Fórum dos leitores

IMPEACHMENT

O Estado de S.Paulo

10 Abril 2016 | 03h00

O Brasil em seu labirinto

Teseu, na mitologia grega, depois de derrotar o Minotauro, utiliza-se do fio feito por sua amada, Ariadne, para sair do imenso labirinto onde se encontrava. De forma análoga ao mito, atualmente estamos nós, brasileiros, numa situação tão complexa quanto a do labirinto de Teseu e a política é o nosso fio de Ariadne, que pode ajudar-nos a trilhar o único caminho democrático, há muito previsto na Constituição da República e até já experimentado, que é o do impeachment. Sugestões disfuncionais eclodem aqui e acolá, de acordo com o interesse do autor, como a das tais das eleições gerais ou a do parlamentarismo já. Mas o tempo urge, pois enquanto a porcada chafurda o nosso país afunda.

JOSÉ EDUARDO ZAMBON ELIAS

zambonelias@hotmail.com

Marília

Na caverna de Platão

Chikungunya, Dilma, zika vírus, Lula, H1N1, Renan, Aedes aegypti e petistas histéricos, desemprego, ministros do Poder Executivo incompetentes, Congresso Nacional falido, ministros do Supremo Tribunal Federal falastrões e intervencionistas, inflação, educação e escolas em degradação a olhos vistos, bem como saúde e hospitais, um toma lá dá cá em total efervescência entre uma presidente mentirosa que se diz honesta e políticos corruptos e bandidos. Todo esse quadro desalentador faz dos brasileiros um povo triste e desanimado, pessimista como nunca esteve nas últimas décadas. Na verdade, estamos todos no fundo de uma caverna vislumbrando tão somente sombras e vivenciando o mundo platônico em sua plenitude.

REGINA ULHÔA CINTRA

reginaulhoa13@outlook.com

São Paulo

Pafunça

Tão desastrosas andam as coisas lá pelos lados do Planalto – transformado hoje em palanque de comício do PT – que, à contemplação de todos, vemos Lula, corda no pescoço, em desespero tentando, com o aval da presidente da República, comprar a qualquer preço votos dos deputados aproveitadores das atuais circunstâncias, os quais, fingindo-se indecisos (só para aumentar o preço do produto), pedem alto, em cenário de fim de feira. Lula abre o talão de cheques das benesses, sempre com o aval de Dilma, e vai distribuindo a mancheias o dinheiro do povo. Enquanto isso, o Brasil, desequilibrado como bêbado em ladeira, marcha célere para o precipício. No meio desse alarido todo em que vamos embarcados, parece-me ouvir a voz rouca de Lula voltando-se para dona Dilma, entoando o canto de cisne do PT, à maneira de Adoniran Barbosa: “Pafunça, que pena, Pafunça, que nossa amizade virou bagunça”.

ANTONIO B. CAMARGO

bonival@camargoecamargo.adv.br

São Paulo

Indecisos a esta altura?!

Fico me perguntando o que deixaria um deputado indeciso até este momento, depois de tantas informações trazidas pela mídia. Haveria ainda margem para dúvidas? Se, na pior das hipóteses, aguardam algum sinal de um certo QG num hotel de Brasília, então esses deputados são um caso perdido, porque não representam o povo que os elegeu e, certamente, esperaria deles uma posição a favor do Brasil. Francamente, prefiro até os que votam contra desde o início, embora saibam que vão tornar o País inviável do ponto de vista da governabilidade e da economia, além do aspecto moral e ético. Que os céus permitam que nas próximas eleições nos livremos desses urubus, sempre ávidos por carniça – sem querer ofender as aves, que prestam um bom serviço à natureza.

ELIANA FRANÇA LEME

efleme@gmail.com

São Paulo

Hoteleira

Na matemática fétida da compra de parlamentares, deputado “indeciso” significa “à venda”. Simples assim.

JULIO CRUZ LIMA NETO

São Paulo

Indiferença

Enquanto a presidente procura agarrar-se com unhas e dentes ao cargo para o qual foi “legitimamente” eleita por urnas eletrônicas altamente suspeitas, numa campanha que recebeu doações “legais e declaradas à Justiça Eleitoral”, mas feitas com dinheiro de propina do petrolão, 10 milhões de patrícios procuram desesperadamente um novo emprego para poderem saldar as dívidas a que foram induzidos por uma política mentirosa de créditos fáceis.

NÍVEO AURÉLIO VILLA

niveoavilla@terra.com.br

Atibaia

Doações ‘legais’

Um dos últimos trunfos do PT caiu por terra. Sempre que a Polícia Federal anuncia mais uma delação de presos envolvidos em corrupção na Petrobrás, o partido já tinha até um bordão: “As doações foram feitas de forma legal”. Agora a construtora Andrade Gutierrez afirma que suas doações, ditas legais, à campanha eleitoral de Dilma foram provenientes de propina. A casa caiu, definitivamente.

JOSÉ CARLOS ALVES

jcalves@jcalves.net

São Paulo

Desapega enquanto dá

É inegável que o impedimento requer comprovação de crime de responsabilidade, mas provas não faltam. Não é golpe como diz o PT, que participa do processo, legitimando-o, e já recorreu ao instrumento de forma leviana contra FHC e Itamar. Golpe de fato foi dado na Petrobrás, na Eletrobrás, nos fundos de pensão, etc. Ter sido eleito não é garantia absoluta e deputados do próprio PT já foram cassados. Eleição com caixa 2, estelionato, contas maquiadas e boataria sobre fim do Bolsa Família invalidam o mandato. Dilma criou a crise com lambanças e pedaladas, é a responsável maior por seu estilo personalista e autoritário e não tem apoio para medidas duras de ajuste e reformas necessárias, nem mesmo no seu partido. Então, por que prolongar a agonia até 2018 e levar o País à bancarrota? Dilma, desapegue e faça ao menos uma coisa certa: renuncie!

MARCELO MORGADO

morgado.mass@yahoo.com.br

São Paulo

Imperativo categórico

Ainda não está incrustado na consciência da sociedade brasileira que os dois pilares fundadores da democracia são a propriedade privada e o orçamento do Executivo, cuja proposta é levada ao Congresso e convertida em lei por aprovação. Não pode haver dúvida de que nenhum decreto, medida provisória ou outra medida qualquer que incorra em déficit fiscal é legal, e sim crime de responsabilidade. Gastar autoritariamente, sem aprovação do Congresso, é crime contra a Constituição. Portanto, o impeachment é imperativo. Não é preciso ser jurisconsulto para perceber fato tão simples.

HARALD HELLMUTH

hhellmuth@uol.com.br

São Paulo

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

A PROPINA DE BELO MONTE

A delação do ex-presidente da Andrade Gutierrez, divulgada na quinta-feira, detalha propina paga em obra do setor elétrico, mais precisamente na Usina de Belo Monte, no valor de R$ 150 milhões, repartidos entre o PT e o PMDB. O principal articulador dessa corrupção, de acordo com o executivo, foi o petista Antônio Palocci. Depois dessa informação, a presidente Dilma, aquela ilibada que vem sistematicamente usando o Palácio do Planalto para propaganda própria - o que determina abuso de poder - pediu satisfação ao ministro da Justiça sobre "vazamentos seletivos" de investigações. Vazamentos estes que podemos contestar, já que o ponto "O" da corrupção tem o PT bem no centro. Não dá para selecionar!

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

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QUEREMOS SABER

O ex-presidente da Andrade Gutierrez, segunda maior construtora do Brasil, afirmou em delação premiada na Operação Lava Jato, que já foi aceita pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Teori Zavascki, que foram doados para campanhas do PT e do PMDB cerca de R$ 150 milhões entre 2010 e 2014, recolhidos por meio de propinas em obras da Petrobrás e de Belo Monte. Portanto, tanto nosso Ministério Público Federal quanto os ministros do nosso Tribunal Superior Eleitoral (TSE) devem se pronunciar, a fim de que toda a população brasileira saiba realmente onde e como é gasta a dinheirama recolhida dos escorchantes impostos pagos por nós, que não temos nem saúde pública de qualidade, nem educação e muito menos moradia, além de segurança, é claro.

Antônio Carelli Filho palestrino1949@hotmail.com

Taubaté

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VAZAMENTO SELETIVO

Novamente, Dilma insiste em que "houve vazamento seletivo" sobre as denúncias que sofre diariamente, mas ainda não percebeu que "ella" e toda a sua tigrada são os responsáveis pelos malfeitos praticados há anos contra o País?

Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

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APAGUE A LUZ E FECHE A PORTA!

Os chavões que os petistas repetem já estão desacreditados. Impeachment de Dilma Rousseff não é golpe porque ela não é uma criatura inimputável, de quem não se pode cobrar responsabilidade pelos seus atos. Ou é? A situação caótica do Brasil é a prova maior de sua culpa. E a recente arenga presidencial de que os "vazamentos" da Operação Lava Jato são seletivos e de que servem apenas para preparar o ambiente para o "golpe" também não corresponde à verdade. Dilma alega que o dinheiro que encheu os cofres de campanha do PT e do PMDB é o mesmo que foi doado aos outros partidos. Ah, mas não foi mesmo! O PT e o PMDB tinham muitas obras para mercadejar com as empreiteiras por meio de licitações falsas, e a Petrobrás estava tomada pela administração petista, pronta a abrir as torneiras. Os outros partidos tinham o que a oferecer às empreiteiras? Apenas a possibilidade remota de talvez ganhar as eleições e poder servir-lhes no futuro. Dilma tem de saber que nós não somos os mesmos brasileiros de 15 anos atrás... que mude seu discurso, depois apague a luz e feche a porta!

Mara Montezuma Assaf montezuma.scriba@gmail.com

São Paulo

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A DERROCADA DE UM POVO

 

A delação de executivos da Andrade Gutierrez apenas confirmou as suspeitas da grande falta de honestidade e de moral de agentes públicos e de partidos políticos no Brasil. Confirmado está que somente da parte da Andrade Gutierrez houve "doações" de R$ 150 milhões para o PT e o PMDB. Não bastasse isso, restou claro que a Oi, antiga Telemar, fez aportes de R$ 5,2 milhões para a Gamecorp, empresa de Fabio Luiz Lula da Silva, "por questões de estratégia de negócios" (entenda-se propina ou corrupção). Alberto Youssef, então, tem confirmado que pagou US$ 5 milhões para Eduardo Cunha. Embora tudo isso tenha vindo à tona, o PT e o PMDB continuam loteando cargos e a corrupção continua. Não foram ainda trazidos à baila valores entregues ou distribuídos para partidos nanicos e tampouco dinheiro entregue a países "amigos". O Brasil segue ladeira abaixo. Por sua vez, os homens que hoje ocupam o poder e os "agregados ou o presidente de fato" continuam incitando o povo brasileiro e já começa no Brasil uma luta de classes, haja vista o último entrevero ocorrido em Quedas do Iguaçu, onde dois sem-terra morreram e seis pessoas ficaram feridas durante confronto entre policiais militares e integrantes do Movimento dos Sem Terra (MST). Aliás, onde estavam Suplicy, Lula e Dilma nessa hora? Por que não apareceram na frente de batalha? Onde estão José Rainha e os paladinos? Agora é fácil: joga-se a culpa na Polícia Militar e fala-se em "golpe". As vítimas são esquecidas e passam apenas para a estatística de "heróis mortos". Enquanto isso, em notícia de quinta-feira soubemos que o Tribunal de Contas da União (TCU) confirmou que 587 mil assentados ou beneficiados com áreas de terra da reforma agrária são irregulares e pessoas que não deveriam receber essas terras, especialmente vereadores, deputados e prefeitos. Fraude evidente, que deveria ser apurada e os beneficiados, postos na cadeia. Em São Paulo, Estado e municípios deixam de dar merenda escolar, falta nas escolas material e a educação "vai para o brejo". E não se vê perspectiva de melhoras. O governo federal já trabalha com novo rombo nas contas públicas também em 2017, mas não há cortes de verbas para os "comprados" e tampouco o governo "corta na carne", como prometeu. Ficamos apenas no campo da promessa. Em vez de reduzir despesas e moralizar o uso de verbas públicas, o governo pretende achacar ainda mais o povo, aumentando ou criando taxas e impostos. Pouco importa se o povo já está na miséria, "vamos tirar ainda mais deles e, na ordem inversa, fazer um governo Robin Hood". O pior de tudo é ver Dilma (isso mesmo, nem vamos constar presidente porque não o é) dizer que "os vazamentos são premeditados e direcionados com claro objetivo de criar ambiente propício ao golpe". Golpe é o que os governantes, especialmente o PT ou seus adeptos, fizeram com o Brasil. Ou não se pode classificar sua atitude como "grande golpe financeiro e moral"? Golpe ou verdadeiro estelionato é enganar o povo com promessas e, depois, deixá-lo morrer em corredores de hospitais. Golpe é dar cargos a apaniguados sem nenhuma qualificação para ocupá-los. Golpe é fazer negociatas escusas por debaixo dos panos. Golpe é não ouvir a voz das ruas. Como digo, ainda falta ouvir Eike Batista e Rui Falcão, Aloizio Mercadante e membros do diretório do PT, Greenhalgh e Marco Aurélio top top Garcia.

Claudio Mazetto cmazetto@ig.com.br

Salto

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O CAOS GENUINAMENTE LATINO

No Brasil, o burguês líder dos militontos do Movimento dos Trabalhadores sem Teto (MTST), Guilherme Boulos, grita aos quatros quantos que "não haverá um dia de paz no Brasil", caso a presidente - cada vez mais minúscula mesmo - sofra impeachment. Já entre os nossos "hermanos" argentinos, grupos kirchneristas prometem o caos caso a ex-presidente Cristina Kirchner seja indiciada na versão genérica brasileira da crise argentina. Qualquer semelhança é mera coincidência? 

Giovani Lima Montenegro giovani.limamontenegro@gmail.com

São Paulo

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O MENSALÃO ESTÁ DE VOLTA

O Partido dos Trabalhadores (PT), que no passado foi o partido da ética e da transparência, hoje está mostrando o que fez e pretende fazer com o País. Lula oferece cargos a peso de ouro aos péssimos políticos que estão no poder, e ainda o faz utilizando o dinheiro dos contribuintes. Lula está negociando e conhecendo ao vivo os "300 picaretas" que ele disse haver no Congresso Nacional, e essa gente está pouco se importando com o que pensam seus eleitores. Um verdadeiro feirão, feito diretamente de um quarto de hotel em Brasília. O mensalão, que se une ao petróleo no o maior projeto criminoso de poder, está de volta. Nunca antes neste país se viu um presidente tomar o poder sem ter sido eleito. E tudo vem sendo feito sob os olhares complacentes do Judiciário.

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com

São Paulo

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A MENTIRA DO GOLPE

Antes de entrar no conteúdo, gostaria de dizer que fui PT e votei em Lula até sua primeira eleição. Nunca fui filiado a nenhum partido, mas era um simpatizante a ponto de chegar ao dia da eleição, apresentar-me no diretório central, colocar-me à disposição dele, eu e meu carro, para trabalhar o dia todo, tudo por minha conta, naquilo que fosse preciso e legal. Fiz isso por acreditar que Lula era uma mudança real para o País nas práticas políticas e de desenvolvimento para o nosso povo. Logo, porém, percebi, pelos conchavos, pelas pessoas a quem ele se uniu e pelo populismo nas ações executadas, que tudo era enganação. O PT tem por prática mentir à Nação, dizer uma coisa e fazer o inverso, dizer que os outros são responsáveis pelas más ações, quando é ele mesmo que as pratica. Isso se repete no jargão "não vai ter golpe". Então vejamos: o PT afirma que o impeachment é golpe, quando este é um direito constitucional do povo brasileiro que deve ser exercitado pelos seus representantes no Congresso Nacional. Ele pratica o golpe quando: nomeia o ex-presidente para primeiro-ministro, cargo que não é previsto na Constituição, pois nosso regime é presidencialista. Embora o ex-presidente não esteja exercendo a função de direito, de fato ele está, desrespeitando a Constituição e também a decisão do STF que o impede de exercer o cargo proposto. Segundo algumas publicações, quebra uma das empresas mais sólidas do mundo, a Petrobrás, que apresenta um passivo de mais de R$ 500 bilhões, oriundo das práticas de corrupção desenfreadas, conforme investigação denominada Lava Jato, amplamente divulgada na mídia. Põe em perigo os fundos de pensão da Caixa Econômica Federal, do Banco do Brasil, dos Correios, chegando ao ponto de investir R$ 35 bilhões numa empresa que tinha apenas 30 dias de constituída. Em virtude desses investimentos aloucados, teve de baixar as aposentadorias destes fundos com reflexo na redução de aproximadamente 3% nas aposentadorias dos seus filiados, conforme CPI em andamento no Congresso. Acho que os funcionários dessas entidades não sabem disso, pois vejo vários deles defendendo o PT. Utiliza o BNDES para conceder empréstimos a várias empresas envolvidas na Lava Jato, com possíveis liquidações duvidosas. Pratica as chamadas "pedaladas fiscais", gerando um rombo de mais de R$ 130 bilhões, trazendo sérias consequências à economia, tais como: desaceleração da indústria como nunca antes vista, desemprego em níveis nunca antes alcançados, etc., etc. Arranja um professor, desconhecido nacionalmente, para tentar convencer o povo e o Congresso de que as "pedaladas fiscais" não constituem crime. Qualquer concurseiro de plantão pode tipificar as tais pedaladas como sendo ilícito penal, justificando com os fundamentos legais da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), sem contar as grandes sumidades nacionais em Direito que enumeram vários crimes cometidos por este ato. Abre um balcão de negócios dentro do Palácio do Planalto, trocando cargos por apoio contra o impeachment e, segundo editorial do "Estadão", comprando votos por R$ 400 mil ou R$ 1 milhão. Elabora a política de compra de votos mais legalizada do mundo, chamada de Bolsa Família. Em vez de distribuir essa esmola ao povo, por que não investe na educação e na geração de emprego? Poderia, aqui, relacionar várias outras mentiras praticadas pelo PT, mas o que importa é a indagação: quem está praticando o golpe é a Nação ou o PT?

Jaime Fernandes jaifercasa1@gmail.com

Fortaleza

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CONTRA O DIREITO E A RAZÃO?

Quem é a carniça e quem é o abutre, hoje, no Palácio do Planalto?

Nelson Pereira Bizerra nepebizerra@hotmail.com

São Paulo

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IMPEACHMENT OU GOLPE

Depois de tanto ver argumentos contra o impeachment de Dilma Rousseff, cheguei à conclusão de que Fernando Collor foi vítima de um golpe. Argumentam que a presidente foi eleita democraticamente. Collor também foi. Falam que falta integridade aos atuais congressistas. Mas o Congresso que julgou Collor era formado por "300 picaretas", segundo Lula. Quanto ao argumento de que os manifestantes são da elite branca (como se só a ralé negra tivesse legitimidade para protestar), o perfil dos manifestantes à época de Collor não difere do atual. Se não existe prova contra Dilma, Collor depois foi inocentado pelo STF por falta de provas. O PT, que gosta tanto de fazer justiça histórica, deveria reconhecer o erro e devolver o mandato para Collor. A Constituição não prevê expressamente essa possibilidade. Mas isso os ministros do STF tiram de letra, já que, como adeptos do neoconstitucionalismo, são mestres em reescrever a Constituição.

 

Geraldo Magela da Silva Xavier gsilvaxavier@bol.com.br

Belo Horizonte

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'DAY AFTER'

Lula já tem como certa a vitória contra o impeachment de Dilma no Congresso. Que credibilidade terá o "day after", o dia seguinte, de um governo que, como vemos pelas delações divulgadas, utilizou caixa 2 com dinheiro de propina, mentiu ao eleitor pós-eleições ganhas e hoje compra votos para barrar o impeachment. Fora isso, o exercício de fato da Presidência será efetuado por Lula e a administração, sucateada por partidos inexpressivos politicamente. O cenário é previsível: a vitória contra o impeachment não fará o passe de mágica de conferir credibilidade a este governo. Manco, aos trancos e barrancos, sem planos ou estratégias de governo não há luz que ilumine o fim deste túnel. Que os deputados entendam que benefícios auferidos neste momento não pagarão a irresponsabilidade de terem jogado o País para um abismo onde depois chorarão.

Sergio Holl Lara jrmholl.idt@terra.com.br

Indaiatuba

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O PREÇO ALTÍSSIMO

Se o impeachment fosse aprovado, Dilma, Lula e o PT se farão de vítimas que não têm nada que ver com o atual desastre, que causaram, fruto da incompetência econômica e política e do desrespeito às leis. Se não for aprovado, graças aos cargos e ministérios prometidos aos aliados, ficaremos com Dilma que reina, mas não governa, e Lula, que está disposto a arruinar mais o Brasil para ganhar as eleições em 2018. É o triste e altíssimo preço de não votar corretamente.

Omar El Seoud ElSeoud.USP@gmail.com

São Paulo

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O VOTO CERTEIRO DO RELATOR

Agora não são mais conjecturas, blefes, etc. O jogo para possível mudança antecipada de governo já começou! O relator do processo do impeachment de Dilma na Câmara dos Deputados, Jovair Arantes (PTB-GO), entregou seu relatório de forma precisa, indicando com clareza os crimes praticados pela gestão da petista, e anunciou seu voto como favorável à interrupção definitiva de seu mandato. Tudo dentro das normas constitucionais. Ou seja, a regra é clara: sem golpe! É um desejo improrrogável do nosso povo que, desde junho de 2013, em seguidas manifestações populares pelas ruas e avenidas deste país, contou com o apoio de mais de 10 milhões de pessoas desiludidas com o jeito perverso de governar do PT. E, para aumentar ainda mais a nossa indignação, entre tantos malfeitos deste governo, surge a explosiva Operação Lava Jato, da Polícia Federal, que desvenda a jamais vista corrupção na história deste país, dentro das nossas estatais. Não menos indignados também ficamos quando tomamos conta, por meio de nossa imprensa, dos crimes praticados pelo Planalto, como a abertura de créditos suplementares sem autorização do Congresso, a contratação ilegal de operações de crédito e as pedaladas fiscais, como de forma bem objetiva e precisa apontou Jovair Arantes em seu relatório final. Oxalá seja o fim do caminho petista no poder desta República.

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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SE DILMA FICAR

Imaginemos que o impeachment não vença no Congresso e a presidente permaneça no palácio até 2018. Dilma enfrentará a agravada crise com um ministério rastaquera, produto final de operações de compra, venda e leasing de políticos. Competência e honestidade zero, planejamento então... A pressão contra ela crescerá no Congresso e nas ruas. Como passeatas de milhões não resolveram, o povo partirá para a desobediência civil, greves e suspensão de pagamentos de impostos. Sabe lá o que a Operação Lava Jato respingará na presidente. Petróleo ou lama? Permanecerá no cargo? Por não confiarem no governo, os agentes econômicos ficarão na defensiva e a crise crescerá. Dilma Rousseff, por fim, carregará todo este ônus para continuar uma presidente que não pode aparecer em público.

Cloder Rivas Martos clodermartos@ig.com.br

São Paulo

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IMPEACHMENT

Se Dilma continuar no governo, o último que sair apague a luz.

Luíz Frid luiz.frid@globomail.com

São Paulo 

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SALVAÇÃO DA LAVOURA

Se os membros da Câmara federal, na votação do impeachment, tiverem 1% de ética e pudor, respeito ao cidadão brasileiro, o mais humildade e o mais explorado, sabedores que são da situação terrível do Brasil, não cederão às chantagens da presidente. Esta senhora, que é um caso clínico de saúde, com este "toma lá da cá", pretende acabar com o País, não respeitando nem seus próprios netos, entendendo que vai remediar este estado de coisas, de podridão total e absurda.

Celso de Carvalho Mello celsosaopauloadv@uol.com.br

São Paulo

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342 VOTOS

Impeachment ou "impizzament"? O futuro do Brasil depende de 342 votos na Câmara dos Deputados. Nunca antes na história deste país tantos milhões de pessoas dependeram de tão poucas.

J.S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo

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COVARDES

Contra ou a favor do impedimento, tudo bem! Mas não querer emitir opinião sobre seu voto trata-se de uma grande COVARDIA. Seguramente, trata-se de deputados federais de longínquos rincões deste imenso Brasil onde sua clientela, ou, melhor, eleitores, é absolutamente mal informada. Estes COVARDES não podem ter assento na Câmara na próxima legislatura.

Jose Piacsek Neto bubanetopiacsek@gmail.com

Avanhandava

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SUMIDOS

Naqueles parlamentares que "não foram encontrados" está o perigo. Essa gente, quando questionada, sofre mal súbito, escapismo.

J. Perin Garcia jperin@uol.com.br

São Paulo

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LEILÃO

Ainda bem que a votação é aberta no caso do impeachment. Assim vamos saber quem são os vendidos, em outras palavras, os corruptos.

Moises Goldstein mgoldstein@bol.com.br

São Paulo

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O TROCO EM OUTUBRO         

Não vamos nos esquecer do Partido Progressista (PP) nas próximas eleições de outubro. É o partido que se vendeu aos petistas para votar contra o impeachment. Vamos dar a eles o troco em outubro. 

Károly J. Gombert kjgombert@gmail.com

Vinhedo 

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REPÚBLICA DA INDECÊNCIA

Que missa rezará o baixo clero? Qual será o sermão? De quanto será o óbulo, ou o dízimo? Sabedores da qualidade da base que angariam para formar a sustentação do insustentável governo, o PT e seus presidentes pensam em só dar os cargos prometidos após a votação do impeachment. Temem pagar e não receber. E devem estar pagando preços exorbitantes. Vale o ditado: "Dize-me com quem andas e dir-te-ei quem és". 

Ricardo Hanna ricardohanna@bol.com.br

São Paulo

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MAU-CARATISMO

Ao ver a negociação entre o governo (Lula) e o apenado Valdemar Costa Neto por cargos em troca do "não" ao impeachment, concluo que mau-caratismo não tem solução. O tempo que Valdemar passou preso não serviu para nenhuma reflexão. Brasileiros... Brasil... Ora... Vão às favas!

Cecília Centurion ceciliacenturion.g@gmail.com

São Paulo

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NÃO NOS ESQUECEREMOS

Que não se iludam os senhores parlamentares que estão "indecisos" quanto à votação do impeachment. O povo brasileiro agora sabe quanto sofrimento a memória curta lhe pode custar. Guardaremos bem e divulgaremos sem parar - já que o voto será aberto - o nome de todos aqueles que foram abduzidos pelo sedutor quartel-general do lulopetismo em ação. Saibam os senhores que os "coxinhas" aprenderam, desta vez, a se organizarem sem ajuda de partido de oposição algum, apenas pelo esforço pessoal de cada brasileiro de bem. Mostraremos para o povo menos informado quais os danos terríveis que este repulsivo tipo de cooptação pode provocar ao País, em especial aos mais pobres. O editorial do "Estadão" de terça-feira (5/4) falava em R$ 400,00 por ausência na votação a R$ 1 milhão para favorecer Dilma com seu voto. Podem estar certos de que estaremos de olhos bem abertos e 82% da população não os perdoará por terem-se deixado submeter ao que há de mais baixo na prática da política. Pensem bem! E, antes de aderirem ao fisiologismo mais abjeto, procurem ter compaixão pelo povo brasileiro que sofre cada dia mais com estas "balas perdidas" em meio a este pesado tráfico de influência.

Eliana França Leme efleme@gmail.com

São Paulo

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CARGOS E PROMESSAS

A "presidenta" sabe como conquistar aliados. Além de cargos, mais promessas. Só que as promessas valem mais e custam menos. Nunca se deu tanto para que muitos perdessem as esperanças.

Vidal dos Santos vidal.santos@yahoo.com.br

Vinhedo

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MÃOS IMUNDAS

Caros políticos corruptos, como o poste não tem luz própria e vocês adoram uma boquinha em que arruínam a nação brasileira, procurem, então, o guru de Garanhuns, num hotel cinco estrelas qualquer de Brasília (pago por nós, é claro). Ele, mesmo vivendo um tremendo apagão moral, poderá lhes oferecer ótimas ofertas pelo sistema "Família Lulopetista Compra Tudo". O País continuará afundando, já vocês... certamente, serão homenageados nas próximas eleições. Pobre país o nosso, em mãos tão imundas.

João Batista Pazinato Neto pazinato51@hotmail.com

Barueri

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OFERTA DE MINISTÉRIOS

No cenário atual de desemprego e inflação alta, a única notícia alentadora vem do Palácio do Planalto, com a oferta de ministérios a preço de banana.

Edgard Gobbi edgardgobbi@gmail.com

Campinas 

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CIRCO BRASIL

Que pantomima é esta que está ocorrendo no Brasil? E o povo, como fica nessa empulhação? Já chega o que este partido fez de mal ao Brasil! Nem em dez anos recuperaremos a nossa identidade, nosso amor-próprio. Somos tratados como massa ignara que tudo aceita. Não concebo que um partido que só causou desgraça e sofrimento ao povo tenha pessoas - inclusive doutas - que acham que estamos no paraíso. Vamos acordar, senhores do poder, antes que o passado nos volte à cena. Precisamos de gente que ame de fato o Brasil, e não de corporativistas, para quem o poder é o ápice de sua (pobre) vida. Chega do mesmo, vamos dar oportunidade ao novo. Quem hoje se esconde no oportunismo amargará a dura realidade de uma verdade que se avizinha. Nunca a famosa frase de Ruy Barbosa esteve tão presente...

Alfredo Terenciano Netto alfredoterenciano@yahoo.com.br

São Paulo

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SEM CHANCE DE SUCESSO

Com as recentes atitudes da presidente Dilma de lotear a todo custo cargos e ministérios com o objetivo de permanecer no poder, a qualquer custo, fica claro que não é por amor ao País ou ao povo que a elegeu, mas, sim, para se manter no poder, e o Brasil que se dane. Se tivesse um mínimo de dignidade, ela renunciaria, pois seu governo não tem a mínima chance de sucesso.

 

Francisco da Costa Oliveira fcoxav@gmail.com

São Paulo

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PEÇA DE MAU GOSTO

Acredito que poderíamos ter sido poupados da inutilidade e do mau gosto da peça de teatro intitulada impeachment. É evidente que as evidências e os argumentos a favor ou contra o impeachment não têm nenhuma força capaz de mudar as decisões dos componentes da comissão, decisões que são políticas, mas atrás das quais emergem os fantasmas de negociações mais ou menos obscuras, de interesses partidários e privados, mas também do medo de perder as costumeiras vantagens tanto no caso do impeachment quanto no da possibilidade de arquivamento de um processo que não será resolvido em função da lei, mas pelas opiniões de pessoas cuja capacidade de julgar é duvidosa, assim como, em algum caso, a própria idoneidade moral. O depois continua uma incógnita, que poderia ser resolvida pensando no bem do Brasil, dirigindo a inteligência e as espertezas na direção certa.

Francesco Magrini framagr@ig.com.br

Cachoeira Paulista

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DESGOVERNADOS

 

O Brasil está à deriva, inteiramente desgovernado e Dilma, sem credibilidade, exclusivamente preocupada em se manter no poder. Se tivesse o mínimo compromisso com o País, já teria renunciado, mas é cega e surda à situação e às significativas manifestações populares. Saem caros os constantes deslocamentos, mordomias e hospedagens com o seu tutor, bem como as manifestações de mercenários e suas falas, o inchaço da máquina pública e, no frigir dos ovos, os conchavos com venais deputados para livrá-la do impeachment também são caros - tudo à custa da viúva. Paralelamente, cada vez mais, agravam-se a economia, os desassistidos serviços básicos (saúde, segurança, transportes, infraestrutura, educação), a inflação e o desemprego. Se a presidente fosse responsável e tivesse amor ao Brasil, já teria renunciado. Pode crer: sem Dilma, há chance de melhorar; mas, com Dilma, só vai piorar.

Humberto Schuwartz Soares hs-soares@uol.com.br

Vila Velha (ES)

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DEUS NÃO É BRASILEIRO

Dizem que Deus é brasileiro. Uma tremenda mentira, pois, se fosse, não teria em hipótese alguma permitido que Lula, Dilma, Dirceu e todos os componentes do indefectível partido, o PT, teriam nascido aqui.

Agostinho Locci legustan@gmail.com

São Paulo

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TEMPOS MODERNOS, A FARSA ACABOU?

O Brasil está mudando... Na época em que atuei como assessor técnico do Banco do Brasil, medidas hoje classificadas como "pedaladas fiscais", e que podem derrubar o atual governo federal, eram amplamente praticadas pelas autoridades instituídas. Essas medidas protegiam os poderosos e o prejuízo acabava nos balanços anuais da instituição. No entanto e naquele tempo, os que não concordavam com os absurdos desvios de recursos eram simplesmente ameaçados de morte. Vivenciei e senti na pele esse tipo de ameaça e nem sei dizer como sobrevivi, muito embora eu tenha sido considerado "persona non grata" pela cúpula do Banco do Brasil, até pedir minha demissão voluntária. Hoje, enfim, consigo vislumbrar alguma mudança em relação ao corporativismo medíocre e à irresponsabilidade no trato do dinheiro público brasileiro.

Neves Terriani Laera nlaera@gmail.com

Rio de Janeiro

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PRAGAS

Chikungunya, zika, dengue, H1N1, PT, Lula, Dilma. Reedição para o Brasil das sete pragas do Egito.

Sergio Cortez cortez@lavoremoveis.com

São Paulo

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NOSSO PAREDÓN

A situação da saúde pública e da segurança vigente no País, que está causando a morte de milhares de pessoas honestas e trabalhadoras, por culpa deste governo lulopetista esquerdista e mentiroso, é igual à do paredón cubano de Fidel Castro. E o nosso desgoverno está nos levando à mesma situação falimentar a que "el desgobiermo castrista llevó Cuba".

Mário A. Dente eticototal@gmail.com

São Paulo

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PRATO CHEIO

Olimpíada no Rio de Janeiro, epidemia do vírus da zika e da gripe H1N1, investigação do ex-presidente Lula e processo de impeachment da presidente Dilma são pratos cheios para a imprensa nacional e internacional. O Brasil está atualmente na berlinda.  Será que conseguiremos dar exemplos de superação e civismo? Ou cairá ainda mais a máscara, revelando nossa cultura personalista não confortável com a ordem e a disciplina da lei? Com a palavra, a "presidenta" e nossos representantes no Congresso!

 

Silvano Corrêa scorrea@uol.com.br

São Paulo

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NOTICIÁRIO

Pobre é o país onde sua imprensa falada e escrita utiliza a maior parte do seu tempo para noticiar a roubalheira de políticos.

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com

Jandaia do Sul (PR)

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MEDICAÇÃO DE ALTO CUSTO

O Ministério Público Federal (MPF) solicitou, na quinta-feira, a prisão do ministro da Saúde e do secretário da Saúde do Estado de São Paulo, dr. David Uip. Minha esposa é portadora de esclerose múltipla desde 2009 e, por determinação judicial, vinha recebendo a medicação Gilenya, cloridrato de fingolimode, da Secretaria Estadual da Saúde do Estado de São Paulo, unidade distribuidora Tenente Pena, que desde novembro de 2015 não está disponibilizando esse medicamento, apesar de liminar judicial. A resposta da funcionária é sempre a mesma: "Não temos e não sabemos quando teremos". Pode?

Renato Nóbrega Centola mrs5@uol.com.br

São Paulo

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A CORRUPÇÃO NA MERENDA ESCOLAR

Em mais um escândalo de corrupção do PSDB paulista, Jéter Rodrigues, ex-assessor do presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), Fernando Capez (PSDB), afirmou ter sido procurado por assessores de Capez para que todos dessem a mesma versão no caso da merenda escolar. Na condição de suspeito e investigado, é inaceitável que Capez permaneça no cargo. Ele deveria renunciar ou se afastar até que os fatos fossem esclarecidos e sua inocência viesse à tona. As declarações de Jéter e de outros envolvidos em esquema de corrupção de merenda escolar implicam e comprometem Capez. Logo, sua permanência na presidência da Alesp desmoraliza a própria instituição. 20 anos de governos tucanos em São Paulo, sem alternância de poder, se revelaram desastrosos para o Estado mais rico da Federação. Aí estão os escândalos de corrupção dos trens, do metrô, da Sabesp, da merenda escolar, etc., todos impunes até o momento.

 

Renato Khair renatokhair@uol.com.br

São Paulo

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CRIME MORTÍFERO

Aprendi Direito Penal nos excelentes livros do professor Fernando Capez, por quem ainda tenho admiração. Mas sentirei asco, pasmo e decepção, se for comprovado que o atual presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo, quanto ao crime, resolveu passar da teoria para a prática, recebendo propina decorrente de um ignominioso esquema de desvio de verbas de merenda escolar. Certamente, milhares de crianças e adolescentes pobres e desnutridos, que têm a merenda escolar como seu principal alimento diário, foram afetados por essa desumanidade potencialmente mortífera. Que Capez, em respeito aos seus milhares de leitores e alunos, prove cabalmente a sua inocência.

 

Túllio M. Soares Carvalho tulliocarvalho.advocacia@gmail.com

Belo Horizonte

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