da Polícia Federal, visando a prejudicar as investigações e iniciando, assim, o seu desmonte. Quem viver verá.

 

Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

 

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FIGURA DESMASCARADA

 

O sr. Lula da Silva vendendo medidas provisórias, seu filho faz um texto tirado da internet e recebe R$ 2,5 milhões por isso. O próprio PT está constatando a desmistificação da figura do “homem”, sabedor da sua inépcia, antiética, mentiras, prepotência e falta de responsabilidade. É corresponsável pelo estado atual da economia do Brasil, pois indicou 18 ministros para o governo Dilma, e é causador do Brasil no fundo do poço, no maior caos político-econômico dos últimos 50 anos.

 

Celso de Carvalho Mello celsosaopauloadv@uol.com.br

São Paulo

 

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UM ASSUNTO QUE NÃO PODE ESMORECER

 

Há meses veio a lume uma coisa terrível: Luís Cláudio Lula da Silva (o nome já diz de quem é filho) apresentou à empresa Marcondes & Mautoni um “trabalho” idiota pelo qual recebeu R$ 2,5 milhões. Ao analisá-lo, a Polícia Federal apurou que se tratava precipuamente de “obra” da tesoura e da cola. Cópia, sim, cópia de coisas feitas por outros que existem em sites da internet. Um trabalho usual de quem não passou do curso de primeiro grau. Bem, esse plágio já é fato consumado. Laranja, inocente útil, receptador, outra coisa não é Luís Cláudio e tão ruim quanto, senão pior, é a empresa que lhe deu o dinheiro sabe-se lá para que e por quê. Dada a natureza da obra, dada a ancestralidade do autor, esse é um assunto que não pode esmorecer.

 

Pedro Luís de Campos Vergueiro pedrover@matrix.com.br

São Paulo

 

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ENQUANTO ISSO...

 

Se não for cassado, o senador Delcídio Amaral vai continuar recebendo uma bolada de R$ 70 mil entre dezembro, janeiro e fevereiro, com auxílio-paletó, verbas de gabinete e outras. Adivinhem quem vai pagar por isso? Nós, os trouxas. Pode?

 

Maria de Mello nina.7mello@uol.com.br

São Paulo

 

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BAIXO ASTRAL

 

Há um baixo astral pairando nos ares das cidades. O lulopetismo é tão nocivo e decadente que está difícil de reagir a essa força que tragou o Brasil com seus tentáculos malévolos. Precisamos encontrar forças e nos movermos para tirar o País deste pântano movediço.

 

Elisabeth Migliavacca elisabeth448@gmail.com

São Paulo

 

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DILMA E A CONSTRUÇÃO CIVIL

 

Dilma Rousseff escolheu o setor da construção civil para apostar suas fichas e tentar reverter um pouquinho do pessimismo que afeta o mercado, e com isso espera também a criação de empregos. Perfeito, mas será essa a real intenção da presidente Dilma? Ou ela apenas está buscando novas empreiteiras no mercado, com disposição para pagamento de “pixulecos” ao PT, pois, desde a prisão dos maiores empreiteiros do País, não está entrando dinheiro no caixa do PT e este deve estar quase vazio, precisando de novas entradas, para garantir a compra de pão e mortadela para os próximos eventos em defesa da permanência de Dilma no cargo?

 

Maria Carmen Del Bel Tunes carmen_tunes@yahoo.com.br

Americana

 

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O ‘NOVO PAC’ DE DILMA

 

De PAC em PAC, o Brasil vai empacotar!

 

Luigi Vercesi luigiapvercesi@gmail.com

Botucatu

 

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INSENSATEZ

 

Dirigentes do Banco Central têm expectativa de atingir a meta da inflação para 4,5% até o fim de 2017.  Pela incompetência deste desgoverno, só com a renúncia ou impeachment da presidente Dilma seria sensato apostar nessa projeção econômica.

 

José Wilson de Lima Costa jwlcosta@bol.com.br

São Paulo

 

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PERIGO DE FORA

 

Além de todas as trapalhadas desde sempre do governo petista de Dilma na economia, agora e sempre o perigo também vem de fora, afinal, a China estremece o mundo e os mercados com qualquer crise. A Bolsa desabar 7% é um alerta ao Brasil, para não fazer nada que piore a situação aqui. Como alguns experts dizem que 2016 está perdido, espero que algum resto de inteligência e de bom senso faça nosso fraco governo tomar atitudes que não piorem a nossa já péssima situação econômica.

 

Antonio Jose G. Marques a.jose@uol.com.br

São Paulo

 

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O FGTS NA MIRA

 

Não satisfeitos em quebrar a maior empresa brasileira e em dizimar os fundos de pensão das estatais, os petistas decidiram meter a mão grande no dinheiro do trabalhador. Está pronto e absolutamente na cara o próximo escândalo dessa gentalha abusada e sem escrúpulos: eles vão liquidar com o FGTS. Os trabalhadores e as empresas contribuem há anos com recursos que serão usados para manter a ideologia populista e demagógica do PT. Podem ter certeza plena e cristalina de que em poucos anos o FGTS virará pó. Essa escumalha, custe o que custar, só pensa em se manter no poder.

 

Leão Machado Neto lneto@uol.com.br

São Paulo

 

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ÂNIMOS EXALTADOS

 

Um motorista dirigindo uma caminhonete invadiu, na madrugada de segunda-feira, a portaria central do Ministério da Fazenda, em Brasília (“Estadão”, 5/1). O motorista é auditor fiscal da Receita Federal e alegou que acelerou em direção ao prédio porque sofre de problemas mentais. Mais tarde, porém, ele disse ter “motivações políticas” e que invadiu o ministério por “não gostar do PT”. Imaginaram se a moda pega e todos os que não gostam do PT invadirem o prédio do Ministério da Fazenda?!

 

Cláudio Moschella arquiteto@claudiomoschella.net

São Paulo

 

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INVASORES

 

Quando o MST invade um local e quebra tudo, é reivindicação legítima dos movimentos sociais com suas bandeiras vermelhas. Portanto, ninguém pode ser preso. Quando jogam um carro contra a portaria principal do prédio do Ministério da Fazenda em Brasília, é um atentado político por ódio ideológico e provoca um enorme dano ao patrimônio público. Portanto, o motorista deve ser imediatamente preso. Dois pesos e duas medidas?

 

Luiz Roberto Da Costa Jr. lrcostajr@uol.com.br

Campinas

 

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‘PÁTRIA EDUCADORA’

 

Todos nós sabemos que um país desenvolvido tem como base a educação, que é o princípio, o cerne, o núcleo, a essência de tudo. Mas o “governo” federal em 2015 cortou verbas no orçamento da educação em mais de R$ 10 bilhões. O Pronatec (cursos profissionalizantes) já teve vagas reduzidas, e Dilma, na campanha eleitoral, falava convicta que criaria mais de 12 milhões de vagas! O Financiamento Estudantil (Fies) também teve verba diminuída pela metade. E este “governo” ainda faz publicidade na mídia dizendo sobre investimentos na educação, cujo slogan é “Pátria Educadora”. Pois é, o governo, além de incompetente, é muito mentiroso.

 

Alex Tanner alextanner.sss@hotmail.com

Sumaré

 

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CADÊ?

 

A presidente Dilma Rousseff cortou mais de R$ 10 bilhões da área da educação. Estou esperando a Apeoesp levar os “ingênuos” estudantes para as ruas,  parar a cidade e quebrar escolas.

 

Luíz Frid luiz.frid@globomail.com

São Paulo

 

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GESTÃO PÚBLICA

 

Gostaria de parabenizar a “presidenta” Dilma, o governador Geraldo Alckmin e o prefeito Fernando Haddad, concorrentes ao troféu “Pior Gestor Público do Brasil 2015”. Ninguém pode dizer que eles não estão batalhando incansavelmente para levar esse troféu. É muita incompetência reunida somente em três pessoas.

 

Marcelo L. Z. Bernabe bernabe@hotmail.com

São Paulo

 

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ESCOLAS PARA QUÊ?

 

Depois de 55 dias, estudantes das escolas estaduais desocupam a primeira ocupada na capital paulista, contra a proposta de reorganização na rede escolar, agora revogada pelo governo Alckmin. Daí a pergunta: Escolas para quê? Todos exigem melhoria na educação verdadeiramente, até o slogan do ainda desgoverno federal é “Brasil, Pátria Educadora”, mais uma mentira do governo central. A desistência da reorganização proposta só foi descontinuada em razão da “desobediência” obrigada aos nossos jovens alunos pela Apeoesp, sindicato da categoria, ainda nas mãos do PT-CUT-MST, intere$$ados politicamente em prejudicar um governo de oposição no Estado. Provocam o desacato à educação paulista, uma das melhores do País, única e exclusivamente para desviar a atenção do povo brasileiro do péssimo desgoverno federal e do impeachment da ainda presidente, mal avaliada por 70% dos brasileiros. Cumprindo o jogo sujo político do PT, são contrários ao que funciona – e bem. Pátria educadora é mais um dos engodos do PT. 

 

Fernando Silva lfd.dasilva@uol.com.br

São Paulo

 

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‘A DEGRADAÇÃO DA AVENIDA PAULISTA’

 

Muito correta a análise da seção Notas & Informações de 6 de janeiro. Não houve, porém, menção aos moradores de rua, em número crescente, habitando vãos de porta do comércio e sob marquises. Abordam passantes, usam a calçada como sanitário, descartam restos de comida e lixo diverso na calçada, dormem durante o dia para à noite ficarem ativos em busca de drogas e bebida, que consomem sem serem incomodados. Atravessam a avenida agora com mais facilidade graças às ciclovias, pondo em pânico motoristas. Testemunho abordagens eventuais que não resultam em nada. Mal a polícia metropolitana se afasta, eles retornam. Realmente, a Paulista se degrada continuamente.

 

Eva Silva silvaeva@hotmail.com

São Paulo

 

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NOSSA PAULISTA DEGRADADA

 

Sim, o símbolo maior de nossa cidade está se degradando cada vez mais. Outro dia, por lá caminhando, senti desalento ao ver no que se transformou: centenas de "artistas" no chão a vender bugigangas, a maioria sem nenhuma qualidade artesanal e com eles, o aumento da violência e roubos. Como enfatiza o editorial "A degradação da Paulista" (6/1, A3), através da fala de um professor da FAU-USP: "O lazer da população tem de ser distribuído entre os parques. Não se pode concentrar tudo só na Avenida Paulista. Com tanta coisa acontecendo ali, estamos engarrafando e acabando com a avenida, assim como aconteceu com a Praça da República e a Praça da Sé". Esse sentimento de perda eminente da "nossa Paulista" e do mal estar ao ver tanta degradação não é coisa de "coxinha" não, sr. prefeito, é coisa de quem crê que é preciso que a cidade mantenha, a exemplo de qualquer um de nós, a dignidade intacta, a despeito da situação econômica. Ver nossa cidade cuidada e respeitada é também sentir-se do mesmo modo como cidadão. A Paulista sempre foi, antes dessa verdadeira invasão, o nosso orgulho, nosso cartão postal a simbolizar nossa força,  este sentimento de que é possível vencer qualquer dificuldade, o retrato da garra do povo paulista. Jamais perdoaremos o sr. Haddad ter-nos roubado isso. Francamente, até parece que o prefeito sente um prazer sádico em praticar sua política de terra arrasada.

 

Eliana França Leme efleme@terra.com.br

São Paulo

 

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O EMPRÉSTIMO DE HADDAD

 

Quer dizer que o prefeito de São Paulo foi a Brasília pedir o reembolso do empréstimo feito para manter obras do PAC na capital? Será que, se a obra em questão fosse de responsabilidade do governo do Estado (PSDB), esse sr. faria essa bondade? Daí o motivo de extirparmos este partido de qualquer lugar deste país.

 

José Francisco D’Annibale dannibale@remunera.com.br

São Paulo

 

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TAXIS X UBER

 

Ocorreu-me uma simples ideia sobre esta briga  entre os táxis e os piratas do asfalto Uber. Se  lermos  ao contrário a palavra, ela se torna “rebu”. Pois o rebu não passa de um simples táxi pirata, coisa que o PT de São Paulo está prestes a aprovar, contrariando as leis vigentes no País. Não sou taxista, sou engenheiro.

 

Ferran Cameranesi fernandocameranesi@yahoo.com.br

Santa Cruz  do Rio Pardo

 

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TRANSPORTE SOLIDÁRIO

 

É ingenuidade supor que a população vai aderir espontaneamente ao transporte solidário, tirando milhares de carros de circulação. Depois que um cidadão adquire um automóvel, dificilmente abre mão do conforto de locomover-se com ele. Neste sentido, há tempos foi realizada uma pesquisa bem abrangente e os consultados rechaçaram a proposta com estes argumentos principais: 1)        Não violentar sua privacidade. Fumar, ligar o ar-condicionado, ouvir a sua estação de rádio favorita, podem não agradar aos caronas. Será justo o hospedeiro anular-se para agradar a terceiros? E começar o dia convivendo com pessoas que se revelaram desagradáveis, é experiência que ninguém deseja; 2)   se um dia o hospedeiro não quiser ou não puder ir trabalhar, terá de telefonar e sugerir que os caronas se intercomuniquem para escalar outro condutor. Certamente será criticado: “É um irresponsável, deixou-nos na mão!”. A cordialidade inicial se transformará em ressentimento. Por minha conta acrescento dois inconvenientes, respaldados por Nelson Rodrigues: “A vida como ela é”. Que esposa será indiferente a que seu marido conduza diariamente uma mulher produzida, sedutora, com a qual conviverá por longo tempo no trajeto e nos congestionamentos? O ciúme será devastador. Do mesmo modo, que marido tolerará que sua mulher conviva todos os dias com homem charmoso, insinuante, o qual, voluptuoso como bom latino, aproveitará qualquer vacilo para tentar a conquista amorosa? Sejamos realistas: convivência dessa natureza é passaporte para o motel.

 

Jaime Manuel da Costa Ferreira jaimeferreira04@gmail.com

São Paulo

 

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BOLETO FALSO DO IPVA

 

Pelo código de barras é muito fácil as autoridades identificarem os falsários e os prenderem. Será que falta interesse?

 

Milton Bulach mbulach@gmail.com

Campinas

 

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MORTOS PELA PM

 

Se a Polícia Militar está matando mais é porque os bandidos são ousados e estão partindo para o enfrentamento. Quanto mais a PM trabalha, mais a população de bem, que está aterrorizada pela criminalidade, agradece! Seria triste ler uma manchete em que bandidos estariam matando mais civis hoje do que em 2006. Parabéns à Polícia Militar, pela dedicação e empenho no combate ao crime.

 

Frederico d’Avila fredericobdavila@hotmail.com

São Paulo

 

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AS LÁGRIMAS DE BARACK OBAMA

 

Um bom ator e ótimo como presidente foi Ronald Reagan. Obama, com suas lágrimas de crocodilo, não é uma coisa nem outra (“Obama chora em anúncio sobre controle de armas”, “Estadão”, 6/1). Não passa de um demagogo e populista de esquerda que, como tal, não respeita a Constituição de seu país. Faria melhor ao povo americano e ao mundo se caçasse terroristas ao invés de tentar desarmar a população de bem e deixá-la à mercê da bandidagem comum e da sanha de terroristas. Mas esse é o modus operandi da esquerda, que conhecemos muito bem, ou seja, quando não são coniventes, são cúmplices e, na maioria das vezes, o autor do crime.

 

José Luiz de Sanctis jldesanctis@uol.com.br

São Paulo

 

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‘ESTADÃO’, 141 ANOS

 

Gostaria de cumprimentar o jornal “O Estado de S. Paulo” pelos seus 141 anos de fundação. Antes de assiná-lo, há cerca de um ano, lia, vez ou outra, outros dos grandes diários do País e me incomodava muito a maneira com que tratavam a notícia: sem nenhuma didática, presumindo que os leitores teriam um conhecimento preadquirido sobre tudo, e sem um aprofundamento maior. Como afirmou Carlos Alberto Di Franco em seu artigo “A fascinação da reportagem” (4/1, A2), quando leitores jovens (grupo do qual faço parte) leem um jornal impresso, buscam algo a mais do que as breves e simplórias matérias compartilhadas nas redes sociais. Posso afirmar, não por demagogia, que encontrei uma linha editorial afinadíssima com o que eu penso – e gostaria de pensar – no “Estadão”. Sou muito feliz por ler o jornal todo dia e, algumas vezes, ver minha cartinha no “Fórum dos Leitores”. Espero continuar desfrutando por muito tempo deste grupo centenário que é “O Estado de S. Paulo”. Quem venham muitos anos pela frente!

 

Elias Menezes elias.natal@hotmail.com

Nepomuceno (MG)

 

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Como assinante e admirador do ínclito jornal “O Estado de S. Paulo” há várias décadas, não poderia deixar de manifestar-me sobre seu aniversário de 141 anos de sua fundação, cumprimentando toda sua diretoria e equipe, desejando que esta gloriosa data se repita indefinidamente, honrando a imprensa brasileira pela sua independência, seriedade, profissionalismo, e servindo de arauto para a sociedade do nosso país. Fundado e mantido pela tradicional família Mesquita, o “Estadão”, por este sobrenome, é um verdadeiro templo maometano do jornalismo pátrio.

 

Antonio Brandileone abrandileone@uol.com.br

Assis                                                                                                                                                                                                                                                                                                       

 

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141 anos não são 141 dias e muito menos 141 meses, são praticamente um século e meio lutando pela liberdade de expressão e, mesmo sob censura judicial, sem nunca abrir mão da defesa do livre exercício da atividade de imprensa. O jornal está há  2.290 dias  proibido  de  publicar  informações  sobre a Operação Boi Barrica, de  investigações da Polícia  Federal sobre atividades suspeitas do empresário Fernando Sarney, filho do ex-presidente José Sarney (PMDB), no Maranhão. A propósito, recebi hoje uma piada referente à família do ex-presidente, mais ou menos assim: a ex-governadora Roseana Sarney ligou para o pai e disse “papai, a metade do Maranhão, dado a tanta chuva, está completamente alagada”. Mais que depressa, seu pai respondeu: “Mas, minha filha, a qual metade você se refere, à sua ou à minha?”.

 

Arnaldo de Almeida Dotoli arnaldodotoli@hotmail.com

São Paulo

 

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Como leitora e assinante deste jornal, não poderia deixar em branco esta data: 141 anos. Quero aproveitar a data para enviar o Troféu Abacaxi para a ABI, que na ocasião da censura não se dignou a manifestar-se contra ação tão arbitrária. Mas nós, assinantes e leitores, continuamos firmes e jamais deixamos de nos manifestar, apoiando e estando ao lado deste gigante chamado “Estadão”.

 

Celia H. Guercio Rodrigues celitar@hotmail.com

Avaré

 

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Parabenizo o “Estadão” pelo 141.º aniversário, sempre na luta pela defesa da democracia, pela imparcialidade, pela verdade e mostrando que tem coluna dura, nunca se curvando a ameaças. Que assim continue.

 

Panayotis Poulis ppoulis46@gmail.com

Rio de Janeiro

 

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BOAS-FESTAS

 

O Estadão recebeu e agradece os votos de boas-festas de Adriano Pascoal, Alexis Pagliarini – superintendente da Federação Nacional das Agências de Propaganda (Fenapro), Carlos Barreiros – Confederação Nacional da Indústria (CNI), Cesar Araujo, Clínica dr. Roberto Moreno, Edmir Chedid (deputado estadual), Equipe Aviação Civil da TAP, Equipe Visite Brasília, Escola do Parlamento – Câmara Municipal de Itapevi, Departamento de Cultura, Educação e Imprensa do Consulado Geral dos Estados Unidos da América em São Paulo, Fórum dos Cooperados da Bancoop, José Nello Marques, Marcia Meirelles, Paulo Barbosa, Sindicato dos Bancários de Brasília e The New York Times News Services & Syndicate.

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