Fórum dos leitores

CRIME CONTRA O BRASIL

O Estado de S.Paulo

25 Abril 2016 | 03h00

Alta traição

Vai a presidente da República à ONU, vergada pelo processo que lhe recai por crimes de responsabilidade, fraudes fiscais, e de lá retorna – agora cristalinamente – imputável por crime de responsabilidade muito mais grave, talvez o mais desonroso crime que pode ser imputado a um cidadão. Por intermédio da imprensa internacional, a indigitada pediu aos governos da Unasul que apliquem sanções contra o nosso país, entendendo-se que essas possibilidades vão de hostilidades econômicas a militares. Pior, materializando sua conduta lesa-pátria, está enviando alguns dos seus apaniguados à reunião do Mercosul “a fim de combinar detalhes” sobre como serão mais eficientes as ações externas contra a República e a Constituição federal. A Lei 1.079, de 10/04/1950, reza em seu artigo 5.º: “São crimes de responsabilidade contra a existência política da União: 1 – entreter inteligência com governo estrangeiro, provocando-o a cometer hostilidade contra a República (...)”. O texto da nossa Carta Magna é até moderado diante desse crime que nas Repúblicas mais sólidas e representativas do mundo ganha o nome de alta traição. Além de penalidades compatíveis com sua gravidade.

ENIO BASILIO RODRIGUES

enio@goconsult.com.br

São Paulo

O golpe de Dilma

Dilma Rousseff pediu sanções do Mercosul e da Unasul contra o Brasil. Uma vingança absurda! O que mais vai aprontar? Vai pedir às Farc e à “Fuerza Armada Nacional Bolivariana”, da Venezuela, que se juntem ao exército do Stédile?

LUIGI VERCESI

luigiapvercesi@gmail.com

Botucatu

Lesa-pátria

Após a presidente ter pedido sanções ao Brasil no Mercosul e na Unasul, o Senado e o STF deveriam acrescentar mais um aos já inúmeros crimes pelos quais julgarão nossa presidente: o crime de lesa-pátria. Ainda que ela fosse inocente dos demais, desse não pode escapar. Quanto mal essa mulher faz ao País!

M. JÚLIA PACHECO DE CASTRO

juliapcastro@gmail.com

São Paulo

Lesa-pátria: qualquer aliança política, traiçoeira, que causa prejuízos ao país, acabando com a democracia, a soberania e a liberdade de seu povo, bem como efetuando desvios fraudulentos dos cofres públicos, impondo com isso um regime autoritário, tanto de esquerda como de direita, radical ou não, aparelhando o Estado e subjugando o povo, enganando, comprando, escravizando ou fraudando eleições para permanecer no poder – é quase tudo o que a sra. Dilma vem fazendo, até em sua defesa contra o impeachment, culminando agora com a “patriótica” declaração em que pede sanções para o Brasil, seu país (?), desses dois organismos de ficção chamados Mercosul e Unasul. Realmente, a ela o que importa não é o Brasil, mas o partido e a causa (incluída a própria). De volta às raízes guerrilheiras.

J. EDUARDO GOMES DE O. DUARTE

jegoduarte@terra.com.br

São Paulo

Revanchismo egoísta

Realmente, as declarações da “presidenta” pedindo a aplicação da cláusula democrática pelo Mercosul e pela Unasul mostram bem o amor que ela tem ao Brasil e aos brasileiros. Seu rancor não a impede de sugerir sanções que afetariam o mesmo povo que já perdeu mais de 12 milhões de empregos apenas para satisfazer o seu desejo de vingança contra uma medida perfeitamente constitucional, mas que ela insiste – não se sabe se por ignorância ou má-fé – em não aceitar. Trata-se de um ato egoísta, revanchista e antipatriótico, digno de nosso total desprezo.

FLAVIO A. PERPETUO

fperpe@gmail.com

Florianópolis

Só mesmo uma pessoa agarrada ao poder pede sanções contra o próprio país, não se importando com as consequências!

MARIA FLAVIA SALA

c.sala@terra.com.br

São Paulo

Ridícula demais

A Dilma está se comportando tão ridiculamente que só falta se queixar ao papa!

EUGÊNIO JOSÉ ALATI

eugeniojalati@gmail.com

Campinas

Desespero pelas boquinhas

Os petralhas estão lançando mão de todo artifício possível, legal e ilegal, para se manterem no poder. A Dilma caindo, 23 mil companheiros estarão na rua e a CUT e os líderes dos movimentos sociais perderão seus privilégios. De fato, falta só apelar ao papa, já que o messias do PT caiu em desgraça.

J. A. MULLER

josealcidesmuller@hotmail.com

Avaré

Ideia brilhante

Na verdade, nossa presidenta fará um grande favor ao Brasil caso consiga nossa suspensão do Mercosul e da Unasul, que representaram por longos anos um freio de mão para o nosso avanço. Força, companheiros!

ALEXANDRU SOLOMON

Alex101243@gmail.com

São Paulo

Quem diria! Nos estertores do seu (des)governo a “presidenta” busca um jeito de nos livrar do Mercosul e da Unasul, dois “troços” que só nos têm trazido prejuízo e conversa fiada!

PEDRO M. PICCOLI

pmpicc@terra.com.br

Curitiba

Agora que a Argentina vai se aprumando e Dilma está de saída, parece que, enfim, ela acertou, ao pedir sanções do Mercosul ao Brasil. Talvez seja bom uns dez anos longe das amarras desse projeto tupiniquim de União Europeia.

ARY BRAGA PACHECO FILHO

ary.pacheco.filho@gmail.com

Brasíia

Oxalá

Tomara que venham mesmo as tais sanções e, na sequência, nos desliguemos das abjetas e bolivarianas entidades, para fazermos úteis acordos bilaterais com países que nos interessam. Isso sem contar o prazer que daria ver os bolivarianos Mercosul e Unasul sem o Brasil para financiar seus devaneios autoritários!

JULIO CRUZ LIMA NETO

São Paulo

DILMISTAS

Salivando

Jean Wyllys, revoltado com a postura de direita de Bolsonaro, cospe nele. José de Abreu discute com um casal num restaurante e cospe também. Preparemo-nos, o cuspe é a nova arma letal de quem não tem argumentos.

CARMELA TASSI CHAVES

tassichaves@yahoo.com.br

São Paulo

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

 

IMPEACHMENT E DESEMPREGO

 

O emprego de Dilma custa o desemprego de mais de 10 milhões de brasileiros. Alguém acha isto justo?

 

Eduardo Spinola e Castro 3491esc@gmail.com

São Paulo

 

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ATUALIZAÇÃO

 

Sugiro que o PT partido dos trabalhadores deva mudar seu nome para PD, partido dos desempregados.

 

Laert Pinto Barbosa laert_barbosa@globo.com

São Paulo

 

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GOVERNO SOCIAL

 

Um governo que se serviu do poder ao longo de 14 anos e sempre tocou na mesma tecla do social nos proporciona o maior desemprego da história, acompanhado do fechamento de milhares de empresas, e o total descompasso econômico somado ao impagável déficit fiscal e, agora, ao calote em série dos Estados em relação às dívidas para com a União. Retrocedemos muito e o festejado Plano Real está morto, já que todos os fundamentos conseguiram ser esquartejados pelo governo, cuja legitimidade já não mais existe. Agora é tempo de a sociedade exigir dos políticos ética, decência e o fim da corrupção em prol da Nação, única solução.

 

Yvette Kfouri Abrao abraoc@uol.com.br

São Paulo

 

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TIRIRICA ERROU

 

Na sua propaganda eleitoral em 2014, Tiririca afirmava: “Pior do quem tá não fica”. Ficou muuuuito pior. No voto dele na Câmara, no dia 17/4, dizendo SIM ao impeachment, pela calamitosa situação do País, ele reconheceu que se enganou. 

 

Mário A. Dente eticototal@gmail.com

São Paulo

 

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DESINDUSTRIALIZAÇÃO

 

A industrialização no Brasil começou no período da 2ª Guerra Mundial. Chegamos a fabricar aparelhos de televisão, além de autopeças e veículos como caminhões e automóveis. Hoje, entretanto, não temos nenhuma montadora nem televisores nacionais. Até uma simples motoneta é montada em Manaus com peças importadas, como a SYM, da San Yang Motors, de Taiwan (!), equipada com um obsoleto carburador.

 

Roldão Simas Filho rsimasfilho@gmail.com

Brasília

 

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EMPRESÁRIOS

 

Dentre os responsáveis pelo PT no governo inclui-se aquela elite incluída de empresários que achavam chique e lindo apoiar Lula e Dilma. Deu no que deu. E agora, o que têm a dizer?

 

Mario Cobucci Junior maritocobucci@gmail.com

São Paulo

 

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LIBERAÇÃO DAS RESERVAS

 

Alguns elementos do governo federal estão agora propondo a liberação de mais de US$ 200 bilhões das nossas reservas. É para o "crescimento", dizem eles. Só faltou dizer do quê: do butim a ser repartido? Que festança, hein, cumpanheirada! Mas, como nada sai de graça, há com certeza um preço a pagar: o voto contra o "impichi".

 

Dacio Aguiar de Moraes Neto dacioneto@uol.com.br

São Paulo

 

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APELO

 

Impeachment consequência de medidas econômicas inconsequentes, resultando em uma recessão, com fechamento de inúmeras indústrias e um numero assustador de desempregados. Dano maior ainda é a mercantilização da honra e da dignidade, que a presidente em exercício esta a usar para a compra de apoio e votos contra o impeachment. Homens estes que estão se vendendo e que deveriam colocar acima do seu ego, o país e o povo que os elegeu, acreditando que os mesmos embasavam suas vidas na ética e na moral e cumpriam o dever de serem honestos. A humildade é uma virtude, então seja humilde, presidente, reconheça sua incapacidade administrativa e não quebre o país que amamos. Seja uma brasileira autêntica, renuncie.

 

Luiz F. de Carvalho Braga fernandos.braga@hotmail.com

São Paulo

 

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FALTA POUCO

 

“Como se eu fosse responsável pelo fim do superciclo das commodities, pela brutal crise que afetou a partir de 2009 os países desenvolvidos”, a qual vocês chamaram jocosamente de marolinha. Assim se pronunciou Dilma Rousseff a jornalistas estrangeiros. Concordo, a senhora não é responsável pela crise dos outros, mas é responsável pela catastrófica política econômica, de ter criado e loteado milhares de cargos, quando deveria ter enxugado a máquina, visando exclusivamente apoio politico, de não ter preparado a nação a enfrentar tal crise, escondendo da população a gravidade, por ter mentido em sua campanha de reeleição, pela incompetência de seus ministros e para ficar em poucos exemplos e não me estender por páginas e páginas, pelo prejuízo bilionário de Pasadena e pela desastrosa política de relações exteriores.

 

Luiz Nusbaum lnusbaum@uol.com.br

São Paulo

 

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‘HÁ HONESTIDADE NISSO?’

 

Quantas vezes vimos e ouvimos a presidente Dilma vociferar que nada havia contra ela que justificasse um processo de afastamento. Além disso, assistimos, com frequência monocórdia, aos parlamentares contrários ao impeachment, durante a votação na Câmara dos Deputados, bradando pela sua defesa e reafirmando sua inatacável honestidade. No entanto, com a revelação dos atos de corrupção, extensivamente fundamentados, praticados pelo ex-senador Gim Argello, seu amigo, ampliador exponencial de patrimônio, conforme jactado pelo próprio, ao atingir o primeiro bilhão, e recente prisão pela Lava Jato, fica-nos a desconfortável impressão que, ao tentar, nomeá-lo, há aproximadamente um ano, para vaga no Tribunal de Contas da União (TCU) – só não conseguiu por causa da reação interna do órgão – a dirigente máxima explicitou suas intenções de aparelhar uma instituição que recorrentemente apontou irregularidades financeiras pelas quais ela foi responsável, suficientes, segundo renomados juristas, para a abertura do processo. Ao recordar o mote "há sinceridade nisso?", marca de antigo humorista de rádio, cabe, em relação à tentativa de nomeação citada, a pergunta: "Há honestidade nisso?"

 

Paulo Roberto Gotaç pgotac@gmail.com

Rio de Janeiro

 

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A VOTAÇÃO NA CÂMARA

 

367 deputados federais votaram a favor do processo de impeachment de Dilma Rousseff. 137 deputados federais votaram a favor do mensalão, petrolão, pedaladas fiscais, destruição da Petrobrás, incluindo Rnest, Comperj e dezenas de plataformas que estão encalhadas nos estaleiros brasileiros. 137 votos a favor de estocar vento, trabalhar sem metas, mentiras de campanhas eleitorais, desemprego crescente, impagáveis dívidas bilionárias e falência do sistema de saúde do país. 137 indivíduos que de uma forma ou de outra ganham vantagens ao defender um partido político podre, corrupto e despreparado para gerenciar um país da dimensão do Brasil. O dia 17/4 foi o dia da derrota, pois não houve vencedores. O País, junto com o seu povo sofrido, está atolado na lama, sem perspectiva alguma.

 

José Carlos Saraiva da Costa jcsdc@uol.com.br

Belo Horizonte

 

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IMPEACHMENT, A HISTÓRIA DE VARGAS

 

Caso Michel Temer não seja capaz de dar uma solução eficaz para a economia, e com a política de corte de benefícios sociais que deverá ser seguida à linha do ex-ministro Joaquim Levy, haverá uma verdadeira guerra civil ocasionada por movimentos sociais e com o apoio de toda a periferia dos grandes centros. Resumo da ópera: Michel Temer termina o seu governo, mas Lula se reelege com a alcunha de populista e assim como Getúlio Vargas em seu último mandato presidencial exercerá um governo tumultuado e não sabemos qual será o seu fim.

 

Guilherme Oliveira Atencio atenciogui@gmail.com

São Paulo

 

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MAIS IMPOSTOS NÃO!

 

Henrique Meirelles, um dos prováveis candidatos a superministérios, sinalizou que para sair da crise haverá necessidade de aumento de impostos. O que nós esperávamos era que com a queda do PT, que se notabilizou por inchaço no funcionalismo em detrimento de uma boa gestão, um novo governo teria como prioridade reduzir gastos públicos, entre eles com a folha de pagamento que já se encontra no máximo suportável de 40% do PIB! Aumentar impostos é uma saída muito fácil e cômoda. Mas mostrar como se faz uma boa gestão não? Com o PT, PMDB, ou o diabo a quatro, não aceitaremos pagar mais impostos. Voltaremos às ruas.

 

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

 

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ALTERNATIVA

 

Presidente Temer, ao invés de impostos, volte a trabalhar com países bons, Estados Unidos, China Inglaterra, leste europeu, Alemanha, Itália, Japão, vamos cair fora dos que nada nos trazem, como Bolívia, Venezuela, Equador, na América do Sul. Vamos fortalecer nossa relação com Paraguai, Uruguai, Chile, Argentina, chega de republiqueta aliada de bandidos.  O senhor tem a chance de salvar o Brasil e nos colocar no nível de países do Primeiro Mundo.

 

Roberto Moreira da Silva Rrobertoms@uol.com.br

São Paulo

 

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O PROVÁVEL GOVERNO TEMER

 

Pensando já num provável afastamento da presidente Dilma, o vice Michel Temer já está conversando com algumas pessoas, entre elas alguns ex-aliados da presidente Dilma. E vai confiar neles? Já fala em superministérios da infraestrutura, economia e área social. Claro que ele tem que começar a falar, por enquanto, e mais tarde quando, e se assumir a presidência da República, fazer. A verdade é que a situação econômica do país é digna de circo dos horrores. As melhores previsões falam em sinais de melhora para o país no 3º trimestre de 2017, isto se tomadas algumas medidas, algumas inclusive amargas, o que para o vice Michel Temer é péssimo, pois vão dizer que não melhorou nada, a situação é a mesma, de que adiantou afastar a Dilma, etc., etc. É uma bomba de efeito retardado, armada por retardados. Há um pequeno clima de otimismo no ar em face do impeachment da presidente Dilma. As pessoas um pouco mais animadas, mas é tudo efêmero. Será por pouco tempo. Ninguém tem varinha de condão para sair fazendo milagres. Há uma máxima na Economia que diz que "se os conceitos econômicos forem seguidos conforme o manual, não há a garantia total de que se obterá os resultados desejados, mas, por outro lado, se você não seguir o manual o desastre virá". E veio.

 

Panayotis Poulis ppoulis46@gmail.com

Rio de Janeiro

 

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É O QUE TEMOS PARA HOJE

 

Temer não é lá aquela Brastemp que todos desejamos, mas, se emplacar, nos dará a certeza de que ao menos haverá no Planalto alguém com discurso inteligível, sem estapeamentos na lógica e no vernáculo, como requer a liturgia do cargo. É pouco, sim, mas se pode esperar mais.

 

Joaquim Quintino Filho jqf@terra.com.br

Pirassununga

 

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IMPACTO

 

Primeira medida do novo governo Temer: acabar, de vez, com a defasagem de quase 70% na tabela de isenção anual do Imposto de Renda, para irrigar a economia, dando novo alento a classe trabalhadora que deixaria de se valer de empréstimos consignados para sobreviver.

 

Sergio S. de Oliveira ssoliveira@netsite.com.br

Monte Santo de Minas (MG)

 

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AVISO

 

Próximo presidente: diminua o número de ministérios para dez. Demita os 22 mil cargos em comissão. Não tenha o rabo preso com ninguém. Isso é um aviso.

 

Jose Jair Januzzi de Assis januzzi.adv@terra.com.br

São Paulo

 

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FGTS NAS MÃOS DO PT É FRIA

 

É preocupante esta manchete recente do caderno de Economia do “Estadão” “FI-FGTS reconhece perda de R$ 1 bilhão com investimentos na Sete Brasil”. Empresa esta estranhamente montada pelo governo Lula, com parceiros privados que também está atolada está no petrolão. E esta fonte de riqueza, como FGTS, que são recursos exclusivos dos trabalhadores, que esse governo petista julga ser inesgotável, vem sendo utilizado irresponsavelmente com o objetivo de acelerar suas demagogias e orgias de poder. Pior ainda é saber que 30% dos recursos liberados pelo Planalto, do FI-FGTS, foram parar nos investimentos das empresas envolvidas da Lava-Jato, em que boa parte destas em recuperação judicial.   Algo precisa ser feito para estancar o uso nefasto desses recursos, que inclusive são corrigidos por um índice medíocre de 3%, mais TR, anualmente, com retorno pífio nas suas mais variadas aplicações, além deste prejuízo gigantesco de R$ 1 bilhão, na Sete Brasil. E este governo petista não merece confiança.  Já que em função de desqualificado gerenciamento, as nossas estatais outrora eficientes se afundaram em dívidas, e bilhões de reais foram desviados nesta corrupção petista. Um exemplo, é a Petrobrás, hoje tecnicamente falida, e os Fundos de Pensão, que devem garantir a aposentadoria dos servidores públicos carregam um déficit, ou tombo histórico de R$ 78,8 bilhões. Portanto, vigilantes devemos ficar, em condições de impedir que este governo Dilma, siga liberando recursos do FGTS, para projetos de duvidosa viabilidade... Mesmo porque, onde há verbas dos contribuintes o PT põe a mão.  

 

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

 

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FARRA SINDICAL, O VERDADEIRO ‘GORPE’

 

Tudo indica que o Senado Federal irá sacramentar o impeachment da presidente Dilma, e assim Michel Temer assumiria a Presidência. Como o dia 1º de maio, Dia do Trabalhador, está próximo, uma das primeiras medidas de Temer deveria ser a eliminação do Imposto Sindical Compulsório, equivalente a um dia de trabalho descontado “na marra” do trabalhador, e que contraria as normas da Organização Internacional do Trabalho (OIT). Já não chega a atual taxa de desemprego de 10,2 % ou 10.371 milhões de desempregados, conforme a pesquisa Pnad Contínua do IBGE (dez/15 a fev/16)? E o que falar dos sindicatos que não precisam prestar contas, decisão no governo Lula, dessas contribuições à sociedade brasileira? 

 

Edgard Gobbi edgardgobbi@gmail.com

Campinas

 

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‘FORA DILMA’ E OS PROBLEMAS DO BRASIL

 

O impeachment de Dilma não vai resolver os problemas do Brasil! Pô! (desculpem-me a expressão). É claro que não! Mas essa questão é um teste totalmente equivocado para a proposta do impeachment. Impedir uma presidente visando resolver os problemas do Brasil seria não apenas ingênuo, seria inconstitucional. Mesmo que fosse uma solução, sem crime o impeachment não pode acontecer. Havendo o crime, a presidente deve ser afastada independentemente de isso ser uma solução. Afastada a questão de ser ou não a solução, é importante examinar a alegação de Dilma de não ser a responsável pela crise. Afinal, não foi ela quem decidiu terminar o ciclo bonançoso das commodities, né? Também claro que não! Entretanto, os índices de crescimento de países comparáveis ao redor do mundo demonstram o mau desempenho relativo do Brasil ao longo dos anos Lula e Dilma. Mesmo nos bons anos. Já nos últimos anos, o Brasil é considerado uma causa do menor crescimento mundial. E não uma vítima. O fato é que a crise brasileira é resultado de um mau gerenciamento das finanças públicas nos últimos 5 a 7 anos, pelo menos. Lula (no final de seu segundo mandato) e Dilma (desde o princípio) irresponsavelmente assumiram que o ciclo das commodities nunca terminaria. Pior do que isso, nunca reconheceram que o bom desempenho econômico em seus governos fosse significativamente favorecido pela conjuntura mundial. O mundo somente explica dificuldades, jamais o bom desempenho de Lula/Dilma. Aumentaram as despesas acima do crescimento do PIB, especialmente despesas irredutíveis depois por lei. Se, pelo menos, houvessem investido em fatores de competitividade... Mas os investimentos não foram melhores que aqueles da Petrobrás. “Sin embargo”, quando a conjuntura mundial tornou-se desfavorável, Lula e Dilma orgulhosa (e arrogantemente) ridicularizaram os efeitos como “marolinha” e que o Brasil poderia dar lição aos EUA. Ao invés de preparar o País para os efeitos da crise, seguiram sacando no cheque especial para parecer acima da crise aos olhos dos vizinhos. É extremamente eloquente analisar as evoluções comparadas do crescimento da receita de impostos e da dívida pública. O PT é o único partido que tem a responsabilidade absoluta e total pela absurda dívida pública brasileira, uma vez que há 8 anos a dívida estava num excelente nível. Não dá para atribuir a nenhuma 'herança maldita' de governos anteriores. Em paralelo, a aparência de imunidade à crise foi artificialmente sustentada com o incentivo ao consumo além dos limites responsáveis. Os efeitos a longo prazo aparecem no nível de endividamento das famílias brasileiras e de inadimplência. Para agravar, o governo deixou de fazer as reformas necessárias para aumentar a competitividade da manufatura brasileira. Resultado, nossa indústria reduziu a menos da metade a sua participação no PIB. Isso representou centenas de bilhões de dólares de perda de criação de valor interno, trocados pela importação de produtos estrangeiros, especialmente chineses, com efeito direto sobre empregos e multiplicados pela economia. Mesmo as medidas anticrises, como as desonerações, redução de juros e de tarifas, foram feitas avulsa e desarticuladamente, criando benefícios curtíssimos e graves consequências persistentes. Infelizmente, Dilma até hoje ainda não percebeu os graves erros que cometeu na condução da economia. Pudesse escolher livremente, acredito que Mantega continuaria sendo o nosso ministro da fazenda (em minúsculas) até hoje e “ad aeternum”. Dilma confirmou a avaliação histórica de que o PT não tem quadros – nem filosofia – capaz de sustentar uma boa gestão. Os primeiros anos de Lula (Palocci) pareceram desmentir essa avaliação, mas Dilma a restabeleceu reforçada. Dilma afirma que seu segundo mandato foi inviabilizado pela oposição. Novamente, Dilma pratica a velha tática desde Lula: a causa sempre é alheia e jamais uma autocrítica é feita. Não é preciso ter muita memória para lembrar como Dilma relutou em colocar alguém capaz de promover as mudanças necessárias e como, uma vez colocada, recusou-se em dar o apoio necessário. Dilma se considera a única e exclusiva ministra da economia, seja quem for o 'laranja' no cargo. Em cima de tudo isso, a aversão de Dilma ao diálogo político minou todas as chances de sustentação no Congresso. Nem o seu próprio partido sustenta suas propostas de mudança! Um governo que teve ampla maioria no Congresso atribui à oposição a sua incompetência. O arremedo de engajamento político no governo Dilma limitou-se ao infame leilão de ministérios sem nenhum critério programático e de competência no assunto. E nenhuma capacidade de coordenação de governo. Então se, por um lado, o afastamento de Dilma não é a solução para os problemas do Brasil, a sua continuidade com certeza é o agravamento. Assim, se o impeachment não pode ser cogitado por esperança de resolver problemas, há fundadas razões para acreditar que pode ser um necessário primeiro passo.

 

Daniel Pessoal ddrupers@uol.com.br

São Paulo

 

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IRRESPONSABILIDADE E CINISMO

 

Essa mulher encastelada no Palácio do Planalto está tramando a destruição do País. Acaba de, com irresponsabilidade e cinismo, afirmar que a "luta só começou", "que a luta será longa". O País está administrativamente parado e sem rumo, a economia se esfacelando em um período de forte volatilidade no mercado financeiro, fruto do vácuo de poder. A governanta não governa, não tem mais credibilidade, o sucessor não assume e para completar e prolongar a situação, o presidente do Senado, que faz parte da quadrilha dominante e não passa de uma covarde, colocou limitações ao trâmite do processo e diante da reação dos demais senadores ameaça entregar o caso ao Supremo Tribunal Federal (STF). Dona Dilma Vana Rousseff, por favor, apronte suas trouxas, vá embora e ouça o pedido de um cidadão: leve somente o que é seu, não siga o exemplo do crápula que a antecedeu.

 

Humberto de Luna Freire Filho hlffilho@gmail.com

São Paulo

 

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EXTREMA UNÇÃO

 

A noite de 17 de abril de 2016 entrará na História Política do Brasil como a noite em que a maioria dos deputados da Câmara Federal mandaram para o Senado o processo de impeachment da presidente Dilma. O sentimento das ruas foi inoculado nos senhores deputados que entenderam não ser possível dar continuidade a esse governo que tem como ideário a corrupção e os maiores escândalos financeiros já vistos, com o propósito de enriquecimento próprio. Os nossos temores que se concentravam até aqui no Supremo Tribunal Federal devem se estender agora no Senado pela presença de seu presidente senador Renan Calheiros (PMDB-AL).

 

Jair Gomes Coelho jairgcoelho@gmail.com

Vassouras (RJ)

 

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CUNHA I, O PERPÉTUO

 

Queiramos, ou não, na marafunda brasileira, existe a possibilidade jurídica de que o impedimento da Dilma acabe resultando na posse de Eduardo Cunha, em seu lugar. Bem sabemos das surpresas, manipulações e torções das Leis, especialidade do conhecido, destacado e voraz político. Tentando verbalizar a efervescência de saliva, vejam bem o que diz uma parte desse texto que pesquei na rede: “Toduçh podem muito bem acreditar... tudo içhto ainda é muito pouco... dentro daiçh coisaiçh que ainda podemoçh fazer... são milhoençh de cueçhtoençh e possibilidadeçh para noiçh deiçhte eiçhtado... achamoiçh meiçhmo que oçh empodeiramentoçh do Duda I chegue meiçhmo a 2022...”. Eu não duvido desta sede de poder!

 

Murilo Luciano Filho muarilou@uol.com.br

São Paulo

 

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O BRASIL COMEÇA A MUDAR

 

O Brasil demonstrou ao mundo que um governo pode ser substituído sem derramamento de sangue, sem violência, com respeito a democracia e ao estado de direito. Falta agora mostrar ao mundo que o Brasil não mais será o império da corrupção e da propina. Falta acabar com a criminosa compra institucionalizada de votos, falta afastar os políticos fichas sujas que teimam em continuar nos cargos com dezenas de processos de corrupção nas costas. Falta os juízes brasileiros mostrarem que também são capazes de virar a noite de domingo trabalhando para julgar casos cruciais para a Nação como os processos contra Renan e Cunha. O Brasil espera que o STF também cumpra o seu dever.

 

Mário Barilá Filho mariobarila@yahoo.com.br

São Paulo

 

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ABANDONO

 

Alguém tem de avisar o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, que o impeachment se restringe, por enquanto, só a Dilma Rousseff. Ele está deixando a administração municipal tão abandonada quanto Dilma deixou a federal.

 

Luíz Frid luiz.frid@globomail.com

São Paulo

 

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JARDIM PAULISTA

 

Pagamos um IPTU altíssimo, o meu aproximadamente R$ 411,00 mensais.  Acho que com cada unidade pagando este montante, dá muito bem para manter o bairro limpo. Abaixo as ruas com problemas: 1) Rua Augusta - ao longo de toda ela, lixo no pé das árvores, lixo no meio fio; 2) Rua Padre João Manoel esquina com Rua Oscar Freire - lixo no meio fio; 3) Rua Peixoto Gomide esquina com Rua Oscar Freire - lixo no pé das árvores, lixo no meio fio; 4) Rua Peixoto Gomide esquina com Rua Oscar Freire - prédio abandonado e invadido por moradores que estão fazendo uma sujeira terrível, jogando lixo na rua; 5) Rua José Maria Lisboa esquina com Rua Ministro Rocha Azevedo - água parada e lixo nesta água; 6) Rua Padre João Manoel esquina com Alameda Franca, frente ao Banco Santander - água parada e lixo.

 

Virginia Andrade Bock Sion vickybock@hotmail.com

São Paulo

 

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CULTURA

 

Ao invés de pintar faixas para ciclovias (não usadas – pois quando fui ao Campo Belo, contei 5 (cinco) ciclistas, – o prefeito Fernando Haddad deveria se dedicar mais à cultura! Frequento a Casa da Cultura de Santo Amaro, uma antiga casa de fazenda, usada para eventos culturais (espero que ele saiba onde é) que está precisando urgentemente de uma manutenção geral, (portas, toaletes e pintura) pois se encontra em estado deplorável. O monumento em sua frente também merece um balde de água... Quem sabe, o “Estadão” consiga o milagre!

 

Albert Richard Fischer arfim@ig.com.br

São Paulo

 

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PPP – PADARIA NA PORTA DO PREFEITO

 

Por fim conseguirei ter minha própria parceria público-privada, modelo que tanto emociona nossos governantes em razão do empreendedorismo nato do brasileiro. Mas a minha será uma PPP especial, será uma Padaria na Porta do Prefeito! O momento é mais que oportuno, seja por alguém fazer o pão numa terra de tantos circos seja por a padaria estar bem próxima de quem afirma que nossa cidade precisa destravar. Há poucos dias o famoso Projeto de Lei 272/2015, que dava vida às mudanças no Zoneamento do Município de São Paulo, e montado pelo sr. prefeito & equipe, foi sancionado e virou a Lei 16.402/16, após tramitação das mais conturbadas na Câmara Municipal. Meu interesse é tanto em abrir essa padaria na cara de nosso vizinho ilustre que participei das audiências públicas promovidas pela Prefeitura, me meti em incontáveis discussões por toda a cidade, fui a seminários e li muito do que se publicou sobre o tema. Sabem o que consegui? Nada, o projeto nasceu pronto e as mudanças atenderam apenas a seletos grupos, alguns bem enraizados no sistema legislativo como costuma ser quando o assunto é justamente bens de raiz. Desconheço onde mora nosso governante paulistano, mas, se for numa casa conseguirei alugar a de seu vizinho, e ali montarei minha padoca. Pão quentinho a toda hora, mesas na calçada (dentro do limite, claro) e cerveja gelada. Se conseguir um bom cozinheiro coloco também almoço e janta, talvez até pizza, assim dou mais emprego e faturo mais, custe o que custar. Se o prefeito morar em apartamento não tem problema, alugo o do lado, ou o de cima, se ele já for da elite e morar naqueles de apenas um por andar. Eventual barulho será apenas quando eu preparar a massa do pão, abrir o portão e receber os fornecedores, arrastar os sacos de farinha e limpar o chão, coisas corriqueiras de um estabelecimento como o meu. Será que vou acordar o prefeito com a minha atividade tão propícia a um bairro residencial? Ele não vai dizer que esse desconforto supera o prazer de uma padaria ao esticar dos braços, vai? E nem vale reclamar do cheiro da cozinha, já encomendei um exaustor quase silencioso, e as geladeiras acho que nem atrapalharão, todo mundo tem geladeira e freezer. Assim que o ponto pegar alugo uma televisão de cachorro para assar franguinhos na calçada, e uma de verdade para todos os que lá forem almoçar. O bacana é que posso começar minha padaria já, faz tempo que meu futuro vizinho prefeito liberou os negócios do alvará de funcionamento, qualquer atividade passa sem vistoria prévia, ele confia em mim e sabe que eu sigo as leis. E se eu não seguir não tem problema porque a fiscalização leva meses para aparecer, nem adianta vizinho chato reclamar. Todos têm o direito de viver melhor em São Paulo, diz o prefeito, e temos que concordar, mesmo que isso possa incomodar muitos outros vizinhos. A conta é simples, se em cada rua residencial for aberto ao menos um estabelecimento os bairros deixarão de ser estritamente residenciais, e as oportunidades de negócios serão muitas como defenderam os especializados urbanistas da Associação Comercial, para nem precisar falar de tantos outros interessados. Esse pessoal e o nosso prefeito são grandes visionários, vão mudar toda a nossa cidade. Mas, onde é que eles moram mesmo? Estou maravilhado com as novas oportunidades, vou exercer o uso não residencial “compatível” com o residencial, seja lá o que isso signifique no texto legal. Só sei que com a nova Lei eu terei o mesmo direito do morador, ele de morar e eu de empreender. Ele precisa da minha padaria, e também do supermercado, farmácia, borracharia e, vamos lá, um barzinho para um pouco de diversão à noite. Tudo a uma quadra de casa! Ou até menos, se eu conseguir negociar aquela outra residência também pertinho da do prefeito, para instalar outra PPP, desta vez uma refrescante Paleteria na Porta do Prefeito, olé! Uso não residencial compatível com o residencial é o que mesmo? Ah, é eu estar ao lado (pegado!) de uma residência e botar o meu negócio. Todo mundo precisa de alguma coisa, se o meu vizinho não precisa de cal e areia um outro certamente sim, ou então aquele do próximo bairro pode vir até aqui e parar um minutinho na frente da garagem do meu amigão (o prefeito!) e comprar minhas ferramentas, ninguém vai se importar. Aliás, se der certo convenço meu primo a abrir uma oficina de carros e motos também, já que todo mundo precisa desses serviços. Como a rua hoje é tranquila, será fácil para o pessoal chegar e estacionar, nem que seja fechando o portão de alguém, do meu grande amigo ou do vizinho dele. A rua é pública, poxa vida, alguém se esqueceu? Empreender está no meu sangue, comecei fritando batatas numa rede de fast food (e uma franquia dessas, ficaria bem aqui no bairro?), mas hoje sou profissional liberal, passei de casa alugada para uma própria, ascendi como o próprio Prefeito, estudando e trabalhando. Dei duro, e quero seguir lutando pela minha cidade, aproveitando a criatividade de meu líder no executivo municipal e a complacência da Câmara que aprovou o projeto, verdadeira colcha de retalhos. Mas a costura foi tão múltipla e colorida que tem pedaço de tudo e para todos na Lei, basta saber de que lado do muro você está. Nesse sentido preciso também agradecer aos srs. vereadores, que, ao aprovarem o projeto, mudaram os conceitos urbanísticos sedimentados em nossa cidade e propiciaram todo tipo de negócio na porta alheia, expertise de dar inveja a qualquer urbanista recém diplomado. Quem não gostar tem a chance de fazer negócio também, as incorporadoras estão mais que prontas para multiplicar os gabaritos e construir edifícios com "vista permanente” para as zonas residenciais, até que venha nova lei e as libere para o próximo número da espetacular arte de governar. Já que o importante é faturar hoje eu entro com o pão, o prefeito montou o circo faz tempo.

 

Fábio Mercadante Mortari, presidente da Associação dos Moradores da Vila Nova Conceição fabio@mortari.com.br

São Paulo

 

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A CRISE NO RIO DE JANEIRO

 

Pela primeira vez na história desse Estado, um governador irresponsável deixou de pagar os salários a milhares de idosos aposentados e pensionistas, em total afronta à Constituição federal, que determina a prioridade desses salários, que deveriam ser priorizados por se tratar de alimento. Quanto à falência do Rio de Janeiro, a vida dos cinco últimos governadores e suas famílias, deverá  ser esmiuçada pela Polícia Federal e o Ministério Público na 'Operação Pega Ladrão!'. Alguém roubou o nosso Estado, e deverá ser preso e devolver o dinheiro roubado.

 

Newton Faro newtonfaro@yahoo.com.br

Rio de Janeiro

 

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SALÁRIOS ATRASADOS

 

Se fossemos um país sério, o primeiro crime de responsabilidade a figurar das constituições estaduais seria o impeachment automático dos governadores e prefeitos, quando estiverem exercendo o cargo há um certo tempo, no caso de atrasarem o pagamento de salários aos servidores públicos. O que se vê no Rio de Janeiro e no Rio Grande do Sul (desconheço nos demais estados) é coisa completamente indigna. E provavelmente muitos maganos nessas condições continuem a receber o seu em dia. Preferem como vítimas os aposentados. Biltres!

 

Ademir Valezi adevale@gmail.com

São Paulo

 

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EITA MUNDO VÉIO SEM PORTERA!

 

Um conto de loteria para quem catar esse cabra de Cabrobó (PE) fugindo do sertão num burrico arqueado pelos R$ 90 milhões da Mega Sena, provando, “oxente”, que o trocado é por demais dele e de mais nenhum outro caboclo da cidade grande.

 

Ricardo C. Siqueira ricardocsiqueira@globo.com

Niterói (RJ)

 

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OUTONO INFERNO

 

Há uma denúncia feita nas redes sociais, feita por venezuelanos, de que o regime de chuvas em seu país mudou drasticamente não por conta do El Niño, mas sim pela devastação de parte da floresta amazônica do lado brasileiro. Esta mudança climática teria provocado o colapso hidrelétrico na região. A denúncia é acompanhada por uma foto bastante impressionante: de um lado, a floresta pujante; de outro, só pasto. É de assustar! Verdadeiro ou falso? O leigo jamais saberá.  Ao mesmo tempo, as ONGs ambientalistas, sempre barulhentas, há muito estão caladas. Se não pela denúncia, este estranho silêncio também serve como alerta. Todos sabemos que o desmatamento da floresta continua, mas até que ponto vai a devastação? Este verão que nunca termina, já chamado de “outono inferno 2016”, teria relação com o desmatamento? Talvez, um dia, no futuro, conheceremos a verdade. Quando for tarde demais.

 

Maria Cristina Rocha Azevedo crisrochazevedo@hotmail.com

Florianópolis

 

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DEPENDEMOS DAS CHUVAS

 

A necessidade de água é fundamental para todos. Sempre houve secas no sertão. O povo nordestino preparou-se para a falta de água no passado. Hoje temos pequenos e grandes açudes, cisternas, barreiros e outros meios de armazenar água. Mas sempre há a dúvida se o ano vai ou não ser seco. Sem chuvas os açudes secam e o gado morre trazendo fome e tristeza. As ações devem ser de acumular água, mas as orações serão sempre pedindo chuvas para o sertão. A chuva não depende do homem. Nós é que dependemos da chuva. Com humildade, o sertanejo pede chuva e agradece com alegria as gotas de água que sustentam a vida dos animais e a nossa. Bem vinda querida chuva!

 

Paulo Roberto Girão Lessa paulinhogirao@gmail.com

Fortaleza

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