Fórum dos Leitores

IMPEACHMENT

O Estado de S.Paulo

26 Junho 2016 | 03h01

Dilma na comissão

Está previsto para o dia 6 de julho o depoimento de Dilma Rousseff na Comissão Especial do Impeachment no Senado. Ela não é obrigada a comparecer, podendo ser representada pelo seu advogado, José Eduardo Cardozo. Mas, já que se mostra tão indignada e revoltada com o tal “golpe” que lhe tirou a faixa presidencial, é de supor que Dilma faça a mais absoluta questão de ir ao encontro da comissão e apresentar a sua aguerrida defesa. Lembremos que, na campanha eleitoral de 2014 (chefiada por seu marqueteiro, João Santana, que hoje está preso por ter recebido uma montanha de dinheiro do petrolão), o epíteto associado a Dilma foi “Coração Valente”. Portanto, valentia, senhora afastada! E coerência, claro! Afinal, todos aqueles que se julgam inocentes têm a obrigação de tirar o máximo proveito de cada oportunidade de se defender – mas pessoalmente, e não por intermédio de terceiros. Vá e, de quebra, ganhe uns pontinhos de aprovação dos brasileiros proporcionando-lhes algumas horas de comédia.

HENRIQUE BRIGATTE

hbrigatte@yahoo.com.br

Pindamonhangaba

‘A tática da procrastinação’

O espetáculo vergonhoso a que se dispõem os “dilmistas” da comissão do impeachment merece ser rechaçado pela sociedade, que padece os efeitos nefastos da ação criminosa da tigrada das hostes petistas e seus apoiadores. Como mulher, sinto vergonha de ver aquelas senadoras buscando causar alguma reação mais agressiva, tanto do presidente da comissão quanto do relator e demais integrantes pró-impeachment, para poderem bradar que são discriminadas como mulheres, criando embaraços que imponham suspensão dos trabalhos, procrastinando o processo, cuja delonga causa maiores danos àqueles que precisam que a administração pública funcione e a vida siga seu curso normal. É o que resta para aqueles a quem faltam argumentos razoáveis e corretos para defender seus interesses e/ou direitos. E a tigrada dos meios acadêmicos usa dessa mesma tática intimidatória contra professores e alunos que não querem aderir à greve nas universidades estaduais paulistas, pois a veem como forma de causar embaraços ao governo do Estado, vez que para essa gente sem escrúpulos a única coisa que importa é o quanto pior, melhor, principalmente agora que sabem que serão apeados do poder. Mas durante muito tempo, por estarem espalhados em muitos órgão públicos, teremos de assistir a essas cenas de absoluta falta de civilidade.

ANA LÚCIA AMARAL

anamaral@uol.com.br

São Paulo

Lero-lero

Até o Paraguai foi mais eficaz que o Brasil no afastamento de um presidente destrutivo. Que maré de lero-lero...

NELSON PEREIRA BIZERRA

nepebizerra@hotmail.com

São Paulo

‘Quem vai cair hoje?’

Durante visita à Universidade Federal de Pernambuco, no Recife, em 17 de junho, a presidente afastada Dilma Rousseff perguntou, com a sua costumeira ironia: “Todo dia nós acordamos e nos perguntamos: quem vai cair hoje?” – referindo-se aos ministros de Michel Temer. O que Dilma não esperava era que a resposta à sua pergunta viria após seis dias, com a prisão pela Polícia Federal de seu ex-ministro Paulo Bernardo, pelo desvio de R$ 100 milhões, de 2010 a 2015, do crédito consignado de servidores federais. Depois desse caso, Dilma fica mais fraca na comissão do impeachment.

EDGARD GOBBI

edgardgobbi@gmail.com

Campinas

O roubo nos consignados

De todas as falcatruas perpetradas pelos lulopetistas desde 2003, a mais hedionda foi a revelada agora, com a prisão do ex-ministro Paulo Bernardo: eles seduziram brasileiros – neste caso, servidores federais – a aderir ao chamado crédito consignado e, depois, os sobretaxaram para irrigar os caixas de políticos corruptos e do PT. E, cinicamente, alardearam ao mundo o benefício do acesso ao crédito durante os governos petistas... E ainda há quem admire Lula, Dilma e o PT! E agora, senadores, como votarão no impeachment?

GIL CORDEIRO DIAS FERREIRA

gil.ferreira@globo.com

Rio de Janeiro

ESTATAIS

Grande avanço

O fim da nomeação de políticos, ministros, ex-ministros e sindicalistas para a direção das empresas estatais e de economia mista, aprovado no Senado na noite de terça-feira, dentro da chamada Lei de Responsabilidade das Estatais, constitui um grande avanço para o Estado brasileiro. Principalmente porque, além de proibir o loteamento político dos cargos diretivos, exige formação e currículo dos nomeados e transparência na administração. Se já existisse um instrumento desses, dificilmente o País teria conhecido os desmandos da Petrobrás e de outras estatais, pois não estaria presente a promiscuidade político-administrativa e um Estado construído sobre os pilares da corrupção. É preciso, agora, que as normas sejam imediatamente cumpridas pelo governo federal e também por Estados e municípios, que também têm suas estatais como cabides de cabos eleitorais. O ideal será, um dia, todas as estatais estarem privatizadas e o Estado, apto a atuar exclusivamente no licenciamento e na fiscalização das atividades e em ações típicas de governo. Quando conseguirmos esse aperfeiçoamento, certamente teremos bem claras e definidas as funções de cada um dos Poderes (Executivo, Legislativo e Judiciário) e a sociedade, devidamente organizada e próspera.

DIRCEU CARDOSO GONÇALVES

aspomilpm@terra.com.br

São Paulo

Regras confusas

Não poderiam ser mais confusas e contraditórias as normas para nomeação de dirigentes de empresas estatais e de economia mista de todos os níveis do governo. Pelo menos na divulgação feita até agora, antes de passar pela sanção do presidente da República. Começa com a afirmação de que o indicado deve ter pelo menos 10 anos de experiência na área de atuação na empresa – para significar que só pessoas muito experientes na área podem, agora, dirigir as estatais. Logo em seguida vem um “ou” que anula a exigência anterior e reduz a experiência necessária para 4 anos, em cargos de “chefia superior” (o que significa isso ninguém sabe, já que chefia é, por si só, superior); ou, o que é pior, em cargo de comissão ou de confiança no setor público; em cargo de docência ou pesquisa relacionada à área; ou, ainda, como profissional liberal ligado à área (os bacharéis, sem dúvida, emplacaram essa. Só aí, centenas de advogados serão nomeados). Por fim, considero pífia a carência de 3 anos para que sejam nomeados sindicalistas e quem tenha exercido atividade político-partidária.

ADEMIR VALEZI

valezi@uol.com.br

São Paulo

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

 

 

APARTAMENTO FUNCIONAL OU BUNKER?

 

A infeliz declaração do senador Cássio Cunha Lima (PSDB/PB) relacionada à prisão de Paulo Bernardo  - que recebia propinas explorando créditos consignados dos funcionários públicos da ativa e aposentados – de que "um juiz de primeiro grau não tem autorização para busca e apreensão no apartamento funcional de uma senadora. Só quem poderia autorizar essa ação é o Supremo", é um acinte! Como assim? Por acaso virou bunker o apartamento funcional do casal? O ex-ministro Paulo Bernardo não tem mais foro privilegiado e morava com a mulher, que é senadora, no apartamento que o Estado fornece. O juiz que ordenou a prisão do ex-ministro o fez com todo cuidado, ressaltando que fosse feita a busca e apreensão restrita à pessoa do ex-ministro e que não se mexesse nos objetos da senadora Gleisi Hoffmann. Portanto essa conversa de que o Supremo Tribunal Federal (STF) teria de autorizar, é de um corporativismo indecente por parte do senador Cássio Lima, porque muitos políticos estão naquela lista publicada há mais de dois anos e nem sequer foram processados, julgados ou condenados pelo STF, que anda como uma tartaruga.

 

Agnes Eckermann agneseck@gmail.com

Porto Feliz

 

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O CAIXA DOIS DO PT

 

Caixa dois na política significa abastecimento de dinheiro com sonegação ou doações não contabilizadas, enquanto retirar dinheiro, a título de propina, de numerário pertencente aos cofres públicos, é furto e apropriação indébita de dinheiros que deveriam ser protegidos pelos agentes da União. No caso do ex-ministro Paulo Bernardo, ele se apropriou do dinheiro público, explorou os emprestadores aposentados, mediante consignação, em seu favor e em favor do PT. É mais uma do lulopetismo para constar nos anais históricos das safadezas e dos delitos deste partido político que tanto mal fez à Nação.

 

José Carlos de Carvalho Carneiro  carneirojc@ig.com.br

Rio Claro

 

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PRISÃO DE PAULO BERNARDO

 

Os senadores de cabo a rabo - oposição inclusive -  ficaram indignados com a prisão do ex-ministro Paulo Bernardo em sua “residência”, que, por acaso, é a mesma da senadora Gleisi Hoffman! O que eles queriam? Que a PF esperasse que os dois se divorciassem ou algo semelhante, para tomar providência? Indignação por indignação eu fico com os milhares de funcionários públicos e aposentados, que, endividados, precisaram recorrer ao “empréstimo consignado” e foram descaradamente roubados pelo ex-ministro Paulo Bernardo, pelo PT e com certeza com a anuência da senadora Gleisi. Não tem perdão.

 

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

 

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POLÍTICOS PRESOS

 

A contrário de Michel Temer, que se entristeceu com a prisão de Paulo Bernardo, fiquei deveras feliz e espero ainda muitas outras prisões destes políticos que saquearam os cofres públicos.

 

Marcos Barbosa micabarbosa@gmail.com

São Paulo

 

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RAPINAGEM

 

De Paulo para Gleisi: “de grão em grão a galinha enche o papo”.

 

Carlos Alberto Roxo roxo.sete@gmail.com

São Paulo

 

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FORO PRIVILEGIADO

 

É ridículo que exista no Brasil um mecanismo que impeça a polícia de cumprir o seu dever, mais ridículo ainda é querer estender essa proteção aos cônjuges dos imunes. Dizer que uma pessoa não pode ser investigada pela polícia, porque essa pessoa é casada com um político, é abusar da paciência da população brasileira, que está cansada de viver no império da impunidade.

 

Mário Barilá Filho  mariobarila@yahoo.com.br

São Paulo

 

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PRISÃO ‘PRIVILEGIADA’

 

É chegado o momento de construir um forte-prisão no meio de uma ilha paradisíaca, com vista privilegiada para quem tem foro privilegiado. Sugiro o atol das Rocas!

 

José Sergio Trabbold  jsergiotrabbold@hotmail.com

São Paulo

 

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REAÇÃO SURPREENDENTE

 

Péssima a reação do Senado relativamente à prisão de um bandido. Qual o problema de uma senadora  ser casada com ele. São unha e carne, como deve ser todo casal. Como separar seus delitos, se agiram sempre de comum acordo? Isto é ser espírito de porco. Com desculpas aos porcos. E, lamentavelmente, todos se chafurdam na lama.

 

Paulo Henrique Coimbra de Oliveira ph.coimbraoliveira@gmail.com

Rio de Janeiro

 

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GOLPE SUJO

 

Renam e o Senado tentam, via STF, anular o que já foi feito: a busca de mais provas na casa de Bernardo e Gleisi. Comportamento típico de políticos e gatos: fazer cocô e escondê-lo cobrindo com folhas. Mas o fedor continua. Se fosse uma organização séria, o Congresso deveria estimular o esclarecimento das delações!

 

Mário A. Dente eticototal@gmail.com

São Paulo

 

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ELISEU PADILHA   

 

Não entendi bem. O senhor quer acabar com a Lava Jato porque a maioria dos políticos será preso e, assim, acaba a nossa democracia e a nossa República? Por favor, explique-se melhor!  Penso que grande parte dos brasileiros gostaria de ver presos todos os nossos corruptos.

 

Maria Helena Silva Dutra de Oliveira mhsdoliveira@yahoo.com.br

Ribeirão Preto

 

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LAVA JATO NO SENADO

 

Como o senador Renan Calheiros e a senadora Gleisi Hoffmann estão preocupados com as ações da  Operação Lava Jato, conduzido brilhantemente pelo juiz Sérgio Moro! Por que será? Será que têm vacas voadoras nesse campo e propinas da Petrobrás no Senado? Saibam eles que a maioria absoluta dos brasileiros hipoteca total e integral apoio ao grande juiz Sérgio Moro e sua fenomenal equipe de trabalho, que estão praticando a verdadeira Justiça neste país, em falta pelo inerte Poder Judiciário e principalmente pelo sonolento STF.

 

Benone Augusto de Paiva benonepaiva@gmail.com

São Paulo

 

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A INDIGNAÇÃO É NOSSA

 

A senadora Gleise Hoffmann se declarou que ficou indignada ao saber que o seu marido Paulo Bernardo fora preso na frente dos filhos. Imagine, sra. senadora, a cara de indignação das minhas filhas ao saberem que o PT, de Paulo Bernardo, roubava milhões de funcionários públicos necessitados? Eu não consigo nem imaginar a cara de indignação dos filhos destes funcionários públicos roubados! E muito menos podemos imaginar a cara de indignação de todos os filhos de gente honesta no Brasil!  Talvez, um dia, todos esses filhos esqueçam o que os líderes do PT fizeram de mal ao Brasil! E aí, Chico, Marieta, Paulo Beth, e outros artistas de apoio ao PT de Lula? Como ficou a cara de seus filhos e netos?  

 

José Rubens Macedo Soares joserubens@federmacedoadv.com.br

São Paulo

 

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INJUSTIÇA

 

Enquanto os peixes menores vão sendo paulatinamente colhidos pela eficiente República de Curitiba e de outras varas da Justiça, o topo da pirâmide dos malfeitores continua livre, apesar de acumular muitos processos no STF, sobre os quais nem notícias temos.

 

Níveo Aurélio Villa niveoavilla@terra.com.br

Atibaia

 

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O INVENTOR

 

O Brasil parece um carro velho que precisa de revisão total. Que o governo tenha a coragem de botar a mão na massa e, com a sociedade, chegar ao consenso de um novo modelo fiscal.

 

Sergio Holl Lara jrmholl.idt@terra.com.br

Indaiatuba

 

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PARTIDO OU QUADRILHA?

 

O PT não é um partido político, é uma grande quadrilha. O Lulla fez várias reuniões no Palácio do Planalto em 2006, até aos domingos, pois viu que o “crédito consignado” movimentava milhões e seria uma ótima fonte de renda para o partido. Chamou na época os assessores de economia, de administração, o ministro do Planejamento (e que planejamento!), o ministro da Previdência para arrumar um esquema que daria milhões. Eles sempre observaram e farejaram onde corria dinheiro, daí era só ver como “arrecadar”. No PT, o mais bobo dá rasteira em carrapato.

 

Celso de Carvalho Mello celsosaopauloadv@uol.com.br

São Paulo

 

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PIADA PRONTA

 

O PT disse que o objetivo da Operação Custo Brasil é criminalizar o partido. Piada pronta: a sigla não precisa de ninguém para criminalizá-la, a não ser seus próprios integrantes. 

 

Elias Menezes elias.natal@hotmail.com

Nepomuceno (MG)

 

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IDEIA INFELIZ

 

Não importa o partido que governe, quando se trata de defender os interesses da Nação, nossos políticos sempre demonstram uma extraordinária e colossal leniência. Nada contra a venda de terras a empresários estrangeiros do agronegócio. Que venham investir, produzir, criar empregos e ganhar dinheiro no Brasil. O absurdo fica por conta da infeliz ideia do Ministro da Agricultura, Blairo Maggi, que sugere ao presidente Temer entrar em contato com o governo da China para negociar a venda de terras no Brasil. Considerando o que já ocorreu em outras partes do mundo, inclusive na Argentina, grandes áreas compradas se tornam uma possessão do governo Chinês e passa ser um território sujeito a leis e costumes do país asiático. Os chineses entendem, ou se fingem de desentendidos, que a área comprada é um novo território de soberania chinesa, portanto, servirá apenas a seu povo. Outro problema será a questão ambiental. Os chineses são considerados os piores agressores do meio ambiente e, certamente, não obedecerão a nenhuma norma ambiental!

 

Wilson Sanches Gomes sancheswil@hotmail.com

Curitiba

 

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MAUS GESTORES

 

Qual o sentido de querer taxar a agricultura, e liberar R$ 50 bilhões para Estados com maus gestores? Ora, nobre senador, quando uma fonte seca, deve-se buscar outras em bom estado, que possam continuar irrigando...

 

Ely Weinstein elyw@terra.com.br

São Paulo

 

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MEDINDO FORÇAS

 

A saída do Reino Unido da União Europeia poderia ser traduzida como uma declaração de guerra em "economês". Pareceu-me uma decisão precipitada, ultranacionalista e de consequências imprevisíveis para o mundo globalizado. Resta-nos aguardar no tempo, que é o senhor dos bons e dos maus passos.

 

Ricardo Siqueira ricardocsiqueira@globo.com

Niterói (RJ)

 

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DESPERDÍCIO DE DINHEIRO

 

Sob o desastroso, perdulário e corrupto desgoverno petista, de triste memória, o investimento de bilhões de reais (a fundo perdido) do BNDES para fazer da Oi uma supertele campeã nacional, acabou em boi na linha, ocasionando o maior pedido de recuperação judicial da história do País - uma super falência de R$ 65,4 bilhões jogados no lixo! Vergonha!

 

J.S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo

 

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BREXIT

 

Reeleito com apenas 36,9% dos votos há pouco mais de um ano, o premiê conservador David Cameron foi obrigado a renunciar, após a saída da Grã-Bretanha da União Europeia, a chamada Brexit. O futuro da Europa agora está em jogo por causa dos movimentos nacionalistas, que podem desintegrar o continente não apenas politicamente, mas principalmente por motivos econômicos nos próximos anos, com a potencial saída da Grécia do euro, a chamada Grexit.

 

Luiz Roberto da Costa Jr. lrcostajr@uol.com.br

Campinas

 

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SAÍDA DO REINO UNIDO

 

O Reino Unido nunca pertenceu de coração à União Europeia. Mais uma para o sábio Charles de Gaulle com sua declaração sobre a seriedade do Brasil, e seu “le grand non” contra a entrada daquele país no Mercado Comum Europeu.

 

Omar El Seoud elseoud.usp@gmail.com

São Paulo

 

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PLEBISCITO NO REINO DESUNIDO

 

Uma extrema direita xenófoba e uma população mais idosa para quem ainda existe “O Império onde o sol jamais se põe” tomaram para o Reino Unido uma decisão irresponsável e até egoísta, que, futuramente, poderá ter consequências catastróficas; vejamos: na Escócia e a Irlanda, onde a votação pela permanência na União Europeia atingiu índices da ordem de 60%, provavelmente irão exigir um plebiscito visando a sua independência do Reino Unido. A juventude que, na sua grande maioria votou a favor da permanência, será privada da oferta de empregos nos 27 países da nova União Europeia e terá de administrar o que sobrar do novo Reino Unido “independente”.

 

Luiz Antônio Alves de Souza  zam@uol.com.br

São Paulo

 

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ARRECADAÇÃO E RADARES

 

O prefeito Fernando Haddad (PT) instalou mais de 1 radar a cada 2 dias, em média, em Sampa, no primeiro semestre de 2016. Já são quase 1.000 radares na cidade, que respondem por 81% das multas aplicadas. Claramente, estamos diante de improbidade administrativa e da criação de uma verdadeira indústria das multas, com a arrecadação de milhões de reais subtraídos dos cidadãos de forma ilegal e ilegítima. Fora, Haddad!'

 

Renato Khair renatokhair@uol.com.br

São Paulo

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