Fórum dos Leitores

LULOPETISMO

O Estado de S.Paulo

25 Janeiro 2016 | 03h06

Muy amigo...

A pretexto de ajudar o País a retomar o consumo, propõe nosso ministro da economia tirar o direito do trabalhador demitido de usar os 40% da multa sobre o valor do seu Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) como bem quiser e passar esse direito ao banco onde o demitido tem conta, para cobrir eventuais débitos. Muy amigo... dos banqueiros. E o PT é o partido que se diz defender os pobres!

OSCAR SECKLER MULLER

oscarmuller2211@gmail.com

São Paulo

A farsa do FGTS

O governo federal, que é o maior caloteiro, vem agora com essa farsa de que o FGTS pode garantir o consignado. Garantia de quem, do tomador ou da instituição financeira?

ARNALDO RAVACCI

arnaldoravacci05@gmail.com

Sorocaba

Pedalando

Pau que nasce torto morre torto. O governo estuda usar a multa do FGTS (dinheiro do trabalhador) para garantir crédito consignado ao próprio trabalhador. Ou seja , vai pedalar com o dinheiro do povo e emprestar ao trabalhador a juros módicos.

ARNALDO DE ALMEIDA DOTOLI

arnaldodotoli@hotmail.com

São Paulo

Melhor parâmetro

Os governos do PT sempre gostaram de se comparar a FHC. Criaram o discurso do “nós contra eles” para ilustrar essa comparação. Enquanto surfavam na bolha internacional das commodities, jactavam-se de ser melhores que os tucanos na gestão da coisa pública. Agora a bolha das commodities murchou. Com os erros de gestão do PT e a corrupção resultante do fisiologismo político que patrocinaram, rombos fiscais que ultrapassam R$ 120 bilhões apareceram. Isso sem falar nos bilhões que se perderam pelos ralos da corrupção. Assim, em cerca de cinco anos os governos petistas conseguiram transformar uma marolinha em tsunami. A verdade é que tudo ia bem enquanto navegaram numa economia com limites de endividamento público, metas de inflação e câmbio flutuante, critérios instituídos por FHC. E começou a desandar quando resolveram adotar a “nova matriz econômica”, espécie de keynesianismo bolivariano que, entre outros estragos, ajudou a quebrar a Petrobrás com o controle de preços da gasolina para ganhar eleições em 2014. Na semana passada um diretor do FMI publicou artigo afirmando que o Brasil passa pela pior contração econômica desde os anos 1980. Portanto, na perspectiva histórica de hoje, podemos perceber que a presunção petista de querer comparar-se a FHC estava muito equivocada. É o governo Sarney, dos anos 1980, que oferece o melhor parâmetro de comparação com a “obra” petista. Sim, Sarney. O governo da gastança, do fisiologismo político sem controle, do fantasma da hiperinflação, que o Plano Real, de FHC, derrotou. O mesmo que Dilma e os petistas invocam a cada derrapada, em Brasília, enquanto alegam defender os desfavorecidos.

FELIPE PUGLIESI JR.

pugliesijr@gmail.com

São Paulo

De volta aos anos 80

Estamos vendo que a inflação está firme nos dois dígitos e o câmbio só Deus sabe onde vai parar. Lembrei-me do ex-ministro da Fazenda Mário Henrique Simonsen, que disse, no começo dos anos 1980, que a inflação aleija, mas o câmbio mata. Aí veio o sucessor, o Delfim Netto, e diante da recessão e do desemprego da década perdida fez a famosa declaração de que quem tivesse um emprego se considerasse um príncipe! Para quem não conheceu, bem-vindo aos anos 80.

LUIZ HENRIQUE PENCHIARI

luiz_penchiari@hotmail.com

Vinhedo

Replantar

Os quarentões e tal certamente se lembram da confusão econômica dos anos 80 e 90. A inflação atingia níveis altíssimos, cortavam-se zeros, rebatizava-se a moeda e a bagunça persistia. Ou seja, podavam a árvore, pintavam, adubavam, e nada de frutos consistentes. Em 1994 optou-se por uma solução radical: arrancar a árvore velha, viciada e raquítica e plantar uma nova. Chamaram a muda de Real. Foi preciso analisar a terra, corrigir os nutrientes, alimentá-la corretamente e acompanhar o crescimento. Isso exigiu sacrifícios do povo brasileiro, mas os primeiros frutos brotaram. Foi nessa altura que apareceu um oportunista, de alcunha Lula, que conseguiu convencer o povo de que os frutos eram poucos para tanto sacrifício. Porém ele sabia que a árvore tinha sido bem plantada e as safras melhorariam dali para a frente. Foram dez anos colhendo os frutos, distribuindo ao povão, levando para casa, repartindo entre os amigos, etc. Ele abanava a árvore, trepava nela, quebrava os galhos, enfim, maltratou a coitada até entregá-la à chefona. Esta pegou o fim da safra e, como não entendia nada do assunto, não cuidou da maltratada e ela parou de frutificar. Será que ainda conseguiremos salvar essa árvore ou teremos de plantar outra, novamente?

JOÃO CARLOS A. MELO

jca.melo@yahoo.com.br

São Paulo

País sem freios

O Brasil vem despencando ladeira abaixo sem que ninguém tome uma providência concreta para estancar a hemorragia que faz definhar a economia, causando sérios problemas às famílias. A “máxima” do Lula referindo-se ao “governo latinha” de FHC mais que triplicou. As empresas estão fechando e o desemprego aumenta a cada dia. Enquanto isso, nossos parlamentares ficam discutindo o sexo dos anjos, protelando decisões urgentes que já deveriam ter sido tomadas. A falta de seriedade campeia em Brasília. Ajam, srs. parlamentares, sem perfumarias, o Brasil não aguenta mais tanta enrolação.

ELIAS SKAF

eskaf@hotmail.com

São Paulo

Perspectiva

Barbosa afirmou durante o Fórum de Davos que a economia brasileira pode voltar a crescer no segundo semestre. Só que não disse de que ano.

KÁROLY J. GOMBERT

kjgombert@gmail.com

Vinhedo

Perda Total

A adesão de Tombini a essa famigerada política econômica escancara a estratégia lulopetista de torrar tudo de que o País ainda dispõe para financiar sua demagogia, até que cheguem à próxima eleição com alguma chance de manter ludibriados os humildes eleitores. O que vai acontecer depois? Pouco importa. O mercado, incrédulo, insiste em analisar a política econômica sem perceber que isso é uma política de poder. Seja quem for eleito o próximo presidente, assumirá um País falido.

ELIE BARRAK

elie.barrak@terra.com.br

Sao Paulo

ANIVERSÁRIO DE SÃO PAULO

 

Do alto (ou será do baixo?) dos seus 56% de desaprovação, o prefeito Fernando Haddad já deve ter percebido que, no que concernem seus três anos de gestão, a cidade de São Paulo pouco tem a comemorar nos seus 462 anos de existência, comemorados hoje. Pelo visto, os 300 km de ciclovias, a maior parte malfeita e subutilizada, a redução brutal da velocidade nas Marginais Tietê e Pinheiros (blocos carnavalescos são mais rápidos) e as faixas exclusivas para ônibus que em nada beneficiaram seus usuários não surtiram o efeito desejado. Nem mesmo o desnecessário fechamento da Avenida Paulista aos domingos. As ruas, emporcalhadas pelo lixo úmido e malcheiroso de que o Aedes aegypti tanto gosta; os semáforos que deixam de funcionar em dias de chuva; e as creches que ele tanto prometeu e nunca construiu falaram mais alto. São Paulo merecia mais.

 

Luciano Harary lharary@hotmail.com

São Paulo

 

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SÃO PAULO AGREGA, NÓS É QUE SEGREGAMOS

 

São Paulo do dia a dia na Paulista, do domingo no Ibira, das trilhas na Cantareira, dos bares da Augusta, do agito da Vila Mada, dos bares “classudos” do Itaim e dos restaurantes internacionais nos Jardins, das festas das agências, das exposições no Masp e no Tomie Ohtake. Do trânsito parado, do rodízio, das multas, das manifestações fechando as avenidas, as escolas, da ciclovia e das faixas exclusivas para ônibus. Da Paulista fechada aos domingos e do povo saindo para o lazer urbano de novo. Dos prédios imponentes, das grandes empresas, dos executivos e também do comércio e do artesanato do “povo de humanas”. São Paulo dos restaurantes estrelados, das melhores pizzarias, das padarias para qualquer hora do dia e do prato feito. Dos bairros da ZL, ZN, ZO e ZS. Da Lapa a Itaquera e de Santana até o Campo Limpo. Da bolacha, do chapado com pingado e dos japas da Liberdade. Das cervejarias artesanais, dos pubs e dos botecos de esquina. Das igrejas católicas, dos templos budistas, das mesquitas e do Templo de Salomão. Tem também a São Paulo dos assaltos, da violência nas periferias e dos programas policiais que botam medo em todo mundo, mesmo sabendo que São Paulo está, todos os anos, entre as capitais mais seguras do País. São Paulo é linda porque acolhe qualquer um, agrega todo mundo, porque dá chance a todos. São Paulo é do tamanho que é porque temos os paulistanos, os paulistas, os nordestinos, os sulistas, o resto do Brasil e do mundo, que não deixam essa cidade parar, dia e noite. Se São Paulo não é mais bonita, a culpa é nossa, que escolhemos segregar. Parabéns, São Paulo, pelos 462 anos desta cidade que é amor e ódio, mas que é tão difícil de deixar.

 

Flávia Mestriner Botelho flamestriner@gmail.com

São Paulo

 

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SÃO PAULO, DUAS ÉPOCAS

 

Não é discriminação; é fato! É amar São Paulo agora, completando 462 anos, conhecer o passado, o presente e triste ver as diferenças. Todos sabemos que o clima sempre foi fator preponderante para o desenvolvimento dos povos desde a mais remota antiguidade. Assim, com o Brasil dependendo de mão de obra humana, atraídos pelo clima temperado e agradável, imigrantes estrangeiros atravessaram e desceram o Atlântico vindo para São Paulo e toda a região sul do Brasil. Essa gente laboriosa e ordeira, com os brancos e negros que aqui viviam sem nenhum direito trabalhista, no século 19 e início do 20, trouxe o progresso que desde então notabilizou esses Estados. Com 75 anos, neto de europeus que ainda no Brasil império aqui chegaram e, como eu, trabalharam, respeitaram e amaram São Paulo, vejo quanta diferença de comportamento com a “gente” de hoje. A São Paulo da garoa com seus belos prédios crescia linda e organizada. Suas praças, jardins e monumentos não necessitavam de cercas. A população era pobre, mas educada. Não havia assaltos, vandalismos, pichações, traficantes e drogados. Pelas calçadas transitáveis e seguras caminhávamos de dia ou à noite, sem perigo algum. Os anos 60 trouxeram as multinacionais e, com elas, as invasões, o crime e a violência. Favelas nasceram, cresceram e se multiplicaram. Morros, várzeas, prédios, praças, calçadas, viadutos... Tudo foi e é invadido irracionalmente sem civilidade alguma, respeito ou amor pela cidade agora dominada pelo terror. E como se multiplicam! Em 1970 éramos 90 milhões. Hoje, mais de 200 milhões. Não há planejamento, empregos, moradia, transportes, creches nem escolas públicas que cheguem, Bolsa Família” ou “Criança Esperança” já com mais de 30 anos que deem jeito. Grande parte é malcriada, indisciplinada, porca, violenta e só quer direitos. Somado a isso, políticos eleitos com o voto obrigatório não estão nem aí. Só querem o poder. A cidade é uma imundície que nos revolta, envergonha e entristece, nem de longe lembrando a saudosa São Paulo que construímos e existiu bela no passado.

 

Nilson Martims Altran nilson.altran@hotmail.com

São Caetano do Sul

 

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GESTÃO FERNANDO HADDAD

 

Pesquisa realizada pelo Ibope sobre estudo de Indicadores de Referência de Bem-Estar no Município (Irbem), a pedido da Rede Nossa São Paulo e da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado (Fecomercio), trouxe a nada surpreendente e impactante informação de que 7 (!) em cada 10 paulistanos mudariam de cidade se pudessem. Entre as óbvias razões apontadas, o caos no trânsito e no transporte público, a insegurança e a ineficiência na assistência social. Outra pesquisa de opinião revela que a avaliação ruim ou péssima da gestão Fernando Haddad (PT) subiu 40% (!) desde o último levantamento, passando de 40% para 56% dos paulistanos. Diante dos péssimos resultados divulgados, resta apenas constatar que contra números não há argumentos.

 

J. S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo

 

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O PREFEITO E A NOSSA CIDADE

 

O único ponto positivo de toda a insanidade que o prefeito petista Haddad vem promovendo em São Paulo é que se fortalece a esperança de que os paulistanos irão varrê-lo de vez da administração pública nas próximas eleições. E ele se acha muito moderno. Só se for comparado com a Venezuela e seus pares.

 

Elisabeth Migliavacca elisabeth448@gmail.com

São Paulo

 

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AS CORES DO BRASIL

 

Espero que o novo(a) prefeito(a) repinte todas as ciclovias de verde e  amarelo, as cores do Brasil.

 

Lourdes Migliavacca lourdesmigliavacca@yahoo.com

São Paulo

 

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O PREFEITO EXAGERA

 

É sabido que o grande objetivo do PT, entre outros, é o controle dos meios de comunicação, no que a mordaça na imprensa é o objetivo maior. O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, uma das maiores cidades do mundo, quer impedir motoristas de taxi de debater com o passageiro sobre política, futebol e religião. O senhor alcaide ignora o inciso IV do artigo V da Constituição e o parágrafo 2.º do artigo 220. O passageiro está proibido de comentar com o taxista o verdadeiro caos social em que se transformou a cidade onde a insegurança pública não poderá ser comentada, como também o resultado de um clássico do futebol paulista. Motoristas ficam proibidos de usar camisas com estampas. Haddad, o “prefeito das ciclovias”, quis imitar sua “gerentona” em Brasília, que até hoje está às voltas com as famosas “pedaladas”.

 

Jair Gomes Coelho jairgcoelho@gmail.com

Vassouras (RJ)

 

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FUNÇÃO DO PREFEITO

 

Não é função de um prefeito democrata estipular o que vestem os taxistas ou sobre o que conversam com os passageiros, nem alterar as velocidades nas ruas e avenidas para encher a cidade de placas. Mas é sua função reparar as vias públicas para tapar buracos e valetas. Mas, para imperfeitos petistas, isso não é permitido.

 

Mário A. Dente éticototal@gmail.com

São Paulo

 

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VIGARICE MULTADORA

 

Estacionei veículo em local sem placa proibindo estacionamento e fui multado (Rua Pio XII, lado ímpar, frontalmente à entrada do pronto-socorro do Hospital Paulistano). Justifiquei-me perante o DSV- Junta Administrativa de Recursos de Infrações (Jari) enviando fotos do local, inclusive obtidas do Street View, todas elas mostrando a inexistência de placas proibindo estacionamento naquele local. Providências tomadas pela Prefeitura: foram colocadas placas proibindo o estacionamento e mantida a multa. Pura “viJARIce” do DSV. Que fazer com um governo desses?

 

Wilson Scarpelli wiscar@terra.com.br

Cotia

 

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A INVASÃO NA PAULISTA

 

Já reclamei, neste espaço, sobre a invasão de camelôs e expositores, sem critério algum, ocupando o espaço público dessa importante e outrora bela avenida. Também já alertei para a falta de segurança, que até o belo e ilustre casarão nas esquinas da Paulista com a Alameda Ministro Rocha Azevedo teve de ser fechado com cerca eletrificada. Há alguns dias, presenciei outro abuso, agora de um grupo de ciclistas, por volta das 21 horas, que circulavam tranquilamente, conversando entre si, ocupando a pista destinada aos ônibus e a contígua a essa. Ao parar no semáforo da Alameda Campinas, tirei fotos destes e perguntei por que não utilizavam a ciclovia, em que a Prefeitura gastou uma fortuna. Simplesmente riram e seguiram em frente. Considero um absurdo que as autoridades não vejam essa atitude desrespeitosa ao nosso direito de ir e vir, pois, ao utilizarem essa importante via, sempre de tráfego intenso, corre-se o risco de acidentes, cujo motorista não deveria ser penalizado, já que existe o local destinado para os ciclistas circularem em segurança. Com a palavra, o prefeito de São Paulo.

 

João M. Ventura joamv@terra.com.br

São Paulo

 

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IPTU COMERCIAL

 

Os IPTUs comerciais de 2016 estão chegando com 15% de aumento. Em época de crise, vão derrubar mais ainda a economia da cidade. Socorro! Esse abuso precisa ser denunciado, este prefeito é insano.

 

Ronaldo Rossi ronaldo.rossi1@terra.com.br

São Paulo

 

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DINHEIRO PELO RALO EM SÃO PAULO

 

A gestão Fernando Haddad é pró-empreiteira e o dinheiro público está indo pelo ralo. Não consegue sequer administrar direito o que sobrou de telecentros. Exemplo: pessoas do Centro de Referência do Idoso, no Anhangabaú, ameaçam ir à polícia (Delegacia do Idoso) contra o mal funcionamento do telecentro, onde funcionários vão trabalhar quando querem. Percorri os ecopontos da zona norte no primeiro dia do ano, e eles desaparecem no lixo. O da Casa Verde é estarrecedor. No domingo (17/1), um colaborador do padre Rosalvino, em Itaquera (zona leste), me ligou para reclamar de uma passarela na Avenida Jacu-Pêssego tomada pelo lixo. Simão Pedro Chiovetti, secretário municipal de Serviços, disse recentemente, em texto superficial, que a cidade recebeu R$ 42 milhões do BNDES e R$ 5 milhões do Ministério do Trabalho para as cooperativas de reciclagem. Uma esmola! Para a abertura de novas cooperativas que atendam à demanda da quantidade de resíduos secos, seria preciso investir no mínimo R$ 2 bilhões, o que não é muito, se comparado aos mais de R$ 5 bilhões dados às empresas Inova e Soma para limparem a cidade. É nesse sentido que preparo uma proposta de licitação internacional de limpeza urbana, que contemple profissionalmente as cooperativas, os catadores e também os garis. Sabe quanto os garis dessas duas empreiteiras receberam de participação nos lucros? R$ 65,00. Garis da cidade inteira sempre me perguntam onde está José Américo. Respondo: no conforto do poder. Mas não se preocupem, a cidade vai mudar de comando o mais rápido possível. Enquanto isso, os pré-candidatos à Prefeitura agonizam no conteúdo e nas ideias para melhorar São Paulo, não conseguem propor as mudanças estruturais de que a nossa cidade precisa. Fiquei decepcionado com Marta Suplicy quando soube que Gilberto Kassab pode, entre outras coisas, sair como vive dela. Não seria possível mudar a forma de fazer política? Não me iludo mais com nada, mas acredito num projeto alternativo político de cidade. Muito em breve virá.

 

Devanir Amâncio devaniramancio@hotmail.com

São Paulo

 

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ELEIÇÕES 2016

 

Críticas de José Luiz Datena ao deputado Paulo Maluf são fortes indícios de que Datena não teria coragem, lastro politico nem votos para enfrentar o ex-governador e ex-prefeito na convenção do PP, numa possível escolha entre os dois para indicar quem será candidato à Prefeitura de São Paulo. O açodado Datena ameaça sair do PP. Já sairá tarde. Seguramente, não fará a menor falta. Trabalhador e realizador como poucos, por onde se vá no Estado de São Paulo, há obras do governador e do prefeito Maluf, importantes para o cidadão paulista. Maluf tem a alma de politico e administrador. Já sobre Datena sabe-se apenas que diariamente xinga, berra e vocifera no rádio e na televisão.

 

Vicente Limongi Netto limonginetto@hotmail.com

Brasília

 

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BOI DE PIRANHA

 

PP desviou R$ 358 milhões dos cofres da Petrobrás, afirma o procurador-geral da República, Rodrigo Janot. Momento propício para abrir o leque das investigações e reconhecer que o PT nunca esteve sozinho nessa farra...

 

Ricardo C. Siqueira ricardocsiqueira@globo.com

Niterói (RJ)

 

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JAMAIS VISTO

 

A ascensão do PT ao governo federal implementou no País o presidencialismo de cooptação, ou, como alguns preferem definir, de transação. Na prática, a legenda – adepta ao Estado corpulento e dispendioso – loteou os cargos públicos (ministérios, agências regulatórias, empresas estatais, etc. e tal) para adquirir o apoio necessário do Congresso, uma vez que o governo Collor comprovou a inviabilidade da falta de amparo do Legislativo. Plano de governo? União no entorno de um projeto para o País? Que nada! A moda é comprar mesmo (um partido socialista!)... O resultado desta tramoia será o foco das apurações da Operação Lava Jato neste ano – conforme divulgou “O Estado de S. Paulo”. A notícia de que, no decorrer dos últimos nove anos, o Partido Progressista (PP) desviou da Petrobrás R$ 357,9 milhões (!) é uma prévia do que está por vir. Uma curiosidade: o deputado Paulo Maluf (PP-SP), sujeito de índole “ilibada”, é um dos poucos integrantes da sigla que não têm evidências de estar envolvido nos desmandos ocorridos nos cofres da nossa maior estatal. O PT realmente inovou! Pode não ter criado a corrupção, mas a elevou a um patamar “nunca antes visto na história deste país”.

 

Elias Menezes elias.natal@hotmail.com  

Nepomuceno (MG)

 

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MILHÕES

 

Se o PP desviou R$ 358 milhões, o PT deviou quanto, sr. Janot? Ajude-nos.

 

Moises Goldstein mgoldstein@bol.com.br

São Paulo

 

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ROUBALHEIRA DA ERA LULA

 

Se o Partido Progressista (PP) desviou das nossas estatais entre 2006 a 2014 R$ 358 milhões, como diz o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, quanto não deve ter desviado o PT, que tem a caneta do Planalto na mão? E o seu maior aliado, o PMDB, de Michel Temer?

 

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

 

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POBRE PETROBRÁS

 

Se, conforme o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, o PP, terceiro partido na hierarquia do atual governo, desviou R$ 358 milhões da Petrobrás, imagine o que não desviaram o PMDB e o PT? Fora os “pixulecos” que engrossaram as contas bancárias particulares dos executores. Porque, para um esquema deste dar certo, todas as pontas precisam ser compradas. Pobre Petrobrás! O valor de suas ações mostram como foi vilipendiada.

 

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

 

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A HECATOMBE NA POLÍTICA BRASILEIRA

 

Além do encaminhado impeachment presidencial, do pedido de afastamento do presidente da Câmara e das crises fiscal e econômica, começam a surgir os pedidos de cassação dos parlamentares acusados de receberem propinas. A Procuradoria-Geral da República se prepara para também processar os partidos políticos. Até agora, o único acusado formal é o Partido Progressista (PP), que o procurador Rodrigo Janot diz ter desviado R$ 358 milhões da Petrobrás. Mas também são citados como recebedores de recursos irregulares pelo menos mais cinco partidos: PT, PMDB, PSB, PSDB e PTB. Infelizmente, os construtores da chamada Sexta República Brasileira, iniciada em 1984, erraram ao construí-la dentro do sistema de coalizão branca, trazendo o loteamento do poder às escondidas para o presidencialismo. Partidos e parlamentares jamais poderiam ter sido cooptados a apoiar os projetos do governo por meio da barganha de seus votos por cargos ou, pior, por benesses que o mensalão, a Lava Jato e outros escândalos revelaram ser, muitas das vezes, criminosas. O grande problema está criado e nos conduziu à crise aguda. A nossa democracia está seriamente enferma e tem de ser restabelecida. Estamos rumo a uma hecatombe político-econômico-institucional. É preciso remover os pilares apodrecidos e estabelecer a democracia honesta e honrada um dia prometida ao povo.           

 

Dirceu Cardoso Gonçalves aspomilpm@terra.com.br

São Paulo

 

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PEDIDO DE CASSAÇÃO

 

Cumprimento a atuação do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, ao pedir a cassação dos senadores Fernando Collor de Mello e Delcídio Amaral, acusados de crimes gravíssimos como corrupção passiva, fraude, desvio de dinheiro público e enriquecimento ilícito. Criminosos jamais poderiam ocupar cargos públicos, e muito menos eletivos. Collor e Delcídio envergonham e desmoralizam seus Estados – Alagoas e Mato Grosso do Sul –, que estão pessimamente representados no Senado Federal. O lugar de corruptos é na cadeia, por longos anos. A sociedade brasileira não aguenta mais tanta corrupção e impunidade.

 

Renato Khair renatokhair@uol.com.br

São Paulo

 

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SURTO DE BRASILIDADE

 

Delcidio está muito irritado com o governo, com o PT e com Lula. Por sua vez, Nestor Cerveró, após delação premiada em que afirmou ter abastecido a campanha de Lula com R$ 50 milhões, ficou deveras arrogante. Será que estão tenho um surto de “brasilidade” e decidiram contar tudo o que sabem sobre esta corja de corruPTos? Aguardamos ansiosos.

 

Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo                                                              

 

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SENADOR PRECISA SEGUIR A LEI

 

Fernando Collor e Delcídio do Amaral, senadores da República, poderão perder os mandatos. Se isso acontecer, poderão ser julgados, sem foro privilegiado, pelos crimes de desvio de dinheiro da Petrobrás. Os senadores brasileiros não estão à margem da lei, como acreditam alguns.

 

José Carlos Saraiva da Costa jcsdc@uol.com.br

Belo Horizonte

 

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INDECOROSOS

 

Este nosso país é mesmo “sui generis”. A ética, a moral e os bons costumes foram apagados da vida nacional pelos dirigentes que estão no poder. O senador Delcídio Amaral (PT-MS) está preso há dois meses, acusado de práticas de vários ilícitos. No entanto, seu gabinete de senador está em plena atividade e ainda ele recebe R$ 5.500,00 mensais de auxílio-moradia. É indignante a ousadia desses políticos descarados, sem escrúpulos, pois se julgam os verdadeiros donos do País. Até quando?

 

Francisco Zardetto fzardetto@uol.com.br

São Paulo

 

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AUXÍLIO-PRISIONAL

 

O senador Delcídio Amaral (PT-MS), preso por suspeita de envolvimento na Operação Lava Jato, manteve seu gabinete em funcionamento (claro, teve de deixar alguém para representá-lo, caso contrário, quem continuaria a receber as propinas?). E também continua recebendo o auxílio-moradia de R$ 5.500 mensais. Essa quantia poderia ser transformada em “auxílio-prisional”, né não?

 

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

 

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QUE PAÍS É ESTE?

 

Que país é este em que o cidadão, logo cedo, preparando-se para ir ao trabalho, lê a seguinte notícia num dos principais jornais do País: “Preso desde o dia 25 de novembro do ano passado por suspeita de envolvimento na Operação Lava Jato, o senador Delcídio Amaral (PT-MS) manteve nesses quase dois meses o gabinete em funcionamento e continua sendo contemplado com auxílio-moradia de R$ 5.500”. Ou seja, o “nobre” continua exercendo o cargo. Não tenho certeza, mas acredito que o Brasil é o único país no mundo onde existe uma cadeira na cadeia para senadores, e que fique bem claro: o salário é integral e este auxílio-moradia, inusitado para as circunstâncias. Dá para acreditar que o Brasil é um país sério? Que estímulo tem o trabalhador que acorda na madrugada, enfrenta duas horas dentro de uma lata velha, enfrenta péssimo trânsito até chegar ao trabalho e, no fim do mês, recebe menos de R$ 900 de salário? Só mais um detalhe, e não é para aumentar sua raiva, é só para esclarecer: quando um senador em exercício falta a uma sessão deliberativa – sessões deliberativas são aquelas em que são votados projetos –, seu salário é descontado em R$ 1.200, mas isso não está acontecendo porque o Senado interpreta o caso dele como “impedimento”, algo como se estivesse em tratamento de saúde. Provavelmente, deve ser a saúde moral, uma tentativa de repor o caráter que o senador não tem nem nunca terá. Só lembrando aos asseclas para não darem a viagem perdida, o nobre acaba de ser transferido de presídio – ele havia reclamando que o barulho de um gerador estava impedindo seu sono. Vejam, ele só não consegue dormir com o barulho menor.

 

Humberto de Luna Freire Filho hlffilho@gmail.com

São Paulo

 

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LAVA JATO

 

Sem conhecer a Papuda não tem papo com Delcídio.

 

Sergio S. de Oliveira ssoliveira@netsite.com.br

Monte Santo de Minas (MG)

 

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VOO DE AVESTRUZ?

 

Brasil, 1988. Presidente: José Sarney, primeiro civil a assumir o poder após o regime militar, elevado ao cargo em substituição a Tancredo Neves, falecido, eleito em 1985, por sufrágio indireto. Parlamento sob o signo da Assembleia Nacional Constituinte, que se propunha a chancelar a democracia através da elaboração de uma nova lei maior, promulgada em outubro do mesmo ano, em substituição à de 1967, firmada pelos militares. Economia em frangalhos, com inflação beirando os 400%, corrupção grassando em várias esferas do governo. Ano que antecedia as eleições de 1989 que consagraria o primeiro presidente civil eleito por voto popular, Fernando Collor. Vários candidatos em perspectiva, entre eles, Sílvio Santos. É dessa época um programa de auditório na TV, revivido há pouco, em vídeo de uma rede social, animado pelo próprio Sílvio, durante o qual entrevistou Fausto Silva. Bem mais jovem, mais robusto, respondia às perguntas dos integrantes que compunham o famoso júri do show, com o bom humor e a irreverência que mais tarde lhe garantiriam contratos bem mais compensadores. Num determinado momento, declarou sua preferência pela candidatura do dono da rede, já magnata da comunicação, justificando-a, segundo palavras suas, por estar o Brasil falido e necessitando, para restabelecer a ordem econômica, de uma espécie de executivo administrativo no comando. De lá para cá muita coisa mudou. Collor foi afastado, surgiu o Plano Real, a inflação foi domada durante algum tempo e presenciaram-se alguns soluços de crescimento. E o Brasil hoje se encontra de novo falido, sem crescer, inflacionado e com o nível de corrupção amplificado em todas as esferas governamentais e empresariais. Trata-se ou não do mais melancólico voo de galinha da História? Ou será de avestruz?

 

Paulo Roberto Gotaç prgotac@Hotmail.com

Rio de Janeiro

 

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A FICÇÃO, EU E O BRASIL

 

Adoro a ficção porque nela tudo é possível, não existe nenhum compromisso com a realidade. Por isso, pensei na ficção como uma maneira de resolver meus problemas com o Brasil de hoje. E decidi entrar numa câmara de hibernação que só deve ser aberta quando o Brasil estiver melhor. Eu disse melhor. Não coloquei como objetivo o Brasil ser uma potência mundial porque vou ficar lá eternamente e nunca mais ninguém vai se lembrar de abrir a caixa. Mas o que seria um Brasil melhor? Bem, seria um Brasil com um plano de futuro. Algum visionário estaria na Presidência ou como primeiro-ministro e o País estaria caminhando para a frente, com os índices de educação melhorando significativamente, os hospitais e postos de saúde com profissionais qualificados e dignamente remunerados, a economia em crescimento constante e acelerado, a  corrupção restrita a casos isolados, e não como regra, as nossas grandes empresas sendo comandadas por executivos empenhados unicamente em fazê-las crescer dentro das regras de mercado, as leis de trânsito sendo respeitadas por todos e ajudando a reduzir drasticamente os índices de acidentes, o emprego em alta, os brasileiros olhando para cima, e não para baixo, os partidos políticos (poucos) com ideologias bem definidas e respeitadas pelos seus quadros, as instituições funcionando e à frente delas brasileiros de caráter e visão admiráveis, os pobres ascendendo de classe em razão de uma economia em crescimento, e não mais mantidos à base de esmolas escravizantes, o dinheiro público bem gerido e ajudando a melhorar a infraestrutura do País, a Amazônia preservada e, se não for pedir muito, um Brasil com mais Juscelinos, mais Ulysses, mais Tancredos, mais Barbosas, mais Moros, mais Cardosos, mais Ermírios. Bem, como vocês podem notar, a lista é grande e é bom lembrar que eu estou lá, gelado, aguardando ansiosamente que alguém abra a caixa e diga que agora está tudo nos conformes e eu já posso viver num país mais decente, com um futuro promissor, não apenas para mim, mas principalmente para todos os meus conterrâneos deste Brasil, que não merece estar passando por este pesadelo dos dias de hoje. Chega de drama, de aventura, de horror, vamos todos acreditar na ficção torcendo para que ela se torne realidade.

 

Luiz G. Tressoldi Saraiva lgtsaraiva@uol.com.br

São Paulo

 

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A ANÁLISE DO FMI

 

A gestão da presidente Dilma é tão ruim que, de acordo com o Fundo Monetário Internacional (FMI), compromete o crescimento mundial. A ideia de uma gestão comunista num país capitalista foi um retumbante fracasso e Dilma é pessoalmente responsável pela ruína da maior empresa do País, a Petrobrás. Envolvida até a alma em todos os escândalos de corrupção que levaram o País a ser rebaixado para a segunda divisão da economia mundial, a presidente Dilma só continua no cargo porque afirma que nunca soube de nada do que acontecia em seu governo, e se soubesse de alguma coisa seria presa imediatamente. A democracia brasileira não pode continuar sendo cega, surda e burra, os eleitores foram escandalosamente enganados pelo discurso mentiroso de Dilma Rousseff, a gestão dela é um desastre absoluto, o Brasil deveria ser capaz de afastar um governante com mais naturalidade. Nenhum time de futebol que perde todas, de goleada, é rebaixado para a segunda divisão, se apresenta para jogar com os jogadores fora de forma e sem talento, pode achar que vai sair da crise com o mesmo técnico que fez tudo errado. Muda Brasil!

 

Mário Barilá Filho mariobarila@yahoo.com.br

São Paulo

 

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INFLAÇÃO

 

Todos nós sabemos que inflação é o aumento dos preços, e no ano de 2015 o índice oficial foi de 10,67%. E com isso o poder de compra da população foi afetado, ou seja, temos de comprar menos, além de trocar as marcas dos produtos tradicionais por mais baratos. E tudo isso é reflexo de ações do governo federal, que determina as regras da economia, associado à corrupção e à incompetência. E muitos municípios estão sendo atingidos. Na cidade de Sumaré, com a queda na arrecadação e a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), que estabelece teto de 54% da receita para folha de pagamentos, o reajuste de 7,69% do ano passado não foi concedido. E, para piorar a situação, não há projeções de crescimento para este ano. Portanto, se não foi possível pagar 7,6% no ano passado, como vão pagar os índices inflacionários de 10,67% de 2015? As perdas oficiais já somam mais de 18%. Enfim, está sobrando petróleo no mercado mundial, a China cresce menos, o dólar em alta, etc. Otimismo zero para 2016.

 

Alex Tanner alextanner.sss@hotmail.com

Sumaré

 

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O CHURRASCO LULOPETISTA

 

Somente a tigrada do PT com o dinheiro das propinas pode comer churrasco com o preço da carne do jeito que está. Mais uma do lulopetismo, que possibilitou a criação de frigoríficos gigantes que ditam o preço da carne em dólares. O povo que se vire com farofa e frango à passarinho.

 

Mario Antonio Rossi mario_rossi@uol.com.br

São Paulo

 

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CPMF COM JUROS

 

Se o governo necessita tanto de dinheiro, por que ele não propõe uma CPMF que seja restituída  após cinco ou seis anos, acrescida da taxa Selic do prazo da utilização? Quando gastamos mais do que ganhamos, vamos ao banco, pedimos empréstimo e pagamos juros extremamente mais altos. Acho que, com esse procedimento, o governo melhoraria a péssima imagem que tem perante a população que paga a conta.

 

Mario Ghellere Filho marinhoghellere@gmail.com

Mococa

 

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SEM CORAGEM

 

A economia do Brasil derrapa e nem sequer temos a coragem de baixar a taxa de juros, que asfixia o crescimento e também o desenvolvimento do País. De emergentes, passamos a subemergentes, e o pior de todos no grupo do Brics. Investimos em produtos sem valor agregado e, com a queda das commodities e o recuo da China, a nossa crise levará muitos anos para passar. Quem viver verá a nossa instabilidade.

 

Carlos Henrique Abrao abraoc@uol.com.br

São Paulo

 

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ATÉ 2018

 

Está difícil de acreditar que a presidente Dilma permaneça no governo até 2018. Com os crimes de responsabilidade fiscal, com uma equipe de maus administradores – alguns devem compor em nova lista de investigados de Rodrigo Janot a ser encaminhada ao Supremo Tribunal Federal (STF) –, a falta de competência da Presidência para gerir os destinos do País, onde a inflação está em 10,67%, a taxa de desemprego, em 9% no trimestre de agosto/setembro do ano passado, a economia em péssimo estado, o empobrecimento do povo em marcha e os sistema públicos de saúde, educação e segurança em frangalhos, não havendo interesse desta administração em investir nessas áreas, a renúncia ou o impeachment devem pôr um fim neste desgoverno, para salvar o Brasil.

 

José Wilson de Lima Costa jwlcosta@bol.com.br

São Paulo

 

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FALA SEM PENSAR

 

Mais uma profunda reflexão de Dilma Rousseff, aquela que fala o que pensa, mas não pensa no que fala: “A grande preocupação do governo é a questão do desemprego. E é por causa disso que nós achamos que algumas medidas são urgentes. Reequilibrar o Brasil num quadro em que há queda de atividade implica necessariamente, a não ser que nós façamos uma fala demagógica, em ampliar impostos. Eu estou me referindo à CPMF”. Aumentar a carga de impostos é baba, o difícil é trabalhar para diminuir despesas – e é isso que deveria ser urgente e estar preocupando o governo. CPMF, nem pensar!

 

Leila E. Leitão

São Paulo

 

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A PARTE DO GOVERNO

 

O ministro Nelson Barbosa só pode solicitar o pagamento da CPMF se mostrar, na prática, que o governo está fazendo sua parte. Coisa que nem ele nem a presidente Dilma estão fazendo. Só discursos...

 

Luíz Frid luiz.frid@globomail.com

São Paulo

 

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DESEMPREGO

 

Dilma disse que está preocupada com o desemprego. Será o dela?

 

Carlos E. Barros Rodrigues ceb.rodrigues@hotmail.com

São Paulo

 

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UNIÃO

 

A crise de desemprego no Brasil, embora não seja exclusivamente nossa, eis que tal vulnerabilidade atinge outras partes do planeta, não deve ser menosprezada. Urge que lideranças públicas e da iniciativa privada, unidas, encontrem soluções factíveis para dar um basta a essa fragilidade socioeconômica, até porque temos potencialidades estruturais e naturais para superar tal momento difícil deste setor da vida social aqui e alhures.

 

José de A. Nobre de Almeida josedalmeida@globo.com

Rio de Janeiro

 

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EMPRESÁRIOS

 

A constatação da elevada redução de vagas no mercado de trabalho  no último ano leva muitos especialistas a criticarem a política econômica do governo federal. Mas cabe uma observação, ou seja, como se explica o comportamento do empresariado das mais diferentes categorias que não tomam atitudes no sentido de mudar esse quadro? Que os prejudica, pois o desempregado também sai do mercado consumidor. E não pode ser omitido também o posicionamento dos governos dos Estados. Sem uma ação efetiva dessas duas áreas, a situação  tende a ficar dramática.

 

Uriel Villas Boas urielvillasboas@yahoo.com.br

Santos

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