Fórum dos leitores

LULOPETISMO

O Estado de S.Paulo

09 Abril 2016 | 03h00

Reforma agrária fajuta

Onde o PT põe a mão, nada mais prospera senão a corrupção. Sua propalada reforma agrária – com menor número de assentados que nos governos de FHC, diga-se – está recheada da picaretagem, como detectou o Tribunal de Contas da União (TCU). Esse programa, que deveria beneficiar só agricultores de baixa renda, foi destinado nesta era petista a 578 mil pessoas, ou 30% do total, de forma irregular – receberam lotes desde políticos com cargo de vereador, deputado e prefeito até um senador, e muitos outros também com elevado padrão de vida, proprietários de carros de luxo como Porsche, Camaro, Range Rover, que custam entre R$ 200 mil e R$ 470 mil... Uma verdadeira orgia com os recursos públicos, que pelos cálculos do TCU deu um prejuízo ao Tesouro Nacional de R$ 2,5 bilhões! E por causa desse vandalismo institucional patrocinado pelo PT a reforma agrária, infelizmente, está suspensa.

PAULO PANOSSIAN

paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

Podridão

É, não há órgão ou setor “administrado” pelo governinho do PT que não apresente irregularidades. Alguns casos de que me lembro: Caixa Econômica, Banco do Brasil, Bolsa Família, Minha Casa, Minha Vida, Petrobrás, Refinaria Abreu e Lima, Usina de Belo Monte, PAC, BNDES e, agora, o Incra, onde o TCU constatou uma verdadeira arapuca, com todo tipo de aproveitadores e corruptos mamando à custa do povo brasileiro. E o pior é que não podemos saber o nome das pessoas envolvidas pelo fato de o processo correr sob segredo de Justiça. Até quando essa turma continuará roubando e vilipendiando o nosso país?

URIAS BORRASCA

urias@mercosulrefratarios.com.br

Sertãozinho

Será um ‘golpe’ do TCU?

Inimagináveis 587 mil beneficiários do Incra são irregulares. A corrupção nechte país cresce em progressão geométrica e parece não ter fim. Certamente as ruas serão tomadas pelo MST, com seu “exército” e movimentos afins, para protestar contra esse absurdo e exigir a punição exemplar dos responsáveis. Ou não?

LUIZ NUSBAUM

lnusbaum@uol.com.br

São Paulo

Mais uma farsa

Pelo visto, as novas desapropriações de terras anunciadas pela presidente Dilma em ato político no Planalto (1.º/4), na presença de líderes do MST e da Contag, foram para o espaço. Os brasileiros em geral agradecem ao TCU e também ao agrônomo e político brasileiro Xico Graziano, que há anos já alertava, no seu livro O Carma da Terra no Brasil, sobre os estarrecedores resultados dessa farsa da reforma agrária em nosso país.

EDGARD GOBBI

edgardgobbi@gmail.com

Campinas

PT em 13 anos

Em junho de 2002, uma sinistra premonição causava apreensão aos brasileiros mais bem informados, com o temor da chegada de Lula ao poder. Essa parcela da população parecia ter dotes proféticos, com a visão clara nos horizontes do futuro, que mostrava a formação de terrível tormenta. Lula presidente era algo diabólico e assustador para os que se preocupavam com os destinos do nosso Brasil. Depois de perder por três vezes a eleição presidencial, pela desconfiança quanto ao seu caráter, Lula estava mais bem preparado e já contava com um mestre na arte de ludibriar as pessoas, tinha um profissional da mentira no seu time. Foi esse profissional, chamado de “Mago”, que escreveu aquela famosa Carta ao Povo Brasileiro que Lula assinou assumindo o compromisso de que nada de diabólico faria parte de seu governo. Mesmo desconfiado, o povo resolveu pagar para ver. Ele foi eleito e aos mais míopes foi prometido o Fome Zero, “um país de todos”, e aos mais informados foi destinada a tal carta, o “espetáculo do crescimento” e “o PT não rouba e não deixa roubar”. Com a chegada ao poder e as chaves do cofre do erário nas mãos, Lula não perdeu tempo e iniciou o que ficou conhecido como mensalão, que nada mais era do que a compra ou o aluguel de políticos para votarem o que Lula queria e do jeito que ele queria. Pilhado, disse que nada sabia e FHC entrou em cena para neutralizar o impeachment, alegando que o episódio havia deixado Lula sangrando e ele cairia sozinho. FHC não só foi responsável por ressuscitar Lula, como serviu silenciosamente de alvo de seus ataques nos momentos em que seu governo era questionado. Tudo era culpa da “herança maldita”. Lula seguiu gastando irresponsavelmente por oito anos, até inventar Dilma, uma desconhecida que precisava ser eleita. Lula chamou o “Mago”, ou “Feira”, para novamente enganar o povo. “Mãe do PAC” foi o nome de batismo. Ela queria fazer melhor que seu criador, ou seja, ser mais irresponsável e mais gastadora, ampliando o bolsismo e criando cargos para agradar a todos. O País quebrou e a incompetenta não quer sair. Lula assume o governo de um quarto de hotel sem ter cargo e, à luz do dia, distribui cargos e milhões em dinheiro às hienas que ainda lutam pelos despojos da pobre Nação brasileira. O pior de tudo é saber que Lula, mesmo desviando até o acervo do palácio, continua a delinquir sob o manto protetor da “Suprema Corte Federal” do nosso país.

WILSON SANCHES GOMES

sancheswil@hotmail.com

Curitiba

A culpa de FHC

Ele deixou a casa tão arrumada que permitiu aos PeTralhas se esconderem no cinismo de seu programa de desgoverno.

RICARDO LUIZ RUIVO MUNIZ

ricmuniz45@me.com

São Paulo

Retrocedendo 25 anos

Esta crise política, econômica, social e moral teve, sim, como responsável direto o FHC. Ainda sob a sombra de Itamar Franco, arrogou-se a posse do Plano Real para se eleger presidente da República. Eleito, patrocinou emenda constitucional que abriu a possibilidade de reeleição. Depois de “reinar” por oito anos, sem convicção para lutar para fazer o sucessor, entregou o País, de bandeja, ao lulopetismo bolivariano. Deu no que deu.

SERGIO S. DE OLIVEIRA

ssoliveira@netsite.com.br

Monte Santo de Minas (MG)

Rastilho

O ex-delegado da Polícia Federal e ex-deputado Protógenes Queiróz pediu asilo na Suíça, alegando ser perseguido político no Brasil, até com tentativa de sequestro. Disse ainda que a Operação Satiagraha terminou por acusação de uso de “grampos ilegais”, tal qual estão tentando fazer agora com o juiz Sergio Moro na Operação Lava Jato. Só que se calarem a Lava Jato quem vai incendiar o País serão os 85% que desaprovam esse governo corrupto. O Brasil cansou.

BEATRIZ CAMPOS

beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

O QUARTEL-GENERAL

Há algo de estranho no reino da Babilônia, ou, melhor, do Supremo Tribunal Federal (STF). A Suprema Corte afirma que não age por ofício, apenas por provocação. Ora, existe provocação maior do que a do ex-presidente Lula – que escapou por pouco da prisão, por intervenção do STF – montar um quartel-general num hotel luxuoso, em plena Brasília, para coordenar pessoalmente a compra imoral de votos de políticos contra o impeachment de Dilma Rousseff, utilizando como moeda de troca não só cargos no governo, como dinheiro vivo? Se é a Procuradoria-Geral da República (PGR) que precisa atuar, os ministros do STF podem muito bem, como bons brasileiros, instar o procurador a fazê-lo. Lula se considera imune e zomba do povo e da Corte. E esta nos decepciona. 

Luciano Harary lharary@hotmail.com

São Paulo

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AMORAIS

Tamanho é o baixo nível das negociações na compra de votos contrários ao impeachment que os corruptos do governo e os corrompidos parlamentares só serão aquinhoados com o butim – cargos e ministérios – depois de votarem a favor do governo, demonstrando um comportamento tal e qual o da bandidagem. Para amorais, começando pelo Partido dos Trabalhadores (PT), no seu critério, só há uma vergonha: perder!

Mario Cobucci Junior maritocobucci@gmail.com

São Paulo

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ESCANCARADOS

Quando qualquer político for pilhado distribuindo bonés e camisas ou ceder transporte a eleitores em época de eleição, ele é condenado por compra de voto, de acordo com a nossa Lei Eleitoral. Entretanto, estamos testemunhando a compra de inúmeros votos, por meio de dona Dilma e do senhor Lula da Silva, com a adesão de deputados ao posicionamento contrário ao impeachment da presidente do Brasil por crimes de responsabilidade fiscal. Como devem agir a nossa Polícia Federal, o Ministério Público Federal (MPF) e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE)? Não vão tomar nenhuma atitude? Até valores já foram citados: R$ 1 milhão, para votar contra o impeachment; e R$ 400 mil, para faltar no dia da votação – valores que seriam destinados para atender a emendas dos “digníssimos” deputados junto de suas bases eleitorais. Pobre democracia brasileira...

Antônio Carelli Filho palestrino1949@hotmail.com

Taubaté

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ONDE ESTÁ LULA?

Onde você acha que o ex-presidente Lula está agora? 1) Pescando no sítio de Atibaia; 2) checando a reforma no tríplex; 3) tomando banho para esperar a Polícia Federal; 4) fazendo uma visita de cortesia ao ministro Teori; 5) telefonando para Dilma (“Oi, querida”); 6) num palanque falando mal da TV Globo; 7) num quarto de hotel em Brasília usando o nosso dinheiro para comprar os votos anti-impeachment. Uma conta em paraíso fiscal com R$ 1 milhão em pixulecos para quem acertar.

Luiz G. Tressoldi Saraiva lgtsaraiva@uol.com.br

São Paulo

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TOMA LÁ DÁ CÁ

Só para refrescar a memória de Dilma: em janeiro de 2011, a presidente recebeu no Palácio do Planalto a jornalista da Globo Patricia Poeta para uma entrevista em que a presidente acabou mostrando  várias dependências do palácio. Em meio à sensação de êxtase por ter vencido as eleições de 2010 e estar ali, naquele momento, sendo vista por milhões de brasileiros, Dilma foi perguntada pela repórter sobre o que ela achava da política do “toma lá dá cá”, comum entre os governantes, ao que respondeu: “Minha cara, se você me explicar o que significa isso eu te agradeceria, pois não tenho a mínima ideia do que se trata”. A jornalista está até hoje sem saber onde enfiar a cara, ou o corpo, de tamanha saia-justa. A entrevista praticamente se encerrou ali. E agora, Dilma e Lula? Como anda a vergonhosa compra de parlamentares para barrar o impedimento?        

Antonio Carlos C. L. Moraes antonio@nalucomunicacao.com.br

Santo André

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ALERTA TOTAL NA LAVA JATO

Simplesmente magistral o artigo de Modesto Carvalhosa publicado pelo “Estadão” na quinta-feira (7/4), “No pós-Dilma, alerta total na Lava Jato”, sobre o que se pode esperar do pós-Dilma. Estes dois últimos presidentes foram míseros fantoches nas mãos das empreiteiras, que também tinham para os seus interesses 70% do Congresso. Soa até irônico dizer que essas empresas sejam indispensáveis para o aperfeiçoamento tecnológico, enquanto Dilma, a “mãe do PAC” e “tocadora de obras”, vira matéria de deboche ao propor que algum outro país descubra como estocar vento. Mas isso tudo já vinha orquestrado desde o primeiro mandato de Lula, lembrando que em 2003 foi criada por lei, aprovada pelo Congresso, é óbvio – e Dilma era então “ministra” –, a Empresa de Pesquisas Energéticas (EPE), cujo intuito, na época se suspeitava e hoje se confirma, era viabilizar as grandes hidrelétricas na Amazônia. E, se houver um médio prazo para este governo, ele certamente deverá incluir as hidrelétricas no Tapajós, que são o que sobrou. Os chineses, a Alstom, etc..., todos agradecem. Mas a salvação do País, com os perigos apontados no artigo, parece pouco afetar os nossos representantes. Para eles, o povo continua sendo um ínfimo detalhe.

Caio Quintela Fortes caioqf4@hotmail.com

São Paulo

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RESPONSABILIDADE DOS PARLAMENTARES

Ao ser pressionado a submeter-se a exame dos delitos que possa ter cometido, a “jararaca” se transforma em rato em busca de esconderijo em ministério da República Federativa do Brasil. A esse ponto a nação brasileira nunca foi submetida. Cabe aos parlamentares a responsabilidade, com a urgência reclamada, de acionar o processo de impeachment da filhote da jararaca, o que culminará, fatalmente, com a expulsão do rato, provando que ministério federal não é pousada de fugitivos da Justiça.

Carlos Rolim Affonso profrolim@globo.com

São Paulo

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UM GOVERNO SEM DIGNIDADE

Em minhas sete décadas de existência, não me lembro de nenhum governo federal antes do atual com tamanha falta de dignidade e compostura. O que os membros do governo Dilma Rousseff estão fazendo para se segurar de qualquer maneira no poder é de envergonhar a todos nós perante os demais países do planeta. Aliás, a imprensa internacional tem dado o devido destaque para as abobrinhas do governo federal. A farta distribuição de cargos públicos em troca de votos contra o impeachment é um espetáculo que por si só justificaria o impeachment da presidente. No melhor estilo do coronelismo, que se julgava moribundo, como destaca editorial desta semana do “Estadão”, o governo promete cargos da administração federal, do primeiro ao terceiro escalões, para todo partido que ajudar a salvar a presidente de uma saída desonrosa.   Se o apaniguado entende ou não das suas futuras atribuições não vem ao caso, mas tão somente se tiver votado contra o impeachment. Nessa toada, o ministro da Saúde poderá ser um cidadão qualquer, seja ignorante na sua área ou não. O mesmo ocorrerá para os demais cargos do governo federal. Ou seja, poderemos ter um conjunto de ignorantes que acabarão por levar o País a uma derrocada final. Em vista da absoluta falta de argumentos contra as acusações de infrações à legislação vigente, como a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), membros do governo argumentam que outros que antecederam à presidente também cometeram ilícitos, como se tal fato fosse alguma justificativa sequer plausível. Assisti ao advogado-geral da União – pasmem, de dedo em riste –, ao discursar para deputados federais, afirmar, apoiado em sofismas, que o que se pretende fazer é aplicar um golpe contra um governo legalmente eleito. Engana-se o causídico, o golpe foi aplicado ao povo brasileiro, quando a população foi enganada pela candidata à reeleição, que congelou os preços dos combustíveis, causando um prejuízo de R$ 80 bilhões à Petrobrás, para escamotear a real situação do País. E hoje amargamos uma inflação que corrói os salários daqueles que ainda estão empregados, convivemos com um desemprego em curva ascendente, assim como o número de empresas fechadas. A presidente conduziu o Brasil para a beira do abismo e não será com ela que iremos nos livrar da atual situação, pois falta-lhe competência para tanto.

Gilberto Pacini benetazzos@bol.com.br

São Paulo

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CONGRESSO À PROVA

A votação do impeachment da ainda presidente Dilma Rousseff será a maior prova para o povo brasileiro confirmar a honestidade dos no$$os deputados intere$$ados em “grana” ou num futuro melhor para o País. Votou contra o impeachment, está mais intere$$ado na “grana” e a favor do atual estado de crise econômica, política, moral, social e institucional do País. Votou a favor do impeachment, quer a recuperação e o crescimento do País e o verdadeiro desejo de um futuro muito melhor para os brasileiros. O PT conseguiu destruir o Brasil em 13 anos: destruiu a moralidade de um povo; e destruiu as nossas instituições, que na atualidade se confundem com a desonestidade dos maus dirigentes e militantes petistas comandados pelo “maior ladrão do mundo”. O Congresso está sendo posto à prova! 

 

Luiz Dias lfd.silva@uol.com.br

São Paulo

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É OU NÃO É, EIS A QUESTÃO!

Analisando a posição de cada deputado no placar do impeachment apresentado pelo “Estadão”, a resposta só tem duas opções: é ou não é, e ponto final! A postura de “indecisos”, a começar a pertencer ao PMDB, com maior número, assim como também o quadro dos que “não responderam”, denota simplesmente o seguinte: ou este “pessoal” está em cima do muro, visando somente a continuar com o benefício próprio, esperando para ver qual lado sairá vitorioso, para continuar a... ou é um sujeito desinformado que não tem nenhuma condição de exercer o cargo a que foi designado, em prol deste nosso pobre país, falido, assunto de chacotas nacionais e internacionais e que hoje só nos faz chorar, tentando carregar no coração a ordem e o progresso! 

Maria Luisa K. L. Passerini marialuisa@jcpasserini.com.br

São Paulo

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O QUE ELE FAZIA LÁ?

 

Na foto que ilustra a matéria “Relator vê indício de crime e recomenda continuidade de impeachment de Dilma” (“Política”, 7/4), o relator da comissão de impeachment, Jovair Arantes (PTB-GO), parecia assustado com a presença de Paulo Maluf durante a leitura de parecer do colegiado. Não é para menos!

 

Cláudio Moschella arquiteto@claudiomoschella.net

São Paulo

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‘FAZEMOS QUALQUER NEGÓCIO’

O balcão de negócios espúrios promovido à luz do dia pelo governo Dilma, em Brasília, com a distribuição de cargos públicos e a descarada compra de votos de deputados contra o impeachment, é de tal monta que até mesmo o notório deputado Paulo Maluf (PP-SP) se mostrou indignado com a prática que afronta a democracia. Como se vê, para não largar o suculento filé mignon, o PT – “fazemos qualquer negócio” – não mede esforços, dinheiro e artifícios, sendo capaz de ultrapassar todos os limites da tolerância. Este poço não tem fundo. Pobre Brasil!

J.S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo

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PAULO MALUF

Maluf está indignado com a bandalheira. A coisa está feia...

Elisabeth Migliavacca elisabeth448@gmail.com

São Paulo

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O VOTO A FAVOR DO IMPEACHMENT

Maluf, que perdia por 1.000 a 0, agora perde por 1.000 a 1.

Roberto Twiaschor rtwiaschor@uol.com.br

São Paulo

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‘NÃO VAI TER GOLPE!’

A carta a seguir foi publicada na coluna dos leitores do jornal da cidade de Bauru (SP), pelo dr. Cesar Carvalho, que me autorizou a encaminhá-la para o “Estadão” para publicação: “‘Não vai ter golpe!’ Também acho, pois o golpe já ocorreu! Aliás, já ocorreram vários golpes, uma vez que o PT nos engana faz tempo. O primeiro golpe ocorreu quando, antes da conquista do poder, o PT prometeu mudar a forma de fazer política utilizando a transparência, ética e moralidade, e não fez nada disso. Outro golpe ocorreu quando o PT prometeu combater a corrupção e acabou se transformando no maior campeão desta modalidade. Mais um golpe ocorreu quando o PT prometeu, com a “Carta ao Povo Brasileiro”, obedecer às leis, tais como cumprir os contratos e o equilíbrio fiscal, e acabou promovendo um fantástico desiquilíbrio das contas públicas, ocasionando a destruição de nossa economia. Outro grande golpe ocorreu quando o PT prometeu nas últimas eleições presidenciais uma coisa e depois fez outra totalmente oposta como, por exemplo: ao invés de colocar comida na mesa do trabalhador, acabou promovendo o desemprego. Como se nota, o especialista em golpes é o PT. Para entender isso, compare seu comportamento com as máximas de Lênin, pai do comunismo e fundador da URSS, elencadas a seguir: “Use o idiota útil na linha de frente;  incite o ódio entre as classes; para dominar, crie o caos, destrua a economia; acuse os adversários do que você faz, chame-os do que você é; destrua sua base moral; fale sempre em democracia, mas assim que haja oportunidade assuma o poder sem nenhum escrúpulo”. Agora dá para entender o PT?! Só nos resta persistir na reação, usando a Constituição, para acabar com esta sucessão de golpes. Assinado, dr. Cesar Carvalho”. 

José Eduardo Fontes cesarneuza@globo.com

Bauru

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HAJA HIPOCRISIA! 

Na quinta-feira, 7 de abril, o Palácio do Planalto foi novamente palco de um evento meramente partidário. Tornar as instituições e locais públicos puxadinhos do PT e de seus movimentos “sociais” não é nenhum ineditismo de Dilma Rousseff, é da própria natureza do lulopetismo. A novidade está no discurso por ela proferido. Para a presidente da nossa República bananeira (?), o vazamento das delações de executivos da Andrade Gutierrez, publicado no jornal “Folha de S.Paulo”, é “oportunista e seletivo”. A retórica é facilmente desconstruída, haja vista que tais delações, apontando R$ 150 milhões em propina nas obras da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, tratam não só das eleições presidenciais de Dilma, tendo em ambas Michel Temer compondo a chapa, como também de repasses exclusivos ao PMDB. Onde está o aspecto “seletivo” do vazamento? Ademais, e é este o cerne do estarrecimento causado pela fala da presidente, estabeleceu-se um elo entre divulgações e o “golpe” do impeachment. Ora vejam, Dilma considera imprensa vigilante e um povo consciente como sendo “combustíveis” para o “golpe”. Para não escapar da metáfora, golpe é o assalto dos cofres da Petrobrás para alimentar um projeto de poder, quando não para simples roubalheira pessoal. Também é igualmente ilegal, Sr.ª presidente, ser conivente com tal saque. Macaco, cuida do teu rabo! 

Elias Menezes elias.natal@hotmail.com

Nepomuceno (MG)

  

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TERRAS DE NINGUÉM 

A presidente Dilma Rousseff tem usado indecorosamente, e pode ser responsabilizada por isso, o recinto do Palácio do Planalto para comícios desesperados. A claque inviavelmente é constituída por grupos radicais, nossos velhos conhecidos, MST, comandado por João Pedro Stédile, e o MTST, liderado por Guilherme Boulos. Esses líderes inflamados pelo discurso cansativo, apelativo e irresponsável da senhora presidente, do “não vai ter golpe”, ameaçam pôr em prática, caso o impeachment se concretize, o que mais sabem fazer: a desordem e a violência. Como o afastamento da presidente é quase certo, sugiro a estes grupos, como base de treinamento, que iniciem pela invasão de um certo sítio em Atibaia (SP). Com certeza não haverá resistência, facões e foices não serão necessários, pois se trata de terras devolutas. Por mais que o Ministério Público procure seus donos, não os acha de jeito nenhum! Portanto, está livre, podem usar da piscina, do lago e seus pedalinhos e da fabulosa adega, com finíssimos vinhos. Ah, estava me esquecendo da torre exclusiva para celulares, pode ser usada para comunicar novas invasões, sem o perigo de grampo.   

Sérgio Dafré sergio_dafre@hotmail.com

Jundiaí 

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PROVÉRBIO PORTUGUÊS

Furtaram quarta-feira o famoso sítio do ex-presidente Lula em Atibaia (SP), mas não há por que prender os ladrões. Isso porque, conforme o provérbio português, “ladrão que rouba ladrão tem cem anos de perdão”.

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo 

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ASSALTO AO SÍTIO EM ATIBAIA

É verdade ou mentira que cidadãos do Movimento dos Sem Charuto invadiram a fazenda de integrantes do Movimento dos Sem Vergonha?

 

Isabel Krause dos Santos Rocha Souto souto49@yahoo.com

Brasília

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IMPEACHMENT JÁ

O “Estadão” tem razão ao defender o impeachment como o melhor e, neste momento, o caminho mais curto para tirar a nação brasileira desta crise profunda e pensar na construção de um país sem o lulopetismo no poder. Portanto, impeachment já!

Francisco Alves da Silva profealves@gmail.com

São Paulo

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AFUNDANDO MAIS

Segundo o presidente do Itaú Unibanco, Roberto Setúbal, “há sinais encorajadores na inflação, que parece ceder”. Acho que ele está sem tempo de ler o caderno de economia do “Estadão” e se informar, pois, senão, saberia que a inflação está cedendo não por competência do atual governo, e, sim, por causa da recessão que está destruindo a nossa economia. Se a inflação recuar e voltar para “apenas” um dígito, mas ainda longe do centro da meta, não significa uma luz no fim do túnel, significa apenas que o Brasil afundou mais um pouco. Se Roberto Setúbal e demais banqueiros do País realmente estivessem preocupados com o futuro do Brasil, deveriam se empenhar mais para afastar o PT do poder.

Maria Carmen Del Bel Tunes carmen_tunes@yahoo.com.br

Americana

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SINAL DOS TEMPOS

Na Roma antiga, os imperadores ofereciam circo, pão e vinho ao povo para que se divertisse e se esquecesse das dificuldades. No império do PT, sob as ordens da imperatriz Dilma, oferecem zika, chikungunya e dengue para o povo se preocupar e não se lembrar da crise em que nos meteu. 

Jair Nisio jair@smartwood.com.br

Curitiba

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ROBERTO JEFFERSON DE VOLTA À CÂMARA

Patética a volta à Câmara dos Deputados do ex-deputado Roberto Jefferson (PTB), condenado por corrupção e outros crimes no escândalo do mensalão. Trata-se de um condenado pelo STF enquanto exercia o mandato de deputado federal, que ele desonrou da forma mais baixa possível. Figuras como Jefferson deveriam ser relegadas ao ostracismo e ao esquecimento, tal sua indignidade ao exercer um cargo eletivo, sem um pingo de ética ou dignidade. Curioso como as piores pessoas defendem o impeachment da presidente. Mesmo quem é contra Dilma e o PT, como eu, acaba tendo de dar o braço a torcer ao ver os maiores corruptos defendendo a sua saída. Sem uma ampla reforma política, continuaremos reféns dos Jeffersons, Cunhas, Temers e cia. Ltda. Um horror.

 

Renato Khair renatokhair@uol.com.br

São Paulo

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MEU MALVADO FAVORITO

Todos sabem que o indulto de Natal tem como escopo anistiar os quadrilheiros do PT. Não imaginavam que estariam dando asas ao furor do mensalão. Bem-vindo, Roberto Jefferson.

Arnaldo Ravacci arnaldoravacci05@gmail.com

Sorocaba

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FERNANDO GABEIRA

A propósito da indagação que faz o jornalista Fernando Gabeira em seu artigo sob o título “Carbonos 14”, “como o Brasil pôde conviver tantos anos com uma proposta tão cínica como a do PT”? É sugestivo fazermos duas considerações. A primeira, a bem verdade, deve-se reconhecer que tanto ele como Marina Silva e outros mais pularam do barco quando viram o que estamos assistindo hoje. A segunda, a de que não nos esqueçamos de que, por bons anos, essas mesmas pessoas estiveram nele e trabalhando por ele. 

Éden A. Santos edensantos@uol.com.br

São Paulo

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OPERAÇÃO ISÓTOPO DE CARBONO

Lula e seu instituto não estão querendo que o juiz federal Sérgio Moro investigue o assassinato de Celso Daniel. Na verdade, não era essa a intenção da Operação Lava Jato, mexer com “temas sepultados do PT”, porém quem os levou até o insepulto prefeito foi o grande amigo do ex-presidente, o senhor José Carlos Bumlai, que foi preso e deu as coordenadas sobre o recebedor do cala-boca de R$ 6 milhões, o atual dono de um jornal de Santo André, senhor Ronan Maria Pinto, preso para esclarecimentos na Operação Carbono 14. Como sempre, as fases das operações de Curitiba têm nomes superpitorescos como este “Carbono 14”, que se refere ao isótopo de carbono utilizado para medir a idade de fósseis. Até aqui, nada a temer, eu diria para a turma do PT, desde que não haja nada que Moro possa descobrir de novo, pois já foram para a linha dos sepultados sete testemunhas daquele crime.

 

Leila E. Leitão

São Paulo 

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PETROMENSALÃO

Diante da 27.ª fase da Operação Lava Jato, não há outro termo para designar o que fez o PT no governo durante estes 13 anos: instituíram o petromensalão!

Werly da Gama dos Santos gama_eamsc@yahoo.com.br

Rio de Janeiro

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SILVINHO DO PT

O ex-secretário petista Sílvio Pereira (ou “Silvinho do PT”, ou, ainda, “Silvinho Land Rover”) tem muita cara de pau ao afirmar que o dinheiro que recebeu das empreiteiras foi para cestas de Natal. Isso é mais um deboche dos petistas. E, desta vez, nem foi criativo, já que repetiu a desculpa de José Roberto Arruda, quando foi divulgado o vídeo em que ele aparecia recebendo propina. Ao Silvinho do PT, uma perguntinha: que tal mostrar as notas fiscais das cestas de Natal? Se não emitiu nota, então deve ser preso por sonegação fiscal...

 

Luciano Nogueira Marmontel automatmg@gmail.com

Pouso Alegre (MG)

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APRENDIZADO E POLÍTICA

Deste imbróglio político em que estamos, que, ao menos, saia o aprendizado do que é democracia e qual o seu valor, não apenas o seu preço. Que aprendamos também a divisão dos poderes e, mesmo a Constituição dizendo que todo poder emana do povo, reconheçamos que o Judiciário é forte e extenso, porém não foi eleito. Aprender é, pois, a mais bela e incerta das aventuras humanas. 

 

Adilson R. Gonçalves prodomoarg@gmail.com

Campinas

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DIFÍCIL DE ENGOLIR

Concordo com as palavras do jornalista José Nêumanne, quando disse corajosamente, no programa “Roda Viva” de 4/4, que não confia na Suprema Corte do País e que lá todos dormem um sono profundo e demoram séculos para julgarem ações que lá chegam. Não quero acusar ninguém, mas ministros da Suprema Corte serem nomeados por políticos governistas que já agraciaram com cargos de desembargadores filhos de alguns deles e  hoje são réus com fortes indícios de terem praticado crimes, mas que serão julgados por eles, os ministros nomeados por tais políticos, fica um pouco difícil de engolir, não é mesmo?

Arnaldo de Almeida Dotoli arnaldodotoli@hotmail.com

São Paulo

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SITUAÇÃO RIDÍCULA

Cumprimento os jornalistas que participaram do último programa “Roda Viva” (4/4). Deixaram o ministro Marco Aurélio Mello, do STF, em situação ridícula, tentando justificar o injustificável, com jargões desatualizados, palavreados ao estilo óbvio e ululante em defesa de criminosos que mataram e continuam matando nas imensas filas de hospitais, nas delongas de perícias médicas e na dignidade de pessoas desempregadas, desamparadas e enganadas por políticos que se justificam só a eles e nada mais representam que o chorume de uma podridão sem precedentes até então neste país.

Lorival Verillo loverillo@gmail.com

São Paulo

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MINISTRO CAUSADOR

 

Marco Aurélio Mello, quando juiz do Trabalho, foi nomeado pelo primo Fernando, então presidente da República, para uma vaga no Supremo Tribunal Federal. Seja por necessidade de afirmação, em face das dúvidas quanto à sua cultura jurídica, seja por uma natureza exibicionista, ele tem assumido posições controvertidas, não se constrangendo em ser vencido no plenário do Supremo por dez votos contra o dele. Uma de suas decisões mais lembradas foi o “habeas corpus” concedido ao banqueiro Salvatore Cacciola, que em seguida bateu asas e fugiu para a Itália. O ministro adora causar, colocando-se como centro das atenções, e, agora, em vez de remeter ao plenário do Supremo a questão do impeachment do vice-presidente Michel Temer, ele assumiu o centro do palco e determinou à Câmara dos Deputados a imediata abertura do processo, em vez de remeter ao plenário do Supremo a decisão sobre questão tão delicada. Passará ele à história não como o ministro de grandes causas, mas, sim, como o ator de grandes causadas.

 

Hélio de Lima Carvalho hlc.consult@uol.com.br

São Paulo

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HOMEM DE PRETO

Quem diria, o ministro Marco Aurélio Mello é o maquiavélico  Dart Vader do STF. Agora, está acabando com a credibilidade dos

julgamentos do STF autojulgando “o cara”. Pobre Brasil.

Raul Ventimiglia raulventimiglia@gmail.com

Santana de Parnaíba

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ATÉ TU, MARCO AURÉLIO?

Será que a nomeação de sua filha para um cargo no Judiciário do Rio de Janeiro, com influência de Dilma Rousseff, tem algo que ver com as estranhas decisões e opiniões do ministro Marco Aurélio Mello no STF, sempre favoráveis ao governo? Não parece ser do perfil do ministro, mas o que a gente não faz pelos filhos, não é?

Jorge Manuel de Oliveira jmoliv11@hotmail.com

Guarulhos

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A FILHA DO MINISTRO

Para clarear o porquê da performance do ministro Marco Aurélio Mello, devemos nos lembrar de que sua filha, a advogada Letícia Mello, foi nomeada por Dilma para o cargo de desembargadora do TRF-2 em 2014, numa lista tríplice. E no meio jurídico comentou-se que, apesar de ser uma advogada promissora, dificilmente chegaria tão cedo a esta lista se o pai não fosse do STF. Cada um tire suas conclusões.

Paulo Cesar Feltrini pc.feltrini@hotmail.com

São Paulo 

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CONFUSÃO NA REPÚBLICA DAS BANANAS

“O Brasil não é um país sério”, diz-se que Charles de Gaulle teria dito. Agora, o distinto ministro do STF Marco Aurélio faz questão de ter seus cinco minutos de esplendor na ribalta, ao querer se intrometer indevidamente no que não é de sua competência. Ora, o ministro com declarados 37 anos de carreira deve estar se esquecendo dos princípios básicos do Direito. Ou é a consequência natural da sua idade. Com isso, aprofunda-se ainda mais a confusão na República das bananas, onde não vale o que parece e vale o que não parece. É o samba do crioulo doido. Pobre nação brasileira. 

Ottfried Kelbert okelbert@outlook.com

Capão Bonito

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IMPEACHMENT DO MINISTRO MELLO

O Movimento Brasil Livre (MBL) chegou a pedir o impeachment do ministro do Supremo Tribunal Federal Marco Aurélio Mello esta semana, com base no artigo 39 da Lei n.º 1.079, de 1.950, pois este determinou abertura de impeachment do vice-presidente da República que, segundo consta, não está previsto na referida lei. Ou seja, a lei só autoriza o impeachment do presidente da República, do procurador-geral da República, dos ministros de Estado, dos ministros do Supremo Tribunal Federal (que é o seu caso, ministro), dos governadores e dos secretários de Estado. Ora, ministro Mello, por que “cabulou” a aula sobre esse tema?

Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo                                                              

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FIM DAS TORCIDAS ORGANIZADAS

Felizmente, a Justiça brasileira descobriu por que tantos desrespeitos às leis, agressões e brigas não só nos estádios de futebol, mas estendidas por toda a cidade de São Paulo em dia de jogo clássico, com vítimas mutiladas e até fatais. Resolveram acabar com as torcidas organizadas para solucionar este drama de guerra que vive São Paulo em dias de jogo. A culpa é da polícia, que dá a sua cara a tapa para enfrentar e prender os bandidos e a Justiça, num ato de cordialidade, solta todos por falta de cumprimento da obrigação do Executivo em construir presídios e poder enjaular esses leões covardes que vêm destruindo a paz de uma sociedade acuada por falta de segurança. E viva a impunidade!

Benone Augusto de Paiva benonepaiva@gmail.com

São Paulo

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TORCIDAS CASTIGADAS?

O secretário de Segurança Pública de São Paulo comunicou que, a partir de agora, os clássicos de futebol devem ter apenas uma torcida, a do time mandante da partida. Secretário, secretário, acredita realmente que a torcida que ficar de fora vai deixar barato esse castigo? Simplesmente ela vai atocaiar a outra! Quanto ao prejuízo causado às instalações do Metrô, por que as torcidas causadoras não pagam os custos? Elas não existem oficialmente? Se existem oficialmente, têm endereço e registro, então não podem responder pelos atos de seus associados? Paguem os prejuízos e, depois, expulsem os baderneiros!

Laércio Zannini spettro@uol.com.br

São Paulo

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ESTÁDIOS COM TORCIDA ÚNICA

É uma insanidade achar que somente com a torcida do clube mandante nos estádios em clássicos em São Paulo a violência entre torcedores será eliminada. Mesmo porque, hoje, dentro dos estádios, essa violência inexiste. O que existe na realidade é a cumplicidade das autoridades competentes deste país, que não tem tido a coragem de acabar é com a impunidade destes ditos torcedores, que agem como verdadeiros criminosos, como os que mataram no último fim de semana um cidadão a dezenas de quilômetros de distância do Estádio do Pacaembu.  Não importa se o torcedor agressor é de uma torcida organizada ou não, precisa ser banido dos estádios de futebol em todo o País. E, de preferência, ficar preso por um bom tempo. Agora o que não pode é a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo proibir doravante que num clássico os torcedores dos dois clubes assistam ao espetáculo juntos. Se a moda pegar, podem um dia proibir também que em dias de jogos o cidadão não vá ao supermercado, ao shopping, ao cinema, etc. É brincadeira...

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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