Fórum dos Leitores

CORRUPÇÃO

O Estado de S.Paulo

19 Maio 2016 | 03h00

Réu oculto

Conforme indicaram alguns ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e a Procuradoria-Geral da República, os escândalos de corrupção protagonizados pelo PT não constituem fatos isolados, mas amplo e sistematizado assalto ao Estado para a sustentação de um “projeto criminoso de poder”, na definição do ministro Celso de Mello (STF) no julgamento do mensalão, que condenou vários caciques do partido, entre eles José Dirceu, ex-ministro-chefe da Casa Civil no governo de Lula da Silva. Agora, no âmbito da Operação Lava Jato, o juiz federal Sergio Moro bateu o martelo: 23 anos e 3 meses de prisão para José Dirceu por corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa. Não poderia ser diferente, haja vista que a sistematização do crime como método de governo jamais poderia ter ocorrido sem a participação de quem estava instalado no topo da pirâmide do poder. Foi esse o entendimento do procurador-geral Rodrigo Janot ao enviar pedido de investigação de Lula ao Supremo. Será que novamente, tal qual no escândalo anterior ao do petrolão, o chefe da quadrilha seguirá como réu oculto? Não se depender de Moro.

ELIAS MENEZES

elias.natal@hotmail.com

Nepomuceno (MG)

CULTURA

Precisamos de ministério?

Alguns gastos do governo federal em 2015: Ministério da Cultura, R$ 1,7 bilhão; comunicações e direitos da cidadania, R$ 1,3 bilhão; saneamento básico, R$ 1,2 bilhão; habitação, R$ 82 milhões; assistência à criança e à adolescência, R$ 50 milhões. E os artistas acostumados com o jorro de verbas públicas ainda insistem num “ministério”? Com tanta pobreza à nossa volta, quantos brasileirinhos têm acesso à cultura? A maioria nunca foi ao cinema, ao teatro, a luz nem chegou à casa deles... Se eu fosse artista, teria vergonha depois de ver esses dados. Muita vergonha!

BEATRIZ CAMPOS

beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

Quem defende a ideia de que a cultura necessita ter obrigatoriamente uma pasta com o status de ministério para ser valorizada está esquecendo que o Juca Ferreira pretendia acabar com a Lei Rouanet. É bom lembrar que o Ministério da Cultura (MinC), com base na Lei Rouanet, usando verba pública, patrocinou o Holiday on Ice e musicais da Broadway, entre outras tantas atividades de culturas estrangeiras. Nada contra atividades de outras culturas em território pátrio, mas a verba pública deveria ser destinada à cultura nacional. Também não podemos esquecer o que o Gilberto Gil fez pela cultura enquanto estava no MinC. O que ele fez mesmo? Nada! Enfim, o que vale são as ações positivas, não o status.

LEONARDO PALHAS SARAMAGO

leonardosaramago@hotmail.com

Niterói (RJ)

NO FESTIVAL DE CANNES

Vamos resistir

Vimos artistas do filme brasileiro Aquarius, que disputa a Palma de Ouro, protestando conta o impeachment com faixas e dizeres em inglês: “Pare o golpe no Brasil” e “vamos resistir”. Vamos, então, resistir à saúde com redução de leitos do SUS. Vamos resistir à educação pífia brasileira e às universidades federais sucateadas. Vamos resistir à segurança insegura. É de dar gargalhadas ver esses artistas com tais cartazes egocêntricos.

MARCEL FRISENE

marcelfrisene@hotmail.com

Ribeirão Preto

Os sem-boquinha

Motivo da crítica de atores em Cannes relativa ao processo de impeachment: acabou a “boquinha” que o PT bancava.

ERALDO B. CIDREIRA REBOUÇAS

real742@yahoo.com.br

Poços de Caldas (MG)

Protesto subsidiado

Curiosa, para dizer o mínimo, a atitude de artistas que se valem de um “foro privilegiado” como o Festival de Cannes para atacar a democracia brasileira, de vez que jamais levantaram um único senão contra ditaduras ditas “amigas”, nas quais, se ousassem levantar uma letra sequer contra esses regimes, decerto seriam severamente reprimidos. O medo de perder as boquinhas fala mais alto do que a verdade.

LUIZ NUSBAUM

lnusbaum@uol.com.br

São Paulo

Então tá, foi golpe mesmo!

O impeachment foi um duro golpe nos parasitas. Acabou a mamata, vão ter de trabalhar! Foi um golpe muito bem dado no Foro de São Paulo e nos bolivarianos. Fidel Castro, Nicolás Maduro et caterva não vão mais conseguir transformar o Brasil em outra Venezuela. Também não vão borrar a nossa bandeira de vermelho. Cambada!

CARLOS EDUARDO STAMATO

dadostamato@hotmail.com

Bebedouro

Vamos boicotar

Lamentável a atitude desses “artistas”. Como participante de todas as manifestações a favor do impeachment da presidenta mulher sapiens Dilma Rousseff, também sou um golpista, como tantos milhões de brasileiros que se manifestaram das mais variadas formas. Como golpista que sou, não vou assistir ao filme Aquarius e recomendo aos demais golpistas que também não assistam. Não faltará público regado a pão com mortadela!

WALTER ANGELO CAROTTI

waltercarotti@yahoo.com.br

Indaiatuba

Protesto em São Paulo

Enquanto artistas protestam no tapete vermelho, eu continuo aqui protestando no asfalto esburacado, com radares pra todo lado e marronzinhos escondidos multando, pensando em como fazer para sobreviver com essa herança maldita que os quadrilheiros petistas nos impingiram.

JOSÉ ROBERTO IGLESIAS

rzeiglesias@gmail.com

São Paulo

TEMPORAIS

Descaso que mata

No lugar de Fernando Haddad eu já teria encaminhado há muito tempo à Câmara Municipal projeto de nova legislação sobre árvores, para aprovação (falta ao nosso prefeito iniciativa para coisas urgentes). É grande a burocracia para remover uma árvore em São Paulo. Somente a falta de uma política ambiental moderna e eficiente explica o estrago humano e material com a queda de árvores na tarde de segunda-feira (16/5). O serviço de poda e remoção precisa ser ampliado. Faltam engenheiros agrônomos nas subprefeituras.

DEVANIR AMANCIO

devaniramancio@hotmail.com

São Paulo

A árvore e o poste

Segundo o incauto prefeito Haddad, “as árvores não estavam preparadas para esse evento”. Tem razão, e o poste também não!

GIOVANI LIMA MONTENEGRO

giovani.limamontenegro@gmail.com

São Paulo

 

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

SINAL POSITIVO 

O ministério formado pelo presidente em exercício, Michel Temer (PMDB), é passível de contundentes críticas: excesso de políticos, alguns envolvidos na Operação Lava Jato, e poucos nomes técnicos. No entanto, preferiram tratar da ausência de mulheres na Esplanada. O efeito dessa patuscada respingou em Maria Silvia Bastos Marques, recém-nomeada para a presidência do BNDES. Eis seu brilhante currículo: graduada em Administração Pública, mestre e doutora em Economia – os três títulos pela FGV –, foi presidente da CSN, da Icatu Seguros, passou pelo próprio BNDES, além de ter integrado a Empresa Olímpica Municipal (EOM) recentemente. Como reflexo da suposta misoginia do atual governo, noticiou-se que, “após críticas, Temer nomeia mulher para o BNDES”. E quanto à capacidade e experiência de Maria Silvia?! Lugar de representatividade é no Congresso Nacional, mais especificamente na Câmara dos Deputados; o Executivo tem de ser ocupado por gente técnica, independentemente de cor, sexo ou credo. A administração de Dilma Rousseff esteve repleta de “representação de classes”, nem por isso deixou de ser desastrosa. Aliás, Michel Temer dava sinais de seguir pelo mesmo caminho, o de nomeações políticas sem nenhum preparo. Os nomes (divulgados ontem) de Ilan Goldfanj, Mansueto Almeida, Marcelo Caetano e Carlos Hamilton são um bom sinal. 

Elias Menezes elias.natal@hotmail.com

Nepomuceno (MG)

*

EQUIPE ECONÔMICA

Com a experiência política de Michel Temer, sua capacidade de mobilização e a manutenção de Henrique Meirelles no Ministério da Fazenda e Ilan Goldfajn no comando do Banco Central, será irreversível a volta de Dilma Rousseff à Presidência da República. É o que a grande maioria dos brasileiros almeja.

José Wilson de Lima Costa jwlcosta@bol.com.br

São Paulo

*

PONTO PARA MICHEL TEMER

Finalmente uma equipe econômica de notáveis. Ponto para o presidente em exercício Michel Temer, que, nomeando para o Ministério da Fazenda o competente e de reconhecida credibilidade Henrique Meirelles, a este foi possível montar uma equipe econômica de primeira grandeza: Ilan Goldfajn para o Banco Central, Mansueto Almeida, acompanhamento econômico, e, para o BNDES, representando as mulheres, uma experiente administradora, Maria Silva Bastos, entre outros. Essa equipe terá um desafio enorme para recolocar a nossa economia nos eixos. Assim como uma casa com a dispensa vazia, sem alimentos, estão as contas do governo federal. É déficit público que não acaba mais, crescimento econômico distante, e os juros para pagamento da dívida pública, que deve ultrapassar este ano os R$ 400 bilhões (foi R$ 367,67 bilhões em 2015), corroendo o pouco que se arrecada, etc. Ou seja, um quadro desolador! Porém, com a equipe qualificada que tem Meirelles, se o Congresso deixar e aprovar celeremente os projetos que vão permitir uma virada positiva na nossa economia, empresários vão poder alavancar seus negócios e os mais de 11 milhões de trabalhadores brasileiros poderão respirar a esperança de recuperar seu emprego. A população brasileira, mais uma vez, precisa fazer a sua parte, oferecendo um voto de confiança a este novo governo.

Paulo Panossian paulopanossian@hotamil.com

São Carlos

*

A PRESIDÊNCIA DO BNDES

Com a nomeação da notável Maria Silvia Bastos Marques para presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), espero que tenha colocado uma pá de cal naqueles que reclamaram da falta de nomeações de “mulheres” no governo Michel Temer. Mesmo sem cargo de ministério, pelo currículo de Maria Silvia, uma das maiores executivas do País e considerada pela revista “Time” como única mulher entre 12 executivos mais influentes no mundo, ela mais do que nos representa. Podem colocar num balaio todo currículo, influência e preparo, de todas as mulheres que participaram do governo do PT nestes 13 anos, que não dão uma Maria Silvia. Temos certeza de que a caixa preta do BNDES será aberta sem dó nem piedade, porque dali podem sair gatos e lagartos muito maiores do que o petrolão. Isso é o que se espera de pessoas competentes e comprometidas com seu trabalho. A conferir.

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

*

UMA (COMPETENTE) MULHER NO BNDES

 

Houve uma grita enorme criticando Michel Temer pela ausência de mulheres em seu governo interino. Mas a grita não acentuou que a mulher deveria ser competente, porque, como exemplo, temos dona Dilma Rousseff, mulher, mas incompetente. Entretanto, Temer colocou no BNDES Maria Silvia Bastos Marques, mulher cujo currículo está na medida das exigências do BNDES. Eis que, ainda, tem mentalidade privatista, motivo bastante aceitável na oportunidade para o Brasil. Certamente, ela colaborará também nas pesquisas para verificar os malfeitos praticados pelo lulopetismo no banco.

José C. de Carvalho Carneiro carneirojc@ig.com.br

Rio Claro

*

MARIA SILVIA BASTOS MARQUES

Com certeza o nome da administradora e economista dra. Maria Silvia Bastos Marques, confirmado na presidência do BNDES pelo vice-presidente da República Michel Temer, tirou a tranquilidade de muita gente, principalmente empreiteiros e políticos. Nos primeiros dias de janeiro de 2015, vi muitos brasileiros sugerindo no espaço das cartas dos leitores, o nome dela para ocupar o lugar de Graça Foster na presidência da Petrobrás, estatal que entrou num descontrole financeiro total. Eu mesmo usei alguns jornais do País para chamar a atenção de Dilma Rousseff dizendo que Maria Silvia tinha sido secretária de Fazenda do Estado do Rio de Janeiro, onde ficou conhecida como “a mulher de 1 bilhão de dólares”, montante que economizou durante o tempo em que comandou a Secretaria de Estado. Foi presidente da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), dobrou o faturamento dessa empresa, que estava a perigo, e por seu invejável trabalho recebeu o título de “a dama de aço”. Foi assessora especial da área financeira do BNDES, presidente do Instituto Brasileiro de Siderurgia (IBS), pesquisadora do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (Ibre/FGV) e mais: antes de entrar para CSN, foi convidada pelo então presidente Fernando Henrique Cardoso para comandar a Petrobrás. Sem um mínimo de dúvidas, pode-se afirmar que essa decisão de Temer o povo aprovou de imediato. Antes que alguém questione, afirmo: “Sou um Marques nascido de uma outra árvore há 82 anos”.

Leônidas Marques leo.marquesvr@gmail.com

Volta Redonda (RJ)

*

O FIM DO BNDES

O famigerado BNDES, quase falido banco dos cidadãos brasileiros, de tanto usurpado, explorado e saqueado por governos corruptos, vem perdendo (por desvios) centenas de bilhões e continuará a perdê-los, porque Venezuela, Cuba, Angola, etc. não pagarão suas dívidas com o Brasil. É um degredo moral afirmar que as operações do BNDES são técnicas, e não políticas. São políticas! Vejam só os “empréstimos secretos”, que, de tão secretos, podem ter financiado quaisquer tipos de negócios escusos, não é mesmo? Em breve, a Polícia Federal nos dirá. E o uso do banco por Guido Mantega para angariar fundos para Dilma Rousseff? Se as exigências aos governos estrangeiros e aos “empresários da política” fossem as mesmas feitas aos pequenos empreendedores, com certeza o banco não estaria na bancarrota, mas os pequenos não entram no BNDES nem pela porta dos fundos. Esse é o desenvolvimento social. Agora chega a notícia da nova chefe do banco, coordenadora das superfaturadíssimas obras dos Jogos Olímpicos do Rio. No Brasil, todos sabemos que gente talhada em grandes obras... Chega! Deu! É extremamente urgente e necessário extinguir o BNDES. Que o novo governo, junto com a PF, trate com seriedade o assunto.

Nelio Alves Gomes raytomonelio@hotmail.com

Curitiba

*

ALARMADO

Em mais uma jornada de notícias sobre a triste situação política e econômica que vive o Brasil, penso não ser possível que qualquer espírito de boa vontade possa se sentir otimista diante do atual e provisório governo Temer. Quem acompanha desde sexta-feira a grande imprensa escrita (incluindo este jornal) e a mídia alternativa, assim como a repercussão internacional dos fatos nacionais, deve estar, como eu, seriamente alarmado. Fatos que vão desde a escancarada conspiração daquele que ocupa agora a cadeira maior do País, passando pela escandalosa composição ministerial, até as mais recentes medidas anunciadas, de sério desmonte dos programas de nossa Cultura, de amparo social às minorias e, agora, de nossa Saúde. Mas há ainda outro fato que me espanta: a mídia televisiva brasileira (de maior alcance à opinião pública, não há dúvidas) tem colaborado programaticamente com a lavagem cerebral baseada no fatídico lema “Não fale em crise, trabalhe”. Fazem cobertura pífia (quando não ignoram completamente) das manifestações de repúdio ao governo interino; mostram-se confiantes no atual ministério e ignoram completamente as críticas à corrupção viva lá instalada: com a despudorada indicação de investigados a importantes pastas ministeriais e as evidências de que Eduardo Cunha está a comandar importantes decisões desse (des)governo. Tudo isso não poderá durar muito.

Fábio Coutinho Silva fabioestiva81@gmail.com

Cerqueira César

*

MASSINHA I

Em viagem no fim de semana, pouco li os jornais. Levei um susto, na segunda-feira, ao constatar que aconteceram panelaços – esparsos, é verdade – durante a primeira entrevista de Michel Temer num programa dominical de TV, que grupos pedem “Fora Temer” e que chovem críticas a ele por não ter escolhido mulheres e negros para ministros. Gente, estávamos no segundo dia do homem! Mulheres, negros? Vamos começar com esta lenga-lenga outra vez? Vamos nos deixar conduzir de novo por grupos de pressão que não querem direitos, mas, sim, privilégios, independentemente do mérito? Li cobranças nesse sentido de jornalistas conceituados, que deveriam, em tese, conseguir pensar com alguma coerência. Vamos crescer, mostrar-nos um pouco maduros? Pedimos o impeachment de uma governante já em seu segundo mandato. Não o fizemos no segundo ou no terceiro dias, sem saber do que ela (não) era capaz. Críticas agora, sem nem sequer sabermos direito o tamanho da encrenca que Temer terá de enfrentar, gritinhos de “Fora Temer”, bem como cobranças do gênero “não tem mulher”, são de um ridículo atroz. Nem sabemos do que o homem é capaz! Ninguém saiu às ruas pedindo “Queremos Temer”, e, sim, o impeachment, do qual Temer presidente da República é uma consequência de que tínhamos ciência. Esperar para ver o que ele pode e vai fazer é o mínimo. Do contrário, senhores críticos, os senhores apenas mostrara que apoiaram o impeachment da boca para fora, mas que não aceitam as regras do jogo. Em linguagem popular: caiam na real! Estamos encrencados, o País está numa situação horrorosa, como nunca antes. Vocês, críticos, têm certeza de que querem “brincar” de “não tem negro, não tem mulher” e “ai, meu Deus, e a Cultura”? Se formos por aí, começamos mal. Voltemos, então, ao nível “Massinha I” da escola de Democracia, porque não aprendemos nada.

M. Cristina Rocha Azevedo crisrochazevedo@hotmail.com

Florianópolis

*

PROCESSO SELETIVO

Creio que o atual governo federal não precise procurar alguém capaz de dirigir a Secretaria de Cultura em redutos políticos, basta começar a ler as cartas enviadas pelas leitoras do “Fórum dos Leitores”, que encontrará mulheres dignas, capazes, honestas e competentes para essa função.

João Ernesto Varallo jevarallo@hotmail.com

São Paulo

*

O PROTESTO DOS ARTISTAS

Não dá para entender os chiados dos artistas com a fusão do Ministério da Cultura ao Ministério da Educação, principalmente os mais abastados, diante da leniência com que caminhava a Cultura em nosso país. Bibliotecas caindo aos pedaços, patrimônio público desrespeitado, mendigando por verbas. Teatro de Brasília invadido por sem terras há muito tempo, por exemplo, uma vergonha! Nenhum incentivo à literatura e a manifestações folclóricas para o povo. O que víamos era um “ministério” aparelhado, um verdadeiro cabide de empregos e sem o objeto de suas finalidades priorizado. Esperamos que o atual ministro escolhido por Temer tenha um maior compromisso com a real Cultura e esqueça as verbas faraônicas aos mamadores queridinhos “esquerdoides.”

Leila E. Leitão

São Paulo

*

PAPELÃO EM CANNES

Tristemente vergonhosa a aparição do elenco do filme “Aquarius” nos palcos de Cannes, portando cartazes com os dizeres “O Brasil não é mais uma democracia”, “O Brasil sofreu um golpe” e outros absurdos. Sem dúvida, aqueles “grandes artistas”, entre os quais, lamentavelmente, estava Sonia Braga, interpretaram o pior papel de sua vida, pelo qual mereceriam o prêmio “Framboesa de Ouro”. Denegriram o Brasil perante o mundo, ajudando a sustentar a versão mentirosa de um (des)governo, agora apeado do poder pela vontade soberana da imensa maioria do povo brasileiro e pela letra inconteste de nossa Constituição. Na França, onde talvez se desconheça a dor de ser comandado durante 13 anos por uma corja (que agora luta para escapar da prisão), eles foram aplaudidos. De nós, brasileiros, só merecem as mais estridentes vaias.

 

Edméa Ramos da Silva paulameia@terra.com.br

Santos 

*

‘RESISTIREMOS’

“Um golpe ocorreu no Brasil”, “Resistiremos”, “O Brasil não é mais uma democracia”. Estes foram alguns dos protestos exibidos pela equipe de atores liderada pela atriz Sonia Braga e pelo diretor Kleber Mendonça, durante a estreia do filme “Aquarius” no Festival de Cannes. A manifestação, é evidente, foi agradecida nas redes sociais por Dilma Rousseff. Pobres artistas, estão com o regresso ao País ameaçado, risco que corre qualquer pessoa que protesta contra um governo não democrático, como o de Cuba, por exemplo. Favorecidos seletivamente pelas subvenções bancadas pelo povo brasileiro, com seus 11 milhões de desempregados, estarão, quem sabe, pugnando pela promoção dos milhares de profissionais da área que não têm acesso ao mesmo privilégio. É improvável, pois nessas horas, o umbigo fala mais alto. De qualquer forma, espera-se que se consagrem os respectivos talentos. 

Paulo Roberto Gotaç pgotac@gmail.com

Rio de Janeiro   

*

SOLIDARIEDADE

Interessante ver um diretor de teatro que ganha bolsa ditadura, uma socióloga que ganha R$ 25 mil de aposentadoria e odeia a classe média, uma consagrada atriz brasileira que mora nos Estados Unidos, fazendo críticas à saída de um desgoverno que levou o País à bancarrota com o manjado bordão do golpe e contrários ao fim do MinC. Hipocrisia pura! Olhem para os milhões de desempregados que estão aumentando graças à incompetência desta senhora que nos deixou, e levantem cartazes de solidariedade a eles.

Cesar Araujo cesar0304araujo@gmail.com

São Paulo

*

VERGONHA EM CANNES

A manifestação dos artistas no Festival de Cannes só serviu para envergonha-los internacionalmente. Empunhar cartazes mentirosos na cidade de Cannes, denegrindo ato legítimo praticado no Brasil, é lesa-Pátria. Os protagonistas daquele comportamento deplorável não podem ser vistos como artistas;  eles são é traidores do País. Eles devem estar desgostosos porque deverão perder as boquinhas que lhes geram recursos para se banquetearem em baladas regadas a whisky e algo mais. Triste papel de gente que se acha culta e bondosa.

 

Adib Haanna adib.hanna@bol.com.br

São Paulo

*

HÁ PUNIÇÃO?

Nada vai acontecer com estes artistas que foram ao Festival de Cannes e levantaram plaquinhas dizendo que existe um golpe em curso no Brasil? Se o Brasil é uma democracia, e eu acho que ninguém tem dúvidas sobre isso, numa democracia se prevê que as pessoas são responsáveis pelos seus atos e devem responder por eles. Ir ao exterior, representando o Brasil, e divulgar publicamente e aos quatro cantos uma inverdade sobre o País, isso não é passível de um processo? 

Luiz Gonzaga Tressoldi Saraiva lgtsaraiva@uol.com.br

São Paulo

*

UM NOVO ENRENDO

Meia dúzia de artistas que estão passeando na Europa, participando do Festival de Cannes, que não dará nenhum lucro para o pobre e sofredor povo brasileiro, nos envergonham com propaganda e frases mentirosas, tais como “54 milhões de votos foram queimados”, “O Brasil não é mais uma democracia”, etc. As manifestações pelas ruas de todo o Brasil demonstraram que, se realmente foram 54 milhões de votos dados a ela, estes se arrependeram, pois a favor do impeachment os manifestantes foram 3, 4 vezes mais do que aqueles que a defenderam. Espero que, quando do retorno do lindo passeio pela França, visitem a periferia de São Paulo e outros lugares carentes do Brasil, conversem com os 11 milhões de desempregados e surpreendam-se com as lojas e fábricas que dia a dia fecham suas portas pelo Brasil afora. Talvez dê um grande filme.

  

Jorge Peixoto Frisene jpfrisene@zipmail.com.br

São Paulo 

*

EDUCAÇÃO E CULTURA

A Cultura é a manifestação da maneira de ser de um povo. A Educação é o processo que preserva e aperfeiçoa a Cultura. A Educação presta um valioso serviço à Cultura. O Ministério deveria se chamar Ministério da Cultura e da Educação.

Alfredo M Dapena alfredomdapena@gmail.com

Rio de Janeiro

*

A ARTE E O ESTADO

Parte da classe artística brasileira, sempre tão engajada na defesa de petistas, demonstra que vive mesmo no mundo da fantasia e da ficção. Isso porque não enxergar o desastre dos governos petistas e desprezar todo o processo legal do impeachment, inclusive com a chancela do Supremo Tribunal Federal, além da vontade da grande maioria dos brasileiros, ou é cegueira voluntária ou é cinismo vulgar. Essa molecagem que alguns artistas fizeram no Festival de Cannes, entre eles a atriz Sônia Braga, que abandonou o Brasil há décadas, só me deixou com vontade de não assistir ao filme “Aquarius”, este que ficou em segundo plano em razão do protesto intempestivo e insustentável do próprio elenco da obra. Artistas que defendem governos corruptos desrespeitam o seu público e o País. Artistas que precisam de governo provam que não têm talento. Artistas de esquerda precisam entender que não são oráculos da Nação. Esse chororô pelo fim do Ministério da Cultura só prova o quanto a classe está viciada em dinheiro do contribuinte. Chega. É preciso ter mais critério na destinação dos recursos públicos. Basta de financiar comédias sem graça de pseudocomediantes militantes. Arte se faz com independência, sem tutela do Estado.

Sandro Ferreira sandroferreira94@hotmail.com

Ponta Grossa (PR)

*

CIÊNCIA E COMUNICAÇÕES

Já o título da matéria, “‘Fusão de ministério foi retrocesso’, afirma cientista” (“Estado”, 18/5, A18), nos deixa tristes. Trata-se do Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) com o das Comunicações. Nem o cientista nem o jornalista aprenderam o uso do plural em Português? Ou estão falando de fundir um metal? O senhor Luiz Davidovich, presidente da Academia Brasileira de Ciências (ABC), afirma: “A ciência é nossa verdadeira porta para o futuro”. E propõe o exemplo da teoria quântica. Essa teoria foi resultado de uma brilhante eclosão intelectual em Europa entre 1920 e 1930 e ainda nos ilumina. Ela levou a inovações fantásticas, só que a tecnologia para essas inovações demorou meio século. Entendo que o senhor Davidovich more na cidade do Rio de Janeiro, cidade onde falta gaze e doentes morrem nos corredores dos hospitais. Ninguém comentou sobre esse detalhe com o senhor Davidovich na hora do cafezinho? Não é preconceito: pesquisei química quântica e física molecular desde meu trabalho de fim de curso, em 1960, até minha aposentadoria pela Universidade de São Paulo, em 2007. E o que afirma sobre o MCTI, creio que fundado em 1985, é falso. O CNPq, que teve e tem enorme importância para a ciência brasileira, é bem mais antigo: 1951. E a exemplar Fapesp é dos anos 1960. Não precisaram de ministério, não. E, para completar minha manifestação de insatisfação, o jornalista Fábio de Castro não pergunta: Isso prejudica o País? Não, ele pergunta “como isso prejudica o País?”.

Milan Trsic cra612@gmail.com

Ribeirão Preto

*

O CONSERTO DAS FINANÇAS PÚBLICAS

Cumprimento o ministro das Cidades do governo Temer, Bruno Araujo, que revogou (17/5) o anúncio da construção de 11.250 moradias autorizado nos últimos dias do governo Dilma, sem recursos necessários, pelo programa Minha Casa, Minha Vida. A grande maioria dos brasileiros esclarecidos não é contra esse programa social, desde que haja recursos suficientes e uma rigorosa fiscalização, o que ninguém acredita. Com a previsão da equipe econômica, de um rombo fiscal de R$ 150 bilhões até o fim deste ano, sempre é bom lembrar que a principal missão deste governo em exercício é consertar as finanças públicas e consolidar os fundamentos da economia, tão ignorados pelo governo perdulário e populista do PT.

Edgard Gobbi edgardgobbi@gmail.com

Campinas 

*

COMO ARRUMAR A CASA

Não é preciso ser doutor em Economia para entender por onde passa o rombo das contas públicas. Um governo que, em vez de cortar gastos, só os aumenta, revela a situação vivida hoje pelos brasileiros. O que todos temiam veio à tona com a saída da presidente mais incompetente deste país. O presidente Michel Temer deveria fechar a EBC, que nada oferece, além de servir de cabide; deixar o Ministério da Cultura como foi proposto junto com a Educação, estancando assim a torneira para pseudoartistas que vivem no bem bom desfrutando do suado dinheiro retirado dos trabalhadores; aprovar o Projeto de Lei 870 de 2015, que tem por objetivo acabar com o Imposto Sindical (pela lei atual, ninguém é obrigado a se filiar a um sindicato. No entanto, todos os trabalhadores – filiados ou não – têm um dia de trabalho descontado de suas folhas de pagamento anualmente. Esse dinheiro é remetido aos movimentos sindicais que representam a categoria). E para quê? Para enriquecer presidentes, empregar companheiros e infernizar a vida das pessoas. Arrumar uma casa não é fácil, imagine arrumar um país que foi devastado pelos petistas. Boa sorte, presidente Temer.

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com

São Paulo

*

CUBA E O ‘GOLPE’

O governo de Cuba, sem moral nenhuma para isso, diz ao mundo que houve “golpe” no Brasil, mesmo a família Castro permanecendo no poder da ilha por mais de 65 anos. Pergunta que não quer calar: quantos brasileiros exilados existem em Cuba ou no mundo? Ou quantos cubanos existem exilados e/ou fugidos no Brasil ou no mundo? A resposta esclarecerá definitivamente onde foi o “golpe”. Simples assim!

Antônio Carelli Filho palestrino1949@hotmail.com

Taubaté

*

DEDO EM RISTE

Quem é Cuba, para acusar alguém de desvios democráticos?

João Manuel Maio clinicamaio@terra.com.br

São José dos Campos

*

PAGAMENTO

O chamamento à atenção produzido pelo governo cubano diante do legal impeachment de Dilma Rousseff pode ser entendido como parte do pagamento do financiamento pelo governo petista via BNDES ao Porto de Mariel. Não me surpreende, assim como a manifestação da Venezuela e de outros países latino-americanos, coordenados pela União de Nações Sul-Americanas (Unasul), ferramenta bolivariana, a serviço da esquerda incompetente e corrupta. Portanto, como se ninguém os conhecesse, podem continuar a falar o que quiserem. Assim se desmoralizam cada vez mais.

Mario Cobucci Junior maritocobucci@gmail.com

São Paulo

*

TRABALHO DE HÉRCULES

A cambada de vermelhos já ficou sabendo que a Casa Brasil está sob nova direção. José Serra assumiu o comando do Itamaraty e mudou o tratamento dado aos países aliados do antigo governo do PT, os chamados bolivarianos, Venezuela, Cuba, Bolívia, Equador e Nicarágua, ao se manifestarem de forma desrespeitosa afirmando que o impeachment de Dilma teria sido um “golpe de Estado”, ignorando que todo o processo político teria se desenvolvido em quadro de absoluto respeito às instituições democráticas e à Constituição federal brasileira. Michel Temer e sua equipe já devem saber que a sua tarefa se assemelha aos trabalhos de Hércules. Herdeiros da mais maldita das heranças, ainda têm de se preocupar com estes beneficiários do BNDES. 

Jair Gomes Coelho jairgcoelho@gmail.com

Vassouras (RJ)

*

ITAMARATY SOB NOVA DIREÇÃO

José Serra, atual ministro das Relações Exteriores, respondeu de forma firme e diplomática, repudiando as acusações dos presidentes nada democráticos dos países como Venezuela, Cuba, Bolívia, Equador, Nicarágua e El Salvador, que, não conhecendo ou simplesmente desrespeitando a nossa soberania e a nossa Constituição federal, saíram em defesa da presidente afastada, Dilma Rousseff. É evidente que os ataques desses bolivarianos não iriam arranhar a imagem do Brasil perante a comunidade internacional, por isso as respostas dadas pelo Itamaraty foram direcionadas aos países agressores, deixando bem claro que o nosso país está sob nova direção e que a ordem e o progresso estão de volta. Viva a democracia! 

Maria Carmen Del Bel Tunes carmen_tunes@yahoo.com.br

Americana

*

O ITAMARATY RESSUSCITADO

Como é bom ver novamente nosso Itamaraty exercendo suas atribuições verdadeiras e respondendo à altura a estes países bolivariano-comunistas que usufruíram indevidamente por 13 anos das benesses petistas, que investiram nestes países alguns bilhões de dólares, quando deveriam ter investido em nossa educação, nossa saúde, nossa segurança e nossa infraestrutura. Como pode um país como a Venezuela, que não tem nem papel higiênico suficiente para seu povo, onde muitos não podem trabalhar a semana toda por falta de energia elétrica, querer palpitar sobre nosso governo? Poderia fazê-lo enquanto tinha respaldo de Dilma Rousseff, Lula e cia., mas agora, felizmente, acabou a mamata de receber dinheiro do nosso país sem importar-se se teria condições de honrar seus compromissos – e isso vale para os demais “parceiros”, Cuba, Bolívia, etc. Viva esta nova fase do Itamaraty.

Luiz Roberto Savoldelli savoldelli@uol.com.br

São Bernardo do Campo 

*

RESPOSTA FRACA

Muito fraca a resposta da nova diplomacia brasileira às barbaridades que estão acontecendo na Venezuela. É ridículo responder aos ataques verbais de Cuba e continuar mandando para Fidel Castro o dinheiro dos médicos cubanos do programa Mais Médicos. Um Itamaraty verdadeiramente altivo deveria romper de verdade com esses absurdos, parar de pagar a Cuba pelos serviços dos médicos escravizados pela ditadura cubana, obrigados a trabalhar de graça, sob grave ameaça de retaliação às suas famílias, mantidas reféns na ilha de Cuba. O Brasil espera mudanças de verdade na condução da política externa, e não bravatas inconsequentes.

Mário Barilá Filho mariobarila@yahoo.com.br

São Paulo

*

LEMBRANDO O BARÃO DO RIO BRANCO

Cumprimentos ao governo provisório Temer pela nova postura adotada pelo Itamaraty – à altura de sua comprovada imagem de excelência nos melhores anos de um passado recente –, pela resposta firme e contundente dada pelo ministro interino de Relações Exteriores, José Serra, a Cuba, Venezuela, Bolívia, Equador, Nicarágua, El Salvador, Aliança Bolivariana para os Povos de Nossa América e ao secretário-geral da União de Nações Sul-Americanas (Unasul), Ernesto Samper, pelas críticas indevidas e totalmente inadequadas que fizeram, acusando de golpe parlamentar o afastamento constitucional de Dilma Rousseff. Afinal, que autoridade moral e legitimidade política têm essas vetustas e ultrapassadas ditaduras bolivarianas, de quinta categoria, para se intrometerem em ingerências de assuntos internos de outros países que não lhes dizem respeito? Que chamem seus embaixadores de volta, porque não farão falta alguma por aqui. Por oportuno, cabe citar frase de José Maria da Silva Paranhos Junior, o Barão do Rio Branco, patrono da diplomacia brasileira: “Um diplomata não serve a um regime, e sim ao seu país”.

J. S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo

 

*

CORAGEM

José Serra é competente e corajoso. Sua coragem não foi demonstrada quando ministro da Saúde de FHC, ao enfrentar a indústria farmacêutica, para a fabricação de genéricos no País?  

Eni M. Martin de Carvalho enimartin@uol.com.br

Botucatu

*

BOLIVARIANISMO DECADENTE

Não bastasse o projeto estapafúrdio de Dilma Rousseff de viajar pelo Brasil e pelo mundo denunciando o que ela obsessivamente insiste em chamar de “golpe”, agora a Unasul e países bolivarianos resolveram protestar contra o afastamento da ex-presidente. Nicolás Maduro, presidente da Venezuela, até chamou seu embaixador de volta (que medo!). Verdade é que estes governos bolivarianos estão em pânico pelo fim cada mais próximo do populismo demagógico e enganoso que atrasou o desenvolvimento destes países em décadas. O Brasil marca passo na direção correta ao repudiar veementemente essas, críticas como muito bem fez o ministro José Serra. 

Luciano Harary lharary@hotmail.com

São Paulo 

*

PODEM LEVAR

Partidos do exterior latino-americano, tão sérios! Podem levar Dilma e Lula! Só cuidado com a economia...

Ricardo Muniz ricmuniz45@gmail.com

São Paulo

*

MALA CHEIA

O sr. Maduro, que está tão maduro e pronto para cair, pediu para o cônsul no Brasil voltar para a Venezuela. A causa mais provável é para levar uma mala cheia de papel higiênico, que está em falta na evoluída Venezuela de Maduro.

Carlos Alberto Duarte carlosadu@yahoo.com.br

São Paulo 

*

MADURO CAIRÁ DE PODRE

Desculpem o trocadilho às avessas, mas quando Nicolás Maduro diz que o impeachment de Dilma poderá trazer instabilidade política para a região, evidentemente ele se refere ao seu próprio governo. Maçã podre sempre cai sozinha. 

Oscar Thompson oscarthompson@hotmail.com

Santana de Parnaíba

*

O ANALISTA DE BAGÉ E OS BOLIVARIANOS

Talvez o “Analista de Bagé”, pelo seu genoma, tendências, sugerisse ao ministro José Serra para convidar Marco Aurélio Garcia para ser seu assessor especial.

Eduardo Zabrockis zabrockis@gmail.com

Ribeirão Preto

*

SUGESTÃO

Para cada governo de país sul-americano que hostiliza o nosso presidente em exercício, um ano de redução na pena de João Santana, desde que ele, em delação premiada suplementar, denuncie os “podres” das campanhas eleitorais locais.

Sergio S. de Oliveira ssoliveira@netsite.com.br

Monte Santo de Minas (MG)

*

DIPLOMACIA & IMPEACHMENT

Se não sabiam, os bolivarianos agora estão sabendo. Quem não joga não deve opinar sobre as regras do jogo. Ou, por outra, sapo de fora não chia!

A.Fernandes standyball@hotmail.com

São Paulo

*

MÁGICA?

 

Vivemos hoje num país a meio caminho de se tornar uma Venezuela da vida, país que não tem mais indústrias, agricultura e pecuária funcionando a contento, porque o grande Hugo Chávez expulsou todos os estrangeiros proprietários de fazendas e empresas. Aqui, no país da mágica, o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) vive há décadas sem produzir absolutamente nada, e, se produzisse, não poderia comercializar, pois não é pessoa jurídica, e, no entanto, sobrevive com todo o conforto que o dinheiro público lhe pode oferecer. Mais mágicas: o ex-bilionário que ficou “pobre” desapareceu, juntamente com R$ 32 bilhões do BNDES; e Rosemary Noronha também desapareceu – se está sendo processada, o sigilo é absolutamente perfeito ou o processo é abstrato. Os brasileiros ficaram mais pobres... se o dinheiro não desaparece, apenas muda de mãos, o meu, o nosso está nas mãos dos gatunos dos governos Lula fase 1 e Lula fase 2, incompleto. A transposição do Rio São Francisco ainda não está finalizada, pois a falta d’água nos canteiros de obra impede a concretagem e o funcionamento do alojamento dos funcionários, que, sem água, abandonaram tudo. Não bastasse tudo isso, os governos de vários países condenam o processo que culminou com a posse de Michel Temer, e não são só os países da América do Sul e Central, que deveriam chamar de volta seus embaixadores e todos os seus traficantes responsáveis por boa parte do seu PIB. Países como os EUA, França, entre outros, condenam o processo, pois sabem que de agora em diante vai ser lenha na caldeira e locomotiva a todo vapor. Calma... locomotiva a vapor é lenta, a princípio, mas depois de embalada demora a frear. Critiquem à vontade, se quiserem, levem todos os que foram afastados, agradecemos e vamos voltar a crescer, incomode ou não!

 

Luiz Ress Erdei gzero@zipmail.com.br

Osasco

*

DIREITO ADQUIRIDO

Como fossem respeitados os direitos adquiridos pelos aposentados, fala-se hoje, mas nega-se o direito adquirido por milhares de beneficiários que tiveram os seus benefícios vergonhosamente achados em mais de 50% da renda inicial adquirida e não respeitada. A Justiça não sabe, não quer reconhecer, é conivente, faz corporativismo. É um verdadeiro atentado contra o artigo 5.º de nossa Constituição e desrespeito à Súmula 359 do Supremo Tribunal Federal (STF). Se forem respeitados os direitos adquiridos, primeiramente, há que atualizar todas as aposentadorias, especialmente os aposentados nos anos 1980 que contribuíram sobre 20 salários mínimos e hoje recebem de 2 a 3 salários mínimos. Há que respeitar o cálculo vigente na renda inicial, ou seja, o aposentado terá de ter hoje o mesmo beneficio da renda inicial, com o mesmo poder de compra.

Antonio Carniato Filho antoniocarniato@gmail.com

Santa Rita do Passa Quatro

*

MEDIDA EXTREMA

Ninguém aprova de bom grado qualquer alteração na Previdência Social, como também ninguém fica feliz em ter de fazer uma cirurgia para retirada de um tumor maligno. Só que, em ambos os casos, a medida extrema tem de ser tomada, com todo o sofrimento que ela vai trazer. Se não for feita uma alteração radical na Previdência, afetando a todos sem exceção, ela vai quebrar num futuro próximo e, aí, todos vão pagar por isso.

Ronaldo Gomes Ferraz ronferraz@globo.com

Rio de Janeiro 

*

O MESMO DE SEMPRE

Há anos acabou a ditadura militar. Semana passada, com o fim da era PT, a ditadura da corrupção recebeu um tiro mortal (assim espero). Apenas a ditadura dos bancos e dos mercados, perpassando-as, continuará viva e bem viva. Isso significa que a taxa básica e demais juros continuarão em níveis estratosféricos e os lucros dos bancos, indecentemente altos. E o Brasil, o otário de sempre, continuará com suas reservas internacionais de US$ 370 bilhões guardadas debaixo do colchão e pagando juros anuais (todo mundo sabe para quem) de R$ 380 bilhões, quantia muito maior do que o sempre amaldiçoado “rombo da Previdência”. Parabéns ao ministro Henrique Meirelles, nosso salvador, e a sua equipe.

Elias da Costa Lima edacostalima@gmail.com

São Paulo

*

SOLUÇÃO PARA SANEAR A ECONOMIA

Não é justo que, com a volta da CPMF, paguemos o pato pelo atual caos em que se encontra a economia do País, fruto da roubalheira praticada nos governos de Lula e Dilma. Basta que o Ministério Público e a Polícia Federal exerçam ações drásticas e enérgicas para que os políticos ladrões, muitos deles sobejamente conhecidos, sejam presos e, o mais importante, que devolvam aos cofres públicos tudo o que deles surrupiaram.  

 

Roberto Twiaschor rtwiaschor@uol.com.br

São Paulo

*

COERÊNCIA?

A manutenção dos privilégios e das mordomias do presidente da Câmara dos Deputados e da presidente da República, ambos afastados dos cargos, é um insulto ao povo brasileiro, massacrado de todas as formas pela crise instalada no País. Mas é incrível ser uma deputada tucana (Mara Gabrilli) a única a contestar o ato da mesa que determinou os benefícios ao presidente afastado, Eduardo Cunha. E os deputados petistas, que “odeiam” Cunha, por que não se manifestaram? 

José Roberto de Jesus zerobertodejesus@gmail.com

Capão Bonito

*

CRISE NO RIO DE JANEIRO

O estado do Rio de Janeiro, acometido de séria crise financeira, decide prejudicar seus aposentados e pensionistas como forma de aliviar o seu caixa. Eles deveriam se lembrar de que os aposentados contribuíram e formaram seus fundos para nesta oportunidade, a tempo e a hora, receberem seus proventos. Então, ao decidir sobre pagamentos, a prioridade deveria ser deles. O governador covardemente se rende a decisões judiciais e paga prioritariamente servidores do Judiciário e do Legislativo, bem como outras classes. Deveria era ter peito e negar, mesmo sob ameaça de prisão, essas pretensões. Beneficia de forma injusta estes e outros servidores de elite que com certeza poderiam esperar um pouco mais. Isso vale para Estados, municípios e União.

Iria De Sá Dodde iriadodde@hotmail.com

Rio de Janeiro

*

GOVERNO FRACO

O que o ex-chefe de gabinete da Secretaria de Educação do Estado do Rio disse a um telejornal sobre o Estado do Rio estar sem comando, diretriz, não se saber quem manda, confirma a ausência de comando e do desgoverno no Estado do Rio. O presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) alertou alguns dias atrás e já havia dito, em outra ocasião, que o governo Pezão era fraco. Eis a prova. O ex-chefe de gabinete nada mais disse que a verdade e o que a própria população já percebia. O governador Pezão, licenciado, interferia. Não deveria. Licenciado é licenciado. Então, que não se licenciasse. Se há um governador em exercício, a esse cabem o comando e as decisões, sem interferência. Acho que aí faltou pulso ao vice-governador para assumir e comandar.

Panayotis Poulis ppoulis46@gmail.com

Rio de Janeiro

*

AS BRINCADEIRAS DO PREFEITO DE SP

Emblemática a atitude do prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, ao “pregar uma peça” no historiador Marco Antônio Villa. Isso é tudo o que ele tem feito aos paulistanos, desde que assumiu a Prefeitura, encarando seus deveres e atribuições como brincadeiras e atirando a cidade no caos. Desconsiderando o ato civil cometido por ele, de usar a agenda de outrem, porque não sou advogada, foi uma atitude imatura, enquanto as árvores da cidade desabavam na cabeça da população, o lixo se acumula nas ruas, o mosquito transmissor de doenças gravíssimas voa livremente pela cidade infectando as pessoas, o trânsito do município, caótico, é agravado pelos buracos, pelas ciclofaixas e ciclovias semiapagadas e por medidas arbitrárias de alterações pela CET. Isso tudo mostra bem que tipo de governante é o sr. Fernando Haddad. Governar São Paulo é coisa de gente grande. Brincadeira é coisa de criança e ironia é coisa de adolescente tardio.

Ana Cristina Simões anacris_142@hotmail.com

São Paulo

*

ENQUANTO ISSO...

Um verdadeiro “golpe” foi dado pelos cupins ao derrubarem o equivalente a uma floresta de árvores na cidade de São Paulo, só neste ano! Os insetos objetivam solapar a medíocre, irresponsável e pressuposta administração do petista Fernando Haddad. É isso que se depreende da versão oficial dada pela Prefeitura do Município de São Paulo (PMSP) de que “as árvores não estavam preparadas para certos eventos e assim caíram” – e, completo, até mataram munícipes ao caírem. Haddad, já qualificado como o pior gestor da cidade, desde a sua fundação por Manoel da Nóbrega, afirma, assim, que a queda de árvores, prejuízos e mortes é culpa dos “golpistas cupins”, enquanto, em verdade, a cidade é submetida à mais atroz e desqualificada atenção a tudo o que a ela se relaciona, inclusive à poda e manutenção da precária vegetação que possuímos.

Oswaldo Colombo Filho colomboconsult@gmail.com 

São Paulo

*

UMA ESCOLA PREPARATÓRIA?

Morando em São Paulo há 48 anos, nunca vi na prefeitura da cidade gente mais incompetente – ou, sendo mais direto, mais idiota – do que este “poste” que Lula empurrou goela abaixo do paulistano. Com relação às centenas de árvores caídas em consequência das fortes chuvas ocorridas na cidade, na segunda-feira passada, que provocaram, além de destruições com prejuízos materiais, até mortes, o poste 2 declarou que “as árvores não estão preparadas para esse evento”. Escute aqui, “toupeira”, o sr. é que nunca esteve preparado para governar a maior cidade do País, que o sr. transformou num caos. Caia fora, o reinado de tua quadrilha acabou.

Humberto de Luna Freire Filho hlffilho@gmail.com

São Paulo

*

‘A MOLECAGEM DE HADDAD’

Ótimo o editorial da página A3 de ontem (“A molecagem de Haddad”), sobre a molecagem do prefeito de São Paulo. Ele não está à altura da cidade de São Paulo! Lamentável a omissão do nome do crítico do prefeito que protagonizou o fato, o historiador Marco Antônio Villa, e da rádio onde ele atua, a Jovem Pan. 

Élide Helzel novanoiva@novanoiva.com.br

São Paulo

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.