Fórum dos Leitores

TENTATIVA DE GOLPE

O Estado de S.Paulo

10 Maio 2016 | 03h00

Aberração

Algum pecado imperdoável cometemos contra Deus para merecer aberrações como esse Waldir Maranhão e essa corja, principalmente do PT. Triste Nação, desamparada pelo Criador! Esses parasitas não estão preocupados com os mais de 10 milhões de desempregados e com o rombo de mais de R$ 300 bilhões na economia, eles só têm uma meta: locupletar-se. Por muito menos cabeças rolaram na Revolução Francesa.

NELSON JOSÉ PERRONI

nelson_perroni@metrosp.com.br

São Paulo

O PT não tem limites. A decisão estapafúrdia do presidente interino da Câmara é um ato desesperado, sem dúvida orquestrado pela tigrada petista para ignorar a vontade da maioria absoluta dos brasileiros. Além de um insulto, trata-se de ato terrivelmente irresponsável, capaz de iniciar uma grave crise institucional. Isso, sim, é golpe!

DANIEL ARJONA DE A. HARA

haradaniel734@gmail.com

São José dos Campos

Recado ao deputado Waldir Maranhão: não vai haver golpe!

SERGIO S. DE OLIVEIRA

ssoliveira@netsite.com.br

Monte Santo de Minas (MG)

Avisou...

Certo estava o Lula quando disse: “Vocês não sabem do que somos capazes”. Realmente...

CRISTIANO WALTER SIMON

cws@amcham.com.br

Carapicuíba

Dos 300 picaretas que Lula disse existirem na Câmara, pelo menos um já está identificado!

GILBERTO DIB

gilberto@dib.com.br

São Paulo

Profissionais

A oposição a essa quadrilha que nos governa (ainda) precisa estar plenamente consciente de que lida com profissionais golpistas da pior espécie. Eliminado Eduardo Cunha, inimigo figadal de Dilma Rousseff, assume o poder esse indivíduo do baixíssimo clero, amicíssimo de tudo o que há de pior na República. O resultado podia ser diferente? Tudo o que foi feito até agora está em desacordo com a Constituição? O STF que se manifeste.

NELSON PENTEADO DE CASTRO

pentecas@uol.com.br

São Paulo

Não se conformam com a derrocada. São sujos e rasteiros. Pobre Brasil!

ARNALDO RAVACCI

arnaldoravacci05@gmail.com

Sorocaba

Hostilidades

Com o comportamento vergonhoso de parlamentares do PT e de partidos aliados nesta reta final do impeachment, com foco constante em impor a desordem e tumultuar o processo, fica cada vez mais difícil defender a ideia de que não sejam hostilizados nas ruas e nos restaurantes.

FERNANDO A. ASSIS LEMOS

editor8@folhadaregiao.com.br

Araçatuba

Quem é Waldir Maranhão?

Nunca ouvi falar desse sujeito, a não ser pelo fato de seu nome constar na lista de envolvidos no maior esquema de corrupção deste país. Sua decisão de anular o processo legítimo de impeachment me faz lembrar momentos de minha infância, quando um palhaço entrava no palco e, desorientado, fazia de tudo para aparecer. Claro que não está sozinho, é só uma marionete comandada por um grupo que se esconde atrás das cortinas, dirigido no momento pelo sr. José Eduardo Cardozo, que tenta desesperada e cansativamente anular tal processo, defendendo o indefensável. Tenham ao menos um ato de dignidade e desçam a rampa. O Brasil cansou-se de vocês!

EDUARDO FOZ DE MACEDO

efozmacedo@gmail.com

São Paulo

Baixíssimo clero

O tal deputado Waldir Maranhão, notório representante do baixo clero, não é conhecido nem em seu Estado. Mas após a patuscada que patrocinou, teve seu nome divulgado nos principais jornais do mundo e conseguiu o que realmente queria: seus 15 minutos de fama.

LEÃO MACHADO NETO

lneto@uol.com.br

São Paulo

Minutos de glória

Se a intenção do nobre deputado era aparecer, poderia ter optado por passear pelas ruas de Brasília fantasiado de baiana, Super-Homem ou Capitão Gancho...

ARLETE PACHECO

arlpach@uol.com.br

Itanhaém

Morte súbita

O surpreendente ato do presidente interino da Câmara de tentar melar o processo de impedimento é típico daqueles políticos que ainda não entenderam que o Brasil já mudou. Certamente o fez em razão de alguma vantagem atendida ou não atendida. Mas seus minutos de glória serão sua morte súbita na política. Certamente será impedido por alguma liminar concedida pelo STF. Certamente vai ser afastado de tão importante cadeira. Certamente vai responder por quebra de ética no seu partido e na Câmara. Certamente não será reeleito. E certamente, como é um dos denunciados na Lava Jato, alterou a prioridade da Justiça – Janot já pegou a sua pasta... Morte súbita e cadeia serão seu futuro promissor.

JOSÉ RUBENS MACEDO SOARES

joserubens@federmacedoadv.com.br

São Paulo

Banimento

Há males que vêm pra bem. A resolução de tentar devolver à Câmara o processo de impeachment da presidente terá uma importante consequência: banir da vida política o atual presidente-tampão por atentar contra o regulamento da Casa e tentar interferir no processo que tramita no Senado. Tchau, Maranhão!

LUIZ GONZAGA T. SARAIVA

lgtsaraiva@uol.com.br

São Paulo

Decisão à sua altura

Diante de sua mediocridade como deputado, Waldir Maranhão só podia tomar uma decisão à sua altura, e com isso ajuda o País a ficar ainda mais sem rumo. O Brasil hoje é a verdadeira nau dos insensatos, com representantes medíocres e irresponsáveis como esse senhor.

ALBERTO SOUZA DANEU

curtasuasaude@uol.com.br

Osasco

Jamais pensei que sentiria saudades de Paes de Andrade e Severino Cavalcanti. Como fez bem a visitinha ao Golden Tulip...

GUTO PACHECO

jam.pacheco@uol.com.br

São Paulo

 

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

A ANULAÇÃO DO IMPEACHMENT

O presidente interino da Câmara dos Deputados, Waldir Maranhão (PP-MA), emitiu nota ontem anulando as sessões em que foi admitido o prosseguimento do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff, por 367 votos, portanto por ampla maioria dos deputados federais. Aos 45 minutos do segundo tempo, Waldir Maranhão atraiu a atenção do País para si com este ato insano de revolucionar o processo, já adiantado no Senado, às vésperas da votação que suspenderia Dilma Rousseff por 180 dias. Evidentemente, esse ato não prosperará ou, no mínimo, terá dado algum fôlego ao governo, mas não eliminará a possibilidade de retirar o PT do poder. Não acredito que um apedeuta interino na presidência da Câmara tenha legitimidade e competência para cometer ato tão surreal neste momento sensível que o País vive. Espero que não frustre o povo brasileiro, que espera por uma melhoria na economia, na geração de empregos e na queda da inflação. 

 

Mário Negrão Borgonovi marionegrao.borgonovi@gmail.com

Rio de Janeiro

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FOGO DE PALHA

Ao revés do que ele próprio declarara, o deputado e presidente interino da Câmara, Waldir Maranhão (PP-MA), não surpreendeu ninguém. Além de ser politicamente um zero à esquerda, carrega consigo histórico nada ilibado: teve as contas recusadas, em 2010, no TRE do Maranhão; esteve envolvido na Operação Miqueias, em 2013; e tem dois inquéritos no STF por lavagem de dinheiro e ocultação de patrimônio. Não é, pois, surpreendente que tenha votado contra a admissibilidade do processo de impeachment após se encontrar com Lula no QG montado no Hotel Royal Tulip, em Brasília, e, agora, tenha aceitado parcialmente pedido da Advocacia-Geral da União (AGU) para anular a votação na Câmara. Legalmente, não há base para fazê-lo, até porque o processo já se encontra no Senado Federal. Nas poucas horas que antecedem a votação que afastará Dilma Rousseff por 180 dias, e até o julgamento final, o PT continuará a tentar incendiar política e socialmente o País. Felizmente, com imprensa vigilante, opinião pública atenta, OAB independente e alguns ministros do Supremo – não são todos – idem, as brasas de golpe serão pisoteadas instantaneamente. É fogo de palha. 

Elias Menezes elias.natal@hotmail.com

Nepomuceno (MG)

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ATRASO

Um inexpressivo, obscuro e insignificante deputadozinho consegue atrasar ainda mais o Brasil. Não, não tem jeito! Volta Cunha!

Guto Pacheco jam.pacheco@uol.com.br

São Paulo

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O MILAGRE

O presidente interino da Câmara, Waldir Maranhão Cardoso, veterinário e político do PP maranhense, cuja prestação de contas em 2010 foi rejeitada pelo Tribunal Regional Eleitoral (TER) de seu Estado por recebimento de recursos de fonte não identificada, tendo de explicar um “milagre de multiplicação” de dinheiro, aceitou pedido do advogado-geral da União e anulou a tramitação do pedido de impeachment da presidente Dilma. Por acaso o nobre e incomum parlamentar se encontrou com o inominável naquele hotel? Será mais um “milagre de recursos” a ser explicado?  

Aparecida Dileide Gaziolla aparecidagaziolla@gmail.com

São Caetano do Sul

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VETERINÁRIO POR VETERINÁRIO

Seguramente, em Brasília (DF), tem veterinário que precisa urgentemente ser consultado por outro veterinário.

Jose Piacsek Neto bubanetopiacsek@gmail.com

Avanhandava

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DE QUEM FOI A IDEIA?

A iniciativa de anarquizar o processo de impeachment, com a decisão monocrática e aberrante do interino Waldir Maranhão de cancelar os trâmites na Câmara, e com os argumentos esdrúxulos ali apresentados, tem, de forma patente, as digitais de José Eduardo Cardozo, da Advocacia-Geral da União (AGU), que de longe se porta com qualquer senso de equilíbrio e representa, sim, um perigo, maior do que Eduardo Cunha representava à lisura das decisões que o Parlamento deva concluir sobre questão de eminente interesse nacional.

Oswaldo Colombo Filho colomboconsult@gmail.com 

São Paulo

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BOÇAL

É o mínimo que se pode dizer do deputado Waldir Maranhão (PP-MA) quando, na qualidade de presidente interino da Câmara, anulou ato jurídico perfeito e orientado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) na votação do acolhimento pela Casa legislativa ao impeachment de Dilma. Tudo indica ser essa decisão fruto do encontro e da viagem a Brasília com o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), apoiador da presidente e alter ego do deputado, que no medíocre despacho do acolhimento político do pedido da AGU aceitou o que o próprio fez em relação à desobediência na indicação de votos do próprio partido. Menos mal, o ministro do STF Luiz Fux já havia se manifestado contrariamente ao pedido da mesma matéria, solicitado pelo petista deputado Paulo Teixeira (SP). Se o objetivo do desprezado deputado foi o de chamar a atenção, conseguiu, e será lembrado pela própria ignorância e mau-caratismo típico dos paus-mandados.

Mario Cobucci Junior maritocobucci@gmail.com

São Paulo

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ESTRANHO

Muito estranha esta decisão de Waldir Maranhão anulando as sessões do impeachment da “presidenta”. Ele não conhece nem o regulamento da Câmara nem tem conhecimento jurídico para escrever a tal nota que enviou ao Senado. Alguém a escreveu e ele simplesmente a assinou. 

Carlos E. Barros Rodrigues ceb.rodrigues@hotmail.com

São Paulo

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LIVRE PENSAR

 

Minhas suposições me deixam estarrecida, pois este sr. Waldir Maranhão (PP-AM), o interino, ou: quer seus 15 minutos de fama; ou quer, a pedido de gente do governo, tumultuar e ganhar tempo contra a votação no Senado; ou, ainda – quero crer estar errada –, e se houve um grande conluio entre este sr., que sabia poder substituir o sr. Cunha caso este fosse impedido, com o governo federal, a AGU e o STF? Será que por isso ele contrariou seu partido, o PP, e votou contra o impeachment na Câmara dos Deputados? Qual o lucro que ele tira desta situação? Aí tem, é só procurar!

 

Tania Tavares taniatma@hotmail.com

São Paulo

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REVIRAVOLTA NO JOGO

A anulação da votação tramitada na Câmara dos Deputados feita pelo presidente em exercício mudou por completo a equação do processo de impeachment. O Palácio do Planalto ganhou fôlego para negociar, como sempre o fez, a rejeição da admissibilidade do processo de impedimento. O golpe anunciado e propalado pelo governo Dilma foi dado pelo atual presidente da Câmara, que, do nada, mandou cancelar um processo que já tinha sido direcionado para análise do Senado e seria, em princípio, votado esta semana. O governo petista ganha tempo para se reorganizar e, assim, fazer as negociações para reverter o placar visto na votação feita entre os deputados federais. Os brasileiros foram vítimas de um golpe flagrante no qual os princípios democráticos e republicamos e a credibilidade das instituições foram abalados publicamente.

Willian Martins martins.willian1@uol.com.br

Guararema

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CÂMARA DOS DEPUTADOS

Por aquilo que se viu ontem, confirma-se que aquela Casa é composta por senhores com muita tinta marrom e pouca massa cinzenta na cabeça.

Carlos Angelo Ferro carlosangelo@uol.com.br

São Paulo

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‘BOTOCÚNDIA’

O inusitado pedido de nulidade do impeachment da presidenta (sic) da República, perpetrado pelo recém-empossado presidente da Câmara (currículo: uma citação na Lava Jato e três processos na Justiça), eleva o Brasil (ou “nunca antes neste país”, como o País é usualmente tratado por um de seus líderes “mais progressistas”) ao estado da arte em termos de esculhambação e falta de vergonha na cara de seus políticos. O escritor Lima Barreto já rebatizara o Brasil de “Botocúndia”, neologismo que derivou do termo “botocudo” (denominação dada pelos portugueses aos indígenas brasileiros que usavam botoques labiais e auriculares, termo que hodiernamente significa “indivíduo rude, incivil, caipira e inimigo das boas maneiras”), apondo este título a uma de suas obras literárias. A visão edênica dada ao Brasil e aos brasileiros por ilustres pensadores nativos (Sérgio Buarque de Hollanda, Darcy Ribeiro e o conde Afonso Celso, autor da patriotada “Por que me ufano deste país”) sempre despertou desconforto intelectual entre os pensadores mais independentes e desengajados de “seitas ideológicas” que plasmaram e comoveram a humanidade no passado. A realidade sobre nosso povo está agora cobrando a sua fatura histórica. O povo brasileiro consagrou nas urnas, para liderá-lo, dois expoentes dessa nova visão edênica sobre o Brasil e os brasileiros: um indivíduo absolutamente semianalfabeto e botocudo, a quem foram conferidos quase duas dezenas de títulos de “doutor honoris causa”; e uma gerente de loja falida de R$ 1,99, que imaginou estocar ventos vadios (noturnos) para produzir energia elétrica e fundou o termo “mulher sapiens” para gáudio das feministas tupiniquins botocudas.

Ruy Tapioca ruytapioca@gmail.com

Rio de Janeiro

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O ESTORNO DO IMPEACHMENT

Estão bêbados?

José J. Rosa jjrosa1945@yahoo.com.br

São Paulo

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GOLPE PETISTA

Os petistas, que tanto repetiam “não vai ter golpe”, acabaram de dar o maior golpe contra a democracia brasileira, desde 1964. Fica só a pergunta, que nunca terá resposta: quanto Waldir Maranhão ganhou?

 

Luciano Nogueira Marmontel automatmg@gmail.com

Pouso Alegre (MG)

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HOUVE GOLPE?

Estamos num golpe? Do judiciário? Quanto pagaram ao criminoso do Maranhão?

Nelson Pereira Bizerra nepebizerra@hotmail.com

São Paulo

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COM QUE PROPÓSITO?

A comoção, com desdobramentos até no mercado financeiro, que se seguiu à notícia dando conta de que o deputado Waldir Maranhão (PP-MA), presidente interino da Câmara, resolveu anular as sessões do plenário que determinaram o prosseguimento do processo de impedimento da presidente Dilma, escancara a enorme irresponsabilidade e falta de espírito público do parlamentar. A dois dias do final de uma fase que vai determinar o afastamento por pelo menos seis meses de uma governante com 91% de rejeição popular, ele impacta o País com uma decisão de grande repercussão, sem amparo legal, tentando, não se sabe com que propósito, invalidar um rito regulado pela Suprema Corte. Que tipo de democracia é esta? Quem disse que, pelo menos, as instituições estão funcionado? Certo estava quem certa vez declarou que o Brasil não é sério.

Paulo Roberto Gotaç pgotac@gmail.com

Rio de Janeiro

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O JOGO NÃO ACABOU

Se houvessem se esforçado pelo País como lutam para manter-se no poder, não chegaríamos à votação de um impeachment. Dilma executa na prática o que disse na propaganda eleitoral que seria feito por seus oponentes: o medo do caos. Chega-se hoje ao estado de falência do Legislativo, que permite a um interino tomar medidas temerárias sobre cujas consequências ele lava as mãos. Irresponsável é o mínimo para classificar este sujeito com tão poucos predicados. Que os poderes ajam rapidamente para desarmar esta bomba, antes que ela possa explodir.

Sergio Holl Lara jrmholl.idt@terra.com.br

Indaiatuba

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CORETO BAGUNÇADO

Inóspita decisão de Maranhão só vem bagunçar o coreto.

Roberto Twiaschor rtwiaschor@uol.com.br

São Paulo

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CARTAS NAS MÃOS

Realmente o jogo político tem mão e contramão. O inimigo de hoje pode vir a ser o aliado de amanhã.  Triunfalismo antes da hora é coisa de amador. Quem diria, Michel Temer caiu no colo de Renan Calheiros. Os dois não se bicam faz tempo. Por causa das trovoadas e dos ventos enfurecidos vindos do Maranhão, o presidente do Senado e do Congresso tornou-se a única autoridade para solucionar o impasse constitucional. Calheiros não toma decisões apressadas. Craque na difícil arte da política, Renan está com a batata quente nas mãos. Bom de saliva, Temer precisa urgentemente se tornar amigo de infância de Renan. Nessa linha, o terreno das especulações é vasto. Pode ser que a decisão do deputado Maranhão tenha as digitais de Eduardo Cunha, o legítimo dono da atual mesa diretora da Câmara. Antes figura considerada e ouvida por Michel Temer, Cunha caiu em desgraça com a decisão do STF. Cunha quer mostrar aos desafetos que não morreu. Que tem cartas nas mãos. Que o jogo não acabou para ele. Cunha, o quanto pode, vai atormentar a vida de Temer. 

Vicente Limongi Netto limonginetto@hotmail.com

Brasília

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CUSPARADA

Recentemente, os apoiadores da perpetuação do terrível estado de decrepitude institucional atual que assola o Brasil passaram a endossar cusparadas como forma válida de debate. Deve ter sido com base nesse precedente que o já comprovado oportunista político Waldir Maranhão decidiu aproveitar que a presidência da Câmara federal caiu inesperadamente no seu colo. Sua decisão de rotular como inválida em 9 de maio de 2016 a decisão de dar continuidade ao processo de impeachment de Dilma, já votada majoritariamente pelo plenário em 17 de abril de 2016 (367 votos a 137 votos), não é apenas uma canetada, mas, sim, uma cusparada no povo brasileiro.

Claudio Janowitzer cjano@terra.com.br

Rio de Janeiro

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REPÚBLICA DE BANANAS

  

Somos ou não somos uma República de Bananas?

 

Victor Hugo victor-raposo@uol.com.br

São Paulo

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A ANULAÇÃO DO IMPEACHMENT

Eu tenho vergonha de viver num País de bananas.

Gilberto Lima Junqueira glima@keynet.com.br

Ribeirão Preto 

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CASA DE NOCA

Acho que a presidente deve chamar a imprensa estrangeira e declarar que o Brasil é uma verdadeira Casa de Noca, para não dizer outra coisa.

José Sergio Trabbold  jsergiotrabbold@hotmail.com

São Paulo

            

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COISAS DO MARANHÃO?

Li que o atual governador do Maranhão, eleito pelo PCdoB, opositor da família Sarney, que já foi aliada de Lula, ajudou o deputado Waldir Maranhão, pelo PP do mesmo Estado, a “idealizar” o bizarro despacho que acolheu o igualmente bizarro recurso do advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo – que parece não ter mais nada para fazer neste final de governo –, para adiar em alguns dias o enterro político de Dilma Rousseff. Será que tudo está tão bem no Estado do Maranhão, para que o seu governador possa ficar dias e dias arquitetando medidas que só fazem aumentar a sangria do povo brasileiro? E pensar que já foi juiz federal e professor de Direito... Tristes tempos!

Ana Lúcia Amaral anamaral@uol.com.br

São Paulo

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COMIDA CRUA

Quanto ao episódio da anulação do processo de impedimento da presidente Dilma, nada a estranhar das atitudes dos lulopetistas e, em especial, do Cardozão. Do esterco chamado Maranhão, nem se fala. O que não pode ser esquecido é que o ministro do STF dr. Teori Zavascki, precipitou-se no afastamento do presidente Eduardo Cunha e, com isso, os oportunistas se esbaldaram. É, sr. Teori, quem tem pressa come cru. Infelizmente, o senhor não comerá sozinho, esta indigesta refeição todo brasileiro terá de comer.

Sérgio Barbosa sergiobarbosa@megasinal.com.br

Batatais

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EMINÊNCIA PARDA

Em minha opinião o ministro Teori foi provocador desta crise. Cassou Eduardo Cunha, mesmo que apoiado pelos seus pares, sabendo que Maranhão assumiria, e deu no que deu. Chamou para si decisão sobre Lula, demonstrações claras de uma eminência parda. Por que cassá-lo neste momento, se já o poderia ter feito ou ter esperado após o julgamento pelo Senado? Gostaria de entender.

Claudio Baptista clabap45@gmail.com

São Paulo

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O ZOMBETEIRO DO MARANHÃO

Qual é mesmo o nome daquele palhaço que veio lá do Maranhão? Quem é mesmo este cidadão que zomba do Brasil, do seu povo e dos 367 votos da Câmara? Foi aquele que esteve no quarto de hotel com Lula para negociar seu voto? Foi aquele flagrado nos áudios negociando com aquela quadrilha? Foi aquele já denunciado na Operação Lava Jato? Afinal, quem é este insignificante deputado? Espero que o STF siga na mesma linha que seguiu no caso de Eduardo Cunha e afaste esse ser desprezível o quanto antes. Por esta e por outras que o mundo todo zomba do Brasil e não leva isso aqui a sério. E, com isso, “bye bye” investimentos! Pobre país.

 

Armando Favoretto Junior armandofavoretto@gmail.com

São José do Rio Pardo

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O SUBSOLO DO POÇO

Apelar para um deputado deste nível, de “alcunha” Maranhão, mistura de Tiririca com Sarney, é o subsolo do poço! É abusar da passividade do brasileiro honesto. É querer comprovar o que diz nosso hino: “Verás que um filho teu não foge à luta”.

Carlos Alberto Roxo roxo.sete@gmail.com

São Paulo

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PALHAÇADA

Este deputado Waldir é o Tiririca do Maranhão!

Maria Elisabeth Stroeter mariastroeter@hotmail.com

São Paulo

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BRAVATA

PeTulantemente, Maranhão disse que iria nos surpreender, e surpreendeu mesmo. Quanto nos custará esta surpresa, ou seria bravata?

Alexandre Januário Peggion alpejan@gmail.com

São Paulo

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O TROCO

O presidente interino da Câmara dos Deputados mostra que o cargo incentiva atitudes que deveriam ser divididas com os demais membros diretores. A sua decisão de considerar como ilegal a decisão da Casa em relação ao afastamento da presidente Dilma leva a um questionamento, ou seja, qual a razão para que a proposta dos advogados paulistas fosse pautada por Eduardo Cunha? E não foi questionada pela oposição na ocasião. O troco veio agora. A política brasileira, realmente, está uma tragédia. 

Uriel Villas Boas urielvillasboas@yahoo.com.br

Santos

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MANHAS E ARTIMANHAS

Estou concordando com Dilma Rousseff, que reconheceu, fazendo-se de sonsa (como sempre), que estes são tempos de “manhas e artimanhas”, mas haja artimanha! Quanto será que custam duas semanas a mais de governo? Com a palavra, o Exmo. sr. deputado federal Waldir Maranhão. 

Oscar Thompson oscarthompson@hotmail.com

Santana de Parnaíba

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SABE DE NADA, INOCENTE!

Alguma surpresa na atitude do interino Waldir Maranhão (PP-MA)? O País dito constitucional, democrático, está cada vez mais distante das mãos do povo, pertence agora a um grupo político inescrupuloso e mesquinho, absolutamente indiferente aos rumos da Nação.

Ricardo C. Siqueira ricardocsiqueira@globo.com

Niterói (RJ)

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15 MINUTOS DE FAMA

Não teria sido mais fácil para o deputado Waldir Maranhão ter pendurado uma jaca no pescoço?

Eduardo A. Delgado Filho e.delgadofilho@gmail.com

Campinas

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MARANHÃO X BRASIL

Tinha de ser Maranhão, até no nome, este cupincha de José Sarney, pertencente ao grupo de PT, Lula e Dilma, que querem poder a qualquer preço. E o Brasil que se dane! Vão acabar criando um outro país: Venezão ou Maraven, mistura de Venezuela e Maranhão. É o que serve para eles.

Luiz L. Castello Branco whitecastel.castellobranco@gmail.com

São Paulo

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WALDIR MARANHÃO

Ah, que saudade do Sarney!

Sergio S. de Oliveira ssoliveira@netsite.com.br

Monte Santo de Minas (MG)

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CABEÇAS VAZIAS

Waldir Maranhão é semianalfabeto, caiu no seu colo a presidência interina da Câmara federal e ele se reúne no sábado com o governador do Maranhão, Flávio Dino, mais o advogado da AGU, José Eduardo Martins Cardozo, e resolve suspender o impeachment ocorrido em abril. O dr. Martins Cardozo já perdeu 16 recursos na Câmara e no STF e deveria responder a processo por litigância de má-fé ou vai ficar recorrendo até o carnaval de 2017. A presidente Dilma, então, dizer que “o recurso foi aceitado” é de doer! É um poste mesmo! Em que país nós estamos?!

Celso de Carvalho Mello celsosaopauloadv@uol.com.br

São Paulo

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APEGO AO PODER

A presidente da República, Dilma Rousseff, revela ter um amor sem limites ao cargo e ao poder. Não revela nenhum limite ético nos ridículos esforços para não perder a boquinha. Vergonha, vergonha, vergonha e burrice, muita burrice. Sob que pessoas estivemos? Deus nos ajude!

Cloder Rivas Martos closir@ig.com.br

São Paulo

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STAFF ANTI-IMPEACHMENT

No governo, e José Eduardo Cardozo bem atesta, há capachos, moleques-de-recado, paus-mandados e Waldir Maranhão...

A.Fernandes standyball@hotmail.com

São Paulo

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MANOBRA TÍPICA

Quanto mais o tempo passa, menos entendemos o que está acontecendo no Brasil. Eduardo Cunha ficou tanto tempo na Câmara como investigado e ninguém fez nada. Bastou o Senado sinalizar que também iria aprovar o pedido de impeachment e ele é cassado, mesmo sem base jurídica na Constituição, com o STF atropelando o Congresso. Em seu lugar fica outro investigado pela Lava Jato (não deveria ser cassado também?), cuja subserviência a José Eduardo Cardozo só demonstra que ou ele não entende nada do cargo que, por acidente de percurso, está ocupando ou deve ser muito bem recompensado pela barafunda que está aprontando. O substituto interino tem poder para retroagir sobre o processo aceito pela maioria da Casa? É mais do que evidente que o STF não pode aceitar essa manobra típica da petralhada, contra a vontade da grande maioria da população brasileira, pois isso, sim, é golpe! Maranhão e Cardozo deveriam ser impichados junto com Dilma Rousseff, para dar início à faxina que pretendemos fazer.

Carmela Tassi Chaves tassichaves@yahoo.com.br

São Paulo

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CIRCO BRASIL, TEMPORADA ESTENDIDA

O presidente interino da Câmara dos Deputados, Waldir Maranhão (PP-MA), mais apagado do que charuto na boca de bêbado, achou motivo para aparecer. Surpreende o País! Ouvindo o advogado da União, Eduardo Cardozo, anulou a tramitação do impeachment contra Dilma, com o que institucionaliza a corrupção no País. Sua excelência não pensou que o julgamento de dona Dilma não está restrito à responsabilidade fiscal. No bojo dessa rubrica está todo um processo que levou o País ao fundo do poço. E, como se não bastasse, mais 150 mil restaurantes anunciam o fechamento de suas portas. Mas o fato decorreu em razão da morosidade da tramitação do processo. Foi um enrola, enrola insuportável. Nem o besouro seria capaz de tanto!

  

Antônio Scarpari Dametto Adam@sercomtel.com.br

Londrina (PR)

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MUDANÇAS URGENTES

A ridícula decisão do obscuro deputado maranhense Waldir Maranhão reforça a necessidade de mudanças urgentes. Sugiro algumas delas: voto distrital puro e distritos com 1 milhão de habitantes – sem a absurda cláusula de cada Estado ter, pelo menos, 8 deputados. Afinal, para que precisamos de 513 deputados? Com cerca de 200, o controle seria muito maior, com a consequente melhora do nível dos eleitos e menos chances de conchavos.

José Alfredo de T. Andrade tolosajaa78@gmail.com

Santos

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NAU SEM RUMO

O Brasil realmente está se tornando uma nau sem rumo. Ontem, acordamos perplexos com a decisão monocrática do presidente interino da Câmara, Waldir Maranhão, sem consultar sua assessoria e os colegas de mesa, anulando o processo de impeachment da presidenta Dilma. Seria, agora, uma crise política, ética, jurídica? Por que não uma eleição já? Isso porque nota-se que o vice-presidente Michel Temer vai incidir no mesmo erro da presidente Dilma, loteando ministérios. 

Arnaldo Luiz de Oliveira arluolf@hotmail.com

Itapeva

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INVASÃO AO SENADO

O senador Paulo Paim (PT-RS), aquele que sempre se elegeu enganando proteção aos aposentados e que, diante das inúmeras denúncias de corrupção no PT, ameaçou abandonar o partido, programa invadir o Senado federal na manhã desta terça-feira, munido de integrantes do MST, da CUT e da UNE, em protestos a fim de barrar o impeachment da “gerentona”, cujas discussões se iniciam nesta data. Mais um petista que se elege burlando, mentindo e se locupletando. Até quando?

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

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O PT E A CONSTITUIÇÃO DE 1988

Parece que o “jus esperneandi” grassa nas hostes petistas já às vésperas da defenestração de Dilma Rousseff do cargo que, pelo despreparo, jamais deveria um dia ter ocupado. Uma de suas mais fiéis escudeiras, a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) inovou o repertório de sandices, ao dizer que Dilma é vítima de ataques por ser “mulher”, tentando, com isso, levar a discussão para o campo do coitadismo feminista. Também acusa os que são favoráveis ao impeachment de deixar suas “digitais golpistas na Constituição”, olvidando que foi a própria Suprema Corte, a guardião da Carta Magna, com maioria de ministros nomeados em governos petistas, que aprovou todos os atos do atual processo contra a “presidenta”, afastando recursos e dirimindo dúvidas sobre golpes. Quem vê e ouve a petista defender a Constituição federal, todavia, pode até pensar que o PT sempre foi seu intransigente guardião desde que a Carta foi promulgada em 1988, e não uma agremiação que desde sempre desdenhou de seus artigos, parágrafos, incisos e alíneas, acusando-a de “conservadora” e até mesmo relutando em assiná-la naqueles idos. Me engana que eu gosto, Gleisi!

 

Silvio Natal silvionatal49@gmail.com

São Paulo

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ÚLTIMO SUSPIRO

A senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), sem mais argumentos, após a derrota na Comissão Especial do Senado, para justificar a queda da presidente Dilma Rousseff, disse que sua protegida foi vítima de ataques machistas, pois “a política é um ambiente majoritariamente masculino”. Nada disso, senhora senadora, a irresponsabilidade, a incompetência, a incúria, a empáfia, a mentira deslavada, o populismo calculista – chega ou quer mais? – decretaram a derrocada da, até então, toda poderosa e sua protegida “presidenta”. O número de homens na política foi sempre majoritário, aqui e em outros países, quer no presidencialismo ou no parlamentarismo, e nem por isso, para citar apenas dois exemplos, Angela Merkel, chancelar alemã, no poder desde 2005, e Michelle Bachelet, eleita em 2006 e reeleita em 2013 presidente do Chile, foram destronadas prematuramente. Portanto, senadora, os favoráveis ao impeachment deixaram, sim, suas digitais na história, mas como homens que abortaram o continuísmo de um governo corrupto, ao passo que a senhora e seus pares deixarão não só as digitais, mas suas fotos, estampadas em jornais e revistas e nas notas taquigráficas do Congresso, como coautores do desastre nacional. 

Sérgio Dafré sergio_dafre@hotmail.com

Jundiaí

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OPERAÇÃO LAVA JATO

Após o indiciamento de dona Gleisi Hoffmann e de seu marido, Paulo Bernardo, na Operação Lava Jato, ficamos sabendo o que já sabíamos: que em Curitiba não só existem pessoas honestas, como o sr. Sérgio Moro, quanto alguns camisetas vermelhas petistas desonestos, oportunistas e dependentes da mamata do governo.

Carlos Roberto Gomes Fernandes crgfernandes@uol.com.br

Ourinhos 

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MAIS UMA DENÚNCIA

Senadora Gleisi Hoffmann, parece que tem mais um “golpe” a caminho. Vai continuar com o mesmo discurso?

Luíz Frid luiz.frid@globomail.com

São Paulo

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O PEDIDO DE DESCULPAS DA ANDRADE GUTIERREZ

Curioso o pedido de desculpas da construtora Andrade Gutierrez (AG). Vamos acompanhar o efeito prático, a eficácia desses propósitos. Afinal, difícil de acreditar que uma empresa do porte da AG não tivesse um conjunto de regulamentos de governança e compliance proibindo as práticas de corrupção. E, sobre as 8 “sugestões” para aprimorar o controle das práticas de concorrência no Brasil, francamente, já existem reguladas, legisladas e regulamentadas! Falta vontade de fazer e pouca vergonha nos agentes envolvidos. Será que os novos dirigentes agora vão mudar? 

Renata Lawson rsmlawson@me.com

Florianópolis

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OPERAÇÃO ZELOTES

Finalmente, Guido Mantega, que é mais escorregadio do que manteiga, apareceu em declarações de suspeitos investigados pela Operação Zelotes e foi levado coercitivamente para depor nesta segunda-feira. Não é possível que o cara, tendo sido ministro da Fazenda por quase uma década de gestão petista, não tenha responsabilidade nenhuma sobre a situação econômica desastrosa em que nos encontramos. É só procurar que vão achar.

 

José Claudio Marmo Rizzo jcmrizzo@uol.com.br

São Paulo

 

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