Fórum dos Leitores

OLIMPÍADA RIO-2016

O Estado de S.Paulo

26 Julho 2016 | 03h00

‘Inabitável’

Além de o mundo considerar o Brasil um país corrupto – talvez o mais corrupto –, agora deve nos considerar mesmo incapazes de sediar uma Olimpíada. Tanto que uma das primeiras delegações de atletas a chegar ao Rio de Janeiro, a australiana, se recusou a alojar-se na Vila Olímpica, em quartos considerados por ela “inabitáveis”, onde foram apontados problemas nas redes elétrica, hidráulica e de gás. Simplesmente vergonhoso e inadmissível. Pergunto: onde foi parar o dinheiro absurdo investido nessas obras? Será preciso responder ou é evidente que elas foram superfaturadas?

ANGELO TONELLI

angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

Se a delegação australiana achou a Vila Olímpica inabitável, imaginem se ela for aos hospitais da cidade?

MOISES GOLDSTEIN

mg2448@icloud.com

São Paulo

Prévia

A delegação australiana já nos deu a prévia do que será a Olimpíada no Rio. A organização é um caos, as construções devem ter sido feitas às pressas e a insegurança dos atletas é total. O episódio servirá para mostrar a todos que o prefeito Eduardo Paes, o “soldado de Lula”, é um verdadeiro embuste travestido de administrador público.

FREDERICO D’AVILA

fredericobdavila@hotmail.com

São Paulo

Os cangurus do prefeito

O prefeito do Rio, Eduardo Paes, ao comentar a decisão da delegação australiana, perdeu mais uma oportunidade de ficar calado e demonstrar educação e compostura (se é que as tem). Disse ele que obras do porte requerido pela Olimpíada nunca ficam 100% prontas e terminadas. Ultrapassou, ainda, o limite do bom senso ao oferecer instalar cangurus na entrada das acomodações dos australianos, para bem recebê-los. Pelo quanto custaram aos contribuintes as instalações para abrigar a Olimpíada, as acomodações dos atletas não deveriam estar só 100% prontas, mas 200% prontas, seis meses antes de serem ocupadas e com vasos sanitários esculpidos em mármore e metais sanitários em ouro maciço.

FLAVIO BASSI

flavio-bassi@uol.com.br

São Paulo

‘Primeiro fracasso’

Os delegados do Comitê Olímpico Internacional (COI) estão irritados com os problemas encontrados na Vila Olímpica – o que alguns deles chamaram de “primeiro fracasso”. Que tal o prefeito e o governador do Rio contratarem uma palestra do “deus” Lula para acalmar os ânimos dos dirigentes do COI e dos atletas? Infelizmente, isso é só o começo.

MARIA CARMEN DEL BEL TUNES

carmen_tunes@yahoo.com.br

Americana

Nem um ‘paninho’?

Os vazamentos de água, a fiação elétrica exposta, os vasos sanitários quebrados, entre outras irregularidades apontadas pela chefe da delegação australiana na Vila Olímpica, serão sanados rapidamente, não há dúvida. O que chama a atenção, porém – e que parece ser um detalhe insignificante, mas não é –, é a sujeira denunciada pela dirigente australiana. Como podem os responsáveis pela vila permitir a vistoria das instalações pelas delegações estrangeiras sem que elas tenham sido submetidas ao mínimo de asseio e limpeza? Não poderiam ter, como se diz na nossa linguagem popular, “passado um paninho antes”? Em vez disso, adotaram a condenável atitude tupiniquim do “entrega de qualquer jeito”. Esperemos que tal demonstração de desleixo e irresponsabilidade pare por aí.

LUCIANO HARARY

lharary@hotmail.com

São Paulo

Mais que difícil

Li, no Estadão de ontem (25/7, A3), o que escreveu o leitor sr. Josuel Castro sobre os problemas da Vila Olímpica: “A cada Olimpíada essas estruturas aumentam. Receber mais de 10 mil atletas não é fácil para ninguém”. Faltou ao leitor escrever o que deve ter pensado: “Especialmente para um país do Terceiro Mundo, com sua moralidade pública e sua economia aos pedaços”...

MÁRIO RUBENS COSTA

costamar31@terra.com.br

Campinas

Recepção brasileira

É sabido que não deveríamos ter nos aventurado a sediar uma Olimpíada. Também sabemos que a escolha do Rio como sede dos Jogos causou euforia em petralhas presentes na ocasião do sorteio, pois ela propiciaria mais desvios e superfaturamentos de obras à quadrilha instalada no governo. Sabemos, ainda, que não primamos pela melhor das organizações em qualquer evento a que nos aventuramos promover. Mas, igualmente, é sabido que somos o melhor país para receber estrangeiros com carinho e atenção. Dito isso, lembro aos australianos que o Aeroporto do Galeão é a melhor serventia para a saída da cidade.

LEDA TEREZINHA MARCHIORI

ledaterezinhamarchiori@gmail.com

São Paulo

GASTOS PÚBLICOS

A farra dos Estados

Quando se constata que as despesas dos Estados com pessoal cresceram R$ 100 bilhões em oito anos, como divulgou o Estadão no domingo (24/7, B1), é porque a seriedade com a causa pública está mesmo falida. Rio Grande do Sul é o campeão no desrespeito ao limite legal de 60% para o peso desses gastos no caixa dos Estados, seguido de Mato Grosso do Sul, Minas, Paraíba, Goiás e Rio. Para piorar, a Secretaria do Tesouro Nacional (STN), por achar que cálculos dos gastos públicos estão defasados, propõe uma fórmula que, se aplicada, vai agravar ainda mais a situação do estouro do limite de gastos estaduais. Conforta, porém, saber que São Paulo está entre os mais bem avaliados na responsabilidade com os recursos do contribuinte, ao lado de Maranhão, Espírito Santo, Ceará e Pernambuco.

PAULO PANOSSIAN

paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

Lendo a reportagem sobre o aumento de R$ 100 bilhões nas despesas dos Estados em oito anos, fico me perguntado com que se gasta tanto, porque os Estados não subsidiam mais as prefeituras. Nos últimos 12 anos, parece que estas deixaram de se vincular economicamente e politicamente aos Estados e estes estão nas mãos do governo federal, que, apesar da obrigatoriedade legal de conter despesas, incentivou os Estados a contraírem dívidas. Da mesma forma, centralizou o poder econômico e político dos municípios, incentivando-os a contraírem dívidas, tornando-os dependentes do governo central. Parece descabido, mas... Alguém pode esclarecer essa questão?

ANTONIA R. FERREIRA FUREGATO

furegato@eerp.usp.br

Ribeirão Preto

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

 

VEXAME OLÍMPICO

 

Foi um desastre a impressão australiana sobre as instalações olímpicas. A delegação adentrou aos aposentos, apontou uma série de problemas nas instalações que lhe foram destinadas e foi alojar-se em hotéis. Simplesmente um vergonhoso vexame para o Brasil, pois o Rio foi escolhido como cidade sede desde 2 de outubro de 2009 - tempo mais do que suficiente para se organizar adequadamente para o maior evento esportivo na face da Terra. É mais um legado da caótica administração Lula/Dilma.

 

Humberto Schuwartz Soares hs-soares@uol.com.br

Vila Velha (ES)

 

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OLIMPÍADA

 

Pela primeira vez na história da Olímpiada, um país decide boicotar a Vila Olímpica. A Austrália tem toda razão em não utilizar instalações precárias e inacabadas que não são adequadas a atletas olímpicos, sendo consideradas inabitáveis. Outros países também apresentaram queixas ao Comitê Olímpico Internacional (COI) e estão pagando do próprio bolso para realizar obras nos apartamentos. A imagem do País fica prejudicada com os relatos de furtos por parte de várias delegações. As três esferas do Poder Executivo são responsáveis pela falta de planejamento e pela ausência de rigorosa fiscalização na execução das obras no Rio de Janeiro.

 

Luiz Roberto Da Costa Jr. lrcostajr@uol.com.br

Campinas

 

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SEMPRE ASSIM

 

Começaram a aparecer a má qualidade das construções dos alojamentos, provavelmente superfaturados, dos jogos olímpicos no Rio de Janeiro, gerando reclamações de delegações. Mais vergonha para o Brasil.

 

Luíz Frid luiz.frid@globomail.com

São Paulo

 

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SEGURANÇA NA OLIMPÍADA

 

Mais de 47 mil agentes militares tomam as ruas da orla do Rio de Janeiro. Após a Olimpíada quantos serão?

 

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com

Jandaia do Sul (PR)

 

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OLIMPÍADA E IMPEACHMENT

 

A Olimpíada foi trazida com a visão de festa do socialismo no poder.   Saiu pela culatra.  A sociedade acordou. Percebeu a enganação.  Não quis a bandeira vermelha.  Abominou a corrupção.  A sociedade festeja na Olimpíada o afastamento ordenado de um governo subversivo e sistematicamente corrupto.  Apresenta-se como hospedeiro que tem uma renovada autoconfiança.

 

Harald Hellmuth hhellmuth@uol.com.br

São Paulo

 

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A PASSAGEM DA TOCHA

 

A emoção das pessoas pela passagem da Tocha não me comove, tampouco - apesar de estar tão perto de casa - tenho vontade de prestigiar o evento.  Não que não goste de eventos dessa natureza, se até em inauguração de supermercado fico emocionada!  Acontece que não me sai da memória o espetáculo dos políticos e apaniguados, incluindo o inominável ex-presidente, quando da escolha (ou compra?) do País como sede dos jogos olímpicos: pareciam hienas famintas prontas a devorarem a vítima.  Aquele meu temor de falcatruas se materializou na situação falimentar do Rio com tanta roubalheira.  Ficaria muito feliz e comemoraria como tantos brasileiros, mas é impossível por causa das condições da saúde (com pessoas amontoadas nos corredores de hospitais), segurança, educação e tantos outros setores dos quais o Brasil é carente.  Para que tudo isso, senão para satisfazer a vaidade daquele que se dizia o melhor presidente e seus comparsas, quando não para engordar as contas desses nefastos personagens?  Triste ver um povo tão ilu(la)dido!

 

Aparecida Dileide Gaziolla aparecidagaziolla@gmail.com

São Caetano do Sul

 

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HIPOCRISIA

 

Com todo respeito, existe algo mais descarado e hipócrita do que Olimpíada num país com 12 milhões e meio de desempregados?

 

Francisco José Sidoti fransidoti@gmail.com

São Paulo

 

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HOMEM CONDENADO

 

Causa perplexidade que um homem de 62 anos de idade, réu primário, tenha sido condenado a cumprir pena de 7 anos e 4 meses de reclusão por ter proferido ofensas a um juiz de direito, em Santo André. Estamos diante da violação dos Princípios da Proporcionalidade, Individualização e Humanidade das Penas. O réu em questão não matou, não roubou e não estuprou ninguém. Se errou, deve responder por seus atos, mas na justa medida, e não de forma desproporcional e draconiana. O bom senso e o Princípio da Razoabilidade devem prevalecer. Na pior das hipóteses, deveria ter sua pena reduzida, em regime inicial aberto e convertida em prestação de serviços à comunidade. É lamentável que o Judiciário brasileiro seja o mais caro do mundo, consumindo 1,8% do PIB e tenha gastos, no mínimo, 6 vezes maiores do que os de países ricos e desenvolvidos, como Alemanha, França e Inglaterra. Nossos magistrados recebem altos salários, têm privilégios, como 60 dias de férias por ano, auxílio moradia de quase R$ 5 mil mensais e ainda proferem decisões desse tipo. Como diria Shakespeare, em seu O Mercador de Veneza, para o irredutível  judeu Shylock : “Você terá justiça demais”.

 

Renato Khair renatokhair@uol.com.br

São Paulo

 

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REPORTAGEM TENDENCIOSA

 

Discordo do tom empregado na reportagem "Falou mal de juiz e pegou 7 anos de prisão". O cidadão condenado não apenas "xingou o juiz", tampouco "brigou com o magistrado após perder processo" (25/7, p. A17). O fato foi muito além, envolvendo possíveis calúnias e injúrias em redes sociais e em mensagens diretas ao juiz.  Não vi uma crítica ou censura, nem sequer implícita, à atitude do ofensor.  A crítica (via discurso) foi dirigida exclusivamente ao sistema Judiciário e sugere, nas entrelinhas, um corporativismo, sem expor nenhum indício concreto, mas por suposição. Critiquem a pena, mas não tratem um comportamento grave e reprovável como algo banal, um mero "conflito privado" (como dito por um advogado), que de privado nada tem, só porque ofende uma autoridade.

 

Rodiner Roncada rodiner@terra.com.br

São Paulo

 

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OS INTOCÁVEIS

 

Li no Estadão a matéria sobre a condenação e a respectiva prisão de um trabalhador paulista por ofensas a um juiz de direito. Nenhuma ameaça física é relatada. Sete anos de cadeia. Pena maior só se fosse por assassinato ou crime hediondo! Lembrei-me que poucos dias atrás o "Supremo" Lewandowsky mandou que a Polícia Federal (PF) abrisse inquérito pelos bonecos infláveis seu e do Janot levitando nos ares. Janot, parece, não tem nada a ver com a estapafúrdia decisão. Isto eleva o Supremo Tribunal Federal (STF) a uma classe superior de pessoas, a extrema nobreza. Se o caso virar filme, ofereço um nome: Os Intocáveis.

 

Roberto Viana Santos rovisa681@gmail.com

Salvador

 

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A VOLTA DA POLÍTICA

 

O presidente interino, Michel Temer, e os presidentes do Senado, Renan Calheiros, e da Câmara, Rodrigo Maia, se reuniram durante um jantar para discutir uma agenda positiva para recolocar o País nos trilhos novamente: medidas econômicas, reformas Previdenciária e Trabalhista. Espero que realmente não tenham falado em Reforma Tributária e aumento de impostos. Mas esqueceram de convidar o presidente do STF e de incluir na pauta assuntos como o combate à corrupção e a punição dos políticos envolvidos no Petrolão, pois sabemos que, se não houver punição, a corrupção continuará sendo praticada por eles. O encontro entre os dois poderes, Executivo e Legislativo, foi muito importante para mostrar mudanças positivas para o País e para a comunidade internacional, mas teria sido muito melhor se a reunião tivesse contado também com o terceiro Poder, o Judiciário, pois, aí sim, teríamos a volta da política republicana, democrática e ética e o fim da "política com etiqueta de preço" e o uso das estatais como moeda de troca por votos.

 

Maria Carmen Del Bel Tunes Goulart carmen_tunes@yahoo.com.br

Americana

 

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NÃO COLA MAIS

 

Mais uma vez a presidente afastada, Dilma Rousseff, usou o cansativo “eu não sabia”, agora, para contestar seus tesoureiros, João Santana e sua partner, que afirmaram com todas as letras que os US$ 4,5 milhões pagos no exterior para cobrir gastos de campanha eram de origem ilícita, Caixa 2.  Mas esse papo furado não cola mais, pois sua atestada incúria já furou o caixa da Petrobrás em US$ 1 bilhão com a compra de Pasadena (EUA), colocou em dificuldades bancos públicos, que emprestaram cerca de R$ 40 bilhões para esconder rombos bilionários de seu governo, as famigeradas pedaladas fiscais. Todo bom administrador, que prima pelo emprego e é responsável e honesto, antes de pôr em risco as finanças da empresa, faz a seguinte pergunta: esse dinheiro que estou empregando e as garantias oferecidas cabem no meu bolso?  Com certeza, a centralizadora e arrogante presidente nunca pensou nessa hipótese, mesmo porque a faculdade de pensar não lhe pertence e, mais, o bolso a ser mexido não seria o seu e sim do contribuinte, que enche a “burra” do governo com o recolhimento de escorchantes impostos.

 

Sérgio Dafré sergio_dafre@hotmail.com

Jundiaí

 

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E O QUE SABE?

 

Mais uma vez D. Dilma disse que “não sabia” de nada, agora com relação ao Caixa 2 de sua campanha. Ora, sendo brasileira e afirmando que sempre pensa no povo brasileiro, enfim, por que não diz o que sabe?

 

Pedro Luís de Campos Vergueiro  pedrover@matrix.com.br

São Paulo

 

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MAIS UM ‘GORPE’ PETISTA

 

Sobre o depoimento do publicitário João Santana e de sua mulher ao juiz Sérgio Moro, a presidente afastada Dilma Rousseff disse em seu Twitter (22/7) que não autorizou pagamento de Caixa 2 a ninguém.  E, se houve pagamento “não foi com meu conhecimento”, ou seja, adota o mesmo “não sabia de nada” do Lula, o mais honesto do Brasil. O País não merece tanta cara de pau!

 

Edgard Gobbi edgardgobbi@gmail.com

Campinas

 

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O PROFESSOR E A ALUNA

 

Cada dia que passa a aluna Dilma aprende e aprimora as lições de seu mestre Lula, referente ao "eu não sabia". Ela não sabia nada sobre Pasadena, não sabia que seu ministro da Fazenda trocava os pés pelas mãos, não sabia que o País estava afundando, não sabia se expressar em público e agora me vem com esta de que não sabia do Caixa 2 para sua eleição. Ex-presidente, eu gostaria de acrescentar mais um "eu não sabia". A sra. não sabia governar o Brasil.

 

Jorge Eduardo Nudel jorgenudel@hotmail.com

São Paulo

 

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NÃO SABIA?

 

Supondo que seja verdadeira - o que é altamente duvidoso - a justificativa da presidente afastada Dilma Rousseff de que, se houve pagamento de Caixa 2 ao marqueteiro João Santana, foi sem o conhecimento dela. Tal "desconhecimento" é demonstração inconteste da inabilidade administrativa da presidente. O que torna a continuidade dela como presidente da República absolutamente proibitiva, caso não seja impedida pelo Senado.

 

Luciano Harary lharary@hotmail.com

São Paulo

 

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CORAGEM

 

Dilma Rousseff afirmou que não autorizou ninguém a usar Caixa 2 na sua campanha eleitoral. Quem a conhece acha que alguém teria coragem de desautorizá-la?

 

Luíz Frid luiz.frid@globomail.com

São Paulo

 

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DELAÇÕES PREMIADAS

 

Até quando vai durar a lealdade de José Dirceu?

 

Robert Haller robelisa1@terra.com.br

São Paulo

 

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FIM DO MITO

 

Caiu, inexoravelmente, o mito em volta da Dilma Rousseff construído pelo Lula e seu ilusionista marqueteiro político João Santana. Foi péssima administradora e economista, sem habilidade ou liderança política e, de acordo com a dilação premiada do marqueteiro, financiou sua campanha de maneira ilícita. Pena que não temos Procon político para devolver esta “mercadoria” podre e pedir indenização pelo desastre nacional, resultante da eleição e reeleição desta senhora!

 

Omar El Seoud elseoud.usp@gmail.com

São Paulo

 

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CAIXA 2

 

João Santana faz parte de um filme que já assistimos. A historinha de ter recebido dinheiro pelo Caixa 2 do PT já foi contada no Mensalão por seu ex-sócio, o também baiano Duda Mendonça. Desta vez, todavia, há uma pedra no meio do caminho: o delator Zwi Skornicki, operador do PT. De acordo com as informações prestadas ao juiz Sérgio Moro por Skornicki e confirmadas por Augusto Mendonça Neto, do grupo Setal, João Santana recebeu U$S 4,5 milhões em propina, travestida de gastos com publicidade, tratando-se, em síntese, de lavagem dos recursos obtidos criminosamente com as empresas contratadas pela Petrobrás. Quem indicou a conta para o depósito foi João Vaccari Neto, que administrava os pagamentos feitos por meio dela. Não resta a menor dúvida de que se trata de roubo, e não de Caixa 2. João Santana e o PT montaram um esquema bastante sofisticado de desvio e de lavagem de dinheiro. Chamá-lo de Caixa 2 é debochar da nossa cara. De novo! 

 

Maria Cristina Rocha Azevedo crisrochazevedo@hotmail.com

Florianópolis

 

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FORO DE LULA

 

Qualquer dia desses os advogados de Lula vão dizer que o foro competente para julgá-lo está em Cuba ou na Venezuela!

 

Francisco José Sidoti fransidoti@gmail.com

São Paulo

 

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MEDO DE QUÊ?

 

O criminalista Cristiano Zanin, que defende Lulla em várias falcatruas, afirmou que o juiz Sergio Moro perdeu a imparcialidade contra os petistas. Entende que os  inquéritos contra o "ex" deveriam ir para a 1ª  Instância, mas não para Moro. Ora, ou o doutor repete o que Lulla manda ou faltou na aula sobre “juízo prevento”, mesmo porque reconhece a existência de um “inquérito mãe”, portanto, medo de quê?

 

Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

 

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LULA X MORO

 

Lula e seus advogados pretendem afastar o juiz Moro do seu caso, porque o consideram parcial, pois segundo eles o juiz "acusa, nega arbitrariedades praticadas, faz indevidos juízos de valor e distorce e ignora fatos relevantes". É um bom momento para a população julgar, não o juiz, mas o sistema legal brasileiro: se Sergio Moro for retirado do caso e os oito, dos onze, ministros do STF que foram indicados por Lula, principalmente dois deles que tiveram relacionamento pessoal com Lula e com o PT, não se declararem em suspeição, então ficará provado que o sistema legal brasileiro está contaminado, e só uma constituição reformada poderá consertar o País!

 

Gilberto Dib Gilberto gilberto@dib.com.br

São Paulo

 

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PROFESSOR LEANDRO KARNAL

 

A estreia do Prof. Karnal como colunista dominical do Estadão é uma grande alegria para a inteligência dos leitores.

 

João Paulo de Jesus Lopes jplopes@uninet.com.br

São Paulo

 

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NOVO COLUNISTA

 

Imensos parabéns pela nova presença nos quadros de excelentes colunistas.  Leandro Karnal é uma figura marcante, divertida, alegre e verdadeiro nos seus comentários.  Leandro Karnal, esteja, sim, muito vaidoso com o convite, porque só os muito bons são colunistas do Estadão. Seja sardônico, livre, entusiasta sempre, pois é o que seus seguidores esperam de suas colunas semanais, sem medo, viu?  Estamos aguardando cada domingo com novas expectativas.

 

Helga Bell helga.rod.bell@hipernet.com.br

São Paulo

 

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BEM-VINDO!

 

Karnal, seja muito bem-vindo! Um prazer recebê-lo em casa todos os domingos. Acompanho suas colocações em palestra, artigos e entrevistas. Sempre diz a verdade, doa a quem doer. Mais um exemplo: O artigo de estreia sobre a vaidade. Até o próximo domingo!

 

Carolina Denardi carolina.denardi@cdcomunica.com.br

Jundiaí

 

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BOA ESCOLHA

 

Meus cumprimentos a este jornal que incluiu, dentre os articulistas, um admirável filósofo e escritor: Leandro Karnal. Estou certa de que ele nos brindará com excelentes crônicas!

 

Élide Maria Féres Borges elideferes@uol.com.br

Marília

 

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LEANDRO KARNAL

 

A vinda do professor Leandro Karnal semanalmente nas páginas do Estadão, com sua coluna, foi um presente para nós leitores. Parabéns ao Estadão e ao professor Karnal.

 

Stefano Addeo Neto stefanoaddeoneto@gmail.com

Osasco

 

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DOMINGOS NO JORNAL

 

Quer domingo melhor do que encontrá-lo no Caderno 2 Karnal você (posso assim chama-lo) não pode imaginar o quanto o admiro. Que sorte a nossa seja muito, mas muito bem-vindo. Longa vida!

 

Maria Thereza Ramos Vitti mtvitti@yahoo.com.br

Rio Claro

 

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CONTEÚDO DE QUALIDADE

 

Sempre achei o Estadão um jornal com bastante conteúdo de qualidade. Fiquei muito feliz em poder contar com os pensamentos do professor Leandro aos domingos.

 

Silvio Rangel silviofrangel@yahoo.com.br

Jarinu

 

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COLUNA SEMANAL

 

Adorei Leandro Karnal com a coluna semanal! Obrigada!

 

Adriana Fauza adrianafauza@gmail.com

São Paulo

 

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FESTA AUTORIZADA

 

Haddad forneceu Alvará à festa privada, que causou incômodo no bairro inteiro do Brooklin, no dia 23 de outubro. Eram 11 horas da noite e há horas na Sociedade Hípica Paulistana acontecia uma festa fechada com "música" em volume ensurdecedor, audível de meu apartamento localizado a nada menos que 6 quadras de distância do local. Ao chegar à fonte do ruído encontro, em frente à Hípica, vejo uma base comunitária da polícia militar. No entanto, ao questionar sobre que ação tomariam, fico sabendo que: 1- A festa contava com Alvará expedido pelo prefeito Fernando Haddad para ocorrer até a meia noite, mesmo sem qualquer isolamento acústico que garantisse o sono dos moradores do bairro;  2 - diversos vizinhos de ruas até mais distantes lá estavam reclamando também e pelo menos duas dezenas deles já tinham registrado ocorrência no distrito policial mais próximo; 3 - não obstante o número de reclamações, esses policiais informaram que "não podiam fazer nada" e estavam ali apenas para "fazer a segurança do entorno do evento, evitando furtos aos participantes da festa". Disseram também que nem mesmo poderiam autuar os motoristas alcoolizados que saíam da festa, pois não era de sua competência. É inacreditável o completo desrespeito do prefeito petista para com as diversas leis sobre barulho, como a Lei Federal das Contravenções penais n.º 3.688  Art. 42, Capítulo IV, que  prevê que "não se pode perturbar o sossego alheio" e mais especificamente a lei do Psiu.  E também é vergonhoso o uso da força policial, paga com dinheiro público para fazer a segurança privada de uma festa, em vez do cumprimento das leis. Mais uma vez se confirma que para Fernando Haddad a lei só deve ser aplicada quando lhe é conveniente em benefício próprio. Espero que o bairro todo se lembre da noite de sábado passado (23 de julho) em outubro.

 

Guilherme Morato guimorato@gmail.com

São Paulo

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