Fórum dos Leitores

Justiça vesga

O Estado de S.Paulo

14 Agosto 2016 | 05h00

Mais uma vez a presa Suzane von Richthofen recebeu o benefício de uma saída temporária, agora pelo Dia dos Pais, a exemplo do que ocorrera em maio, no Dia das Mães. Ora, a presidiária cumpre pena de 39 anos por ter engendrado a morte de seus pais, ambos assassinados a pauladas, enquanto dormiam, pelo namorado de Suzane e o irmão dele. Uma assassina que comete um crime com tal barbarismo não deveria ter direito a saídas temporárias, muito menos nas datas citadas. Cumpre ressaltar que tais datas foram criadas muito mais para alavancar as vendas no comércio. Ninguém precisa de uma data específica para reverenciar seus progenitores, todos os dias são excelentes para isso. Meu pai faleceu quando eu tinha 11 anos de idade e minha mãe, quando havia completado pouco mais de 30, e até hoje, já passado dos 70, me recordo diariamente dos dois, sempre muito agradecido por tudo o que fizeram por mim. O que Suzane von Richthofen fez não mereceria receber como prêmio uma saída temporária justamente num dia em que ela deveria estar abraçando seu pai - vivo! A autorização é mais uma piada de mau gosto da nossa sempre leniente Justiça.

GILBERTO PACINI

benetazzos@bol.com.br

São Paulo

Insensibilidade

É incrível como o nosso Poder Judiciário pode ser insensível! Estou até confuso se realmente é insensível ou displicente na sua nobre missão de fazer justiça. Imaginem, soltar a Suzane von Richthofen para comemorar o Dia dos Pais...

BENONE AUGUSTO DE PAIVA

benonepaiva@gmail.com

São Paulo

Filho herói

A coragem, a astúcia e a dignidade de um filho ultrajado, Bernardo Cerveró, alvejaram Lula.

HAROLDO NADER

nader.haroldo@gmail.com

Valinhos

Por ocasião do Dia dos Pais, fico pensando na nossa responsabilidade. Que tipo de geração estamos formando/educando e dando exemplo? Que futuro será? Num país que vem sendo governado, legislado e julgado pelo que há de pior na sociedade, os exemplos para as novas gerações são péssimos. Isso faz com que a responsabilidade das pessoas de bem aumente. Não queremos mais figuras do tipo Lula, Dilma Rousseff, Romero Jucá, Renan Calheiros, Eduardo Cunha, Gleisi Hoffmann, João Pedro Stédile, Marcelo Odebrecht, Eike Batista, etc. e todo o lixo associado a essa gente imprestável. Queremos e precisamos de novos Zilda Arns, Abraham Lincoln, Ford, Juscelino, Rui Barbosa, Cecília Meireles, Angela Merkel, Portinari, Villa Lobos, Chateaubriand, Thomas Edison, Zeferino Vaz, Osvaldo Cruz, Raymundo Faoro e demais visionários para termos um futuro decente. A hora da mudança dessa curva é agora e cabe a nós todos essa tarefa.

 André Coutinho arcouti@uol.com.br

Campinas

Lulopetismo

A família Lulla da Silva sempre diz que está à disposição para prestar quaisquer esclarecimentos, mas basta eles serem intimados para fugirem da raia. Após convocação da esposa e do filho de Lulla (para depoimento à Policia Federal sobre o sítio em Atibaia), ambos informaram que ficarão calados. Dá para imaginar a preocupação delle e de seus advogados com a grandiloquência de dona Marisa Letícia...

LUIZ ROBERTO SAVOLDELLI

savoldelli@uol.com.br

São Bernardo do Campo

Confissão implícita

Então a ex-primeira-dama e o filho não falarão diante do delegado da PF? Em outras palavras, confirmam as acusações, pois, diz o ditado, quem não deve não teme. E depois o patriarca vai à ONU dizendo-se perseguido...

JOSÉ ROBERTO PALMA

palmajoseroberto@yahoo.com.br

São Paulo

Como Pilatos

O editorial Lula quer mais do mesmo (12/8, A3) só reafirma a posição cômoda que o ex-líder Luiz Inácio da Silva deseja. Ele - como o PT - insiste em se safar da responsabilidade pelos roubos e desvios da dinheirama pública nos mais diversos segmentos estatais. Lula parece uma versão Pilatos: lava as mãos e entrega Dilma Rousseff à própria sorte. O ex-presidente faz jus às calendas sobre os crimes: não fui eu, não é comigo, não sei, não me pertence. Enfim, negativa de autoria, princípio básico de defesa de qualquer marginalzinho pé de chinelo. O criador abandona, definitivamente, a sua cria aos leões.

LUÍS CLÁUDIO MARCHESI

pmarchesi@globo.com

São Paulo 

Pátria educadora

Enquanto famoso ex-operário que “subiu na vida” (e hoje réu na Justiça) cruza os céus do País em jatinhos de comparsas, o MEC, saqueado e quebrado, não tem recursos para aplicar testes básicos no ensino fundamental. Esse é o legado petralha.

RICARDO C. T. MARTINS

rctmartins@gmail.com

São Paulo 

Legado

Duas empresas estatais gigantes quebraram nas mãos do PT: Petrobrás e Eletrobrás. Duas empresas privadas tornaram-se gigantes com intervenção do PT: Oi e Friboi. E ambas começaram sua derrocada (coincidência?) com a saída do PT do poder. E viva o socialismo.

VANDERLEY JORDÃO

vandjord@outlook.com

São João da Boa Vista 

Bocão ‘cumpanheiro’

Se eu me senti aviltada, imagino a indignação da família de Celso Daniel, o prefeito petista de Santo André assassinado, diante da notícia da nomeação, pelo senador Lindbergh Farias (PT-RJ), do sr. Gilberto Carvalho para o cargo de assessor da liderança da oposição no Senado, com salário bruto de R$ 19 mil. Como ter esperança num Brasil dominado por essa política rasa e com criaturas de tão baixo nível, usurpando, mais uma vez, o dinheiro público?

Queda Livre

O sr. Lula da Silva desistiu de lutar por Dilma Rousseff: já está se reunindo com os membros do partido para tentar salvar algo e evitar a debandada. Tudo o que cresce rapidamente também cai rapidamente, e é o caso presente. Melhor se preparar para seus problemas pessoais com a Justiça. O Brasil finalmente deu adeus ao PT, livrando-se desta doença maligna.

Celso de C. Mello celsosaopauloadv@uol.com.br

São Paulo

Lula e o Governo

"Hay gobierno? Soy contra!" A Lula não interessa se o governo é bom ou não. Ele é contra por não ser o governo.

Carlos A. A. Borges borges49@hotmail.com

São Paulo

 

Família em apuros

Marisa Letícia e o filho Fábio Luiz Lula foram intimados a prestar declarações à Polícia Federal sobre o sítio Santa Bárbara, em Atibaia. Qual será o álibi dos dois para justificar a nota fiscal de compra do barco, o nome dos netos de Lula e de Marisa pintados nos pedalinhos, a antena da Oi instalada a alguns metros da sede para uso de celular e as orientações na reforma da cozinha gourmet?

Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

No seu devido lugar

O cerco está se fechando contra a família Lula da Silva. A Polícia Federal, que não brinca em serviço, intima a depor, sobre as reformas realizadas no sítio de Atibaia (SP) supostamente custeadas pelas construtoras OAS e Odebrecht, a esposa do ex-presidente Marisa Letícia e também o filho Fábio Luiz. E não para por aí. Tentando colocar a verdade sobre corrupção petista no seu devido lugar, a Polícia Federal quer também explicação dos filhos de Lula, Fábio Luiz e Luis Cláudio, sobre a evolução patrimonial deles: números encontrados nas quebras de sigilo fiscal e bancário. Será uma evolução patrimonial fruto de recursos auferidos ilicitamente desviados das nossas estatais? É o que o povo brasileiro também anseia saber.

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

O dono sou eu!

"Chega de tanto mistério sobre os imóveis sem dono - o tríplex do Guarujá e o sítio de Atibaia. O povo cansou, portanto eu resolvi confessar publicamente que ambos os imóveis são meus. Porém, como eu não declarei a posse desses bens em meu Imposto de Renda, consequentemente não paguei os impostos devidos e não tenho dinheiro suficiente para tal, proponho um acordo com o Fisco. Vendo o imóvel do Guarujá e legalizo o de Atibaia, ao mesmo tempo requeiro a escritura definitiva do sítio. Ah! Se a empreiteira quiser recolher os pedalinhos postos no "meu sítio" por engano, que o faça. Afinal, eu não tenho netos."

Humberto de Luna Freire Filho hlffilho@gmail.com

São Paulo

Vida dura

Enquanto o filho do nosso ex-presidente Lula só aprendeu a fazer Control-C e Control-V, a filha de 15 anos de Barack Obama foi trabalhar num restaurante para aprender que a vida é dura.

Elisabeth Migliavacca

São Paulo 

 

A conta da Olimpíada

A Olimpíada está para o Brasil assim como aquele indivíduo que, numa festança, resolve beber de tudo, mesmo que depois passe meses ou anos com o fígado estuporado. De acordo com a Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal (Unafisco), a renúncia fiscal proporcionada pelo governo para sediar os Jogos Olímpicos no Brasil, só neste ano, é de R$ 2,9 bilhões a menos para a União. Isso dentro de um já alarmante déficit anual de R$ 170 bilhões. Depois de bem alisado o ego dos brasileiros, a conta virá e, com certeza, com mais desemprego ainda. E vivam os megalomaníacos Lula, Sérgio Cabral e Eduardo Paes, que tanta força fizeram para que o Brasil sediasse este evento. Porque cabeça de vira-lata é assim mesmo: come comida "estragada" e arrota caviar.  

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

Quanto custou?

Quanto deve ter custado a indicação da cidade do Rio de Janeiro para sediar os Jogos Olímpicos em 2016?

Sérgio S. de Oliveira ssoliveiramsm@gmail.com

Monte Santo de Minas (MG)

Nadando em dinheiro

Pior do que gastar mais de R$ 30 bilhões para realizar a Olimpíada no Rio de Janeiro é gastar mais de R$ 100 milhões em campanhas políticas para eleger prefeitos e vereadores Brasil afora e ter de ouvir de muitos políticos que o aumento no salário dos aposentados do INSS vai "quebrar" a União.

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com

Jandaia do Sul (PR)

 

O Brasil e a Olimpíada

A competição nos Jogos Olímpicos mal começou, mas já se pode constatar que em matéria de esportes ao Brasil só interessa mesmo o futebol, coadjuvado pelo vôlei e o basquete. Numa competição em que se destacam dezenas de modalidades esportivas, o País entra em comoção geral por duas causas: a seleção de futebol com craques milionários não conseguiu fazer um gol sequer sobre as seleções da África do Sul e do Iraque; a outra comoção, uma atleta da Cidade de Deus conquista a primeira medalha de ouro do Brasil na Olimpíada. Detalhe: ela é negra e sargento da Marinha. País do futebol, com alguns vexames, é suficiente? Ministério do Esporte com a palavra.

Jair Gomes Coelho jairgcoelho@gmail.com

Vassouras (RJ)

RIO-2016 - Orgulho Nacional

Observamos estupefatos após a cerimônia de abertura da Olimpíada no Rio de Janeiro, muito bonita por sinal, partindo até de pessoas que em tese seriam mais politizadas e com cultura e discernimento para identificar os valores que compõem uma nação de forma mais realista, uma explosão de manifestações pseudopatrióticas e ufanistas, típicas de torcidas que acontecem no plano do futebol e da política partidária, uma verdadeira alienação. Assim, diante da tela cheia de mostras culturais e pinceladas por um show de iluminações e adereços, vimos manifestações emotivas e declarações tais como "voltei a ter orgulho do Brasil", "resgatado o orgulho de ser brasileiro", "desde Ayrton Senna não sentíamos orgulho da nossa nação" e por aí uma série de citações do gênero. Ressalte-se que a cerimônia foi mesmo muito bonita e emotiva, tal como um filme de "levantar a moral abatida", porém daí a deixar a mente viajar para fora da realidade e atribuir isso como um orgulho nacional vai uma diferença enorme. Ou seria o desconhecimento do que seria de fato o orgulho enquanto qualidade, aproximando-se mais da arrogância, da soberba, da altivez exacerbada e no excesso de admiração por si próprio. Seria algo parecido com sentirmos orgulho de termos uma estátua impotente na Bahia da Guanabara com os braços abertos sobre todas as mazelas, misérias, violências e corrupções existentes lá embaixo. Sim, estátua bonita e que chama a atenção, mas daí a ter orgulho nacional de tê-la seria um descalabro mental. Questionados fomos ao afirmar que o Brasil causa vergonha e que o fato de pertencer a esta nação chega a nos causar asco, ao falar sobre a vontade de abandonar o território e entregar os pontos, como sendo algo horripilante e como se não estivéssemos fazendo nada para tentar mudar esta situação. Esquecem-se de que os que passam uma vida inteira tentando levam a uma situação de desânimo e de impotência mental, como outros já tentaram e alguns tentam, mostrando um quadro permanente de inutilidade de esforços diante da pouca gente que realmente tenta mudar. Quisera que esta força ufanista e manifestações patrióticas tidas como "politicamente corretas" fossem de fato canalizadas para que o foco da realidade não fosse tirado sobre o que de fato acontece em nossas vidas e nossas famílias, dia após dia, ano após ano, mergulhados num antro de corrução política, como maus eleitos e péssimos votantes, um lamaçal, num povo (nosso povo) onde permeia o oportunismo e a busca de levar vantagens indevidas em todos os contatos sociais, até no trânsito e nas filas de supermercados, criminalidades, violências alimentadas, educação ridícula, saúde paupérrima, segurança inexistente, descaso com o meio ambiente, economia destruída, religiões que se transformaram simplesmente em agentes financeiros, desrespeito às pessoas, às crianças, aos idosos, às escolas, às instituições, enfim tudo isto a mais alguma coisa. E tem gente que diz brigar quando ouve "falar mal do Brasil". Ter orgulho de que mesmo?

Roberto Barbieri rrbarbieri@terra.com.br

São Paulo

Espírito Olímpico

O significado da Olimpíada transcende o fator propriamente esportivo por estimular o culto da convivência pacífica entre povos diferentes, sem discriminação de etnia, sexo ou condição social, dando valor apenas ao mérito individual ou de grupos. Que bom seria se essas virtudes da igualdade (de oportunidades) e da justiça (premiar apenas o merecimento, abolindo-se qualquer forma de privilégio ou sacanagem) fossem cultivadas também pela sociedade civil, e não apenas de quatro em quatro anos. Exigir de nossos políticos atitudes de atletas olímpicos é querer demais! 

Salvatore D' Onofrio salvatore3445@gmail.com

São Paulo

O Brasil Pronto Para Investimentos

 

O resultado bastante satisfatório da pronúncia de dona Dilma Rousseff no Senado, por 59 votos a 21, deve servir imediatamente de estímulo aos investidores nacionais e estrangeiros e aos empresários, deixando de lado medos e receios do lulopetismo, mesmo porque o resultado do julgamento final será ainda mais acachapante. O aumento de votos será inevitável, ante os apoios normais a quem está vencendo. Assim, mais uma vez, perde o lulopetismo e ganha a Nação, que precisa deixar de patinar e de ficar na expectativa desta política bolivariana homenageada pelo lulopetismo.

José C. de Carvalho Carneiro carneirojc@ig.com.br

Rio Claro

Dilma Ré

Como o veículo chamado Brasil só andou de marcha à ré durante o tempo em que foi dirigido pela presidente afastada Dilma Rousseff, agora é ela quem se tornou ré, e com certeza será condenada ao anonimato pelas tantas besteiras praticadas no cargo. Entrará para a História como a mulher que conseguiu enterrar o Brasil e destruir uma das empresas mais promissoras do mundo, a Petrobrás.

Arnaldo de Almeida Dotoli arnalkdodotoli@uol.com.br

São Paulo

 

A Tropa de Choque da Presidente

Poucos fatos representarão tão significativamente os episódios deste ano no julgamento do impeachment quanto a sofreguidão com que sua tropa de choque tratava de ganhar tempo. Como se o tempo fosse dinheiro. Era um apetite insaciável, que se empanturrava de cada segundo para somar meses, fechar o ano. Tempo, tempo, tempo! Uma voragem. Ele foi caçado assim, como grande tesouro, porque, paradoxalmente, viam-no como se fosse tudo, ainda que a nada mais servisse. A melhor expressão do que descrevo era proporcionada pelo senador Lindbergh Farias, qual menino birrento, quase choroso, gritando ao microfone, sem parar: "Eu quero o meu tempo! Eu quero o meu tempo! Eu quero o meu tempo!". Por vezes tive certeza de que um Chicabom amainaria aquele surto. O pacientíssimo senador Raimundo Lira entregaria o picolé ao garoto e o afagaria dizendo: "Pronto, pronto, passou...". Importa menos, no caso, o direito de peticionar o tempo regimental e mais a conduta própria de quem atravessou a infância e a adolescência longe dos limites adequados ao convívio social. Ele não estava só nisso. A tropa de choque que defendia a presidente Dilma na Câmara e no Senado aprendeu a fazer política nos baixios onde a mistificação se exibe como sabedoria, e a mentira, cobrando reverências que a verdade dispensa, é repetida de modo incessante porque não há verdade alguma a ser dita sem imensa desdita. Foram meses disso! Agora, por fim, prenunciam-se os últimos atos de um processo tão volteado e circunvagado no andar quanto retilíneo no objetivo. Tão demorado quanto urgente. Foram meses durante os quais o bem nacional foi desprezado pela defesa de um governo insanável e pela atuação de um grupo político que deixou o constrangimento nos jatinhos das empreiteiras e nas lavanderias do dinheiro mal havido. O povo, o povo simples e humilde, vítima preferencial do desemprego, da inflação e da recessão que o governo petista semeou, plantou e colheu, foi o grande esquecido nas longas e procrastinatórias sessões que a tropa de choque petista transformou em trincheiras contra o Brasil. Por mais que os próprios senadores favoráveis ao impeachment se esqueçam de mencionar, ele nasceu, cresceu e se tornou inevitável na voz das ruas. Por isso, a tropa de choque petista no Senado conseguiu a proeza de falar durante meses a fio sem jamais referir o povo, mencionar a Nação ou dirigir uma palavra aos desempregados, às empresas cujas portas se fecharam, aos desatendidos do SUS, às vítimas da violência nem aos saqueados pela organização criminosa que governou o País. O Brasil que produz, que quer trabalhar e empreender, que deseja estudar, tem pressa. O cotidiano impõe urgências às famílias! Mas que se danem os brasileiros! A estes jamais foi sensível a arrogante tropa de choque do governo Dilma. Falando por seus representantes no Senado, a Orcrim furtou-nos, segundo a segundo, meses a fio, um tempo tão essencial à Nação quanto inútil para quem dele se apropriava. Quando nada mais havia a arrebatar, saquearam-nos um precioso tempo. 

Percival Puggina puggina@puggina.org

Porto Alegre

 

Capítulos Finais

Nunca vi tantos corruptos serem defendidos por tantos coniventes! É um conluio de espúrios, desmoralizados, subornáveis e venais. Os estertores de uma escória!

Eugênio José Alati eugeniojalati@gmail.com

Campinas 

 

Jogos Negativos

Dentro da classificação que modela teoricamente os jogos, há os mais comuns, em que o que uns agentes praticantes perdem é ganho por outros, de modo que o resultado geral é zero. São assim, por exemplo, os realizados nos cassinos. Mas há também os de soma positiva, mais sutis, nos quais todos vencem, e os de resultado negativo, em que todos são derrotados. Enquadram-se nesta última categoria, entre outros, a pesca predatória e o desmatamento. Nestes, até os que se julgam bem-sucedidos imediatos, na verdade, também são subtraídos após algum tempo. O processo em curso relativo ao afastamento de Dilma Rousseff constituirá, seguramente, um jogo de resultado negativo se, porventura, num momento de insanidade, o Senado a mantiver no poder, embora, momentaneamente, seus histéricos defensores se sintam compensados.

Paulo Roberto Gotaç pgotac@gmail.com

Rio de Janeiro

 

'O Diabo' e a OEA

Dilma Rousseff fez "o diabo" para se reeleger. Foi empossada e governou como o diabo gosta: bagunçou nossa economia como ninguém o faria. Agora, meio posta de escanteio, quer usar novamente o diabo para ficar no poder: apela para a Organização dos Estados Americanos (OEA). Desta vez, no entanto, não há mais choro nem vela. As favas no Senado já estão contadas. O diabo está finalizando o contrato feito no início da campanha e inicia a apresentação da conta. A preparação para carregá-la começou.

Sergio Holl Lara jrmholl.idt@terra.com.br

Indaiatuba

 

Recurso à OEA

Aqui, no Brasil, o Partido dos Trabalhadores (PT) tenta enganar seus eleitores de que a "denúncia" à comissão de direitos humanos da OEA pode suspender o impeachment. Além de não ter importância alguma, a OEA não é instância de recurso, conforme informa Claudio Humberto. Na OEA, a petista Ideli Salvatti e o marido ocupam boquinhas onde faturam por mês US$ 18,4 mil, correspondentes a R$ 58 mil. E a pergunta que não quer calar: Michel Temer vai tomar providências ou vai fingir que de nada sabe?

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com

São Paulo

 

Pelo Anulamento do Impeachment

Falta ainda recorrer ao papa.

  

Robert Haller robelisa1@terra.com.br

São Paulo

 

Continua a Sangria

Mais uma insensatez desta senhora colocada na Presidência sem pé nem cabeça por Lula. Pessoa errada no lugar errado. Dilma Rousseff deixa-se sangrar até ser posta para fora definitivamente por um grupo majoritário de juízes senadores que não a aceitam mais como chefe desta nação. Se lhe restasse alguma dignidade, algum resquício de amor próprio, ela pediria sua renúncia. Teria saído por conta própria e não se submeteria ao desonroso. Foi "descartada", "exonerada", "impichada", "mandada embora por justa causa". Essas palavras pesam como chumbo, prendem como grilhões. Mais uma vez, ela não age com sabedoria, continua a viver num mundo próprio, o mundo dilmista, onde vicejam crianças com cachorros atrás, ventos estocados, plantações de mandioca e mulheres "sapiens" de cujo círculo ela já foi muitas vezes excluída. E será provavelmente excluída pela derradeira vez, sonhando ainda em escrever cartas, e (quem sabe?) talvez suas palavras amoleçam os corações de seus juízes e a ela seja concedida a graça de voltar ao poder e reunificar este país que num dia distante fez parte de mais um de seus sonhos malucos.

Regina Ulhôa Cintra reginaulhoa13@outlook.com

São Paulo

 

Confusa Como Sempre

Dilma luta ferozmente para ficar no cargo de presidente da República e, ao mesmo tempo, promete, se ficar, eleições para sair. Continua com raciocínio lógico...

Luíz Frid luiz.frid@globomail.com

São Paulo

Fecham-Se As Cortinas

Discordando da proposta de Dilma Rousseff para novas eleições, Rui Falcão jogou a toalha. É o fechamento definitivo das cortinas desta peça que esteve em cartaz no Teatro Brasil por longos e tenebrosos 13 anos e não se sabe se é tragicomédia ou ópera bufa. 

Roberto Bruzadin bobbruza@terra.com.br

São Paulo

 

Carta Aos Brasileiros

O País aguarda com expectativa e ansiedade incontidas que a carta aos brasileiros prometida por Dilma Rousseff para os próximos dias seja a sua carta de renúncia e despedida. Basta! PTchau!

J. S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo

Tarde Demais

Aos 45 minutos do segundo tempo, com o jogo perdido, Dilma Rousseff aceita, a contragosto, retirar a palavra "golpe" da carta que endereçará à Nação reconhecendo que erros foram cometidos na relação com o Congresso! Em realidade, não os assumirá e porá a culpa "nos outros que só pensam em assumir o poder". Não há humildade, só soberba e arrogância. Compromete-se a convocar um plebiscito para avalizar novas eleições, se voltar ao poder. É como um paciente com câncer de pulmão que, cheio de metástases e em estado terminal, para de fumar. Agora, de nada adianta o gesto inútil, que deveria ter sido tomado há tempo! Apela à ONU, à OEA e a quem mais aparecer, como faz aquele doente que, desesperado, corre atrás de qualquer coisa e até da tal da "pílula do câncer". A hora já passou... Não há o que remediar.

Décio Antônio Damin deciodamin@terra.com.br

Porto Alegre

 

Edição

Dilma aceita retirar menção de "golpe" da carta que prepara à Nação. Então dona Dilma deixou o baiano Caetano a pé? Onde ele põe a placa? Ela já pode dizer que leu a Constituição, ele ainda não. Para facilitar, como o baiano tem uma fama peculiar, é só ler, ou pedir que alguém leia, os artigos 85 e 86 da Constituição federal.

M. Mendes de Brito voni.brito@gmail.com

Bertioga

O que vem por aí

O Brasil espera, ansiosamente, a carta que a afastada "escreve" pela "cabeça" de outros. Novas mentiras? Delação premiada? Pegará em armas? Aula de humildade? Renúncia? Ah... essa é boa. E não se esqueça de "escrever" a versão em inglês, já que sempre pensa no bem do País.

André C. Frohnknecht caxumba888@gmail.com

São Paulo

Réquiem

A "carta aos senadores" prometida pela presidente afastada Dilma Rousseff está mais para um réquiem ao pós-morte de seu trágico governo à carta, com a ameaça do senador petista Lindbergh Farias de levar a luta às ruas, se confirmada a perda do mandato da funesta presidente. Para tanto, deverá arregimentar seus Sacho-Panças, cujo original acalenta o sonho de ganhar uma ilha, enquanto os convocados são os beneficiários de privilégios e vantagens exclusivas, como sindicalistas, trabalhadores que não trabalham, movimentos sociais, artistas simpáticos ao PT e dependentes de recursos provenientes dos trabalhadores excluídos da festança político-partidária.

Mario Cobucci Junior maritocobucci@gmail.com

São Paulo

 

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