Fórum dos leitores

IMPEACHMENT

O Estado de S.Paulo

19 Abril 2016 | 05h00

Avança

Fora de série a foto de Duda Sampaio da sessão do impeachment da presidente Dilma Rousseff na Câmara dos Deputados. Pela primeira vez no jornal, creio, uma fotografia cobre, numa única edição, as duas capas do Estadão, a primeira e a última. Merece prêmios e figurar até no Guinness Book.

LUIZ ERNESTO KAWALL

vozoteca@terra.com.br

São Paulo

Independência ou morte

A primeira etapa demorou, mas chegou. Dias e dias se arrastaram em longas sessões e recursos, enquanto o País sangrava. Que a próxima e a derradeira etapas sejam rápidas. O Brasil não suporta agonizar por até seis meses. Agora mais do que nunca as “excelências” precisam provar que honram os ternos que vestem e o País que representam.

MARIA ELOIZA SAEZ

m.eloiza@gmail.com

Curitiba

Ainda há esperança

Este domingo fez renascer a esperança de dias melhores. Foi o primeiro passo para retirarmos de cena esse governo que já não governa e tenta manter-se apenas com mentiras, ameaças e seu exército vermelho, pago com os nossos suados impostos. Não tem ao menos o pudor de reconhecer que não há sustentabilidade, mesmo que o impeachment não passe no Senado. Se antes já estava difícil, como a presidente conseguirá governar com apenas 137 parlamentares, pois 7 deputados, covardemente, não tiveram nem coragem de declarar seu voto? Portanto, teremos de esperar o desenlace final do impeachment e torcer para que o vice Michel Temer consiga aglutinar os congressistas para um governo de transição em que se plantem as sementes da verdadeira redemocratização do País.

JOÃO M. VENTURA

joaomv@terra.com.br

São Paulo

Dia maravilhoso

Parafraseando Shakespeare, em Ricardo III, “este é o outono da nossa insatisfação, transformado em glorioso verão por este sol brasileiro”. Sim, domingo 17 de abril de 2016, um maravilhoso dia de outono em que o sol da liberdade em raios fúlgidos brilhou no céu de toda a Pátria num instante.

GILBERTO DIB

gilberto@dib.com.br

São Paulo

Argumentos anêmicos

Na histórica sessão da Câmara, anteontem, os deputados do PT e do PCdoB, bem como alguns de partidos diversos contrários ao impeachment, escoraram-se fundamentalmente em três argumentos: 1) a honestidade da presidente; 2) os 54 milhões de votos que a elegeram; 3) a “canalhice” de Eduardo Cunha e Michel Temer. Nenhum dos três procede. Se honesta fosse, a presidente jamais teria fechado os olhos para os crimes que se praticavam sob o seu nariz (principalmente tendo sido ela presidente do conselho da Petrobrás); e se não teve o mínimo de tirocínio para perceber o que acontecia, assinando quaisquer documentos que lhe fossem apresentados, então, por absoluta inépcia, não seria mesmo digna de ocupar a Presidência. Os 54 milhões de votos esboroaram-se com o amargo arrependimento de pelo menos 75% de seus iludidos eleitores, pela trama de deslavadas mentiras, que antecederam as eleições, sobre a real situação econômica do País e pela tentativa patética de arrancar Lula das garras da lei. E quanto à “canalhice” do presidente da Câmara e do vice-presidente, não eram eles que estavam sendo julgados naquela sessão. As culpas de cada um serão julgadas em momento próprio. Agora é o momento de Dilma e sua turma pensarem em suas próprias culpas.

EDMÉA RAMOS DA SILVA

paulameia@terra.com.br

Santos

Quem tem razão não grita. Nunca o significado dessa frase ficou tão evidente quanto neste domingo. Os argumentos usados à exaustão pelos simpatizantes do PT, monótonos, repetitivos, reforçados por gritaria e ofensas pessoais ao presidente da Câmara, demonstraram de maneira bem clara o que significa para eles a “pátria educadora”: apenas mais um slogan demagógico e hipócrita. O povo brasileiro está de parabéns, assim como seus representantes que não fugiram ao cumprimento do seu dever quando foram convocados.

VERA BERTOLUCCI

veravailati@uol.com.br

São Paulo

Ainda existem mais de cem deputados ignorantes, cegos, surdos e indiferentes a tudo de péssimo que está acontecendo neste Brasil, que votaram contra o impedimento dessa indefectível criatura.

AGOSTINHO LOCCI

legustan@gmail.com

São Paulo

Mai$ Médico$

Cuba condenou o “golpe de Estado” e apoia Dilma. Com R$ 100 milhões por mês de comissão sobre os salários dos médicos cubanos, até eu!

VICTÓRIO CANTERUCCIO

vicv@terra.com.br

Catanduva

Salvo-conduto

A tônica dos a favor do impeachment foi ressaltar que estavam votando contra a corrupção desenfreada praticada pelo governo petista. Excelente salvo-conduto para o juiz Sergio Moro continuar na sua missão de pôr na cadeia os que a praticaram.

LUIZ BIANCHI

luizbianchi@uol.com.br

São Paulo

Uma questão no ar: caso a sra. presidente seja afastada no período de julgamento no Senado, ela perde o seu foro privilegiado?

ANTONIO GERASSI

gerassi@uol.com.br

São Paulo

Fala de Dilma, ontem

Tadinha... Vamos fazer o seguinte, presidenta: diga três coisas boas que a senhora criou no seu governo e nós a perdoamos.

MANOEL BRAGA

manoelbraga@mecpar.com

Matão

Carta fora do baralho

Renuncia, querida...

LUCIANO HARARY

lharary@hotmail.com

São Paulo

Vendo baralho usado faltando uma “dama” vermelha. Não aceito pixulecos como pagamento.

ELY WEINSTEIN

elyw@terra.com.br

São Paulo

Hasta la vista, baby. E, por favor, leve só o que é seu.

MARCOS CATAP

marcoscatap@uol.com.br

São Paulo

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

PRIMEIRO PASSO

No domingo o Brasil deu um legítimo e importante passo para um novo rumo. O Brasil caminha para livrar-se do Partido dos Trabalhadores (PT) e de seu projeto comunista que quebrou a Petrobrás e a economia brasileira, abusando dos recursos dos impostos que pagamos, mandando nosso dinheiro para seus parceiros ideológicos no exterior e para as contas de seus correligionários bandidos. O brasileiro foi enganado, roubado, lesado, traído, teve suas instituições comprometidas por esquemas de proteção de bandidos, teve bandidos acobertados na própria sede do governo e hoje tem muito a comemorar, mesmo sabendo que é apenas parte do caminho a ser percorrido. Parabéns, Brasil! Soltem seus fogos, mas guardem o champanhe para a prisão do maior bandido que o Brasil já conheceu.

Reinaldo Ferreira Mota Junior reinaldojr8@hotmail.com

Praia Grande 

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QUE SEJA RÁPIDO

Finalmente a Câmara federal deu o primeiro passo com a aprovação, no domingo, 17/4, da admissibilidade do impeachment da presidente Dilma. A bola, agora, está com o Senado, e a população espera que todo este processo termine o mais rapidamente possível. Outro ponto que não deve ser esquecido pelos brasileiros é que levará um bom tempo para colocar a casa em ordem e, assim, restabelecer a confiança da população e dos investidores nacionais e internacionais, pois sem progresso econômico não existe progresso social. 

Edgard Gobbi edgardgobbi@gmail.com

Campinas 

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NUNCA ANTES

A sintonia entre população e política avançou na Terra Brasilis, até pouco tempo, a passos de tartaruga. Num passado mais remoto, independência e proclamação da República foram consolidadas por um pequeno núcleo – sem maciça participação popular. De lá para cá, certo engajamento passou a se desenvolver, porém sempre orientado por partidos e correntes ideológicas. Foi assim em 1930; na conturbada e polarizada década de 1960; na luta contra a ditadura, promovida democrática e pacificamente pelo MDB e, ao mesmo tempo, militarmente por movimentos radicais de esquerda; na Anistia; na campanha das Diretas Já; quando esta não vingou, no apoio à eleição de Tancredo Neves; no impeachment de Collor; além de, mais recentemente, com movimentos “sociais” e sindicais contrários ao governo Fernando Henrique. Até as manifestações de 2013 tiveram suas vinculações, além do lamentável episódio dos black blocs. Eis que agora assistimos a um processo inédito na História tupiniquim: a mudança orientada pela voz das ruas, sem que estas acatem a determinações partidárias de qualquer espécie. Ao contrário do que ocorreu na redemocratização, foram os movimentos anti-PT que direcionaram a atuação da oposição – que há muito provou sua incapacidade de combater sozinha o lulopetismo. A admissibilidade do processo de impeachment tem como “mão invisível” o povo, não Eduardo Cunha e Michel Temer. A vitória acachapante por 367 votos a favor do prosseguimento é prova disso. É importante reiterar que dicotomias “Cunha x Dilma” e alusões a golpes e conspirações (professora da USP chegou a declarar que o juiz Sérgio Moro representa interesses imperialistas de tomar o pré-sal) são de uma mediocridade e desonestidade intelectual do mais baixo nível. Quem está ditando o destino do País é o povo! Só não veem os que não querem. 

Elias Menezes elias.natal@hotmail.com

Nepomuceno (MG)

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EXPERIÊNCIA VÁLIDA

Dilma Rousseff, Lula e o PT sofreram uma derrota fragorosa no domingo, na Câmara dos Deputados. Porém, mesmo que ganhassem pelos cálculos superotimistas de alguns sonhadores em favor do governo, a expectativa de votos não passaria de 200. Ou seja, contavam no máximo, exaurindo todas as reservas financeiras do País, com menos de 40% dos deputados. Resumindo, não iriam governar. Então sugiro ao PT passar definitivamente para a oposição, que é o que sabe fazer mais ou menos.

 

Paulo H. Coimbra de Oliveira ph.coimbraoliveira@gmail.com

Rio de Janeiro

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A HISTÓRIA DEVE SE REPETIR

Todo este alvoroço do impeachment deverá resultar na saída da presidente Dilma do cargo, já que os votos do Senado devem seguir os da Câmara dos Deputados, sendo o processo de impedimento irreversível. Todavia, se Michel Temer não for capaz de dar uma solução eficaz para a economia, e com a política de corte de benefícios sociais que deverá ser seguida na linha do ex-ministro Joaquim Levy, haverá, sim, uma verdadeira guerra civil ocasionada por movimentos sociais e com o apoio de toda a periferia dos grandes centros. Resumo da ópera: Michel Temer termina o seu governo, mas Lula se reelege com a alcunha de populista e, assim como Getúlio Vargas em seu último mandato presidencial, exercerá um governo tumultuado e não sabemos qual será o seu fim.

Guilherme Oliveira Atencio atenciogui@gmail.com

São Paulo 

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UMA PÁGINA IMPORTANTE

Tivemos mais uma página virada nesta história desgastante do impeachment. O posicionamento da Câmara no domingo, em magnífica demonstração de respeito aos seus eleitores, nos deixa esperançosos pela oportunidade que passamos a ter – podermos focar na superação do problema primordial (econômico), do qual resultam os outros males, começando pelo enorme desconforto social que a Nação sofre. Agora, a próxima página a ser virada é a do Senado federal. Outra página que, espero, seja bem virada muito em breve. Reconheçamos a realidade: o desgoverno lulopetista nunca mostrou a menor condição de superar toda esta bagunça que ele próprio criou. Primeiramente, porque é inepto, inábil, imoral, antiético e agiu com surpreendente amadorismo no trato da coisa pública. Segundo, porque suas recentes promessas redentoras não mereceriam o menor crédito, pois provêm de quem pratica a mentira de modo contumaz. Finalmente, mesmo que as premissas anteriores sejam postas de lado, o desgoverno lulopetista não teria munição – a começar pela falta de suporte legislativo, para referir apenas um fator – para implementar qualquer reforma ou correção de rota neste país. Em suma, não adiantaria “botar sal em carne podre”, mantendo no Palácio do Planalto a escudeira e marionete do lulopetismo, que também merece a alcunha de a “honesta de Pasadena”. De seu turno, o provável novo governo conta com políticos que não são amadores nem inábeis. Teoricamente, portanto, terá melhores condições para superações que tanto precisamos. Pena que os desvios morais estejam entranhados tanto lá como cá. Mas a vida tem de seguir e os desafios devem ser enfrentados. Daí o foco na reconstrução da economia jamais deverá ficar só nisso. A crise moral também tem de continuar sendo muito bem combatida, como vem sendo combatida hoje. Sendo confirmado o esperado novo governo, que ele não ouse pôr isso embaixo do tapete! Com alegria e esperança, pude testemunhar no domingo que existe muita gente (muita mesmo) respeitável no nosso Legislativo, independentemente da sua posição partidária. Enfim, é com esses respeitáveis que contamos para extirpar as máculas que têm arranhado a imagem dessa instituição. Fiquemos vigilantes. Cobremos, exijamos ações saneadoras efetivas. Temos o dever de deixar um legado de honradez para nossos filhos, netos e os sucessores destes. Que seja um legado que nos traga reconhecimento de orgulho e admiração das gerações futuras.

Flávio Gonzaga Bellegarde Nunes flaviogonzaganunes@gmail.com

São Paulo

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AMARGA EXPERIÊNCIA

Na semana de Tiradentes, o País comemora a vitória do impeachment na Câmara. Após muitas derrotas, o Brasil está vencendo o mito Lula. Não há mais tempo a perder. O próximo passo deverá ser uma grande articulação de lideranças emergentes e um manifesto por reformas político-eleitorais imediatas, sérias, profundas, corajosas, pedagógicas e eficazes para a melhora definitiva dos governantes e da gestão do País através da valorização do voto e da instituição da meritocracia na administração pública. O cidadão brasileiro está sensível por causa da amarga experiência, e o caminho está aberto para o lançamento de uma revolução cultural pela cidadania consciente, que coloque o Brasil, finalmente, a caminho do Primeiro Mundo. O Brasil tem jeito!

Gilberto Dib gilberto@dib.com.br

São Paulo

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IMPEACHMENT

A quase ex-presidente só está perdendo aquilo que jamais teve de fato: a cadeira de presidente da República. Fica uma sugestão para a ainda presidente: que tal focar nas pedaladas e participar da Olimpíada pelo ciclismo brasileiro? 

  

Giovani Lima Montenegro giovani.limamontenegro@gmail.com

São Paulo

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RENÚNCIA

Dona Dilma, melhor seria pegar o seu banquinho e sair de fininho. 

Guto Pacheco jam.pacheco@uol.com.br

São Paulo 

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DIA HISTÓRICO

Domingo o Brasil mostrou ao mundo que vivemos em plena democracia, apoiada em maioria absoluta pelo povo nas ruas. Iniciamos no voto a destituição de uma presidente, eleita com mais de 54 milhões de votos e apoiada pelo ex-presidente mais populista da nossa história, acusada de transgredir as leis do País. Internamente, um direto recado foi dado ao presidente da Câmara, Eduardo Cunha, que comandou o processo, e a muitos parlamentares que ali votaram pela sua admissibilidade. A Operação Lava Jato sabe que pode contar com as ruas para continuar seu belíssimo trabalho e botar na cadeia quem, destes e outros, se envolveram nos assaltos bilionários aos cofres públicos, principalmente naquele que levou a nossa maior empresa, a Petrobrás, literalmente ao fundo do poço.

Abel Pires Rodrigues abel@knn.com.br

Rio de Janeiro 

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REPRESENTAÇÃO POPULAR

Como o PT sempre alardeia que teve 54 milhões de votos, seria útil saber quanto totaliza o número de votos obtidos na última eleição pelos 367 deputados que votaram a favor do impeachment no domingo.

Darcy de Oliveira outlook_749e4901e36370ff@outlook.com

São Paulo

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A HONESTIDADE DA PRESIDENTE

Interessante os defensores da presidente Dilma alegarem a honestidade da sra. Rousseff e afirmarem ser o pedido de impedimento um golpe contra a democracia e contra a Constituição de 1988, que eles se recusaram a aceitar. Engraçado dizerem que os 54 milhões de votos (51%) deveriam ser respeitados, quando, malandramente, omitiram que a rejeição à “chefa” com votos à oposição, brancos e nulos ultrapassou muito os votos que a elegeram. Quem disse fazer “o diabo” e mentiu, para garantir a reeleição, é honesto?    

Aparecida Gaziolla aparecidagaziolla@gmail.com

São Caetano do Sul

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GOLPE DE 17 DE ABRIL

Como podemos ver, está se concretizando o golpe de 17 de abril, que desde as eleições, inconformados com a derrota, oportunistas capitaneados pela mídia, pelos golpistas do PSDB, por um presidente de um Congresso reconhecidamente corrupto e por parte de uma Justiça e polícia partidária, está se desenhando mais um triste capítulo em nossa história democrática. Pior ainda, cassando um mandato legitimamente conquistado nas urnas, que logicamente será surrupiado da população, não pelo argumento de corrupção, mas pelas pedaladas fiscais, que o Santo, o sr. Geraldo Alckmin, no governo de São Paulo, já faz há algum tempo. Já nem adianta falar mais da corrupção na Petrobrás e das falcatruas que se fizeram nos governos anteriores ao do PT, porque a mídia se cala, principalmente a Globo, agora mais ainda, pois recentemente favorecida pelo incorruptível juiz Sérgio Moro, que, ao buscar mais uma vez provas para tentar prender o ex-presidente Lula, se depara no escritório da empresa panamenha Mossack Fonceca, reconhecida internacionalmente por lavagem de dinheiro de bandidos e traficantes, com documentos que comprometeriam a família Marinho. Como já poderíamos esperar, os diretores dessa empresa imediatamente foram soltos e, logicamente, a mídia nada vazou, pois, como sabemos, essa família faz parte do grupo dos intocáveis, famílias estas que existem no Brasil desde o descobrimento. Até quando teremos estes intocáveis, pessoas ou empresas acima da lei e da Justiça? E ainda pergunto: quando os outros ladrões, do mensalão do PSDB, que foi bem antes do do PT, serão punidos e presos? Os roubos da Santa Casa? Os roubos do Metrô? Os roubos nas rodovias? Os roubos da merenda escolar e na Sabesp? Será que algum dia veremos esses valores devolvidos? Ou teremos de acusar o PT como autores dessas roubalheiras para que elas também sejam devidamente punidas?

Carlyle Antonio Cunha carlyle.cunha@uol.com.br

São Paulo

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TREVAS X LUZES

O resultado da votação do impeachment mostrou que comportamentos que foram eficazes para os primatas, como esgoelos, intimidação, sabotagem e promiscuidade, não foram eficazes para vencer o jogo de forças político. Sabemos que os povos alternam períodos de lucidez e trevas: eu peço ao Senado e ao STF que sejam condutores das luzes, e ajudem o povo brasileiro a sair do buraco escuro em que o PT nos meteu! 

Sandra Maria Gonçalves sandgon@terra.com.br

São Paulo

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OS RAIVOSOS

Que papel ridículo e desrespeitoso fizeram alguns próceres do PT, do PCdoB e do PSOL! Além dos impropérios contra alguns de seus colegas, houve até cusparada. Mas o que mais chamou a atenção foi a forma raivosa de se expressarem, cheia de ódio e de ameaças. Ficou muito bem demonstrado que de democratas não têm nada, pois a ideologia é a canhestra esquerda antiquada, retrógrada e partidária das lutas de classe. Felizmente, demos o primeiro passo em direção à ordem democrática, que oxalá nos permita criar as condições de governabilidade e iniciarmos o processo de uma verdadeira democratização do País. 

João M. Ventura Joãomv@terra.com.br

São Paulo

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QUE FALTA FAZ JOÃO SANTANA

Bastaria “esparramar” que a ministra da Fazenda de Michel Temer seria a Zélia Cardoso e que ela iria confiscar a poupança de todo mundo.

Sergio S. de Oliveira ssoliveira@netsite.com.br

Monte Santo de Minas (MG)

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A ‘BOQUINHA’ OU MORTE

Sr. Temer, cuide-se. A partir de domingo o sr. está correndo risco de vida... ou de morte? Os “grupos sociais” não estão para brincadeira, a perda da “boquinha” para os vermelhos é coisa de vida ou morte.

Lydia Ebide  lebide@vivointernetdiscada.com.br

São Paulo

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CINISMO

Impressionante o cinismo dos deputados do PT clamando por democracia. Logo eles, que adoram lamber botas de ditadores e financiam invasores de propriedades. Mas o que me enoja mesmo é a turma do PCdoB, que esconde o significado do “C” de sua sigla e também apela por democracia, como se alguma vez tivesse existido um regime comunista democrático. Para essa gente, a democracia é ótima, mas só para chegar ao poder.

João Carlos A. Melo jca.melo@yahoo.com.br

São Paulo

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ESPERANÇA

A única esperança que resta ao vencido e derrotado petismo é a de não ter nenhuma esperança. 

Mario Cobucci Junior maritocobucci@gmail.com

São Paulo

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O NAIPE DA POLÍTICA NACIONAL

O Congresso Nacional votou no domingo pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT): o “sim” venceu com 367 votos, contra 137 “não”. Eu assisti à votação e cada deputado federal rapidamente expôs o motivo do voto, no qual quase todos citaram a própria família, Deus e a cidade ou região de sua base eleitoral. O duro é saber que muitos que ali votaram contra Dilma são do mesmo naipe, se não piores! Muitos deputados do “não” alegaram o ato como “golpe”. Afinal, o golpe político só pode ser considerado quando não existe o desejo popular, e as manifestações populares refletiram a legalidade ou o desejo do processo do impeachment. E todos nós sabemos que golpe foram as muitas mentiras e manipulações durante as eleições presidenciais de 2014, quando a realidade econômica do País já estava em ruínas. A corrupção não foi inventada pelo PT, mas foi sob o comando vermelho que a corrupção se alastrou em todos os setores! Reflexão: vamos aguardar, pois pior do que está não fica! Ou temos algo a “Temer”?

Alex Tanner alextanner.sss@hotmail.com

Sumaré

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A ATUAÇÃO DO AGU

Foi cansativo assistir à maratona de domingo e ao discurso dos deputados, em que não faltaram elogios às esposas, filhos, tias, avós, etc., pois mais de 90% deles nunca apareceram na TV. Quanto aos petistas, até entendemos a sua defesa da presidente, pois que, sem argumentos reais, só sabem falar em golpe, mas, quando entra em cena o sr. José Eduardo Cardozo, que se esquece de suas atribuições de advogado-geral da União, e não da presidente, falando, em tom agressivo, que se trata de golpe, será que ele não considera que a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) se pronunciou favoravelmente ao impeachment e, o que é mais grave, que o próprio Supremo Tribunal Federal (STF) considerou legítimo tal processo? Entendo que somente esses fatos seriam suficientes para o afastamento do atual ministro da AGU.

Luiz Roberto Savoldelli savoldelli@uol.com.br

São Bernardo do Campo

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‘DEMOCRACIA’

José Eduardo Cardozo já pode considerar que “o golpe” se confirmou. Então já pode, ele e seu partido, viver na Venezuela, onde Lula disse que tem excesso do democracia. 

Luíz Frid luiz.frid@globomail.com

São Paulo

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RESISTÊNCIA

Cardozo não só consegue ouvir o que fala como também acredita no que diz...

A.Fernandes standyball@hotmail.com

São Paulo

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O CONJUNTO DA OBRA

Alguém precisa falar para o ministro Cardozo que a diferença foi de 230 votos, o que é muita coisa, e que também nós estamos dispostos a tirar do governo brasileiro as pedaladas, negócios como a compra de Pasadena, o petrolão, o eletrolão, as acusações de Delcídio Amaral – lembrando que mais de seis delatores confirmaram que a senhora presidente sabia da corrupção na Petrobrás e do dinheiro roubado que alimentou sua campanha –, e a grande dúvida das urnas. Vou parar por aqui, vamos somente focar a competência e a gestão. Pergunta: precisa mais?

Ivan Bertazzo ivan.bertazzo@gmail.com

São Paulo

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DESTAQUES

O que mais me chamou a atenção em todo o processo para a votação na Câmara foram os seguintes aspectos: a mobilização popular espontânea produz efeitos e não pode ser subestimada; a quantidade de bobagens ditas pelos deputados é enorme; o poder de Eduardo Cunha é assustador. Outra coisa: não sou petista, mas acreditava que José Eduardo Martins Cardozo era uma das poucas figuras decentes e de bom senso no mar de lixo em que se transformou o PT. Mas sua atitude como advogado-geral da União foi ridícula.

 

André Coutinho arcouti@uol.com.br

Campinas

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O PROTAGONISMO DA CÂMARA

Eduardo Cunha é uma figura polêmica, mas ninguém pode questionar a importância de sua atuação em favor da democracia. Cunha transformou definitivamente o Congresso na casa do povo, que delibera, não obedece, ouve e atende a voz das ruas. Nunca a Câmara dos Deputados teve tanto protagonismo e atenção da população.

Francisco de Godoy Bueno francisco@buenomesquita.com.br

São Paulo

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UMA PRIMEIRA REFORMA

As imagens do plenário da Câmara dos Deputados lotado, no dia da votação do impedimento da presidente da República, mostra que não há lugar para receber 513 parlamentares, como deveria. Eis uma primeira reforma política a efetuar: estabelecer que o número de deputados federais deve se limitar à capacidade do salão. Será uma boa economia, para começar.

 

Roldão Simas Filho rsimasfilho@gmail.com

Brasília

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O VEXAME

Apesar de o resultado da votação do impeachment pela Câmara dos Deputados ter sido o melhor para o País, fiquei estupefato com o comportamento e a maneira como os deputados proferiram seus votos. Foram poucos os que o fizeram baseados no crime cometido pela presidente, muito bem argumentado pelo relator. Os governistas continuaram com a tese de “golpe”, não levando em conta que o processo está previsto na nossa Constituição. Agrediram verbalmente o presidente da sessão e outros colegas da oposição, chegando até às vias de fato, com agressão física, numa total falta de decoro parlamentar. Muitos oposicionistas usaram seu tempo para citar sua família, justificando seus votos. Tudo isso me fez pensar como essas autoridades vão ter capacidade de votar medidas necessárias para tirar o Brasil desta grave crise em que se encontra.

José Olinto Olivotto Soares jolintoos@gmail.com

Bragança Paulista

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O TEATRO DA CÂMARA

Com raríssimas exceções, que lástima a encenação na Câmara dos Deputados! O melancólico canto do cisne do PT e uma oposição analfabeta, cínica e interesseira! Tenho pena do Brasil!

João Pedro Bara Filho joao.bara@inovater.com.br

Cabreúva

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DA SUSPEITA À CERTEZA

O que sempre foi suspeita se tornou certeza. Pelo nível intelectual apresentado por nossos mais de 500 congressistas no julgamento do impeachment da ex-presidente Dilma na Câmara, chegamos à conclusão de que, para dar o tom para o futuro do País, os “coxinhas” nunca mais poderão sair das ruas. Triste, muito triste.

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

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EM NOME DE DEUS!

Com relação ao impeachment, foi simplesmente dantesca a atuação dos deputados na Câmara. Falaram tanto em nome de Deus que o Senhor já está merecendo o direito de resposta.

Marcos Catap marcoscatap@uol.com.br

São Paulo

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VOTAÇÃO NO PLENÁRIO

Obrigada à Globo, por ter transmitido aquela zona que foi a admissibilidade do impeachment. Parecia a entrega do Oscar, que baixaria! Estes são os nossos parlamentares... Pobre país.

Maria José da Fonseca fonsecamj@ig.com.br

São Paulo

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SIM OU NÃO

A votação do impeachment na Câmara pareceu entrega do Oscar. A maioria agradeceu ao pai, à mãe, ao filho e, com todo o respeito, ao Espírito Santo. Ridículo.

Elisabeth Migliavacca elisabeth448@gmail.com

São Paulo

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CUSPARADA

Acabei de assistir ao vídeo que mostra o deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ) cuspindo na cara o deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ) e, depois, saindo rápida e covardemente de perto de sua vítima. Todos sabemos que Jean Wyllys deve ser um dos únicos, ou talvez o único, deputado que não tem rabo preso. Mesmo assim, ele deve ser levado ao Conselho de Ética da Câmara federal e ter os seus direitos políticos cassados, por falta de decoro parlamentar, sem contar o fato de que desrespeitou os seus eleitores, que, tenho certeza, votaram nele para defender os interesses do País.

  

Alberto Souza Daneu curtasuasaude@uol.com.br

Osasco

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EM TEMPOS DE SURTOS

Diante da atitude absurda, ridícula e vergonhosa do deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ), que cuspiu na direção de Jair Bolsonaro (PSC-RJ), aconselhamos este a que, se chegou a ser atingido pela cusparada, se submeta a alguns exames para confirmar se não foi contaminado pela gripe H1N1.  

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

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LATINÓRIO

Para aqueles que consideram que o processo de impeachment seguiu adiante movido por pessoas cujas qualidades morais deixam a desejar (para muitos deles ao menos, conforme diagnóstico preciso emitido por Lula, na sua fase puritana), a resposta vem dada pelo bom Hipócrates, com a frase que atravessou mais de dois milênios e se manteve válida: “Similia Similibus curantur”, a chamada lei dos semelhantes. Uma doença pode ser debelada pela aplicação de medidas semelhantes à própria enfermidade. Ou, no caso, por portadores de moléstias parecidas.

Alexandru Solomon alex101243@gmail.com

São Paulo

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STF

Não poderia ser mais exata e direta a observação do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF): “Se o presidente precisa do STF para permanecer no cargo, não pode mais ser presidente”. Simples assim. 

Luciano Harary lharary@hotmail.com

São Paulo

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A FILA ANDOU

Agora, que o Congresso Nacional, apesar de tudo de condenável que há em seu organismo, fez andar o impedimento de Dilma, vamos pressionar o Supremo Tribunal Federal (STF) para fazer a sua parte, qual seja, a de julgar e condenar os políticos cujos processos já estão lá. Sem embromação e com competência. A fila é grande. 

Antonio Carlos Mesquita emaildomesquita@gmail.com

São Paulo

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O IMPEACHMENT NO SENADO

O senador Renan Calheiros (PMDB-AL) será, seguramente, rápido no encaminhamento do processo de impeachment da presidente Dilma no Senado. Afinal, o senador Renan Calheiros foi, é e sempre será governista em qualquer circunstância e em qualquer governo. Quem viver verá!

Jose Piacsek Neto bubanetopiacsek@gmail.com

Avanhandava

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‘PEDALADAS’

Como a presidente Dilma adora fazer as famosas “pedaladas fiscais”, agora, a partir da aprovação no Senado do processo de impeachment, ela vai ter muito tempo livre para pedalar todos os dias.

Marcelo Martini marcelo_martini2001@hotmail.com

São Paulo 

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GUARDA ALTA

Comemoremos a vitória da democracia, mas não é hora de baixar a guarda. Muito pelo contrário. Agora é que vamos enfrentar a verdadeira face destes populistas corruptos e que se defendem com mentiras ditas de maneira histérica, como demonstrado por boa parte destes “cumpanheros” quando do voto em público. Acredito que alguns até por puro idealismo tentaram defender o que fazem, mas a grande maioria foi de uma canastrice ímpar, além de total desrespeito para com seus pares. Além, é claro, da política de terra arrasada que costumam pregar.

 

Luiz Nusbaum lnusbaum@uol.com.br

São Paulo

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IMPEACHMENT – DA CÂMARA AO SENADO

Passado a euforia, agora precisamos procurar o túnel.

José Roberto Iglesias rzeiglesias@gmail.com

São Paulo

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A SEGUNDA ETAPA

Por enquanto, é “tchau, querida”. Agora, vamos à luta pelo “adeus para sempre, querida”! 

Eliana França Leme efleme@terra.com.br

São Paulo

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AINDA FALTA

Etapa vencida. Agora, espero Lula algemado.

Benedito Antonio Turssi turssi@ecoxim.com.br

Ibaté

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CHEGOU A HORA DE RENAN

Seria oportuno que o Supremo Tribunal Federal conseguisse chegar a alguma conclusão sobre os tantos processos que se arrastam há anos contra o presidente do Senado, Renan Calheiros. Se for por falta de motivação, o Brasil se compromete a reunir um milhão de pessoas gritando na porta do STF, quem sabe assim Vossas Excelências se sintam motivados a cumprir esse dever. 

Mário Barilá Filho mariobarila@yahoo.com.br

São Paulo

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O SÓCIO E O BANDIDO

Pergunto aos petistas e aliados revoltados com a condução do processo de impeachment de Dilma Rousseff por Eduardo Cunha: o que os senhores têm a dizer de seu até agora aliado Renan Calheiros? Cunha é acusado de ter recebido propina no valor de US$ 5 milhões para viabilizar a construção de dois navios-sonda da Petrobrás, no período entre junho de 2006 e outubro de 2012. O valor chega a ser modesto, quando colocado ao lado das centenas de milhões recebidos pelos seus acusadores. Réu em vários processos, respondendo a nada menos que nove inquéritos somente na Operação Lava Jato, o presidente do Senado faz com que Eduardo Cunha pareça até uma alma cândida, com seu único inquérito. Todavia, reparem, os petistas o tratam com o mais absoluto respeito e consideração. O que não fazem as grandes amizades e longas parcerias! Saibam todos que o PT não conhece valores morais para julgar e condenar quem quer que seja. Os únicos valores que os petistas conhecem são aqueles acompanhados de cifrões. Vendo esta quadrilha atacar furiosamente Eduardo Cunha, chega-se a pensar que ele, provavelmente, roubou pouco ou nem roubou. Já dá para concluir, pelo menos, que sócio do PT nesta empreitada contra os cofres públicos ele não era. Se fosse, seria elogiado. Como Calheiros.

Maria Cristina Rocha Azevedo crisrochazevedo@hotmail.com

Florianópolis

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TROCA DE COMANDO

Acreditar que a deposição de Dilma será o grande feito do século no País até poderia ter sido, caso a chapa fosse cassada e novas eleições, marcadas, mas entregar o País de mão beijada para Michel Temer, Renan Calheiros e Eduardo Cunha é como trocar de comando o dono do morro no tráfico.

Marcos Barbosa micabarbosa@gmail.com

Casa Branca

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MÃOS SUJAS

A primeira acachapante vitória da Câmara dos Deputados contra o governo Dilma (367 pró-impeachment x 146 contra) foi comandada pelo presidente da Casa, Eduardo Cunha, réu em três processos judiciais. O golpe definitivo agora está na mãos nada limpas de Renan Calheiros, presidente do Senado Federal, réu em nada menos que 9 (!) processos na Justiça. O futuro do Brasil depende de gente desse naipe. Que país é este?!

J. S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo

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QUANDO?

As manifestações realizadas em várias localidades por certo não influíram na votação realizada pelos deputados para dar sequência à determinação do atual presidente da Câmara, em relação ao impeachment da presidente Dilma. Já estava tudo acertado nos gabinetes. Mas agora os manifestantes precisam mostrar outra atitude, ou seja, é preciso exigir a pautação também do afastamento de Michel Temer, de Eduardo Cunha e de Renan Calheiros. Por coerência, diante dos argumentos de irregularidades citados no processo que teve a votação encerada no domingo. Quando isso vai acontecer?

Uriel Villas Boas urielvillasboas@yahoo.com.br

Santos

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CAMPANHA

Faço um pedido ao Movimento Brasil Livre e ao Vem Pra Rua, que tiveram significativa importância no resultado de domingo, para que iniciem campanha pedindo as cassações do Eduardo Cunha e de Renan Calheiros. 

Roberto Bruzadin bobbruza@terra.com.br

São Paulo

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