Fórum dos leitores

RIO DE JANEIRO

O Estado de S.Paulo

20 Junho 2016 | 03h00

Calamidade pública

O “estado de calamidade pública no âmbito da administração financeira” no Rio de Janeiro – decretado pelo governador em exercício Francisco Dornelles – vem da combinação de políticos corruptos com eleitores inconsequentes. Nada mais do que isso.

VICTOR MEYERFREUND 

victor@meyerfreund.com

São Paulo

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CRISE ECONÔMICA

Desmonte

A presidente afastada Dilma Rousseff, questionada a respeito do projeto, diga-se, corajoso de Michel Temer que fixa um teto-limite para gastos do governo pela inflação do ano anterior, respondeu: “Estão desmontando tudo e tentando esconder que deram um golpe”. Realmente, no quesito “desmontar” ela tem razão, porque, do jeito que a gestão de Dilma deixou a economia do Brasil, na mais grave das recessões da nossa história, o interino presidente Temer faz muito bem não somente em desmontar, mas em jogar no lixo a mediocridade das ações de Dilma Rousseff. E, quanto ao golpe, o Brasil inteiro sabe quem o deu, basta olhar para os 11,4 milhões de desempregados...

PAULO PANOSSIAN

paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

Fechado para balanço

Com a fixação do teto para gastos públicos, o governo está produzindo um dos mais importantes projetos para tirar o País do buraco. O simples princípio de não gastar mais do que se ganha ou arrecada é o grande ponto. Michel Temer e sua equipe precisam aproveitar este período de provisoriedade para adotar medidas que estanquem o desequilíbrio das contas e redirecionem a máquina pública para a indução do desenvolvimento. O corte das hordas de cabos eleitorais nos órgãos públicos, o fim do sustento de ativistas apoiadores travestidos de movimentos sociais, classistas ou sindicais e de outros vícios cristalizados ao longo dos anos é fundamental. Para fazer política existem os partidos. Bancos e empresas estatais precisam se abster de patrocinar congressos, eventos esportivos, reuniões ou ativismos que estejam fora de suas finalidades. Todos os vícios, malícias e exageros criados nas últimas décadas têm de ser revistos. Governos, governantes e instituições têm de viver a realidade econômica da simples aritmética. E o Brasil, apesar de não poder parar, ao menos enquanto aguarda o desfecho do impeachment, precisa ser tratado como uma empresa fechada para balanço.

DIRCEU CARDOSO GONÇALVES

aspomilpm@terra.com.br

São Paulo 

Arrocho

O ministro Henrique Meirelles quer evitar que as despesas com aposentarias e pensões obriguem o arrocho em outras áreas. Sugestão: arrochar os faraônicos ganhos do funcionalismo público; faraônicos, se comparados aos da iniciativa privada, entenda-se.

GUSTAVO GUIMARÃES DA VEIGA

ggveiga@outlook.com

São Paulo

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CRISE POLÍTICA

Não às eleições! 

A delação do ex-presidente da Transpetro preso na Operação Lava Jato, Sérgio Machado, que atingiu em cheio vários partidos políticos e lideranças, serviu como estopim para aquecer o debate acerca de novas eleições gerais. Sem entrar no mérito da veracidade e da consistência das informações apresentadas por Machado, torna-se urgente atentar para o risco que uma solução inconstitucional como esta representa para o País. Além do evidente desrespeito à Carta Magna, o risco de personalidades messiânicas ganharem voz em meio a tamanha crise é iminente – seja à extrema esquerda ou extrema direita. Ademais, uma vez proibidas as doações de pessoas jurídicas, de onde viria a verba para bancar as campanhas? Do Tesouro, já tão deficitário? Neste caso, o caixa 2 é um fator premeditado. Rechaçar novas eleições não significa, necessariamente, contentar-se com o sistema que aí está ou mesmo defender a impunidade. É um gesto de sensatez para, a partir dele, pressionar uma agenda (política e econômica) reformista em Brasília: voto distrital, cláusula de barreira, Lei de Responsabilidade das Estatais, teto para os gastos públicos, reformas previdenciária, trabalhista e tributária, entre outros temas. O momento exige cautela, pois a mudança que se deseja não virá de uma só vez, tem de ser construída aos poucos. E, é claro, a Justiça continuará recebendo total apoio da sociedade civil para punir quem deva.

ELIAS MENEZES

elias.natal@hotmail.com

Nepomuceno (MG)

Menos ruim

Engana-se quem acredita que eleições presidenciais imediatas seriam a saída mágica para dar legitimidade a um novo governo. A Operação Lava Jato está longe de terminar e é bem possível que surjam novas denúncias e novos protagonistas inviabilizando eventuais candidaturas, o que desestabilizaria ainda mais o País. A alternativa para o Brasil neste momento não é o que há de melhor, mas o que é menos ruim.

LUCIANO HARARY

lharary@hotmail.com

São Paulo

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OPERAÇÃO LAVA JATO

A vez de Eduardo Cunha? 

A delação de Sérgio Machado pode ter sido, entre todas, a que envolveu maior número de pessoas – 25 políticos de 7 partidos. Mas, se o deputado afastado Eduardo Cunha for preso (esperamos) e resolva delatar, é possível que falte espaço para listar nomes neste emaranhado de ladrões que se locupletaram por décadas com o dinheiro público.

MARCOS BARBOSA

micabarbosa@gmail.com

Casa Branca

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PAPUDA PLAZA

Depois do périplo milionário dissipando o dinheiro roubado do pobre povo brasileiro – e de suas crianças doentes, lembre-se –, esperamos que Eduardo Cunha e companhia apreciem as instalações do Papuda Plaza, que os aguarda.

THARSIS SILVEIRA BARROS

tharsissilveira@bol.com.br

Araçariguama

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LULA E DILMA

Toda a sujeira que o muy amigo Sérgio Machado está jogando no ventilador não atingiu ainda os principais responsáveis por toda esta podridão: Lula e Dilma. Aí está algo que a Lava Jato precisa esclarecer. Com a palavra, o juiz Sérgio Moro.

OLAVO FORTES C. RODRIGUES

olavo_terceiro@hotmail.com

São Paulo

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CIRCUNLÓQUIO

O Brasil não pode ser resumido à Operação Lava Jato. Há temas maiores e mais importantes e todos nós precisamos sair desse circunlóquio.

FÁBIO SIQUEIRA

fabio.comendador@gmail.com

Uberaba (MG)

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DÍVIDAS PÚBLICAS

Os aposentados que recebem pelo INSS só o fazem por tempo de serviço, invalidez ou pensão, e os valores nunca são correspondentes a contribuição durante várias décadas. No serviço público, seja na esfera federal, estadual ou municipal, as regras são outras, o salario do aposentado corresponde ao salário de um funcionário da ativa. Na esfera federal, principalmente nos Três Poderes, o que recebem pode realmente ser chamado de “benefício” “ou um presente vitalício”, é a bigorna de centenas de toneladas presa aos pés do Brasil. A única preocupação é com as aposentadorias da população.  Nunca se cogitou em nenhum instante a redução da aposentadoria do funcionalismo público, pois são direitos adquiridos. Pergunto: nós, brasileiros, pagantes de todos os tipos de impostos e taxas, que sustentamos esta máquina enferrujada, pesada, obsoleta não temos direito a nada? Ou só temos direito a não ter direito algum, obrigados a ficar de boca fechada e assistir os gastos bilionários com o Palácio da Alvorada, Palácio do Planalto, Esplanada dos Ministérios Câmara dos Deputados e Senado federal?  Não queremos um país rico, pois um país não existe para dar lucro, mas para aplicar o que arrecada em melhorias para a população, no caso do Brasil, o "prejuízo" deste ano será de R$ 170 bilhões, com pagamento de juros de aproximadamente R$ 300 bilhões. O Brasil não pode é afundar nesta dívida impagável. Até quando os filhos da pátria nascerão devendo e sem saúde, educação e segurança? Com a qualidade de nossos políticos, nunca seremos um país emergente, estamos com as amarras firmes no subdesenvolvimento.

Luiz Ress Erdei  gzero@zipmail.com.br

São Paulo

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CRISE ECONÔMICA

A grande crise na economia brasileira como um todo é de tal magnitude, que deixa todos inseguros. Uma das consequências mais sentidas de tal dura realidade é alto nível de desemprego. A correção desse engessamento econômico é tarefa de nossas lideranças governamentais e do setor privado, que devem operacionalizar as ditas reformas estruturantes, como a que está sendo anunciada na Previdência, tomando-se, porém, o cuidado de não  onerar apenas a classe trabalhadora, posto que, se isso for feito, poderemos ter agravada e muito a atual crise, com sérios prejuízos à Nação como um todo.

José de Anchieta Nobre de Almeida josedalmeida@globo.com

Rio de Janeiro

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PLANEJAMENTO

Discutir Previdência com tantos ladrões soltos? Não dá, não é colega?

Antes, prendam os ladrões e recuperem ao máximo o dinheiro roubado. Cumpram os contratos de aposentadorias assinados e garantam o Estado de Direito. Muito do déficit foi roubado e também foram inclusos beneficiários que não contribuíram, misturaram Previdência com ação social, fazendo gracinha com dinheiro alheio. Planejem o futuro conforme novos desenhos, mas com todos os ladrões enjaulados. Separando uma coisa de outra coisa.

Nelson Pereira Bizerra nepebizerra@hotmail.com

São Paulo

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GOVERNOS E GOVERNOS

A diferença entre os governos do PT, de Lula e Dilma, a o do interino Michel Temer é colossal. Podemos confrontar essas diferenças desde a qualidade da formação dos Ministérios, de propostas sérias de governo, até em relação à demissão sumária de ministros ou colaboradores alcançados por denúncias de ilícitos praticados.  Já que, para Lula e Dilma demitir um ministro era um parto federal e somente ocorria com a forte divulgação da imprensa e com a pressão popular...  Já Temer, ao nomear seu ministério, deixou bem claro a seus indicados que, se envolvidos em graves denúncias, estes seriam demitidos.  E neste início do governo interino já foram três os casos que confirmam a prevalência da ética.  Isso sem falar do apoio explícito de Michel Temer (jamais ocorrido com a Dilma) ao ultra necessário ajuste fiscal, para o qual formou uma notável equipe econômica para cumprir esta dura tarefa!    E, para encerrar, diferentemente de Lula e Dilma, que, quando surgia uma denúncia, se escondiam nos porões do Planalto, Michel Temer, horas depois de ser citado também pelo delator Sérgio Machado de que intermediou verbas ilícitas para campanha de Gabriel Chalita, de forma republicana veio a público e, de forma objetiva, não se furtou a responder à sociedade que representa como presidente da República.  E longe da demagogia petista, não utilizou o horário nobre da TV para esse pronunciamento, já que custa muito para o bolso do contribuinte. E Dilma somente abandonou essa orgia, depois do surgimento dos panelaços...

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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EXPORTAÇÕES E VALOR AGREGADO

Embora alguns itens de exportação estejam em alta por questões cambiais, urge aumentar o valor agregado de nossas mercadorias, pois não podemos basear nossa economia apenas em "commodities", como minérios e grãos. Veja-se o exemplo do café: O Estadão nos revela que o preço em Londres para julho próximo está cotado a US$ 1.697 a tonelada, que daria aproximadamente R$ 5.969, portanto R$ 5,96 o kg. Ao comprar o café em cápsulas, importado por uma multinacional, pagamos R$ 400 reais o quilo (aproximadamente R$ 2 por cinco gramas), ou seja, 67 vezes mais!

Níveo Aurélio Villa niveoavilla@terra.com.br

Atibaia

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SOBROU PARA NÓS

Parece absurdo, mas continuamos a pagar as contas de quem já nos causou incontáveis prejuízos!

Eduardo Augusto Delgado Filho e.delgadofilho@gmail.com

Campinas

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MÁ ADMINISTRAÇÃO E INSS

Os governos brasileiros têm sido péssimos administradores.  É só ver a dívida da União e de  várias estatais. Agora querem ferrar os que contribuíram com o INSS, porque há um débito, causado por má administração e mau uso dos recursos arrecadados. O governo deveria dar a opção de investir no INSS ou num banco privado por  35 anos, sem  saques. O rendimento da segunda opção seria várias vezes maior.

Mário A. Dente eticototal@gmail.com

São Paulo

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TCU

Tiago Alves de Gouveia Lins Dutra, secretário de Controle Externo da Fazenda Nacional no Tribunal de Contas da União (TCU), depôs como testemunha na comissão do impeachment da presidente Dilma Rousseff. Em seu pronunciamento, Tiago esclareceu que as irregularidades orçamentárias realizadas por Dilma ocasionaram um rombo nas contas públicas, decorrentes de altíssimos juros. Ressaltou ainda que a maquiagem elaborada pela presidente afastada teve uma péssima repercussão, no que se refere à imagem do País perante os investidores externos. Em vista disso, a inconsequente equipe econômica de Dilma colocou em risco a estabilidade do País, prejudicando o equilíbrio socioeconômico.

José Carlos Saraiva da Costa jcsdc@uol.com.br

Belo Horizonte

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QUEM PRESTA CONTAS

As chamadas contas da presidente da República são na verdade as contas do governo da União, o Balanço-Geral da União.  Assim, englobam as contas dos Três Poderes da União e das Funções Essenciais à Justiça (MPU, AGU, etc.). Constitucionalmente, não existem contas específicas do Poder Executivo, do Poder Legislativo e do Poder Judiciário. Poder não presta contas. Quem constitucionalmente presta contas é a pessoa do presidente da República, as contas do governo da União (art. 84, XXIV, da CF). Nos termos constitucionais, essa competência é privativa do presidente da República. O TCU não julga as contas prestadas pelo presidente da República. Quem as julga é o povo, por meio de seus representantes no Congresso Nacional (Câmara e Senado).

Ivo Montenegro

São Paulo

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EXPECTATIVAS

O artigo intitulado "Uma virada de expectativas em 30 dias", de autoria de Marco Antônio Rocha (B2 16/6), descreve com exatidão a situação econômica do País.  Começa afirmando que, efetivamente, o governo Temer ainda não "fez", mas equipou-se de uma equipe de notáveis, no setor econômico, já falando em mudanças profundas (algumas capazes de integrar o ordenamento jurídico apenas por emenda à Constituição). Isso não muda o cenário escabroso deixado por anos de lulopetismo. Mas a expectativa, de per si, é capaz de alterar o humor do mercado e foi isso que, num período curtíssimo de tempo, como disse, 30 dias, Meireles e sua turma foram capazes de promover. Tomara realizem as expectativas...

Andrea Metne Arnaut andreaarnaut@uol.com.br

São Paulo

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LEVANDO O BRASIL PARA A RUÍNA

Parece que o Brasil está mesmo caminhando para a ruína, econômica e moral. Não bastam as consequências das lambanças feitas pelos governos lulopetistas, atingindo o Tesouro, bancos públicos e empresas como:  Petrobrás, Eletrobrás, Correios, etc., consequência, principalmente da má administração dos diretores, oriundos de indicações políticas e, principalmente dos meios sindicais (cabides de empregos). A Câmara de Deputados fez mudanças significativas na proposta do Senado na nova regra das estatais e retira a proibição de dirigentes partidários e sindicais integrarem diretorias. Absurdo! Será que não há cabeça pensante naquela casa? A Câmara também estará levando o Brasil para o grupo da Grécia, da Venezuela? Só que, com uma população e economia maiores, o tombo também será maior. As saúvas (ou o câncer) que estão matando o Brasil têm origem conhecida de todos. Passa pelos interesses partidários, pelo corporativismo e pelos dirigentes sindicais; milhares de sindicatos criados recentemente e que só servem abrigar e eternizar os seus dirigentes.

Ellis Alves de Oliveira elliscnh@hotmail.com

Cunha

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TRAIDORES DA PÁTRIA

Este aumento dado ao funcionalismo público é o prenúncio do fim do governo Temer. Dilma, quando reassumiu, teve retirado da gaveta um aumento do Judiciário que nocauteou Joaquim Levy e esculachou seu governo sem ter começado. Queria fazer uma economia de R$ 15 bilhões e os reflexos do aumento naquela época foram de R$ 19 bilhões. Agora são só R$ 56 bilhões. E com a conivência do suicida Temer. A população amarga desemprego em alta e salários em baixa e está pagando a conta da irresponsabilidade de congressistas, do Judiciário, entre outros, que chantagearam o governo, uma vez que são todos beneficiados por isonomias e efeitos cascatas. Ao invés de aumento, deveriam seguir o exemplo de Dilma, que reduziu seu vencimento em 10%. E deveriam pensar primeiro em melhorar os salários de professores, médicos e de outras carreiras muito mais produtivas. É bom que a população veja quem são os verdadeiros traidores da pátria.

Paulo Henrique Coimbra de Oliveira ph.coimbraoliveira@gmail.com

Rio de Janeiro

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UMA NOVA REPÚBLICA

A Lava Jato e o Ministério Público Federal estão proclamando uma nova República banindo os corruptos do PT e seus comparsas.

Eugênio José Alati eugeniojalati@gmail.com

Campinas

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IMPUNIDADE

O senador Renan livre da prisão, juntamente com o senador Romero Jucá e o ex-presidente Sarney, por decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Teori Zavascki, disse, com ironia, que ia avaliar o pedido de afastamento do procurador-geral Rodrigo Janot e que lamenta a obsessão dos investigadores por ele. Por que será esta obsessão contra o sr., senador? Todos estão errados, menos o senhor? O problema deste país é o tal foro privilegiado que, na prática, é o foro da impunidade!

Panayotis Poulis ppoulis46@gmail.com

Rio de Janeiro

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COMPARAÇÃO INJUSTA

O Ministério Público Federal comparou o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) a "criminosos modernos". Não é justo! Isso ocasionará uma revolta muito grande no meio deles, jamais aceitarão tal comparação depreciativa.

Ângelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

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A RAIZ DO PROBLEMA

O que dizer de um sujeito que gasta R$ 1 milhão de seu próprio bolso para fazer campanha e se eleger síndico do prédio? A mesma pergunta cabe aos políticos e a suas campanhas multimilionárias, com acesso a todo tipo de picaretagens e trambiques, a orçamentos bilionários de dinheiro sem dono, superfaturamento sistemático de tudo, indicações de companheiros para cargos estratégicos, que irão retribuir regiamente a gentileza. Da forma como está estruturada a política no Brasil, só teremos picaretas e gatunos ocupando os cargos públicos, uma pessoa honesta e de boa-fé não passa nem perto desse lodaçal.

Mário Barilá Filho mariobarila@yahoo.com.br

São Paulo

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POLÍTICOS E A DELAÇÃO

Difícil é saber quem é mais mentiroso, se o delator ou o delatado.

Ariovaldo Batista arioba06@hotmail.com

São Bernardo do Campo

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CRIME E JUSTIÇA

O Brasil tem uma infinidade de "polícias". Mesmo assim há muitos crimes e muitos criminosos, principalmente criminosos soltos. Essa infinidade de "polícias" não tem a capacidade e a competência para prender quem foi condenado. Também não tem capacidade e competência para prender criminosos em flagrante nem de evitar o crime. E a infinidade de Justiça não tem capacidade nem competência para julgar - e para condenar, se for o caso- os criminosos nem de soltar os presos que já cumpriram a pena. E há muitos presos sem condenação judicial definitiva. E há muitos criminosos sem julgamento judicial. Como as ações policiais e as ações judiciais no âmbito do Estado - crimes praticados por agentes públicos ou pelo próprio Estado - superam as do âmbito da sociedade, sugiro, então, a criação da Polícia Estatal e da Justiça Estatal. Assim, essas "novas instituições" cuidariam dos crimes estatais, ficando as "velhas instituições" encarregadas somente dos crimes da sociedade. É necessário triplicar a quantidade de ministros do Supremo Tribunal Federal, passando de 11 para 33 ministros. Caso contrário, quem tem "foro privilegiado" jamais será julgado prevalecendo, assim, a impunidade ampla e geral e irrestrita e vitalícia e eterna para os agentes públicos, principalmente para os políticos. Precisamos “lavar a jato” os processos criminais no País. Fora, crime! Fora, criminosos! Abaixo o crime estatal! Abaixo o Estado criminoso!

Ney José Pereira neyjosepereira@yahoo.com.br

São Paulo

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PASSOS DE TARTARUGA

A corrupção está em todos os lugares, em maior ou menor proporção. O Brasil é campeão, considerando-se os quesitos “volume” e “crescimento da corrupção”. O problema é a “impunidade”. É o caso Renan, qual uma denúncia está no Supremo Tribunal Federal (STF) por 1.236 dias, a passos de tartaruga, quase parando.  E quando aparece uma equipe para tentar moralizar o País, do tipo Lava Jato, são tantos os parlamentares envolvidos em falcatruas, que a Justiça não avança. Urge um movimento para acabar com este fórum privilegiado. Justiça deve ser aplicada para todos!

José Carlos Alves jcalves@jcalves.net

São Paulo

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COMISSÃO DE IMPEACHMENT

Receita para irritar o "jardim da infância" da Comissão do Impeachment: não fazer perguntas para as pífias testemunhas de defesa da "presidenta". Divertido!

Elisabeth Migliavacca

São Paulo

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O BRASIL NÃO É SÉRIO

Definitivamente não se pode mesmo levar a sério e muito menos ter respeito por um país em que o melhor negócio que existe é o investimento (com retorno garantido) em políticos e seus partidos, pois não?!

J.S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo

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BRASIL BRASILEIRO

Já era do conhecimento que o japonês da Federal, aquele que escoltava os bandidos do colarinho branco, também estava envolvido em delitos. Não tem jeito, teremos de conviver com Renans, Jucás, Cunhas e Sarneys e, infelizmente, com policiais que por ganância passam a agir como bandidos.

José Roberto Iglesias rzeiglesias@gmail.com

São Paulo

 

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