Fórum dos Leitores

Participação dos nossos leitores

O Estado de S.Paulo

13 Julho 2016 | 03h00

CONGRESSO NACIONAL

No mercado da política

Na casa da mãe Joana, os espertalhões que manipulam o mercado de promessas pressionam o administrador interino por verbas, enquanto o povo tenta sobreviver com o que sobra na hora da xepa (Congresso quer R$ 2,4 bi para aprovar meta fiscal, 12/7, A1). Eis o nosso Brasil caboclo e sua política, em que falta bom senso e sobram ilusões!

SILVANO CORRÊA

scorrea@uol.com.br

São Paulo

O Congresso e o governo federal negociam bilhões de reais, de dinheiro público, em suas manobras políticas e econômicas. Será que algum representante público consegue enxergar a quantidade de mortes e o imenso sofrimento que todo esse dinheiro público, em faltando para suas finalidades sociais, representa?

MARCELO GOMES JORGE FERES

marcelogferes@ig.com.br

Rio de Janeiro

Que vergonha!

É com grande pesar que os brasileiros assistem às manobras do Congresso para aprovar as medidas necessárias para que este país saia da iminência de falência total. O senador Wellington Fagundes (PR-MT), relator da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), condiciona o valor de R$ 2,4 bilhões à aprovação da meta fiscal. Que vergonha! Vemos que o Congresso só se preocupa com o próprio umbigo, não tem o menor comprometimento com a Nação. Em tempos de exposição de tanta corrupção, de todas as benesses que são dadas aos políticos mensalmente, não existe um sequer que realmente pense no Brasil. Deixam que os brasileiros, já calejados no pagamento de tantos tributos, arquem com ainda mais uma futura CPMF! Sinto vergonha desse Congresso, sempre envolvido em conchavos, chantagens e sem consciência. Os brasileiros, que não tinham memória, hoje têm. Não nos esqueceremos das manobras, das chantagens, da falta de pudor, da corrupção. Vergonha! Os brasileiros passarão a limpo e tirarão todos esses senhores que dizem representar a sociedade. Não permitiremos que continuem a ser nossos representantes. Todos queremos um País limpo, transparente, com políticos idôneos que realmente pensem no Brasil.

LUCIA HELENA FLAQUER

lucia.flaquer@gmail.com

São Paulo

‘TERRA BRUTA’

Novo cangaço

Parabéns ao Estadão pela série de reportagens sob o título Terra Bruta! Essas matérias nos mostram um Brasil que não aparece na mídia tradicional, nem está no centro das atenções de políticos, nem dos três Poderes da República, nem de ninguém. Um Brasil cruel, onde o poder está nas armas dos poderosos, em milícias bem equipadas e bem pagas, que matam qualquer um que contrarie os interesses dos grupos que dividiram o País em novas capitanias hereditárias. Enquanto os nossos políticos, com raras exceções, roubam a Nação de maneira descarada, grupos de protegidos fazem o que querem no país do novo cangaço. O mesmo Supremo Tribunal que julga com rapidez impressionante pedidos de habeas corpus quando é para libertar algum dos numerosos políticos e empreiteiros presos acusados de corrupção, é por demais moroso quando se trata de defender os interesses dos mais vulneráveis. Terra bruta, cruel, injusta, esse é o retrato do nosso pobre país!

JOSÉ MILTON GALINDO

galindo52@hotmail.com

Eldorado

POUCA-VERGONHA

Os absurdos continuam

Ouvi no rádio que em BH a população reclamava a construção de uma pequena ponte, obra simples, porém importante, que a prefeitura orçou em R$ 270 mil, mas alegou não ser possível realizar por falta de verba. Os moradores arregaçaram as mangas, cotizaram-se e construíram a ponte por apenas R$ 5 mil, 2% do valor orçado. É muita sem-vergonhice. Cadeia para todos! E viva o Brasil da Olimpíada...

ARIOVALDO J. GERAISSATE

ari.bebidas@terra.com.br

São Paulo

POSTES

Chega!

Estou tendo pesadelos com postes. Já tivemos a gerentona Dilma, apadrinhada por Lula, que conseguiu afundar o Brasil na maior crise ética, econômica e social da nossa História. Depois Lula apadrinhou o Fernando Haddad, que transformou a capital paulista em terra arrasada. Ele parece ter especial antipatia pelos paulistanos, procura a dedo onde nos desagradar. Inventou agora de mexer na Lei Cidade Limpa, uma conquista de que nos orgulhávamos. Vai acabar com ela por pressão dos publicitários. E para me deixar mais aflita está pintando um novo poste, apadrinhado por Geraldo Alckmin, chamado João Dória, que nunca trabalhou na política, nem sequer treinou como vereador, e agora chega cheio de empáfia, dinheiro e o maior horário político de TV e rádio, querendo nos ameaçar com a possibilidade de se tornar prefeito de São Paulo. Quem nunca fez nada nessa área, e nada tem a apresentar de trabalho seu, tem credibilidade para nos fazer promessas? Chega de postes, por favor!

MARA MONTEZUMA ASSAF

montezuma.scriba@gmail.com

São Paulo

FEBRABAN

Esclarecimento

A propósito do noticiário sobre a participação dos bancos nas operações de financiamento do Programa de Sustentação do Investimento (PSI), a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) esclarece: 1) Os bancos comerciais, seguindo as regras estabelecidas pelo governo federal e pelo BNDES, agiram como intermediários nos empréstimos de recursos do PSI assumindo os custos e riscos dessas operações, incluídos os de eventual inadimplência. Não é correto inferir, portanto, que o valor cobrado como spread bancário corresponda ao “lucro” dos bancos com essas operações. 2) Para chegar ao lucro das operações feitas pelos bancos privados com recursos do PSI seria necessário subtrair do valor resultante do spread bruto os custos administrativos, incluindo a estrutura para avaliação de crédito das operações realizadas; os custos derivados do risco de crédito dessas operações, já que este é de responsabilidade das instituições financeiras repassadoras; os custos decorrentes da alocação de capital; os custos referentes ao pagamento dos impostos. 3) A participação dos bancos privados garante ao setor público capilaridade e expertise técnica para realização de todas as operações. A Febraban desconhece a existência de cálculo específico para o porcentual dos custos mencionados acima, em relação ao spread nas operações do PSI, diferentemente do que ocorre com as operações no segmento livre de crédito, mensuradas anualmente em estudos do Banco Central do Brasil. Portanto, a Febraban desconhece também a existência de estudos que quantifiquem o lucro obtido pelos bancos comerciais nas operações do PSI.

EVELIN RIBEIRO, Diretoria de Comunicação da Febraban

imprensa@febraban.org.br

São Paulo

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

DESEJO OCULTO

 

O Congresso Nacional quer R$ 2,4 bilhões de "propina" legal para aprovar metas fiscais. O Judiciário, aumentando seus proventos além dos mínimos aceitáveis; os empresários atolados até o pescoço, soltos sem tornozeleiras; parlamentares candidatos à presidência da Casa, com rabo preso na Justiça; o prefeito do Rio de Janeiro entregando de bandeja a situação caótica do nosso País... Trens caríssimos parados por falta de planejamento, quadrilheiros tentando abortar a Lava Jato, cupins travestidos de madeireiros (ilegais) dilapidando nossas florestas, sem que alguém tome sérias providências; alunos e funcionários das nossas Universidades tomando de assalto as reitorias das mesmas e proibindo os demais alunos de assistir as aulas, exigindo providências mirabolantes. Enfim, uma infinidade de ações criminosas disseminadas de Norte a Sul, num país totalmente paralisado, à espera de soluções pela maioria dos cidadãos, um desejo oculto de providências sérias.

 

Aloisio De Lucca aloisiodelucca@yahoo.com.br

São Paulo

 

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INACEITÁVEL

 

É inaceitável que o Orçamento continue a bancar uma multidão de servidores, a maior parte totalmente desnecessária. Os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário com seus salários irreais, com ajuda de custo, mordomias, horas extras (sic), usando veículos oficiais e trabalhando em gabinetes luxuosos, enquanto pacientes morrem em frente a hospitais, as crianças não têm escolas e creches e a segurança inexiste. É inaceitável que o Orçamento público seja engolido por despesas obrigatórias e custeios de serviços e produtos com preços muito além daqueles praticados no mercado real. É inaceitável adentrarmos em uma repartição pública e encontrar, com raríssimas exceções, servidores carrancudos, mal educados e mais preocupados com a hora da saída, já que a chegada é rotineiramente atrasada. É inaceitável a praga do assessor, em desmerecimento ao concursado, e a peste do foro privilegiado. É inaceitável que o Supremo Tribunal Federal (STF) continue com sua fleuma colonial e fidalgal, enquanto os processos contra deputados e senadores são comidos pelos cupins da prescrição. É inaceitável que a população brasileira continue aceitando esse estado de coisas e reverenciando esses bandidos políticos, como se excelências fossem. É inaceitável que as poucas pessoas de bem, personagens influentes, jornalistas, artistas e formadores de opinião até o momento não iniciaram um movimento de formação da consciência coletiva.

É inaceitável não sermos reconhecidos como cidadãos com direito à dignidade de bem viver e que não haja ética e a honestidade no trato dos impostos que pagamos.

 

Honyldo Roberto Pereira Pinto  honyldo@gmail.com

Ribeirão Preto

 

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NUNCA APRENDEM

 

O Congresso quer R$ 2,4 bilhões para aprovar a meta fiscal. Quanto ou o que eles vão impor para aprovar o Projeto de Emenda à Constituição (PEC) que proíbe o aumento das despesas públicas acima da inflação do ano anterior? O que eles mereciam, isso sim, são outras tantas, bem assentadas chibatadas!

 

Luigi Vercesi luigiapvercesi@gmail.com

Botucatu

      

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META FISCAL DISTANTE

 

Verdadeira indecência a condição imposta pelos parlamentares à aprovação da meta fiscal, em mais despesas de R$ 2,4 bilhões, sendo R$ 1,6 bilhão em emendas parlamentares impositivas, que não podem ser bloqueadas e mais R$ 800 milhões em compensações aos Estados pela desoneração do ICMS. Enquanto a sociedade sofre na própria dignidade com o desemprego e a inadimplência, nossos representantes pouco se importam, desde que seus interesses pessoais e partidários sejam atendidos. Se alguma dignidade ainda existisse àqueles que têm o dever de nos representar, pelo menos considerassem que o valor exigido seria suficiente se, a qualquer título, fosse destinado aos oprimidos economicamente, vítimas involuntárias, até que os efeitos das pretendidas e longínquas medidas fiscais e monetárias, como indicam as primeiras tendências, comecem a mostrar os efeitos. E até lá?

 

Mario Cobucci Junior maritocobucci@gmail.com

São Paulo

 

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LULLA CONTINUA

 

O ex-presidente Lulla disse que, “para não se candidatar em 2018, é só o Brasil dar certo”, quando justamente o Brasil está quebrado pelo “lullodillmismo”... Segundo especialistas, demorará quase uma década para o País voltar nos trilhos. Contamos ansiosos com a ajuda do juiz Sergio Moro para acabar de vez com a arrogância de Lulla. Os quase 12 milhões de desempregados, número com tendência a aumentar, agradecem.

 

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

 

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LULA, CADÊ VOCÊ?

 

Cobiçado no mercado de palestras remuneradas, após descer a rampa do Planalto, em 2010, o ex-presidente Lula ainda não conquistou clientes neste ano, por que será? Acredito que isso nada tem a ver com a Lava Jato...

 

Antonio Jose G. Marques a.jose@uol.com.br

Rio de Janeiro

 

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O SONHO DO BRASILEIRO

 

Três gráficas de fundo de quintal amealharam R$ 52 milhões provenientes do PT. Esse valor corresponde a um prêmio da mega sena acumulado durante algumas semanas e, algo inatingível para 99,99% dos brasileiros. Se você quiser fazer parte do 0,01%  e, portanto, ganhar uma quantia dessa ou mais, basta ser amigo, garçom, cozinheiro, churrasqueiro, segurança ,empreiteiro ou familiar do homem mais honesto do Brasil.

 

José Alcides Muller josealcidesmuller@hotmail.com

São Paulo

 

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SÓ AQUI

 

Só no Brasil mesmo o Lula mantém privilégios e monopoliza a política! Até quando?

 

Laert Pinto Barbosa laert_barbosa@globo.com

São Paulo

 

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LULA E A CÂMARA

 

Ao ler a manchete do Estadão conclui que o fundo do poço está próximo e pergunto: baseado em quais premissas Lula ainda pode apoiar alguém para qualquer posto?

 

João Israel Neiva jneiva@uol.com.br

São Paulo

 

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NÓS E ELES

 

Lula e Temer só pensam em poder e domínio, mas, seja quem for que ganhe a presidência da Câmara, será impossível obter êxito no intuito de tirar o Brasil da ribanceira, enquanto os parlamentares de que dispomos não adentrarem o mundo real em que vivem os desafortunados herdeiros desses governos desastrados, incompetentes e vorazes. Não só aumentam os tributos, como extinguem direitos adquiridos, dos quais até poderíamos abrir mão, desde que o esforço fosse conjunto, com todos (erga omnes) fazendo o mesmo. Ora, quando temos ciência dos salários das Excelências e de todas as mordomias a que têm direito, sem abrir mão de nada e sem que isso lhes seja exigido, como o é de nós, nos perguntamos até quando iremos suportar o isolamento do povo - com pés no chão - com seus governantes nefelibatas!

 

Carmela Tassi Chaves tassichaves@yahoo.com.b

São Paulo

 

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ELEIÇÃO NA CÂMARA

 

Serão 513 deputados com direito a concorrer à presidência da Câmara, assim sendo, sugiro aos partidos que antes de indicarem o seu candidato ou apoiarem outros, investiguem profundamente se o nobre colega, deputado não está sendo investigado pela “Lava Jato” ou se, “sem querer querendo”, aceitou algum dinheirinho para ajudar na campanha de sua eleição ou outra falcatrua qualquer.

 

Dalmir Medeiros dalmir@sportpromotion.com.br

São Paulo

 

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TREM BÃO

 

Considerando, a festa em Brasília, criada por sua Excelência, com farta distribuição de santinhos, sorrisos, balões coloridos, gaguétes, etc., parece que a presidência da Câmara é um negócio bão demais da conta! Desanimador!

 

J. Perin Garcia  jperin@uol.com.br

São Paulo

 

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TRANSPETRO

 

Como terceirizar algo que foi roubado? Quem vai querer?

 

Ricardo Muniz ricmuniz45@me.com

São Paulo

 

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LULA E O IMPEACHMENT

 

“Derrotar o impeachment hoje está mais fácil”. Quem disse isso foi  Lula, esse mesmo que escapou de ser sofrer impeachment por causa do mensalão,  porque FHC e o PSDB ficaram com peninha dele e porque achavam que não seria bom para a recente democracia em nosso país ter o primeiro presidente operário colocado na rua. Ou na cadeia. Quem disse isso foi Lula, o mesmo orientou Dilma como acabar com a Petrobrás em benefício próprio, como maneira de se perpetuar no poder. Ainda bem que colocar o Lula na cadeia hoje está mais fácil. Quem diz isso são as notícias que vêm de Curitiba.

 

Luiz Gonzaga Tressoldi Saraiva lgtsaraiva@uol.com.br

São Paulo

 

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PAC VIAGEM

 

Chama a atenção a solidariedade e a rapidez demonstradas na concretização do fundo da vaquinha coordenada pelas amigas do peito da presidente interinamente apeada. Cobrirá com folga as viagens para comícios, que objetivam atender à claque de sindicalistas da CUT e aos simpatizantes do MST. Talvez sobre algum para uma viagem de despedida para a Bulgária. Será que recebeu contribuição de algum truste?

 

Sergio Holl Lara jrmholl.idt@terra.com.br

São Paulo

 

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RELATÓRIO DE ROMERO JUCÁ

 

O senador Romero Jucá, em combinação com o com o senador Renan Calheiros, ambos envolvidos até o pescoço na Lava Jato, produziu um relatório que, sob o pretexto de coibir o abuso de autoridade, introduz uma série de disposições para inibir e até mesmo impedir a ação dos juízes e membros do Ministério Público Federal (MPF) e da Polícia Federal contra os corruptos. É tão grave o que está implícito neste relatório, que os promotores afirmam que, se o que ele dispõe já estivesse em vigor durante as investigações da Lava Jato, teria impedido boa parte das investigações e livrado a cara dos meliantes, que reconheceram sua culpa e contribuíram para revelar todo o esquema corrupto estabelecido pelos políticos, como Jucá e Renan, sob a batuta do ladrão maior Lula da Silva. Ora e preciso que os brasileiros, que foram as ruas, tornem a se levantar contra esta tentativa espúria dos grandes corruptos para inibir e parar as investigações, que certamente os levarão à prisão e a serem expulsos da vida pública por suas ações corruptas. Além disso, devemos exigir de Michel Temer que se declare frontalmente, sem tergiversações ou sofismas, contra esta manobra dos dois grandes corruptos de seu partido e atue para impedi-la. Ou teremos que acrescentar um “Fora Temer” ao nosso protesto do dia 31 de julho.

 

Carlos Ney Millen Coutinho cncoutinho@uol.com.br

Rio de Janeiro

 

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POLÍTICOS

 

Querem que o Cunha devolva R$ 300 milhões... Será que, se ele for preso, vão fixar em R$ 1 milhão, como foi para o de Santo André? Pobre povo brasileiro!

 

Tanay Bacellar tanay.jim@gmail.com

São Caetano do Sul

 

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O ENTULHO

 

Gostei de ler o editorial de ontem (gosto de quase todos) principalmente da última frase: “Dilma e Cunha fazem parte do passado”.

 

Paulo Corrêa Leite paulocleite@bol.com.br

São Bernardo do Campo

 

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NOVA DIAGRAMAÇÃO

 

Parabéns ao Estadão pela nova diagramação do jornal para SmartPhones. Ficou mais fácil de usar, mais rápido e mais objetivo.  Excelente!

 

Rivaldo Rodrigues Cavalcante Júnior  rcavalcantejr@gmail.com

Campina Grande (PB)

 

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O JORNALISTA DE RUI BARBOSA

 

Comovente a estória narrada por Francisco Paes de Barros (A2, 12/7) sobre a entrevista, inesperada, que Vicente Leporace fez com o então ministro do Planejamento do governo militar, Roberto Campos. Ao presenciar a inesperada entrada do ministro à rádio, o jornalista (inicialmente surpreso), passou a entrevista-lo usando o princípio do contraditório: cada um expondo o seu ponto de vista. Não consigo imaginar esta situação ocorrendo nos dias atuais. Qual seria o ministro de Estado que entraria porta adentro de uma redação para responder "bate e pronto" as críticas que recebeu? E mais, qual o jornalista apto a colocar sua antítese à tese da autoridade, sem sensacionalismo ou virulência? Perfeito o fecho, com Rui Barbosa. É sim ou deveria ser o jornalista um "paladino da verdade".

 

Andrea Metne andreaarnaut@uol.com.br

São Paulo

 

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SURPRESA INGRATA

 

Tive uma ingrata surpresa ao tentar ler a coluna de Rubens Barbosa no jornal de ontem. O texto começa com considerações gerais sobre a péssima situação econômica da Franca, para justificar o momento propício a uma ruptura política. O assunto é interessante e sério, mas o texto comete dois erros grosseiros nos primeiros parágrafos que me fizeram desistir da leitura, pela simples falta de confiança no seu conteúdo. O primeiro é sobre o PIB e a dívida da França, que claramente está errado. O PIB francês está em um pouco mais de dois trilhões de euros (e não bi, como está escrito no texto) e a dívida eu não consegui validar nos meus 5 minutos de pesquisa.  O outro é sobre o número da operadora Orange. Não tenho dúvida sobre o inchaço dessa empresa, já que acompanho as exóticas legislações trabalhistas da França e já tive oportunidade de ver de perto a enorme ineficiência francesa em ação, mas dizer que uma empresa daquela poderia ser operada com 8.000 funcionários já é um exagero que só pode ter o propósito de criar um sofisma para a argumentação que virá a seguir. Minha reclamação, aqui, não se trata das posições políticas

13 sr. Rubens, até porque desisti de ler o texto até o final. Minha reclamação à esse jornal diz respeito ao escárnio com a verdade que induz o leitor menos avisado ao erro de interpretação. Espero, com essa, estar contribuindo para o sempre elevado nível editorial desse jornal.

 

Sérgio Almeida Dias sergio.dias@gmail.com

São Paulo

 

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MEDO NA RIO 2016

 

É notória a associação do PT com organizações terroristas e criminosas. Por meio do Foro de SP, o PT festeja as Farc por serem de esquerda e convenientemente ignora o fato de serem uma organização narco-guerrilheira, responsável por centenas de sequestros e atentados terroristas violentíssimos. E muitas são as evidências de ligações do PT (via "movimentos sociais") também com o PCC, o qual promove atentados e organiza rebeliões de acordo com a conveniência petista no calendário eleitoral. Considerado que o PT, uma vez apeado do poder, volta a exercer a tática do "quanto pior melhor", temo muito pela segurança dos jogos do Rio. É sabido que, para executar um atendado terrorista é necessária apenas a combinação, no local do atentado, de armas, pessoas dispostas a praticá-lo e coordenação logística. Infelizmente nada falta nessa perigosa soma de fatores... Que Deus proteja a nossa cidade maravilhosa!

 

Júlio Cruz Lima Neto Julio.CruzLima@plastekgroup.com

São Paulo

 

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IRONIA DO ALCAÍDE

 

Eduardo Paes afirmou ao The Guardian que a Olimpíada será “oportunidade desperdiçada” pelo País para se mostrar ao mundo. Assim, cabe a pergunta: Os governos que nos remeteram ao caos, não foram endossados e compartilhados por ele? A culpa também é sua, sim senhor! Ou pretende nos classificar de idiotas?

 

Felicio Tadeo Zambom financeiro@transmotor.com.br

São Paulo

 

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OPORTUNIDADE PERDIDA

 

Eduardo Paes insiste em perder a oportunidade de ficar calado. Um Brasil do improviso, um Brasil do faz de última hora, um Brasil sem segurança é nossa realidade, não tinha como ser diferente. Somos isso aí e ele, se não sabia, tinha de ser outra coisa e não prefeito da cidade campeã nacional destas três modalidades.  Agora será recordista olímpica!

 

João Bráulio Junqueira Netto jonjunq@gmail.com

São Paulo

 

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OLIMPÍADA

 

Os jogos olímpicos nem começaram, mas já me saturaram. Infelizmente será outro grande fiasco tal qual a Copa de 2014. O governo faz a festa e nós pagamos a conta.

 

Roberto Becker roberto.g.becker@gmail.com

São Paulo

 

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PREFEITO DO RIO

 

Será que o prefeito Eduardo Paes (PMDB) subestima tanto os cariocas que os acha todos desmemoriados? Ele é ligado ao governador sr. Pezão do PMDB e ao ex-prefeito Sergio Cabral, bem como aliado do PT( Lula e Dilma), e agora como há eleições quer dizer que não tem nada a ver com a situação do Rio? Por que não falou antes? Os cariocas têm de aprender a escolher melhor seus dirigentes!

 

Tania Tavares taniatma@hotmail.com

São Paulo

 

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CRUELDADE

 

A Venezuela abre fronteira por 12 horas e 35 mil pessoas a cruzam em busca de comida. Que mundo e época é essa na qual vivemos, idade das trevas?

 

José Marques seuqram2@hotmail.com

São Paulo

 

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HIATO NO SOFRIMENTO

 

Milhares de venezuelanos impedidos há quase um ano de entrar na Colômbia tiveram um breve colher de chá de 12 horas para comprar, no país vizinho, itens de varejo que sumiram das prateleiras em seu país. Neste domingo longas filas se formaram nos postos alfandegários desde as 5 horas da manhã.  Muitos tiveram de dormir nos próprios veículos junto à fronteira, para aproveitar o inesperado dia de compras. “Nós, os mortais, não temos nem sabão para lavar roupa”, lastimavam os que se dirigiam ao comércio em cidades colombianas como Cúcuta, La Parada e Villa del Rosario, em busca de itens básicos de subsistência. “Graças a Deus” era a expressão mais ouvida, embora os preços não estivessem propriamente uma barganha. É que, não bastassem os preços mais altos na Venezuela, a escassez atinge cerca de 80% dos alimentos básicos e remédios naquele país, o que corrobora a gritante contradição entre o discurso e a prática do socialismo. Alheio ao sofrimento de seu povo, Nicolas Maduro, o bufão marxista íntimo dos nossos petralhas, defende-se jogando a culpa nos “empresários de direita”, censurando a imprensa e trancafiando opositores. O curioso desse discurso maluco capaz de fazer alguém como Dilma Rousseff parecer uma estadista é que a indústria e o comércio na Colômbia - onde há fartura, crescimento, baixa inflação, etc. - estão, literalmente, nas mãos dos mesmos empresários supostamente gananciosos “de direita”, odiados pelo regime bolivariano de Caracas. Vá entender a cabeça dessa gente!

 

Silvio Natal   silvionatal49@gmail.com

São Paulo

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