Fórum dos leitores

DESEMPREGO

O Estado de S.Paulo

21 Abril 2016 | 03h00

Isso é que é golpe

Existe golpe pior do que um governo como o do PT, que se diz “dos trabalhadores”, promover um dos maiores índices de desemprego da nossa História? De dezembro a fevereiro, a Pnad Contínua, do IBGE, aponta desemprego de 10,2%, ou 10,371 milhões de pessoas fora do mercado de trabalho. Esse, sim, um golpe terrível contra a família brasileira. E a projeção dos analistas é de que até dezembro deste ano o quadro de desemprego vai piorar e alcançar 12% da massa de trabalhadores, um caos! Tudo por causa desta recessão econômica, produto exclusivo da perversão administrativa do PT da Dilma. Porque nos últimos quase 14 anos de poder eles deram prioridade à corrupção, “lixaram-se” para o equilíbrio das contas públicas, cometeram crimes de responsabilidade fiscal, afundaram nossa economia. E o petismo tenta convencer o povo de que o impeachment da Dilma é golpe. É muita picaretagem!

PAULO PANOSSIAN

paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

Já que Dillma vai à ONU chorar as pitangas pelo impeachment, não se esqueça de dizer que o desemprego no Brasil chegou a 10,2%, segundo a Pnad Contínua, que abarca mais de 3 mil municípios. Vai chorar e fazer mea-culpa também, já que por causa de sua péssima gestão tantas famílias estão em dificuldades? Conta a verdade, presidenta gerenta incompetenta Dillma.

BEATRIZ CAMPOS

beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

Presidenta Dilma, não nos envergonhe na visita aos EUA, fale o mínimo possível, todos sabem o que a senhora e o PT fizeram com o País. E sem chororô.

JOSÉ ROBERTO IGLESIAS

rzeiglesias@gmail.com

São Paulo

Impasse

O Brasil estagnou. Está acéfalo, mas quem detém a chave do cofre gasta a rodo na tentativa de reverter a situação que lhe é assaz desfavorável. Na prática, um progressivo e desenfreado dispêndio, inclusive no “toma lá dá cá”, para angariar adeptos à sua causa, sem que ninguém controle tais desperdícios, enquanto o País carece do mais elementar e grassa o desemprego. Até quando prevalecerá essa orgia de gastos? A cada dia transcorrido, mais difícil fica a situação, dados a relutância em deixar o poder e o vagaroso processo para extirpar o mal que aflige o Brasil.

HUMBERTO SCHUWARTZ SOARES

hs-soares@uol.com.br

Vila Velha (ES)

Tristeza coletiva

O que nós, cidadão brasileiros, que pagamos altos impostos, precisamos ver mais, além do Brasil se dissolvendo, o marasmo total, lojas fechando, shoppings às moscas, supermercados vazios, indústrias falindo, a saúde precária e o povo desempregado? Ah, mas a nossa presidenta e o copresidente gritam “é golpe” e incitam à guerra. Chega, basta! É preciso resgatar nossos direitos de cidadãos, que vivemos numa democracia. Se a presidenta não tem competência para governar, que renuncie e nos dê o direito de viver num Brasil melhor. A população merece mais respeito e uma vida com mais dignidade.

EVA VOLTIS

evoltis@gmail.com

Campinas

A demora em defenestrar a sinistra figura que ocupa (?) a Presidência já arruinou o País. Desemprego em nível nunca visto, queda contínua do PIB, desmoralização do Brasil no cenário internacional promovida por Dilma e seus sequazes, ameaças dos ditos “movimentos sociais” de incendiar o País, e por aí vai... Urge o definitivo afastamento da pior presidente da República, basta!

EDUARDO SPINOLA E CASTRO

3491esc@gmail.com

São Paulo

Economia em frangalhos, desemprego recorde, políticos e empreiteiros cada vez mais enlameados. Sem terem como se defender de inúmeras e gravíssimas acusações, os lulopetistas querem incutir na população, a todo custo, a ideia de golpe. Ora, Lula e Dilma são o golpe, vide a ausência de ética, moralidade e o desprezo pela coisa pública. Mas não somos idiotas. O Brasil haverá de se reerguer e isso só será possível quando nos livrarmos dessas pragas, pela renúncia da presidente ou via impeachment. Que seja rápido.

MARIA LUCIA RUHNKE JORGE

mlucia.rjorge@gmail.com

Piracicaba

Enquanto a classe política, juristas e simpatizantes brigam para ver quem tem razão, o Brasil segue desgovernado rumo à convulsão social. Engana-se quem apostou em algum litígio partidário, o mote, desta feita, tem conteúdo humano, dramático e real: o desemprego.

RICARDO C. SIQUEIRA

ricardocsiqueira@globo.com

Niterói (RJ)

Que quando falarem em “democracia”, nossos juízes e parlamentares federais considerem a tristeza e a incerteza dos milhões de brasileiros aflitos, desempregados, famintos, desesperados, doentes e enganados.

MARIA TOLEDO A. G. DE FRANÇA

mariatagalvao@gmail.com

Jaú

DERSA

Desapropriações

Sobre a reportagem Dersa propôs pagar mais que perícia por área do Rodoanel (15/4), a Dersa esclarece que não propôs pagar quantia alguma ao expropriado, só procedeu à avaliação da área. Nas ações de desapropriação do Rodoanel Norte, a propositura é da competência do expropriante, que é o Departamento de Estradas de Rodagem (DER). Por entender que a documentação disponível da propriedade era precária, a Dersa encaminhou o caso com recomendação de judicialização. O procedimento do Estado foi o mais cauteloso possível, de vez que a questão foi judicializada unilateralmente e o único depósito em juízo foi feito após a perícia judicial e considerando o menor valor apurado: R$ 12, 9 milhões. O Estado não antecipou nem desembolsou um centavo a mais nem houve prejuízo aos cofres públicos, ao contrário do que pode ocorrer com as desapropriações em Guarulhos, citadas na reportagem. Ali, atendendo a provocação da Procuradoria-Geral do Estado, o Ministério Público investiga indícios de irregularidades nos laudos de peritos judiciais, cujos valores exorbitantes podem somar R$ 1 bilhão a mais que os indicados pelos laudos da Dersa.

MÁRCIO BLANCO, Assessoria de Imprensa da Dersa

imprensa@dersa.sp.gov.br

São Paulo

N. da R. – As informações da reportagem constam de processo que tramita na 14.ª Vara da Fazenda Pública de São Paulo. A proposta final de R$ 24 milhões pela área a ser desapropriada foi feita pelo DER, por opção do governo, mas com base em laudo da Dersa, responsável pela construção do Trecho Norte do Rodoanel.

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

TIRADENTES

Hoje, 21 de abril, feriado nacional, comemoramos o dia em que Tiradentes, o mártir da Inconfidência Mineira, foi enforcado pelo carrasco Ventania. Decorridos 224 anos e diante do momento vergonhoso pelo qual estão passando o Brasil, a Pátria e a Nação, de quantos raios precisaríamos para fulminar os que roubam e esbulham os brasileiros na Praça dos Três Poderes, em Brasília, e, com raríssimas exceções, nos demais gabinetes ricamente atapetados de todos os órgãos públicos dos Estados e municípios?

Manoel Antunes antunesmanoel@yahoo.com.br

São José do Rio Preto

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JOAQUIM JOSÉ DA SILVA XAVIER

  

O dia 21 de abril é mais que um feriado, é a lembrança de um homem chamado Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes, que, nascido em Minas Gerais no ano de 1746 e não se conformando com a exploração vivida pelo Brasil, lutou. No período colonial, Minas Gerais extraía muito ouro, e aqueles que encontravam esse metal precioso deveriam pagar o quinto à Coroa, ou seja, 20% de todo ouro encontrado acabava nos cofres portugueses. Como se não bastasse e com a diminuição nas minas, as autoridades portuguesas criaram a derrama, estrangulando ainda mais a população, funcionando da seguinte forma: cada região de exploração de ouro deveria pagar 100 arrobas de ouro (1.500 kg) por ano para a metrópole. Quando a região não conseguia cumprir essa exigência, soldados da Coroa entravam nas casas das famílias para retirar seus pertences até completar o valor devido. Essa situação gerou um descontentamento em todas as classes sociais, advogados, poetas, padres e entre outras personalidades, que estavam decididos a apoiar o movimento conhecido como inconfidência mineira, ocorrido em 1789. Joaquim José da Silva Xavier foi escolhido para liderar o movimento por causa de sua oratória e espírito de liderança, características dos militares alferes, hoje graduação de subtenente – ele também foi dentista, profissão que lhe rendeu o nome de Tiradentes. O movimento não deu certo. Tiradentes foi traído por um companheiro de luta: Joaquim Silvério, que devia 700 contos ao rei de Portugal e, para ter a dívida perdoada, entrou no grupo de Tiradentes, informou-se do plano e o denunciou. 34 membros do movimento foram presos, acusados de traição à coroa portuguesa. 11 deles foram condenados à morte, mas todos tiveram as penas amenizadas, menos Tiradentes. Ele foi enforcado no dia 21 de abril de 1792, no Rio de Janeiro. Antes de morrer, Joaquim da Silva Xavier disse: “Jurei morrer pela independência do Brasil, cumpro a minha palavra! Tenho fé em Deus e peço a Ele que separe o Brasil de Portugal”. O reconhecimento como herói nacional só se deu em 1890. Daí em diante, muitas homenagens são atribuídas a seu nome. Inclusive é considerado patrono das Polícias do Brasil, por decreto do então presidente Eurico Gaspar Dutra em 1946, que institui o dia 21 de abril como o Dia das Polícias Militares e Civis, e é o mártir da Independência. O alferes Tiradentes honrou com sua própria vida valores éticos e morais, valores inerentes à atividade policial militar. Embora este movimento de libertação não tenha atingido seus ideais, a participação de Tiradentes foi um importante fator para a formação da Nação brasileira.

 

Antonio C. Soares soaresantoniocarlos32@gmail.com

Jundiaí

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LIVRAR AÉCIO?

Da maior gravidade a notícia de que o senador Delcídio Amaral poderia manter o cargo de senador no Conselho de Ética, caso desista das acusações sobre Aécio Neves (PSDB-MG) que Delcídio fez em sua delação premiada homologada pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Seria uma ignomínia.

Ademir Valezi valezi@uol.com.br

São Paulo

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AÉCIO FICHA-LIMPA?

Caso o senador e presidente do PSDB Aécio Neves tenha ainda a pretensão de concorrer no futuro à Presidência da República, não deve impedir que o ex-líder do governo Dilma no Senado Delcídio Amaral vá ao Conselho de Ética da Casa para confrontá-lo publicamente em relação às acusações que Delcídio fez sobre Aécio. A grande maioria dos ainda eleitores de Aécio exige que este fato seja esclarecido e não quer que outro mentiroso ocupe, no futuro, a cadeira mais elevada da República.

José Carlos Degaspare degaspare@uol.com.br

São Paulo

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OPOSIÇÃO MEDÍOCRE

 

Como eleitor do PSDB, venho me decepcionando com o desempenho de seus políticos em razão da falta de unanimidade, dos interesses individuais acima do todo e, principalmente, em razão desta oposição medíocre. Mas devo dizer que, ao ler a coluna “Direto da Fonte” de 20/4, que trouxe o depoimento do ex-presidente FHC sobre o fato de participar ou não do eventual governo Temer, o PSDB conseguiu me causar ainda mais indignação. Sr. Fernando Henrique Cardoso, só a título de lembrança, nosso glorioso Hino Nacional versa que “verás que um filho teu não foge à luta”! A luta pela reconstrução de nosso Brasil realmente é para fortes e corajosos, portanto, os fracos e covardes que se apartem dela para não atrapalharem aqueles que verdadeiramente estão imbuídos desta tarefa vital para o Brasil e os brasileiros. 

José E. Sandoval Motta sandoval.motta@uol.com.br

São Paulo

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VAIDADES FERIDAS

Gostaria de deixar aqui uma ressalva quanto aos comentários do sr. Fernando Henrique Cardoso quanto aos medos incabíveis partidários no atual momento do País, quando tentamos moralizar e salvar o Brasil dos desmandos. Precisamos, sim, do que há de melhor, e não de vaidades pessoais feridas na briga partidária. Onde é que está o patriotismo dele? Em casa?

 

Monica Vieira de Carvalho monica@vcseguros.com.br

São Paulo

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A OPOSIÇÃO E SEUS LIMITES LEGAIS

O discurso do presidente nacional do Partido dos Trabalhadores (PT), Rui Falcão, que promete forte oposição a Michel Temer, não é novidade. Deve o sr. Falcão, no entanto, considerar que existem limites legais até para o exercício de oposição. Dilma e seus partidários têm todo o direito de lutar pela manutenção do poder, mas não é lícito que promovam a desobediência civil ou atividades que potencializem a crise ou estabeleçam o caos. O impeachment de Dilma é uma página judicializada da história brasileira. Sua tramitação na Câmara deu-se sob rito estabelecido e fiscalizado pelo Supremo Tribunal Federal (STF). No Senado, o processo será mais judicializado ainda, pois sua direção caberá, por lei, ao presidente do Supremo. Nessas condições, falar em golpe poderá soar como acusar de golpismo a mais alta Corte de Justiça do País.

Dirceu Cardoso Gonçalves aspomilpm@terra.com.br

São Paulo

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PINGOS NOS IS

A admissão do processo de impeachment de Dilma Rousseff na Câmara dos Deputados e seu consequente avanço para o Senado – com intervalo de cerca de 20 dias para o afastamento provisório da presidente – fez com que surgisse uma opinião comum entre os articulistas políticos: o País não pode ficar três semanas desgovernado. Na prática, o raciocínio é inequívoco, pois Dilma governa sem amplos poderes e Michel Temer ainda não assumiu a Presidência. No entanto, cobra-se a celeridade do processo (legitimamente) como se até então tivéssemos um governo sólido e com diretrizes bem encaminhadas. Desde 1.º de janeiro de 2014 fala-se da necessidade de um profundo ajuste fiscal, mas o que foi feito de relevante até agora? Joaquim Levy talvez seja a pessoa mais gabaritada para responder a essa indagação. A cobrança para que Renan Calheiros (PMDB-AL) acelere o processo – que, no caso de Collor, durou cerca de três dias no Senado – deve ser feita, porque o Brasil tem de se livrar deste projeto criminoso de poder (PT) e de todos os transtornos que sua administração nos trouxe, o quanto antes. Impeachment não é o motivo do transtorno que agora, e já há muito, está em curso. É a solução constitucional que nos trará estabilidade. 

Elias Menezes elias.natal@hotmail.com

Nepomuceno (MG)

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PRESSA

Que o Senado resolva o impeachment rápido, para que possamos ter Olimpíada com um governo apresentável.

Harald Hellmuth hhellmuth@uol.com.br

São Paulo

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O POLÍTICO DE SEMPRE

O senador Renan Calheiros será o responsável pelo tempo desnecessário para manter o sofrimento do povo brasileiro?

Luíz Frid luiz.frid@globomail.com

São Paulo

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CONTRADIÇÃO DO PODER

No artigo “A heroína de ocasião e o farsante de estimação” (“Estadão”, 20/4, A2), do senhor José Nêumanne, aponta com lucidez e sólida argumentação as contradições da atual conjuntura nacional, associadas com as tentativas da senhora Dilma Vana Rousseff de se salvar no processo de impeachment. De passagem, o colunista se coloca contra o regime militar de 1964, o que é absolutamente compreensível, especialmente se considerarmos que militares não são formados para exercer a gestão governamental, não importando se, historicamente, as elites civis tenham sido absolutamente ineptas naquilo que deveriam ser as referências da sociedade. É paradoxal notar que os militares agiram em oposição aos brasileiros que queriam implantar no Brasil uma ditadura similar aos regimes hediondos citados pelo senhor Nêumanne. Entre os que queriam substituir o regime militar por ditadura hedionda inclui-se a senhora Rousseff, conforme atesta o notável poeta. É também paradoxal ressaltar que os militares ajudaram a varrer do planeta o nazismo. Entretanto, comparar o regime militar brasileiro ao nazismo de Hitler depõe contra a estatura intelectual do articulista. E falta de coragem intelectual é covardia ética e moral – faculdade essencial de Pol Pot, Hitler, Stalin “et caterva”. Por último e igualmente importante, no exercício do poder os militares cometeram erros – as consequências dos acertos dependem da isenção do julgamento. Similarmente, no exercício do poder jornalístico, poético e de escritor, o senhor Nêumanne está cometendo erro. Quem está no poder se considera inatingível e infenso a erro. O poder tem essa contradição.

Aléssio Ribeiro Souto souto49@yahoo.com

Brasília

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TRISTE PAÍS

Brilhante, como sempre, o texto de José Nêumanne com o título “A heroína de ocasião e o farsante de estimação”, publicado no “Estadão” de 20/4. Expressa com clareza a real postura, índole e ideologia das duas figuras públicas Dilma e Lula. Triste país que convive com uma presidente que já não governa e tenta se manter no cargo com ameaças e incitamento à violência, como a Estela dos tempos da luta armada. O outro, espertalhão e enganador-mor da Corte, faz de conta que nada tem que ver com o desastre político e econômico que vivemos hoje e vive de reunião aqui e acolá, manipulando e incitando os ditos movimentos sociais e os principais líderes sindicais ainda fiéis a ele. Enquanto as nossas instituições democráticas, Judiciário, Legislativo e Forças Armadas, fazem a sua parte no cumprimento constitucional, dois próceres da esquerda mais raivosa e retrógrada tentam desestabilizar o País, para instalar aqui o “socialismo do século 21”, vulgo bolivarianismo, como se esse sistema já não se tivesse mostrado totalmente inviável, com exemplos atuais e perto de nós.

João M. Ventura joaomv@terra.com.br

São Paulo

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A HEROÍNA E O FARSANTE

Sobre o artigo do dia 20/4, “A heroína de ocasião e o farsante de estimação”, do jornalista José Nêumanne, gostaria de frisar o ponto em que foi dito que a nossa “presidenta” se orgulha de dizer que lutou contra a ditadura. Foi muito feliz o comentário de que ela lutou contra a ditadura, mas nunca pela liberdade, e, sim, para trocar a ditadura de direita por uma muito pior, que seria a ditadura comunista. Este é um assunto que vivo falando para algumas pessoas (informadas): alguns “cidadãos-políticos” adoram dizer que lutaram contra a ditadura, mas eles só se esquecem de mencionar, também, que estavam lutando com base no sonho cubano, ou seja, de fazer o Brasil virar uma ditadura comunista. Se isso tivesse acontecido, hoje nós estaríamos parecidos com os países africanos e o pouco que nos desenvolvemos nestes últimos anos entre ditadura e redemocratização teria ido para o espaço.

  

Márcio F. de Souza marciofdesouza@globo.com

São Paulo

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VIVENDO E APRENDENDO

 

“Nenhum governo será legítimo – que o povo pode reconhecer como produto da sua democracia – sem ser pelo voto secreto direto em uma eleição”, palavras da “presidenta” Dilma ditas na segunda-feira, após a acachapante votação na Câmara dos Deputados que decidiu o encaminhamento ao Senado de seu processo de impeachment. Como “o saber não ocupa lugar”, acabo de aprender duas memoráveis lições que o governo do PT nos oferece: 1) a regra acima não se aplica aos pedidos de impedimento apoiados pelo PT, como é notório o caso de Fernando Collor de Mello; e 2) os governos de Austrália, Bélgica, Canadá, Dinamarca, Espanha, Inglaterra, Holanda, Noruega, Nova Zelândia, Japão e Suécia, países desenvolvidos, ricos, estáveis, todos monarquias parlamentaristas, onde o rei exerce de forma vitalícia a chefia do Estado (não é eleito pelo povo) e o chefe de governo é escolhido de forma indireta (pelos seus pares do Parlamento),  são todos, sem exceção, governos bastardos e ilegítimos. Vivendo e aprendendo com o PT.

 

Silvio Natal silvionatal49@gmail.com

São Paulo

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LÓGICA JURÍDICA

A autorização para a abertura do processo por crime de responsabilidade da presidente da República, Dilma Vana Rousseff, obtida em votação na Câmara dos Deputados em 17 de abril de 2016, deve ser anulada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), pois quem a presidiu foi o “réu” Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Se o presidente da Câmara dos Deputados não poderá suceder o suplente Michel Temer na Presidência da República, por ser “réu” na Lava Jato, então Eduardo Cunha não tem poder legal para presidir sessão da Câmara objetivando ao impeachment da titular do cargo. Portanto, a sessão da Câmara que aprovou o processo de impeachment é juridicamente (e politicamente) inepta. Ao STF cabe anulá-la, pois a condição de “réu” não se sobrepõe à condição de investigada. Afinal, um deputado “réu” jamais poderia ter poderes “legais” para investigar uma presidente da República! Não se trata de hierarquia, mas de lógica jurídica. O “réu” está acima da investigada?

Ney José Pereira neyjosepereira@yahoo.com.br

São Paulo

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CUNHA E O STF

 

Eduardo Cunha (não merece tratamento de excelência, nem sequer de senhor) conseguiu representar a essência do cinismo ao afirmar para Renan Calheiros que “a demora (na tramitação do impeachment no Senado) é muito prejudicial para o País, porque ele está com um governo que ficou meio governo”. Ora, a Câmara, por ele presidida, tem sistematicamente se omitido em realizar reformas essenciais ao País, porque formada por pseudorrepresentantes do povo brasileiro, fantasiados de deputados. A grande maioria de seus integrantes tem contas a acertar no Supremo Tribunal Federal, a começar pelo próprio Cunha, comprovadamente possuidor de contas abastecidas por produto de propinas. Assim, que moral tem este indivíduo para falar em governança? Já é tempo de o STF começar a acelerar os julgamentos de réus legisladores (sic). 

 

Honyldo Roberto Pereira Pinto honyldo@gmail.com

Ribeirão Preto

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TIRO NO PÉ

O ministro José Eduardo Cardozo, advogado-geral da União, ao insistir em que a senhora “presidenta” só poderia ser julgada pelas pedaladas fiscais, abriu o precedente para que o deputado Eduardo Cunha só possa ser julgado no Conselho de Ética da Câmara pelo fato de ter mentido ou não sobre suas contas na Suíça. Em outras palavras, com tantas manobras, o “Al Capone” envolvido em diversas atividades criminosas só pode ser preso por sonegação de impostos.

  

Marcos Catap marcoscatap@uol.com.br

São Paulo

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DANDO O TROCO

Será que a CUT/MTST e outros apensos do governo do PT não teriam R$ 2.500,00 para pagar a passagem do Fernando Baiano para ir depor no Conselho de Ética da Câmara e colocar uma lápide definitiva no mandato de Eduardo Cunha? Gastam muito mais que isso com sanduíches de mortadela, com menos resultados práticos. Sejam pragmáticos, afinal, o dinheiro não é de vocês mesmo.

Claudio Juchem cjuchem@gmail.com

São Paulo 

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INGENUIDADE

Parece bastante rocambolesca a história do plano B de Eduardo Cunha para “se salvar”, publicada em 20 de março. Ao que se saiba, Cunha deu um golpe de mestre, acatando a liminar concedida por Marco Aurélio Mello, do STF, que obrigava a instalação de comissão de impeachment do vice-presidente, para recorrer, em seguida, ao mesmo tribunal. As interferências do Supremo no Legislativo há muito se tornaram bastante exageradas, sendo a liminar de Marco Aurélio a mais absurda delas. Com o recurso de Cunha, o pleno terá de se manifestar, e é certo que se ponha fim a este absurdo da interferência de um Poder da República sobre outro. Assim, coloca-se um freio na tal “judicialização da política”, tão deletéria. O resto é puro exercício de fantasia. 

Maria Cristina Rocha Azevedo crisrochazevedo@hotmail.com

Florianópolis

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O LIXO DA HISTÓRIA

Eduardo Cunha cumpriu o seu papel e presidiu a votação do impeachment na Câmara. Agora, o Brasil espera que ele seja devidamente conduzido para a lata de lixo da História, junto com seu trust na Suíça. Está mais do que na hora de o Brasil se livrar também de Renan Calheiros, antes que ele manobre o Senado contra o impeachment. Basta agilizar qualquer um dos tantos processos a que ele responde no Supremo. E a vez de Michel Temer vai chegar quando Lula e Dilma forem presos e entrarem para o programa de colaboração premiada do Ministério Público. 

Mário Barilá Filho mariobarila@yahoo.com.br

São Paulo

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A CONTINUAÇÃO DA LIMPEZA

Pela ordem, agora é a vez de Cunha; logo depois, de Renan (aquele da República das Alagoas); e, finalmente, Michel “Treme”... Ufa, que alívio!

Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

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VERGONHA

Pensei que já tinha escutado e lido sobre todo o horror que é o nosso Parlamento, mas deputados declarando no domingo seu voto num assunto tão importante como o futuro do nosso país, dilapidado e roubado por esta gestão petista, mais parecia uma série de entrevistas com jogadores de futebol da 15.ª categoria da várzea.

Renato Nóbrega Centola mrs5@uol.com.br

São Paulo

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SEMENTE RUIM

Quem aprovou o impeachment? Deputados analfabetos, como Tiririca. Deputados fascistas, como Bolsonaro. Deputados corruptos, como Eduardo Cunha. E, claro, deputados ressentidos e oportunistas, como os aliados de Aécio Neves, do PSDB. Foram estes que aprovaram o processo de impeachment na Câmara dos Deputados. Analfabetos, ditadores, ladrões, golpistas de toda hora. Por isso, eu não posso me orgulhar deste momento que o Brasil vive hoje. Eu tenho mil críticas ao PT de Dilma! Mas não consigo me orgulhar do impeachment promovido por este Congresso, pois eu não vejo esperança no golpe: não nasce árvore boa de semente ruim. 

Wellington Anselmo Martins am.wellington@hotmail.com

Bauru

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UM SOPRO DE VENTO

A História constitui-se de páginas viradas. Subsiste a esperança de que uma rajada de vento dobre para sempre os capítulos de Dilmas, Renans, Lulas, Cunhas e Bolsonaros da vida. E que se destinem, também, folhas em lugar obscuro e de curta memória, a todos aqueles parlamentares que fizeram da solene tribuna de votação do impeachment um escarcéu deprimente.

Ricardo C. Siqueira ricardocsiqueira@globo.com

Niterói (RJ)

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A CUSPARADA

Em meio à votação do impeachment na Câmara, destacaram-se dois episódios: a saudação do deputado Jair Bolsonaro aos “militares de 64” e ao coronel Brilhante Ustra e a subsequente cusparada do deputado Jean Wyllys, que, ao tentar acertar Bolsonaro, acabou atingindo outros dois parlamentares. É desnecessário elencar aqui os malefícios dos regimes ditatoriais de quaisquer matizes. Menos importante ainda seria discorrer sobre a natureza essencialmente má, perversa e doentia da tortura. Ao fazer sua apologia, Bolsonaro revela o quão desalinhado está com a ideia de um mundo de tolerância, humanidade, liberdade e solidariedade. É fácil, portanto, entender a revolta do deputado Jean Wyllys, potencializada ainda pela derrota fragorosa da posição que defendia no plenário da Câmara. É inaceitável, contudo, sua reação. Ao tentar atingir Bolsonaro com uma cusparada, Jean Wyllys mostra que a intolerância não habita apenas os defensores da defunta ditadura militar, mas também outros setores da sociedade com representação no Parlamento. Nossa Constituição garante a liberdade de expressão, desde que não escondida sob o véu do anonimato. Bolsonaro manifestou de cara aberta sua opinião, exercendo essa liberdade de modo legítimo. Jean Wyllys, por sua vez, perdeu uma oportunidade de ouro para mostrar o quão contraditório seu oponente foi naquele momento: bastaria ter observado que a liberdade de expressão usufruída por Bolsonaro foi conquistada justamente com a derrocada do regime que tanto defende. Preferiu, no entanto, uma cusparada. O pior caminho para combater ideias que nos sejam ofensivas é tentar suprimi-las à força. É justamente permitindo que elas venham à luz, dando-lhes espaço e contrastando-as com a realidade e com a razão, que conseguiremos construir uma base sólida de contestação, capaz de sustentar-se firmemente em meio a crises de valores como a que vivemos hoje. 

Guilherme Rizzo Amaral julianne@fattocom.com.br

Porto Alegre

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‘MUTATIS MUTANDIS’

Ao exaltar um torturador do período da ditadura, o deputado Jair Bolsonaro foi inconsequente e antiético. Em face disso, a Ordem dos Advogados do Brasil do Rio de Janeiro (OAB-RJ) entendeu que cometeu crime de ódio. Em contrapartida, incentivar centrais sindicais, “movimentos dito sociais” a invadir propriedades públicas, privadas, bloquear estradas, via urbanas, saquear pedágios e destruir plantações, isso também não é crime?

Arnaldo Ravacci arnaldoravacci05@gmail.com

Sorocaba

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HIPOCRISIA

Quando o deputado Glauber Braga (PSOL-RJ) exaltou Carlos Lamarca, ninguém se lembrou de representar contra ele no Conselho de Ética da Câmara nem na OAB, por ter homenageado um indivíduo que castrou vivo o então tenente Alberto Mendes Jr., da PM de São Paulo, e, ato contínuo, obrigou-o a engolir seus próprios testículos. É muita hipocrisia, parcialidade e distorção dos fatos históricos por indivíduos que querem reescrever a História. 

Frederico d’Avila fredericobdavila@hotmail.com

São Paulo

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LULA E TIRIRICA

Todos vimos pela televisão o deputado Tiririca (PR-SP) dizer seu sonoroso “meu voto é sim”. Essa foi sua primeira, diz-se, manifestação no microfone da Câmara dos Deputados. Clara, objetiva. Porém, o ex-presidente Lula não se conformou com esse voto, observando para quem quisesse ouvir, enquanto ele acompanhava a votação na Câmara: “Este cara esteve comigo. Como ele faz isso? Ele ia votar com a gente” (“Folha de S.Paulo”, 19/4). Ora, depois Tiririca negou qualquer contato anterior com Lula e, consequentemente, algum compromisso. Bom, é o caso de ser feita uma acareação entre ambos para que nós, eleitores, conheçamos a verdade que possa surgir desse contato. Afinal, quem falou e o quê?

Pedro Luís de C. Vergueiro pedrover@matrix.com.br

São Paulo

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FICOU PIOR

Tiririca dizia “pior do que está não fica”. E eu, como fico? Na rua da amargura estou. Sofrendo com o aviso prévio, sem Pronatec, sem nada. Eu, que tanto confiei nesta cambada... Triste fim por causa de uma pedalada!

Alberto Souza Daneu curtasuasaude@uol.com.br

Osasco

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‘O QUE ACONTECEU?’

Lamentável, sim, lamentável, para o “ex”, instalado em hotel de luxo de Brasília, ver, ouvir e saber o voto do nobre deputado Tiririca. Pois é, Lula, você, que costuma abandonar “companheiros”, está sentindo as consequências da propaganda enganosa. 

J. Perin Garcia jperin@uol.com.br

São Paulo

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DESCRENTE

Lula deve estar descrente do seu decantado poder de persuasão e sedução – não conseguiu convencer nem o Tiririca! Está decadente e, por certo, sabe que as coisas estão mudando. Deve estar com medo do seu futuro...

Orlando Cesar de O. Barretto ocdobarr@usp.br

São Paulo

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LUTA DE CLASSES

Nesta quadra crítica por que passa a Nação, com o coração palpitando e os nervos à flor da pele, Lula, em mais um de seus belicosos discursos, desta feita na reunião do diretório nacional do PT, logo após a acachapante vitória dos que votaram pró-impeachment na Câmara dos Deputados, disse, em alto e bom som, que “a elite nos forçou a fazer a luta de classes. Não fomos nós que pedimos”. Diante da grave ameaça, que se soma às de Guilherme Boulos (coordenador nacional do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto, MTST) e de João Pedro Stédile (dirigente nacional do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, MST), é prudente e de bom alvitre que as Forças Armadas e a Polícia Militar estejam alertas e de prontidão. O partido que fez “o diabo” para reeleger Dilma parece disposto a fazer o diabo a quatro para não largar mais o suculento filé mignon do poder. A hora exige calma, prudência e atenção. Todo cuidado será pouco. Quem sobreviver verá...

J. S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo

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JULGAMENTO ADIADO

O Supremo Tribunal Federal (STF) adiou o julgamento sobre a nomeação de Lula como ministro da Casa Civil. Pode? É perda de tempo, ou falta do que fazer, ou o STF está tramando reverter o impeachment da ainda presidente Dilma Rousseff? Para o povo brasileiro, a (ex)presidenta está de “aviso prévio”, para alguns; “sub judice”, para outros; e, para o povão, na rua. O STF estaria manipulando algum retorno “triunfal” do maior ladrão do dinheiro público do mundo? Não façam e$$e desaforo à Nação, confirmando que a lei não vale para políticos ladrões e declarando a impunidade oficial. Aceitar a nomeação de Lula para a Casa Civil será a maior afronta à cidadania dos brasileiros. 

 

Luiz Dias lfd.silva@uol.com.br

São Paulo

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‘SINE DIE’

Barrigas é o que não falta no STF para empurrar o julgamento da posse de Lula.

Roberto Twiaschor  rtwiaschor@uol.com.br

São Paulo

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ROUPA SUJA

Continuando sua estratégia de aproveitar qualquer ocasião para se defender, a presidente Dilma Rousseff cogita a internacionalização da crise, mencionando o “golpe” durante uma cerimônia das Nações Unidas em Nova York. O PT, por outro lado, fala em criticar Michel Temer até fora do País. Embora roupa suja não se lave fora de casa, vale a sugestão: mover ação antigolpista perante a Corte Internacional de Haia. Sucesso garantido, graças à defesa brilhante do advogado-geral da União!

Omar El Seoud ElSeoud.USP@gmail.com

São Paulo

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A CARTADA DE DILMA NA ONU

Dilma Rousseff, que já havia faltado a reuniões de muito maior importância no exterior, decidiu de última hora viajar para Nova York, onde participará da assinatura do Acordo de Paris sobre Mudança do Clima, mesmo com o conturbado clima político do Brasil, além de estar deixando Temer na Presidência, situação que ela andava evitando ultimamente. A justificativa dessa viagem é que ela vai aproveitar a provável exposição que a sua presença no exterior ensejará para falar à imprensa estrangeira sobre o “golpe” que, na opinião dela, está sendo tramado para tirá-la do poder. Para mim, Dilma já está dando como favas contadas a sua permanência na Presidência e resolveu aproveitar essa sua última viagem a Nova York como turista de luxo à nossa custas, sem ter de passar pela alfândega na volta, hospedando-se no melhor hotel e frequentando restaurantes de luxo. Já começou a sentir saudades do cargo, mesmo antes de deixá-lo.

Ronaldo Gomes Ferraz ronferraz@globo.com

Rio de Janeiro 

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DIREITO DELA

Embora a decisão de Dilma Rousseff de ir à ONU denunciar o que ela ainda chama de “golpe” seja algo inusitado e estapafúrdio, é um direito que lhe assiste. É imperativo, entretanto, que ela também mostre para a organização o parecer objetivo e muito bem escrito do deputado Jovair Arantes, em que se encontram claramente descritos os argumentos que justificam seu impedimento. Nada mais justo, não é, presidente?

Luciano Harary lharary@hotmail.com

São Paulo

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APELAÇÃO

Dilma Rousseff, depois de suas costumeiras falas para público selecionado (turma petista) e utilizando o Palácio do Planalto, não conseguiu nenhum retorno (vejam o resultado do impeachment). Agora, vai apelar e fazer os mesmos pronunciamentos “mentirosos” (só ela e o PT acreditam) na ONU, nos EUA, ridicularizando ainda mais o nosso país lá fora. Esta senhora não tem um mínimo de senso, ela deveria se colocar no devido lugar e renunciar, para que o Brasil se recupere.

Laert Pinto Barbosa laert_barbosa@globo.com

São Paulo

 

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DILMA, LULA & CIA. LTDA.

Será que ainda tem passagens aéreas para Bulgária, Itália e demais países?

Milton Bulach mbulach@gmail.com

Campinas

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GOLPE BAIXO

As operadoras de internet fixa no Brasil, em seu afã de quererem espoliar seus usuários e contando com o total beneplácito da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), órgão que deveria nos defender, e não nos prejudicar, quer limitar nossos acessos à banda larga via pacote de dados com base na velocidade contratada por cada assinante. Nossa internet fixa já é uma das mais caras e de péssima qualidade do mundo e ainda vem com esta proposta absurda capitaneada pela Vivo-Telefônica no intuito de gerarem recursos ainda maiores para suas empresas deficientes e ineficazes. Por outro lado a Anatel, mostra-se em conluio com as operadoras nesta nefasta atitude contra cerca de 26 milhões de assinantes de internet fixa existentes no país. Nossos preclaríssimos representantes no congresso deveriam entrar com um recurso junto ao STF contra este roubo perpetrado tanto pelas operadoras quanto pela Anatel e assim evitar esta golpe baixo contra uma população que sofre com uma internet de baixa qualidade e assim sendo não terá a quem mais recorrer.

Boris Becker borisbecker@uol.com.br

São Paulo

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