Fórum dos leitores

Participação dos leitores

O Estado de S.Paulo

04 Agosto 2016 | 03h00

LULOPETISMO

Puxão de orelhas no PT

Oh, dó! Dilma, a honesta e sobranceira, dá um puxão de orelhas no PT e o aconselha a ter melhor comportamento daqui por diante, ensinando-lhe que precisa aprender a reconhecer seus erros, pelos quais elazinha está pagando ao ir só e desamparada para o cadafalso. Como assim, Dilma? Como fica, então, a versão do “golpe” ou da culpa da “mídia golpista” e dos “coxinhas”, essa odienta classe média que não suporta ver pobre andar de avião? Ah, sim, a culpa agora é da “tesouraria do PT”, viu, Vaccari? Bem feito por você estar preso. Sozinho, influenciou mal seus companheiros, corrompeu todo o PT, comprometeu a idoneidade da presidenta e do Lula, o presidente mais honesto na História deste país. Que canseira! Dilma, por favor, poupe-nos. Se infantiloides acreditam nessa cantilena, a maioria da população brasileira, que rala, paga impostos, a mesma que foi vítima de um golpe de verdade, felizmente acordou dessa desfaçatez faz muito tempo.

ELIANA FRANÇA LEME

efleme@gmail.com

São Paulo

Num raro momento de lucidez e justeza, a presidente afastada, Dilma Rousseff, acertou ao afirmar que o “PT precisa admitir seus erros, tanto na questão ética como no uso de verbas públicas”. Para ser mais exata – e talvez ela faça isso algum dia – seria interessante Dilma dar nome aos bois, incluindo o dela, e contar toda a verdade.

LUCIANO HARARY

lharary@hotmail.com

São Paulo

Lenga-lenga

É insuportável ver como o processo de impeachment da “presidenta” se alonga! Por que tanta procrastinação? Há quem diga que toda essa pantomima vai terminar só em setembro. Lamentável! Enquanto o País ansiosamente aguarda por um governo que recomece a colocá-lo nos trilhos da moralidade e do desenvolvimento, meia dúzia de senadores petistas e seguidores atrasam o julgamento e deposição da presidenta ciclista. O País necessita de atos e providências urgentes e imprescindíveis, não há mais espaço para expedientes protelatórios e impatrióticos a adiar o desfecho que o povo espera. É necessária a retomada da governabilidade plena, sem obstáculos inócuos de políticas obstrutivas usadas irresponsavelmente por uma minoria.

LUIZ A. GARALDI DE ALMEIDA

lagaraldi@uol.com.br

São Paulo

O Brasil está realmente ansioso pela decisão final do processo de impeachment. Infelizmente, grande parte dos brasileiros tem muita desconfiança dos responsáveis por tal definição, o presidente do Senado, Renan Calheiros, e o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, que se acha devedor da família Lulla por ter sido levado àquele órgão pela sra. Marisa Letícia – ele deve deixar a presidência do STF em 3 de setembro. Espera-se que ajam como pessoas idôneas e convictas de que o País aguarda um julgamento simples e honesto. Depois é esperar pelo progresso.

CELSO DE CARVALHO MELLO

celsosaopauloadv@uol.com.br

São Paulo

Contagem regressiva

Dilma Vana Rousseff entrou em contagem regressiva e já está na rampa. Não naquela para subir de volta ao Palácio do Planalto, mas a de lançamento rumo a Porto Alegre. Sua tropa de choque no Senado continua esperneando com manobras quixotescas para ganhar mais alguns dias ou até mesmo algumas horas. Depois do apelo à Comissão de Direitos Humanos da ONU, só resta aos petistas apelar ao papa, mesmo sabendo que ele não ficou sensibilizado com o pedido ingênuo de Letícia Sabatella. O dia 25 de agosto, até agora tristemente lembrado pela renúncia patética de Jânio Quadros, passará a ser celebrado como o “dia do despejo” que livrou o País da mãe do PAC – o Programa de Afundamento no Caos.

HÉLIO DE LIMA CARVALHO

hlc.consult@uol.com.br

São Paulo

Lula perto do fim

O Lula de Garanhuns chegou a escrever uma bela história de vida, contribuindo num primeiro momento para o desenvolvimento social do Brasil. Mas pôs tudo a perder quando se corrompeu para que seu partido se perpetuasse no poder – e, pessoalmente, enriquecesse de forma ilícita. Ele será sempre lembrado por ter criado a mais incompetente e despreparada presidente que o Brasil já teve. Se Dilma não fosse impichada, teria quebrado o Brasil para sempre. Michel Temer será consagrado em seu interino governo mais em razão da herança maldita deixada por Dilma do que por méritos próprios. PT fim.

LUIZ HENRIQUE F. C. PESTANA

luizhenriquefcpestana@gmail.com

São Paulo

O chefão

Como o chefão da quadrilha se julga a pessoa mais honesta do mundo, sugiro o nome da próxima fase da Operação Lava Jato: Ecce homo. Mas não precisam crucificá-lo, bastam muitos anos de cadeia.

HERBERT FONSECA

moretifonseca@hotmail.com

Bragança Paulista

RODRIGO MAIA

Queimando o filme

O novato e, felizmente, apenas presidente-tampão da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), perdeu uma excelente oportunidade de ficar calado. Ao lançar – em momento extremamente inadequado – a candidatura de Michel Temer à Presidência para 2018, mostrou estar obnubilado pelo excesso de holofotes nele focados. Com isso levanta a desconfiança de estar, na verdade, preparando o terreno para lançar o próprio nome para presidente da República na próxima eleição. Vejam só o que fazem o despreparo e a vaidade! Achando que podia voar alto assim, de uma só tacada Rodrigo Maia queimou as próprias asas, comprometeu o próprio mandato na Câmara e prejudicou enormemente o governo Temer e o projeto de recuperação do País. Isso se soma negativamente ao fato de ter sido apoiado por Lula e pelo PT na eleição para o cargo atual e o coloca entre os políticos que contam com a nossa inevitável desconfiança. Pobre Câmara! O que estará enterrado naquele subsolo?

JORGE MANUEL DE OLIVEIRA

jmoliv11@hotmail.com

Guarulhos

LADRÕES DE GALINHA

Tremei!

Terça-feira foi publicada a Lei 13.330, que altera o Código Penal para tipificar, de forma mais gravosa, os crimes de furto e de receptação de “semovente domesticável de produção, ainda que abatido ou dividido em partes”. Aos poucos, o Brasil está sendo moralizado! Quem viver (os próximos 300 anos) verá.

PAULO AMÉRICO DE ANDRADE

paandrade@gmail.com

São Paulo

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

CONTINUO A CHORAR

 

Quando, lá nos idos de 2009, o Rio de Janeiro foi escolhido em Copenhague para sediar a Olimpíada de 2016, superando as aspirações de Madri, Tóquio e Chicago, com direito a efusivas manifestações dos então responsáveis e do povo em Copacabana e até a discurso de Lula, no qual bradou que os jogos seriam “inesquecíveis, pois estarão cheios  da magia e da paixão do povo brasileiro”, confesso que chorei. Não de alegria, mas de angústia na medida em que, de alguma forma, estava já a antever a terrível aventura na qual o País iria se envolver, dois anos após outro evento esportivo de grande magnitude. O mundo ainda sofria as consequências da crise financeira de 2008, da qual o Brasil, segundo o seu presidente, testemunharia somente uma “marolinha”.  Desembocamos na atual festa com contas que não fecham e para a qual o povo não foi convidado, a ser realizada em meio a uma crise política e econômica sem precedentes, como lembrou o presidente do Comitê Olímpico Internacional (COI) em discurso que deu início oficial aos jogos, acrescentando jocosamente que “ao menos sambamos”. Continuo a chorar.

 

Paulo Roberto Gotaç prgotac@hotmail.com

Rio de Janeiro

 

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O CUSTO DA OLIMPÍADA

 

O gasto com a Olimpíada, pago por nós, contribuintes, e não pelos políticos, deve ser divulgado. Até agora, não sabemos quanto custou nem quanto irá nos custar. Na Copa do Mundo de 2014, estádios caríssimos (com o “por fora”), como os de Manaus e de Brasília, onde não há time na primeira divisão, foram construídos e, agora, gastamos com a sua manutenção. O “por fora” é mais fácil neste caso do que nos gastos com saúde, educação, transportes, no que realmente precisamos de investimento. E o subdesenvolvimento permanece...

 

Nelson Carvalho nscarv@gmail.com

São Paulo

 

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RIO-2016 – O MAIOR LEGADO

 

Em meio a tantos gastos que não sabemos ainda se foram corretamente aplicados e sacrifícios para a realização da Olimpíada, os chamados legados, é a esperança que deve justificar tanto esforço que fizemos para tal efetivação do evento. O legado, entretanto, mais positivo é conseguirmos com o sucesso dos Jogos angariar prestígio internacional no sentido de que se potencialize o reconhecimento global de que somos uma grande nação, objetivando a potencialização dos frutos financeiros e econômicos, nas relações comerciais bilaterais com todo o planeta.

 

José de A. Nobre de Almeida josedalmeida@globo.com

Rio de Janeiro

 

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OLIMPÍADA

 

Não precisa ser nenhum especialista para concluir que o legado dos jogos será momentâneo. Estamos no Brasil, em um ano tudo estará sucateado. A nossa cultura com relação a conservar grandes obras, museus e grandes estádios é lastimável. Ao término das competições, vai faltar dinheiro para tudo. Quem viver verá.

 

José Roberto Iglesias rzeiglesias@gmail.com

São Paulo

 

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CONTAGEM REGRESSIVA

 

Faltando um dia para o início da Olímpiada no Rio, devemos nos preparar para a maratona de eventos na TV. Agora, que a confusão com a vila dos atletas parece em parte solucionada, é hora da contagem regressiva. Apesar das falhas e dos improvisos, a cidade parece estar à altura do tamanho e da importância do evento. Apesar de alguns atrasos, todas as arenas já foram entregues e algumas já são usadas para treinamentos. O problema é que a maioria não passou ainda por testes com grande público, o que pode levar a surpresas desagradáveis parecidas com a dos alojamentos. Em tempo de ataques terroristas em vários países, uma das maiores preocupações das autoridades é com a segurança. Não à toa, foram destacados 50 mil homens, entre policiais e militares, para garantir a tranquilidade dos Jogos. O Rio, além disso, já está acostumado a lidar com grandes eventos. O Pan-2007 e a conferência Rio+20 transcorreram sem maiores problemas. O deslocamento do público é outro ponto sensível. Há também o risco de ocorrerem protestos durante os Jogos. Mas o clima de festa e um bom desempenho do Brasil nas competições, começando pelo futebol feminino e masculino, provavelmente evitarão esse tipo de surpresa. O ponto mais negativo fica por conta da despoluição da Baía de Guanabara, onde se darão as provas de vela. O governo do Rio não cumpriu a promessa, como é praxe política, e as águas continuam imundas. Entre acertos e tropeços, chegou a hora de o Rio mostrar que pode repetir com a Olímpiada o sucesso de organização da Copa de 2014. É pagar pra ver, quem viver verá!                      

 

Turíbio Liberatto turibioliberatto@hotmail.com

São Caetano do Sul

 

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SÓ ELOGIOS

 

Incrível a sensibilidade do governo do Rio de Janeiro. Em plena Olimpíada e com centenas de jornalistas do mundo inteiro na cidade, fazem uma megaoperação no conjunto de favelas do Alemão. Adivinhem qual vai ser a matéria de suas mídias sobre o Brasil!

 

Luíz Frid luiz.frid@globomail.com

São Paulo

 

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PANTOMIMA

 

Entre perplexo e incrédulo, li na edição eletrônica de segunda-feira do jornal “Extra” que, num dos “sketches” que estavam programados para a cerimônia de abertura da Olimpíada, uma modelo, desfilando ao som de “Garota de Ipanema”, seria abordada por um ator protagonizando um “pivete”, cena que sugeriria tratar-se de um assalto. Segundo a produção, entretanto, a mensagem seria “de paz” – o menino, depois de se aproximar “ameaçadoramente” da atriz, seria perseguido por policiais, mas logo retornaria para perto da moça e seria protegido por ela. Pretendia-se, com isso, mostrar que ele “nada tem de mau” e, para tanto, entra, nesta hora, o “Rap da Felicidade” (“Eu só quero é ser feliz / andar tranquilamente na favela onde nasci”). A cena já foi excluída da cerimônia de abertura. Mas não é preciso ser profundo conhecedor de teatro, cinema, TV e demais artes cênicas para constatar que, se veiculada tal pantomima, que evoca os dramalhões circences de cidades do interior dos anos 30, sem dúvida calcada nos paroxismos “politicamente corretos” de nossa “intelligentsia”, não seria transmitida, como pretendem seus autores, qualquer mensagem de paz, mas, sim, já que a arte imita a vida, a ideia de que no Rio de Janeiro não há assaltantes nem assaltos, mas apenas “pobres vítimas da sociedade”, perseguidas por uma polícia injusta, truculenta e despreparada, que se dedica a constranger inocentes, julgando-os marginais com base apenas em sua aparência, mas que, mercê de Deus, são protegidos por pessoas mais afortunadas – cenário tão verdadeiro quanto uma nota de R$ 3,00.

 

Gil Cordeiro Dias Ferreira gil.ferreira@globo.com

Rio de Janeiro

 

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ATAQUES NO RIO GRANDE DO NORTE

 

Os atos de violência praticados no Rio Grande do Norte têm transtornado a vida da cidade. Praticados por criminosos em razão da instalação de bloqueadores de celulares nos presídios, têm de ter um fim. Em boa hora o governo federal enviou tropas àquele Estado para ajudar a polícia. É preciso que o poder público mostre seu poder e se sobreponha. Não há trégua. Ou os criminosos capitulam ou o governo. E, para o bem do Estado e em nome dos homens de bem, é bom o governo se impor, se não o País vira uma Colômbia dos tempos do Pablo Escobar.

 

Panayotis Poulis ppoulis46@gmail.com

Rio de Janeiro

 

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LEI ANTITERROR

 

Meus aplausos efusivos aos juízes goianos que enquadraram na Lei Antiterror uma invasão de terras em Santa Helena de Goiás pelo MST. É desse perfil de magistrados que o Brasil precisa.

 

Frederico d’Avila fredericobdavila@hotmail.com

São Paulo

 

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DURMA-SE

 

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Teori Zavascki, ao dar explicações sobre o fato de seu assessor e amigo desde a faculdade – o desembargador aposentado Manoel Volkmer de Castilho – ter assinado o absurdo manifesto de apoio ao ex-presidente Lula, disse que “não sabia” da assinatura. Mais um que entra para a lista dos que só descobrem os feitos de seus assistentes mais próximos pela imprensa, a exemplo de Lula e de Dilma Rousseff. Para completar, o agora exonerado Manoel Volkmer é ninguém menos que marido da subprocuradora Ela Wieko, a número 2 de Rodrigo Janot. Durma-se com um barulho desse!

 

M.Cristina Rocha Azevedo crisrochazevedo@hotmail.com

Florianópolis

 

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RESTA 1

 

A deflagração da mais recente fase da Operação Lava Jato foi denominada de “Resta 1”. Pelo que se entende, devem estar falando da falta de “um dedo”, não é mesmo?

 

Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

 

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QUESTÃO DE GÊNERO

 

O nome da 33.ª fase da Operação Lava Jato (2/8), “Resta Um”, é em referência ao avanço contra a última grande empreiteira, Queiroz Galvão, do cartel que agia na Petrobrás. Como o nome correto seria “Resta Uma” (empreiteira), será que “Resta Um” não se refere ao ex-presidente Lula?

 

Edgard Gobbi edgardgobbi@gmail.com

Campinas

 

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PODEROSO CHEFÃO

 

Depois da operação da Lava Jato denominada “Resta 1”, só falta a operação “Poderoso Chefão 1.2.3.4”, pai, mulher e dois filhos.

 

José R. Macedo Soares joserubens@federmacedoadv.com.br

São Paulo

 

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AINDA FALTAM MUITOS

 

Desta vez vou discordar da Lava Jato. Não resta um, mas, sim, “uns e umas”.

 

Luiz Nusbaum lnusbaum@uol.com.br

São Paulo

 

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MAIS UM OU MENOS UM

 

Acho que ainda resta mais um.

 

Sinclair Rocha sinclairmalu@uol.com.br

São Paulo

 

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LAVA JATO

 

Se resta um eu não sei, mas com certeza falta o principal!

 

Francisco José Sidoti fransidoti@gmail.com

São Paulo

 

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TESES

 

Minha já bastante finada avó dizia na sua longeva sabedoria que “nada como um dia atrás do outro, com uma noite no meio”. Duas teses cultivadas à exaustão pelos petistas foram transformadas em “pó de cocô de cavalo do bandido”. A tese de “golpe” surrada por Dilma Rousseff e seus militantes que, parece, queriam a sua continuidade para que concluísse a obra de desmonte total do País. A outra tese é a de que Lula, o “inatingível”, “o corpo fechado”, sofria injusta perseguição da Lava Jato, orquestrada pelo juiz Sérgio Moro. Os dias se passaram, todos eles intercalados por uma noite. E não é que, depois de uma dessas sequências, um juiz da 10.ª Vara da Justiça Federal de Brasília, Ricardo Augusto Soares Leite, converteu Lula em réu pela primeira vez? Por coincidência, no momento em que Lula formalizava na Comissão de Direitos Humanos da ONU, reclamação contra o juiz Sérgio Moro e o procurador-geral da Justiça, Rodrigo Janot. A tese de Lula de perseguição de Moro e Janot e a tese de “golpe” contra Dilma viraram pó de estrume equino.

 

Jair Gomes Coelho jairgcoelho@gmail.com

Vassouras (RJ)

 

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O TEMOR DO PT

 

O PT teme mais delações? O que mais o PT pode temer que seja delatado? Que Lula sabia de tudo e que era o mandante da roubalheira? Já sabemos... Que o PT queria mesmo transformar o Brasil numa Venezuela? Já sabemos... Que Dilma Rousseff mentiu e manipulou as eleições de 2014, sabendo de tudo, mas fazendo “o diabo”? Já sabemos... Que os bilhões do BNDES para Cuba e tantos outros amiguinhos de Lula nunca mais vão voltar para o Brasil, porque não eram mesmo para voltar desde o começo? Já sabemos... Que Lula é não só o dono do sítio e do tríplex, mas também é um dos bilionários do mundo? Já sabemos... Algo que ver com Celso Daniel? Já sabemos... Que Lula quer parar a Lava Jato? Já sabemos... O que será que o PT teme? Que Lula, arrependido de tudo, sabendo que errou e prejudicou o povo que disse amar, desesperado, tome uma atitude extrema e se suicide? Já sabemos que nunca vai acontecer. Portanto, PT, relaxe e goze!

 

Gilberto Dib gilberto@dib.com.br

São Paulo

 

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COMPROMETIMENTO OU COVARDIA?

 

Luiz Inácio Lula da Silva, com medo de ser preso – e certamente será –, pediu socorro à Organização das Nações Unidas (ONU). Espernear é um direito de todos, mas desmoralizar a justiça do País ultrapassa seus direitos. Depois dessa palhaçada, é necessário esperar um pouco para ver qual será a reação tanto do organismo internacional quanto do Supremo Tribunal Federal (STF). Na verdade, o que realmente interessa a nós, brasileiros, são as medidas que serão tomadas pela Suprema Corte, até o momento calada e acovardada diante de um chefe de quadrilha que, aliás, já disse isso em alto e bom som. Se assim permanecer após a saída de Ricardo Lewandowski da presidência do tribunal e também do comando do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), órgão de controle interno do Judiciário, é necessário decretar a falência da Justiça brasileira.

 

Humberto de Luna Freire Filho hlffilho@gmail.com

São Paulo

 

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CARTA DE LULA NA ONU

 

Será que, se o investigado fosse outra pessoa que não Lula, se o investigado fosse de outra corrente política – Jair Bolsonaro, Aécio Neves, Marco Feliciano, por exemplo –, quem assinou o manifesto a favor de Lula na ONU também o assinaria? Penso que não! A questão para quem assinou é política, não jurídica, posto que não aceitam as decisões judiciais que contrariem interesses  da ideologia que professam. Felizmente, o Poder Judiciário tem exercido a autonomia prevista na Constituição federal.

 

Reinaldo Francisco Júlio advrfj@hotmail.com

São Paulo

 

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REVISÃO DE CONCEITO

 

Sempre tive a certeza de que Collor, ACM e Maluf eram a personificação do que havia de mais podre na política brasileira e de que seriam insuperáveis. Aí surge Lula para provar que eu estava errado.

 

Ely Weinstein elyw@terra.com.br

São Paulo

 

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OS ERROS DO PT

 

A presidente afastada Dilma Rousseff disse nesta semana que o PT precisa reconhecer seus erros. Certo, mas o maior erro deste partido é mobiliar seus quadros com pessoas desprovidas de inteligência, probidade e capacidade de gerenciamento. Escolheram para seus quadros o que há de pior no País, daí a derrocada. Acho até que durou muito.

 

Julio Jose de Melo julinho1952@hotmail.com

Sete Lagoas (MG)

 

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POLÍTICA NACIONAL

 

A política no Brasil é exercida de forma a atender a interesses corporativos ou pessoais. Isso fica bem caracterizado no andamento do processo de impeachment da presidente Dilma. Alguns pontos chamam a atenção, entre os quais, a atitude do ex-presidente da Câmara ao pautar o pedido de advogados oportunistas. Em seguida vem o rolo compressor parlamentar, numa atitude que beirou o ridículo quando da votação na Câmara do relatório da Comissão do Senado que encaminha o processo. E, por fim, a pressão do presidente interino para que o caso seja encerrado, com o afastamento definitivo da então presidente. E o presidente do Senado se rende às pressões e vai pautar o julgamento por parte dos congressistas. É por estas e outras que estes políticos têm um conceito negativo na opinião pública.

 

Uriel Villas Boas urielvillasboas@yahoo.com.br

Santos

 

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RETRATO ‘À BRASIL’

 

No Senado, assistimos ao interminável bolero são dois pra lá, dois pra cá do impeachment. Ainda circulando por aí, um ex-presidente que se aproxima do calabouço busca desesperadamente escapar da justa punição. Na prefeitura do Rio há um prefeito que apela para piadas só porque é incompetente para suas atribuições. Na Prefeitura de São Paulo, outro simulacro de gestor, que quer trocar o nome do Elevado Minhocão para “Jararacão”, pois a cidade não tem problemas para resolver. O Congresso não faz a lição de casa e o ajuste das contas públicas provavelmente não será feito, o que implicará aumento de tributos, possivelmente. “A visita da velha Senhora” (“Estadão”, 3/8, A2) é o que restará para uma sociedade combalida e com 12 milhões de desempregados. E, com a aproximação das eleições, “com a mesma política e os mesmos políticos”, como diz Monica de Bolle (3/8, B5), que imaginam que a Olimpíada conseguirá nos distrair, passaremos mais um atestado ao mundo: o de que “não importa que a vaca tussa, o que eu quero é me divertir”. Este é o retrato da realidade “à Brasil”. Que venham os gringos e que se divirtam à nossa custa! A conta virá depois que eles se forem.

 

Carmela Tassi Chaves tassichaves@yahoo.com.br

São Paulo

 

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NÃO CREIO

 

O “Estadão” de ontem (3/8) dava conta de que o senador Antonio Anastasia (PSDB-MG) cita “brilhante discurso” de Cristovam Buarque (PPS-DF) sobre a economia do País. A nota entende que Anastasia pretendeu agradar ao senador, que ainda não manifestou seu voto quanto ao impeachment da presidente Dilma. De fato, não sei qual o escopo do relator Anastasia. O que sei é que custo a apontar um parlamentar tão comprometido com a moralidade quanto Cristovam Buarque. Homem capaz de atender às expectativas do eleitorado, ao menos ideologicamente, ponderado e atento aos anseios populares. Capaz de ter votos de pobres e de ricos, da esquerda, da direita e de indecisos, das mulheres e dos homens, do jovem e daquele que, pela idade, nem tinha dever legal de votar. Se é possível apontar algum notável no Legislativo, como Moro está para o Judiciário, este é Cristovam Buarque. Não tão midiático nem tão decisivo (já que sua vontade depende dos demais parlamentares, não é una como a de um juiz singular), mas é verdadeiro e atento ao reclamo popular.

 

Andrea Metne Arnaut andreaarnaut@uol.com.br

São Paulo

 

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ATÉ LOGO!

 

Não vemos a hora que acabe o processo de impeachment, para deixar de ver no noticiário as caras do ridículo Lindbergh Farias, um mal-educado de marca maior, das irmãs cajazeiras, do machão que bate em mulher, daquele outro da vozinha irritante e do careca lunático. Não interessa lembrar os nomes, os eleitores já decoraram.

 

Elisabeth Migliavacca

São Paulo

 

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A VISITA

 

Feliz, coerente e oportuno o cotejo da proposta de instituição da CPMF com a história de “A Visita da Velha Senhora” (“O Estado de S. Paulo”, artigo de Fernando Rezende, 3/8, A2). Na peça de Durrenmatt, a senhora que volta é uma velha detonada por um acidente; porém rica, muito rica, e seu retorno é para humilhar e destruir moralmente – corromper – os conterrâneos que a expulsaram da cidade. Para dourar essa história, no filme, denominado simplesmente de “A Visita”, quem retorna é a belíssima e inteiríssima Ingrid Bergman, com o mesmo propósito. O retorno da CPMF, que vem sendo cogitado, está mais para o filme do que para a peça teatral.

 

Pedro Luís de C. Vergueiro pedrover@matrix.com.br

São Paulo

 

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IMPERIOSO VOLTARMOS ÀS RUAS

 

Abro o “Estadão” ontem e vejo “Congresso afrouxa contenção de gastos propostos por Temer”. Para economistas, ajustes prometidos podem não sair. Monica de Bolle diz: “Pulso do governo enfraqueceu, os políticos são os mesmos, inclusive o presidente”. Estamos voltando para a política “tipo Dilma”? Parece que sim, enquanto lideram políticos como Renan Calheiros e Romero Jucá, interessados aparentemente em encher as bolsas com uma justiça que os protege. Essas são as lideranças que farão o Brasil retornar ao crescimento? O Executivo mudou, saíram os ladrões. Precisaremos voltar milhões às ruas para dizer que não era essa mesmice que queríamos, que precisamos de um Congresso “saudável”, sem “bandidos”, e de uma Justiça que cumpra seu papel, “limpando o Congresso”, tarefa de que se esqueceu. Precisamos de mais Sérgios Moros, substituindo os atuais arrogantes do STF, para limpar definitivamente os Três Poderes, a fim de sairmos, enfim, do “governo Dilma”. Não era isso que queríamos, era um melhor governo, significando Executivo, Legislativo e Judiciário.

 

Fabio Figueiredo fafig3@terra.com.br

São Paulo

 

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FRAQUEZA POLÍTICA

 

Quem avaliou que o afrouxamento da contenção de gastos proposta por Michel Temer demonstra a fraqueza do governo disse isso por não querer dizer que a culpa desse comportamento é a incompetência, a mediocridade e o populismo da maioria do Congresso Nacional. Quem disse toda a verdade foi a economista Monica De Bolle (3/8, B5): “O pulso firme do início do governo de Michel Temer enfraqueceu ante a constatação de que a política é a mesma e os políticos, os mesmos – inclusive o próprio presidente em exercício”. Nada como estar distante desta triste República para perceber suas mazelas e a mediocridade de seus políticos e da maioria de seus eleitores. Talvez jamais abandonemos nossa maldição macunaímica e nos dêmos conta de que nunca qualquer grande nação foi resultado de frouxidão moral e cívica e da falta de grandes esforços e sacrifícios. Enquanto vivermos de pão e circo, seremos merecido alvo do desprezo dos grandes.

 

Mário Rubens Costa costamar31@terra.com.br

Campinas

 

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RENEGOCIAÇÃO DA DÍVIDA DOS ESTADOS

 

É fácil e gratuito elogiar a equipe empossada por Michel Temer para gestar o caos econômico instalado. Mas há que aceitar, e depois executar e suportar, as medidas de reparo por ela receitadas.

 

Harald Hellmuth hhellmuth@uol.com.br

São Paulo

 

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A VENDA DAS DÍVIDAS FISCAIS

 

Chega a ser irresponsável, para dizer o menos, a ideia do governo federal (projeto do ex-senador José Serra) de vender no mercado, para instituições financeiras, as dívidas que a Receita Federal tem a receber de contribuintes que parcelaram ou não o pagamento de tributos em atraso. Ora, os maiores devedores de impostos no País são justamente os bancos e as instituições de crédito oficial! Parem com isso!

 

Luiz H. Freire Cesar Pestana luizhenriquefcpestana@gmail.com

São Paulo

 

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COMO PODE?

 

Como pode um governo sobreviver com “pedidos” de Senado com “interesses” em ministérios? Como pode o Supremo “pedir” aumento de salário, que significa hoje mais de US$ 12 mil mensais, fora todas as ajudas de locomoção, habitação e outras benesses, esquecendo-se de que processos importantes são postergados de forma imoral, protegidos pelas linhas imorais da lei e privilégios que fomentam cada vez mais a corrupção no Brasil? 

 

Thomaz Raposo de Almeida Filho thomazraposo@yahoo.com.br

 

São Paulo

 

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MERCOSUL E A PRETENSÃO DE MADURO

 

Certamente que o Brasil fez muito bem em não aceitar a pretensão da Venezuela em desejar presidir o Mercosul, colocando-se em posição de liderança, mas já contestada pelo Paraguai e Argentina. Eis que a situação da Venezuela é escabrosa, estando a população a passar fome e carente de remédios necessários, vindo a aportar no Brasil para adquirir tais mercadorias. Assim, é muita pretensão de Nicolás Maduro querer liderar os componentes do Mercosul, especialmente tendo o Brasil com todas as suas qualificações econômicas e culturais. Quando a fruta está muito madura, ela cai...

 

José C. de Carvalho Carneiro carneirojc@ig.com.br

Rio Claro

 

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A VOZ BRASILEIRA NO MERCOSUL

 

Excelente editorial publicado pelo jornal “O Estado de S. Paulo” (“Recado do Brasil a Maduro”, 3/8, A3) sobre a conduta brasileira diante das investidas do autoritário e antidemocrático governo venezuelano. O Brasil, na condição de maior economia local e líder regional, tem poder de voz dentro do Mercosul e deve, finalmente, exercê-lo em plenitude. Ainda que eu tenha críticas quanto ao governo interino, nesse quesito a resposta e o posicionamento foram excepcionais.

 

Willian Martins martins.willian@globo.com

Guararema

 

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SEM SALVAÇÃO

 

É um começo auspicioso para José Serra defender os interesses do Brasil no dito Mercosul. Infelizmente, graças a tipos como Marco Aurélio “top top” Garcia e Celso Amorim, é tarde demais para salvar a canhestra aliança.

 

Ricardo C. T. Martins rctmartins@gmail.com

São Paulo

 

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ELEIÇÃO NOS EUA

 

Só esperamos que o candidato republicano Donald Trump não seja o Lula deles (com capital próprio, é claro).

 

Marcos Catap marcoscatap@uol.com.br

São Paulo

 

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TRUMPUTIN

 

Nas próximas eleições norte-americanas, de um lado, a democrata Hillary Clinton; de outro, o republicano TrumPutin. God bless America!

 

J. S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo

 

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EM FAMÍLIA

 

Primeiro Bill, agora Hillary Clinton, marido e mulher, o mesmo clã na presidência da maior potência mundial. Num país com população de aproximadamente 320 milhões de pessoas, fica parecendo muito fácil e exclusivo ser presidente dos Estados Unidos da América, realidade que os aproxima dos irmãos Castro, de Cuba, lugar onde a democracia passa longe...

 

Ricardo C. Siqueira ricardocsiqueira@globo.com

Niterói (RJ)

 

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MAIS MÉDICOS CUBANOS

 

O sr. Carlos Vital Tavares Corrêa Lima, presidente do Conselho Federal de Medicina (CFM), afirmou na última edição do periódico do CFM que, entre os anos de 2013 e 2015, o governo brasileiro alocou R$ 5,3 bilhões no custeio do Programa Mais Médicos, e R$ 3,6 bilhões, que representam 68%, foram repassados para Cuba. Em 2016 mais de R$ 700 milhões já saíram do País. Considerando a atual crise que vivemos, será que já não está na hora de revermos este programa? Com a palavra, o ministro da Saúde. Que tal investir no Brasil e parar de subsidiar a ditadura cubana?

 

Luiz Roberto Savoldelli savoldelli@uol.com.br

São Bernardo do Campo

 

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ÓRTESES E PRÓTESES

 

A prática médica envolvendo fraude nas prescrições desnecessárias de órteses, próteses e materiais especiais (OPME), com comissionamento de profissionais pelas indústrias, é absolutamente condenada pelo Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp). Há evidências de que alguns profissionais ultrapassaram os limites éticos de sua relação com a indústria, que sob nenhuma hipótese pode intervir na conduta do médico. O desvio de recursos públicos e privados na área da saúde, além de prática inescrupulosa, constitui danos, muitas vezes irreversíveis, à saúde e à vida dos cidadãos, na condição de pacientes. O Cremesp tem solicitado às operadoras de saúde suplementar denúncias dessas ações, assim como as recebe de várias instituições e de pessoas físicas, para que possa tomar as medidas que nos competem em relação aos médicos envolvidos, o que tem ocorrido em nosso âmbito no Estado de São Paulo. Todas as denúncias estão sendo rigorosamente apuradas em Câmara específica de sindicância e médicos são punidos, se comprovada infração ética, após devido processo ético-profissional. Felizmente, pelas informações que temos recebido das operadoras, os casos de fraudes vêm diminuindo. Embora o número de médicos envolvidos seja pequeno, em nome da imensa maioria que trabalha muito e de forma honesta e, principalmente, pelos pacientes, é necessária uma punição exemplar de todos aqueles que fraudam o sistema de saúde, seja público ou privado. E foi com essa preocupação com o vínculo com a indústria, por parte desses profissionais – que agem contrariando a ética e a bioética e comprometendo a responsabilidade social com a saúde da população – que o Conselho editou a Resolução n.º 273, de 3 de fevereiro de 2015. Nela estão estabelecidos os critérios na relação de médicos com as indústrias, visando orientar os profissionais inscritos no Estado de São Paulo. Em seu artigo 1.º, veda aos médicos “prescrever órteses, próteses e materiais, bem como utilizar métodos diagnósticos baseados em contrapartidas, como recebimento de gratificações ou pagamentos de inscrições em eventos e viagens, bem como qualquer outra forma de vantagem”. A medida também responsabiliza diretores técnicos e clínicos dos hospitais quanto à normatização dos fluxos desses materiais e métodos diagnósticos, no âmbito das instituições, uma vez que cabe a eles a regulação dentro das unidades de saúde. Coibir o mau uso dos recursos da saúde, sejam públicos ou privados, é uma das atribuições dos conselhos de Medicina e o Cremesp pretende continuar vigilante sobre as infrações éticas dos profissionais nele inscritos. Com isso, estará defendendo o exercício da Medicina com qualidade, a sociedade e a grande maioria de médicos que trabalha com dignidade.

 

Thaïs Souto, assessora de Imprensa do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo imprensa@cremesp.org.br

São Paulo

 

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CRACOLÂNDIA

 

Ao propor barreiras policiais para impedir a entrada de drogas na cracolândia, o candidato à Prefeitura de São Paulo Celso Russomano parece ter esquecido a tentativa fracassada do atual prefeito, Fernando Haddad, de remover à força os usuários de drogas da região. O que aconteceu à época foi o espalhamento dos usuários pelas regiões adjacentes, o que levou ao aumento da criminalidade e da insegurança entre os moradores. A proposta do candidato seguramente causará o mesmo fenômeno. Não é pela força que se resolverá uma questão tão complexa como a da cracolândia.

 

Luciano Harary lharary@hotmail.com

São Paulo

 

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ELEIÇÃO MUNICIPAL 2016

 

Parece um pesadelo imaginar o criador da cracolândia (obra usada como criador da “Nova Luz” quando tentou ser candidato contra Kassab),  em dobradinha com a nefasta Marta Suplicy, que, além de má administradora, cobriu, junto com seu “franco-argentino”, as avenidas de norte a sul e leste a oeste da capital com milhares de superfaturadas palmeiras: quantas sobraram? Só as quatro bem cuidadas pelo Shopping Iguatemi. Tomara que consigamos eleger qualquer outra dupla melhorzinha.

 

Paulo Rua pstreets@terra.com.br

São Paulo

 

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SACRIFÍCIOS

 

O multimilionário João Doria Jr., candidato à Prefeitura de São Paulo, obriga-se a engolir coxinhas  de botequim (“Estadão”, 3/8, A4). Para ser chefão da capital, vale a pena qualquer sacrifício.

 

Fausto Ferraz Filho  faustofefi@ig.com.br

São Paulo

 

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PLUTOCRACIA?

 

Estão proibidas as doações de empresas para políticos nas eleições deste ano. Certamente, isso é um avanço para diminuir a desigualdade e a exclusão. No entanto, os ricos ainda conseguem dominar facilmente as disputas eleitorais. Por exemplo, veja João Doria Jr., candidato do PSDB à Prefeitura de São Paulo. Doria declarou recentemente ser dono de R$ 180 milhões. E, como candidato, ele está livre para tornar sua campanha, de longe, a mais poderosa de todas. Ora, assim vemos com clareza que a desigualdade extrema ainda persiste na política, apesar da nova lei proibindo a doação de empresas. Por isso, enfim, não há outro caminho, caso o Brasil queira ser um país de fato (e não só de direito) democrático: “Apenas o financiamento público de campanhas pode tornar verdadeiramente justas as campanhas no Brasil” (Mangabeira Unger, já em 1990).

 

Wellington Anselmo Martins am.wellington@hotmail.com

Bauru

 

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MERECEMOS ALGO MELHOR

 

É impressionante: a cada anúncio de candidato à Prefeitura da nossa Capital, mais cresce a minha preocupação. Será que não merecemos candidatos mais capazes? Os que já foram prefeitos anteriormente tiveram péssimos antecedentes. Os novos não apresentam o mínimo da capacidade necessária para o cargo. Basta o atual, que de útil nada apresentou e, pior, dentro do que vemos, tem a possibilidade de ser reeleito. Nossa cidade merece algo melhor!

 

Laert Pinto Barbosa laert_barbosa@globo.com

São Paulo

 

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IRRELEVÂNCIA E DECADÊNCIA DA ABL

 

Fundada pelo grande Machado de Assis, hoje a Academia Brasileira de Letras (ABL) definha em decadência profunda e irrelevância no cenário literário e cultural do Brasil. A ABL passou a ser ocupada cada vez mais por políticos, economistas, jornalistas, advogados, e não por bons e verdadeiros escritores. Nada menos literário e vivo do que seus “imortais” com seus fardões e seu chá da tarde. Os verdadeiros escritores e amantes da Literatura querem distância e fogem da ABL como o diabo foge da cruz. Como se não bastasse, somos nós, os pagadores de impostos, que pagamos mais essa conta, que em nada contribui para a melhoria e fomento da literatura e cultura no País.

 

Renato Khair renatokhair@uol.com.br

São Paulo

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