Fórum dos Leitores

NOVO GOVERNO

O Estado de S.Paulo

15 Maio 2016 | 03h00

Confiar é preciso

“Minha primeira palavra ao povo brasileiro é de confiança”, anunciou o presidente em exercício, Michel Temer, em sua primeira fala à Nação. É bem verdade que apostar no sucesso é preciso; e só nele aposta quem tem confiança no bom termo do empreendimento, posto também ser verdadeiro que se assim não for o jogo já estará perdido antes de começar, como diz Norberto Bobbio. Mas para haver a imprescindível confiança, lembra o filósofo, e para não ser apenas um jogo inócuo de palavras, são exigidos como seu suporte lúcido três pressupostos: “giusti concetti, una grande esperienza e sopratutto molta, molta buona volontà”. Vale dizer, para confiar no êxito e na segurança do empreendimento, ou em ganhar uma causa ou uma aposta, é necessário ter grande conhecimento da tarefa proposta, muita experiência e uma grande – diria grandíssima – e perseverante boa vontade. Pelo visto, o novo comandante reúne esses três pressupostos, o que lhe dá credibilidade na fala. Aguardemos e “bom Brasil para todos”.

ANTONIO BONIVAL CAMARGO

bonival@camargoecamargo.adv.br

São Paulo

Discurso inteligível

Finalmente a República voltou a falar português e a coordenar sentenças.

MARCELLO MARIUTTI

mm2@terra.com.br

São Paulo

Cadê os notáveis?

E aí, sr. Temer, quando os notáveis serão empossados? Até agora, um terço é só entulho dos governos do PT. Apenas mais do mesmo. E, de quebra, o jovenzinho Picciani? Essa cadeira não garante permanência sem dar satisfações ao povo, que já se cansou de aceitar arranjos.

RICARDO HANNA

ricardohanna@bol.com.br

São Paulo

Mais do mesmo, não!

Não se cura o doente com mais doenças. Se o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, quiser salvar o Brasil precisa entender isso. Ele sabe que deve cortar gastos, cobrar dos que devem à União, e não sacrificar quem trabalha e paga a conta dos incompetentes. Todos sabem que há formas de resolver o déficit sem avançar no bolso do cidadão. O Congresso Nacional não pode permitir que a sociedade pague pelos desvarios do governo que se foi. O presidente Temer deve fazer uma faxina na administração federal, e não jogar o lixo sob o tapete, como foi feito pela ex-mandatária, causando o caos na economia. Faxina não é apenas tirar petistas e substituí-los por apaniguados, é renovar a administração, colocando em seus quadros pessoas competentes, e não ávidas por uma boquinha. Estamos de olho e vamos cobrar. CPMF, não!

IZABEL AVALLONE

izabelavallone@gmail.com

São Paulo

Faxina no Itamaraty

Não é só na área socioeconômica que o Brasil precisa ser passado a limpo. A diplomacia brasileira sob o comando lulopetista foi posta a serviço do Foro de São Paulo, versão latino-americana das Internacionais Comunistas de décadas passadas, deixando de ser legítima porta-voz internacional não só dos interesses políticos e econômicos, mas também da dignidade do Brasil. Nestes últimos anos ela só prejudicou e envergonhou o País. O barão do Rio Branco, patrono da diplomacia brasileira e, sem dúvida, sua maior figura de todos os tempos, se vivo fosse exultaria de alegria por antever a oportunidade do resgate da debilitada honra do Itamaraty no concerto das nações. Que Michel Temer e José Serra não demorem em cumprir esta também difícil missão.

ARNALDO A. FERREIRA FILHO

amado1930@gmail.com

São Paulo

Novos tempos

A reação do novo ministro das Relações Exteriores, José Serra, às críticas da Unasul e de alguns países vizinhos que seguem a cartilha populista bolivariana já é assaz alvissareira. Trata-se de um forte indicativo de que o Itamaraty, que já foi modelo de independência e competência diplomática, ensaia voltar aos caminhos de uma Chancelaria aberta aos ventos democráticos e de livre-comércio. É essencial para a inserção do Brasil no século 21 uma diplomacia madura e sintonizada com o Primeiro Mundo, do qual esteve divorciada desde o fim do governo FHC. Há luz no fim do túnel.

RENATO CONSOLMAGNO

rconsolmagno@gmail.com

Belo Horizonte

A nota enfática do Itamaraty ante a inadmissível intromissão dos regimes bolivarianos nos assuntos internos brasileiros demonstra que sob a batuta de José Serra a nossa política externa está no rumo certo para a reconquista do merecido prestígio que lhe cabe no cenário internacional. Em nome de uma nefasta ideologia, o governo lulopetista de Dilma Rousseff dilacerou a imagem do País, apoiando e financiando abertamente regimes autocráticos que perseguem a imprensa, expropriam patrimônio privado e espancam e levam ao cárcere seus opositores. A diplomacia de resultados requer pragmatismo e isso passa por uma completa redefinição de quem serão os países parceiros que ajudarão a reconstruir o protagonismo histórico de nossa chancelaria. O governo Temer, na política externa, começa com o pé direito.

SERGIO BIALSKI

sbialski@espm.br

São Paulo

Ricos e famosos

Desde quando artistas como Chico Buarque, Caetano Veloso, Cláudia Abreu, Jô Soares, Erasmo Carlos e outros “inconformados” com a perda do status de ministério que era dado ao setor de cultura precisam de incentivos fiscais do governo? Todos são consagrados e ricos, têm ampla exposição na mídia e meios de bancar suas produções. Quem precisa são os grupos folclóricos regionais, os anônimos das garagens e ruas. Não importa a questão da economia que alegam, mas, isso sim, o aspecto conceitual, ético.

JORGE CARRANO

carrano.adv@gmail.com

Niterói (RJ)

A imprensa dá muito espaço e valoriza muito a opinião de alguns artistas. Em matéria política, a opinião deles vale tanto quanto a minha. Chico Buarque, Caetano Veloso, Jô Soares e outros que se manifestaram sobre o Ministério da Cultura estão lamentando a “boquinha” que talvez venham a perder, sob o rótulo de incentivo fiscal. Chega a ser imoral um Jô Soares pedir e obter incentivo fiscal para suas montagens. E o Chico Buarque, dono de apartamento em Paris e de campos de futebol soçaite? Ajuda deve ser dada, sim, aos anônimos que buscam reconhecimento, fama e sucesso.

RODNEY GUSMÃO

rodneygusmao@yahoo.com.br

Maricá (RJ)

 

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

 

MICHEL TEMER NÃO PODE ERRAR

Dilma Rousseff, afastada do poder máximo da República, com votação expressiva no Senado, em estado de delírio, fez de seu ato de despedida, em pleno Palácio do Planalto, o carnaval muito a gosto dos petistas frustrados. A ex-presidente, em discurso tedioso e desconexo, elogiou-se e afirmou que pela qualidade de suas ações no governo também honrou as mulheres brasileiras. Sem entender que as nossas instituições funcionam, manteve o discurso de que seu impeachment foi um golpe. Em contrapartida, o atual presidente Michel Temer, republicanamente, assumiu o poder sem foguetório, consciente de que a herança maldita deixada por sua antecessora exigirá de seu governo muito empenho para recuperar a nossa economia e os quase 12 milhões de empregos jogados no ralo pela gestão petista, para desespero do trabalhador brasileiro. Porém, pelo tamanho do estrago nas contas públicas, não se esperam resultados positivos em curto prazo. Michel Temer não pode errar.

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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SEGUNDA FASE

Concluída a primeira fase do impeachment, preocupa agora a segunda fase, quando a presidente ficará afastada por até 180 dias, até o julgamento final. O preocupante nesta fase é que alguns partidos que apoiaram o processo eram da base aliada do governo até dias atrás. Do Palácio da Alvorada, onde ficará instalada com uma estrutura bem montada e aguerrida, quem pode garantir que Dilma não consiga seduzir de volta essa base fisiológica que perdeu, com ofertas mirabolantes, e inviabilizar a tênue maioria de 2/3, hoje já atingida, necessária para o seu afastamento definitivo?

Abel Pires Rodrigues abel@knn.com.br

Rio de Janeiro 

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UM NOVO CICLO COMEÇA

Finalmente, acabou o governo da mentira, da farsa e da incompetência. O povo que foi às ruas soube cobrar quando doeu no bolso, tão maltratado, pela inflação, pelos juros altos, pelo desemprego e pelo roubo aos cofres públicos. Que o governo Temer, legítimo, sim, pois foi por duas vezes eleito como vice (e ninguém contestou sua legitimidade quando interessava ao PT ganhar as eleições), possa tirar o Brasil desse buraco em que foi enterrado pelo PT. Que o novo slogan do governo Temer, “Ordem e Progresso”, possa resgatar o valor da nossa bandeira e também a honra e a dignidade perdidas nesse triste período de trevas em que o País esteve por quase 14 anos. Um novo ciclo começa, que seja feito de boas medidas e coloque o País novamente nos trilhos. Torcer contra o Brasil é papel daqueles que querem o “quanto pior, melhor”. Querer um Brasil melhor é ver corruptos na cadeia e nosso dinheiro de volta. É ver a Justiça cumprindo o seu papel.

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com

São Paulo

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CREDIBILIDADE

Depois do monumental desastre que foram as administrações do PT, será que poderemos acreditar neste novo governo com um ministério composto por ministros de sobrenomes Sarney e Barbalho, além de outros investigados pela Justiça?

Savério Cristófaro scristofaro@uol.com.br

Santo André

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COM TEMER

Estou com Temer, pois, se fomos contra Lula, Dilma e PT, temos de estar com Temer, agora, e dar a ele uma chance para que possa governar o País com sua nova equipe e novas diretrizes, bem distantes das medidas ideológicas nefastas de esquerda que tanto mal fizeram à nação brasileira. Temos de pensar na imagem tão arranhada do País, aqui e lá fora, com a perda da credibilidade e do grau de investimentos. Nada de reforçar o lero-lero dos petistas com acusações e ameaças, desordens e arruaças, nas ruas, nas estradas e nas escolas. Vamos apoiá-lo, sim, para que o País possa se reconstruir e voltar a trilhar o difícil caminho do sucesso para o bem de todos e, em especial, para tirar do inferno em que estão vivendo os mais de 11 milhões de desempregados, independentemente da ideologia política de cada um. Vamos fortalecer o verde e amarelo de nossa bandeira e resgatar seu verdadeiro lema, “Ordem e Progresso”. Para isso, porém, é preciso deixar o novo governo trabalhar.

Neiva Pitta Kadota npkadota@terra.com.br

São Paulo

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REFORMAS

 

Que, em sua curta duração sob a nova direção, Temer tenha plano de governo em que predominem a sobriedade e a honestidade, com significativa redução nos gastos com a máquina pública, transparência no uso do cartão corporativo e faça, mesmo que sejam impopulares, as reformas que se fazem necessárias. Rogo aos céus que ilumine o novo presidente para que, em sua árdua missão, o Brasil encontre o rumo certo e deixe de ser o eterno país do futuro.

Humberto Schuwartz Soares hs-soares@uol.com.br

Vila Velha (ES)

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LEGITIMIDADE

O ex-ministro e presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa, brilhante relator do processo do mensalão, aposentou-se num momento em que as labaredas da corrupção crepitavam com mais intensidade, estando o magistrado a merecer o castigo do silêncio obsequioso, punição dada a seus membros ao longo da história da Santa Madre Igreja. Joaquim Barbosa, naturalmente, teve a intenção de diminuir a intensidade da fogueira em que se encontra a política brasileira. Só que não se apaga fogueira com gasolina. Em recentes declarações dadas à imprensa, Barbosa afirmou enfaticamente que o atual governo Michel Temer é ilegítimo e que o povo não havia participado do movimento do impeachment. O senhor ex-ministro notou que milhões de brasileiros, várias vezes, foram às ruas para exigir o impeachment da presidente aos brados de “Fora Dilma”, “Fora PT”, “Impeachment já”. O povo não só participou, como foi o principal protagonista desse acontecimento histórico que esperamos tenha colocado fim na maior vampirização já ocorrida em toda a história das repúblicas. Para quem não é petista, o momento é de paciência com o novo governo, porque, na verdade, eles estão reorganizando não um Estado, mas ruínas, escombros e caos. Aqueles que nada têm a oferecer, que se recolham a um respeitável silêncio obsequioso, para o bem do Brasil.

Jair Gomes Coelho jairgcoelho@gmail.com

Vassouras (RJ)

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UM PRIMEIRO BOM SINAL

O Banco Morgan melhorou as previsões de desempenho do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil e reduziu as estimativas de juros e inflação. Sua expectativa é de um cenário menos incerto e turbulento no governo de Michel Temer. Bastou tirar a quadrilheira da Presidência para o Brasil ser visto com novos olhos.

Arnaldo de Almeida Dotoli arnaldodotoli@uol.com.br

São Paulo

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FORO PRIVILEGIADO

Por princípios éticos e morais, todos os ministros da nova equipe do presidente em exercício, Michel Temer, os quais, de alguma forma, tiverem seus nomes envolvidos com as Operações Lava Jato ou Zelotes, deveriam abrir mão do foro privilegiado em razão do cargo assumido.

Jorge de Jesus Longato financeiro@cestadecompras.com.br

Mogi Mirim 

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MINISTÉRIO NOS TRIBUNAIS

As lamentações do fato de o Ministério de Temer estar com rabo preso nos tribunais não tem muito sentido, pois só se ele nomeasse técnicos, e não políticos, e aí não sei se ele aguentaria algum tempo como presidente interino. Também não teria sentido ele nomear vereadores, até porque mesmo neste universo é difícil encontrar alguém que não esteja envolvido em alguma maracutaia.

M. Mendes de Brito voni.brito@gmail.com

Bertioga

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O MINISTÉRIO DE TEMER

Miriam Leitão, Débora Diniz e outras “especialistas” nos chamam a atenção para a composição ministerial exclusivamente masculina de Michel Temer. Depois de tanta turbulência e incompetência do mulherio do governo Dilma – inclusive ela mesma –, dá para se preocupar com esse detalhe? Também sou mulher e mãe, quero o melhor para mim, meus filhos e os brasileiros. Sexo, etnia ou religião não entram no mérito de qualidade, e pretendemos abolir a divisão entre “nós” e “eles”. Temer não é o presidente que eu queria, tampouco Henrique Meirelles me entusiasma, mas é o que temos para o momento. Se o objetivo é tirar o Brasil dos escombros em que nos colocaram os 13 anos de dilmolulopetismo, vamos trabalhar juntos e depois avaliar os resultados. Pelo menos já conseguimos como primeiro mandatário alguém que sabe falar Português!

Carmela Tassi Chaves tassichaves@yahoo.com.br

São Paulo

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BOTOCÚNDIA, BRUZUNDANGA OU MACUNAIMALAND?

A reação raivosa de algumas jornalistas-fêmeas-tupiniquins com a não inclusão de uma “representante do gênero” no ministério do governo Temer poderá provocar em outras “categorias sociais emergentes” no Brasil (LGBTs, afrodescendentes, sem-bolsas, invasores de propriedades alheias, queimadores de pneus em vias públicas e claques de aluguel, por exemplo) a reivindicação de suas respectivas “cotas mínimas de gênero e de classe” na participação da administração desta grande taba tupiniquim que é a Botocúndia (de Monteiro Lobato), a Bruzundanga (de Lima Barreto) ou a Macunaimaland (de Mário de Andrade). O Brasil não deve ser longe daqui.

Ruy Tapioca ruytapioca@gmail.com

Rio de Janeiro

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RETROCESSO

O usurpador e canastrão Michel Temer (PMDB) não colocou uma única mulher ou negro no seu Ministério. Nem para fazer média ou como relações públicas. É a velha e feia cara da direita brasileira no poder. Mal começou a já deu para sentir o imenso retrocesso em todos os campos que teremos no Brasil.

 

Renato Khair renatokhair@uol.com.br

São Paulo

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OS CRÍTICOS

 

Agora, que o governo Dilma acabou, será que aqueles que escreviam diariamente para todos os jornais brasileiros criticando tudo e todos do PT vão ter o mesmo senso crítico afiado para observar e criticar o novo presidente e seus ministros? Um novo velho governo que já começa com 13 ministros indiciados em diversos processos. Um deles era “Anão do Orçamento”, outros, citados na Lava Jato, entre tantos crimes que nunca são julgados porque eles não são do PT. Vamos aguardar e sonhar que, em caso de corrupção desse governo, possamos ver o povo nas ruas novamente, com camisas da CBF acenando os lenços verde-amarelos contra a corrupção.

 

Rafael Moia Filho rmoiaf@uol.com.br

Bauru 

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MICHEL TEMER

Não é nenhuma Brastemp, mas já alivia...

A.Fernandes standyball@hotmail.com

São Paulo

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UM NOVO PAÍS

A era da desordem e do retrocesso chegou ao fim. Agora teremos “Ordem e Progresso”. A intimação de despejo já foi entregue à inquilina do Palácio do Planalto, que terá até 180 dias para desalojar as dependências nababescas do Palácio, que ocupou durante sete anos e nada fez de útil para o Brasil. Mas, como brasileiro é “bonzinho”, vai continuar a residir em Brasília, com direito a todas as mordomias de uma rainha, e à nossa custa: terá mordomos, assessores, jatinho da FAB à disposição para fazer turismo pelo País e continuar a se fazer de vítima. Deveria, sim, como castigo, por atentar contra a Constituição federal, morar numa das casas do programa Minha Casa, Minha Vida. Estamos livres da “incompetenta presidenta”, porém temos outro obstáculo a ser removido, extirpado, o maior estorvo da sociedade brasileira: Gepeto, criador da boneca pinóquia, Dilma Rousseff, Luiz Inácio Lula da Silva. Este também não terá problemas com moradia. Tem, até onde sabemos, um tríplex no Guarujá, um sítio em Atibaia, um apartamento em São Bernardo do Campo, mas, sem a garantia do termo de posse, como ministro, fixará residência em Curitiba, numa das acomodações oferecidas pelo juiz Sérgio Moro. Tchau, queridos!

Sérgio Dafré sergio_dafre@hotmail.com

Jundiaí

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CONTRA A CRISE, TRABALHO

O presidente em exercício fez, durante o seu primeiro discurso, referência a um posto de gasolina, na Castelo Branco, onde o sujeito botou uma placa com os dizeres: “Não fale em crise, trabalhe”. Em seguida, manifestou intenção de espalhar essa frase por milhões de outdoors por todo o Brasil. Uma coisa que aprendi nos meus tempos de estudante, em plena ditadura, é que qualquer propaganda em outdoors onde conste a palavra NÃO fica vulnerável a que alguém da oposição simplesmente apague o NÃO ou o pinte de preto por cima, invertendo, assim, completamente o sentido original da frase. A neurolinguística também nos ensina que o cérebro tende a deletar o NÃO quando o lê ou ouve, portanto, se o presidente Temer realmente pretende espalhar essa frase pelo Brasil, sugiro mudá-la para: “Vença a crise! Trabalhe!”. Assim, evita-se a palavra NÃO e reforça-se a importância de combater a crise com trabalho.

João Manuel F. S. C. Maio clinicamaio@terra.com.br

São José dos Campos

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NOVO GOVERNO, VIDA NOVA

Tanto aos sugadores das exauridas tetas da Nação – indigentes profissionais, artistas e intelectuais da esquerda chique, pelegos de numerosas siglas, mamateiros em geral – quanto aos novos (nem tanto) membros do Planalto, cá do meu humilde cantinho faço esta conclamação cidadã, ainda que ela possa soar ofensiva aos ouvidos de muitos: ao trabalho, minha gente, que o Brasil precisa sair dessa agonia!

Joaquim Quintino Filho jqf@terra.com.br

Pirassununga

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O DISCURSO DE TEMER

Um bom conteúdo e tranquilizador. Claro que das palavras às ações há um caminho árduo a seguir. Desejamos boa sorte ao seu novo governo. Apenas acrescentaria ao seu discurso que um governo não é afastado pelos seus bons projetos, que por sinal foram citados, mantidos e serão aprimorados. Um governo é banido quando, para mantê-los, a quaisquer custos, ele o faz através da mentira, da desonestidade, da incapacidade administrativa e, principalmente, da corrupção.

Claudio A. S. Baptista clabap45@gmail.com

São Paulo

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BOM DE OUVIR

Depois de 13 anos de “nós e eles”, foi muito bom ouvir o presidente Michel Temer falar em respeito, trabalho e união.

Dina de Carvalho Palma rcpalma@uol.com.br

São Manuel

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LIÇÕES DA CRISE

Trabalhar para consertar objetivamente o estrago deve ser uma das tônicas desta nova fase do País. Mas, talvez até mais importante, será analisar as causas subjetivas da crise e, mais importante ainda, registrar, elaborar e utilizar as lições da crise. Crises trazem os riscos, mas também as oportunidades. Não efetuar apenas as mudanças evidentes, objetivas, mas talvez superficiais, e esquecer o que provocou tudo isso e que pode provocar recaídas a cada 20 ou 30 anos. Encontrar também, e expor, as causas mais profundas e por isso mesmo mais perigosas porque têm que ver com as crenças e valores imanentes no substrato psíquico da população, ou seja, a cultura do povo. Sem buscar e trabalhar esses arquétipos culturais, que fazem a substância da escolha dos governantes pelo voto, o País estará sempre condenado a repetir seus erros.

Gilberto Dib gilberto@dib.com.br

São Paulo

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URGENTE

Uma coisa urgente para Michel Temer é extirpar o câncer petista da administração pública. Exonerar rapidamente todos os cargos comissionados hoje ocupados por gente da organização criminosa nazi-petista. Senão, corre-se o risco de manter a estrutura de corrupção das estatais e órgãos públicos.

  

André Coutinho arcouti@uol.com.br

Campinas 

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REFORMA POLÍTICA

As coisas começarão a mudar quando os políticos passarem a ter os eleitores como clientes, e para isso é imprescindível que o voto seja facultativo. Eles precisarão motivar os eleitores e não poderão mais legislar de costas para a Nação, visando exclusivamente aos seus interesses pessoais ou corporativos. Voto obrigatório mantém as coisas como estão. Não estão boas para a Nação, mas estão ótimas para os políticos. 

Paulo de Araujo Prado pprado999@gmail.com

São Paulo

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DESPESAS PÚBLICAS

Em entrevista à TV Globo (13/5), o novo ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, afirmou que a primeira ação do governo Temer será “controlar” o aumento das despesas públicas. Há anos o consultor econômico Raul Velloso já vinha alertando que alguma coisa estava errada, pois 75% do Orçamento federal era para pagar salários e benefícios, e os governos perdulários e populistas de Lula e Dilma  não se tocavam.  

Edgard Gobbi edgardgobbi@gmail.com

Campinas 

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REDE DE SEGURANÇA

A era PT foi interrompida. Será lembrada pela perda da oportunidade única de alçar o Brasil a um novo patamar de desenvolvimento e protagonismo no cenário mundial. Sua figura mais carismática, Luiz Inácio Lula da Silva, eleito presidente em 2002, apresentou-se munido de capital político incomparável e de um edificante baú de esperanças. Em pouco tempo, no entanto, constatou-se ser o seu propósito prioritário a consolidação do poder, e não o interesse público. A partir daí, o País presenciou uma avalanche de corrupção, um populismo inconsistente e a eleição de um segundo mandatário cujo governo, agora truncado, convergiu para crises política e econômica sem precedentes. Ainda estamos em equilíbrio instável sobre uma corda bamba, mas talvez, agora, disponhamos de uma rede de segurança. 

Paulo Roberto Gotaç pgotac@gmail.com

Rio de Janeiro

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O FIM DO GOVERNO DILMA

O último que sair apaga a luz...

Luciano Harary lharary@hotmail.com

São Paulo

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LIBERTAÇÃO

Dia 13/5/1888, abolição da escravatura. Dia 12/5/2016, abolição da amargura e da incompetência. Devemos comemorar, muito. O Brasil vai crescer!

Celso de Carvalho Mello celsosaopauloadv@uol.com.br

São Paulo

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O AZAR DO 13

Finalmente, depois de 13 anos, o número 13 do PT não ajudou o Lula a se perpetuar no poder e para azar da dona Dilma, ela também deixa de ser presidente do Brasil numa sexta-feira 13. Que a paz e a serenidade pairem sobre o Brasil e que Deus ilumine o nosso novo presidente, sr. Michel Temer. E façamos votos de que a partir de agora os apoiadores do PT aprendam a trabalhar, pois a teta começou a secar. Parabéns aos deputados e senadores e também ao Supremo Tribunal Federal (STF) pela belíssima atuação no decorrer de todo o processo.

Orélio Andreazzi orelio@andreazzi.com.br

Suzano

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DE BOM TAMANHO

Na despedida, como não poderia deixar de ser, vimos uma sra. Rousseff – rodeada por seu séquito, inclusive seu inominável criador, e seus discípulos de vermelho – irada, vociferando com o que chama de golpe contra a democracia e contra ela, que recebeu 54 milhões de votos (omitindo ter sido rejeitada por aproximadamente 62% dos 142 milhões de eleitores, em 2014, conforme o Tribunal Superior Eleitoral) e que foi impedida de governar pelos opositores, que não se conformaram com a derrota. Como assim, madama? A senhora não governou por incompetência política e administrativa, sem contar a farra com o dinheiro público, esta, sim, a desgraçar o País, zerando os cofres públicos de forma a perdermos grau de investimento e posições entre as economias emergentes. Dinheiro que faltou para investimentos em saúde, infraestrutura, segurança, educação, etc. foi distribuído a países de amigos ditadores sanguinários, além dos desvios da corrupção. O resultado foi inflação descontrolada, desemprego em massa, indústrias e comércio fechando as portas: são 11milhões de desempregados. Está de bom tamanho para seu entendimento ou precisamos desenhar?

Aparecida Dileide Gaziolla aparecidagaziolla@gmail.com

São Caetano do Sul

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AUTOCENTRISMO 

Dilma vive há 50 anos, fato confirmado por sua insistente memorização de sua prisão da qual ela ainda não tentou se recuperar neste período imaturamente. Agora, ela pleiteia a luta, em sua defesa, como então – sempre tendo em vista a instauração do comunismo autocrático no Brasil. Ela se vê como a pessoa central do Brasil em detrimento de seus 200 milhões de habitantes, que em mais de 90% festejam seu afastamento. Seu desequilíbrio mental, confirmado por sua conversação desconexa, além de atingir à sobrevivência do PT, coloca em perigo o Brasil. Se para dirigir um ônibus há necessidade de exames psicotécnicos, Dilma, o/a pior presidente que o Brasil já teve, demonstra que o equilíbrio mental e a ética dos governantes são um tema a ser mais bem pesquisado e desenvolvido no País.

Suely Mandelbaum suely.m@terra.com.br

São Paulo

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ENTROU E SAIU MENTINDO

Dilma Rousseff se elegeu com mentiras e sai fazendo-se de vítima – o que ela não é –, mentindo. Fraudulenta foi sua campanha. Farsa foram o seu governo e suas falsas promessas. Dilma bradou sua inocência dizendo que não tem conta no exterior, que não recebeu propina, etc. Sem entrar no mérito de se é mais uma mentira ou não, não é disso que ela está sendo acusada, pelo menos por enquanto, mas, sim, por crimes previstos pela Constituição – com o direito à ampla defesa dentro das regras da Carta Magna que Dilma mesma jurou respeitar. Ou terá sido uma outra mentira?

Luiz Nusbaum lnusbaum@uol.com.br

São Paulo

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INSTITUTO DILMA

Agora, senhora “presidenta”, é a hora de saber se as palestras rendem tanto dinheiro como apregoava Lula.

Marcos Catap marcoscatap@uol.com.br

São Paulo

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DIREITO DE DEFESA

A “presidenta” terá seis meses para provar que é inocenta!

 

Robert Haller robelisa1@terra.com.br

São Paulo

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GOLPE PARA UM IDIOTA

Nicolás Maduro (Venezuela) vê golpe no Brasil. Trata-se de um verdadeiro idiota, é assim que vejo!

Jose Piacsek Neto bubanetopiacsek@gmail.com

Avanhandava

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UM 13 A MENOS

Ufa! E lá se foram os 13 de nossas vidas. Número de azar. 13 anos de desmandos, descalabros, corrupção, assassinatos, etc., etc., etc. É muito 13 na vida de brasileiros honestos, dignos e que querem trabalhar. Se tiverem de voltar, que voltem, mas quem sabe daqui a uns 130 anos.

José Carlos de Queiroz polluxseguros@uol.com.br

São Paulo

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ALERTAS

Na quinta-feira vimos duas cerimônias: a de Dilma dando um tchau choroso e repetitivo, e uma posse de Temer meio bagunçada e meio sem convicção. A nós, brasileiros, só resta nos mantermos alertas e participantes, e rezarmos muito!

Elisabeth Migliavacca elisabeth448@gmail.com

São Paulo

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REVISÃO DE PROGRAMAS

No seu discurso de posse, entre outras coisas, o presidente interino Michel Temer falou em manter os programas que deram certo no governo anterior, pois no Brasil há a cultura de abandonar o que um governo fez quando outro assume. Apenas acho que os programas sociais têm de ser revistos. Passar um pente fino. O Bolsa Família, que é um dos que mais consome recursos, deveria ser somente para aqueles que comprovadamente não têm nenhuma capacidade laborativa. Do jeito que está, é um programa de criação de lenientes. Gente com saúde, com condições de trabalho fica sendo sustentada pela sociedade e fazendo filhos, pois, quanto mais filhos, mais recebem. Tem de ser vista também a pressão que os professores sofrem nas escolas para aprovarem os alunos, dar-lhes presença quando faltam, pois, se forem reprovados ou faltarem a um determinado número de aulas, o benefício é suspenso. Há sérias ameaças aos professores. Este programa, para mim, do jeito que está, é uma fábrica de preguiçosos à custa do dinheiro do contribuinte. O bolsa gás, o bolsa reclusão, que é uma aberração, também precisam ser revistos. Esses programas sociais estão totalmente desfigurados, e a sociedade não engole isso.

Panayotis Poulis ppoulis46@gmail.com

Rio de Janeiro

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CERIMÔNIA FESTIVA

Se o governo Temer se espelhar na informalidade da cerimônia de posse dos seus ministros de Estado, com certeza vai ser uma bela avacalhação.

Sergio S. de Oliveira ssoliveira@netsite.com.br

Monte Santo de Minas (MG)

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A POSSE DO VICE

Na quinta-feira vimos um show com a participação de corruptos de carteirinha. O vice parecia estar saindo de uma acirrada corrida eleitoral, colocando-se como a esperança de um modelo político desgastado que tem a corrupção como um de seus principais pilares. A indicação de ministros investigados e a manutenção dos conchavos políticos já assustam. Os meios de comunicação continuam a não colocar o dedo nas feridas, alta taxa de juros e corrupção nos meios empresarial e político, amparados pelo foro privilegiado num Supremo Tribunal Federal (STF) conivente com antigos grupos. Vamos acompanhar.

 

Aloisio Navarro aloisio.navarro@mbsseguros.com.br

São Paulo

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MAIS DO MESMO

Os brasileiros deviam questionar por que uma pessoa que depois de quase seis anos compondo chapa com o PT, que se elegeu e reelegeu com os mesmos recursos do “petróleo”, com os mesmos votos, agora se diz a solução. Brasil, um País TEMERário!

Marco Dulgheroff Novais marcodnovais@hotmail.com

São Paulo      

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