Fórum dos Leitores

ESTATAIS

O Estado de S.Paulo

16 Junho 2016 | 03h00

Indicações políticas

O projeto que barraria indicações políticas nas estatais foi esvaziado por um acordo entre o próprio proponente, o governo, e a Câmara dos Deputados. Era bom demais para ser verdade. Pelo projeto original, a direção das empresas estatais seria finalmente entregue a administradores profissionais. Então veio a dura realidade, mostrando que a corrupção está profundamente fincada nas raízes do Estado brasileiro: o trecho que vedava as indicações políticas foi suprimido do texto. Na fila para ocupar presidências, diretorias e gerências das estatais estão novos corruptos, a serem indicados pelos “partidos”, que são meros conglomerados de gente com propósitos idênticos, sem nenhuma proposta filosófica. Por exemplo, a Transpetro, que no momento é dirigida por um profissional competente, apolítico, com brilhante carreira na BR Distribuidora e na Liquigás, com ótima bagagem cultural, corre o risco de ser entregue a outro boquirroto do tipo de Sérgio Machado, em troca de sabe-se lá o quê. Cada dia fica mais difícil de acreditar que um dia o Brasil possa se livrar não só da miséria de recursos, mas também da miséria moral.

NESTOR RODRIGUES P. FILHO

rodrigues-nestor@ig.com.br

São Paulo

As quadrilhas voltarão

Infelizmente, o projeto que impedia nomeações políticas nas estatais foi esvaziado e logo aprovado na Câmara. As quadrilhas estão se rearticulando, o que permitirá que os assaltos se multipliquem e as crises se tornem mais próximas. As representações da sociedade civil (sindicatos, associações de profissionais e empresários, associações de empresas, organizações religiosas, etc.) se articularão para evitar essa calamidade para o País ou continuarão cúmplices?

DARCY ANDRADE DE ALMEIDA

dalmeida1@uol.com.br

São Paulo

Temer e o Congresso

Foi com frustração que soubemos que o projeto para limitar os gastos públicos já chega ao Congresso Nacional sem boa parte das medidas mais duras propostas pelo Ministério da Fazenda. E, para deixar-nos ainda mais em dúvida quanto às condições de Michel Temer de mudar o modus operandi anterior da Presidência, o trecho do projeto que barrava indicações políticas nas estatais foi excluído do projeto original. Sinceramente, se continuar nesse ritmo, vamos demorar mais que o esperado para sairmos do buraco.

LUIZ ROBERTO SAVOLDELLI

savoldelli@uol.com.br

São Bernardo do Campo

EDUARDO CUNHA

Derrota importante

Apesar das manipulações de algumas direções partidárias que chegaram ao desplante de trocar parlamentares na Comissão de Ética da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) sofreu uma derrota importante: o relatório que pede a cassação do seu mandato foi aprovado. Foram 11 votos a 9. Espera-se, agora, que não haja jogadas e tentativas de manipulações até a votação em plenário. E que Cunha seja cassado pelos erros que cometeu.

URIEL VILLAS BOAS

urielvillasboas@yahoo.com.br

Santos

PREFEITURA DE SP

Haddad higienista

Quando Geraldo Alckmin quis implantar um programa de internação compulsória para dependentes químicos no centro velho de São Paulo, garantindo-lhes tratamento, o prefeito Fernando Haddad e suas hostes trataram logo de carimbar o termo “higienista” no governador de São Paulo, como se este, médico que é, com sua medida, estivesse apenas tirando um monte de sujeira do meio da sala. Haddad, então, implantou o seu plano humanitário (programa De Braços Abertos), o que sabe fazer de melhor: àqueles drogados que pegassem numa vassoura para trabalharem como garis o prefeito pagou hospedagem em pequenos hotéis do centro, para que saíssem das ruas. O resultado, é claro, foi que o dinheiro da diária foi gasto em mais drogas, a vassoura dos garis sumiu, os traficantes se instalaram nos hotéis e os drogados continuaram nas ruas – e hoje tudo voltou a ser pior do que antes, um furdunço à moda do PT. Agora, o magnânimo prefeito, em meio à pior onda de frio no Sudeste, manda sua Guarda Civil Metropolitana (GCM) visitar as ruas e praças de São Paulo com uma missão. Oferecer aos moradores de rua sopa quente? Cobertores? Não, apenas retirar da população de rua seus colchões e papelões, para evitar a “refavelização” das praças da cidade. Por que não direcionou, antes, essa gente para lugares seguros, sabendo que o inverno já batia na porta? Se isso não é higienização executada com requintes de crueldade, então é puro sadismo!

MARA MONTEZUMA ASSAF

montezuma.scriba@gmail.com

São Paulo

PLANOS DE SAÚDE

Reajuste acima da inflação

Planos de saúde coletivos têm estabelecido, há muito tempo, aumentos anuais sempre muito superiores aos controlados pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), fundamentados em acordos entre as empresas de seguro e as entidades coletivas, intermediadas por corretores ou empresas de corretagem. Tais “acordos”, porém, não admitem nenhuma interferência ou participação dos segurados, a quem os aumentos – estratosféricos, em face da inflação vigente – são impostos sem discussão ou explicação. É lamentável notar a total ausência governamental neste caso e também o significante desinteresse da mídia em geral por este processo, que atinge principalmente os mais idosos, que frequentemente são obrigados a abandonar os planos de saúde, depois de longos anos de contribuição, que propiciaram a essas entidades abundantes lucros. Até quando esse absurdo persistirá?

VICENTE A. V. GIRARDI

girardi@usp.br

São Paulo

Indignação

Estou indignado, para não dizer outra coisa, com o índice de reajuste concedido aos planos de saúde em 2016 e em anos anteriores. De 2012 a 2016, o governo autorizou 67,06% de reajuste aos planos – enquanto, para as aposentadorias, somente 40,51% (29,46%, ante 18,21% nos últimos dois anos). Todos sabem da importância do custo dos planos de saúde e do custo de medicamentos para as pessoas mais idosas, o quanto essas despesas pesam no nosso orçamento, já que não podemos contar com o Sistema Único de Saúde (SUS) se quisermos ter alguma qualidade e segurança no atendimento médico. Não consigo entender o critério adotado para calcular esses dois reajustes e como chegam a índices tão diferentes. Seria essa a maneira de resolver o problema da Previdência Social? Matando seus segurados? Deixo, aqui, meu protesto e minha indignação.

MIGUEL PAULO CACCESE

mpcaccese@yahoo.com.br

São Paulo

 

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

ÉTICA SEM ÉTICA

A reunião do Conselho de Ética para o julgamento do relatório para cassação do deputado Eduardo Cunha,  transmitido ao vivo pela TV Senado, foi protagonizada pela troca de cortesia, empurrões, dedo em riste. E   pelos adjetivos  ali usados entre os deputados (vagabundo, safado, ladrão,  cala a boca, bandido) fica  claro que o  ex-presidente Lula, ao dizer que a Câmara dos Deputados era composta por 500 picaretas, tinha plena razão. Que vergonha para o povo brasileiro ser representado na sua grande maioria pela escória.

Arnaldo Luiz de Oliveira  arluolf@hotmail.com

Itapeva

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IMPUNIDADE X IMUNIDADE

Assim como alhos não são bugalhos, não se pode  nem se deve confundir imunidade parlamentar com impunidade parlamentar. Uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa.

J.S. Decol jsdecoljs@gmail.com

São Paulo

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WLADIMIR ROUBOU A CENA 

A deputada federal Tia Eron, ilustre desconhecida no País e  que  há dias curtia seus 15 minutos de fama,   esperou até o penúltimo instante para teatralmente votar a favor da cassação de Cunha. Mas o último instante coube ao deputado Wladimir Costa que, sentindo que o barco afundava, resolveu virar a casaca e roubou a cena. Amanhã ninguém mais se lembrará deles. 

Laércio Zanin spettro@uol.com.br

Garça  

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CUNHA E O PODER

 

O Planalto e o Centrão não mais apoiarão Eduardo Cunha (PMDB-RJ), presidente da Câmara dos Deputados afastado pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Por sua vez, Cunha diz que cairá, mas atirando. Certamente ele trará implicações para muitos do Centrão e do Planalto. Relembrando Aloysio Nunes, líder do governo no Senado: “Temer tem legitimidade, mas não possui autoridade política”, necessitando, pois, manter-se longe de implicações políticas duvidosas, como as que se referem a Eduardo Cunha. Aliás, é o próprio Temer que assevera estar no rumo certo. Pelo menos, até agora.

 

José Carlos de Carvalho Carneiro carneirojc@ig.com.br

Rio Claro

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CÂMARA DE JOELHOS

 

É vergonhoso para todos os brasileiros íntegros ver a maioria dos deputados federais de joelhos ante Eduardo Cunha. As justificativas desse senhor para o dinheiro, até então escondido, é um acinte à inteligência do povo. É inaceitável a solidariedade do tal "Centrão", com esse cínico e comprovado usurpador do dinheiro público, via propinas. Esses legisladores (sic), inclusive os integrantes da Comissão de Ética, enganam-se ao acreditar que seus eleitores desconhecem essa proteção repugnante, verdadeira aberração às funções para a qual foram eleitos. As façanhas malcheirosas desse senhor estão nos jornais e TVs do País inteiro, diuturnamente. Podem aguardar a reação popular no voto.

 

Honyldo Roberto Pereira Pinto honyldo@gmail.com

Ribeirão Preto

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INTERCEPTAÇÃO TELEFÔNICA 

O ministro Teori Zavascki decidiu por anular o registro da conversa telefônica na qual a presidente da República afastada telefona ao ex-presidente da República, para que ele aguardasse o termo de posse que estava lhe enviando pelo "Bessias", para que o usasse se necessário. Ainda que essa gravação não possa ser utilizada em eventual acusação por obstrução de Justiça, o fato é que a decisão por retirar o ex-presidente do foro de primeira Instância, em Curitiba, é corroborada por outras conversas captadas, mas não anuladas. A tudo isso se acrescente a "explicação" de que a então presidente da República em exercício, antes da cerimônia de posse de Lula na Casa Civil, ao vivo e em cores, em rede nacional, brandia uma folha, o termo de posse só assinado por Lula. Ou seja, ela tentou dar uma versão àquela conversa interceptada e retirada como meio de prova. Vale dizer: ela não negou o fato da conversa que o Brasil inteiro tomou conhecimento. Só tentou dar alguma aparência de regularidade, o que, a toda evidência, não convenceu nenhuma pessoa dotada de um mínimo de inteligência. E demonstra ainda que nenhum juiz, nem do STF, pode apagar e/ou negar a verdade.

Ana Lúcia Amaral anamaral@uol.com.br

São Paulo

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CONVERSAS DE BOTEQUIM

Vendaval de corrupção que imunda este país à parte – permito-me falar das conversas havidas entre os maiores mandatários desse País e exibidos nos  canais de televisão.  É estarrecedor o nível intelectual e as conversas gravadas cheias de palavrões. Os assuntos de interesse do País são tratados com o maior desprezo, sempre procurando se safar das responsabilidades judiciais que lhes são imputadas. Parece conversa de bêbados em botequim, quando já no delírio da cachaça. O Brasil precisa de homens melhores no seu comando. É simplesmente inacreditável!

Labibi João Atihe labibi.atihe@atihe.com.br

São Paulo

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ATÉ QUANDO?

Até quando Ricardo Lewandowski pretende contrariar as evidências jurídicas e a opinião pública brasileira só para defender Dilma Rousseff?

Luíz Frid luiz.frid@globomail.com

São Paulo

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ADEUS AO CONFORTO

O ministro do Supremo Tribunal Federal, Teori Zavascki, passou às mãos do juiz Sérgio Moro, as investigações que envolvem o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A carceragem da Polícia Federal em Curitiba é bem diferente do seu sítio em Atibaia ou do tríplex, em Guarujá. A família Silva sentirá saudades da Serra da Mantiqueira, cujo encantador cenário incentiva passeios de pedalinho no lago do sítio. 

José Carlos Saraiva da Costa jcsdc@uol.com.br

Belo Horizonte

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ESCUTA ANULADA

João está preso acusado de um crime. Maria liga para Pedro, que está com o telefone grampeado, e oferece ajuda para que este não seja preso por ser o verdadeiro assassino. Como essa escuta ocorreu após o final legal da autorização judicial do grampo, o juiz anula a prova é mantém o inocente, João, na cadeia e o assassino, Pedro, solto. É com entendimento similar a essa narrativa criada que agiu o ministro Teori Zavaski, no caso do telefonema grampeado entre Lula e Dilma. Se Moro extrapolou sua competência por questão de pouco mais de 2 horas, que seja advertido, mas o crime revelado logicamente deve ser punido.

Abel Rodrigues abel@knn.com.br

Rio de Janeiro 

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NOVA ELEIÇÃO

Virou modismo propor novas eleições presidenciais, como se fosse algo banal. Portanto, é digno e necessário lembrar as palavras do jornalista Henry Mencken: "Para cada problema complexo, há sempre uma solução que é simples, elegante e errada”.

Mario Cobucci Junior maritocobucci@gmail.co

São Paulo

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STF ANULA ESCUTA DE DILMA 

Será que a escuta de Dilma ainda será objeto de análise pelo STF?

  

Robert Haller robelisa1@terra.com.br

São Paulo 

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FECHANDO O CERCO

Conforme noticiado, o ministro do STF, Teori Zavascki,  determinou a remessa das investigações do ex-presidente Lula para o juiz Sérgio Moro, em Curitiba. Pelo andar da carruagem  o cerco sobre o ‘mais honesto do País’ está se fechando.  Quanto à anulação das escutas  telefônicas  de Lula e Dilma, não tem muita relevância, pois  o importante mesmo  é que os brasileiros ficaram sabendo das artimanhas  nos corredores do Planalto. Em suma, o poder é  fascinante e embriagante e, em farsa,  a grande maioria dos políticos brasileiros, em especial os petistas, são mestres.

Edgard Gobbi edgardgobbi@gmail.com

Campinas  

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PRISÃO IMINENTE

Teori Zavascki colocou Lula na linha de fogo da Lava-Jato. O ex-presidente está acuado e se comportando como uma fera num canto sem saída. Lula está vociferando palavras desconexas, em um visível momento de desespero diante da iminente prisão. A obstrução de investigação pelo mesmo motivo pelo qual foi nomeado ministro pela presidente afastada, acrescentado pelas questões do apartamento de Guarujá e do sítio de Atibaia são alguns dos fatos que levarão o ex-presidente ao cárcere. Assim como Dilma, Lula cometeu alguns erros fatais; segundo sua própria palavra ao ex-presidente Sarney, um dos seus erros foi indicar a presidente afastada para ser chefe do Poder Executivo após o final de seu mandato.

Mário Negrão Borgonovi marionegrao.borgonovi@gmail.com

Rio de Janeiro 

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O RETORNO DE DILMA

Dilma quer porque quer reconquistar o poder. Com certeza pretende continuar a cavar o poço em que ela nos meteu. Alguém tem de dizer à Dilma que cavar um poço para chegar ao Japão é uma fantasia da criançada!

José Alcides Muller josealcidesmuller@hotmail.com

Avaré

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EVIDÊNCIAS

Se o sr. Janot aplicar a obrigatória equidade, tanto a afastada quanto o sr. Mercadante seriam denunciados por evidente obstrução à Justiça.

André Frohnknecht caxumba888@gmail.com

São Paulo

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COMISSÃO DE IMPEACHMENT

Nas reuniões da Comissão, dilmolullopetistas usam questões de ordem como pretexto para a desordem...

Ademir Fernandes standyball@hotmail.com

São Paulo

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A PRÁXIS DO PT

A ética e a boa-fé são incompatíveis com a práxis do PT.

Eugênio José Alati eugeniojalati@gmail.com

Campinas 

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VOLTAR PARA QUÊ?

Aos que conclamam a volta da Dilma Rousseff e o PT ao poder: para não fazer exatamente o quê?

Omar El Seoud elseoud.usp@gmail.com

São Paulo

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INFÂMIA

A nova proposta, infame e mentirosa de Dillma é para que ela volte ao poder, para propor novas eleições. Seria cômico, se não fosse ridícula a ideia. Por que alguém que está afastada voltaria ao governo para propor novas eleições para a sua própria saída? Continua com a maior cara de pau!   

Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

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TEFLON LULA

Nosso "Don Teflon" de Garanhuns em breve desfrutará do agradável e convidativo inverno curitibano. 

Ricardo Martins rctmartins@gmail.com

São Paulo

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MORADORES DE RUA

É revoltante a ausência de apoio aos moradores de rua, que podem apenas contar com a solidariedade da população, já que a opção pelos albergues chega a ser humilhante, porque ignora totalmente o sofrimento dessas pessoas expostas a temperaturas que justificam a decretação de "estado de alerta". Claro que elaborar decretos é bem mais fácil do que exercitar o sentimento de compaixão e respeito, providenciando, isto sim, albergues dignos desse nome, não simulacros de presídios, onde, às 6 horas de uma manhã de inverno rigoroso pessoas muitas vezes doentes ou enfraquecidas pela fome são obrigadas a voltar para as ruas. É urgente que se mude o formato dessas instituições, tendo como modelo locais onde realmente as pessoas possam se sentir acolhidas e respeitadas, com o devido encaminhamento aos hospitais quando se fizer necessário. Alguns moradores de rua, num exemplo que deveria ser seguido por todos, não se separam de seus animais, e aqui fica a pergunta de uma cidadã contribuinte: o que foi feito com o albergue que colocava à disposição espaços para os animais de estimação dessas pessoas para poder acolhê-las também e não puni-las por cuidar de seus animais? Foi a única tentativa de humanização desses locais, com um olhar para cada um desses seres e suas reais necessidades. Quanto ao argumento ridículo do cuidado para com as praças, é claro que isso é importante, mas ninguém pensou nisso quando fechou a Avenida Paulista e a transformou num camelódromo nem tampouco quando os "bailes funk", que de bailes nada têm, simplesmente invadiram a cidade, inclusive em bairros residenciais, onde moram pessoas que trabalham e precisam descansar.

Vera Bertolucci veravailati@uol.com.br

São Paulo

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INCOERÊNCIA TOTAL

Simplesmente desumana, incoerente, além de inacreditável, a atitude da Guarda Civil Metropolitana (GCM) ao retirar colchões, papelão e jornais dos moradores de rua, sob a alegação ridícula e esdrúxula de que é para evitar "privatização" de espaços públicos. Parabéns, Fernando Haddad, seu conceito perante a opinião pública, que já era ruim, agora ficou péssima. Enquanto essas pessoas morrem nas ruas de frio, o senhor e sua distinta família estão deitados confortavelmente em berço esplêndido e superaquecidos, né não? 

Ângelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

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DECADÊNCIA GERAL

Perdendo na economia e nas finanças. Perdendo no futebol. Perdendo na diplomacia. Políticos e governantes sujando a imagem do Brasil. A moçada brasileira no exterior tem de reagir! 

Jota Alves odiadobrasiljny@gmail.com

São Paulo

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‘BOM’ SERVIÇO

Dunga foi demitido pelos bons serviços prestados aos adversários.

 

Cláudio Moschella arquiteto@claudiomoschella.net

São Paulo

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DÚVIDAS

Porque a seleção brasileira de futebol é sempre composta pelos melhores jogadores do País, porque treina todos os dias sempre em bons espaços e sempre se hospeda nos melhores hotéis, tem boa alimentação instruída sempre por bons nutricionistas, boa equipe médica, comissão técnica composta pelos melhores profissionais... Pergunto: pra que serviu toda essa cara estrutura, se na Copa América somente venceu o fraco Haiti?  Quem me responde essas questões?   

Arcangelo Sforcin arcangelosforcin@gmail.com

São Paulo

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SELEÇÃO BRASILEIRA

 

Para a seleção brasileira, 7 x 1 na Copa do Mundo, Copa América ou, por analogia, em futuras competições, é uma triste sina. O placar de 7 x 1 seja contra ou a favor nos causa espanto e dissabor – é o nosso carma.

Humberto Schuwartz Soares hs-soares@uol.com.br

São Paulo

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