Fórum dos Leitores

FIM DA REPÚBLICA DO PT

O Estado de S.Paulo

11 Maio 2016 | 03h00

Tragédia

A classe política brasileira transformou o nosso país em motivo de chacota internacional. Não é para menos: figuras grotescas, corruptas, imorais e antiéticas se sucedem no comando do Brasil. Como se não bastasse, nunca antes neste país o poder se havia transformado numa comédia-pastelão, numa ópera-bufa, num filme de quinta categoria. O PT, antigo partido da pureza nacional, apega-se ao poder de maneira jamais vista. Recusa-se aceitar a derrocada e entregar o poder depois de ter destruído a nossa pátria e se envolver no maior esquema de corrupção da História mundial. O PT não está preocupado com os milhões de trabalhadores desempregados, com as pessoas que morrem nos corredores dos hospitais, com as estradas abandonadas, com a falta de segurança, que transformou o Brasil num dos mais violentos países do mundo, nem com a educação, entre as piores do planeta, etc. A única coisa que interessa ao PT é manter os milhões de parasitas que mamam despudoradamente nas tetas da Nação. O PT provou que para se manter no poder fará qualquer coisa, até mesmo acabar de destruir o nosso sofrido país!

JOSÉ MILTON GALINDO

galindo52@hotmail.com

Eldorado

Sacrifício pela ideologia

Pela manutenção da “boquinha” e do projeto criminoso de poder, tudo se faz, até sacrificando a ética e o prestígio profissional. Vejam dois exemplos recentes do descaramento e desrespeito a tudo o que é legal e ético: o interino presidente da Câmara, deputado Waldir Maranhão, e o ainda advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo. Não há limites para defender o indefensável, enquanto o País se desmancha com 11 milhões de desempregados. A esperança que nos resta é que o futuro governo interino consiga reerguer o moral da Nação e o crescimento econômico devolva aos desafortunados o emprego e a dignidade.

JOÃO M. VENTURA

joaomv@terra.com.br

São Paulo

A craca

É de arrepiar assistir às barbaridades da turma do escracho, os aliados da Dilma: marmanjos barbados fazendo arruaça pedindo merenda, desocupados interrompendo estradas em sinal de protesto e tomando o palácio com bandeiras vermelhas, como se estivessem na casa da mãe Joana, e por aí afora. E a vergonha do advogado-geral se expondo ao ridículo de espernear como bebê birrento, defendendo o indefensável, procurando criar todo tipo de obstáculos ao andamento do processo? E que papel ridículo fez o pobrezinho e insignificante presidente da Câmara dos Deputados! E o papel da Dilma, então? Agarrada como craca ao cargo, fazendo-se de vítima... Que falta de dignidade! Não há como não sentir imensa revolta e vergonha por estarmos à mercê dessa cambada de baderneiros. Vergonha! Vergonha!

LÚCIA MENDONÇA

luciamendonca@terra.com.br

São Paulo

Caminho sem volta

Assim falou Dilma: “Depois que a pasta (processo do impeachment) sai do dentifrício (Câmara dos Deputados), não dá pra pôr de volta dentro do dentifrício”.

MARIO HELVIO MIOTTO

mariohmiotto@gmail.com

Piracicaba

Página virada

Incrível como o presidente do STF, Ricardo Lewandowski, tem o mesmo perfil da presidente Dilma Rousseff: não conseguem entender que esta página da História brasileira já está virada.

LUÍZ FRID

luiz.frid@globomail.com

São Paulo

Patéticos!

José Eduardo Martins Cardozo, ministro-chefe da AGU, deveria ser processado por tentar pôr entraves ao andamento do impeachment de Dilma. E pior, aliciando para protagonista um deputado do Maranhão que caiu na presidência da Câmara com a ajuda do paraquedas de Lewandowski. Feio, muito feio. O que acontece com esses petistas, que prezam mais o poder do que a própria imagem e são capazes de jogar seu histórico profissional na lata do lixo? Assim como se expressou Regina Duarte há 15 anos, o PT me causa medo também. Eles não têm limites para o que podem fazer para permanecer no poder, tecem artimanhas próprias de governos de títeres de quinta categoria. Assustador! E estou ciente de que, saindo eles do poder, teremos de aguentar a praga dos gafanhotos, que tentarão acabar com o pouco que sobrou do nosso país. Já estão pelas estradas, trazendo intranquilidade. Espero que as forças policiais sejam suficientes para colocá-los no devido lugar.

MARA MONTEZUMA ASSAF

montezuma.scriba@gmail.com

São Paulo

Bobo da corte

Seu Zé Eduardo, emérito advogado-geral da dona Dilma: quando é que o senhor vai desistir do cargo de “bobo geral da corte”? Suas aparições são patéticas. Mas parece que agora o senhor encontrou um parceiro à sua altura: o interino Waldir Maranhão. Que fim melancólico para um deputado que, embora petista, cheguei a respeitar pelo bom senso que demonstrava. E se perdeu pelo caminho...

GODOFREDO SOARES

godofredocaetanosoares@gmail.com

São Paulo

Falta de ética

Com o episódio do bigodudo Maranhão, mais uma vez se evidenciou que Cardozo, além de não ter vergonha da cara, passou longe do Código de Ética profissional. Com a palavra a OAB.

PAULO TARCISIO PICÃO EMM

paulotarcisioemm@gmail.com

Ribeirão Preto

Freezer

Waldir Maranhão não foi lá muito inteligente ao entrar na conversa do maior pé-frio da República, José Eduardo Cardozo.

CANDIDA L. ALVES DE ALMEIDA

almeida.candida@gmail.com

São Paulo

Análise enviesada

Li a análise de Eloísa Machado e Rubens Glezer sobre a “brincadeira com a democracia” feita anteontem, com pesar pela escolha da dupla. Em resumo, o casal defende a tese de que dar prosseguimento ao processo de impeachment de Dilma parece um equívoco. A meu ver, eles pertencem ao escasso número de “juristas” de que fazem parte Cardozo e mais alguns, que parecem pouco preparados e muito enviesados politicamente. Os maiores juristas deste país afirmam que a decisão do presidente em exercício da Câmara foi grave, extravagante e inconstitucional. Talvez o Estadão precise rever a parceria com a FGV/Direito para manter as análises técnicas dentro do exigido de forma a manter o jornal com a credibilidade construída em muitas décadas.

JOSÉ VALTER M. DE ALMEIDA

valter@globo.com

São Paulo

 

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

SAMBA DO CRIOULO DOIDO

A Câmara dos Deputados, seguindo o rito do impeachment de Dilma Rousseff decidido pelo Supremo Tribunal Federal (STF), aprova o prosseguimento do processo com votos muito além dos 2/3 necessários, segundo a legislação. O processo, então, segue para a próxima etapa: o Senado Federal. Nesse interim, o presidente da Câmara dos Deputados é afastado do cargo pelo STF e assume em seu lugar o vice-presidente da Câmara, o paraquedista Waldir Maranhão (PP-MA). Este senhor, sem representação “nenhuma”, no seu primeiro ato, anula monocraticamente a decisão majoritária de 367 deputados de dar prosseguimento ao processo de impeachment, que já não mais está na Câmara, e sim no Senado. Verificada a decisão estapafúrdia desse “parlamentar”, alertado por um cidadão qualquer, este senhor, que não entende absolutamente “nadica” de nada, anula a sua própria decisão, tomada horas antes. Então, ninguém menos que o ministro José Eduardo Cardozo, advogado-geral da União, vai ao STF para tentar anular o processo de impeachment. Isso tudo por uma boquinha, além do temor do que pode aparecer numa eventual auditoria, a partir do afastamento de Dilma Rousseff.

 

José Carlos Alves jcalves@jcalves.net

São Paulo

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RESSUREIÇÃO

Tenta de todas as formas possíveis e imagináveis o nosso ilustre ministro da Advocacia-Geral da União (AGU), sr. José Eduardo Cardozo, ressuscitar o  cadáver insepulto de Dilma Rousseff. Agora, recorre ao STF para tentar anular o processo de impeachment da presidente. Parece que este aprendiz de feiticeiro não passou da primeira lição, ou talvez, quem sabe, queira ser o Messias do século 21, autor do segundo caso de ressureição em toda a história da humanidade.

Manoel Braga manoelbraga@mecpar.com

Matão 

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REPÚBLICA BANANEIRA

Como esta é a sua última semana como ministro, uma vez que o governo do PT deve acabar, e como sua carreira como professor não tem como prosperar, José Eduardo Cardozo tem feito tudo para propagar a noção de que o Brasil é uma República de Bananas. Afinal, essa é provavelmente a única opção profissional que lhe restará. Bananeiro. 

Oscar Thompson oscarthompson@hotmail.com

Santana de Parnaíba

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IMPEACHMENT – RECURSO AO STF

Para defender o indefensável, o ministro Cardozo tem usado de tudo e de muita retórica. No entanto... a retórica é a arte de dizer bem aquilo que não é certo que seja verdade (“Baudolino”, de Umberto Eco).

Ulysses Fernandes Nunes Jr Ulyssesfn@terra.com.br

São Paulo

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PATETA-GERAL

Todo mundo percebeu que Waldir Maranhão foi apenas um marionete nas mãos de Eduardo Cardozo. Agora, vamos a uma breve análise do conjunto da obra deste advogado na AGU: como advogado-geral da União, nunca prestou os serviços a que seu cargo se destinava, que seria o de defender o Estado, e não a presidente, o que fez única e exclusivamente. Sofreu todas as derrotas possíveis e imagináveis, e em toda as instâncias, com a tese ridícula de “golpe”, e prestou-se no ocaso de seu mandato à esta manobra destrambelhada e patética, em conjunto com Maranhão, que ofende a inteligência do mais simples brasileiro. E fica uma dúvida: será que todas essas estratégias saíram de seu intelecto ou foram “a mando” (como se defendeu Delcídio Amaral)? Eduardo Cardozo, em breve, perderá seu emprego, e fico pensando para quem vai advogar? Com sua bela impostação de voz e seu rebuscado advoguês, quem sabe consiga convencer algum cliente, mas com seu currículo...

Paulo Cesar Feltrini pc.feltrini@hotmail.com

São Paulo 

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ABUSO DE INCAPAZ

Os deputados do PT e a Advocacia-Geral da União na pessoa do ministro José Eduardo Cardozo podem ser enquadrados no crime 173 do Código Penal, por abuso de incapaz, ao pressionarem o presidente interino da Câmara dos Deputados, Waldir Maranhão, a revogar a decisão tomada por ampla maioria dos senhores deputados a favor do prosseguimento do impeachment e, depois, de forma absolutamente ridícula, voltar atrás na bobagem que fez.

Henrique Schnaider hschnaider4@gmail.com

São Paulo

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XEQUE PASTOR

A ação do advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo, não pode ser classificada como “abuso de incapaz”, mas pode-se comparar a um xeque pastor dado por um enxadrista profissional num principiante que lhe pediu uma aula de xadrez. O que se fala deste Maranhão envergonha sua família, imagine o Brasil.

M. Mendes de Brito voni.brito@gmail.com

Bertioga

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A FICHA CAIU

Até que enfim caiu a ficha do tal Cardozo: concordou com um ato, como disse o ministro Gilmar Mendes, ato circense ou criminoso.

Pedro de A. Vicente de A. Ivone ivone@azevedonegocios.com.br

São Paulo

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COMPETIÇÃO

No Campeonato da Imbecilidade, a disputa está empatada: Waldir Maranhão e José Eduardo Cardozo lutam cabeça a cabeça pela vitória.

Luiz R. Lima de Moraes luizroberto@thermoprat.com.br

Jundiaí

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ATÉ QUANDO?

O sr. José Eduardo Cardozo foi defenestrado do Ministério da Justiça a mando do inominável capo, o criador da criatura. A criatura resolveu mantê-lo numa das “tetas” do governo, levando-o para a Advocacia-Geral da União (AGU). Mas, como os “petralhas” não conhecem limites entre função pública e privada, o nobre causídico está a atuar como advogado-geral da sra. Rousseff.  Até quando essa bandalheira vai continuar? Não está na hora, ou passando, de alguém tomar medidas cabíveis ao comportamento deste senhor?

Aparecida Dileide Gaziolla aparecidagaziolla@gmail.com

São Caetano do Sul 

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VALE TUDO

O governo está tão desesperado que já não mede as consequências de seus atos. O ministro da AGU, José Eduardo Cardozo, com todo o seu conhecimento jurídico e sabedor de seu ato, salvo melhor juízo, doloso, não hesitou em praticá-lo. Tudo leva a crer ter sido ele o autor da decisão, elaborada na calada da noite de domingo e assinada pelo presidente interino da Câmara dos Deputados, Waldir Maranhão. O objeto era anular o processo de impeachment, anteriormente aprovado em plenário pela grande maioria dos deputados. A presidente Dilma, após a notícia ter chegado ao conhecimento público, declarou-se surpresa, como se não soubesse do golpe engendrado pelo seu fiel escudeiro.

José Olinto Olivotto Soares jolintoos@gmail.com

Bragança Paulista

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CENA CONSTRANGEDORA

Talvez a cena mais constrangedora para o brasileiro não tenha sido a fala do marionete Waldir Maranhão (PP-MA), mas a dissimulação da presidente da República fingindo surpresa com a notícia de ação urdida pelo advogado-geral da União. Patético!

Ricardo C. Siqueira ricardocsiqueira@globo.com

Niterói (RJ)

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A CANSATIVA MEDIOCRIDADE

Flávio Dino, atual governador do Maranhão, como juiz federal que é, ou foi, deveria saber que sua manobra de usar o marionete Waldir Maranhão não teria a menor chance legal de êxito. Até hoje, eu estava considerando que finalmente o povo do Maranhão tinha feito uma boa escolha ao trocar a oligarquia da família Sarney por ele. Vejo que me enganei redondamente. Por outro lado, o advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo, provável redator do patético pedido de anulação, insistiu com mais uma manobra deplorável para prolongar por dias o governo que ele defende, o que não causa surpresa, já que não se cansa de fazer papel de advogado do PT e de Dilma Rousseff, custeado pela Nação. Toda essa mediocridade já cansou, e muito.

Sonia Knopf sonia@knop.com.br

São Paulo

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BAIXA CHICANA

O que o trio Waldir Maranhão, Flavio Dino e, “hélas”, o advogado-geral da União, desviando-se radicalmente de suas funções, acabam de perpetrar é um golpe da mais baixa chicana. Mais uma vergonha deste desgoverno lulodilmista!

Eduardo Spinola e Castro 3491esc@gmail.com

São Paulo

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MANOBRAS

Nunca antes neste país tantos usaram de chicanas para não largar o poder, as boquinhas, o foro privilegiado e fugir da Lava Jato! 

Tania Tavares taniatma@hotmail.com

São Paulo

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A ANULAÇÃO DA ANULAÇÃO

Waldir Maranhão (PP-MA) voltou atrás em sua decisão de revogar a anulação da sessão da Câmara dos Deputados que autorizou a continuidade da ação de impeachment de Dilma Rousseff. Tal decisão certamente foi baseada na filosofia que rege a troca de cueca: mude-a quando estiver suja ou malcheirosa.

 

Roberto Twiaschor rtwiaschor@uol.com.br

São Paulo

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ERREI!

Waldir Maranhão revoga o próprio ato! Que convicção, hein? Deveria ser expulso do partido, perder o cargo e apanhar da mãe. Sujeito irresponsável, afunda a própria carreira política por uma causa há muito perdida. Hoje o Brasil virará a página mais negra da sua historia!

Elisabeth Migliavacca elisabeth448@gmail.com

São Paulo

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INCONSEQUENTE

Inobstante ter revogado sua própria estapafúrdia decisão de anular o processo de impeachment de Dilma Rousseff, o deputado Waldir Maranhão deve ser cassado por macular o nome do Legislativo e do Brasil.

Arnaldo Ravacci arnaldoravacci05@gmail.com

Sorocaba

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ANTES QUE SEJA TARDE

Se o primeiro ato do presidente interino da Câmara dos Deputados foi tentar melar o andamento do já aprovado processo de impeachment de Dilma, é por demais temeroso imaginar os próximos que poderá tomar, caso continue à frente da Casa. É imperioso destituí-lo do cargo, antes que seja tarde demais. Fora, Waldir Maranhão!

J. S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo

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CASSAÇÃO

Brincar irresponsavelmente com um povo, com as instituições de um país sufocado pela corrupção, pela bandidagem e pela incompetência de uma quadrilha instalada no poder há 13 anos – e por mais incipientes que possam ser essas instituições no trato com sua jovem democracia – representa, no mínimo, grave afronta aos princípios constitucionais caros a esse mesmo povo. Só há um remédio: a cassação do deputado Waldir Maranhão!

Ary Braga Pacheco Filho ary.pacheco.filho@gmail.com

Brasília

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TEORIAS

Os acontecimentos políticos brasileiros da segunda-feira, dia 9 de maio, vão entrar para o lixo da História. Assistimos a um teatro de mau gosto que acabou custando ao Brasil bilhões de dólares em perdas na Bolsa de Valores e o ridículo diante da imprensa internacional. Tudo foi tão estranho que nos leva até a construir teorias da conspiração. Vejamos: o deputado Waldir Maranhão, um político do baixíssimo clero, inexpressivo, até outro dia aliado de Eduardo Cunha, é nosso principal protagonista. Depois de visitar Lula em seu bunker no Hotel Golden Tulip, em Brasília, resolveu contrariar seu partido, o PP, e votar “não” ao impeachment na Câmara dos Deputados. Afastou-se de Cunha e arriscou-se a ser retaliado pelo seu partido. Pouco depois, o Supremo Tribunal Federal (STF), em decisão de Teori Zavascki, afastou Cunha da presidência da Câmara. O ato foi referendado pelo plenário da Corte, numa raríssima decisão unânime, ainda mais em se tratando de ato excepcional, não previsto na Constituição, como deixaram claro alguns juízes. Waldir Maranhão, que, vê-se, não prima pela inteligência, ganha de presente a presidência da Câmara e, em seguida, comete o ato vergonhoso de segunda-feira. A lógica grita que Waldir, quando votou “não” ao impeachment e se afastou de Cunha, já sabia que o Supremo afastaria seu ex-aliado e lhe daria a cadeira da presidência da Casa, ou que, pelo menos, teria em algum momento “o mundo a seus pés”. Ele nunca bancaria aquele ato de “independência” do aliado, ainda presidente da Câmara e a orientação do seu partido, sem ter certezas de que o garantissem. É só uma teoria. Faz sentido? Faz. É plausível? Bem, é possível que aquele seja o ato de “coragem” que Lula da Silva cobrava de seus “juízes acovardados”. A conferir. O divertido é que Waldir Maranhão fez tudo confiando em Lula e em Cardozo. Vai ser expulso do seu partido e ter seu mandato cassado. E Lula dirá que nunca ouviu falar dele!

M. Cristina Rocha Azevedo crisrochazevedo@hotmail.com

Florianópolis

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MUITO ALÉM DA POLÍTICA

Pensando bem, Lula, Dilma Rousseff, Jaques Wagner, José Eduardo Cardozo, Zé Cueca, todas as bancadas legislativas do PT, do PCdoB e alguns genéricos não pertencem ao mundo político. São apenas meros factoides que, em breve, entrarão na lata do lixo da História do Brasil. Serão lembrados como lenda. Do mal, óbvio.

Iria de Sá Dodde iriadodde@hotmail.com

Rio de Janeiro

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EPITÁFIO

Waldir Maranhão foi a última (?) esperança da dilmocracia. O presidente da Câmara que, aconselhado pelo “advogado-geral de Dilma”, disse que “os senhores vão ficar surpreendidos comigo” merecerá, como epitáfio, a frase carnavalesca: “No livro de registro dessa vida, numa página perdida, o seu nome há de ficar. Registram-se os fracassos, esquecem-se os palhaços, e o mundo continua a gargalhar”. 

Celso Vidigal celsovidigal@uol.com.br

São Paulo

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PALHAÇO INTERINO

Sr. Waldir Maranhão, se quer ser um palhaço, aprenda com o deputado Tiririca, que é  profissional, e dos bons... Palhaço interino e amador é  chato e sem graça.

Godofredo Soartes godofredocaetanosoares@gmail.com

São Paulo

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DEPUTADO MARANHÃO

Sempre imaginei que na Câmara dos Deputados existisse apenas um palhaço.

Hamilton Penalva hpenalva@globo.com

São Paulo

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ANEDOTA

Estes estranhos dias têm sido prolíficos em matéria de situações surreais, mas poucas suplantam a possível nomeação do infeliz interino da Câmara dos Deputados para a suposta “Secretaria de Ciência e Tecnologia” do Maranhão, quase um Vale do Silício brasileiro... hahahaha.

Ricardo C. T. Martins rctmartins@gmail.com

São Paulo

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AO PEDIR A ANULAÇÃO DO IMPEACHMENT

Ouvindo as “explicações” esdrúxulas dadas pelo deputado surpresa Waldir Maranhão, que enfrenta dois inquéritos no STF (Operações Miqueias e Lava Jato) e que foi reitor (?) da Universidade Estadual do Maranhão, deu para entender por que nenhuma universidade do Estado do Maranhão consta no ranking do Ministério de Educação e Cultura de 2015, composto de 94 universidades brasileiras.

Omar El Seoud ElSeoud.USP@gmail.com

São Paulo

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A ESCORREGADA DE MARANHÃO

Se há algo de positivo em toda a tramoia do deputado interino da Câmara, Waldir Maranhão, em anular o processo de impeachment da presidente Dilma, foi a descoberta de que seu filho médico, Thiago Augusto Azevedo Maranhão, estava lotado com o cargo de assessor de conselheiro no gabinete  do Tribunal de Contas do Estado (TCE) do Maranhão, ganhando sem trabalhar um salário de R$ 7.500,00. Certo de que jamais seria descoberto, o médico atuava no Hospital Dante Pazanese, em São Paulo. Assim que a notícia vazou, o filho de Maranhão foi exonerado. Justamente no Maranhão, Estado que tem o pior Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do País, um escândalo como este é descoberto. Com certeza, se procurarem, acharão muito mais em outros departamentos. Essa atitude explica o atraso do Estado do Maranhão e a esperteza do deputado Maranhão. A bem da verdade, esse cidadão deveria devolver o que recebeu sem trabalhar, é o mínimo que se espera da nossa leniente Justiça. 

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com

São Paulo

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O IMPEACHMENT NO PLENÁRIO DO SENADO

Sob críticas de interferência no Legislativo, o Supremo Tribunal Federal (STF) definiu em 2015 o rito a ser seguido no processo de impeachment, inclusive dando ao Senado o poder de escolher nesta quarta-feira (11/5) se acolhe ou não o processo – ao revés do que ocorreu em 1992 e consta na Lei 1.079/50. Todas as etapas foram seguidas sob o olhar da mais alta Corte e, em consonância com a maioria esmagadora da população, o plenário da Câmara dos Deputados decidiu pela admissibilidade do processo. Tanto no Senado quanto na Câmara, a defesa de Dilma Rousseff teve a oportunidade de se manifestar nas comissões especiais – se não obteve sucesso, é pela falta de qualidade dos argumentos utilizados e pelos excessivos fatos que pesam a favor do afastamento. Restou ao PT de Dilma, Lula & Cia tentar incendiar o País, seja pelos ditos movimentos “sociais” ou através do cantor de bolero dos anos 70, deputado e presidente interino Waldir Maranhão (PP-MA). Nos 180 dias que, a partir de agora, antecedem o prazo máximo para o julgamento (político) de Dilma, pressões nada republicanas correrão à solta: nas ruas, no Congresso e até no STF. A reação espúria dessa gente ao cumprimento de um instituto constitucional deixa claro que com ela não há conversa minimamente republicana. Com ela não há ajuste fiscal que avance, pois o populismo não reconhece a aritmética (receitas e despesas geram superávits ou déficits). Muitos analistas e “formadores de opinião” têm dito que este é um processo traumático. Balela! Traumático é ser governado por incompetentes e simpatizantes do crime como método de governo. Do jeito que está não dá para continuar... Que os senadores hoje nos representem!

Elias Menezes elias.natal@hotmail.com

Nepomuceno (MG)

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CHEGOU A HORA

Hoje “a porca torce o rabo”. Os senadores mandarão   Dilma Rousseff para o ostracismo político. Embarcará levando consigo a certeza de que nunca antes na história republicana um governante fez tanto mal ao Brasil. Ela se vai dizendo àqueles que a elegeram que foi vítima de um golpe. Um discurso maroto e que dá náusea naqueles que sabem que, para sairmos do abismo em que ela nos jogou, é muito provável que levaremos uma década comendo o pão que o diabo amassou. Antes do seu embarque, ela deveria fazer um pronunciamento em cadeia nacional de rádio e de TV pedindo perdão à Nação, pelas artimanhas usadas para se reeleger e pela incompetência para dirigir o nosso país. Tristes recordações teremos de sua passagem pela Presidência da República. Ela infernizou a vida dos brasileiros. Ela diminuiu o tamanho do Brasil. O seu expurgo é o grande desejo de milhões de brasileiros que sabem que um governante que não tem firmeza nem sabedoria está fadado ao fracasso. Estes dois substantivos não estiveram presentes nos mais de seis anos de governo desta senhora. Aos que a elegeram e reelegeram, gostaria de fazer uma pergunta: o Brasil que Dilma está deixando hoje é o Brasil que vocês sonharam ver? Vocês foram vítimas do populismo e contribuíram para que chegássemos ao fundo do poço. Voto é coisa séria.    Não foi golpe. Tinha de acontecer. A Pátria sangrava e socorrê-la era o nosso dever.   

 

Jeovah Ferreira jeovahbf@yahoo.com.br

Taquari (DF)

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‘MEIAS PALAVRAS NÃO BASTAM’

Enquanto esperávamos uma definição sobre a patetice de Waldir Maranhão, praticada na manhã do dia 9/5 – e a definição só ocorreu à tarde, com Renan Calheiros indeferindo o golpe arquitetado nas penumbras palacianas –, a economia brasileira, que já tinha sofrido mais um revés da agência de classificação de risco Fitch, com outro rebaixamento, desabava um pouco mais, com a queda da Bolsa de Valores e a alta do dólar. E, depois de vermos as reações dos governistas no Senado e lermos no “Estadão” que Lula estava muito feliz com o ato de Maranhão, dando-lhes tempo para que se reorganizassem, cristalizou-se a certeza da manobra sórdida, bem ao estilo do “grão-mestre”. Que mentalidade é esta que Dilma, Lula e “tutti quanti” entronizam de que a República é deles? Só falta proclamarem o “uti possidetis”! “Meias palavras não bastam”, como Fernão Lara Mesquita intitulou seu brilhante artigo de ontem (10/5, A2). “O resultado é que não tem jeito simples de consertar o que fizeram com o Brasil”, diz ele, significando que, para a depuração, teremos de fazer cirurgias dolorosas para eliminar os cancros herdados desses 13 anos de desgoverno, e urge que as medidas sejam rápidas, pois, mesmo que o Senado dê o ultimato hoje, Dilma ainda terá mais 180 dias para se “organizar”, com a possibilidade de retornar, deixando bem claro que temos de rever esta Lei do Impeachment. Voltando ao artigo, leitura obrigatória de um governo “de salvação nacional”: “O tamanho da crise e da dor do povo serão os únicos trunfos de Temer”. Entendeu?

Carmela Tassi Chaves tassichaves@yahoo.com.br

São Paulo

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COMEMORAÇÃO

Brasileiros, preparem-se para comemorar neste dia 11 de maio o fim do pior governo da história do nosso país...

Luíz Frid luiz.frid@globomail.com

São Paulo

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SOBREVIVENTE

Embora em nosso Brasil não haja tragédias como furacões, terremotos, guerras civis, etc., considero-me um sobrevivente, mas não sei se sobreviverei a estes eventos dos últimos dias. Vejamos: presenciei e sobrevivi a uma dita ditadura militar, a seis moedas, a outros tantos planos econômicos e, agora em curso, ao segundo impedimento de um presidente da República, que, ao que tudo indica, será demorado e, portanto, ainda mais grave que o primeiro. Todos eles traumáticos do ponto de vista econômico, trazendo-nos à estaca zero, quando não abaixo disso. Não creio ter mais disposição para tal, como pequeno empresário, hoje com 64 anos. Para quem viveu todos esses acontecimentos, creio que posso me considerar de fato um sobrevivente e pedir a quem assumir a direção deste país que nos considere como tais. Do contrário, não teremos salvação.

Benedito Antonio Turssi turssi@ecoxim.com.br

Ibaté

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POR QUÊ

Mesmo diante de um quadro estarrecedor em que se encontra a nação brasileira, Dilma parece não ter a mínima noção da dimensão do desastre que ela causou ao País. Seus discursos vitimistas alegam ser uma pobre inocente que está sendo empurrada para o calvário pelos algozes golpistas que querem sua crucificação. Senhora Dilma, os brasileiros querem sua saída pelos seguintes motivos: por seguir à risca aquilo que Lula disse, “eles não sabem do que nós somos capazes de fazer para ganhar uma eleição”; por cumprir rigorosamente sua promessa de fazer “o diabo para ganhar a eleição”; por esconder um déficit de mais de R$ 100 bilhões nas chamadas pedaladas fiscais; por gastar fortunas do dinheiro desviado da Petrobrás com João Santana, para produzir uma propaganda eleitoral milionária que entorpecia a mente dos pobres com falsos sonhos e falsas esperanças; por fingir não saber que João Vaccari Neto, o “vaca”, achacava empresários exigindo polpudas “doações” das empreiteiras para o seu partido sustentar sua campanha; por usar ilegalmente bancos públicos para esconder suas acrobacias financeiras, que não poderiam ser vistas pelo eleitorado; por mentir descaradamente nos debates graças ao teleprompter colocado à sua frente, que lhe dizia o que falar e o que responder, preparado por uma eficiente equipe de João Santana atrás do cenário; por afundar a Petrobrás e a Eletrobrás segurando artificialmente os preços dos combustíveis e da energia e represando irresponsavelmente os custos para esconder a inflação dos brasileiros; por usar os Correios ilegalmente em sua campanha, enviando suas mentiras eleitoreiras ao povo; por deixar as rédeas soltas fingindo que não via o saque dos fundos de pensão das estatais; por fingir igualmente que não via a corrupção se agigantar entre seus aliados; por tentar proteger Lula com falso termo de posse enviado às pressas pelo seu “Bessias”; pelos 11 milhões de desempregos; pelas viagens nababescas gastando fortunas com seus bajuladores; pelas mentiras do pré-sal e do trem-bala prometidos em campanha; pelo rebaixamento do Brasil  na escala de país confiável; e pela destruição da oitava economia do mundo. 

Wilson Sanches Gomes sancheswil@hotmail.com

Curitiba

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‘FORÇAS EVIDENTES’

Para a biografia de nossa presidente, é melhor ela renunciar do que ter seu mandato cassado pelo Senado. Assim como Jânio da Silva Quadros renunciou por causa de “forças ocultas”, nada mais justo que Dilma renuncie pelas “forças evidentes”, tais como sua complacência com a corrupção na Petrobrás, quase a levando à falência, como também a utilização do dinheiro roubado dos cofres da estatal no financiamento da sua campanha presidencial de 2014.

 

Luiz Bianchi luizbianchi@uol.com.br

São Paulo

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PARA OS BRASILEIROS

Se Dilma tivesse presidido o Brasil para os brasileiros, e não para os petistas, talvez terminasse o seu governo.

Luiz Felipe de Camargo Kastrup lfckastrup@gmail.com

São Paulo

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DILMA ROUSSEFF

De mãe do PAC a mãe da maior catástrofe do Brasil.

Moises Goldstein mgoldstein@bol.com.br

São Paulo

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A ÚLTIMA VEZ

Senhora presidente Dilma Vana Rousseff, esta será a última vez que escrevo seu nome, pois infelizmente, para o Brasil, seu governo foi trágico, cruel com todas as classes sociais, principalmente com a classe C e com a “nova classe média”, que praticamente desapareceu. O milagre do governo do sr. Luiz Inácio foi não ter sequer respirado perto do castelo de cartas deixado como herança por Fernando Henrique Cardoso. Era um castelo com estrutura perfeita, mas inacabado, faltavam ajustes pontuais que, por incapacidade ou medo, não foram feitos – e teve início o fim do Plano Real. A senhora herdou um Brasil com a economia já cambaleante, de seu criador, Luiz Inácio, sem capacidade de escolher uma equipe econômica competente e, o mais grave, sem a humildade dos grandes, dos sábios. Fez-se de surda e destruiu a economia brasileira. A senhora deve desculpas a toda a Nação, principalmente às mulheres deste país que hoje não são mais a segunda opção no mercado de trabalho, mas são engenheiras, médicas, enfermeiras, administradoras e donas de casa, mães e esposas que conquistaram seu lugar na sociedade a duras penas. Triste é ver uma mulher, talvez a única no mundo, fazer o que a senhora fez, concordar com o que estava sendo feito sem tentar parar o processo de destruição da maior empresa do Brasil, a Petrobrás – existem outras estatais na mesma situação pelo mesmo motivo, o desvio de dinheiro, muito dinheiro. Que sua despedida seja digna, que só o seu profundo silêncio poderia proporcionar. Ao menos tente, não diga nada...

Luiz Ress Erdei gzero@zipmail.com.br

Osasco

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CARMEM COSTA NO PLANALTO

“(...) Ai, ai, ai ai, tá chegando a hora, o dia já vem raiando, meu bem, eu tenho de ir embora (...)”

Sérgio Eckermann Passos sepassos@yahoo.com.br

Porto Feliz 

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O PALÁCIO TOMADO

Se até domingo Dilma Rousseff fosse santa, e não tivesse nenhum motivo para seu impeachment, a partir de segunda-feira tem. Motivo: a turma pregando cartazes de apoio e resistência a Dilma dentro do Palácio do Planalto. Chocante e ridículo. Esta realmente é uma “república de bananas”.

Vital Romaneli Penha vrpenha@terra.com.br

Jacareí

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O PLANALTO OCUPADO

Se não fosse pela presença de dois guardas presidenciais, eu diria que a foto estampada na primeira página do “Estadão” de ontem (10/5) se tratava de uma invasão de desocupados desordeiros à beira da estrada. Que escárnio nossa, ainda, presidente proporciona aos brasileiros. Temer já!

 

Ana Cristina Pinto 08anacristina@gmail.com

São Paulo

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QUE TRISTEZA!

A foto antológica na primeira página do “Estadão” (10/5), com o título “Planalto Ocupado”, é o retrato falado da degradação de uma governante que desconhece o significado, o valor e a decência do cargo que exerce (!). Ainda mais significativo é ver dois guardas do palácio garantindo a “segurança” da bandeira da CUT. Não é só o desplante associado ao ridículo, é a tristeza de ver a que ponto se chegou.

Paulo M. B de Araujo pmbapb@gmail.com

Rio de Janeiro 

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PROTESTOS ANTI-IMPEACHMENT

Ontem, 10 de maio, as principais cidades do País foram vítimas de desocupados que bloquearam as principais vias a mando do partido mais corrupto da história do País, o PT, conforme provado pela saneadora Operação Lava Jato. Tal partido provocou a mais séria crise moral, política e econômica da nossa história e ainda manda seus pelegos atrapalharem a vida dos que trabalham e que vão pagar essa conta. A pergunta que faço é dirigida aos pusilânimes governadores: cadê a polícia?

José Luiz de Sanctis jldesanctis@uol.com.br

São Paulo

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INCENDIANDO O BRASIL

Lula prometeu, Lula cumpriu. Isso é que é um homem de palavra. O PT e os movimentos sociais por ele patrocinados estão parando literalmente o País, e isso não pode ficar impune. Os líderes têm de pagar pelo prejuízo que estão causando à já combalida e destruída economia brasileira. Vamos ficar esperando o que para acabar com esta corja de vagabundos? Cadeia já para Lula e Rui Falcão, os verdadeiros mentores do tumulto por que estamos passando.

José Roberto Iglesias rzeiglesias@gmail.com

São Paulo

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DEFESA DE QUÊ?

Num País com 11%  de desempregados, milhares de fábricas e lojas fechadas, aumento da pobreza e, consequentemente, do número de dependentes do programa Bolsa Família, além de a economia e a saúde pública estarem em frangalhos e a corrupção, desenfreada, os ditos movimentos sociais e  estudantis, sindicatos e parte da classe artística ainda estão defendendo quais conquistas sociais deste (des)governo? Ou será que apenas se utilizam de inocentes úteis para defender seus privilégios, verbas públicas e interesse pessoais?

Celso Neves Dacca celsodacca@gmail.com

São Paulo

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INCIVILIZADOS BLOQUEIOS DE VIAS PÚBLICAS

Válidos ou não os protestos, os incivilizados bloqueios de vias públicas, notadamente com queima de pneus, até sob viadutos, prejudicam o direito de ir e vir e causam prejuízos de monta a particulares e ao patrimônio público. Há de energicamente se coibir tal cada vez mais frequente prática, a começar por sua criminalização.

Antonio Carlos Kussama ackussama@yahoo.com.br

Guarujá

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O DIREITO DE IR E VIR

Em pleno dia útil, ontem, terça-feira, um bando de vagabundos infernizando a vida do cidadão brasileiro bloqueando ruas e rodovias. Onde está o Estado de Direito tão propalado pelo PT?

José A. Muller josealcidesmuller@hotmail.com

Avaré

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CUMPRA-SE A LEI

É de espantar a falta de atitude das autoridades que permitem aos supostos movimentos sociais, subsidiados por partidos políticos, tumultuarem e descumprirem a lei, usurpando o direito de ir e vir dos cidadãos honestos, trabalhadores (poucos agora) e que pagam impostos. Por favor, governador Geraldo Alckmin, coloque a polícia na rua para proibir que arruaceiros invadam, depredem, ateiem fogo e destruam, enfim, tomem conta de nossa cidade, prejudicando centenas de milhares, milhões de pessoas, descumprindo acintosamente a lei. Isso, sim, é golpe, no Estado Democrático de Direito. Cumpra-se a lei!

Mauro Euclydes Paschotto mauropaschotto@gmail.com

São Paulo 

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PROTESTOS

Estamos ficando pasmos, cansados e com medo diante dos tais protestos que destroem propriedades e impedem trabalhadores de se locomoverem para o trabalho.

Maria do Carmo Zaffalon Leme Cardoso mdokrmo@hotmail.com

Bauru

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INACEITÁVEL

Sabemos que o futuro presidente Michel Temer tem uma série de desafios e medidas a serem tomadas para tentar colocar o Brasil fora do caos em que se encontra, mas uma delas tem de ser a de proibir qualquer manifestação que interdite ruas e avenidas, pois ontem mais uma vez a turma do PT e seus aliados impediram que trabalhadores chegassem a seu emprego, que outros perdessem voos, que muitos tomassem multas porque perderam o horário do rodízio de veículos, etc. Qualquer manifestação deve ter lugar específico, nunca impedindo o direito de ir e vir de qualquer cidadão.

Luiz Roberto Savoldelli savoldelli@uol.com.br

São Bernardo do Campo

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