Fórum dos Leitores

Colaboração dos leitores

O Estado de S.Paulo

27 Agosto 2016 | 03h00

IMPEACHMENT

Rabo de palha

De forma grosseira e intempestiva, Gleisi Hoffman gritou com os senadores no plenário, questionando quem teria moral para se expressar a respeito de Dilma Rousseff. Esse assunto para ela é conhecido, pois está envolvida em propina desde 2010 e seu marido, Paulo Bernardo, é réu em ação na Justiça Federal (Operação Custo Brasil). Ela ainda contratou uma assessora, Ester de Tal, que recebe R$ 22 mil mensais, e a pôs como testemunha de defesa da Dilma no processo de impeachment. Que moral!

CELSO DE CARVALHO MELLO

celsosaopauloadv@uol.com.br

São Paulo

‘Consistgate’

A propósito da cena protagonizada pela senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) – que vociferou no microfone: “Aqui não tem ninguém com condições de acusar ninguém e julgar. Qual é a moral deste Senado para julgar a presidenta da República?” –, cabe, por oportuno, perguntar à esposa do ex-ministro Paulo Bernardo, que foi preso por suposto envolvimento no megaesquema de desvio de consignados, o “consistgate”, que moral tem ela para fazer tal questionamento a seus pares. Francamente!

J. S. DECOL

decoljs@gmail.com

São Paulo

Moral da história

Gleisi Hoffman questiona a moral dos senadores, moral que ela não tem para julgar seus colegas. Com sua descompostura verbal ela se jogou na vala que seu marido já ocupa. Moral da história: não tem moral na história. Vivemos um governo amoral e espero que de agora em diante as instituições se mostrem eficientes diante de tanta amoralidade.

JOÃO BRÁULIO JUNQUEIRA NETTO

jonjunq@gmail.com

São Paulo

Passando recibo

Além de dizer, furibunda, que nenhum dos senadores ali presentes tinha moral para julgar a “presidenta” (sic), Gleisi Hoffman gritou três vezes: “Hipócritas! Hipócritas! Hipócritas!”. Ela parecia ter conhecimento de causa...

JOSÉ GUILHERME BECCARI

jgb.e@uol.com.br

São Paulo

Casa de Irene

Simplesmente ridículo o que estamos vendo no Senado da República. Aquilo virou a “casa de Irene”. Coisa feia! A intrépida senadora Gleisi decidiu enfrentar o poderoso presidente da casa, Renan Calheiros, mas, lamento dizer, S. Exa. tomou o atalho errado. Muita calma nessa hora.

J. PERIN GARCIA

jperin@uol.com.br

São Paulo

Cenas degradantes

Lamentável e mesmo vergonhosa a atitude dos integrantes da tropa de choque da presidente afastada, Dilma Rousseff. Eles tentam a todo momento tumultuar e mesmo ofender, desqualificar quem comparece para depor como testemunha de acusação, chegando a senadora Gleisi Hoffmann, desequilibrada e grosseira, a proferir ofensas aos membros do Senado. Renan Calheiros fez um pronunciamento condenando essa tropa, que imediatamente veio para cima dele, quase num “chega pra lá”, provando que eles não respeitam nem o presidente da Casa. Se o presidente do STF, Ricardo Lewandowski, tivesse pulso e posto essas pessoas no seu devido lugar, não estaríamos assistindo a cenas tão degradantes.

AGNES ECKERMANN

agneseck@gmail.com

Porto Feliz

Baixaria

Qual a surpresa da baixaria promovida pela tropa de choque a favor da futura ex-presidenta? Qual a surpresa do desrespeito à própria instituição a que pertence, encenada pela esposa do surrupiador de aposentados? Esta semana será marcada por um circo de horrores na defesa do indefensável, não?

APARECIDA DILEIDE GAZIOLLA

aparecidagaziolla@gmail.com

São Caetano do Sul

No grito ou na porrada

Só quem nunca assistiu a um piquete em porta de fábrica numa greve se surpreendeu com a belicosidade dos lulopetistas na abertura dos trabalhos do Senado, que analisa o impeachment. Do mesmo modo violento como se comportam os trogloditas dos sindicatos diante de trabalhadores que desejam apenas trabalhar, assim estão sendo os senadores capitaneados pela sra. Gleisi Hoffmann. Na base do grito ou da porrada. Tenho minhas dúvidas se o ardor e a veemência dessa senhora são realmente pela defesa de Dilma Rousseff, ou se é uma questão de salvar a pele, dela e do marido. Certamente ela imagina que com o PT no poder será mais factível sobreviver. Porém, no meu modo de pensar, afanar aposentados deveria ser crime inafiançável.

ÉDEN A. SANTOS

edensantos@uol.com.br

São Paulo

Fogo muy amigo...

Enquanto não for concluído o julgamento de Dilma Rousseff, ela pode ser inocente ou culpada. Agora, o time que escalaram para defendê-la é brincadeira! Será que é o tal do fogo amigo?

ADMIR MARTINI

admirmartini@hotmail.com

São Paulo

Apoteose

Pelo extremismo demonstrado pelos petistas, imagino um final apoteótico: Dilma, no Senado, mirando as câmeras, grita “é golpe!” e se imola ateando fogo às vestes ou cometendo haraquiri, ladeada pelas duas asseclas de nariz empinado e língua solta, imitando o seu gesto.

CARLOS ALBERTO ROXO

roxo.sete@gmail.com

São Paulo

Vergonhoso

É o início da semana ou o fim da década da vergonha, Lula?

ELY WEINSTEIN

elyw@terra.com.br

São Paulo

DIPLOMACIA BRASILEIRA

Desprestígio do passaporte

As autoridades americanas agiram com muita truculência no caso da adolescente brasileira retida nos EUA. Prenderam-na antes de o crime ser cometido (imigração ilegal?). E a diplomacia brasileira não está conseguindo resolver o problema com presteza. Muito diferente do que aconteceu com os atletas americanos. Esses, sim, cometeram crime, mas puderam retornar rapidamente ao seu país.

LUIGI VERCESI

luigiapvercesi@gmail.com

Botucatu

Reciprocidade

No caso da menina brasileira detida nos EUA, o que se espera é reciprocidade.

GUSTAVO GUIMARÃES DA VEIGA

ggveiga@outlook.com

São Paulo

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

IMPEACHMENT E DESTEMPERO

 

A senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) se destemperou no primeiro dia do julgamento final do impeachment da presidente Dilma Rousseff, no plenário do Senado. Agrediu gratuitamente seus colegas e desrespeitou o próprio Senado ao dizer que ninguém ali tinha moral para julgar a petista. Realmente, a senadora está se comportando como uma mulher irascível, desequilibrada e que não merece o voto de qualquer cidadão que deseje uma representante naquela Casa. Sua ira chegou ao ponto de obrigar o presidente Ricardo Lewandowski a suspender a sessão e evitar o bate-boca entre os senadores. Gleisi não se comporta adequadamente, é indisciplinada, não respeita o presidente do Supremo e promove a cizânia na Casa. Ela deveria ser expulsa do Senado por seu procedimento de choldra, incompatível com o ambiente, que deveria ser civilizado.

 

Mário Negrão Borgonovi marionegrao.borgonovi@gmail.com

Rio de Janeiro

 

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TEATRO

 

Em mais uma tentativa de tocar fogo na ordem, as “irmãs cajazeiras” tumultuam o julgamento do impeachment de Dilma Rousseff. Enquanto a senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) quase questionou a história da humanidade inteira, tentando procrastinar o andamento dos trabalhos, Gleisi Hoffmann deixou o mínimo do bom senso – que se pede de um parlamentar – de lado para partir para a baixaria. Contrariando o que está na Constituição – que versa que o Senado tem papel legítimo para julgar a presidente num processo como este –, ela questionou a moral dos senadores, buscando desqualificar a Casa da qual ela mesma faz parte. Não faz mea-culpa às acusações que pesam contra ela e seu marido, o ex-ministro Paulo Bernardo. Revolve o caldo da confusão para marcar sua cena no futuro documentário que a esquerda prepara, a fim de criar uma imagem de vítima da futura ex-presidente Dilma. Senadora Gleisi, vosso talento artístico é exímio. É uma pena que o esteja desperdiçando no Senado – desperdiçando nosso dinheiro e nosso tempo. Senado não é teatro!

 

Sérgio Eckermann Passos sepassos@yahoo.com.br

Porto Feliz

 

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SEM MORAL

 

Com perdão da palavra – se bem que, em se tratando de política nacional, isso seja desnecessário –, é nojento ver a tropa de choque (e de chilique) tentando defender Dilma Rousseff na sessão do impeachment do Senado, dizendo que ela não cometeu crime e usando métodos inescrupulosos e covardes. Sem falar na verborragia para ganhar tempo. Mais ainda: é nojento saber que alguns destes senadores têm as mãos mais sujas que a própria ex-presidente, como Gleisi Hoffmann, acusada por envolvimento na Operação Lava Jato. Ela e o marido, este que supostamente lesou milhares de servidores públicos durante a solicitação de empréstimos consignados – aliás, como costuma fazer um bom quadrilheiro do PT. Felizmente, está chegando a hora de o Brasil ficar livre do maior projeto criminoso de poder. Pelo menos, até a chegada do próximo.

 

João Direnna joao_direnna@hotmail.com

Quissamã (RJ)

 

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BATE-BOCA

 

Em bate-boca no Senado, o senador Ronaldo Caiado (DEM-GO) disse ao senador Lindbergh Farias (PT-RJ): “Tem que fazer antidoping. Fica aqui cheirando não”. Como experiente médico ortopedista que é, Caiado conhece bem quando as pessoas estão sob o efeito de poderosas drogas analgésicas ou psicotrópicas. Confio nos diagnósticos do dr. Caiado.

 

Frederico d’Avila fredericobdavila@hotmail.com

São Paulo

 

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SENADOR?

 

Esse senadorzinho Lindbergh Farias nunca trabalhou, meteu-se na União Nacional dos Estudantes (UNE), gostou da mamata que corria lá dentro e, com os seus botões, pensou: achei o caminho! Entrou nas fileiras do PT, partido que já tinha a corrupção no DNA, e agora não quer largar o osso.  É simplesmente ridículo.

 

Eduardo A. de Campos Pires eacpires@gmail.com

São Paulo

 

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AS VOLTAS QUE A VIDA DÁ

 

É no mínimo curiosa a reação indignada do senador Renan Calheiros (PMDB-AL) quanto ao comportamento de seus pares no processo em curso relativo ao impedimento da presidente Dilma. Há alguns anos, em debate com o senador Tarso Jereissati, ocorreu uma “suave” troca de elogios em que o senador o brindou com o adjetivo de “cangaceiro”, e Calheiros retrucou chamando Jereissati de “mer...”. Infelizmente, nada mudou.

 

Marcelo Falsetti Cabral mfalsetti2002@yahoo.com.br

São Paulo

 

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DECORO PARLAMENTAR

 

Ainda bem que está presente no plenário um ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), para acalmar os ânimos. Estou decepcionado com o relacionamento, a educação e o palavreado dos senhores senadores.

 

Nelson Nascimento Cepeda fazoka@terra.com.br

São Paulo

 

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O FUTURO DO BRASIL

 

Começou na quinta-feira o julgamento final de Dilma Rousseff no Senado. Mas engana-se quem diz que está em definição o futuro político dela. Dilma não importa, ela não é nada, não foi nada, não passa de um acidente de percurso na história do Brasil. Merece ser esquecida! O que está em definição é o futuro do País! O que importa é o Brasil! Os votos no julgamento são a favor ou contra o Brasil! Espero que os senadores, por poucos que sejam, que tendem a recolocá-la na posição de maior poder da República ponham a mão na consciência e pensem no futuro dos seus filhos e netos, não no futuro desta figura amorfa que caiu de paraquedas na Presidência sem saber o que é presidir um país, sem saber o significado deste cargo. Pensem, senadores!

 

Gilberto Dib gilberto@dib.com.br

São Paulo

 

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FORA DA REALIDADE

 

As sra. Dilma Rousseff bradou em 22/8 aos “companheiros”, na Casa de Portugal, em São Paulo, que iria falar aos senadores no dia 29/8 no Senado e explicar o que é democracia. Ela não sabe o que é democracia, pois, em quatro anos, atendeu menos senadores para dialogar do que Michel Temer em 90 dias. Ela é insana.

 

Celso de Carvalho Mello celsosaopauloadv@uol.com.br

São Paulo

 

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O MAU-CARATISMO DO CONGRESSO

 

Um dos grandes problemas da presidente afastada Dilma Rousseff foi a falta de diálogo com o Congresso. Mas, em apenas cem dias de governo, o presidente interino Michel Temer já se reuniu com deputados, dirigentes de partidos e senadores mais vezes do que Dilma o fez em cinco anos de governo. Portanto, falta de diálogo não é problema. Mesmo assim, Temer está com grande dificuldade de aprovar projetos importantíssimos para retirar o País da crise econômica gravíssima em que se encontra, o que nos leva a entender que um tremendo mau-caratismo impera no atual Congresso Nacional. Não existe mais desculpa para que trabalhem pelo País. Em 2018, isso precisa mudar.

 

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

 

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EXPOSTOS AO RIDÍCULO

 

O pedido de explicações sobre o processo de impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff enviado ao Itamaraty pela Organização dos Estados Americanos (OEA) é bizarro e tendencioso. Não é possível que a organização não tenha acompanhado de perto e em detalhes toda a movimentação popular e política que acontece por aqui desde a reeleição de Dilma, em 2014. Ao atender à petição apelativa de parlamentares petistas que insistem na ladainha do golpe de Estado, a OEA se expõe ao ridículo e à falta de credibilidade.

 

Luciano Harary lharary@hotmail.com

São Paulo

 

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O PRIMEIRO PASSO

 

Durante a quarentena (quatro meses) em que Dilma Rousseff se hospeda no Palácio do Planalto, cercada de asseclas, os brasileiros estão pagando a conta salgada da farra petista. Próximo do bota-fora, discute-se quais os direitos que Dilma terá ao ser cassada. Ao que se sabe, Fernando Collor renunciou, mas foi cassado e goza das regalias dadas aos ex-presidentes. Aproveitando o momento de mudanças, pelo qual a sociedade foi às ruas, a Câmara dos Deputados deveria propor uma reforma e fazer uma lei determinando a perda de direitos aos ex-presidentes cassados. Mas isso é sonhar demais num país corporativista, cujos parlamentares legislam em causa própria. Ainda estamos longe de conseguir essa proeza. O impeachment é o primeiro passo, os demais passos a Lava Jato se encarregará de dar, se o STF e a Procuradoria-Geral da República deixarem.

 

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com

São Paulo

 

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AVISO PRÉVIO

 

Quem falou para a quase ex-presidente que queremos renúncia? O impeachment é um espetáculo só suplantado pela prisão (em breve) do outro ex.

 

Ricardo C. T. Martins rctmartins@gmail.com

São Paulo

 

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DIA DA VITÓRIA

 

Lula, no Rio de Janeiro, em manifestação da Central única dos Trabalhadores (CUT), não se contém e solta mais uma abobrinha: “Hoje é o dia da vergonha nacional, começa o julgamento do ‘impichi’ de Dilma. Ela cometeu erros, mas quem não erra?”. Claro, todo mundo erra, principalmente nós, que mantivemos o PT no poder por longos 13 anos. O dia em que Dilma for definitivamente afastada do poder será o Dia da Vitória. E essa vitória não é de político algum, é exclusivamente do povo brasileiro, que insistentemente foi às ruas pedir a condenação de Dilma. Essa vitória é nossa!

 

Mara Montezuma Assaf montezuma.scriba@gmail.com

São Paulo

 

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VERGONHA NACIONAL

 

“Hoje começa a semana da vergonha nacional”, disse Lula. Vergonha nacional começou no dia em dia Dilma assumiu o segundo mandato.

 

Robert Haller robelisa1@terra.com.br

São Paulo

 

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DECLARAÇÃO DÚBIA

 

Lula, ao afirmar na quinta-feira (25/8), em ato com metalúrgicos em Niterói, que “hoje começa o dia da vergonha nacional”, finalmente está aceitando que Dilma será cassada, ou será que o dia da vergonha nacional seria exatamente pela validação da continuidade da governança dela?

 

Paulo Busko paulobusko@terra.com.br

São Paulo

 

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PINOCCHIO DA SILVA

 

O sr. Pinocchio da Silva, aquele que tira foto tomando um traguinho com pessoas que depois ele diz nem conhecer, disse que esta é a semana da vergonha. Melhor uma semana de “vergonha” do que anos de desmandos, roubalheira, desvios e corrupção, não é não, Luiz?!

 

Renato Amaral Camargo natuscamargo@yahoo.com.br

São Paulo

 

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LULA INDICIADO

 

Ora vejam... Lula, a viva alma mais honesta do País é agora indiciado pela Polícia Federal (PF) por corrupção passiva, falsidade ideológica e lavagem de capitais, no âmbito da Lava Jato. Estava demorando. Afinal, com pencas de evidências que vão da suspeita da ocultação de patrimônio (sítio Santa Bárbara, em Atibaia, e tríplex na Praia das Astúrias, no Guarujá) à questão de recebimento de propina disfarçada de “palestras” (regiamente pagas), e outras tantas dúvidas acerca do repentino enriquecimento deste que grande parte do povo associa à condição de capo mafioso, a coisa só podia mesmo dar em caso de polícia. Num país com a má fama de só perseguir os “três pês” (pobre, prostituta e preto), mas onde se propala com grande alarde o cabal “funcionamento das instituições”, já estava pegando mal essa delonga em relação a esse excelso membro da elite endinheirada do País. Antes tarde do que nunca, todavia. Agora, o grande “guia dos povos oprimidos” vai poder, na democracia que tanto ele desdenha com suas bravatas e declarações intempestivas e inoportunas, dar às autoridades competentes todas as (dúzias) de explicações que está a dever e exercer, na plenitude, o legítimo direito de defesa – tarefa que, supostamente, lhe será até facilitada, dadas as dezenas de causídicos que o defendem, sabe-se lá bancados por quem. Enquanto o País aguarda, ansioso, o momento sublime do “adeus querida”, a notícia do indiciamento de Lula não poderia ser mais alvissareira. P.S.: todo apoio a Sergio Moro e à Operação Lava Jato!

 

Silvio Natal silvionatal49@gmail.com

São Paulo

 

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ESTÁ NA CARA

 

Guarujá e Atibaia: quando os indícios são ululantes.

 

Roberto Twiaschor rtwiaschor@uol.com.br

São Paulo

 

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‘NÃO CONHEÇO’

 

O “Messias do ABC” disse que não conhece o diretor da empreiteira OAS, apesar das evidências, inclusive da foto dos dois juntos. É compreensível, um dos efeitos do álcool é a amnésia.

 

Sergio Cortez cortez@lavoremoveis.com

São Paulo

 

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A DELAÇÃO DE LÉO PINHEIRO

 

A sociedade brasileira quer que a Procuradoria-Geral da República retome o processo de delação premiada de Léo Pinheiro, presidente da Construtora OAS, e espera que sua interrupção não tenha sido motivada por razões “não republicanas”, pois isso seria muito grave. Mas, se foi apenas porque deu piti em Rodrigo Janot, é mais grave ainda.

 

Roberto Bruzadin bobbruza@terra.com.br

São Paulo

 

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LULA SOB INVESTIGAÇÃO

 

Lula se diz alvo de acusações mentirosas e espera um pedido de desculpas por parte de seus “detratores”. Nós também estamos esperando (aliás, há muito tempo) que ele nos peça desculpas por ter induzido o povo a alçar ao poder a “extraordinária Mãe do PAC” – esta mesma que, há cinco anos, o vem ajudando a arruinar o País.

 

Edméa Ramos da Silva paulameia@terra.com.br

Santos

 

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SEM LIMITES

 

A empáfia e a arrogância de Lula não têm mesmo limite. Difamar o Brasil no exterior, recorrendo à Organização das Nações Unidas (ONU) alegando ser perseguido pela Justiça brasileira, não fará desaparecer sua culpa como num passe de mágica e tampouco o impedirá de responder por seus crimes e desmandos em nosso país. Tenho fé de que estamos por pouco para que a justiça seja feita.

 

Cristina B. de Carvalho cristinabergasse@gmail.com

São Paulo

 

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SAÍDA

 

Acabei de saber que Lula pretende alegar doença, com o aval de um conceituado médico, a fim de não ser preso.

 

Eraldo B. Cidreira Rebouças real742@yahoo.com.br

Poços de Caldas (MG)

 

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GILMAR MENDES E A LAVA JATO

 

Lamentáveis as declarações do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), ao criticar a atuação dos procuradores do Ministério Público Federal (MPF) na Operação Lava Jato. Não é aceitável tal postura de um ministro do STF. Mendes deveria agir de forma imparcial e com isenção, que são a síntese da Justiça e o mínimo que se espera de um juiz, sobretudo da Suprema Corte do País. Suas ligações com Michel Temer e Aécio Neves são comprometedoras e não se coadunam com o espírito público e republicano, e muito menos com a imparcialidade e o distanciamento exigidos da Justiça. A Lava Jato irá em frente quer Mendes queira ou não. Chega de impunidade de ricos e poderosos no Brasil.

 

Renato Khair renatokhair@uol.com.br

São Paulo

 

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EM QUEM CONFIAR?

 

Que história é esta de o ministro do STF defender freios à Lava Jato? A impressão que nos passa o ministro Gilmar Mendes é de que ele está de saco cheio da função. Para que servem, afinal de contas, os ministros guardiões da Constituição e da Justiça deste país? Por acaso estão com medo de aparecerem nas delações? O Brasil não vai sair deste buraco nunca, não dá para confiar em ninguém. Lamentável.

 

José Roberto Iglesias rzeiglesias@gmail.com

São Paulo

 

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ELEIÇÕES 2016 – À CAÇADA!

 

Chegou a temporada da caça ao eleitor: todas as esquinas mostram os mastros humanos empunhando aquelas bandeiras enormes dos caçadores. Nossos lares são invadidos por centenas de telefonemas.  Nossas portas estão coalhadas de jornalecos, panfletos, santinhos, todos mostrando fotos de sorridentes candidatos e uma arenga de boas intenções e centenas de absurdos. E o que falar dos nossos ouvidos, com aquelas musiquinhas chatas?  Até os pobres cães ficam irritados. Estamos ansiando por pessoas sérias, mas, pelo que se vê em propaganda de certa candidata a vereadora por São Caetano do Sul, existe partido que aceita a inaceitável pregação de cizânia entre cidadãos com os seguintes dizeres na camiseta com que a candidata se apresenta: “A casa grande surta quando a senzala aprende a ler”. O engraçado é que, no verso, a candidata se propõe a trabalhar por apenas três bairros. Isso não seria discriminar a população dos outros bairros?

 

Aparecida Dileide Gaziolla aparecidagaziolla@gmail.com

São Caetano do Sul

 

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TODO PODER EMANA DOS PARTIDOS

 

A Constituição diz em seu artigo primeiro, parágrafo único: todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta Constituição. Na verdade, todo poder emana dos partidos políticos, que apresentam seus candidatos, todos devidamente comprometidos com os ideais de arrecadação de caixa 2 para seus partidos. Cabe ao povo escolher apenas entre aqueles que já foram previamente escolhidos pelos partidos políticos. Para que o poder emanasse de fato do povo, seria preciso que o povo tivesse o poder de escolher de fato os candidatos, livremente, entre os cidadãos de bem, entre os homens e mulheres de boa fé, e não apenas entre os políticos profissionais de sempre. Essa mudança seria um duro golpe nas quadrilhas criminosas disfarçadas de partidos políticos que se revezam no permanente assalto aos cofres públicos. Seria um tapa na cara da figura do político profissional, o primeiro passo para o povo brasileiro assumir o comando do seu destino como Nação.

 

Mário Barilá Filho mariobarilafilho@me.com

São Paulo

 

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OS JOGOS, AGORA, SÃO OUTROS

 

Terminados os louváveis Jogos Olímpicos, seguirão intensos, na ressaca da festa, os degradantes jogos vorazes do dinheiro e do poder, da astúcia e da iniquidade em dois grandes circos nacionais dominantes num país passional que, até quando acerta, erra: a votação do impeachment da quase ex-presidente Dilma Rousseff e as eleições municipais de outubro, que prometem ser uma das mais difíceis para os candidatos. Na Rio-2016 não foi cumprida a meta de estarmos entre os dez países mais medalhistas do mundo. Já a defenestração da testa-de-ferro do lulopetismo e seus sicários do poder ainda contaria com hábil manobra de última hora de subida à forca, com possível renúncia da madame ex-terrorista antes da votação do bota-fora já desenhado pelo Senado, quiçá ao apresentar sua “defesa” do indefensável, em plenário, na segunda-feira. A jogada esfriaria o caldo morno – do tipo água de salsicha – na qual se desenrola o processo e ela se faria, talvez, passar por ingênua menininha lançada aos lobos em suruba de serralho. Vai que cola... Das eleições municipais pouco ou quase nada há a falar. O jogo só está no começo e pouquíssimos dos participantes se salvam da degola do povão. Não obstante, como de sempre, seguirão emporcalhando as ruas e avenidas com “santinhos”, atordoando o público com execráveis carros de som, musiquinhas chatas e outras parafernálias. Votar em candidatos sujões é o mesmo que jogar o voto no lixo, vocês não concordam?                      

 

Turíbio Liberatto turibioliberatto@hotmail.com

São Caetano do Sul

 

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ELEIÇÕES MUNICIPAIS

 

Em tempos de vice, os veículos de comunicação deveriam abrir espaço e organizar debates com os vices dos candidatos a prefeito. Afinal, os que ficam ocultos nas campanhas são candidatos potenciais a assumir o poder durante o mandato. 

 

Marcos Abrão m.abrao@terra.com.br

São Paulo

 

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ORDEM NO GALINHEIRO

 

O Supremo Tribunal Federal (STF) tem causado estragos, com decisões impensadas e desconectadas da vida real. Primeiro, encampando ideia do PT, proibiu a doação de campanha por empresas, ainda que fossem dados os alertas de que a medida causaria uma enxurrada de casos de arrecadação via caixa 2, agora, sim, impossíveis de fiscalizar. Criaram um problema imenso e, pior, não sabem como resolvê-lo. Agora, o Supremo definiu que os candidatos só podem ser barrados pela Lei da Ficha Limpa se tiverem suas contas rejeitadas pelas Câmaras Municipais. Nem é preciso explicitar que, na prática, os doutos senhores jogaram uma lei de inciativa popular no lixo! Que desserviço! Eles não vivem no Brasil real, tanto assim que, em plena depressão econômica em que o País está afundado, exigiram um enorme aumento de salários, nem sequer atentando para que seu pleito terá efeito em toda a cadeia salarial, aumentando ainda mais o rombo nas contas públicas. Movidos pela vaidade, crentes de sua enorme sabedoria, os ministros do Supremo parecem ter-se esquecido de que ali estão menos por qualquer mérito que tenham e muito mais por seu alinhamento ideológico com o partido que os colocou lá. É, talvez, a única coisa de que muitos ali podem se gabar, se é que, hoje em dia, alguém ainda tenha a cara de pau de ser próximo do PT. Os ministros do STF precisam de um olhar mais atento da sociedade, como aconteceu com o Legislativo. O STF tem se mostrado, no mínimo, inconsequente, quando não totalmente irresponsável. É hora de botarmos ordem no galinheiro. 

 

M.Cristina Rocha Azevedo crisrochazevedo@hotmail.com

Florianópolis

 

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ABSURDO

 

A Lei da Ficha Limpa, aprovada em 2010, está em vias de perder o seu objetivo: impedir a candidatura do político com ficha suja na Justiça ou conta reprovada pelo Tribunal de Contas. Explico: embora com irregularidade apontada pelo Tribunal de Contas no Poder Executivo (presidente, governador e prefeito), a palavra final caberá ao Legislativo (deputados/senadores, assembleias e câmaras municipais), que poderá absolver o malfeitor. Isso posto, o parecer técnico, justo o mais qualificado, tende a ser desprezado, o que é um absurdo.

 

Humberto Schuwartz Soares hs-soares@uol.com.br

Vila Velha (ES)

 

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LEI DA FICHA LIMPA

 

No dia 17/8, Gilmar Mendes pronunciou-se: “Essa lei já foi mal feita, eu já disse no plenário. Sem querer ofender ninguém, mas já ofendendo, que parece que foi feita por bêbados. É lei mal feita. Ninguém sabe se é contas de gestão, de governo”, criticou o ministro, durante a sessão plenária do STF. De fato, lendo o editorial do “Estadão” de 22/8, “Os problemas da Ficha Limpa”, vemos problemas “insanáveis pela hermenêutica jurídica”. A nova Lei da Ficha Limpa dá poderes à própria Câmara Municipal para julgar as contas de seus pares; às entidades de classe, de tolherem a elegibilidade daquele que cometeu “infração ético-profissional”; e descarta a possibilidade de o condenado em segundo grau ser elegível, em decorrência de condenação em segundo grau, (jurisprudência sobre o tema, ainda cambiante no STF). Assim, em rápidas pinceladas, fica demonstrada a razão da surpresa do ministro e constitucionalista Gilmar Mendes: “parece que (a lei) foi feita por bêbados”.

 

Andrea Metne Arnaut andreaarnaut@uol.com.br

São Paulo

 

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PERCEPÇÃO TARDIA

 

Gilmar Mendes, ministro do Supremo Tribunal Federal e presidente do Tribunal Superior Eleitoral, chegou a duas conclusões inéditas. Primeiro, que a Lei da Ficha Limpa deve ter sido feita por “bêbados” e, em segundo, que a Justiça Eleitoral estava totalmente “desinformada” com o uso de caixa 2 nas eleições. Pensava que essa prática havia sido banida. O engraçado é que o povo sempre soube que tudo anda como dantes no quartel d’Abrantes.

 

Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

 

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CHIQUEIROS DE PREFEITOS

 

A Lei da Ficha Limpa é uma lei de iniciativa popular, subscrita por cerca de 1,6 milhão de cidadãos brasileiros preocupados com a podridão na política e na vida pública nacional. É verdade que existem imperfeições, mas não concordo com o ministro Gilmar Mendes quando afirmou que essa lei tenha sido redigida por bêbados. As muitas críticas que têm surgido contra a implantação da lei têm peso e deixam claro que norteiam interesses escusos, mas o que mais intriga é que a mais alta corte do País, o Supremo Tribunal Federal (STF), está se mostrando a principal lavanderia de fichas sujas, basta ver que permitiu a candidatura de prefeito que teve suas contas rejeitadas pelo Tribunal de Contas, deixando para as Câmaras Municipais dizer se o candidato é ou não é um ficha limpa. Ora, as Câmaras Municipais, na grande maioria das cidades brasileiras, não passam de chiqueiro do prefeito, principalmente se ele for do Partido dos Trabalhadores e em cidades menores do interior, onde vereadores recebem bolsa família e se vendem a preço de bode em feira livre.

 

Humberto de Luna Freire Filho hlffilho@gmail.com

São Paulo

 

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POBRE PREFEITURA DE SÃO PAULO

 

Eis o jeitão dos candidatos a prefeito de São Paulo participantes do primeiro debate na TV, lembrando que dois deles já governaram a capital: Marta Suplicy (Martaxa), que como Dilma é cria de Lula, volta com a mesma conversinha de sempre, admitindo que errou quando das famosas  taxas  que  criou; o atual prefeito, Fernando Haddad, é o homem que não só criou, como incrementou a indústria da multa na capital; João Doria, conhecido  milionário, rodeado dos endinheirados  do  País, não só declarou, como está lutando para vetar a proibição de doações para  políticos de pessoas jurídicas (empresas), o que lhe daria uma boa grana, dado o bom relacionamento que tem com os mais bem-sucedidos empresários brasileiros. Em outras palavras, quer comprar votos com o dinheiro alheio. Celso Russomano, para mim, foi absolvido injustamente quando processado por pagar salários a uma funcionária de um estúdio privado com dinheiro da Assembleia Legislativa. De todos, o que mais me empolgou foi o Major Olímpio, que gritou aos quatro ventos que não dará moleza para vagabundos e bandidos, que contratará mais guardas civis e não medirá esforços para brecar a cracolândia.

 

Arnaldo de Almeida Dotoli arnaldodotoli@uol.com.br

São Paulo

 

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ELES SABEM PROMETER

 

Fazendo um balanço do primeiro debate na TV entre os principais candidatos à Prefeitura de São Paulo, cheguei à conclusão de que votarei no “lanterninha” dos sem-TV. Que papinho mais manjado, viciado e enjoado, credo! Se a intenção de governo fizesse uma boa gestão, São Paulo seria o paraíso na Terra.  Só que falta dinheiro, e muito. Faz décadas que as ruas da cidade só recebem remendos. Resultado: a cidade é um verdadeiro rally. Na primeira chuvinha, os semáforos não funcionam, de tão idosos. A cidade merecia uma rede de semáforos inteligente, monitorados eletronicamente. As milhares de creches prometidas ficaram na promessa. Os hospitais não dão atendimentos básicos, por falta de médicos que aceitem ganhar pouco. São tantos os problemas endêmicos da cidade, e esta turminha sonhando com a vitória. Quem ganhar jamais será um vitorioso. A prefeitura está tão inchada de funcionários que comem grande parte do orçamento. Mais um motivo por que “não tem dinheiro”. Mas estes do debate sabem como ninguém prometer. Votarei no lanterninha sem-TV, porque não aceito anular meu voto.

 

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

 

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POSTE

 

João Dória é mais um poste desconhecido que a tucanada impõe ao paulistano, imitando de forma clara seus sócios, os “pixulecos” petistas.

 

Ariovaldo Batista arioba06@hotmail.com

São Bernardo do Campo

 

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COMO ASSIM?

 

Como eleitor paulista, consciente e bem informado, não concordo com o resultado dessa pesquisa de intenção de votos que coloca o senhor Celso Russomano muito à frente dos demais candidatos. É totalmente equivocada, não querendo dizer com isso que os outros concorrentes sejam melhores, muito pelo contrário, convenhamos!

 

José Marques seuqram2@hotmail.com

São Paulo

 

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O PATRIMÔNIO DE RUSSOMANO

 

Alguém poderia esclarecer a forma de cálculo para os valores declarados dos imóveis do candidato Celso Russomano? Estes valores são de mercado? Não acredito.

 

Marcelo de Moura mdemoura@globo.com

São Paulo

 

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OS PROBLEMAS DE SÃO PAULO

 

Artigo recente de Alexandre Schneider, pesquisador do Centro de Política e Economia do Setor Público, da FGV, abordou, em minha opinião, com propriedade, os principais problemas de nossa cidade, ainda que sucintamente, em decorrência do espaço de que dispunha (“Estadão”, 22/8, A2). Demonstra a urgência exigida para que possamos reverter os estragos produzidos durante anos seguidos de administrações inconsequentes da capital do Estado de São Paulo e a maior do País. Na questão ambiental, que vem me preocupando há anos, Schneider afirma, com razão, que “talvez tenhamos tido o maior retrocesso nos últimos anos. O projeto de ampliação dos parques da cidade foi abandonado. Com isso, terrenos anteriormente destinados a parques na periferia foram ocupados, alguns deles em área de manancial, o que é inexplicável numa cidade que ‘importa água’ e passou por uma severa crise hídrica recentemente”. Cita, inclusive, o exemplo do prefeito de Nova York, Bloomberg, que comprou terras para proteger os seus mananciais. Já entre nós, depois de uma passeata do Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto (MTST), o prefeito Haddad subiu no caminhão de som daquele movimento e incitou os manifestantes a irem até a Câmara Municipal pressionar os vereadores, para que aprovassem a entrega da área que tinham invadido, às margens da Represa Guarapiranga, e, posteriormente, cedeu o Parque dos Búfalos, junto à Represa Billings, com 16 nascentes, também por demagogia. Uma cidade precisa de suas áreas verdes. Não é uma questão de gosto, e sim de saúde. Ainda em 2011, o professor dr. Paulo Saldiva, da Universidade de São Paulo, coordenou pesquisa e estudos sobre a morte, por ano, de paulistanos devido à poluição do ar e chegou ao impressionante número de 4 mil. Além de reduzir a emissão de gás carbono pelos veículos, uma das soluções, recomendadas inclusive pela ONU, é a recuperação possível das florestas através de parques municipais. O atual prefeito, por pura demagogia, fez exatamente ao contrário, e podemos afirmar que só durante a sua gestão mais de 16 mil paulistanos morreram desnecessariamente. No debate desta semana na TV Bandeirantes, constatou-se, de vez, o erro de Lula em convencer os eleitores a eleger Haddad como prefeito. Ele deveria ter vergonha de pedir para ser reeleito.

 

Gilberto Pacini benetazzos@bol.com.br

São Paulo

 

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AVENIDA SUMARÉ

 

A Avenida Sumaré tem enfrentado congestionamentos diários e a qualquer hora do dia, graças a um novo sinaleiro colocado no acesso da Rua Apinagés com a respectiva avenida. Tal sinaleiro veio somar-se a mais dois que já existiam e que se distanciam no máximo 50 metros um do outro. A situação agrava-se pelo fato de que os sinaleiros não estão coordenados em seu funcionamento. Essa situação, tal qual as ciclovias, mostra a total falta de planejamento e estudos estatísticos que norteiam as intervenções no trânsito de nossa cidade.

 

Muriel Rossi Carril mrcarril@uol.com.br

São Paulo

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