Fórum dos leitores

INFLAÇÃO, O DRAGÃO DA MALDADE

O Estado de S.Paulo

28 Fevereiro 2016 | 03h00

Nada faz crer que exista, no desgoverno, alguma disposição para enfrentar o drama inflacionário. Desde que Dilma Rousseff assumiu, não me lembro de ter visto o flagelo limitado à “meta” estabelecida pelo Banco Central (BC), de 4,5% no ano. Desde sempre se contentaram com números ruins, rondando o chamado “teto” da meta – um limite de dois pontos porcentuais acima dos 4,5% estabelecidos. Estes, todavia, foram os “bons tempos” em que Dilma Rousseff ainda gozava de alguma mínima credibilidade. Hoje, isso é passado e em 2015 o Brasil assistiu ao estouro do “teto”, com o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acusando 10,67%, mesmo com os juros Selic a 14,25%, os mais altos do mundo. Fora a política monetária, que tem notórias limitações, nada de concreto se viu e, de frouxidão em frouxidão, entramos em 2016 com o IPCA em 0,92%. “Fevereiro será melhor”, ouvi dizerem. Resultado: IPCA-15 de 1,42% (!), conforme divulgado na terça-feira! Malgrado tudo, prognósticos otimistas dão conta de que “este ano será melhor”, mas... baseados em quê? Nesse retrospecto perdedor? Em políticas fracassadas que nunca tiveram efetividade? Que me desculpem os doutos na matéria, mas nada justifica a crença de que o que não deu certo antes dará agora. Também nada faz crer que quem não resolveu no passado o fará agora. Enquanto o desgoverno bate cabeça, o dragão da maldade segue destruindo o real e esvaziando os carrinhos no supermercado.

Silvio Natal silvionatal49@gmail.com

São Paulo 

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CAI A REPROVAÇÃO DO GOVERNO

A pesquisa foi feita somente entre os petistas ou o povo concluiu que o governo nada tem que ver com os descalabros como desemprego, inflação, saúde em frangalhos (zika, dengue, hospitais fechados), falta de saneamento, ministro da Fazenda assaltando o cofrinho, educação de má qualidade, petróleo inexplorado, mensalão, etc.? Ah, seria bom lembrar o ministro de que poderia bloquear os prêmios das loterias. Melhor do que confiscar cofrinho. O ideal seria controlar gastos, mas...

M. Mendes de Brito voni.brito@gmail.com 

Bertioga

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À ESPERA DE UM MILAGRE

Tibieza significa fraqueza, frouxidão e a presidente Dilma é o melhor exemplo do que isso significa, parecendo uma pessoa que está à beira-mar, com água pelo tornozelo e sem coragem para assumir a nau dos insensatos petistas com suas propostas populistas que nos levariam a alto mar e ao naufrágio, mas também não tem coragem para renunciar ou então voltar à terra firme e realizar os cortes e reformas necessárias e impopulares para reconduzir o País a um crescimento sustentável no médio e no longo prazos. E assim fica, apegada apenas à ideia de aumento de impostos e à espera de um milagre que nos salve do desastre total.

Celso Neves Dacca celdodacca@gmail.com 

São Paulo

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FEITO RABO DE CAVALO

Como publicado no “Estadão” de 22/2 tanto em sua primeira-página quanto no caderno de Economia e Negócios, cerca de 115 mil vagas de empregos de nível superior foram fechadas em 2015, e, destas, 88,8 mil com nível superior completo. O que este governo recessivo, ou, melhor dizendo, depressivo não leva em conta é onde essas pessoas todas com essas qualificações vão ser novamente absorvidas, se as empresas estão somente demitindo e reduzindo salários. Este mesmo governo depressivo e despreparado para a função para a qual foi eleito, quando fez “o diabo” para tal, não sabe mais de onde retirar recursos da população, que está à míngua com a tabela do Imposto de Renda não reajustada em 2016, aumento de impostos e taxas, aumentos sistemáticos nas contas de luz, de tarifas de transportes, etc. Ainda por cima, o governo retirou dos trabalhadores uma parcela de seus benefícios, mesmo acontecendo com os pensionistas, e deseja ainda nos espoliar com o advento da reencarnação da CPMF para tapar os buracos gerados por este mesmo governo em face de suas pedaladas fiscais, de maneira desonesta. O imposto do cheque, além de recessivo, é também acumulativo, pois incide sobre toda a cadeia produtiva e acaba desaguando nos bolsos da população, que sofre com o desemprego em alta, inflação crescente, PIB em baixa e não tem um horizonte mais azul pela frente pelo menos nos próximos quatro anos. Somem-se a isso tudo as doenças causadas pelo Aedes aegypti, que estão colocando o Brasil em polvorosa de Norte a Sul, por causa da incapacidade total deste governo e de seu antecessor direto, que primaram por tão somente nos assaltar em prol de seu projeto criminoso de poder. E, além disso tudo, o desgoverno petista conseguiu o inevitável, ou seja, o rebaixamento do País pelas três principais agência de classificação de risco do mundo para o grau especulativo. Com esse fato e os demais descritos aqui, estamos conseguindo recuar no tempo cerca de 36 anos, o que significa que todas as conquistas conseguidas a duras penas pelo Brasil foram postas a perder nos 13 anos de desgovernos petistas e suas atitudes nefastas populistas e bolivarianas. Estamos andando feito rabo de cavalo, para trás e para baixo, dentro da escala mundial. 

Boris Becker borisbecker@uol.com.br 

São Paulo 

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RETRATO DO BRASIL

Alcançamos a incrível marca de cinco rebaixamentos da nota de crédito em cinco meses. A Standard & Poor’s deu o pontapé inicial, retirando o grau de investimento do País. Foi seguida pela Fitch, a Standard & Poor’s repetiu a dose há poucos dias e a Moody’s, agindo no atacado, de uma só vez cortou a nota brasileira em dois degraus e o País perdeu o último selo de bom pagador, passando ao “seleto grupo dos caloteiros”. Quem mandou a presidente Dilma Rousseff ser uma aluna relapsa e não fazer o dever de casa? E ainda há os que pregam que o seu impeachment não tem fundamento! Mas nem tudo é tristeza, o Íbis Sport Clube de Pernambuco está rindo à toa, acaba de subir uma posição no ranking, deixando o epíteto de pior time do mundo ao BFC, “Brasil Falcatruas e Corrupção”, comandado por uma técnica que não entende “bulhufas” do riscado e é assessorada por um bando de incompetentes. Afinal, somos penta também em rebaixamentos e com largas possibilidades de conquistarmos o hexa, o hepta e o octo, se esse time não for urgentemente retirado de campo. 

Sérgio Dafré sergio_dafre@hotail.com 

Jundiaí

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COMO ESTÁ NÃO PODE FICAR

Mais uma vez, e até que atinja um limite máximo, o Brasil é rebaixado por uma agência, não causando nenhum espanto e até mesmo se tornando uma normalidade. Qual é a solução para uma carruagem que inevitavelmente despenca ribanceira abaixo, senão recolher os destroços? Não se pode falar em má administração. O que ocorre no País é ausência de gestão, o País está à deriva. A atuação da Operação Lava Jato, coadjuvada pela Polícia Federal e o Ministério Público, tendo como ícone o destemido juiz federal Sérgio Moro, desmantelou toda a estrutura maligna de um partido que pretendia se perpetuar no poder instalando um formidável programa assistencialista e muita propaganda enganosa. Desde a denúncia do deputado Roberto Jéfferson, que deu origem ao mensalão, a Polícia Federal desencadeou operações que já passaram de 20, colocando na cadeia cabeças coroadas da cúpula petista, mais empresários que se aliaram ao PT no desmonte da Petrobrás. A grande expectativa no momento está centrada nas figuras da presidente Dilma Rousseff e do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que enfrentam a maior rejeição que podiam imaginar. Há que encontrar uma solução política e econômica antes que o povo se embriague com o estímulo da Bastilha e da Primavera Árabe.

 

Jair Gomes Coelho jairgcoelho@gmail.com 

Vassouras (RJ)

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PAU QUE NASCE TORTO

Presidentes da República têm como objetivo deixar um legado positivo para a posteridade. Dilma não deixará legado algum. O plano desenvolvimentista elaborado pelo atual ministro da Fazenda, que deveria desenvolver, na verdade afugenta bancos do porte do Citigroup, empresa elétrica como a AES, promove filas homéricas de cidadãos em busca de emprego, juros nas alturas e inflação que não cede. E, para finalizar, a diminuição na arrecadação cria, numa contrapartida compensatória, novos impostos. Caso houvesse empresa privada com retrospecto similar ao brasileiro, não haveria presidência e diretoria que resistiria por mais tempo. O governo Dilma será relembrado pelo corolário de conteúdo negativo como o pior período vivido pela Nação. Pau que nasce torto morre torto. Sua permanência no poder, portanto, não tem sentido.

Sergio Holl Lara jrmholl.idt@terra.com.br 

Indaiatuba

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O CACHORRO E O RABO

Estão desconectados em relação à inflação. As indústrias estão simplesmente repassando custos defasados. No período de 2011 a 2013 houve investimento, demanda e ganhos de produtividade. Com estes ganhos, a indústria não precisou repassar ao preço final do produto toda a variação de custo, seja pela inflação seja pelos insumos, a própria produtividade se incumbiu de absorver parte dessa variação, melhorando o ponto de equilíbrio das empresas. A partir de 2014 a demanda mergulhou, o que significa que as indústrias deixaram de ter seus ganhos de produtividade e tiveram de absorver 100% a variação dos custos presentes, inclusive a  cambial. Com a inflação em alta e o realinhamento dos insumos, não tem como segurar preço de nada e vai seguir sendo reajustado pelo ano de 2016, até que se equilibrem custos x oferta/demanda. Com juro alto, fica ainda mais difícil essa contenção em face da falta de capital de giro. Capacidade de produção existe. Solução é reduzir drasticamente a taxa de juros, dá-se um bom passo para o equilíbrio fiscal e, aí sim, se motivam os investimentos. Neste momento, com o nível de desemprego e desempregados em alta, ociosidade beirando os 40%, as indústrias têm capacidade de se ajustar gradativamente à demanda recontratando colaboradores já treinados. Dá forma como está, é o cachorro correndo atrás do rabo. E, acreditem ou não, se distanciando deste cada vez mais.

Manoel Braga manoelbraga@mecpar.com 

Matão

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A CONSEQUÊNCIAS DOS (MAUS) GASTOS PÚBLICOS

Com a política econômica desastrada e irresponsável dos dois períodos de Dilma no governo, o País e sua população tiveram imensos prejuízos. Um deles é de futuros engenheiros, advogados, médicos que não passarão de office boys pela retirada de apoio do governo que gastou muito em coisas menos importantes. Com a diminuição da verba do Financiamento Estudantil (Fies), o prejuízo para o futuro do País foi imenso, assim como para a população atual. Houve uma enorme redução de jovens em busca de ensino superior. Somente as faculdades privadas tiveram em 2014 1,6 milhão de matrículas de estudantes, em 2015 foram 1,3 milhão e em 2016, menos de 1 milhão. Esse volume continuará caindo e só vai melhorar com a recuperação da economia. Enquanto isso, o governo estará produzindo milhares de office boys, a maioria sem emprego. Dilma preferiu, por exemplo, investir em outros países, em viagens milionárias e em cerca de 200 mil funcionários (companheiros) ociosos.

Fabio Figueiredo fafig3@terra.com.br 

São Paulo

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O CRASH DE DILMA

Dilma provavelmente nunca vai passar para a história como guerrilheira na década de 1970, porque teve papel inexpressivo então. Mas como presidente do Brasil, sem dúvida alguma, sua atuação entrará para a história com a quebra do País, o “Crash de Dilma”, à semelhança do Crash de 1929.

 

Ulysses Fernandes Nunes Jr Ulyssesfn@terra.com.br 

São Paulo

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O QUE SEI

Não sei se Lula é dono de um tríplex e de um sítio. Assim como não sei se FHC mandou ou não recursos para sua ex-amante por meio de empresa estatal para o exterior. O que sei com certeza é que o País está com sua economia estagnada por culpa da pior gestão pública de todos os tempos e por ter o pior Congresso Nacional da história do País, repleto de vermes, corruptos e inúteis que ajudam o País a ficar imobilizado. Nem situação nem oposição conseguem legislar, preferindo ficar se atacando mutuamente, enquanto o governo inerte de Dilma segue seus dias rumo ao esquecimento.

     

Rafael Moia Filho rmoiaf@uol.com.br 

Bauru 

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ECONOMIZAR ONDE?

Pegou mania: os que estão no governo deste Brasil só pensam em aumentar impostos para garantir a gastança em proveito deles mesmos. O País vai sendo afogado com aumentos de 1% aqui, 0,5% ali. Melhorar serviços, o que é necessário fazer, nem pensar. Quanto ao governo federal, o que ocorreu com a prometida redução do número de ministérios, o corte de cargos comissionados e a redução de vantagens e benefícios? Não foi providenciada nem a redução de salários dos que ganham acima do máximo. Apesar do intenso blá, blá, blá, não se veem medidas para melhorar a situação econômica do País, os investimentos são sistematicamente cortados e aumenta a insegurança fiscal do País. Com a economia declinando e o recolhimento de impostos caindo, o governo federal, ao invés de também encolher, quer é aumentar impostos para manter-se gordinho e confortável, à custa dos contribuintes. A oposição tem de assumir a posição de defensora do povo que trabalha e carrega o País, passando a gritar, gritar e gritar alto, exigindo eficiência nos gastos e efetiva redução de dispêndios e subsídios inúteis. 

Wilson Scarpelli wiscar@terra.com.br  

Cotia

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IMPEACHMENT

Fosse uma verdadeira brasileira, que se preocupasse com o seu País, Dilma Rousseff teria renunciado diante de tantas mazelas políticas e econômicas, para o bem do Brasil. Mas não, ela não está nem aí com o futuro do País e, arrogante como é, vai sair por mal mesmo. 

José Eduardo Victor victorjoseeduardo@gmail.com 

Jaú

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SEM CONTROLE

“Data vênia”, mas Dilma Rousseff não preside nem mais a cozinha do planalto!

Francisco José Sidoti fransidoti@gmail.com 

São Paulo

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‘KNOW-HOW’ DO ASFALTO

Ainda está na memória visual a alegria do povo nas ruas, verdadeiro “explode coração, na maior felicidade” durante o carnaval, por manhãs, tardes, noites e madrugadas, longas horas de filas aguardando a entrada nos sambódromos, sob o sol ou sob a chuva. Na semana passada, no entanto, assisti a uma reportagem que mostrava a indignação de pais e mães, em mesmas condições – tempo gasto e intempéries climáticas – para matricular seus filhos no ensino público. Sem entrar no mérito da questão – e a reportagem não esclareceu se as filas existem também nas piores escolas –, é usual no mundo inteiro a busca das melhores vagas, mesmo nos países decentes. Não é de se pensar a respeito? Em todo caso, 13de março está logo aí. Veremos se o povo vai utilizar tamanho “know-how” em asfalto adquirido nas duas situações ou se, finalmente, deveremos concluir que para imensa parte dos brasileiros, sob mesmíssimas condições, repito, certo é o que lhe dá prazer e errado é o que lhe dá trabalho.

Marcia Meirelles marciambm@yahoo.com.br 

São Paulo

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BRASÍLIA ENGANA

A Câmara dos Deputados acaba de aprovar projeto que reduz em 10% os salários da presidente da República, do vice-presidente e do bando de ministros, de R$ 30.934,70 (fora mordomias) para R$ 27.841,23. Essa medida, além de imoral, é uma cusparada na cara do cidadão brasileiro. Assim é fácil, se eu tivesse um salário de R$ 50 mil, pediria, ou melhor, exigiria um corte de 40%, restariam R$ 30 mil. O Brasil é um país onde 60% da população, que é composta por trabalhadores sem qualificação profissional, extensa faixa de aposentados e beneficiários de falsos programas de inclusão social, que sobrevivem com um salário mínimo vigente no valor de R$ 880,00 ou menos. Esta organização criminosa que tomou conta do País precisa ser varrida do poder enquanto é tempo. No mínimo, não teríamos mais de ouvir Lula dizer que o Sistema Único de Saúde (SUS) “beira à perfeição” e que ele é a “alma viva mais honesta” do Brasil; ou ouvir dona Dilma chamar o País de “pátria educadora”, e o senhor Michel Temer dizer que não vê nenhuma crise no Brasil, apesar de 11 milhões de desempregados, inflação acima de 10%, PIB negativo de 4%, juros de 14,25% e o País desmoralizado e desacreditado no exterior. Realmente, Brasília, a terra da fantasia, engana. Não quero acreditar em má-fé do nosso vice.

Humberto de Luna Freire Filho hlffilho@gmail.com 

São Paulo

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OTIMISMO

A última do vice-presidente Michel Temer é de que não podemos deixar de ser otimistas, fator muito importante para superar este momento de crise no País. Ele ainda acredita em Papai Noel, em cegonha e no coelhinho da Páscoa.

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br 

São Paulo

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A ‘OFÉLIA’ DO GOVERNO DILMA

O vice Temer lembra o personagem do programa “Balança, mas não cai”. A esposa desinformada, para ser gentil, casada com um empresário que recebia personalidades em sua casa. Ela falava tanta besteira que o convidado se ofendia e ia embora. O bordão “cala boca, Ofélia” vale para o vice.

Angelo Raposo angelo.raposo@uol.com.br 

Rio de Janeiro

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REVISITANDO GRAMSCI

Em face da “soi-disant” referência feita por intelectuais e acadêmicos universitários (alinhados ideologicamente a Lula e a Dilma) sobre a natureza gramsciniana da revolução promovida pelo PT no Brasil, confesso que, curioso, fui reler os escritos de Antonio Gramsci para verificar a eventual consentaneidade das ações e estratégias propostas pelo ilustre revolucionário comunista italiano com as praticadas pelos governos do Partido dos Trabalhadores, mas não encontrei nenhuma ação pragmática ou instrução doutrinária daquele ilustre revolucionário que justificasse as iniciativas governamentais praticadas pela prestigiosa agremiação político-partidária tupiniquim. A julgar pelos “feitos e malfeitos” dos governos apoiados (e aparelhados) pelo PT no Brasil, nos últimos 13 anos, as “repaginações” do socialismo introduzidas pelo PT foram (pelo conjunto da obra) o que se poderia batizar de “comunismo de casa de meretrício” ou “socialismo de galinheiro”, com as devidas vênias dos que pensam em contrário. Pelo visto, terei de desistir de ler Gramsci e aguardar a publicação de biografias sobre Fernandinho Beira-Mar, Marcola, Nem ou de Elias Maluco para entender o que pretendeu o PT fazer com o Brasil.

Ruy Reis Tapioca ruytapioca@gmail.com

Rio de Janeiro 

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BRASIL, SOB MÁ DIREÇÃO

 

Tsunami petista na política de terra-arrasada. Um país sem rumo na economia, na segurança, na educação. Pior de tudo: na assistência médica da população mais carente, que paga ao SUS como plano de saúde e, quando precisa, não tem. Junção da incompetência na administração pública e da elevada eficiência na desconstrução da sociedade. Corrupção como meio e fim. Ações diretas, nítidas e mais fáceis de contestar e as subrreptícias, dissimuladas, no arcabouço da família, nas alterações do senso comum e nos valores cristãos sedimentados na formação da nacionalidade. No campo econômico, causa repulsa ao cidadão não só o preço do legume nas feiras, mas o do combustível que influencia toda a cadeia produtiva, o de transporte e o dos alimentos. A lembrar o “preço” do etanol – milagre brasileiro no emprego automotivo, advindo da cana-de-açúcar, ciclo marcante na história – que supera o da gasolina nesta fase do valor do barril de petróleo bem baixo no comércio internacional. Valor, quando elevado, “justifica” o aumento para o consumo interno. A pujante Petrobrás segue ladeira abaixo. Oh, pré-sal do ufanismo lulista, onde estás que não respondes? O pré-sal que iria impulsionar a educação, quem sabe nos aproximar do Primeiro Mundo. Pobre Pátria Educadora! 

Ernesto Caruso egcaruso@gmail.com 

Campo Grande

   

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VER À FRENTE

O PT já era. Dilma Rousseff deve ser (constitucionalmente) destituída da Presidência da República por ser absolutamente incompetente, falsa, mentirosa e titubeante. Se o Brasil continuar sob seu governo, até o final de seu mandato, em 2018, lá chegaremos naufragados. Se o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) não cassar a chapa que a levou, e a seu vice, aos “píncaros da glória”, só a renúncia de Dilma Vana Rousseff ou seu impedimento levarão à vacância do poder central, que será então preenchido por seu vice, Michel Temer, do PMDB. Quando, oxalá, isso ocorrer, poderemos, mídia, sociedade e redes virtuais, efetivamente, concentrar esforços na caça às bruxas deste outro câncer que flagela nossa República, que é o partido deste vice e de outros tantos partidos que constituem a “festa e as danças dos tomam lá e dão cá”. Penso que só assim a sociedade evoluirá para incrementar a “limpeza” neste país, que começou por obra e graça do amadurecimento da sociedade e da democracia.

 

Carlos Leonel Imenes leonelzucaimenes@gmail.com 

São Paulo 

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DILMA E A JUSTIÇA ELEITORAL

Engana-se o PT ao comemorar a reunião das quatro ações contra Dilma no TSE. Com a concentração, personifica-se o processo na juíza Maria Thereza de Assis Moura, que se torna um novo, e talvez mais decisivo, juiz Sérgio Moro. Assim, a sociedade tem como fiscalizar, pressionar e cobrar da Justiça Eleitoral aquilo que importa: cassar o mandato de uma presidente eleita com propina surrupiada da Petrobrás. Caiu o tesoureiro, caiu o marqueteiro, cairá a malfeitora. 

Yan Santos yan.yrds@gmail.com  

Atibaia

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EDUARDO CUNHA NA PRESIDÊNCIA?

Que mal há deixar o Eduardo Cunha, presidente da Câmara, ocupando o cargo de presidente da República por 60 dias? Afinal de contas, Lula, o “pixuleco”, ocupou o cargo durante 8 anos. E Dilma está destruindo o País há 5 anos. Na minha opinião, o mais importante a fazer, para tentar salvar alguma coisa que ainda resta ao nosso país, é aprovar o mais rápido possível o impeachment da Dilma, tirando ela do Planalto, juntamente com seus quase 40 ministros tão incompetentes quanto ela. Eu apoio o impeachment e dia 13 de março, vou participar das manifestações que ocorrerão nas ruas no Brasil. Fora Dilma!

Maria Carmen Del Bel Tunes carmen_tunes@yahoo.com.br 

Americana

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OPERAÇÃO ACARAJÉ

As prisões do marqueteiro João Santana e de sua mulher e sócia, Mônica Moura, somadas à gravidade dos indícios revelados pela 23.ª fase da Operação Lava Jato, são essenciais para alavancar uma onda de renovação no País. A hora é agora! Segundo o apurado até o momento, a offshore Shellbill, aberta no Panamá e supostamente controlada por “Feira” (João Santana) e sua mulher, recebeu o total de US$ 7,5 milhões da Odebrecht e do operador Zwi Skornicki – representante da Keppel Fels, estaleiro de Cingapura que prestou serviços à Petrobrás –; sendo, portanto, o elo entre a corrupção na nossa maior estatal e as disputas eleitorais do PT (inclusive a presidencial de 2014). Estando garantido o compartilhamento de informações entre Sérgio Moro e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a ação movida pelo PSDB contra a eleição de Dilma e Temer, com base em “abuso de poder econômico”, ganha total argumentação. Enfim, o que está mais do que comprovado pela dimensão dos escândalos de corrupção (que não são isolados, mas constituem um projeto partidário de assalto ao Estado) servirá de base para a derrocada do PT na Presidência. No campo jurídico, a largada foi dada. É hora de a oposição, que se tem demonstrado sonolenta e incapaz até aqui, chamar para si o protagonismo da vida pública. Quanto a nós, cabe comparecermos em massa nas manifestações marcadas para o dia 13 de março. Sem o engajamento entre a sociedade civil e a oposição, será impossível dar cabo a este estado de inércia imposto pelo lulopetismo. Não é que há uma luz no fim do túnel? 

Elias Menezes elias.natal@hotmail.com 

Nepomuceno (MG)

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ALGO DE PODRE NOS AFLIGE

O casal João Santana e Mônica Moura desceram de avião, chegando a São Paulo com ar de ironia e mascando chiclete. Em Curitiba, após exame de corpo de delito, entraram na Polícia Federal com ar de deboche. O que será que passa na cabeça desse casal? Será que eles não têm a mínima consciência? Receberam milhões de dólares desviados (roubados),  provocando muito sofrimento no povo, especialmente os mais pobres, e dão ares de que não estão nem aí com isso. Esse é o tipo de gente que foi contratada pelo PT para conduzir as campanhas de Lula, Dilma e Fernando Haddad. Coitado do Brasil!  Estamos chegando ao fundo do poço e a sujeira continua aparecendo. Impeachment e “fora PT” já, enquanto os brasileiros de bem ainda conseguem respirar. O ar que vem de Brasília e deste partido que se julga dono do Brasil está cada vez mais fétido.

 

Silvano Corrêa scorrea@uol.com.br

São Paulo

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ESCÁRNIO INADMISSÍVEL

A expressão de escárnio da esposa de João Santana ao ser presa representa com muita fidelidade a essência da alma deste grupo que tem governado o País por 13 anos. Acreditavam-se acima do bem e do mal e, com isso, lesaram o povo brasileiro até a última gota. Há pouco, a nota do Brasil também foi rebaixada em duas posições pela agência Moody’s, o que significa que o Brasil não é digno de confiança para quem aqui quiser investir. Cometeram, portanto, crime de lesa-pátria, porque é o povo que nada sabe disso, que não tem acesso a informações, os mais simples, os mais humildes quem mais sofre, morrendo de doenças infectocontagiosas, entre outras, por falta de saúde pública de qualidade e de saneamento básico, além da educação precária a ele oferecida. Serão gerações comprometidas pelo descaso dessa gente que, com discurso enganoso e sedutor, acabou com suas perspectivas de progresso e desenvolvimento social. Se alguém não for capaz de sentir revolta com isso, é por ser cego diante dessa triste realidade, insensível e sem valores éticos e morais. Não há outra classificação a dar.

Eliana França Leme efleme@terra.com.br 

São Paulo

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O ‘FEIRA’

Homens que se vendem por dinheiro sempre houve na história do mundo. Aqui, nas nossas plagas, estamos vendo homens que se vendem em troca de dinheiro roubado de todo um povo, de dinheiro que poderia salvar vidas, construir hospitais, promover reformas, incentivar a educação, pagar dívidas importantes, manter programas e não eliminá-los. E, no caso do “Feira”, seus serviços escusos estão virando “made in Brazil”, produto exportação. Que a Lava Jato tenha forças para seguir em frente e devolver não só o que nos foi roubado, mas a imagem digna de um país inteiro.

Elisabeth Migliavacca elisabeth448@gmail.com 

São Paulo

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A PRISÃO DE JOÃO SANTANA

É hora da xepa. Recolha-se o lixo e lave-se a jato a imundície que ficou na rua. Fim da “feira” do PT.

J. S. Decol decoljs@gmail.com 

São Paulo

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XEPA É LUXO

O PT está tão mal que compará-lo com mercadoria do horário da xepa da feira é demais: hoje o PT está mais para o que sobra da xepa, que fede a fruta passada e peixe podre. Apenas lixo! PT saudações!

Mara Montezuma Assaf montezuma.scriba@gmail.com

São Paulo

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O MITO, O MARKETING E ACARAJÉ

O marketing é o pai invisível que sustenta o mito. Todo mundo está gostando de Acarajé por ter tornado visível como o mito tem feito para sustentar o marketing. 

Jorge Alberto Nurkin jorge.nurkin@gmail.com 

São Paulo

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FOI ASSIM

¬“Dilma, você quer ser a minha sucessora?” “Eu?” “Você mesma.” “Mas como? Não sou popular... Sempre atuei do segundo time, nem tenho base política...” “Minha filha, com o meu índice de aprovação, coloco a faixa em você de olhos fechados.” “O senhor acha?” “Acho não, tenho certeza.” “E o partido, como vai receber a minha indicação?” “Que se dane, minha querida, o partido, hoje em dia, sou eu.” “E o que eu devo fazer?” “Quase nada. Apenas submeter-se às dicas do João.” “João? Que João?” “O João Santana, sua anta.” “Posso pensar no assunto?” “Não. É pegar ou largar.” “Nossa! Será que dou conta?” “Confie em mim.” “Então, acho que vou aceitar.” “Acho?” “Acho não, Eu topo e pronto.” “Então vamos conversar, pois o que é combinado nunca sai caro.” “Tudo bem.” “Primeiro e único mandamento: haja o que houver você não fará nada sem me consultar primeiro.” “É esse o preço que tenho de pagar?” “É isso aí.” “Posso fingir e fazer pose de presidenta?” “Claro. Fique à vontade. Como diria a Marta, ‘relaxe e goze’.” “Fechado, pode chamar o João.”

Sergio S. de Oliveira ssoliveira@netsite.com.br  

Monte Santo de Minas (MG)

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PRÓXIMAS FASES DA LAVA JATO

Depois da Operação Acarajé, falta a “Lula a su tinto”.

Valter Gali  vgali@concili.com.br 

São Paulo

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LULA LÁ

Lula, vá lá, seja homem, conte para o juiz e para a Polícia Federal de nosso Brasil o que você fez, o que sabe, quem mais participou. Confesse, seja corajoso (aí já é pedir demais, desculpe). Vai sair mais barato para você.

Valter Prieto Jr. valter.prieto@gmail.com 

São Paulo

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DESFAÇATEZ

É tamanha a desfaçatez dessa gente (Lula. Dilma, Eduardo Cunha, João Santana, Michel Temer, Renan Calheiros, Delcídio Amaral, etc.) que sou levado a pedir por uma PEC da Cadeira Elétrica. 

Luiz Henrique Penchiari luiz_penchiari@hotmail.com 

Vinhedo

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COITADAS DAS PANELAS

Ocorreram panelaços nas principais cidades do País durante a apresentação do programa do Partido dos Trabalhadores (PT) em cadeia nacional de TV na última terça-feira. Está claro que os brasileiros estão contra o PT. O PT não reconhece que a crise é séria e que o Brasil perdeu a confiança dos investidores externos. A Operação Lava Jato não deixa dúvidas em relação à imoralidade praticada na Petrobrás, pelos companheiros do PT, nos últimos 13 anos. O povo não confia mais no PT, em Lula e em Dilma. A presidente não apareceu no programa de TV, para sorte das panelas, que possivelmente seriam totalmente destruídas. É simplesmente ridículo constatar que o PT ainda gasta dinheiro com o marketing político de Lula. Se o objetivo do PT era testar a reação do povo, então não resta mais dúvida. O povo quer esquecer que votou nessa gente sem moral, sem princípios, sem escrúpulos, desleal e desonesta. 

José Carlos Saraiva da Costa jcsdc@uol.com.br 

Belo Horizonte 

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O IMPROVÁVEL

Já não é tão improvável que estejamos sem presidente durante a Olimpíada.

Ricardo C. Siqueira ricardocsiqueira@globo.com 

Niterói (RJ)

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ACHINCALHE

Dilma Rousseff é responsável pelo déficit fiscal; é responsável pela queda de mais de 42% dos empregos; é responsável pelo corte da verba contra o zika vírus; é responsável pela inflação galopante; é responsável pelo rebaixamento da nota do Brasil; é responsável pelos trambiques na Petrobrás; é responsável pela compra de Pasadena; é vaiada em todas as suas aparições na TV e, mesmo assim e com muita cara de pau, diz que vai fazer o “diabo” para se manter no poder. É muito achincalhe contra o povo brasileiro.

Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

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DILMA NO LIMITE

Rola pedido de impeachment da presidenta. A economia corre ladeira abaixo e a inadimplência, ladeira acima, puxada pela inflação como “nunca antes neste país”! Os correligionários em cascata indo parar na cadeia e até seu “mentor” sob o crivo da Operação Lava Jato. Seu marqueteiro, fiel escudeiro e confidente, que fez “o diabo” para vencer a reeleição, trancafiado sob suspeita de receber dinheiro roubado da Petrobrás. Agora, mais uma para completar o ciclo de más notícias: o País perde o “selo de bom pagador”. Estamos sendo considerados caloteiros pelos investidores estrangeiros. Pelas frases desconexas proferidas pela presidente, de improviso, vê-se que ela está no limite de sua capacidade psicológica para resolver problemas básicos, imagine um país em chamas. Vá, presidente Dilma, desapegue. Desapegue e renuncie.

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br 

São Paulo

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SINAIS

Dilma Rousseff assinou a Medida Provisória (MP) 703, a MP da Leniência, que, na prática, “zera” o trabalho feito pela equipe da Operação Lava Jato, anistiando as empresas e dirigentes corruptos. Quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016: o Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), por meio de um de seus conselheiros, dá liminar que suspende o interrogatório de Lula e de sua mulher, Marisa Letícia, ao Ministério Público de São Paulo. Nunca antes na história deste país esse procedimento havia sido adotado por aquele conselho, ainda mais a pedido de pessoa estranha ao caso, um deputado do PT. Quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016: o Supremo Tribunal Federal (STF), com maioria de votos, caminha para aprovar o fim do sigilo bancário. A Receita Federal poderá acessar todas as contas bancárias de pessoas físicas e jurídicas, sem ordem judicial. O direito à privacidade, garantido até então pelo artigo 5.º da Constituição, neste caso, foi reduzido por um dos ministros a mero “culto fetichista do sigilo bancário”. Os sinais de alerta estão todos aí, senhores. E são bastante assustadores.

M. Cristina Rocha Azevedo crisrochazevedo@hotmail.com 

Florianópolis

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CARRO ROUBADO

Esta carta tem o objetivo de alertar aos proprietários de automóveis que, como eu, tiveram a desventura de ser assaltados. Foi o que me aconteceu em dezembro, em Belo Horizonte. Armados, dois ladrões levaram meu automóvel – e cada um de nós sabe o que é ficar sob a mira de um revólver na cabeça. A Polícia Militar prendeu os ladrões meia hora depois. Ou seja, não tiveram tempo nem de fazer algum arranhão no carro, que me foi devolvido intacto dois dias depois com a burocracia habitual. Agora resolvi trocar de automóvel. Fui à concessionária HPoint da Honda, na Avenida Giovanni Gronchi, em São Paulo, preenchi toda a papelada, paguei e levei o carro usado para a vistoria em autorizada pelo Detran. Tudo pronto, quando avisam que meu carro tinha uma restrição: fora roubado. Teria então de conversar com o avaliador. Numa conversa fiada, disse que carro roubado tem problema de venda no mercado e, por isso, teriam de reduzir em R$ 6 mil a avaliação do meu carro. Cancelei o negócio. Não adianta argumentar que não houve nada com o carro. São assim as concessionárias da indústria automobilística brasileira: elas criam suas próprias leis e determinam o que é certo ou errado. Alegam leis de mercado, mas é mentira. Enfim, determinam agora que tenho de pagar por ter sido vítima de assalto. O que me deixa numa dúvida terrível: quem é o pior nessa história? Aqueles assaltantes da rua ou a concessionária? Pergunto se o possível comprador quer um carro ou o seu histórico familiar ou sua folha corrida? Repito que o carro não ficou nem meia hora com os bandidos. Não interessa aos vendedores de carro, essa classe tão desacreditada.  Não sei se o tratamento é o mesmo para carro roubado envolvido em outros crimes. Penso apenas que automóvel é uma coisa material, não pode ser responsabilizado pelo seu uso indevido. Nem vou fazer uma ilação cabível, de que vendedores de automóveis se beneficiam com o aumento da criminalidade no País. Quantos carros são roubados por dia só na cidade de São Paulo? Pouco importa, o mercado de usados vai ter muito lucro com isso. Estamos estigmatizados, eu e meu carro, não o ladrão. Enfim, só no Brasil mesmo há dois tipos de destino para os desonestos: para os pobres, cadeia; para intermediários de negócios, a omissão e complacência das autoridades. Coisas do Brasil.

Luciano Ornelas lucianoornelas@gtmarketing.com.br 

São Paulo

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