Fórum dos Leitores

NOVA POLÍTICA ECONÔMICA

O Estado de S.Paulo

26 Maio 2016 | 03h00

Primeiro passo dado

O presidente Michel Temer venceu a primeira batalha no Congresso, aprovando a nova meta fiscal para 2016. Já a presidente afastada se encontra em situação difícil, pois nunca mostrou à Nação o real tamanho do rombo – R$ 170,5 bilhões é a herança deixada pelos 13 anos de governos do PT. Os petistas presentes à sessão, que durou 16 horas, tentaram obstruir a votação, mas não conseguiram esconder o déficit bilionário. Dilma, que nunca soube administrar, destruiu o quanto pôde o Brasil, que levará décadas para se reerguer.

JOSÉ CARLOS SARAIVA DA COSTA

jcsdc@uol.com.br

Belo Horizonte

Agora, sim, entendemos por que a gerentona do PAC se escoimou da transição de governo: ocultar o ro(u)mbo de R$ 170,5 bilhões saqueados do País.

RODOLFO JESUS FUCIJI

fucijirepresentacao@ig.com.br

São Paulo

Bom sinal

Mesmo com a ferrenha oposição do PT, o Congresso aprovou na madrugada de ontem a meta fiscal. Se no caso do Plano Real o PT também foi contra e no fim deu tudo certo, esse já é um bom sinal para aprovação de futuros projetos do governo Temer.

EDGARD GOBBI

edgardgobbi@gmail.com

Campinas

Caradurismo é isso

“A proposta que está sendo trazida estabelece uma norma de déficit de até R$ 170,5 bilhões em aberto, é um cheque em branco para ampliar de maneira desregrada os gastos” – palavras do deputado Paulo Pimenta (PT-RS). Fosse tributado o caradurismo, provavelmente nossos problemas fiscais estariam bem encaminhados, se não resolvidos. Que moral esse indivíduo acha ter para criticar a nova equipe econômica e falar em ampliação de gastos, se sua rigorosa contenção é a prioridade número um do governo atual? Esse cínico finge ignorar que foi sob os lastimáveis desgovernos que ele incondicionalmente apoiou que vários cheques em branco foram emitidos para irrigar o irresponsável projeto populista de poder do PT. E que foi justamente por conta dessa “ampliação desregrada dos gastos” tanto sob Lula como sob Dilma que o País tomou o rumo da quase bancarrota em que está. Que tipinho, hein?!

SILVIO NATAL

silvionatal49@gmail.com

São Paulo

Foi mais fácil para os desgovernos petistas quebrar o Brasil (sem precisarem da aprovação do Congresso) do que será para o novo governo reerguê-lo com medidas que deverão ter apoio de dois terços do Legislativo. Absurdos brasileiros!

LUIGI VERCESI

luigiapvercesi@gmail.com

Botucatu

Temer está certo em nomear políticos com influência no Congresso. Senão como ele conseguirá aprovar medidas amargas necessárias para corrigir a herança maldita que os governos petistas deixaram? Sem a nomeação desses políticos, não governará.

VICTOR HUGO

victor-raposo@uol.com.br

São Paulo

A cobertura do rombo

Não é justo nem ético que o povo brasileiro tenha de cobrir o rombo apurado de R$ 170, 5 bilhões nas contas públicas. A opção pela recriação da CPMF é sacrificante e não aceita por todos os segmentos sociais. Assim, o rombo merece ser coberto com corte das despesas: demissão de funcionários supérfluos, acertos na Previdência, regulação dos cartões corporativos, pente-fino no Bolsa Família, corte nos gastos indevidos dos programas sociais, desmandos e ralos nas estatais e recuperação de parte das propinas que incentivaram os políticos. O povo deseja participar dessa festa, e não da outra em que ele é “contemplado”.

JOSÉ CARLOS DE C. CARNEIRO

carneiro.jcc@uol.com.br

Rio Claro

Parcialidade da mídia

Há anos as cabeças esclarecidas do nosso país vêm relacionando os temas importantes que têm de ser implementados: reforma da Previdência, equilíbrio fiscal, eliminação de nomeações de políticos nas empresas públicas, nomeações de pessoas corretas nos fundos de pensão de empresas estatais, mudança na obrigação de a Petrobrás participar de todos os investimentos na área do petróleo mesmo que não sejam atraentes para a empresa, indicação de um profissional competente para a presidência da petroleira estatal, proposta de adoção de uma lei de responsabilidade fiscal para as empresas públicas, substituição de dirigentes dos órgãos reguladores, que foram aparelhados nos anos do PT. Temer propõe tudo isso. E qual é a reação de parte da mídia? Plano Temer tem arrocho social e não apresenta meta fiscal. Agora dá para entender a frustração de FHC com a mídia relatada nos diários dele. Tudo isso não mereceria o apoio total das pessoas que entendem o que está sendo proposto? Essas pessoas precisam sempre ser destrutivas, em vez de ajudarem no trabalho de recuperação? É pena, não estão à altura do que se esperaria de jornalistas conscientes.

ALDO BERTOLUCCI

accpbertolucci@terra.com.br

São Paulo

Temer e a Previdência

A inclusão do Regime Único da Previdência no plano de Temer é um fato que merece, se de fato for concretizado, ser comemorado, pois acabará com uma das maiores injustiças contra os trabalhadores da iniciativa privada. Pelo regime atual os funcionários públicos se aposentam com o mesmo salário que tinham na “ativa” (sim, entre aspas). Já os do setor privado... Exemplifico com o meu caso: após 35 anos de contribuição, durante muitos anos sobre 20 e depois sobre 10 salários mínimos, hoje recebo 3 salários mínimos. Acrescento que no governo FHC foi enviada proposta do mesmo teor ao Congresso, a qual foi detonada pelo partido dos trambiqueiros, liderado pelo então ilustríssimo deputado federal José Genoino, que comemorou sua não aprovação com confetes e serpentinas. Isso pode ser comprovado nas fotos estampadas nas primeiras páginas dos jornais do dia seguinte (é só pesquisar os arquivos do Estadão e do Jornal da Tarde).

JOSÉ GILBERTO SILVESTRINI

jgsilvestrini@gmail.com

Pirassununga

LAVA JATO

‘Lulla’ morre de medo

Por que a alma mais honesta do mundo busca de todas as formas fugir do juiz Sergio Moro? O desespero e o medo são tão grandes que seus advogados protocolaram recurso no STF para que seja julgada sua nomeação como ministro, o que nem sequer foi consumado. É simples, não tem culpa no cartório, vai lá e prova.

LUIZ ROBERTO SAVOLDELLI

savoldelli@uol.com.br

São Bernardo do Campo

 

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

CORPUS CHRISTI

Toda data comemorativa ou de feriados tem histórias interessantes, em especial as religiosas. E quanto ao Corpus Christi (Corpo de Cristo), a data foi oficializada em 1264 pelo papa Urbano IV, pois no referido ano um sacerdote estava celebrando a Santa Missa quando viu sair sangue da hóstia e os objetos (pano e patena/prato) que foram envolvidos com o sangue se tornaram peças de comprovação do milagre. Sendo assim, foi realizada a primeira procissão de agradecimento ou ação de graças. E desde então a data da comemoração sempre ocorreu na quinta-feira após 60 dias da Páscoa, que pode acontecer entre 21 de maio a 24 de junho. As datas móveis derivam do equinócio da primavera, ou seja, da astrologia. Enfim, o cristianismo no Brasil chegou com os descobridores portugueses e a Igreja Católica, desde então, soube influenciar gerações. Bom feriado a todos! 

Alex Tanner alextanner.sss@hotmail.com

Sumaré

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CONFIANÇA RENOVADA

Reduzir os gastos públicos, se necessário aumentar a arrecadação por meio de impostos, gerar superávits e voltar a pagar os juros da dívida pública: é o caminho do ajuste fiscal, tão sabido e decorado como a tabuada. As sete medidas para a Economia anunciadas por Michel Temer seguem o roteiro traçado, com destaque para a proposta de limitação dos gastos públicos com base na inflação do ano anterior – sem que, portanto, haja crescimento real. Já é um grande alívio que a nova equipe econômica, comandada por Henrique Meirelles, reconheça a realidade do quadro fiscal e o único caminho a ser seguido, em contraste com a dupla Dilma-Barbosa, adeptos do “gastar para crescer”. Mesmo que ainda sejam abstratas e existam mais intenções do que ações, as medidas anunciadas nos dão o mínimo de confiança e esta é condição sine qua non para a retomada dos investimentos e para a criação de empregos. 

Elias Menezes elias.natal@hotmail.com

Nepomuceno (MG)

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UM ROMBO NAS CONTAS

A caótica e assustadora situação econômico financeira que o desgoverno lulopetista legou ao País como herança maldita, sobremaneira deteriorada na gestão Dilma, já seria quase catastrófica, contemplando-se a meta de um déficit primário revisada pelo novo governo interino Temer para inacreditáveis R$ 170,5 bilhões neste ano. Ao adicionar à conta o valor referente ao pagamento de juros incidentes sobre a dívida pública,

chegar-se-á ao gigantesco e descomunal rombo de mais de R$ 600 bilhões no vermelho. Como se vê, o buraco é bem mais embaixo e dele o País não logrará sair ileso tão cedo. Quem sobreviver verá...

Js Decol decoljs@gmail.com

São Paulo

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NOVOS RUMOS PARA A ECONOMIA

 

Que as medidas econômicas tomadas no limiar do governo Temer sejam um pálio de luz desdobrado sob a larga amplidão destes céus.

ROBERTO TWIASCHORrtwiaschor@uol.com.br

São Paulo

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CORTES EM ÁREAS ESSENCIAIS

Depois de o governo anunciar que vai limitar os gastos em saúde e educação, houve diversas reações questionando a medida. Mas esta é necessária, haja vista o tamanho do rombo das contas públicas. Com um sério trabalho de gestão, parcerias públicas e até público-privadas, além de critérios que possam inclusive delimitar melhor o acesso ao SUS, não vejo por que não ter sucesso.

Maria Lucia Ruhnke Jorge mlucia.rjorge@gmail.com

Piracicaba

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ECONOMIA TEMER

As medidas econômicas são as esperadas e são bem recebidas. Vejamos a continuação. Redução da dívida e, consequentemente, das despesas com juros em R$ 7 bilhões. Ótimo. Falta estabelecer uma meta objetiva de demissões e de redução de despesas.

Harald Hellmuth hhellmuth@uol.com.br

São Paulo

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REFORMA DA PREVIDÊNCIA

Se a anunciada reforma da Previdência for efetivada da forma como proposta, ou seja, mediante a unificação de todos os sistemas, incluindo trabalhadores da iniciativa privada e funcionários públicos, será um avanço para o País. O atual modelo, que permite a aposentadoria de funcionários públicos recebendo salários da ativa, é injusto e não sei como até hoje não foi alterado. Segundo dados de auditoria do Tribunal de Contas da união, apurados em 2013, o déficit da Previdência provocado por um milhão de funcionários públicos e militares aposentados era de R$ 62 bilhões, enquanto o déficit provocado por 24 milhões de aposentados pelo sistema do INSS era de R$ 50 bilhões. Isso quer dizer que 1 milhão de aposentados privilegiados do setor público, que recebem salários iguais aos da ativa,  provocaram um déficit superior ao de 24 milhões de aposentados pelo INSS. Alguma coisa está muito errada aí. Esse é um dos motivos pelos quais a conta da Previdência não fecha.

Maria Thereza Martins mthereza@uol.com.br

São Paulo 

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EFICIÊNCIA BRASIL

Encontramo-nos num momento crucial de nossa vida republicana e também como nação, aqui nos remetendo ao sentido de “bem comum”. É chegada a hora de decidirmos, efetivamente, que tipo de país queremos ser. Penso que a maioria já se deu conta disso, ao considerarmos os eventos públicos de junho de 2013 até aqui. Muitas questões relevantes estão sendo trazidas ao debate e podemos discutir claramente algumas delas: 1) o tamanho do Estado: a eficiência nos recomendaria a redução do número de parlamentares e de seus auxiliares. Os EUA têm aproximadamente 50% mais população e 50% menos parlamentares do que nós. Quantidade não é qualidade, portanto. 2) Déficit público: enquanto estamos com R$ 150 bilhões de déficit, a União tem R$ 1,5 trilhão de recebíveis, dez vezes mais, portanto. A eficiência nos levaria a cobrar de quem deve e, assim, cobrir todos os déficits, inclusive o da Previdência Social. 3) Cargos comissionados: são em torno de 113 mil e o governo planeja eliminar somente 4 mil, o que não perfaz nem 4%. A eficiência ensejaria uma reestruturação total do aparelhamento do Estado brasileiro. 4) Equidade social: se o cidadão comum necessita trabalhar no mínimo 40 anos para se aposentar, por que um parlamentar se aposenta com 8 anos de exercício no cargo público? E por que com valor integral? A eficiência demandaria que o setor público se aposentasse na mesma idade e com o mesmo valor de teto da iniciativa privada. Quando muito, poderiam ter um acréscimo de 10% na contagem de tempo sobre os anos trabalhados no setor público. Dr. Michel Temer, a população clama por eficiência e justiça, e não subestime nossa inteligência, por favor.

Angela Barea  angelabarea@yahoo.com.br

São Paulo

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AUDITORIA NECESSÁRIA

A intenção do governo federal de fazer uma auditoria no programa social Bolsa Família para conhecer a realidade daqueles que se beneficiam desse programa, é uma excelente ideia. Do jeito que as coisas vinham caminhando no Brasil, é muito provável que tenha gente indo sacar o benefício em carro de luxo dirigido por motorista particular.  Em tempo: é claro que, no dia do saque,  as “beneficiárias” dispensam o tailleur e os  “beneficiários”  evitam o terno e  gravata.  Poderemos ter surpresas. 

 

Jeovah Batista jeovahbf@yahoo.com.br

Brasília

 

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CORTE DE GASTOS

Congelar gastos não significa solução de curto prazo para as contas públicas. Produzirá efeitos quando subirem as receitas o que, se ocorrer além da inflação, será ao longo dos anos, possivelmente com mais arrecadação de tributos e eventualmente cortes provenientes de racionalizações e redução de cargos comissionados, por exemplo. Mas muita coisa terá de ser esclarecida, como em relação aos custos em relação à educação, saúde e aposentadorias, os quais para se “manter congelados” não poderão, por exemplo, admitir novos estudantes e professores nem doentes ou pessoas se aposentando, o que não tem lógica.

Ademir Valezi Valezi valezi@uol.com.br

São Paulo

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INVESTIMENTO EM EDUCAÇÃO

Excelente e oportuna a discussão e a análise sobre vinculações orçamentárias (25/5-A/2) de Luque e Marcovitch. Todavia, não concordo que em uma reforma da lei pertinente  todas essas obrigatoriedades sejam mantidas como estão. Como já dizia Joelmir Betting "na prática a teoria é outra". E, conforme a experiência me ensinou, é mesmo. As vinculações impedem que o administrador possa dirigir seus recursos para setores que, em alguns casos, haja maior premência e necessidade que aqueles ligados a uma receita vinculada. Isso tanto nos municípios quanto nos Estados e na União. Cataclismos, insegurança ou surtos viróticos. Sempre que se fala no assunto, cita-se o município de Paulínia, no qual as despesas vinculadas com a educação, em face de sua receita, trazem - ou traziam - problemas para decidir sobre o que mais fazer para completar o porcentual obrigatório, impedindo de se atender gastos necessários em outros setores administrativos. Assim, penso eu, desde que o orçamento seja bem feito e o administrador seja competente o suficiente para perceber o quanto a educação é necessária para o país, nada faltará para ela. Mesmo sem as malfadadas vinculações. Se não for competente, nem as vinculações resolvem. Conforme os Tribunais de Contas estão cansados de saber!

José Etuley Barbosa Gonçalves etuley@uol.com.br

RIBEIRÃO PRETO 

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CONVERSA DE BOTEQUIM

Embora não morra de amores por nenhum político da atualidade, especialmente os do tipo de Renans, Romeros Jucás, Cunhas, Aécios, petistas e falsos petistas, confesso que, dentro da experiência que tenho como advogado, não vi nada mais do que uma conversa de botequim gravada entre o senador e seu amigo corrupto. Muito similar à conversa gravada do Mercadante, mas bem diferente das conversas de Delcídio e de Lula com Dilma. A única atenção que tive, e que o próprio Romero Jucá constatou,  é que esta atual classe politica  está fadada ao esquecimento. Nada mais serão do que lideranças regionais com votos de cabresto. Novas lideranças vão surgir. Há algo de novo no ar!

JOSÉ RUBENS MACEDO SOARES joserubens@federmacedoadv.com.br

São Paulo 

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MAIS GENTE ENVOLVIDA

As gravações envolvendo primeiro Romero Jucá, agora Renan Calheiros, José Sarney e Aécio Neves demonstram que não só o PT tentou barrar a Lava Jato, porém até o momento só o PT pagou a conta, logo esperamos que todos indistintamente sejam punidos!

Marcos Barbosa micabarbosa@gmail.com

São Paulo

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APRENDEU BEM A LIÇÃO

Foi justa e oportuna a saída de Romero Jucá do governo, por corrupção. Tenho certeza absoluta de que ele se tornou  catedrático em "irregularidades" com o PT, quando  líder no governo Lulla e depois no de Dilma.

ROBERTO HUNGRIA cardosohungria@gmail.com

Itapetininga

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CHÁ DE SUMIÇO

Cadê o Lula? Sumiu???!!

Cesar Araujo cesar0304araujo@gmail.com

São Paulo

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BEM MELHOR!

Houve uma notícia na segunda-feira de que o sr. Lulla estaria internado em um hospital em São Paulo. Na quarta-feira veio uma informação mais tranquilizante de que elle está bem melhor: já está mentindo sem a ajuda de aparelhos! 

Celso de Carvalho Mello celsosaopauloadv@uol.com.br

São Paulo 

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TEORI E LULA

O Teori do STF esconde tanto Lula que, daqui a pouco, vai ser acusado de ocultar cadáver "político"!

Francisco José Sidoti fransidoti@gmail.com

São Paulo

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SEM ESPERANÇA

Entre os indignados contra o lulopetismo estou eu. Tinha até uma certa admiração por dona Dilma,

pelo seu porte elegante no  vestir e se pentear. Mas agora, diante de tantas asneiras proferidas 

pela digna senhora, não dá mais! É melhor estar sob um governo de "velhos" ajuizados do

que à mercê de uma senhora cega e incapaz de enxergar o tamanho do buraco que cavou,

para, certamente, enterrar seus iludidos e esperançosos seguidores.

Jacy Cicarelli

jacyca@uol.com.br  

São Paulo

 

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PT E A FALTA DE GOVERNABILIDADE

O PT não tem e nunca teve capacidade para governar. A atual situação do Brasil é prova latente disso. Entretanto, a capacidade desse partido para atrapalhar outros governos continua intacta. Bastou a presidente Dilma ser afastada e o PT voltar para a oposição para a companheirada infernizar a vida do governo e da população no melhor estilo de “quanto pior melhor” e “nós contra eles”. É bom relembrar que o PT foi contra a vontade majoritária do povo brasileiro em todas as grandes decisões históricas nacionais: eleição do Tancredo Neves, Lei de Responsabilidade Fiscal, reforma do sistema previdenciário e quaisquer outras medidas que pudessem ajudar no ajuste das contas públicas. Mesmo a Constituinte de 88 foi assinada pelos petistas contra sua vontade, depois de meses de sabotagem em plenário.  

Luigi Petti pettirluigi@gmail.com

São Paulo

      

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FIM DO FORO PRIVILEGIADO

Há poucos dias foi noticiado que o inquérito envolvendo o senador Romero Jucá, que chegou ao STF em 2004, relativo a fatos do final dos anos 90, depois de idas e vindas, teve uma movimentação naquela Corte, ou seja, em 2016. O ministro Barroso, em evento em São Paulo, mencionou a necessidade do fim do foro por prerrogativa de função. Pois é, fossem os onze ministros tão ágeis como os juízes de primeiro grau, bem possivelmente o sr. Jucá não faria mais parte da política nacional. O mesmo ocorreria com o senador Renan Calheiros. Ou os ministros do STF aprendem a trabalhar de forma mais ágil ou se criam outros 11 cargos de ministros do STF ou se acaba com o foro por prerrogativa de função! A sociedade, vítima de tantos escândalos, agradeceria profundamente.

Ana Lúcia Amaral anamaral@uol.com.br

São Paulo

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LEI DOS BANDIDOS

É certo que o ex-presidente da Transpetro Sergio Machado tenha gravado e divulgado a conversa particular com o companheiro senador Romero Jucá, por conta de um acordo de delação premiada, e que existam outras gravações com outros políticos da sua esfera. No meio político, vigora a mesma conduta conhecida entre bandidos: a lei máxima que impera é exatamente a de não ter lei. Quando algo dá errado cada um que tente se safar como puder e der.

ABEL PIRES RODRIGUES            abel@knn.com.br

Rio de Janeiro

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TRISTE ESPETÁCULO

 

Aqueles que acreditaram em um novo governo, governo da salvação, ou ainda, em ordem e progresso, devem repensar imediatamente sua crença. A bandeira ficou vermelha de ódio com o vazamento do áudio de Jucá, mostrando de forma inequívoca para que vieram os arautos da moralidade e da ética no novo velho governo. Aécio, graças a Gilmar, continua livre. Cunha, graças a forças ocultas, não está preso. Renan acumula mais processos que novos casos de Dengue no país. Fora os demais ministros envolvidos em falcatruas, golpes, corrupção e menções honrosas na Lava Jato de Moro. Não era o PT o problema, são os políticos brasileiros, que insistem em pensar e agir para benefício próprio.  Acordem eleitores do Brasil. A hora de dar o troco chegou: 2/10/16! 

 

RAFAEL MOIA FILHO rmoiaf@uol.com.br

Bauru

 

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FALTA DE OPÇÃO

Triste é o povo que, diante do dilema do “político incompetente corrupto” versus “político competente corrupto”, só lhe resta a segunda escolha, por absoluta falta de outra opção.  Revoltante!

Maria Sofia Schupp masofia@uol.com.br

Itanhaém

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MESÓCLISE DA CORRUPÇÃO

Quem ainda não roubou o erário, roubá-lo-á?

Claudio Janowitzer cjano@terra.com.br

Rio de Janeiro 

    

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DIFERENÇA DE ATITUDE

Demoraram mais de 13 anos para vermos o PT sofrer seu revés. O partido saiu da vitrine para ficar atrás dela.  Mesmo sem holofotes, os petistas prometeram e vão dificultar a vida do governo. Especialistas em apontar o erro dos outros, quando se trata de assumir seus erros, eles chamam de golpistas aqueles que não rezam na sua cartilha. Basta ver o caso Romero Jucá. Flagrado em conversa gravada com Sergio Machado, Jucá não se fez de vítima, não disse que o vazamento foi seletivo e saiu para se explicar. Bastante diferente de Mercadante que foi acusado e a sua chefe empurrou o lixo para baixo do tapete. Com Temer foi diferente. Jucá foi exonerado e o PT vai continuar escondendo Mercadante que foi pego tramando explicitamente contra a Lava Jato? Eis a diferença. Espera-se que o presidente Temer tenha aprendido a lição, não aceitar em seu ministério pessoas investigadas pela Lava Jato. Simples assim.

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com

São Paulo

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CONTAS A AJUSTAR

Eu, como cidadão comum, sem nenhuma filiação partidária e distante de Brasília, sabia há muito tempo que Romero Jucá tinha contas a ajustar com a sociedade. Temer pode dizer que não sabia? Preferiu mantê-lo no seu governo e correr o risco. Agora vai ter de se explicar. E o pior é que está fornecendo munição para o PT.  Uma solução para o caso tem de vir com muita rapidez, para evitar novas encrencas. Todos precisam que o país caminhe para dias melhores. Que a Lava Jato continue!

Alvaro Salvi alvarosalvi@hotmail.com

Santo André

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SÍNDROME DE ESTOCOLMO

Estamos vivendo uma verdadeira Síndrome de Estocolmo, em que o povo, vitimado pela classe política corrupta, não tem outra alternativa senão amar e defender seu algoz, ainda que nos pareça que algo mudou. O Congresso é o mesmo, o fisiologismo é o mesmo, então por que deveríamos acreditar que algo mudou, quando vemos políticos reclamarem cargos e estatais para suas bancadas, em troca de apoio? E assim mesmo, estamos gostando, admirando “as mudanças”, renovando esperanças... é a Síndrome de Estocolmo.    

Michel Polity mpolity@gmail.com

São Paulo

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PARTIDOS DA BOQUINHA

Partidos da boquinha ditam regras para forçar a colocação nos cargos do Executivo, não profissionais competentes, mas “apaniguados”, como sempre foi. Chegam a ameaçar apoio a projetos de interesse do governo e da população em geral, caso sua indicação não se realize. Uma maneira de reagirmos a esse desaforo é não votar nestes partidos de aluguel, verdadeiros aproveitadores que negociam apoio em troca de cargos. Vamos reagir já nas próximas eleições.

José Carlos Alves jcalves@jcalves.net

São Paulo

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DEGRADAÇÃO

Fatos diários mostram a progressiva degradação da classe política brasileira. Talvez tenha ela tido origem nos primórdios da República, quando esta foi articulada por políticos açodados, menos interessados em consolidar uma nação do que se apossar do butim do Império. Mal nascida, nunca atendeu primordialmente ao interesse público, mas sempre favoreceu ambições particulares. No momento atual, ao abrir-se lentamente o sarcófago – Operação Lava Jato –, escancara-se a decomposição e, à medida que surge o cadáver, mais insuportável é o odor. Perplexa, a sociedade procura uma solução e se convence de que está em suas mãos a imposição de um choque radical de ética que só a educação é capaz de produzir no longo prazo. Oxalá o País se mantenha unido e organizado até que tais mudanças ocorram.

Paulo Roberto Gotaç pgotac@gmail.com

Rio de Janeiro

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ESCUDO DOS CONDENADOS

Todos os políticos em conversas por telefone, mensagens, e-mail fazem questão de citar o senador Aécio Neves com insinuações de que ele deve estar preocupado, não dorme, está esperando o japonês da federal e outras idiotices. Essa "precaução" é uma artimanha para desviar o foco das investigações. Se não fosse o senador Aécio, seria qualquer político do PSDB ou da oposição ao PT. A verdade é que os canalhas estão todos lambuzados como porcos em chiqueiro e querem dar um "abraço" no senador do PSDB para deixar sua marca. A Polícia Federal e o Ministério Público devem alertar os investigados de que a menção de um nome, um partido sem a comprovação de culpa deve invalidar a delação premiada. Acabem com essa palhaçada!

Luiz Ress Erdei gzero@zipmail.com.br

São Paulo

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O PROTESTO EM CANNES

Parabéns ao diretor do filme “Aquarius” e a todos os seus atores pelo brilhante prêmio conseguido na França: o de melhores marionetes. Cabe a nós, cidadãos honestos pagadores de impostos, boicotar este filme, que foi produzido com o nosso dinheiro –custo em torno de R$ 4 milhões –, o que, claro, também contribuiu para o absurdo rombo fiscal até agora apurado. Enquanto a nova equipe econômica quebrava a cabeça para encontrar saídas para os estragos feitos pelo antigo governo, o cineasta e sua equipe posavam sorridentes, na França, acusando um suposto “golpe” no Brasil e denegrindo ainda mais a já tão arranhada imagem do País perante o mundo. Saíram de mão abanando... Muito bem feito!

 

José Antonio Braz Sola jose.sola@globomail.com

São Paulo

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AO MÉRITO

E em Cannes, Sonia Braga e a equipe de “Aquarius” ficaram com o prêmio especial: “O Papelão de Ouro”.

 

Edméa Ramos da Silva paulameia@terra.com.br

Santos 

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SEM MOTIVO PARA RECLAMAR

Em Cannes, a Sonia Braga e a equipe de “Aquarius” se manifestaram contra o impeachment de Dilma Rousseff e a então extinção do Ministério da Cultura que passaria acertadamente a integrar o Ministério da Educação. Como essa equipe de artistas aproveitadores dos recursos da cultura pode reclamar, se eles sempre foram beneficiados pela Lei Rouanet e nem sequer têm a cultura para ler e interpretar a Constituição federal? Suas atitudes mesquinhas e mentirosas tentando denegrir a imagem do Brasil no exterior não passam de uma traição à Pátria, atitude de quem está acostumado a viver na boa sob os custos de contribuições de impostos pagos pelos trabalhadores que realmente produzem para o País. E, no momento em que um governo bem intencionado começa a cortar as suas despesas, apenas essa turminha da farra não olha para o rombo monstruoso deixado pelo governo anterior, do PT, com Lula e Dilma? Que Michel Temer vá em frente.

Benone Augusto de Paiva benonepaiva@gmail.com

São Paulo

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A CONTA É NOSSA

O filme “Aquarius”, do PT, ganhou o “Vácuo de Ouro” em Cannes, e nós é que pagamos mais essa palhada.

Francisco José Sidoti fransidoti@gmail.com

São Paulo

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BANDIDOS NO PODER

Ninguém duvida que Michel Temer sabe tratar com bandidos.

Ademir Valezi Valezi valezi@uol.com.br

São Paulo 

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MEDO DE QUÊ?

Michel “treme” com o inconformismo desmedido dos ricos artistas brasileiros que viram minguar a sua “boquinha”, chegando a voltar atrás em sua decisão de fundir o Ministério da Cultura ao da Educação. Permanece inerte contra aqueles que achincalham o País e desafiam o posicionamento consolidado do Supremo Tribunal Federal (STF). Ora, com a falta de atitude, demonstra fraqueza do governo. Temer tem medo de quê?

Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

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TRANSPARÊNCIA NO MINC

 

A polêmica se instalou definitivamente no Ministério da Cultura (MinC), ao que parece menos preocupada com a cultura de fato e mais em relação às polpudas verbas distribuídas indiscriminadamente aos “artistas”. O momento é oportuno para que o governo abra a “caixa preta” desse ministério, publicando mensalmente os incentivos concedidos a cada “artista” e/ou projeto, afinal, o povo sofrido que tudo paga tem de ter acesso à informação de quanto exatamente se gasta com estes “artistas”.

 

Antonio Ferreira Dourado Filho aferreirad@terra.com.br

São Paulo

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IMAGEM ARRANHADA

Ao ceder para um punhado de artistas beneficiados pela Lei Rouanet com a volta do Ministério da Cultura, o presidente interino Michel Temer contrariou, sim, sua declaração de que não tinha medo e muito menos preocupação com sua impopularidade, uma vez que não seria candidato à reeleição em 2018, caso permaneça no governo até lá. Ao voltar atrás e recriar o MinC, nós, o povo, tivemos a certeza de que nada mudou e de que nada mudará, simplesmente trocaram-se as moscas, mas a sujeira e o lixo continuarão como dantes no país dos navegantes.

Arnaldo de Almeida Dotoli arnaldodotoli@uol.com.br

São Paulo

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BOM SENSO

Muito louváveis as expressões neste “Fórum dos Leitores” contra o Ministério da Cultura como algo desprezível. Estes brasileiros parecem não ter noção do patrimônio cultural brasileiro. Além das manifestações, não paira a menor dúvida de que foi de bom senso a volta do ministério, nem que fosse para preservar a obra de Monteiro Lobato. Está tanto na Constituição quanto na Consolidação das Leis do Trabalho que lazer é necessidade básica.

Renato Dias Vieira Braga redvbraga@gmail.com

Juiz de Fora (MG)

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SINCERIDADE?

Acho que foi bom ter separado os Ministérios da Cultura do Ministério da Educação. Explico: a Educação pós-PT também tem problemas seríssimos para resolver. Portanto, se desenroscar do peso morto, ou, pior, do bando de parasitas que querem continuar pendurados no erário, é uma medida providencial. Assim, o Ministério da Educação cuida da importantíssima questão da educação e o Ministério da Cultura cuida da cultura, ou seja, da cultura. Mas da cultura, hein!

Carlos Eduardo Stamato dadostamato@hotmail.com

Bebedouro 

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SEM SAÍDA

O presidente Temer não teve como resistir às investidas dos pseudointelectuais e recriou o MinC. Ora, justamente no momento em que o País precisa enxugar gastos e especialmente quando existem prioridades necessárias e urgentes? Pior: aqueles que pressionaram o governo pela volta do ministério olharam para seus umbigos, só pensaram em si mesmos, nem sequer deram atenção às necessidades prioritárias da população. Vergonhoso! Vergonha dos que se movimentaram para a revisão ministerial e vergonha pela reação do governo!

Henrique Gândara clineurohenrique@uol.com.br 

Ribeirão Preto

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FRAQUEZA

Presidente interino, Michel Temer, recuou e recriou o Ministério da Cultura. Pressão e pedidos de artistas. Quais? Os beneficiados pela Lei Rouanet? Não deveria ter recuado. Para mim, foi um recuo que demonstra franqueza.

Panayotis Poulis ppoulis46@gmail.com

Rio de Janeiro

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AINDA HÁ TEMPO

“Cultura volta a ter pasta própria após recuo de Temer.” Tal recuo fez-me lembrar do velho provérbio, certamente considerado “politicamente incorreto”, porém de profunda e incontestável sabedoria: “Quem o inimigo poupa nas mãos lhe morre”. Se a morte atingisse o presidente interino, seria lamentável, porém seria o esperado e teria pronto reparo institucional. A tragédia é que a morte atinge a República e depois de tão breve início de “convalescença”. Se o inimigo fosse nobre e leal, até que se poderia considerar poupá-lo. Infelizmente, em nosso caso, o inimigo é torpe e não merece perdão. Ainda há tempo de “endurecer”.

Mário Rubens Costa costamar31@terra.com.br

Campinas

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DECEPÇÃO

 

Estou deveras muito decepcionado com Temer em recriar o Ministério da Cultura. É só parar e analisar o que estes “artistas” fazem de bem ao povo ou às instituições beneficentes, qual a grande contribuição que eles trazem, a não ser mamar nas tetas do governo. O dinheiro que se gasta com eles poderia muito bem ser usado na saúde ou realmente na cultura, que está em declínio. A educação está um caos total, não existe respeito aos professores e, se estes resolvem chamar a atenção dos alunos, são repreendidos. Além, é claro, do baixo salário que recebem para aturar os “anjinhos”, que usam e abusam de péssima linguagem, falta de respeito, além da truculência, etc. Acho que para tomar algumas atitudes precisa (como disse Fernando Collor) ter “aquilo roxo”, e, pelo modo como está procedendo, Temer está devendo.

José Fernandez Rodriguez rodriguez1941@gmail.com

Santos

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INTRANSIGÊNCIA RECOMPENSADA

Temos de ter paciência com o governo que começa. Mas esta de se curvar aos artistoides apoiados por menos de 10% da população foi um sinal de fraqueza. Os 90% que clamam pelo fim de todas as boquinhas ficaram, de novo, a ver navios. Precisamos de um comandante firme no leme.

 

Julio Cruz Lima Neto Julio.CruzLima@plastekgroup.com

São Paulo

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VAIAS

Nota zero para os artistas que “lutaram” pela manutenção do status de ministério para a Cultura, não aceitando que retornasse a ser o que sempre foi: parte do Ministério da Educação. Não existe cultura sem educação. Uma vaia para quem só cuida do seu próprio nariz.

Jair Nisio jair@smartwood.com.br

Curitiba

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GÁS PARA PROSSEGUIR

Se a eliminação do MinC foi um erro, a sua recriação foi um erro ainda maior. Esse pessoal que esperneou na última semana não acredita estar perseguindo uma causa justa. Eles estão simplesmente buscando o “status quo” anterior, e, portanto, ganharam gás para prosseguir.

Oscar Thompson OscarThompson@hotmail.com

Santana de Parnaíba

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O QUE DIZ O ‘LIVRINHO’

Temer pode não ter acertado ao ceder à vontade arrogante dos artistas mal acostumados a privilégios absurdos ante as necessidades básicas de tantos milhões, mas está tentando acertar, sabemos todos. Precisamos é mostrar a estes militantes inconformados, seja porque perderam suas boquinhas, seja porque são manipulados, que milhões se manifestaram nas ruas pedindo o afastamento daquela que levou nosso país a nocaute, mas que insiste, apesar do imenso sofrimento que está causando aos brasileiros, em perturbar a nossa difícil caminhada em direção à recuperação com o mantra de que o seu afastamento foi “golpe”. Ela sabe que está mentindo, mas isso não lhe importa. Será que precisaremos sair às ruas novamente, aos milhões, para mostrar a estes grupos e ao mundo que, com Temer errando ou acertando, continuamos querendo Dilma afastada da Presidência da República, até porque demonstra tão pouco apreço e amor a nossa pátria? Tampouco queremos novas eleições agora, pois não foi para isso que fomos às ruas. Queremos tão somente que a Constituição seja observada e que Dilma nunca mais volte a nos atormentar, porque os estragos que fez, as irregularidades que cometeu, além da roubalheira, da incompetência e da soberba como se monarca fosse já provaram que esta senhora não apresenta a menor condição intelectual, moral e ética para governar o Brasil. Saiba ela que não somos uma Venezuela e nem queremos ser. Para nós, brasileiros, o que vale é o que está escrito no “livrinho”. Será que dá para entender? 

Eliana França Leme efleme@gmail.com

São Paulo

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DIFERENÇA

Mas que diferença. Até que enfim um presidente falando de improviso de forma correta e clara. A propósito, uma pessoa que tem dificuldade para falar, misturando galhos com bugalhos e não encontrando palavras certas quando precisa se expressar por acaso não seria reprovada numa entrevista para qualquer cargo? Pois bem, essa senhora inventada por Lula e perita nesse assunto, conseguiu ser presidente do Brasil? Quiseram democratizar até isso. O estrago que ela nos causou e ao País explica tudo.

Miguel Pellicciari mptengci@uol.com.br

Jundiaí

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A ANAC E AS PRIORIDADES

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) extinguiu as prioridades legais por deficiência ou idade consistentes em ocupação dos primeiros assentos dos aviões, que passaram a ser remunerados com preços superiores aos demais. Assim caminha a humanidade brasileira, “bem ciente” de que igualdade é cuidar desigualmente dos desiguais e dos objetivos da República brasileira, contemplados, de modo até pleonástico, no artigo 3.º de nossa Constituição federal. E, visto que temos lei sobre o tema, a agência se esquece do princípio da legalidade, encontrado no artigo 37, “caput”, da Lei Maior. 

 

Amadeu R. Garrido de Paula amadeugarridoadv@uol.com.br

São Paulo

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ARNALDO MALHEIROS FILHO

É com tristeza que vemos mais um ícone da advocacia criminal nos deixar! Que sua memória siga viva no meio profissional, sobretudo como exemplo de honradez, ética e refinada técnica!

David Rechulski

São Paulo

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‘ADVOGADO DOS ADVOGADOS’

Certo dia, o advogado Paulo José da Costa Jr. defendendo seu cliente foi expulso de uma audiência por um juiz. Voz de prisão por ambos os lados, do juiz por desacato, do advogado por abuso de autoridade. Em defesa de nossas prerrogativas, coube à OAB defender seu advogado e, por ironia do destino, coube a Arnaldo Malheiros Filho a defesa de meu amado pai. Passadas duas décadas, relembrei meu amigo Arnaldo deste episódio e para meu espanto e alegria narrou o caso com riqueza de detalhes, discutindo as teses defensivas dizendo: "Defendi com satisfação a advocacia, representada neste ato por meu querido professor". Este era Arnaldo Malheiros Filho um advogado dos advogados...

Fernando José da Costa

São Paulo

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EXEMPLO

Ao longo dos últimos vinte anos, tive o privilégio da convivência profissional e pessoal com Arnaldo Malheiros. Pude contar com seu suporte e com os seus aconselhamentos de casos superimportantes aos mais simples. Sua maneira de se expressar me estimulou diversas vezes a convidá-lo para dar aulas na Casa do Saber. A agenda pesada foi sempre um empecilho. Mas isso não impediu que aceitasse a missão de escrever uma das histórias da obra Grandes Crimes. Seus ensinamentos permanecerão conosco. Sentimentos à família. 

Pierre Moreau

São Paulo

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