Fórum dos Leitores

Colaboração dos leitores

O Estado de S.Paulo

03 Agosto 2016 | 03h00

OLIMPÍADA

À moda da casa

Por ocasião da Copa do Mundo de 2014, Jérôme Valcke, então secretário-geral da Fifa, sugeriu que a comissão organizadora do evento levasse um pontapé no traseiro pelos atrasos nas obras. Corre pra lá, corre pra cá, arranja mais uns “trocos” aqui, outros acolá, mais alguns aditivos nos já milionários contratos e, pronto, deu-se um jeitinho, que deixou como legado estádios às moscas e dívidas com instituições financeiras estatais que jamais serão recuperadas. Agora o presidente do Comitê Olímpico Internacional (COI), Thomas Bach, pessoa fina e educada, afirmou que a Olimpíada no Rio de Janeiro será “à la Brasil” e traduziu a expressão como “com paixão e cheia de vida”. Com paixão pode até ser, porém, com certeza, cheia de dívidas. Alguém tem alguma dúvida de que a herança deixada pela Copa vai ser reeditada? Claro que não! A dívida ainda não apareceu, está bem camuflada, porém, quando a pira olímpica for extinta, vai surgir sorrateira e permanecerá viva por longos anos. Infelizmente, da Copa do Mundo a maioria da população só se lembra dos 7 x 1; e da Olimpíada somente os recordes serão lembrados. Então, vamos que vamos, “à la Brasil”.

SÉRGIO DAFRÉ

sergio_dafre@hotmail.com

Jundiaí

Conto do vigário

Ao discursar em cerimônia de gala que marcou o início dos eventos olímpicos (2/8, H3), Thomas Bach errou ao mencionar que a Olimpíada se realiza num país dividido que vive uma crise política e econômica sem precedentes. O certo seria pedir desculpas aos sofridos brasileiros, em especial aos 12 milhões de desempregados, e dizer-lhes que quando escolheram o Brasil caíram na conversa do megalomaníaco Lula e seu governo corrupto, que, com sua sucessora, levaram o País à situação atual.

JOSÉ MILLEI

millei.jose@gmail.com

São Paulo

Jabuticaba

Ninguém pode criticar a segurança adotada pelo Rio para a Olimpíada. Afinal, foram criadas 78 vagas de salva-vidas para as piscinas onde serão disputadas as provas. Vai que algum atleta não saiba nadar...

CLAUDIO JUCHEM

cjuchem@gmail.com

São Paulo

CORRUPÇÃO

República dos delinquentes

Depois de escarrar R$ 31,5 milhões da fiança arbitrada pelo juiz Sergio Moro, os publicitários João Santana e Mônica Moura saíram sorridentes do xadrez em Curitiba, curtidos cinco meses de prisão. João, ex-intocável, era o alter ego de Dilma Rousseff, o regente da rede neural da presidente incapaz de articular três frases com conexão lógica. João e Mônica são delinquentes incomuns para os padrões brasileiros, abastecidos que foram por milhões de dólares do petrolamaçal armado pelos dois mais corruptos governos da História republicana brasileira – os do PT de Lula, Dilma e quadrilha. A república dos delinquentes petistas com discurso moralizante está longe de ser conhecida em toda a extensão dos delitos.

JOSÉ MARIA LEAL PAES

josemarialealpaes@gmail.com

Belém

Dinheiro de pinga

Essa foi a sensação que tive ao assistir na TV ao casal João e Mônica deixando a prisão, sorrindo, após eles pagarem a “insignificante” fiança de R$ 31,5 milhões. Imaginem o que ainda sobrou.

ARIOVALDO J. GERAISSATE

ari.bebidas@terra.com.br

São Paulo

PODER JUDICIÁRIO

Nova geração de brasileiros

Totalmente de acordo com a leitora sra. Izabel Avallone (Nova safra de juízes, 1.º/8). E acrescento: além de mais juízes corajosos e cientes de sua missão, que venham mais jovens promotores comprometidos com a Constituição, a verdade e o fim da corrupção nesta nossa amada terra.

ROBERTO BERTONI ABRAHÃO

bob.bertoni@gmail.com

São Paulo

A nova safra de juízes e procuradores, tanto estaduais como federais, mostra o porquê de estarem onde estão. Expeditos, corajosos e de grande saber jurídico, vêm combatendo com veemência a corrupção. São Brasileiros com B maiúsculo e enchem de esperança o povo sofrido. Já o envelhecido STF...

JÚLIO ROBERTO AYRES BRISOLA

jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

Pergunta inocente...

Por que será que os supostos criminosos da política brasileira preferem ser julgados pelo STF?

MARIO GHELLERE FILHO

marinhoghellere@gmail.com

Mococa

Já vai tarde

Felizmente, está acabando a presidência de Ricardo Lewandowski no Supremo Tribunal Federal (STF). O ministro, que não faz segredo de suas simpatias políticas e de sua posição contra o impeachment, não se destaca pelo bom senso. Com o Rio Grande do Norte sob ataque do crime organizado, Lewandowski achou por bem libertar da prisão um bandido ligado ao PCC que foi preso no ano passado em ataque a um quartel da Polícia Militar em Fortaleza, acusado de “comandar atentados contra agentes e unidades de Segurança” na capital cearense. Em São Paulo, ele já responde por crimes graves, como homicídio, roubo e tráfico de drogas. O Ministério Público considera-o “predisposto à prática criminosa violenta” e diz que ele “ostenta personalidade corrompida, com notórias marcas de insensibilidade moral e indiferença à vida humana. Portanto, há um risco bastante ponderável de que, caso em liberdade, exposto aos mesmos estímulos nocivos que vêm moldando o seu comportamento, ele torne a cometer delitos da mesma espécie”. Mas para Lewandowski, isso é pouco. Já para a sociedade é mais uma ameaça, e das grandes. Que despautério! Lewandowski foi voto vencido no julgamento que permitiu a prisão de condenados em segunda instância. Ele também é favorável que se devolvam às ruas os criminosos que considera de pouca periculosidade. Pelo conjunto da obra, Lewandowski já vai tarde!

M. CRISTINA ROCHA AZEVEDO

crisrochazevedo@hotmail.com

Florianópolis

Estrelismo

Nosso STF parece a equipe de futebol do Brasil: reúne as melhores estrelas, que querem sobressair individualmente, mas não sabem jogar em conjunto. O time é ruim, cada um faz o que quer, não existe uma estratégia. E quem perde com isso é o povo brasileiro. Só um cego ou um leigo não enxergam essa bruta realidade. Infelizmente, perdi a confiança no último baluarte da Justiça brasileira, o STF.

KÁROLY J. GOMBERT

kjgombert@gmail.com

Vinhedo

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

OPERAÇÃO RESTA 1

 

A empreiteira Queiroz Galvão, que forneceu para a Petrobrás as plataformas P53, P55, P58, P62, P63, P75 e P77, foi alvo ontem da Operação Resta 1, 33.ª fase da Operação Lava Jato. Os principais executivos da construtora foram presos, denunciados por Pedro Barusco, ex-gerente de engenharia da estatal. Segundo a Polícia Federal, a construtora pagou propina por meio de contratos falsos e doações eleitorais. Ricardo Pessoa, ex-presidente da UTC Engenharia, informou que a Queiroz Galvão repassou R$ 2,4 milhões para a campanha eleitoral do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em 2006. Por mais esforço que Lula faça para se esquivar da Lava Jato, seu nome sempre aparece vinculado às maiores empreiteiras do País, tais como Camargo Corrêa, Odebrecht, Queiroz Galvão, UTC, OAS, Andrade Gutierrez, entre outras. Resta, agora, a prisão de Lula.

 

José Carlos Saraiva da Costa jcsdc@uol.com.br

Belo Horizonte

 

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LIÇÃO

 

Considerando que a nova fase da Operação Lava Jato traz novamente fatos objeto da Operação Castelo de Areia, o que será que deve passar na cabeça dos julgadores que anularam toda a investigação feita à época? Ao fim e ao cabo, por força de decisão judicial, a prática delituosa manteve-se forte e firme, com enorme prejuízo para toda a sociedade. Esperamos que tenham aprendido alguma coisa.

 

Ana Lúcia Amaral anamaral@uol.com.br

São Paulo

 

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CLARO

 

A nova fase da Lava Jato, deflagrada ontem, se chama “Resta 1”. Mais claro, impossível.

 

Elisabeth Migliavacca

São Paulo

 

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LULA?

 

Na Operação Resta 1, de ontem, provavelmente a Polícia Federal refere-se ao Lula!

 

Walter Rosa de Oliveira Walterrosa@raminelli.com.br

São Paulo

 

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O DESTINO DA FAMÍLIA SILVA

 

Se tiver um fundo de verdade no que disse o deputado Carlos Sampaio (PSDB/SP) sobre o fato de Lula recorrer à ONU como uma estratégia de quem sabe que vai sofrer várias condenações e quer preparar as condições para poder livrar-se delas deixando o País como perseguido político, então ele queimou sua chance de ir para a Itália, país onde Marisa Letícia e os filhos têm cidadania. Sua atitude, indo contra decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) e fazendo valer sua última palavra garantindo asilo no Brasil ao criminoso Cesare Battisti, com isso passando por cima do governo e do Judiciário italiano, que o condenou por terrorismo e assassinato e insistia em seu retorno à Itália, vai custar caro a Lula e familiares agora. A menos que ele se conforme de pedir abrigo em Cuba, na Bolívia, na Venezuela ou em Angola.

 

Mara Montezuma Assaf montezuma.scriba@gmail.com

São Paulo

 

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A RESPOSTA DO JUDICIÁRIO

 

O Brasil está aguardando manifestação do STF a respeito da denúncia do presidente lula (minúsculas, por favor) no Conselho de Direitos Humanos da ONU. Teremos manifestação de “Lulandowski” e de “PToffoli”? Oremos...

 

Nelson Carvalho nscarv@gmail.com.br

São Paulo

 

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O CRIME COMPENSOU

 

Está provado: o crime do colarinho branco e a corrupção no Brasil compensam. Bastaram seis meses de prisão e os marqueteiros de Dilma Rousseff, João Santana e Mônica Moura, já estão soltos. Pagaram mais de R$ 30 milhões de fiança e vão responder ao processo de corrupção em liberdade. Com dinheiro roubado fica fácil pagar qualquer fiança. Este é o nosso Brasil velho de guerra. Muda, mas não muda muito.

 

José Roberto Iglesias rzeiglesias@gmail.com

São Paulo

 

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FIANÇA MILIONÁRIA

 

A liberação do marqueteiro João Santana e de sua mulher, que estavam presos desde fevereiro acusados de participarem de ações investigadas na Operação Lava Jato, seria um fato comum, levando em conta a tramitação processual. Mas, entre outras questões, não dá para não ser mencionado o fato de que eles pagaram uma fiança de R$ 31,5 milhões, determinada pelo juiz Sérgio Moro. Cabe a indagação: onde essas pessoas conseguem ter acesso a tanto dinheiro? A Operação Lava Jato começou muito tarde, por certo.

 

Uriel Villas Boas urielvillasboas@yahoo.com.br

Santos

 

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PRESOS PELA LAVA JATO

 

O marqueteiro João Santana e sua esposa, Mônica Moura, após pagarem fiança de R$ 31,5 milhões, foi solto da prisão. Já mascando seu chiclete em casa, Mônica continua rindo de nossa cara. Agora, a pergunta que não quer calar: o simples fato de alguém pagar uma fiança tão alta assim não é uma certa confissão do crime? Qual será o saldo real dessa dupla de picaretas nos bancos espalhados pelo mundo?

 

Arnaldo de Almeida Dotoli arnaldodotoli@uol.com.br

São Paulo

 

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SOLTURA

 

Agora Mônica Moura pode comprar quanto chiclete quiser. Mas custou caro!

 

Moises Goldstein mgoldstein@bol.com.br

São Paulo

 

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FRAUDE NO PLANEJAMENTO

 

O Ministério Público Federal em São Paulo denunciou o ex-ministro do Planejamento Paulo Bernardo e mais 19 investigados. O grupo é acusado de montar uma organização criminosa no Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão entre 2009 e 2015, responsável por lavagem de dinheiro e pagamento de propinas para o PT e diversos agentes públicos e privados, que superam os R$ 100 milhões. Vamos acompanhar o trabalho da Justiça neste particular e ver se com essas pessoas a lei é severa e rápida. O maior golpe do PT foi dado contra os aposentados, pois a empresa Consist recebia a propina e repassava como prestadora de serviço. É preciso que se investiguem e punam esses elementos fraudadores dos cofres públicos. Convém ressaltar que esse esquema de propina durou até 2015, portanto governos Lula e Dilma. É de causar enjoo ver que ainda temos pessoas que defendem a permanência desse partido no governo. A explicação é uma só: essas pessoas dependem do partido para sobreviver. 

 

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com

São Paulo

 

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ACIMA DE QUALQUER SUSPEITA

 

Paulo Bernardo, ex-ministro do Planejamento e das Comunicações do PT, foi denunciado pela Procuradoria por organização criminosa, corrupção ativa e passiva, desvio e lavagem de dinheiro com valores apropriados de aposentadorias e empréstimos consignados que superam R$ 100 milhões – além de envolver outros 19 investigados. Para a sua esposa, a senadora Gleisi Hoffmann, para a sua advogada, Verônica A. Sterman, para Lula e Dilma, por razões óbvias, o denunciado está acima de qualquer suspeita. Alguém concorda? Com certeza ninguém. E, se houver justiça, será mais um petista condenado à prisão, com a devolução dos valores roubados. Na atual conjuntura, pelo visto, não se salva um.

 

Luiz Dias lfd.silva1940@gmail.com

São Paulo

 

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ATENÇÃO

 

Ministro Dias Toffoli, Paulo Bernardo voltou aos holofotes. Fique atento.

 

Guto Pacheco jam.pacheco@uol.com.br

São Paulo

 

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INJUSTIÇA

 

A cada dia que passa, mais práticas de corrupção vêm ao conhecimento do povo, praticadas pelos governos de Lula e de Dilma. O PT contrata os melhores e mais caros advogados, só que os honorários pagos são provenientes da corrupção, principalmente dos cofres da Petrobrás, estatal xodó do povo brasileiro, na qual a Polícia Federal estima que o rombo seja de R$ 42 bilhões. Não é justo que essa dinheirama seja paga também pelos eleitores contrários ao PT. O correto seria Rui Falcão comandar uma campanha arrecadatória entre os correligionários a fim de obter recursos para pagar os malfeitos bilionários petistas.

 

Luiz Bianchi luizbianchi@uol.com.br

São Paulo

 

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AGOSTO, UM MÊS DECISIVO

 

No desenrolar do maior evento esportivo do universo, os Jogos Olímpicos, no Rio de Janeiro, este mês de agosto que se inicia também será decisivo para o Brasil na área política, em condições de trazer positiva expectativa também para nossa hoje recessiva economia. Este mês é histórico no registro de quedas de presidentes da República: o suicídio de Getúlio Vargas (24/8/1954), a renúncia de Jânio Quadros (1961) e o impeachment de Fernando Collor (1992). Também este mês teremos o provável impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff (PT), a ser votado no plenário do Senado Federal. E, em se confirmando a queda de Dilma, o interino presidente Michel Temer (PMDB) assume definitivamente o poder no Planalto. Temer assumira, principalmente, a responsabilidade de recuperar a nossa economia, que na gestão de Dilma fechou, infelizmente, mais de 1 milhão de empresas e dizimou 11,6 milhões de empregos, angustiando a família brasileira, hoje em grande número inadimplente e sem condições dignas de consumo até de produtos básicos. Lógico que essa herança maldita não se restringe somente ao âmbito da economia. A corrupção que assolou as nossas estatais, de onde foram desviados bilhões de reais, e as digitais da quadrilha montada desde o governo Lula estão sendo investigadas na Operação Lava Jato. Como consolo, Lula já virou réu e Dilma tem a sua dita honestidade na berlinda, já que, conforme denúncias, supostos recursos ilícitos irrigaram suas campanhas eleitorais. Também há empresários, lobistas e dirigentes das estatais já presos e muitos políticos graduados a caminho da condenação. Incluo nisso também o deputado federal Eduardo Cunha (PMDB), um dos beneficiários da corrupção na Petrobrás, que também neste mês de agosto terá o seu mandato cassado na Câmara federal. Portanto, que o mês de agosto, tradicionalmente conhecido como “o mês do cachorro louco”, inspire a nossa classe política para consolidar de vez o impeachment de Dilma Rousseff e a cassação do corrupto Cunha, permitindo o reencontro deste país com o desenvolvimento econômico e social.

 

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

 

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PARA NÃO ESQUECER

 

Mensagem para os políticos: “O objetivo da política é o progresso” (Vilelm Flusser, intelectual). Simples assim.

 

Diva Pedrosa diva.rodrigues@terra.com.br

São Paulo

 

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A ARQUITETURA DE BRASÍLIA

 

Mil perdões, sinto muito, caros Lúcio Costa e Oscar Niemeyer! O que os senhores projetaram para ser a Casa dos Três Poderes, a Capital do Brasil, foi transformada em mercadão federal ou/e Jurassic Park. Já conhecemos o fim deste filme. Reformas já!

 

Silvia Maria Pinheiro Rezende

São Paulo

 

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IMPEACHMENT PACHORRENTO

 

No reinício dos trabalhos do Senado, dando tramitação ao rito do impeachment da presidente Dilma Rousseff, estava na pauta da sessão a leitura do relatório final do processo contra a presidente afastada. Mas lá estava no plenário a turma de choque, mais manjada do que andar para a frente, como sempre, num discurso desesperado, deseducado e insistente, com o único objetivo de tumultuar e conseguir procrastinar uma agonia da afastada, que já não tem como sangrar nem mais uma gota. O lema da bandeira de Dilma e do PT é: “Consumatum est”. O incrível neste processo é a dissimulação dos defensores ao pregarem a inocência da acusada e elevarem-na ao mais alto pódio da mais pura honestidade já vista nesta “Terra papagalis”.

 

Jair Gomes Coelho jairgcoelho@gmail.com

Vassouras (RJ)

 

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PESSOALMENTE HONESTA... PARA INGLÊS VER

 

Deliberadamente cega quando presidente do Conselho de Administração da Petrobrás e da República, a afastada presidente Dilma Rousseff, longe da figura “pessoalmente honesta” que tenta vender, tornou-se cúmplice de uma quadrilha de bandidos que assaltou estatais e fundos de pensão dos trabalhadores com a cobertura de ministérios e agências reguladoras aparelhadas para este fim. Pelo conjunto da obra de Lula e de sua sucessora, a ONU e o Mundo Olímpico serão testemunhas, com certeza, neste mês, do início de uma nova era para o Brasil. O mundo, na torcida pelo povo brasileiro, está com os olhos voltados para o Congresso Nacional, muito mais do que para as arenas do Rio de Janeiro.

 

Nilson Otávio de Oliveira noo@uol.com.br

São Paulo

 

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OPINIÃO PÚBLICA

 

Dona Dilma Rousseff declarou a uma revista estrangeira que houve uma tentativa de pintá-la como “uma pessoa fria, dura e insensível” e que, ao mesmo tempo, diziam que ela era “histérica”. Não, dona Dilma, o que toda gente sabe e diz é que a senhora é ignorante, incompetente e pouco inteligente.

 

Mário Rubens Costa costamar31@terra.com.br

Campinas

 

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QUARENTENA AMIGA

 

Ao deixar o cargo, ministros têm direito à “quarentena remunerada”, período de seis meses em que não podem exercer atividades privadas que conflitem com o interesse público. Como pode, então, o dr. José Eduardo Cardozo, ex-ministro, recebendo os cerca de R$ 39.900,00 mensais do erário, àquele título, por aquele período, advogar para a presidente afastada, Dilma Rousseff? É que a Comissão de Ética da Presidência da República “abriu-lhe uma exceção”! São, obviamente, os “mais iguais” da República, usando o “nosso dinheiro” a seu bel prazer, para satisfazer suas necessidades pessoais. Acredito que ela deveria pagar o seu advogado, e não nós.

 

Décio Antônio Damin deciodamin@terra.com.br

Porto Alegre

 

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LEWANDOWSKI E O IMPEACHMENT

 

Não é de hoje que o ministro Ricardo Lewandowski vem se empenhando para inviabilizar o impeachment da presidente petista. Agora, esgotado os meios de que dispunha para abortá-lo e vendo-o inevitável, parece não querer manchar o seu currículo de “simpatizante do petismo” e, tudo indica, pretende se furtar de presidir a votação final. Não havia qualquer justificativa plausível para empurrar a votação para o mês de setembro – quando deixará a presidência do Supremo Tribunal Federal (STF) –, a não ser sua disposição de não violentar as suas convicções ideológicas participando desse julgamento até o seu fim, quando então a petista será definitivamente apeada do poder. Certamente, por também considerá-lo como um “golpe contra a democracia”. Assim, passando a presidência para sua sucessora, não participará do afastamento da presidente da República, igualmente por tê-lo como uma farsa, segundo a cartilha petista. Talvez fosse o caso de sugerir que, num ato de solidariedade, também requeresse sua aposentadoria e se afastasse do STF. É o que esperamos para o bem do Judiciário brasileiro. Apenas recordando: sua participação no processo do mensalão foi suficiente para demonstrar do que é capaz em defesa da causa petista. Basta!

 

Noel Gonçalves Cerqueira noelcerqueira@gmail.com

Jacarezinho (PR)

 

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CONFUSÃO

 

Certa atriz global se colocou numa confusão na manifestação em Curitiba porque, atravessando a praça onde se concentravam manifestantes a favor do impedimento de sua protetora, Dilma Rousseff, ela parou para conversar com uma senhora e foi xingada pelos participantes do ato. Declarou que não foi provocar ninguém e que se preocupa “com a falta de democracia” no País. Como assim? Será que a moça tem problema de entendimento das palavras e no dicionário dela falta de respeito (o que realmente ocorreu) é sinônimo de democracia? Ou ela se baseia somente nos conceitos da cartilha vermelha, de que toda discordância é falta de democracia?

 

Aparecida Dileide Gaziolla aparecidagaziolla@gmail.com

São Caetano do Sul

 

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‘RAZÃO DA CRISE’

 

O almirante Mario Cesar Flores concluiu sua competente análise da crise com a pergunta “Podemos corrigir isso?” (30/7, A2). A resposta é sim, podemos. A causa da crise é, segundo o almirante, e eu o endosso, a má gestão do Estado. Um mal que tem cura. Pode-se melhorar a gestão melhorando os gestores, a começar pelos maiores − os que governam e fazem as leis. Esses são eleitos pelo voto popular, que em sua maioria é voto de baixa qualidade, mas obrigatório, influenciado por pesquisas eleitorais de última hora, propaganda eleitoral ruim, debates fracos e indiferente à programática dos mais de 30 partidos − a maioria nanicos que registram candidatos sem a mínima qualificação... Presidentes, governadores, prefeitos, senadores, deputados e vereadores são eleitos por esse voto, e dirigem o País. Corrigir isso? Claro que é possível, através de uma reforma político-eleitoral profunda e urgente, cuja palavra de ordem seja qualidade, em tudo e em todos, qualidade e competência, começando pelo voto facultativo e restrito apenas aos cidadãos que provem ter o mínimo de conhecimento da Constituição e do sistema político nacional. E com recall, para permitir que quem dá o poder possa também retirá-lo. Podemos, sim, corrigir isso! Basta querer... e requerer.

 

Gilberto Dib gilberto@dib.com.br

São Paulo

 

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OS BILHÕES DO FUNDO PARTIDÁRIO

 

Os quase R$ 10 bilhões investidos no Fundo Partidário nos últimos anos mostram a inutilidade desse investimento, usado apenas para financiar esta politicalha rasteira que temos presenciado. Assim como os sindicatos que se locupletam de verbas públicas, sem dar satisfação de onde e como gastam, o mesmo acontece com os partidos, que chegam a comprar até avião, helicóptero, etc. com essa verba, como afirmou o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Gilmar Mendes. Para nós, contribuintes, isso é revoltante, porque a saída desse despropósito, com uma “eficiente reforma política”, está nas mãos dos próprios beneficiados – portanto, não temos saída. A proliferação de partidos nanicos que fizeram da República um mercado do “toma lá dá cá” devemos ao poderoso e inimputável Supremo Tribunal Federal. Nenhum arrependimento, senhores ministros?

 

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

 

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O BRASIL E OS PARTIDOS POLÍTICOS

 

Em dez anos, o País despendeu R$ 9,4 bilhões com os partidos políticos, de cujo montante os nanicos ficaram com 20%. O valor adveio do Fundo Partidário e de renúncias fiscais, representando, no entanto, a soma, embora parcial, que poderia ser investida em escolas e hospitais, por exemplo, caso o País tivesse menos agremiações políticas. Eis que, então, faz-se necessária e urgente a prometida reforma política, sempre objeto de promessas, mas nunca enfrentada pelos políticos.

 

José C. de Carvalho Carneiro carneirojc@ig.com.br

Rio Claro

 

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LEI DA CLÁUSULA DE BARREIRA

 

No artigo do “Estadão” de 31/7 “Um breve exercício de cidadania”, é ressaltado que a atual classe política rebaixou a vida partidária brasileira a um nível sem precedentes, citando os 26 partidos representados na Câmara dos Deputados, os 35 registrados no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e outros 30 esperando por registro. Segue a pergunta do autor do artigo, Bolívar Lamounier: “Não estaria na hora de medidas que ajudem a construir um sistema político mais sério?”. Embora timidamente, a reforma política parece estar retornando à agenda nacional, pois o presidente interino Michel Temer já afirmou que seu partido, o PMDB, irá apoiar no Congresso o projeto Lei da Cláusula de Barreira, do PSDB, que exige um porcentual mínimo de votos que cada partido deverá obter nas eleições a fim de receber verbas do Fundo Partidário, tempo de TV, etc. Como é uma oportunidade única para uma consequente diminuição dos atuais 35 partidos políticos, será que é sonhar demais na aprovação desse projeto pelo Congresso, e aplicar essa faxina na vida partidária  já nas eleições de 2018?   

 

Edgard Gobbi edgardgobbi@gmail.com

Campinas

 

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EXCLUSÃO POLÍTICA

 

Proposta de Emenda da Constituição da autoria do senador Ricardo Ferraço (PSDB) tenta, mais uma vez, limitar a participação de cidadãos na vida política, mediante a “cláusula de barreira” – na verdade, cláusula de exclusão política. Compreendemos as preocupações do nobre senador, pois a pluralidade partidária reparte os recursos do Fundo Partidário, limita o tempo de TV e, sobretudo, dificulta os conchavos. Porém, sendo o sistema político brasileiro um dos mais democráticos do mundo, visto que possibilita a participação das minorias, deveríamos manter as regras como são. Confiemos no bom-senso do STF!

 

Tibor Rabóczkay trabocka@iq.usp.br

São Paulo

 

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SEM RUMO

 

A presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) disse que se ressente por o Brasil estar sem rumo, sem planejamento, etc. Mas ocorre que é impossível encontrar um rumo ou planejar qualquer coisa num país tão usurpado, saqueado, pilhado e roubado por seus políticos e gestores. Veja o caso dela mesma: deixou um rombo de R$ 5 bilhões na Petrobrás, saiu da presidência da empresa carioca de Jogos Olímpicos, onde deixou obras superfaturadas da Olimpíada, e foi para o BNDES para “resolver os problemas” do Rio de Janeiro. Agora, Eduardo Paes toda semana recebe R$ 2 bilhõezinhos de “ajuda” do BNDES. E, depois dos Jogos, ainda financiará a privatização com preços superfaturados das obras superfaturadas dos Jogos Olímpicos... Assim não tem mesmo como encontrar um rumo! Mas está me parecendo que ela disse isso ao perceber que cumpriu bem sua missão no banco e chegou a hora de sair fora, como fez anteriormente nas outras empresas por onde passou – e como um trator: só deixou escombros.

 

Nelio Alves Gomes raytomonelio@hotmail.com

Curitiba

 

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FRONTEIRAS DA CIÊNCIA

 

O editorial de 31 de julho “O novo Ciência sem Fronteiras” (página A3) foi oportuno e esclarecedor. Mas fica a impressão de que o mundo começou ontem. É verdade que o País não tem uma longa tradição em ciência (mesmo contando com vanguardas como Carlos Chagas e Osvaldo Cruz), mas tem feito esforços para crescer rápido. Então, pelo menos, tem memória. Pareceria, pelo editorial, que foi o governo de Dilma Rousseff que inventou as bolsas para o exterior; apenas teria aplicado mal a ideia. Em 1951 nascem o Conselho Nacional de Ciência e Tecnologia (CNPq) e a Coordenadoria do Pessoal de Nível Superior (Capes) dentro do MEC. Desde o início, desenvolvem programas de estudo e intercâmbio com outros países, com políticas visando não apenas ao benefício dos bolsistas, mas ao aprimoramento dos grupos de pesquisa no País. A Fundação para o Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), mesmo que estadual, tem influência grande na Federação através dos ex-bolsistas que retornam para seus Estados e sua administração exemplar. É mais vantajoso para o País criar capacidade própria que enviar bolsistas. Assim, aos poucos, estudos de mestrado e logo também de doutorado, foram estimulados dentro do País. Ênfase, então, para pós-doutorado e estágios de pesquisadores no exterior. Agora, se um aluno ou uma aluna de graduação tem vontade de passar unas férias à beira do Sena em Paris, faça o favor, peça dinheiro para papai. Essa parte do programa Ciência sem Fronteiras foi uma aberração com fins eleitorais.

 

Milan Trsic cra612@gmail.com

Ribeirão Preto

 

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OLIMPÍADA RIO-2016

 

A Olimpíada do Rio-2016, as primeiras da história no Brasil e na América do Sul, está aí e tem tudo para ser um sucesso dentro e fora das quadras e ginásios. Gostemos ou não, é um fato consumado e vai refletir a imagem do Rio e do Brasil em escala global. Tanto o Rio quanto o Brasil, os cariocas e brasileiros como um todo merecem respeito, serão os grandes anfitriões desta grande festa e bancaram com seu suor e trabalho este grande evento internacional. Roupa suja se lava em casa. Deixemos para resolver nossos problemas políticos, sociais e econômicos entre nós mesmos, internamente. Nossos convidados são bem-vindos e não têm nada que ver com nossas mazelas e discordâncias. Agora é hora de união e de apoio total em favor do Rio, da Olimpíada e do Brasil.

 

Renato Khair renatokhair@uol.com.br

São Paulo

 

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ESFORÇO

 

O povo brasileiro assiste ao grande esforço do governo federal em atender a todas as providências para a realização da Olimpíada: a construção de acomodações para os atletas – ou seja, os prédios da Vila Olímpica que receberão 15 mil hospedes de vários países do mundo – de estádios, de praças de esporte, etc. Nada contra a realização deste evento, que mobilizará vários setores, inclusive da segurança, para que não haja atentados e os participantes não sofram qualquer tipo de ameaça. O povo espera apenas que este mesmo esforço seja dado pelo governo para atender às demandas da saúde pública, da educação e realização de obras de infraestrutura. 

 

Marcos Tito marcostitoadvogados@gmail.com

Belo Horizonte

 

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BOA VONTADE

 

Usamos mais de 650 funcionários para resolver todos os problemas nos apartamentos em que ficarão os atletas. Será que usaremos essa mesma boa vontade para resolver os problemas de hospitais que estão destruídos e onde estão pessoas debilitadas e precisando de ajuda na cidade do Rio de Janeiro?

 

Carlos Alberto Duarte carlosadu@yahoo.com.br

São Paulo

 

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CARA DE PAU

 

O prefeito do Rio, Eduardo Paes, tremendo cara de pau, não dá o braço a torcer. Agora, afirma que a culpa pelos problemas até então apresentados é por culpa do desconhecido argentino Mario Cilenti. Vamos ver em quem colocará a culpa pelos desvios de verbas quando a Polícia Federal começar as investigações, será no presidente do Comitê Olímpico Internacional (COI), que afirmou que a Olimpíada tem “o jeitinho brasileiro”?

 

Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

 

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PIRA OLÍMPICA

 

A meu ver, deveriam ser três os atletas a acender a pira olímpica na sexta-feira: primeiro, Pelé, por ter sido atleta do mundo, exemplo mundial de esportista (que, inclusive, nunca anunciou fumo, bebidas ou drogas); segundo, o maior medalhista olímpico brasileiro, que é o representante das velas; e o terceiro, sem dúvida, é Vanderlei Cordeiro de Lima, pois imaginem o que se passou em sua cabeça quando estava em primeiro lugar na prova mais importante da Olimpíada, a maratona, e viu o seu sonho se dissipar por causa de um louco que o impediu, e ele ainda teve forças para completar a prova e conquistar uma medalha olímpica para o Brasil. Aliás, é o único atleta que tem duas medalhas olímpicas no mesmo esporte, na mesma prova e, ainda, a medalha Barão de Coubertaim.

 

Ciro Bondesan do Santos cirobond@hotmail.com

São José dos Campos

 

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LANÇA-CHAMAS

 

Sugiro, como homenagem póstuma ao PT, convidarem Lula para acender a pira olímpica. Com “um litro de cachaça da boa, 16 cervejas” e um fósforo aceso, é um verdadeiro lança-chamas.

 

Carlos Alberto Roxo roxo_7@terra.com.br

São Paulo

 

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BRASIL, UM PAÍS LIVRE

 

Uma ex-ministra da Venezuela no governo Maduro que vai competir na Olimpíada declarou que não irá saudar Michel Temer no desfile de abertura. Alguém diga a ela, por favor, que, se ela quiser, poderá até levar uma plaquinha “Fora Temer” ou “Dilma, I love you”, que ninguém irá prendê-la. Aqui é Brasil, querida.

 

Luiz Gonzaga Tressoldi Saraiva lgtsaraiva@uol.com.br

São Paulo

 

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ESCRAVIDÃO NA VENEZUELA

 

Nicolás Maduro ordena que as empresas venezuelanas liberem seus empregados para trabalharem nas lavouras do país. Isso mesmo! Ordena. E que trabalhem para o governo! Sem retorno financeiro! Isso é escravidão! Eis o olimpo da intifada esquerdista e totalitária do chavismo, depois de destruir a Venezuela e tirar dos venezuelanos a honra e a dignidade. Absurdo! Absurdo! Absurdo!

 

Sérgio Eckermann Passos sepassos@yahoo.com.br

Porto Feliz

 

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FRATERNIDADE

 

Independentemente da porcaria de governo que assumiu (e estragou) a Venezuela, não tem cabimento nosso continente assistir às dificuldades de nossos irmãos, até para se alimentarem, impassivelmente. Que todos se unam e façam o possível, emergencialmente. Fraternidade, gente.

 

André C. Frohnknecht caxumba888@gmail.com

São Paulo

 

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CEMITÉRIO DA CONSOLAÇÃO

 

Cumprimento o “Estadão” pela oportuna reportagem “Cemitério tem furtos e funcionário fantasma” (25/7, A11). Parabéns também para a repórter Adriana Ferraz e o fotógrafo Tiago Queiroz, por seu excelente trabalho, que denuncia mais um caso de completo desleixo e incompetência com que a Prefeitura trata nossa cidade. A situação a que chegou o Cemitério da Consolação é absolutamente inacreditável, com quase todos os túmulos assaltados e violados, com o roubo de peças de bronze que pesam até 300 kg e arrombamento de urnas e caixões. É uma verdadeira quadrilha que atua no local, agindo até em plena luz do dia, sem o menor constrangimento ou repressão. Não bastasse isso, periodicamente, com o apoio da Secretaria Municipal de Cultura, são realizadas sessões cinematográficas, o tal do Cinetério, com exibição de películas tais como “Amantes eternos”, “Deixa ela entrar”, “Boa noite Mamãe” e outras desse quilate, com multidão pisoteando os túmulos e fazendo a maior sujeira (em todos os sentidos) no recinto, que é sagrado e merece respeito pelos que ali jazem.

 

Nelson Penteado de Castro pentecas@uol.com.br

São Paulo

 

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O DESPREZO DO PREFEITO

 

Como meta de abrandar o menosprezo e a sutil destruição da memória histórica do Cemitério da Consolação, cumprimento o jornal pela oportuna e bem lançada matéria publicada (25/7, A11) denunciando não só os desmandos e o estado de abandono nele constatados, como o desrespeito aos que ali estão sepultados. Esperamos que o Ministério Público saia em enérgica defesa do que ainda sobra deste importante patrimônio público da cidade de São Paulo.

 

Pedro Paulo Penna Trindade pennatrindade@gmail.com

São Paulo

 

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PATRIMÔNIO AMEAÇADO

 

Preocupada com o patrimônio que existe no Cemitério da Consolação, como a Marquesa  de Santos, famílias imigrantes e de origem brasileira e portugueses e demais famílias, com obras de arte, esculturas de Vitor Brecheret e outros inúmeros artistas importantes, e o túmulo da minha família, fico profundamente preocupada com a falta de interesse e o abandono dessa gestão da Prefeitura de São Paulo.

 

Candida de Arruda Botelho candidam@arvoredaterra.com.br

São Paulo

 

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DESCASO

 

Queria deixar aqui registrado o meu apreço pela matéria sobre o horrível estado em que se encontra o Cemitério da Consolação. Além das obras de arte, lá estão pessoas que fizeram este nosso Brasil. Prefeituras e governos são ladrões e só sabem fazer o que lhes dá voto. Vão se arrepender. A vez deles vai chegar. Mais uma vez, parabéns. Não deixem o assunto morrer.

 

Lucilla de A. Botelho labotelho@uol.com.br

São Paulo

 

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GESTÃO LAMENTÁVEL

 

Nem os mortos têm descanso no Cemitério da Consolação, conforme recente e ótima reportagem do “Estado”. Sem falar no problema Minhocão. Enquanto no Rio e em Montreal (Canadá) os prefeitos decidiram eliminar o Minhocão local, fazendo belos boulevards no lugar, em São Paulo, terceira maior metrópole do mundo, o alcaide Fernando Haddad parece tender por apenas fazer troca-troca de nome da carcaça do famigerado elevado. Moradores brincam que o prefeito resolveu trocar o nome de minhocão para “jararaca”. Não é lamentável a atual gestão municipal?

 

Francisco Gomes Machado fmachadosp.fgm@gmail.com

São Paulo

 

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O NOVO NOME DO MINHOCÃO

 

A mudança do nome do Elevado Costa e Silva para Presidente João Goulart, promovida pela Prefeitura de São Paulo com a aprovação da Câmara Municipal, sob o pretexto de retirar das vias públicas da cidade nomes ligados à ditadura, não resolveu a questão. João Goulart, presidente que assumiu após renúncia de Jânio Quadros, foi o grande indutor do golpe militar. Demagogo, fraco, indeciso, provocou o golpe com sua desastrada participação no famoso comício da Central do Brasil, no Rio de Janeiro, desafiando a hierarquia militar. Devemos a ele a ditadura. Seu nome só agrada aos chamados partidos de esquerda, que não apresentaram nada de construtivo na história recente do nosso país. Mais uma decisão lamentável desta gestão petista que já vai tarde.

 

Celso Battesini Ramalho leticialivros@hotmail.com

São Paulo   

 

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RIDÍCULA VINGANÇA

 

Sabemos todos que o PT, graças ao “Anjo Nacional”, já era... Tanto Fernando Haddad quanto a Câmara de Vereadores de São Paulo estão, agora, em sua despedida, buscando algo que só pode ser uma ridícula vingança. Exemplo: mudando o nome do Elevado Costa e Silva para João Goulart. Tudo o que o PT e as viúvas do comunismo desfizeram e causaram por aqui deveria moralmente evitar tão baixo revanchismo.

 

Murilo Luciano Filho muarilou@uol.com.br

São Paulo

 

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FALTA DO QUE FAZER?

 

Os vereadores, em vez de cuidar de assuntos importantes, que não são poucos, estão preocupados com aquilo que sempre fizeram: trocar o nome de ruas, homenagear parentes, pensando na propaganda que isso lhes traz e aporrinhando a vida de milhares de pessoas que terão de mudar notas fiscais, documentos, cartórios, ocasionando mais e mais despesas.

 

Luiz E. Soares de Almeida l.s.2000@terra.com.br

São Paulo

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