Fórum dos leitores

IMPEACHMENT

O Estado de S.Paulo

06 Abril 2016 | 03h00

Desperdício

De forma um tanto atrapalhada, misturando alhos com bugalhos – isto é, comparando atos do deputado Eduardo Cunha com crimes de responsabilidade fiscal, entre outras pérolas –, o advogado-geral da União, José Eduardo Martins Cardozo, com sua defesa na comissão do impeachment acabou enterrando a presidente Dilma Rousseff. Por que será que um excelente professor se presta a defender os indefensáveis erros cometidos por Dilma e sua equipe econômica, apontados pelos juristas Miguel Reale Júnior e Janaína Paschoal, sustentados pelas normas da lei? Inegável orador, Cardozo deu uma aula aos deputados presentes como se fossem seus alunos no primeiro dia de aula no curso de Direito, ignorando as prerrogativas do Legislativo. Se ele já se portava no Ministério da Justiça como advogado do governo, agora também não usa com mérito seu cargo de advogado-geral da União. Um desperdício!

LEILA E. LEITÃO

São Paulo

Bobeira

Até que como deputado teve comportamento adequado, mas após assumir o Ministério da Justiça, de onde foi posto para fora pelo Lula, Cardozo assumiu o papel de “bobo da corte”, pois suas defesas de Dilma beiram o ridículo. Na comissão, esqueceu que o autor do pedido de impeachment foi um fundador do PT, o jurista Hélio Bicudo, e alegou que o fato era uma vingança de Cunha. Que bobagem...

GODOFREDO SOARES

godofredocaetanosoares@gmail.com

São Paulo

Mal servida

Eta, coisa esquisita ver um acusador trocar de lado e virar defensor. Foi assim que vi o ex-promotor José Eduardo Cardozo defender o governo Dilma. Nossa, se fosse o antigo acusador a Dilma estaria mais bem defendida. Que figura excêntrica, para ficar em elogio.

SÉRGIO BARBOSA

sergiobarbosa@megasinal.com.br

Batatais

Menino maluquinho

A defesa do Cardozo me lembrou muito o menino maluquinho do cartunista Ziraldo: completamente fora de órbita.

IVAN BERTAZZO

bertazzo@nusa.com.br

São Paulo

Síndrome de Pinóquio

Repararam como o advogado-geral da União estava sempre coçando o nariz durante sua peroração em defesa da “presidenta”? Deve ter sido para conferir o tamanho do nariz a cada argumento que sua boca emitia...

ELISABETH B. BUNY

bethbuny@uol.com.br

Cotia

Kafka

O ministro Cardozo disse, na comissão que avalia o impedimento e na defesa da presidente, que, “como Josef K. no livro O Processo, de Franz Kafka, ela não sabe por que está sendo julgada”. É preciso que alguém mais esclarecido e com alto poder de síntese lhe explique em poucas palavras o que está acontecendo no Brasil! Ela, seguramente, não deve saber de nada.

DÉCIO ANTÔNIO DAMIN

deciodamin@terra.com.br

Porto Alegre

Ameaçador

“Caso um novo governo nasça de um processo de impeachment com um golpe à Constituição de 1988, ele não terá direito, poderá ter poder”, assim falou José Eduardo Cardozo, dedo em riste, defendendo a “chefa” (não a União). E de quebra ainda fez uma ameaça: “Não terá estabilidade”. Como assim, excelência?

APARECIDA DILEIDE GAZIOLLA

aparecidagaziolla@gmail.com

São Caetano do Sul

Golpe semântico

Dilma e Cardozo reconhecem que houve pedaladas em 2014, mas insistem em que o impeachment é golpe porque o que ela fez foi em outro mandato, conforme o § 4.º do artigo 86 da Constituição, que diz: “O Presidente da República, na vigência do seu mandato, não pode ser responsabilizado por atos estranhos ao exercício de suas funções”. Ora, não existe um presidente da República que não esteja na vigência do seu mandato. Fora do mandato é ex-presidente. O uso da expressão é redundante, causa confusão e provoca uma interpretação falaciosa, muito conveniente para Dilma. Prova disso foi o decano do Supremo, que às 16h32h do dia 31/3 (TV Justiça), sugestionado pela interpretação falaciosa, citou de memória esse parágrafo e colocou o termo mandato no lugar que se ajusta a essa interpretação: “... não pode ser responsabilizado por atos estranhos ao exercício do seu mandato” (sic). Não é isso que está escrito! A interpretação que se está dando a esse parágrafo, se aceita para livrar Dilma da responsabilidade pelos crimes do primeiro mandato, será um golpe no Congresso e no povo. Um golpe semântico!

GILBERTO DIB

gilberto@dib.com.br

São Paulo

‘Fora Collor’

Cardozo disse que impeachment não será golpe somente numa situação extraordinária e excepcionalíssima. Do tipo daquela do ex-presidente Fernando Collor de Mello, que o partido de Cardozo apoiou?

ELY WEINSTEIN

elyw@terra.com.br

São Paulo

MARCO AURÉLIO MELLO

No ‘Roda Viva’

Finalmente dois jornalistas – José Nêumanne, do Estadão, e André Gustavo, do Valor – lavaram a alma dos brasileiros de bem, anteontem, no programa Roda Viva, da TV Cultura. Puseram o entrevistado (figurinha fácil na mídia, em menos de seis meses duas vezes nesse programa), ministro Marco Aurélio Mello, em situação constrangedora ao confrontar a eficiência do juiz Sergio Moro com a absurda ineficácia do STF, em que Marco Aurélio atua há 26 anos. Enquanto a Justiça está mudando visivelmente sob Moro na Operação Lava Jato, em qualidade e rapidez, no Supremo as coisas se arrastam, em notório prejuízo para o Brasil. Não obstante, os ministros dormem tranquilos, enquanto a população acompanha tudo estupefata com tão pouco trabalho e muitas folgas de suas excelências, que parecem viver em outro planeta. Parabéns e esperamos que a imprensa não tenha receio de exigir mais da nossa Suprema Corte.

ADEMIR VALEZI

adevale@gmail.com

São Paulo

Só faltou ao ministro Marco Aurélio Mello comparecer ao Roda Viva trajando camiseta vermelha e boné do MST. Que vergonha a “justiça” bolivariana da instância máxima do Brasil! Ninguém acredita mais no STF.

JOÃO GILBERTO PORT

carlos.port@hotmail.com

São Paulo

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

MARCO AURÉLIO MELLO NO ‘RODA VIVA’

Posso até entender as posições do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio Mello, mas, depois de sua participação no programa “Roda Viva”, da TV Cultura, de segunda-feira (4/4), me entristece constatar que sua visão sobre a situação do País seja tão Poliana. É dever dele, como ministro do Supremo, afirmar que as coisas no Brasil estão melhorando e que a Justiça está fazendo seu papel, o que não corresponde à verdade. Primeiro, porque o sistema judiciário brasileiro é caro, lento e, não raro, dado a resultados bem parecidos aos de uma fralda de bebê. E, depois, porque infelizmente a impressão que se tem é de que os mais influentes neste país, principalmente políticos, como apontaram os jornalistas convidados, acabam saindo da reta com frequência e facilidade. Desculpe, mas o povo considera que foro privilegiado é um tapa na cara de qualquer cidadão comum e honesto. No final de um dos blocos do programa, depois de um bate-boca com José Nêumanne, que disse não confiar na Suprema Corte, o ministro Marco Aurélio Mello, pensando estar em “off”, fez um apelo, que entrou no ar, dizendo que José Nêumanne tinha de “facilitar”. E, ministro, se empresários como Marcelo Odebrecht, com o que já está documentado sobre o que fizeram, não representam um perigo para a ordem pública, quem representará? Bom, enfim, pelo que se entendeu das últimas respostas do ministro e sua visão Poliana – legalista, de que a Lava Jato é uma maravilha, mas contém erros que, se fossem sanados, como ele gostaria, provavelmente o Brasil nem sequer tomaria conhecimento de certos fatos. Nisso não foi só José Nêumanne que se sentiu preocupado com o futuro deste país. 

 

Arturo Condomi Alcorta arturoalcorta@uol.com.br

São Paulo

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VERGONHA NA CARA

E vem aí o petrolão 2 ou o mensalão 3. Lula da Silva, aquele que não foi eleito por ninguém e exerce a função de vendilhão da democracia, alojado no quarto de um hotel cinco estrelas em Brasília, repete as mesmas práticas que resultaram nos dois últimos grandes escândalos de corrupção do País. “Compra” deputados e partidos, prometendo-lhes diretorias em estatais, como o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal, em autarquias de “porteira fechada” e sabe-se Deus o que mais, sem o menor constrangimento. Já sabemos para que servem tais “indicações”. Tivemos, por duas oportunidades, a infelicidade de conhecer os resultados dessa prática asquerosa. Para completar o cenário da mais absoluta amoralidade, Lula anuncia sua posse como ministro da Casa Civil como fato consumado! Na segunda-feira, no programa “Roda Viva”, o ministro do Supremo Tribunal Federal Marco Aurélio Mello, absolutamente desconectado da realidade e do pensamento do brasileiro comum, candidamente condenou o juiz Sérgio Moro, a Operação Lava Jato e, de quebra, o impeachment. A certa altura do programa, perguntou a um jornalista: “O senhor não confia na sua Suprema Corte?”. Recebeu um redondo “não” como resposta, o mesmo “não” que nós, brasileiros indignados, enojados e bastante desconfiados, daríamos. Diante do quadro exposto, quem nos tiraria a razão? Toma vergonha nessa cara, Brasil!

M. Cristina Rocha Azevedo crisrochazevedo@hotmail.com

Florianópolis

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SEM MEIAS PALAVRAS

A bancada de entrevistadores do programa “Roda Viva” de segunda-feira, de um modo geral, não deu moleza para o ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF). Mas o jornalista José Nêumanne, do “Estadão”, lavou a alma dos que estão insatisfeitos com a forma como o Supremo tem tratado assuntos que demandam rigor e urgência na sua solução. Sem papas na língua e sem meias palavras, como uma metralhadora, Nêumanne despejou tudo o que estava atravessado na garganta dele (e na nossa). Irado, sem medo, sem baixaria e sem desrespeito, o jornalista “mandou ver”. O ministro, com toda sua experiência e conhecimento, até que tentou, mas, convenhamos, não dá para nós aceitarmos tanta tecnicidade contra políticos ou outros agentes públicos que agem sem o mínimo pudor e decência no trato da coisa pública (nosso suado dinheirinho).

Hélio A. Ferreira hafstruct@gmail.com

São Paulo

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STF LENIENTE

Desejo me congratular com a participação do brilhante jornalista do “Estadão” José Nêumanne no programa “Roda Viva”, da TV Cultura, na segunda-feira, quando disse sobre o Supremo Tribunal Federal (STF) o quanto toda letargia, cumplicidade criminosa, foro privilegiado e excessivo segredo de justiça tanto incentivam a impunidade, fazendo de nosso país o mais corrupto, aumentando a injustiça social.

Lucio Felix de Souza Filho luciofsf@superig.com.br

Salvador

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MARCO AURÉLIO MELLO

Meu Deus! Este é um dos ministros do STF...

 

Pedro Sergio Ronco sergioronco@uol.com.br 

Ribeirão Bonito

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MEU DEUS!

Parafraseando o ministro do STF Luís Roberto Barroso: “Meu Deus do céu! Estas são as alternativas de ministros que temos?”. E o pior é que já formam uma maioria (6 de 11). Pobre Brasil.

Paulo H. Coimbra de Oliveira ph.coimbraoliveira@gmail.com

Rio de Janeiro

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LISO

Assisti à entrevista do ministro dr. Marco Aurélio Mello no programa “Roda Viva”, da TV Cultura, e concluí que o homem tem saber jurídico, é bom de argumentação e, principalmente, é um bagre ensaboado.

Sérgio Barbosa sergiobarbosa@megasinal.com.br

Batatais 

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A GRANDE DIFERENÇA

Vemos um ministro do STF como Marco Aurélio Mello defendendo clara e abertamente a presidente Dilma e o PT. Isso não é golpe? Isso pode? Não se pode esquecer que este nobre e ético ministro teve a filha nomeada desembargadora no Rio de Janeiro por Dilma Rousseff. Será que isso foi também o que o PT sempre faz, troca com troco? E, para deixar tudo bem explicadinho, Sérgio Moro não foi indicado pelo PT nem pelo PSDB. Moro trabalha com celeridade para que a Justiça seja feita e não faz parte da turma a que Dilma se refere – os cinco ministros que ela tem no Supremo. 

Antonio Jose G. Marques a.jose@uol.com.br

Rio de Janeiro

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LAMENTÁVEL

É impossível ao mais ignorante dos cidadãos não perceber que o sr. Lula não é um homem médio (é rasteiro). Parece que o ministro Marco Aurélio Mello está entre os poucos que não percebem isso. Lamentável Supremo.

Manuel José Falcão Pires manuel-falcao@ig.com.br

São Paulo

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O IMPEDIMENTO DO VICE

Assisti à entrevista na TV do ministro Marco Aurélio Mello, que não se cansou de frisar que as instituições do País funcionam e que tem esperança de um bom futuro para o Brasil. Indagado sobre o pleito de impeachment do vice-presidente, Michel Temer, Mello destacou que ainda não tinha decidido. No dia seguinte, divulgou-se a decisão para que o presidente da Câmara abrisse procedimento e o colegiado se pronunciasse. Fico em dúvida: vice-presidente está sujeito ao impeachment? O caso é estranho e demonstra a desmoralização da Justiça, uma decisão monocrática sem figurino ou liturgia no pretório excelso.

 

Yvette Kfouri Abrao abraoc@uol.com.br  

São Paulo

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MICHEL TEMER E O IMPEACHMENT

O ministro Marco Aurélio Mello, do STF, determinou ao presidente da Câmara, Eduardo Cunha, que receba um pedido de impeachment do vice-presidente Michel Temer e envie o caso para análise de uma comissão especial a ser formada na Casa. Não seria mais sensato e prudente para o ministro Marco Aurélio Mello encaminhar para o plenário do Supremo a resolução sobre a instalação de uma comissão especial para analisar processo de impeachment contra Michel Temer na Câmara dos Deputados? Principalmente tendo em vista que em caráter liminar essa atitude, que poderá ser cassada em seguida pelo plenário do Supremo, tenderá a causar mais turbulência num processo já turbulento que analisa o processo de impeachment de Dilma Rousseff. Não me parece que tanta turbulência, nesta hora, seja benéfica para o andamento legal e constitucional desse processo.

Paulo T. Sayão psayaoconsultoria@gmail.com

Cotia

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WO JAMAIS

De acordo com os acontecimentos políticos desta semana, declarações e decisões dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), podemos afirmar que o jogo “vai ter impeachment x não vai ter impeachment” está desiquilibrado, com a balança pendendo para o lado do “não”. O placar apresenta 4 a 0 para a presidente. O ministro Marco Aurélio declarou que, mesmo que consumado o impeachment, a ilustríssima senhora poderá recorrer à Suprema Corte; o digníssimo ministro Luís Roberto Barroso soltou um sonoro “meu Deus do céu!” (e não foi grampo, não) ao ler notícia de que o PMDB pode assumir o governo; Teori Zavascki segura na Corte processos contra Lula, livrando-o, sabe-se lá até quando, das garras do juiz federal Sérgio Moro; e Rosa Weber, segundo o ex-presidente flagrado em interceptação telefônica, “nossa ministra”, negou a inclusão da contundente delação premiada de Delcídio Amaral no pedido de impeachment da presidente Dilma. Em recente decisão, a cassação de uma liminar assinada por Gilmar Mendes que impediu que Lula, para fugir da cadeia, assumisse um ministério, o ministro Edson Fachin declarou-se impedido de tal julgamento por ser padrinho de uma filha de um dos advogados impetrantes da ação. Que tal se esses juízes, que de certa forma mostraram suas tendências, em futuros julgamentos, se declarassem impedidos de votar em ações que envolvam o impeachment, Lula, fatos da Lava Jato, Sérgio Moro e correlatas? Aconteça o que acontecer, mesmo em desvantagem, jamais desistiremos. Portanto, o WO está descartado. 

Sérgio Dafré sergio_dafre@hotmail.com

Jundiaí

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UM SUPREMO ‘ACOVARDADO’?

Será que Lula tinha razão? Será que o STF realmente está acovardado?

  

Abel Cabral abelcabral@uol.com.br

Campinas

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PROBLEMA DE VISÃO

O ministro do STF Luís Roberto Barroso reagiu com espanto ante a possibilidade de o PMDB do vice-presidente Michel Temer assumir, por força do direito, a Presidência da República, dizendo: “Meu Deus do céu! Essa é nossa alternativa de poder”. Gostaria de lembrar ao ministro Barroso que na cabine eleitoral de 2010 e de 2014 a fotografia de Michel Temer ficava bem abaixo da fotografia da candidata Dilma Rousseff. Quem votou em Dilma também votou em Michel Temer. Caso não tenha visto, seria melhor consultar um médico oftalmologista.

José Carlos Degaspare degaspare@uol.com.br

São Paulo

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VERGONHOSAMENTE

Incrível como os ministros do PMDB Katia Abreu, Eduardo Braga, Marcelo Castro, Celso Pansera, Mauro Lopes e Helder Barbalho, cujo partido se desligou do governo, se agarram aos cargos como se fossem osso. Esses ministros nem se constrangem em permanecer no cargo, apesar de a presidente Dilma dizer, em afirmação desastrada, que eles atrapalham, pois pretende preencher os postos, na base do “toma lá dá cá”, com políticos de outros partidos, alinhados com a sua permanência no poder.  Também não se constrangem os políticos de outros partidos com a vinculação de seus futuros cargos ao apoio a ser dado contra o impeachment da presidente Dilma. Parece que não têm a confiança da presidente Dilma, mas, mesmo assim, esperam ansiosamente os cargos prometidos, sem nenhum constrangimento, caso a presidente se salve, sem nenhuma garantia, penso eu. Caso ocorra o impeachment da presidente Dilma, esses ministros e políticos de outros partidos terão de sair de cena vergonhosamente.

Walter Lúcio Lopes wll@uol.com.br

São Paulo 

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A DEFESA DE DILMA ROUSSEFF

Sobre o excelente e sugestivo editorial do “Estadão” de sábado (2/4), “A defesa trapalhona de Dilma”, cabe uma pergunta ao notabilíssimo “abogado” (bolivariano?) de Dilma Rousseff, o professor da UERJ: o senhor já leu e estudou acerca de “dívida de valor” e “dívida de dinheiro”? Se não, vá ao “Tratado de Direito Privado” de Pontes de Miranda e envergonhe-se do exemplo chulo e despropositado de seu arquiteto de araque.

Ruy de Jesus Marçal Carneiro Ruycar88@uol.com.br 

Londrina (PR)

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DEFESA FURADA

Os argumentos apresentados pelos defensores da presidente Dilma mostram uma unanimidade muito importante. Todos reconhecem que seu governo é um desastre e são contra seu afastamento unicamente por acharem que o argumento jurídico para afastá-la é fraco. Fica, então, exposto o maior problema: será que no fim de seu governo o Brasil será entregue a seu sucessor na condição de terra arrasada? Quantos malfeitos ainda serão descobertos? Será que sobrará algum aliado seu para segurar a bandeira da CUT? Michel Temer certamente será um pouquinho melhor que Dilma, pois não terá de obedecer a Lula. Será sempre melhor trocar uma dúvida do que uma certeza.   

Geraldo Siffert Junior siffert18140@uol.com.br 

Rio de Janeiro 

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O EXEMPLO NÃO COLOU

José Eduardo Cardozo, quase ao final da sua defesa, fez uma comparação com uma pessoa que deixa de pagar um empregado, tentando explicar as “pedaladas fiscais”. Segundo ele, isso não caracterizaria que o empregado fez um empréstimo a você. Certíssimo. Mas e se esse empregado, sem que você pagasse a ele o que deve, ainda saísse por aí pagando suas contas? Isso é ou não é empréstimo? Só que isso é proibido entre governo e órgãos controlados pelo governo. Portanto, é crime de responsabilidade, sim, senhor José Eduardo Cardozo.

Luiz Gonzaga Tressoldi Saraiva lgtsaraiva@uol.com.br 

São Paulo

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PRIVADA

Ao promover a defesa de Dilma Rousseff pela Advocacia-Geral da União (AGU), José Eduardo Cardozo converte a entidade pública em privada.

 

Roberto Twiaschor rtwiaschor@uol.com.br 

São Paulo

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VERDADE X MENTIRA

A presidente Dilma, ao apresentar ao povo brasileiro uma contabilidade não verdadeira, praticou uma ação dolosa. O presidente Richard Nixon, por ter mentido, no caso Watergate, perdeu o mandato presidencial nos Estados Unidos.

Marius Arantes Rathsam mariusrathsam@hotmail.com

São Paulo

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BICICLETÁRIO FISCAL

Extraordinária a fundamentação jurídica apresentada pelos juristas dr. Miguel Reale Júnior e dra. Janaina Paschoal. Não adianta “torcer” a verdade e o Direito. Respeitemos os que dignificam o Direito! Em assim sendo, em face dos elevados valores apresentados, estamos diante de um verdadeiro “bicicletário fiscal”.

Jorge Mema Bernaba jorgebernaba@gmail.com 

Araçatuba

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E O DIABO MANDOU A CONTA...

Segundo Lula, “estamos comendo o pão que o diabo amassou”. Ora, não foi Dilma que disse fazer “o diabo” para se reeleger? Agora, ele mandou a conta...

Diva Azevedo Andrade Mazbouh diva.am@uol.com.br 

São Paulo

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LULA 2018

Estão fritando o ex-presidente Lula desde já para ele não ganhar a eleição em 2018. Eles não querem que diminua a brutal diferença de rendimentos entre o topo e a base da pirâmide. Eles não querem o povo com carro na garagem das Cohabs. Eles querem babás negras com uniforme branco levando seus filhos às escolas e clubes. Eles quem? Grupos Folha, Estado, Abril e Globo.

 

Caio Lorena Bueno caiolorena@bol.com.br 

São Paulo

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ANTECIPAÇÃO

 

Para que esperar 2018, se “o articulador” já manda e desmanda no Brasil com toda pompa e circunstância? E o que é pior: livre e solto para mais desavergonhados trambiques?

 

Luís Lago luislago2002@hotmail.com 

São Paulo

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HORA DE VIRAR A PÁGINA

São mais de 40 anos vendo Lula vociferar nos mais diversos palanques. Será que a política nacional, ainda hoje, não é capaz de produzir líderes melhores, mais nobres e menos virulentos? Pelo bem do Brasil, já é hora de virar a página.

Ricardo C. Siqueira ricardocsiqueira@globo.com

Niterói (RJ)

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ELEIÇÕES GERAIS

 

Uma ala, ainda portadora de um mínimo de racionalidade, do Partido dos Trabalhadores (PT), tem consciência da ingovernabilidade na hipótese de a presidente Dilma Rousseff vencer a batalha do impeachment. Daí a proposta de eleições gerais e de convocação de uma Assembleia Nacional Constituinte. Se assim é, que se o faça de imediato, com a concomitância da renúncia da presidente. Motivo: a maior parte de nosso povo foi enganada, quase sem paralelo, por todo o tempo e nas últimas eleições presidenciais, não conservando um único fio de confiança nas promessas lulopetistas. 

  

Amadeu R. Garrido de Paula amadeugarridoadv@uol.com.br

São Paulo

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DESCONHECIMENTO DA CONSTITUIÇÃO

É assustador como a cada dia que passa todos os que estão ou estiveram no poder, até mesmo como presidente da República, demonstram desconhecer a Constituição federal que rege seus atos e obrigações. Isso, sim, é muito grave! Neste momento, o foco é a mudança na regra eleitoral por meio de emenda constitucional para fazermos novas eleições agora, em outubro. Pergunta-se: e o que se faz com a regra da própria Constituição que determina que (art. 16) “A lei que alterar o processo eleitoral entrará em vigor na data de sua publicação, não se aplicando à eleição que ocorra até um ano da data de sua vigência”. De abril a outubro temos mais de um ano?

Flavia Martins Fuzaro Polycarpo flavia@dplaw.adv.br

São Paulo

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GESTO DE GRANDEZA

 

O senador Valdir Raupp, do PMDB de Rondônia, diz que Temer lhe confessou: “Raupp, eu não quero ser presidente da República numa situação dessas porque, com ou sem impeachment, isso não vai acabar bem”. Renuncie, então, ao seu cargo de vice-presidente da República, Michel Temer, contribuindo, com um gesto de grandeza e exemplo, para a solução da crise geral que assola o País. Quem sabe a sra. Dilma siga seus passos, abrindo espaço para eleições em outubro. Ou, se for impedida de continuar à frente do governo, abra caminho para a queda do famigerado Eduardo Cunha.

Carlos Leonel Imenes  leonelzucaimenes@gmail.com

São Paulo

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ESCOLHA DA SOCIEDADE

Chegamos a um momento em que a presidente Dilma perdeu qualquer capacidade política e pessoal de governar o País e é, pois, imperioso que sua retirada seja feita o quanto antes, para o bem do Brasil. Porém, Michel Temer não é uma saída para a crise e muito menos para não macular a jovem democracia brasileira e respeitar o voto direto, que foi por tanto tempo negado. Logo, retirar a chapa Dilma/Temer e convocar eleições diretas em 90 dias é a melhor solução e respeito à escolha da sociedade.

Marcos Barbosa micabarbosa@gmail.com

Casa Branca

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AOS OLHOS DO MUNDO

Além das matérias críticas e até irônicas da revista britânica “The Economist” contra o Brasil, agora foi a vez do jornal francês “Le Monde”, em sua edição de 30/3, sugerir que o Brasil convoque novas eleições para arrumar a casa. Como se vê, nem mesmo o mais respeitado jornal esquerdista francês consegue ficar isento diante da maior crise política, econômica e moral da história recente do País. Muda, Brasil!

J. S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo

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TEMOR

Impeachment ou eleições gerais, qual dos dois, hoje em dia, o PT teme mais: os congressistas ou o povo?

Jorge Alberto Nurkin jorge.nurkin@gmail.com

São Paulo

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O PODER DO SUFRÁGIO

Um cargo no governo é muito cobiçado, mas o voto popular ainda é mais importante para parlamentares e postulantes ao Executivo e ao Legislativo, pois é com o sufrágio que são eleitos e reeleitos, e é o voto que pode lhes garantir perenidade no poder, a mamata eterna. Portanto, como o voto será aberto, ao vivo e em cores no plenário da Câmara dos Deputados no dia da votação do impeachment, esse handicap poderá ser determinante para o afastamento da presidente Dilma Rousseff. TVs, jornais, revistas, holofotes e um microfone isolado no corredor do plenário, “que dureza”, farão muita diferença. De olho nas eleições municipais deste ano e em suas bases, onde muitos concorrerão ao cargo de prefeito, os favoráveis à permanência da presidente, de partidos “aliados”, pensarão duas vezes antes de sacramentarem seus votos, pró-Dilma Rousseff, pois, de acordo com a decisão, o futuro será incerto na região e, perante uma plateia de quase 200 milhões de brasileiros, uma certeza: será assinalado como conivente com a corrupção, portanto, será muito difícil de ocupar novamente um assento no Parlamento. Assim espero!           

Sérgio Dafré sergio_dafre@hotmail.com 

Jundiaí

   

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O VEREDITO NAS URNAS?

A todos os que pensam como o leitor sr. José J. Rosa (“Custo do desastre”, “Fórum dos Leitores” do “Estadão” de 3/4/2016), pediria para que lessem a reportagem da página A19 do dia 2 de abril do mesmo jornal: “Como hackear disputas eleitorais”. Acredito que todos nós, brasileiros, jamais teremos a oportunidade de constatar, por meio de urnas eletrônicas, nosso sonho de mais de 13 anos em ter uma eleição que realmente apresente um resultado comprovadamente honesto da real escolha de um povo que sabe o que quer para o seu crescimento. Temos condições de mostrar ao mundo que não nos contentamos com migalhas que um desgoverno nos tem oferecido. Se um hacker entra até nos programas de urnas eletrônicas de várias nações, como podemos confiar em nossas “humildes” urninhas eletrônicas? Precisamos cobrar do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) um processo eleitoral eletrônico que nos garanta uma eleição que transmita a verdadeira escolha dos brasileiros.

Eliana Lange elianapb.lange@gmail.com

São Paulo

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EXEGESE SOBRE O IMPEACHMENT

A crise econômico-política gerada pelo governo perdulário populista da chapa PT/PMDB será o combustível a alimentar o processo de impedimento da presidente Dilma Vana Rousseff. O governo não tem mais credibilidade e sua única moeda de troca com os partidos após o desembarque peemedebista é o oferecimento de cargos ou verbas, um “toma lá dá cá” explícito que envergonha a mais lasciva das Repúblicas. Com essa atitude desesperada, o governo tenta angariar os votos suficientes para evitar o pedido de impeachment da presidente, e, no caso de vitória governista, restabelecer a sonhada volta da governabilidade. O único erro de avaliação do governo neste panorama é que novos fatos vieram à tona após a denúncia formulada por Hélio Bicudo, Janaína Paschoal e Miguel Reale Júnior. E nestes fatos novos existem indícios de crime de responsabilidade, como na indicação de Lula a um cargo de ministro pela presidente para atrapalhar as investigações da Operação Lava Jato. Neste caso, outros pedidos de impeachment poderiam ser acatados pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha, que já admitiu que, se ela não conseguir uma boa margem de votos, poderia acatar novos pedidos, o que faria o governo sangrar até morrer. Líderes opositores desejam o acatamento do processo em curso que trata sobre as pedaladas fiscais (desrespeito à Lei de Responsabilidade Fiscal). E é cristalino dizer que a presidente desrespeitou a LRF e incorreu no crime de responsabilidade, como veremos a seguir: “Art. 4.º – são crimes de responsabilidade os atos do presidente da República que atentarem contra a Constituição federal, e, especialmente, contra: VI – A Lei Orçamentária”. A presidente gastou demais, produziu déficit e descumpriu a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), o que é um crime já consumado. Sua saída honrosa foi pedir ao Congresso Nacional que aprovasse mudanças na LDO para eliminar a meta não cumprida de superávit de 2014, tornando legal o que é ilegal. O Congresso Nacional, numa atitude incompreensível e reprovável, aprovou as mudanças e se tornou conivente com o desrespeito à LRF, que deveria salvaguardar, e deve ser chamado à responsabilidade juntamente com a presidente da República. Só isso já bastaria para legitimar o pedido de impeachment da presidente, pois houve ato comissivo dela quando solicitou alterações na LDO. Se pediu mudança na LDO, é porque sabia que a lei seria descumprida caso não fosse alterada e ela seria punida com o impedimento. Fazendo uma análise teleológica da Lei de Responsabilidade Fiscal, se a “ratio legis” é prevenir riscos e corrigir desvios capazes de afetar o equilíbrio das contas públicas, a mudança na LDO nunca poderia ter sido proposta pela presidente nem tampouco aprovada pelo Congresso. Houve burla da lei, atalho, subterfúgio, o que neste caso configura o crime de responsabilidade. Essas são as razões pelas quais o pedido de impeachment é legítimo e não pode ser encarado como golpe de Estado, e deve ser acatado pelo Congresso Nacional, pois o prejuízo para o futuro da Nação é irreparável, deslindado pela perda do poder de compra das famílias, o surto inflacionário, o fechamento de empresas e a perda de milhares de empregos, punindo justamente a parcela mais pobre da população, que o governo insiste em utilizar de escudo em seus desmandos, tudo por causa da crise econômico-política desencadeada pelo modelo de gestão econômica equivocado e pelos desvios de verbas pactuados pela base governista que se utilizou da cleptocracia com o intuito de perpetuação no poder.

 

Vinicius Loubeh Camargo Hernandes viloubeh@hotmail.com

Santos

 

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LEILÃO NO PLANALTO

Aviso: a Presidência da República Federativa do Brasil anuncia que até o dia 15 do corrente mês estará realizando leilões diários em sua sede, no Palácio do Planalto, onde serão oferecidos 600 cargos de ministros e diretores de estatais, fundações e autarquias para quem se comprometer a votar contrariamente ao impeachment da presidente. Os salários vão de R$ 13 mil a R$ 30 mil. Para cada um dos nobres parlamentares, será liberada uma verba de R$ 15 milhões em emendas. Acreditem, essa imoralidade custará aos cofres públicos R$ 100 bilhões. Preço que compulsoriamente vamos pagar para que a subpresidente permaneça no poder, destruindo junto com a sua quadrilha o que ainda resta do País. 

Humberto de Luna Freire Filho hlffilho@gmail.com

São Paulo 

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PARA EVITAR TRAIÇÕES

Seria cômico, se não fosse trágico. Além de a presidente Dilma vender cargos a torto e a direito na maior caradura, só os entregará depois da votação do impeachment no Congresso. Essa é hoje a cara da nossa República bananeira. Mas, se eu fosse congressista e estivesse a fim de vender meu voto por qualquer cargo que fosse, não iria me esquecer da propaganda política mentirosa da “presidenta gerenta incompetenta” Dilma. Ou entrega o cargo ou não terá acerto. Eu não confiaria nela nem para tomar conta do meu cachorro, e, diante dessa falta de confiança, daria meu voto de acordo com o clamor da sociedade.

 

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

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POÇO SEM FUNDO

Se setores do governo avaliam que só se deve entregar cargos prometidos ao chamado centrão depois da votação do impeachment, evitando assim possíveis traições, o contrário é imensamente mais verdadeiro. O centrão que se cuide, pois não tardará para Dilma Rousseff tomar de volta tais cargos e reocupá-los com membros da quadrilha, muitos dos quais fugitivos de Sérgio Moro em busca de foro privilegiado. Essas negociatas são o fundo do poço da imoralidade. Ou, melhor, um poço sem fundo. 

Luciano Harary lharary@hotmail.com

São Paulo

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CASA DE TOLERÂNCIA

Num quarto de luxo em um hotel de Brasília está sendo negociada a permanência da presidente Dilma no poder. Não muito longe, na mesma cidade, em bordéis de luxo, homens e mulheres negociam sexo com uma diferença: honestamente...

Luiz Ress Erdei gzero@zipmail.com.br

Osasco

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MAU-CARATISMO

Ao ver a negociação entre o governo (Lula) e o apenado Valdemar Costa Neto por cargos em troca do não ao impeachment, concluo que mau-caratismo não tem solução. O tempo que Valdemar esteve preso não serviu para nenhuma reflexão. Brasileiros... Brasil...Ora, vão às favas...

  

Cecília Centurion ceciliacenturion.g@gmail.com

São Paulo

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FILME DE TERROR    

O mau cheiro que exala do Palácio do Planalto é muito pior que o do Rio Pinheiros. Os estragos que vão ficar depois desse furacão vão ser mais feios que vara de bater em pecado. A presidente, como ex-guerrilheira, se utiliza de todas as “arma$ po$$íveis” para se manter no cargo. A obsessão pelo poder é maior que a do Ideia Fixa, o cachorrinho do Asterix, pelo osso. Será que algum produtor cinematográfico americano se interessaria em rodar um filme de terror com os personagens que lá atuam?

Orlando José Durigan odurigan@gmail.com

São Carlos

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IMPEACHMENT

Será o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o tribunal da democracia, nossa última trincheira e esperança?

 

Tania Tavares taniatma@yahoo.com.br

São Paulo

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ESQUIZOFRENIA

Após ameaçar, contundentemente, trocar as equipes que trabalham na Operação Lava Jato bastando que sinta “cheiro de vazamento” de ligações grampeadas (embora não sinta o cheiro pútrido que exala do conteúdo dessas ligações), o novo ministro da Justiça vem dizer-se “preocupado com o sentimento de raiva e ódio que aflora pelas divergências políticas e que é preciso serenidade neste momento para enfrentar as dificuldades do País”. A presidente Dilma, por sua vez, diante de sua subalterna plateia, declara uma guerra por dia ao povo que não mais a suporta, gritando “golpe!”, “golpe!”, e, agora, junto com seu partido, vem conclamar a “reconciliação nacional”. Atitudes, no mínimo, esquizoides... Com que moral nos pedem para serenar os ânimos? Não queremos ódio, mas não foi o povo trabalhador que criou as dificuldades e, ao que me conste, numa democracia verdadeira temos o direito de nos indignar e exigir que a Constituição seja cumprida, que o trabalho de exposição dos crimes de colarinho branco, ora realizado pela Polícia Federal, Ministério Público e juízes da estatura de Sérgio Moro (que, mesmo sem querer, provoca dolorosa inveja em ministros vetustos...), seja levado a cabo sem esmorecimentos, até que dessa corrupção infame não fique pedra sobre pedra. Quando tivermos políticos que pensem antes no bem-estar do povo do que em sua própria ânsia de poder, então, e só então, haverá paz social.

 

Edméa Ramos da Silva paulameia@terra.com.br

Santos 

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DEPOIS DO IMPEACHMENT

Mais do que o ódio, devemos nos preparar para os seus desdobramentos: o “lado” que “perder” o impeachment não aceitará a derrota. E agora, José?

William De Vuono wdevuono@gmail.com

São Paulo

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NA ISLÂNDIA

O primeiro-ministro da Islândia renunciou diante de revelações de corrupção da Panama Papers. Quando teremos a primeira renúncia no nosso país?

  

Robert Haller robelisa1@terra.com.br

São Paulo

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SERIA BOM

Na fria Islândia, bastou uma só notícia contra o chefe de governo, sobre ele ter contas em paraíso fiscal, para ele renunciar. Como seria bom se no Brasil acontecesse tudo com igual agilidade e reconhecimento de patriotismo dos nossos governantes.

 

Carlos Henrique Abrao abraoc@uol.com.br

São Paulo

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HOMBRIDADE ISLANDESA

Que bom se aqui, no Brasil, fosse como na Islândia!

Silvio Leis silvioleis@hotmail.com

São Paulo

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SEJA BEM-VINDO

O premiê da Islândia renuncia por causa de escândalo dos documentos da Panama Papers e, por isso, corre um sério risco de ganhar um ministério no governo Dilma. Não duvidem: “Em política tudo pode”, já dizia Aloizio Mercadante.

Marcos Catap marcoscatap@uol.com.br

São Paulo

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RENUNCIAR É PRECISO

Sra. Dilma para o bem da Nação, renuncie. Por um único motivo – uma menção nos documentos da Panama Papers –, o primeiro-ministro da Islândia renunciou. Será que V.Sa. não consegue o mesmo? Ser guerreira (como V.Sa. sempre apregoa) também exige sacrifícios e é salutar, ao nosso país e seu povo, que se cansa de tantos desmandos.

Ricardo Guilherme ricardoguilherme88@gmail.com

Monte Alegre do Sul

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MEDO

Fico cada vez mais assustado com a capacidade de nossa justiça, pela lentidão, e com a vergonha que nossos governantes parecem não ter mais. Em apenas 3 dias o premiê islandês pediu demissão, e no Brasil em longos 3 anos nada aconteceu com nossos políticos corruptos. Onde está a vergonha na cara?

Paulo Arantes paulo.mabraco@mabraco.com.br

Piraju

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UFANISMO FERIDO

O caso Mossack Fonseca não deixa dúvidas. O Brasil do PT é subdesenvolvido e periférico, até em corrupção. Como dizia o grande cartunista argentino Di Vito, “no somos nada che!”.

Mário Rubens Costa costamar31@terra.com.br

Campinas

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A EUROPA E OS REFUGIADOS

 

Como se fossem mercadoria, jogada de um lado para o outro. Assim são tratados os refugiados de guerra da Síria e do Iraque, homens e mulheres, alguns já idosos, e muitas crianças e jovens, que buscam um lugar onde possam viver em paz. É muito triste ver essas pessoas sendo expulsas de suas casas, suas cidades de origem. Nesses conflitos, só a indústria bélica ganha. De nada adianta o papa Francisco, durante a sua mensagem de Páscoa, abordar a rejeição de refugiados na Europa, ou, então, lavar e beijar os pés de refugiados. De nada adianta o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, prometer apoio “substancial” na crise de refugiados, ou o governo brasileiro se oferecer para acolher refugiados em troca de ajuda financeira dos europeus. Tudo isso não passa de ego inflado, de gente egoísta e vaidosa, que, na verdade, mostra apenas a falta de sensibilidade e seriedade que têm para um problema de urgência real. Um problema que está tornando o mundo quase tão desumano quanto nos tempos do Império Romano, quando as pessoas, por capricho de uns governantes desequilibrados, eram perseguidas, sem ter com quem contar. Hoje são os sírios, os iraquianos fugindo. Amanhã, sabe-se lá quem serão!

Mirna Machado mirnamac@uol.com.br

Guarulhos

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