Fórum dos Leitores

DEPOIS DOS JOGOS

O Estado de S.Paulo

23 Agosto 2016 | 03h06

Vão ter de nos aguentar!

Terminou a 31.ª Olimpíada, no Rio de Janeiro, com uma cerimônia de encerramento tão bonita e surpreendente como sua abertura. O Brasil mostrou ao mundo e aos derrotistas de plantão nossa capacidade de fazer acontecer! Estive entre os que tinham a convicção de que seríamos capazes de realizar com sucesso um empreendimento dessa envergadura. É mérito de todas as autoridades de então, que também acreditaram no seu êxito, apesar das pesadas críticas. E não foram poucos os que metralharam a decisão de realizá-la e os custos inerentes. Antecipavam o desastre e questionavam como seriam usados posteriormente os equipamentos e instalação criados especialmente para os diferentes eventos. Mais ainda, duvidavam dos benefícios que a cidade obteria após dois anos que, sem dúvida, criaram toda sorte de transtornos aos cariocas e turistas. O legado era questionado. Inspiravam-se nas cidades que não deram certo e pensaram: por que aqui seria diferente? Além disso, enfrentamos o temor do terrorismo, a infestação do mosquito do zika, a deficiência de recursos por causa da nossa situação financeira, a questão da segurança, sem falar na infeliz e mal interpretada declaração de calamidade pública no Rio, que assustou e deve ter invalidado a visita de muitos que viriam. Assim mesmo, contra tudo e contra todos, até alguns que chegaram a pregar no exterior o cancelamento da Olimpíada, o resultado final foi bastante positivo. O que vimos foi uma organização eficiente, que respondeu aos desafios com competência e perfeito timing para resolver as deficiências e os problemas que apareceram no curso de duas semanas, o que efetivamente, para um evento desse porte, é inevitável. Demos uma demonstração de que quando queremos somos capazes de fazer e mostrar resultados. O complexo de vira-latas ficou para trás, mostrando que o processo de autoflagelação que caracteriza parcela dos brasileiros não faz sentido. E não poderia ter desfecho melhor que nossa dramática vitória contra os alemães nos pênaltis, depois de um empate sem gols em 120 minutos, num Maracanã lotado. Lavamos nossa alma e espero que tenhamos superado os traumas da Copa do Mundo. Um técnico desconhecido, com uma equipe jovem, foi capaz de trazer o desejado ouro olímpico para o Brasil, o qual perseguíamos tenazmente. Nosso Neymar, crucificado após os primeiros jogos, foi o salvador da pátria. Queremos atletas perfeitos, não respeitando as características de cada um. Isso sem falar no goleiro Weverton, convocado à última hora e que fez aquela defesa espetacular. Se não bastasse, o ouro olímpico no vôlei masculino foi sensacional. Que os Jogos Olímpicos possam representar um processo de mudanças e de atitudes construtivas e colaborativas para enfrentar nossos problemas e deficiências, que certamente podem ser resolvidos com a mesma determinação. Sim, não ficamos entre os dez primeiros, mas na 13.ª posição. Faz tanta diferença assim? Merecia manchete negativa nos jornais? Está de pé o orgulho de ser brasileiro. Vamos em frente!

ROBERTO TEIXEIRA DA COSTA

roberto.costa@sulamerica.com.br

São Paulo

Grande festa perdida

Com que cara estarão agora aqueles que desistiram de participar da Rio 2016 alegando zika, insegurança ou outros motivos banais? Azar deles, pois perderam uma grande festa. E a imprensa estrangeira que incentivou essas críticas tem uma boa oportunidade de reconhecer o seu erro.

NELSON LINS

nelsonborgeslins@gmail.com

Florianópolis

O Brasil é só do futebol?

A tão sonhada medalha de ouro no futebol olímpico enfim foi conquistada. Todos foram às ruas, a alegria tomou conta de praças, bares, de todo o povo brasileiro. Mas, e as outras medalhas conquistadas nesta Olimpíada? Mesmo com o País sendo sede dos Jogos Olímpicos, há muitos esportes e medalhistas brasileiros não reconhecidos pela sociedade. O futebol masculino é a grande paixão nacional, mas deveríamos dar o mesmo apoio e reconhecimento a outros esportes que vêm crescendo no Brasil, até mesmo ao futebol feminino. Além de projetos sociais para a descoberta de novos talentos do esporte, o apoio deve começar desde cedo nas escolas, para a formação de atletas em diversas modalidades. Deve haver um maior incentivo além do futebol.

M. EDUARDA ULIANI SIHLE CUNHA

mariaeduardasihle@gmail.com

São Paulo

Ricos x pobres

Os alemães que conquistaram o ouro na prova de canoagem dos 1.000 m são os primos ricos enquanto os brasileiros, com a medalha de prata, são os primos pobres. Os alemães, bem alimentados e apoiados em toda a preparação e os brasileiros... sabe-se lá como conseguiram enfrentar e vencer as adversidades. Por tudo isso reverenciemos esses patrícios, pelo valor mostrado e pelo exemplo para as futuras gerações. Nossos parabéns.

JOSÉ OLINTO OLIVOTTO SOARES

jolintoos@gmail.com

Bragança Paulista

Extinção de ministério

Considerando o expressivo resultado do programa de aperfeiçoamento de atletas militares e que os EUA conquistaram 121 medalhas sem ter uma pasta para tal, proponho a extinção do nosso Ministério do Esporte e a destinação de um terço de seu orçamento a um programa a ser gerido pelas Forças Armadas.

NÍVEO AURÉLIO VILLA

niveoavilla@terra.com.br

Atibaia

Ressaca

Com o fim da festa olímpica começam as dores de cabeça para a manutenção de todos os aparatos que foram erguidos no Rio de Janeiro. O custo será absurdo e será pago pelo povo. E agora vem também o lixo eleitoral, um bando de interessados em dinheiro e poder desprovidos de propostas inteligentes e projetos sérios para o bem comum.

RAFAEL MOIA FILHO

rmoiaf@uol.com.br

Bauru

Panem et circensis

A Olimpíada terminou e agora temos de voltar a encarar a realidade: desemprego, inflação, corrupção e toda a herança maldita que Lula e Dilma nos legaram.

CARLOS E. BARROS RODRIGUES

ceb.rodrigues@hotmail.com

São Paulo

Olimpíada política

É hora de retomarmos a olimpíada política. Sergio Moro acelera suas decisões, mas quando chega à Procuradoria-Geral da República todo o trabalho é jogado no lixo. Empreiteiras poderosas e corruptas seguem dando as cartas. Estamos assistindo há tempos ao triatlo petista sem que nada aconteça. Enquanto Dilma pedala no governo, Lula corre da polícia e o STF nada, a sociedade tem a sensação de que tudo neste país está dominado. Ou reagimos ou vão apresentar-nos uma grande pizza. Acorda, Brasil!

IZABEL AVALLONE

izabelavallone@gmail.com

São Paulo

O FIM DOS JOGOS OLÍMPICOS

Cumprimento o Rio de Janeiro e o Brasil pela brilhante realização dos Jogos Olímpicos do Rio 2016. Mostramos, mais uma vez, para nós mesmos e para o mundo, a nossa capacidade de organização, planejamento e realização, tudo isso temperado com charme, beleza, alegria e alto astral. Os erros e as falhas que ocorreram são muito menores do que os acertos, os prós e o legado positivo que ficará para o Rio e as futuras gerações. Dentro e fora das quadras, estádios e ginásios, os Jogos do Rio-16 foram um enorme sucesso. E ainda fechamos, literalmente, com chave de ouro, com os ouros obtidos no futebol e no vôlei masculinos. Parabéns, Rio, Brasil, cariocas e ao bravo povo brasileiro, que merece e deve estar orgulhoso de si e do seu país.

Renato Khair renatokhair@uol.com.br

São Paulo

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ATALHO PARA O JAPÃO

Graças ao primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, já sei como encurtar o caminho para Tóquio, em 2020.

Sérgio Eckermann Passos sepassos@yahoo.com.br

Porto Feliz

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AS MEDALHAS DO BRASIL

Louvo a matéria do “Estadão” do dia 24/8 (página H1) que, com relativa antecedência, cravou 13 dos 19 pódios dos atletas brasileiros na Olimpíada. Certo que a distribuição dos ouros, pratas e bronzes discrepou um tanto, mas o repórter Marcio Dolzan foi feliz no prognóstico, particularmente em relação ao saltador Thiago Braz, que entrou na competição meio que “correndo por fora”. Mais feliz teria sido se alguns superfavoritos não tivessem pisado no tomate. Enfim, Dolzan, que parece ser carioca, mostrou ser bom na intuição. Fosse ele, eu daria um “chego” a Madureira e apostaria no galo, na cabeça, com a devida cautela para não ser “pégo” pela repressão.

Joaquim Quintino Filho jqf@terra.com.br

Pirassununga

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ATLETAS MILITARES

O Ibope mostrou em pesquisa que “Olimpíada foi um desperdício que deu certo”. Os meios de comunicação social que divulgam os detalhes dessa pesquisa deveriam chamar a atenção de seu público para o fato de que grande parte deste “acerto” nós devemos ao desempenho dos atletas de nossas Forças Armadas, que, com orgulho e disciplina, prestaram continência nos momentos adequados de suas apresentações. Por oportuno, eu, como paisano, peço vênia para informar que continência se presta ou se faz. Neste país o que se bate são carteiras, seja de fato, seja em sentido figurado.

Mário Rubens Costa costamar31@terra.com.br

Campinas

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OPORTUNIDADES

O desafio da realização dos Jogos Olímpicos chegou ao fim. E terminou em samba. No bom sentido. Cabem, agora, algumas indagações, e a principal é como incentivar o debate entre organismos empresariais, sociais, governamentais, universitários e esportivos para investir na preparação de jovens na prática de esportes, de modo a afastá-los de ambientes inadequados, oferecendo-lhes com isso oportunidades, inclusive no campo profissional, com reflexos em vários setores da economia. Somos um país com dimensões continentais, com pessoas das mais diferentes origens e perdemos espaços para nações com populações e dimensões territoriais menores do que as nossas.

Uriel Villas Boas urielvillasboas@yahoo.com.br

Santos

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O FIM DA OLIMPÍADA

O Rio retorna ao Brasil. “Game is over.”

José Maria Leal Paes josemarialealpaes@gmail.com

Belém

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TRISTEZA

A maior tristeza que essa Olimpíada me causou é a de saber que aquela cidade maravilhosa, aquele ambiente fraterno entre todas as pessoas, independentemente de classe, cor ou o que for, aquela organização dos espaços, do transporte, da sinalização, aquela sensação de tranquilidade... tudo isso é possível! E foi tudo uma grande ilusão, que vai se dissipar em breve. Não permanecerá.

Lucila Gios Pazzanese lucilagp@me.com

São Paulo

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FANTASIA

O demagogo prefeito do Rio de Janeiro, sr. Eduardo Paes, portanto um chapéu de palha, no encerramento solene da Olimpíada, poderia ter completado o adorno com uma pena de pavão e o sucesso seria absoluto!

Eduardo A. de Campos Pires eacpires@gmail.com

São Paulo

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SONHANDO ALTO?

O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, está eufórico com o resultado da Olimpíada. E não é segredo para ninguém que ele quer ser governador do Rio. Há quem diga que ele sonha em chegar à Presidência da República. Que Deus nos livre! Amém!

José Marques seuqram2@hotmail.com

São Paulo

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A FATURA DA FESTA

Concebidos por Lula e apoiados por Dilma Rousseff, Odebrecht e outros como megaeventos que deveriam ser financiados pelo setor privado, a Copa do Mundo de 2014 e a Olímpiada do Rio-2016 custaram os cofre públicos, no mínimo, R$ 66 bilhões. Quantas vidas poderiam ter sido salvas, casas e rodovias construídas, indústrias incentivadas a produzir, inovar e competir internacionalmente e alimentos colocados nas mesas dos necessitados, etc. com essa quantia fabulosa de dinheiro? Somos nós as verdadeiras vítimas do PT e seus políticos lesa-pátria!

Omar El Seoud ElSeoud.USP@gmail.com

São Paulo

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ALEGRIA

Quantas medalhas ganhamos! Que alegria para nós, brasileiros, tão sofridos. Vocês repararam como nosso hino é lindo? Esses momentos olímpicos nos fizeram esquecer um pouco tantas coisas difíceis pelas quais estamos passando. Nada é por acaso. Deus é maravilhoso!

Evy Klein Messas evyklein@uol.com.br

São Paulo

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NORDESTE BRASILEIRO

A festa de encerramento da Olimpíada foi bonita, mas não entendi por que a ênfase no Nordeste. Nada contra, mas acho que deveriam apresentar as demais regiões do País também. Mas ainda fico com a da abertura. Foi mais bonita.

Panayotis Poulis ppoulis46@gmail.com

Rio de Janeiro

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BRASIL DE TODOS

O maratonista keniano recebe a sua merecida medalha ao som suave de violinos do seu hino nacional. O nosso hino foi tocado ao som de atabaques. Por quê? Por que uma parte de profissionais da mídia insiste em nos mostrar como uma filial da África? Herança de Gilberto Freire, que em sua obra diz que somos um país formado por negros, índios e portugueses? Estatísticas dizem que a população é formada de 50% de negros e mulatos, e, portanto, os outros 50% são de qual origem? Os imigrantes europeus e asiáticos não contam? Nada fizeram? Pelo contrário, sabemos – porém não é convenientemente divulgado – que são estes imigrantes que deram forma ao País com suas culturas baseadas no trabalho árduo e no conceito de família. Deverei eu, descendente de espanhóis e de italianos, me sentir excluído? Se quisermos ter noção de país, devemos homenagear todos que de uma forma ou de outra contribuem para a força da Nação. Estamos caminhando para o “nós” e “eles” outra vez, mas agora com outra conotação?

Ademir Alonso Rodrigues rodriguesalonso@uol.com.br

Santos

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SÃO PAULO

Foi bonita a cerimônia de encerramento da Olimpíada. Como brasileira, fiquei emocionada e orgulhosa. Mas senti profundamente a falta da representação musical de São Paulo, o Estado-locomotiva do País, o Estado mais acolhedor de migrantes internos e de imigrantes estrangeiros e o maior gerador de impostos para o governo federal (com pouquíssimo retorno, diga-se de passagem), que, portanto, indiretamente, financiou grande parte da festa da Rio-2016. Fez falta um “Trem das Onze” – um samba “nacional” – ou outra música representativa de São Paulo. Uma falha imperdoável. Como paulista e paulistana e em nome dos paulistas e paulistanos, jamais perdoarei a omissão de São Paulo da Olimpíada Rio-2016, tanto na cerimônia de abertura como na de encerramento.

Lenke Peres

Cotia

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OS PROBLEMAS

O mundo, ressabiado com que poderia acontecer na Olimpíada no Rio, viu somente pequenos problemas das grandes cidades que sediam esses Jogos. Aliás, a solenidade de abertura do Rio-2016 foi nada menos do que sensacional e o País mostrou do que é capaz. O único senão foram as mentiras vergonhosas dos nadadores americanos, liderados pelo “grão-mor” Ryan Lochte, que, para nossa sorte, já está longe. Se tivessem um pouco de dignidade, devolveriam as medalhas olímpicas amealhadas, por não as merecerem. 

Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

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RÁPIDOS E EFICIENTES

Lei é para ser cumprida, independentemente do crime. Mas esta história dos nadadores americanos, que se tornou uma “questão de honra” para a polícia carioca, só serviu para que as autoridades, diante das câmeras e dos holofotes do mundo, demostrassem a “rápida e eficiente ação da polícia” para elucidar tão grave crime. Quanto ao cotidiano dos irmãos cariocas... Menos, menos, menos.

Guto Pacheco jam.pacheco@uol.com.br

São Paulo

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HIPÓCRITAS

Quebrar banheiro de posto de gasolina e mentir para polícia dizendo que você foi assaltado, agora, é o “topo da carreira criminal” aqui, no Brasil. Morrer no chão de uma “emergência” imunda do SUS não tem problema, prostituição infantil no Nordeste é coisa para juizado de pequenas causas. Crianças mortas no Rio de Janeiro por tiros de fuzis de guerra não têm importância nenhuma. Explodir bancos com dinamite no interior do Rio Grande do Sul já é coisa comum. A única coisa que ninguém pode se atrever a fazer é quebrar banheiro de posto gasolina e mentir para a polícia. Ministro petista vendendo sentença em troca de reforma do apartamento pode, não pode é nadador americano “ofendendo o Brasil para escapar da namorada”. Centenas de pessoas completamente dopadas, vagando como zumbis em razão do crack no centro da maior cidade do mundo abaixo da linha do Equador é normal; grave é “manchar a reputação do Brasil”. Um alcoólatra semianalfabeto mandando a Justiça “enfiar o processo no c*” não tem nada de mais, difícil é ver “nossa imagem difamada no ‘The New York Times’”. Deus me livre, mas depois de tudo isso ainda tem gente que vai dizer sobre mim: “Milton tem complexo de vira-latas”. Não tem nada a ver uma coisa com a outra. O Brasil não podia deixar o caso dos nadadores passar assim. Fica o recado para o “veterinário-psicanalista”: não invoque “complexo de vira-latas” para defender a hipocrisia, a falta de caráter e de vergonha na cara de uma nação que não respeita a si mesma e muito menos para justificar as manchetes de uma imprensa imunda que sempre fez o possível para esconder isso.

Milton Simon Pires cardiopires@gmail.com

Porto Alegre

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OURO PARA O FUTEBOL

Finalmente, 120 anos depois do reinício dos Jogos da era moderna, a seleção “amarelinha” conquista em pleno Maracanã – templo mundial do futebol – a tão sonhada e inédita medalha dourada. Viva! Bravo, Brasil!

J. S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo

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O CAMPEÃO CHEGOU!

Depois de décadas perseguindo esse título, a seleção brasileira finalmente levou o ouro no futebol nos Jogos Olímpicos do Rio. Vencemos nos pênaltis, depois de uma prorrogação e enfrentando um grande adversário, a Alemanha. Parabéns a esta geração vencedora de atletas, que certamente será a base da seleção para a Copa do Mundo da Rússia. Porém não podemos tirar o brilho do excelente trabalho do técnico Rogério Micales com comentários como o do ex-jogador Junior, na TV Globo, querendo enaltecer a participação de Tite, se é que houve alguma. O que importa realmente é que o campeão chegou e o Brasil é ouro também no futebol

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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SENTIMENTO DE BRASILIDADE

Foi uma enorme emoção, após mais de 120 minutos de expectativa angustiante, sentir o reencontro da nação brasileira com seu maior sentimento, o sentimento de brasilidade que pulsa no coração de cada brasileiro ao cantar em uníssono o nosso hino. Sentimento dos verdadeiros brasileiros que adotaram a camisa amarela como símbolo da decência, lutando para que nossos filhos e netos possam vir a desfrutar das graças deste país abençoado. E foi com este colorido que o Estádio do Maracanã se tingiu para nos unir em torno de nossa seleção de futebol masculina e mostrar ao mundo, representado por centenas de milhões de pessoas ligadas pela televisão, que, por mais que façam maus brasileiros, justamente aqueles que denigrem nossa pátria e trabalham incessantemente para nos desunir, não conseguirão instalar a cizânia em nossos corações.

Antonio C. Gomes da Silva acarlosgs9@gmail.com

São Paulo

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OURO DE DEUS

Todos vimos que os meninos foram valentes, competentes e mereceram ser campeões no futebol da Olimpíada. Enfrentaram ninguém mais ninguém menos que a temível Alemanha. Mas o ouro depois daquelas três bolas na trave do Brasil e o pênalti defendido, podem crer, foram um presente de Deus para amenizar o desgosto que o povo brasileiro vem amargando com a montanha de políticos corruptos que vampirizam as forças da Nação. 

Apollo Natali apollo.natali2@gmail.com

São Paulo

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PLANEJAMENTO NO FUTEBOL

Muito se fala sobre a necessidade de planejamento no futebol brasileiro. No entanto, nesta hora de festa pelo inédito ouro olímpico, não li ou ouvi uma única referência ao fato de o treinador Dunga ter reservado Neymar para a Olimpíada, ao invés de levá-lo para a Copa América.

Marcio Guedes mfguedes@msn.com

São Paulo

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NEYMAR REPROVADO

Contrariando uma determinação do Comitê Olímpico Internacional (COI), o jogador Neymar apareceu na cerimônia de premiação com uma faixa religiosa com a inscrição “100% Jesus”. Depois de receber a sua medalha, dando a volta olímpica e cercado por seguranças, o jogador foi covardemente tirar satisfações de alguns torcedores que o tinham criticado minutos antes exigindo raça. Neymar, não basta fazer propaganda daquilo em que você acredita, você precisa ter atitude e ser coerente. Jesus, que quando andou pela Terra, pregou o perdão aos seus inimigos, e provavelmente desaprovaria o seu gesto.

José Carlos Degaspare degaspare@uol.com.br

São Paulo

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DEPOIS DA OLIMPÍADA

Acabou a Olimpíada. O Brasil ficou em 13.º lugar, com 19 medalhas, sendo 7 de ouro. Dentro de alguns dias, os brasileiros receberão outra grande notícia: Dilma Rousseff arredada definitivamente da Presidência da República!

Cláudio Moschella arquiteto@claudiomoschella.net

São Paulo

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VITÓRIA OLÍMPICA

A Olimpíada acabou... Foi uma vitória olímpica! Agora só falta uma conquista para colocar todo o País no pódio: deletar Dilma. Viva o Brasil!

Gilberto Dib gilberto@dib.com.br

São Paulo

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PRESENTE A CAMINHO

Em entrevista ao SBT, a presidente afastada Dilma Rousseff lembrou-se de seu passado durante a ditadura, de seu isolamento na política, de sua doença e de sua relação com Lula, entre outros assuntos. Dilma teve seu momento para se queixar da situação em que se encontra hoje. A presidente afastada sabe que sua imagem foi construída por seu criador e nada do que se prometeu foi cumprido. As eleições que ganhou, agora se sabe, não passaram de estelionato eleitoral. O povo sentiu na pele quando o desemprego chegou e aí sua popularidade despencou. Dilma sairá bem voltando para casa. Terá os benefícios do cargo e não terá preocupação com dinheiro, pois, mesmo tendo servido de bucha de canhão de Lula, Dilma sai no lucro. E o povo vai arcar com as contas desse desastrado governo. Disse ao entrevistador sobre renunciar, que não daria esse presente a “eles”. Na verdade, o presente está nas mãos dos brasileiros. Eles vão desembrulhá-lo no dia 31.

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com

São Paulo

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TEIMOSIA

Em depoimento a uma emissora de televisão, Dilma alega que cometeu erros, mas não renunciará ao cargo de presidente que foi ocupado por ela. “Não darei a eles esse presente”, enfatizou a ex-presidente. Ora, os erros cometidos por Dilma causaram muitos prejuízos ao Brasil. A economia do País está em frangalhos, com inflação nas alturas e desemprego em níveis jamais vistos, etc. Em sã consciência, não é motivo para ela  renunciar? Mas o perfil de Dilma é bem conhecido por todos nós. Se fizesse um exame de consciência, renunciaria e evitaria muito custo aos cofres públicos, pois dispensaria o processo de impeachment que corre no momento na Justiça brasileira.

Francisco Zardetto fzardetto@uol.com.br

São Paulo

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NEM CHORO NEM VELA

A República não se curvará diante do “choro” de uma ex-presidente que mentiu, roubou, deixou pobres morrerem e largou ao léu crianças na idade escolar. Além disso, lutou para tornar nosso país comunista.

Fabio Figueiredo fafig3@terra.com.br

São Paulo

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O SÁBIO

Vejo que o cidadão não se entrega mesmo. Vejamos: “Às vezes a história demora séculos para julgar e eu trabalho com isso”, afirmou Lula sobre impeachment de Dilma. Aproveitando a deixa: 2.520 dias de censura do nosso “Estadão”, e o caso Rosemary? E, se quiserem mais, é só cutucar.

José R. Palma palmajoseroberto@yahoo.com.br

São Paulo

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OPERAÇÃO LAVA JATO

Renato Duque, ex-diretor da Petrobrás, delatará Lula e Dias Toffoli é delatado por Léo Pinheiro. Tiraram a tampa do lixo! A fetidez invade o País! Os ratos se alastram pelo chão. Os petistas não têm onde se esconder. Os bandidos irão para a prisão. Medalha de ouro para o Brasil!   

Eugênio José Alati eugeniojalati@gmail.com

Campinas

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A DELAÇÃO DE DUQUE

Lula, Dilma e o PT também vão sentir “que país é este”!

Alessandro Lucchesi timtim.lucchesi@hotmail.com

Casa Branca

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O SÍTIO DE ATIBAIA

Fernando Bittar afirmou à Polícia Federal que comprou o Sítio Santa Bárbara, em Atibaia, para receber os amigos. Caro leitor, eu te pergunto: se você não tem recursos disponíveis, você pensaria em adquirir um sítio para receber os amigos? Digamos que sim, então você faria um empréstimo para esse capricho? Aqui, na roça, dizem que quem não tem dinheiro não tem amigos, muito menos o presidente da República.

Mario Aldo J. Barnabe mariobarnabe@hotmail.com

Indaiatuba

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ACERVO

Fernando Bittar afirmou quer a reforma no sítio em Atibaia foi para receber o acervo de Lula. Inclusive os pedalinhos?

Luíz Frid luiz.frid@globomail.com

São Paulo

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PODER JUDICIÁRIO

O “Estadão” de domingo (21/8) mostrou os salários astronômicos dos magistrados no Brasil. Ao mesmo tempo, a revista “Veja” publicou o envolvimento do Supremo Tribunal Federal (STF) nas corrupções que assolam o País. Pelo retorno que temos dessa entidade, podemos dizer o seguinte: nosso Poder Judiciário é corrupto, parasita e nojento. Definitivamente, só teremos justiça social, justiça comum e redução da criminalidade quando o Poder Judiciário for completamente reformado.

André Coutinho arcouti@uol.com.br

Campinas

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OPORTUNISSÍMA REPORTAGEM

A reportagem do caderno de “Economia” do “Estadão” de domingo, sob o título “Salários de juízes no Brasil superam os dos Estados Unidos e da Inglaterra”, expõe o absurdo dos vencimentos dos juízes em nosso país, em face da nossa realidade. E a matéria vem bem a tempo, em vista do reajuste dos salários dos servidores do Poder Judiciário, cujo projeto de lei teve origem no STF, apadrinhado pelo presidente daquela Corte. Conforme foi informado, os salários dos nossos juízes superam os dos juízes de países mais ricos que o nosso, cujas populações recebem muito mais ajuda do governo do que nós, aqui. Isso, por si só, já seria inaceitável, mas, se compararmos os vencimentos de um trabalhador do Brasil com os dos juízes, o absurdo é inaceitável. Assim, os trabalhadores em geral ganham mal e são pessimamente atendidos pelos governos, nas três esferas do poder. Mas também consta da reportagem que alguns desembargadores chegam a receber salários de cerca de R$ 200 mil. E aí, se compararmos com o salário mínimo atual, já é um vencimento imoral. Não quero entrar no mérito se os desembargadores e juízes merecem ou não, pois acredito que fazem por merecer. Entretanto, para tanto, o salário mínimo deveria também sofrer um reajuste porcentualmente maior, pois a diferença, repito, é abissal. A reportagem chama a atenção para o efeito cascata da lei, já que tais reajustes terão reflexos em todas as instâncias de carreiras ligadas ao Poder Judiciário, inclusive nos Estados e nos municípios. Como já afirmou a ministra Cármen Lúcia, do STF: “Além do teto, tem cobertura, puxadinho e sei mais lá o quê”, numa referência ao fato de que o limite vale mesmo apenas para os 11 ministros do Supremo. Janaina Penalva, mestre de Direito Constitucional da Universidade de Brasília, disse: “Por causa dos “penduricalhos”, a transparência fica prejudicada. Mesmo os dados divulgados são “restritos” e “obscuros”. “Como o ganho depende de várias verbas sobre as quais não temos clareza, não é possível dizer, de maneira consistente, quanto os desembargadores ganham”. E a reportagem ainda não abordou sucintamente alguns benefícios desses servidores, citando apenas, entre outros, o auxílio-saúde, o auxílio pré-escolar e auxílio-moradia, pois acredito que ainda existem muitos outros, como, por exemplo, o uso de viaturas oficiais. As alegações, como sempre, são de que são legais. Ora, muitos deles podem ser legais, mas certamente são imorais. Se valessem tais regras para toda a população, nenhum trabalhador reclamaria do seu salário mínimo, pois teria condução à disposição, auxílio-saúde, e não o SUS, e por aí vai. Discrepâncias tais que precisam ser corrigidas, para que o governo aprove uma mudança da Previdência, aumentando para 70 anos a idade mínima de aposentadoria. Caso contrário, lhe faltará moral para tanto. A população não aceita mais tanta embromação.

Gilberto Pacini benetazzos@bol.com.br

São Paulo

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OS SALÁRIOS DO JUDICIÁRIO

Fico novamente revoltado com este tipo de notícia. Como gostaria de ver todo esse corporativismo judicial usado ao próprio favor sendo utilizado para fazer o nosso Judiciário mais célere no processamento de tantos casos parados e a injustiça sendo feita. Vejam que não se trata de falta de salários, equipamentos ou pessoas. Trata-se de falta de vergonha na cara dos nossos juízes e seus associados. Será que irão censurar novamente o “Estadão” por publicar a verdade?

Alberto Utida alberto.utida@ig.com.br

São Paulo

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PARA LEMBRAR

Pouco ainda se fala das agruras dos jornalistas da “Gazeta do Povo”, periódico de Curitiba (PR) alvo de represália dos juízes e procuradores paranaenses por terem divulgado o salário desses servidores públicos. Não custa lembrar que somente na undécima hora foram salvos, pelo menos temporariamente, por oportuna interferência do STF, que lhes concedeu liminar suspendendo as dezenas de processos interpostos nas mais variadas comarcas pelos juízes e promotores.

Noel G. Cerqueira noelcerqueira@gmail.com

Jacarezinho (PR)

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PARA POUCOS

Ser juiz no Brasil é para poucos privilegiados advindos, em regra, de famílias abastadas. Concursos são quase intransponíveis para que se mantenha um grupo pequeno e seleto no poder, alheio às dificuldades cotidianas de um cidadão comum, ganhando mais e acima do limite constitucional, cujo resultado em termos de eficiência e produtividade é desastroso, com a Justiça mais lenta do planeta. Ou seja, a existência de mais juízes e da popularização da Justiça é necessária para atender a demanda por Justiça, sem que se fuja da legalidade.

Edenilson Meira merojudas@hotmail.com

Itapetininga

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NEM TUDO O QUE É LEGAL É HONESTO

É fato incontroverso que desembargadores das Justiças Estaduais brasileiras ganham exorbitantes salários, que chegam a superar os salários de ministros do STF; e que chegam os nossos desembargadores a receber muito mais que juízes do Supremo da União Europeia e de juízes da Suprema Corte norte-americana. Mesmo o Judiciário afirmando que os cálculos de seus salários obedecem a lei – o que acreditamos –, não impede de forma alguma nossa lembrança de uma outra grande verdade: nem tudo o que é legal é moral, nem tudo o que é legal é honesto. Pois é, desse jeito, como fazer ajuste fiscal?

Jose Jair Januzzi de Assis januzzi.adv@terra.com.br

São Paulo

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A TRAGÉDIA DE MARIANA

Mantida liminar que prevê que a mineradora Samarco e acionistas arquem com R$ 20 bilhões para a recuperação da bacia do Rio Doce.  E licenças ambientais relativas ao complexo Germano, cassadas. A Justiça age com o devido rigor em relação às empresas envolvidas. Mas, e quanto aos responsáveis pela falha na fiscalização? Não custa lembrar que o relator da Comissão Extraordinária das Barragens demonstrou e declarou expressamente em fevereiro que, obviamente, houvera “facilitação” no processo de instalação da barragem de Fundão. As 19 mortes em Mariana (MG) aconteceram em consequências de “facilidades” ou não? Por que sobre isso nada mais se escutou?

Jorge Alberto Nurkin jorge.nurkin@gmail.com

São Paulo

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PECUÁRIA SUSTENTÁVEL

Sobre o artigo “Por que a carne brasileira tem conquistado o mundo” (“Estadão”, 20/8, A2), de autoria de Luiz Claudio Paranhos, como considerar sustentável uma atividade que gasta de cinco a dez vezes a quantidade de proteína que produz, que está, direta ou indiretamente, envolvida no desmatamento no mundo e na redução da biodiversidade, que está entre as maiores causas de emissão de gases de efeito estufa, que não trata com o devido cuidado as condições de trabalho dos seus empregados nem a vergonhosa questão do sofrimento animal? Pecuária sustentável é uma contradição em termos.

Carlos Eduardo Lessa Brandão celb@iname.com

São Paulo

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BIBLIOTECA 24H

Uma ótima matéria no caderno “Aliás” (21/8) nos deu uma grande notícia: a Biblioteca Mário de Andrade agora funciona 24 horas. O templo máximo da cultura aberto o tempo todo para a população.  Isso é muito civilizado. Fiquei emocionado.

Eduardo Britto contato@znnalinha.com.br

São Paulo

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ELEIÇÕES 2016

O caso envolvendo a proibição de Luiza Erundina no debate da TV Bandeirantes é resultado da minirreforma política promovida por Eduardo Cunha, do PMDB-RJ. É um verdadeiro despropósito impedir que candidatos com pouca representação parlamentar possam participar dos debates promovidos pelas emissoras de rádio e televisão. Se eles estão legalmente registrados e com autorização da Justiça Eleitoral para disputar uma eleição, devem, de igual modo, estar aptos para participar dos debates, sem qualquer restrição. Penso, porém, que deveria existir algum mecanismo seletivo (pedindo a anuência dos demais participantes) quando a candidatura em questão não atingir 0,5% das intenções de voto, até mesmo para não tumultuar o evento. Que todos os envolvidos na candidatura consigam garantir seu espaço, que, aliás, é legítimo.

Willian Martins martins.willian@globo.com

Guararema

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DEBATES ELEITORAIS

Os debates políticos procuram excluir vozes dissonantes. Regras são estabelecidas para evitar a participação de candidatos que possam incomodar o establishment. A liberdade de informação dos eleitores fica restringida antes de votar, seja nas eleições municipais do Brasil ou nas eleições presidenciais nos Estados Unidos.

Luiz Roberto Da Costa Jr. lrcostajr@uol.com.br

Campinas

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DOAÇÕES EMPRESARIAIS

João Dória, o candidato mais rico entre os que disputam na campanha para prefeito de São Paulo, se disse disposto a gastar a metade do valor máximo de R$ 40 milhões estipulado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para a campanha em São Paulo.  Como não necessita de doações empresariais, já que declarou fortuna de R$ 176 milhões, Dória gastará R$ 20 milhões tranquilamente, situação bem diferente da dos demais concorrentes. Ainda assim, ontem apareceu sua defesa em prol da volta das doações empresariais em campanha. Por que será? De repente doeu no bolso? Ou a sua facilidade de convencimento pela oratória se dá mais diante das câmeras, não resistindo ao olho no olho com o eleitor, e agora está preocupado com tamanho investimento sem a certeza de retorno? Nem bem começou a campanha e já está defendendo a volta da possibilidade de esbórnia? Começou mal, muito mal!

Mara Montezuma Assaf montezuma.scriba@gmail.com

São Paulo

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TEMPESTADE X BONANÇA

Após a enfadonha quinzena olímpica, felizmente agora vem o magnificente horário político gratuito (com o perdão da palavra!).

Marcos Catap marcoscatap@uol.com.br

São Paulo

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REPULSA ELEITORAL

Senhores candidatos, me apresento: sou um eleitor qualquer como milhões de brasileiros que são obrigados a ouvir no rádio e na TV as promessas de campanha “imaginadas” por algum aprendiz de diabinho que vocês vomitam como se fosse a maior verdade – e exequível, o que é pior. Vocês não terão minha atenção e os santinhos que jogarem dentro do meu carro vou usar como isolamento térmico de cama dos cachorros de rua abandonados. Infelizmente, o espaço é limitado para os adjetivos reservados a todos, então me despeço com todo o desprezo e repulsa.

Luiz Ress Erdei gzero@zipmail.com.br

Osasco

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FICHAS SUJAS

A Lei da Ficha Limpa barrou 4,8 mil candidatos neste ano. Agora nós, o povo, queremos saber quantos senadores e deputados tanto federais quanto estaduais estão nessa lista. Esperamos que a maioria constante da lista não seja de vereadores e de prefeitos lá dos fundões do País.

Arnaldo de Almeida Dotoli arnaldodotoli@uol.com.br

São Paulo

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ENTERRO

Por decisão do Supremo Tribunal Federal, acabamos de enterrar para sempre a Lei da Ficha Limpa. A Corte agora atribuiu às Câmaras Municipais, e não aos Tribunais de Contas, a prerrogativa de julgar e condenar os senhores prefeitos que praticarem atos de improbidade administrativa. Muito simples: não conheço nenhuma prefeitura em que o prefeito administra sem ter a maioria da Câmara. Sendo assim, jamais teremos Executivos Municipais sendo julgados e perdendo seus cargos. Vai aqui uma sugestão muito simples para que o STF não tenha mais trabalho: estenda essa lei também aos governadores e ao presidente da República, assim poderíamos cortar os altos salários dos senhores ministros do STF.

Urias Borrasca urias@mercosulrefratarios.com.br

Sertãozinho

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ALIANÇA DA VERGONHA

Vocês, leitores, sabiam que aqui, em Atibaia (SP), o DEM se coligou ao PT e ao PCdoB nestas eleições municipais? Será que eles pensam que nós, eleitores desta cidade onde nem Lula nem Dilma venceram, somos retardados e débeis mentais? Será que Ronaldo Caiado, que é a favor do impeachment da sra. Dilma, sabe disso? Se ele não sabe, pois fique sabendo desta coligação que chamo de “Aliança da Vergonha”.

Marcelo Cioti marcelo.cioti@gmail.com

Atibaia

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