Fórum dos Leitores

IMPEACHMENT

O Estado de S.Paulo

30 Agosto 2016 | 03h07

O discurso de defesa

A presidente afastada fez a sua defesa, ontem, no Senado. Uma peça bem escrita de ficção. A realidade que expôs só ela e aqueles que se beneficiam do poder podem enxergar. Entende-se que quem perde o emprego se sinta injustiçado, mesmo quando existem motivos justos para a demissão. Sendo o presidente o dirigente máximo do País, a condução adotada impacta diretamente no resultado do que gerencia e, consequentemente, na vida das pessoas dele dependentes. E é responsável por seus atos. Assim sendo, ao errar é passível de demissão como consequência natural de escolhas mal feitas, entendidas como irresponsabilidades. O impeachment de presidentes é o pressuposto formal para a demissão. A presidente Dilma Rousseff usou todos os artifícios para encobrir os seus erros de gestão causadores da crise econômica abissal que é incapaz de reconhecer. O estelionato eleitoral promovido na reeleição selou a sua sorte. Adeus para ela e boa sorte para nós, que ainda pagaremos pelos erros que Dilma cometeu.

SERGIO HOLL LARA

jrmholl.idt@terra.com.br

Indaiatuba

Quanto mais Dilma nega, mais ela escorrega.

OSCAR ROLIM JÚNIOR

rolimadvogado@gmail.com

Itapeva

Esclarecimentos

Muito oportuna a fala da presidente afastada perante o Senado. Ficou tudo muito claro e ficamos todos sabendo que os culpados pelo desastre da economia brasileira foram o Federal Reserve (Fed) e um bando de tresloucados que torcem pelo “quanto pior, melhor”. Obrigado, sra. ex-presidente!

NELSON PENTEADO DE CASTRO

pentecas@uol.com.br

São Paulo

Nada de novo

Dilma começou bem sua defesa enquanto recordou a história dos presidentes Getúlio Vargas, Juscelino Kubitschek e João Goulart. Falou de sua atuação na época da ditadura militar, de sua resistência, de sua amargura, mas depois caiu no lugar-comum da defesa de sua obra. Nesse ponto repetiu tudo que os cidadãos informados já sabiam: voltou a citar as elites, a elogiar seu governo e parece que não é verdade que tenha assumido os erros que disse que cometeu. Sua arrogância aflorou subjacente às palavras batidas e rebatidas durante todo o tempo do processo de impeachment. Não trouxe nada de novo e mostrou que continua a mesma, com suas teimosias. Sua volta traria o caos econômico e social.

MÁRIO NEGRÃO BORGONOVI

marionegrao.borgonovi@gmail.com

Rio de Janeiro

Assombração

Muita tecnicidade e pouca sinceridade de Dilma no Senado. Ela abusou de “não fui eu”, “não vi”, “não estava presente”, “não sei de nada”, atitude típica de quem é inepto para o exercício de liderança. Além do mais, quem mentiu para 54 milhões de eleitores em 2014 precisaria despender um esforço ultra-humano para convencer a Nação desta vez. De verdadeiros, lamentavelmente, somente os veementes resultados de uma administração lulopetista omissa, negligente e hermética, em que essa senhora atuou como títere dos interesses escusos do seu padrinho e de outros gananciosos. Então, qual é a verdade verdadeira? Perdemos milhões de postos de trabalho, o pobre teve o seu downgrade, perdemos o grau de investimento, vivemos uma inflação elevada, fomos brindados com um déficit orçamentário gigantesco, a saúde e a educação seguiram negligenciadas e falidas, Executivo e Legislativo entraram em curto-circuito por total inabilidade dela e de seus fiéis escudeiros, testemunhamos o maior saque às nossas estatais sob os olhos míopes e ouvidos moucos da presidente, tivemos o pior governo de toda a nossa História, tivemos, sim, interferência dela na Lava Jato, diretamente e por intermédio de seus desastrados assessores, etc., etc. Diante de tanta assombração, quem quereria tê-la de volta? Cruz-credo!

FLÁVIO G. BELLEGARDE NUNES

flavio@bredacamargo.com.br

São Paulo

Desfaçatez

Como é que pode a presidente Dilma ter a desfaçatez de dizer que construiu o porto em Cuba para ajudar o povo cubano? E o nosso povo que morre nos hospitais, os desempregados, as empresas quebrando por causa dessa mania de dar esmola com o dinheiro do povo? Isso é governar? Nunca! E nunca mais...

MARTINO MALANDRINO NETTO

martino.mnetto@terra.com.br

Bauru

Ao Senado do Brasil

Falam tanto... Por tanto tempo... Sempre repetindo... E o Brasil esperando... Sou dona de casa, tenho 87 anos, 6 filhos, 15 netos e 2 bisnetos. Não sei bem o que é crime de responsabilidade ou pedalada. Mas entendo muito bem o que tenho visto: o nosso Brasil com 12 milhões de desempregados, trabalhadores de todas as classes, mãos ocupadas a vida toda agora vazias, sem trabalho, das maiores desgraças para um homem. As portas dos comércios se fechando a cada dia, empresas como Mercedes-Benz e Volkswagen oferecendo dinheiro para que seus funcionários peçam demissão. Isso o povo vê e entende. Sem falar na compra da refinaria de Pasadena, sucata americana. Vamos!

M. CECILIA HUET DE O. CASTRO

hildavillaca@hotmail.com

São Paulo

O julgamento

O julgamento da presidente Dilma Rousseff pelo Senado apura apenas uma pequena fatia dos crimes dessa senhora. Há o estelionato eleitoral de 2014. Dilma não apresentou nenhum programa, mas promessas vazias, que não cumpriu, e tentou realizar exatamente o contrário – vide o ajuste fiscal. Sob a complacente cegueira da presidente a corrupção cresceu, virou método de administração, culminando com a missão do líder do governo no Senado, o nobre ex-senador Delcídio Amaral, indo ao encontro do filho de Nestor Cerveró. Há ainda Pasadena, a refinaria enferrujada. Por essas e outras razões dona Dilma deve deixar o poder e mergulhar na mediocridade de onde Lula a retirou para desgraçar o País.

CLODER RIVAS MARTOS

closir@ig.com.br

São Paulo

O que esperar

O processo de impeachment resultará em uma de duas situações. Se Dilma for inocentada, imediatamente reassumirá, mas com seu descrédito e sua incompetência a situação do Brasil tenderá a se agravar. Se for condenada, será definitivamente alijada da Presidência e, aos poucos, a situação tenderá a melhorar. Em resumo: com Dilma vai piorar, sem Dilma pode melhorar.

HUMBERTO SCHUWARTZ SOARES

hs-soares@uol.com.br

Vila Velha (ES)

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

IMPEACHMENT

O script de Dilma Rousseff no Senado, ontem, foi o esperado: defendeu-se no processo de impeachment acusando. Discurso longo, sonolento e arrogante. Não altera decisão de senadores defensores do impeachment nem convenceu aqueles que hipocritamente se dizem indecisos. Repetiu a bobagem de que o impeachment é golpe. O martírio da presidente afastada será penoso. Faz tempo que o jogo acabou para ela. 

Vicente Limongi Netto limonginetto@hotmail.com

Brasília

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A SORTE ESTÁ LANÇADA

Dilma Rousseff estava tão otimista que no seu discurso deu a entender que já seria afastada.

Luíz Frid luiz.frid@globomail.com

São Paulo

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FAVAS CONTADAS

O PT e a presidente afastada sabem que a encenação do impeachment de nada adiantará, pois as favas estão contadas. Dilma, em sua fala ontem no Senado, exerceu o direito constitucional de mentir, foi arrogante e prepotente ao ignorar as perguntas dos senadores e falar apenas o que lhe convinha. Ela falou a uma população que nada entende de economia, de crescimento e de investimento. O que o povo sabe, mesmo, é o quanto dói em seu bolso, é do aumento de impostos, do desemprego e da inflação alta, que nos tira o poder de compra. Isso é tarefa que agora compete à oposição mostrar. Um governo que se propôs a trabalhar pelas causas sociais trabalhou para si e para seus apaniguados. 12 milhões de desempregados atestam a farsa do discurso petista. As próximas eleições vão deixar claro de que lado o povo está. A conferir.

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com

São Paulo

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CONFUSÃO MENTAL

Inacreditável. Tentei ouvir dona Dilma Rousseff respondendo a uma pergunta do senador Antonio Anastasia, ontem, no plenário do Senado, e tive um acesso de riso. Além de nem mencionar a questão formulada, fez uma confusão total entre as leis, chegando a atribuir uma delas ao ex-presidente Fernando Henrique, e foi, então, corrigida por alguém da plateia que a informou ter sido tal lei de autoria do ex-presidente Itamar Franco. Como é que pode uma senhora desarticulada, que não consegue conectar duas simples frases, ter chegado à Presidência da República? Aliás, com a saudação à mandioca, com as explicações "categóricas" sobre o zika vírus e com a orientação para armazenar o vento, entre outras barbaridades, soubemos de sua incapacidade intelectual. Como é que pôde ser guindada a postos-chave do governo por seu criador, Lula? Somente por ter usado um laptop numa reunião ministerial? Apesar de jamais ter votado nela ou no seu criador - este um espertalhão que, por não ter o curso primário, nem gari poderia ter sido -, sinto-me envergonhado de ter tido como presidentes indivíduos incultos que, ainda não contentes com o mal de desempregarem 11,6 milhões de brasileiros com suas políticas corruptas, ainda falam em retornar à Presidência da República. Senhores senadores, vamos abreviar este sofrimento.

 

Antonio C. Gomes da Silva acarlosgs9@gmail.com

São Paulo

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ROLANDO LERO

Coisa extravagante no processo de impeachment que nos chamou a atenção foi, talvez, a grande manobra a favor da ré, Dilma, de que quem acusa não pode ter réplica às respostas da presidente afastada, deixando um grande vácuo entre o que é perguntado e o que é respondido, tendo em vista que a ex-presidente usou as mesmas manhas do personagem do grande Chico Anísio Rolando Lero, que tão bem mostrava como não responder ao que lhe é perguntado, enrolando o argumentador. E pensar que esta senhora ficou tanto tempo desgovernando o País... Deus nos salve!

 

Leila E. Leitão

São Paulo

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DILMA ROUSSEFF NO SENADO

Depois das primeiras respostas, não há dúvidas: não é caso de impeachment, mas de internação.

A.Fernandes standyball@hotmail.com

São Paulo

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NADA MUDOU

Em seu "script", possivelmente preparado por José Eduardo Cardozo, Dilma repetiu mais do mesmo (golpe, "presidenta inocenta", etc.), citou leis que nunca leu e nada mudou. Estamos aguardando o momento da votação, que nunca chega, para expelir esta pessoa do governo. Analisando os fatos do pedido de impeachment, vemos que tudo foi causado pela má administração, pela corrupção e pela má gestão do dinheiro público, daí as pedaladas, que ela não aceita como tais. Nada de novo aconteceu na defesa desta insana figura, além do que disseram (mas não provaram). Ela foi eleita "democraticamente" e está sendo denunciada democraticamente. 

Carlos E. Barros Rodrigues ceb.rodrigues@hotmail.com

São Paulo

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O MUNDO DE DILMA

Blá, blá, blá. Discurso vazio, respostas evasivas e repetitivas. Como se poderia esperar outra coisa de Dilma? Ela vive num mundo próprio, em outra realidade, quem sabe num mundo de apenas duas dimensões, ou na caverna da República de Platão. Ela nunca soube o que é ser presidente. Ela nunca foi presidente. Diferentemente de Getúlio Vargas, ela está saindo da história para entrar na vida. 

Gilberto Dib gilberto@dib.com.br 

São Paulo

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QUESTÃO DE MERECIMENTO

Uns saem da vida para entrar na História e outros saem do governo diretamente para a lata de lixo da História.

Níveo Aurélio Villa niveoavilla@terra.com.br

Atibaia

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BLÁ, BLÁ, BLÁ

"O resultado eleitoral de 2014 foi um rude golpe em alguns setores conservadores, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá." O PT esteve por três mandatos inteiros na Presidência (dois com Lula, um com a própria Dilma), e eu me pergunto onde os tais setores conservadores estavam que somente agora, após 13 anos, se "emputeceram" e prepararam um golpe?

Arnaldo de Almeida Dotoli arnaldodotoli@uol.com.br

São Paulo

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ARGUMENTO QUE NÃO SE SUSTENTA

Gostaria de saber se o PT e os petistas consideram ter feito parte de um "golpe" quando, em 1992, votaram pelo impedimento de Fernando Collor de Mello, que igualmente havia sido "democraticamente eleito pela maioria dos brasileiros".

 

Marcio Guedes mfguedes@msn.com

São Paulo 

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URNAS

Dilma justifica atos de toda natureza apenas baseada em número de votos. A ditadura das urnas é a pior espécie de governo autoritário. Demorou, Dilma. Fora.

Valter Prieto Jr. valter.prieto@gmail.com

São Paulo

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GOLPE OU FARSA

O Brasil e o mundo estarão assistindo (até quando?) a mais um capítulo da novela "Golpe ou farsa". Foi a melhor definição dada pelo jornal francês "Le Monde", pois jamais em outros governos, nem aqui nem no exterior, assistiu-se a um governo que tenha sofrido um golpe se defender (com direito a cafezinho) diante dos golpistas. Não sabemos se é uma homenagem/despedida (?) ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), se é falta de trabalho no Senado ou mais uma das lambanças dos legisladores quando fizeram a lei para o impeachment, mas somos obrigados a pagar e a assistir a tal espetáculo grotesco, com direito a torcidas. Lamentável! Vamos trabalhar, gente! Estamos em crise.

M. Mendes de Brito voni.brito@gmail.com

Bertioga

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SANTO DEUS!

Mudei de ideia depois de ouvir o discurso que a presidente fez no Senado. Ela não deve sofrer o impeachment, ela tem de ser abduzida ou canonizada.

José Roberto Iglesias rzeiglesias@gmail.com

São Paulo

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SEM SURPRESA

Não há por que se consternar por petistas alegarem golpe à aplicação da lei. Nada mais normal. É perfeitamente compreensível. Quem está fugindo da polícia fala qualquer coisa.

José Roberto Sant'Ana jrsantana10@gmail.com

Rio Claro

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O PORQUÊ

A presidente afastada Dilma Rousseff está sendo julgada no Senado pelas práticas criminosas que resultaram num enorme desequilíbrio orçamentário. Comandando a equipe econômica, Dilma abusou do poder ao promover a maquiagem das contas públicas e o uso irregular de verbas. Desconsiderando a disciplina fiscal, Dilma desmereceu os alarmes recebidos pelo governo federal, decorrentes da péssima gestão das finanças e do descontrole das contas da União. A conduta ilícita de Dilma causou a perda de credibilidade e da confiança, resultando no rebaixamento das notas do País pelas agências de classificação de riscos. A falta de compromisso financeiro e a falsa realidade fiscal apresentada ocasionaram uma grave desaceleração econômica, aumento da dívida e do déficit fiscal. Ignorando a Constituição, Dilma cometeu irregularidades graves, descumpriu a legislação e evitou o Congresso Nacional. Comandando a administração pública com irresponsabilidade, Dilma colocou o Brasil numa recessão jamais vista, com alta inflação, aumento de despesas primárias e acentuada queda de receitas. O custo fiscal, cobrado pelos credores, significou uma perda de R$ 6 bilhões aos cofres públicos. O Tesouro público ficou devendo R$ 13,4 bilhões ao Banco do Brasil e R$ 18 bilhões ao BNDES. A arrecadação de impostos teve uma queda de R$ 180 bilhões, em razão do catastrófico planejamento estatal. A edição de decretos suplementares e as pedaladas fiscais caracterizam claramente crime de responsabilidade fiscal, culminando impreterivelmente no afastamento definitivo de Dilma da Presidência da República. 

José Carlos Saraiva da Costa jcsdc@uol.com.br

Belo Horizonte

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CULPADO

A presidente Dilma Rousseff tem razão: a culpa toda é do deputado Eduardo Cunha, que, mesmo enviando ao Congresso Nacional um dos mais de 50 pedidos de impeachment, escolheu retirar desse processo os anos 2013/2014, mais sete erros graves juridicamente comprovados. Assistindo àquela palhaçada no Senado, com a presidente falando abobrinhas, porque, com o pedido de impeachment real, seria indefensável. Cunha poderia ter nos poupado dessa defesa idiota de Dilma e afins.

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

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NÃO DÁ MAIS!

Diante das argumentações, explicações e justificativas da presidente afastada, se verdadeiras, o País não estaria com está, numa crise econômica, social, política e moral sem precedentes na sua história. Seria mais discreto e mais rápido responder aos senadores do que é acusada: que "não sabia e não sabe" do que se trata. Os brasileiros de bem e com a mínima escolaridade não aceitam o seu retorno ao cargo máximo da Nação e muito menos do Partido dos Trabalhadores (PT), que maculou a dignidade e a moralidade do povo brasileiro perante o mundo, pelo descumprimento e desrespeito às leis e à Constituição. Não dá mais!  

 

Luiz Dias lfd.silva1940@gmail.com

São Paulo

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DEFESA

No lugar de comparecer ao Senado para se defender, não seria melhor para Dilma, com o seu confuso linguajar "dilmês", correr o risco de ser ainda mais patética, enviar em seu lugar para defendê-la o grande jurista "Thomas Turbando"?

                                                                                                                            

Paulo Boin boinpaulo@gmail.com

São Paulo

                                                                                                                                                                                                                                                                                                    

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SATURAÇÃO

Este negócio do impeachment já está saturando a gente. Mandem logo esta mulher plantar batatas e deixem de encher o saco da gente.

Agostinho Locci legustan@gmail.com

São Paulo 

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VALE TUDO

Iniciou-se o período de caça às bruxas, às vésperas do julgamento do impeachment de Dilma Rousseff. Mediante forte poder de persuasão e barganha na compra de votos, Dilma reuniu-se com Fernando Collor, que foi afastado da Presidência por um processo igual em 1992, para persuadi-lo a mudar seu voto, e, simultaneamente, o ex-presidente Lula, cuja batata está assando, reuniu-se com Edison Lobão para também conquistar seu voto. Vocês estão pensando como eu? Será? Não, né?

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

   

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DESRESPEITO

A sra. Dilma, não falando nenhuma novidade, novamente, bate na mesma tecla. E o ex, sr. Lula, tentando comprar votos pró Dilma dos senadores do Maranhão, Edison Lobão e mais dois, é um desrespeito. Essas pessoas ainda falam em democracia?! Fazem do Palácio do Planalto e do Alvorada um grande balcão de negócios, pois tais senadores, caso topassem, receberiam cargos de ministros. 

Celso de Carvalho Mello celsosaopauloadv@uol.com.br

São Paulo

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PRESEPADA PETISTA

Enquanto uma se compara a Getúlio Vargas, o "homem mais honesto" do País recebeu multa milionária em seu Instituto Lula, por desvio de finalidade. Aliás, quem escreveu o tão aguardado discurso de Dilma no Senado, porque, quando foi de improviso, tornou-se uma calamidade?

Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

                                                                             

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UM GOLPE CONTRA OS BRASILEIROS

Notícia divulgada em sites de jornalistas conceituados informam que, por orientação de Lula, está sendo montado um documentário com cenas do impeachment de Dilma Rousseff, a ser divulgado no exterior, sob o título "O Golpe". Lula, muito pragmático, já dá por perdido o julgamento de Dilma, mas diz que vai aproveitá-lo para desmoralizar os opositores do PT, além de aproveitar o filme para a campanha de 2018. Agora dá para entender os acessos descontrolados dos mosqueteiros Lindbergh Farias, Gleisi Hoffmann, Vanessa Grazziotin e Fátima Bezerra. As caras e bocas, a gritaria, o descontrole emocional e os insultos. Saber que tudo isso vai servir de propaganda negativa contra o novo governo brasileiro me dá engulhos. Parece que não nos livraremos facilmente das tramas petistas. Não satisfeitos de nos deixar na pior crise econômica e ética já enfrentada, ainda querem nos solapar a honra em âmbito internacional. Eles jogam contra o povo brasileiro, como sempre. Isso, sim, é golpe!

Mara Montezuma Assaf montezuma.scriba@gmail.com

São Paulo

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O NOVO PAPEL

Há muito tempo todo mundo sabe, incluindo meu papagaio, que Dilma seria afastada do governo. A quantidade de erros e irresponsabilidades que ela cometeu até hoje não foi medida, por sua imensidão. Então foram escolhidos temas para afastá-la de extrema gravidade, já confirmados por autoridades, técnicos e cortes, que são irrefutáveis. Todos, incluindo Lula, "Narizinho", o mau advogado, enfim, todo o PT e amigos, estavam arrasados. Tudo caminhava para ela deixar o governo por vontade própria, mas xingando e reclamando dos inimigos sem razão e dos amigos muito moles. De repente, tudo mudou, Lula decidiu, ela vai ao Senado, vai discursar. Discursar? Que loucura! Se não discursar, não poderá chorar, imprescindível para o novo papel que Lula imaginou para Dilma. Ora, Dilma sai, o PT sai, muitos vão para a cadeia e não sobra nada? Nadinha do PT. Foi aí que Lula teve uma boa ideia: precisamos de um mártir para o PT, senão, quando recompormos e começarmos a sair da cadeia, não teremos nada. Agora, teremos, sim, a nossa "mártir". Foi aí tomada uma decisão: de Dilma gritar, falar besteiras e chorar. Imprescindível. Por isso levou Chico, que também sabe chorar fácil, por isso não levaram Gil e os outros. E aí, com pompa e circunstância, está criada a mártir do PT, para devoção de Narizinho e da turma.

Fabio Figueiredo fafig3@terra.com.br

São Paulo

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DOCUMENTÁRIO

Mais uma farsa. Este PT sempre foi uma farsa. Chegou ao poder assim. Enganou a todos, a todas as instituições e poderes. Só podemos dizer que nada de fato funciona aqui, pois é inadmissível que estes gângsteres ainda continuem a aplicar fantasias adolescentes.

Nelson Pereira Bizerra nepebizerra@hotmail.com

São Paulo

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CACHÊ

Os protagonistas (Lindbergh, Gleisi, Vanessa e outros) do futuro filme sobre o impeachment já deverão estar preocupados, pois a sra. presidente poderá cobrar o seu cachê, pois deve estar percebendo que ditos defensores dela, em vez de defendê-la, estão se maquiando, trocando seus apetrechos para ficarem bonitinhos e, futuramente, angariar algum dinheiro sobre a tal filmagem. Tome cuidado, presidente.

Ricardo Guilherme ricardoguilherme88@gmail.com

Monte Alegre do Sul

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SEGUNDA-FEIRA NO SENADO

Como foi difícil ouvir a sra. Dilma. Só faltou culpar a "mosquita" ou a mandioca. E Chico Buarque, então, ao lado de Lula na galeria do Senado, prestando uma "atenção"...

Mario Issa drmarioissa@yahoo.com.br

São Paulo

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TRISTE PAPEL

Chico Buarque está fazendo papel de urso de feira, que faz gracinhas para o povo enquanto o ambulante vende suas muambas. Que coisa, não? Bem, os financiamentos que recebe via Ministério da Cultura justificam o triste papel.

Jorge Carrano carrano.adv@gmail.com

Niterói (RJ)

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'HONESTO' COMO EU

Chico Buarque, ao lado do "capo" Lula, com cara de velório: duro golpe perder a boquinha; foi hipon! Atibaia não mais!

Antonio Vieira Ambar avambar@gmail.com

Salto 

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CARTAS A CHICO

Meu caro amigo, apesar de você, o que será será, pois essa moça tá diferente. Não queira ser malandro e, quando o carnaval chegar, diga olhos nos olhos um bye, bye Brasil a este país que está mambembe, tome o seu cálice cotidiano de um bom uísque, pegue com a Geni o Zeppelin, pois isso vai passar, sem tatuagem ou fantasias. E segue a vida nessa noite de mascarados, sem lágrimas, sem uma gota d'água sequer. Compreenda que ela desatinou e está caindo pelas tabelas. Quem te viu, quem te vê! Vá trabalhar, vagabundo. Com açúcar, com afeto, sou

Adriles Ulhoa Filho adriles@uai.com.br

Belo Horizonte

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NOVA VERSÃO

Nova versão para a letra de "A Banda", de Chico Buarque (agosto de 2016): "Estava à toa na vida / A Dona Dilma chamou / Para a sessão do Congresso / Que com seu mandato acabou".

Eduardo Augusto Delgado Filho e.delgadofilho@gmail.com

Campinas

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GENI

Justa homenagem na saída de dona Dilma, é uma comemoração à moda Geni.

Hamilton Penalva  hpenalva@.globo.com

São Paulo

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TRANSFORMAÇÃO

Nas décadas de 1960/1970, nos deliciávamos com as músicas belíssimas de Chico Buarque, e pressupondo ser ele uma pessoa sensível e inteligente. Entretanto, Chico nos decepciona, agora, com seu apoio constante a Dilma Rousseff e ao ex-presidente Lula, cujas gestões deixaram um legado de grandes dificuldades pelas quais passa o Brasil no momento. A política tem mesmo o poder de transformar as pessoas.

Francisco Zardetto fzardetto@uol.com.br

São Paulo

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CHICO, ÚTIL PARA O PT

Além de tocar violão e cantar, Chico Buarque é um dos mais brilhantes compositores brasileiros de todos os tempos. Mas jogar futebol ele joga mal, e de política ele não entende nada. Se entendesse um pouco, não se deixaria enganar pelo populismo descarado do PT. 

Euclides Rossignoli euclidesrossignoli@gmail.com

Avaré

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CÁLICE

Chico Buarque sentado ao lado do indiciado Lula, ontem, no Senado. "Pai, afasta de 'nós' esse cálice...".

Elisabeth Migliavacca

São Paulo 

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SÓ ALEGRIA

Para seu discurso derradeiro aos brasileiros, graças a Deus, ontem, a presidente Dilma Rousseff estava autorizada a levar ao plenário 33 companheiros. Deveriam ser 39, pois, Ali Babá estaria presente para apoiar o trololó do adeus, aí o quadro ficaria completo. A Polícia Federal, assim como fez o FBI no cerco aos corruptos da Fifa na Suíça, deveria ter cercado o Congresso Nacional, pois que, por atacado, lá estaria reunida a "fina nata da política nacional", sem distinção de legendas, e prendido todos os envolvidos em falcatruas. Aí, sim, a segunda-feira, para felicidade geral da Nação, estaria completa. 

Sérgio Dafré sergio_dafre@hotmail.com

Jundiaí

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OFENSA AO STF E SILÊNCIO

Quando a sessão do impeachment corria no fim de semana, o ministro Ricardo Lewandowski deu a palavra ao vice-presidente do Senado, senador Jorge Viana (PT/AC), para que formulasse uma pergunta para o senhor Nelson Barbosa, ali comparecendo como testemunha da presidente afastada, Dilma Rousseff. Então, o senador aproveitou e começou a falar que o jornal "Le Monde" publicou no sábado, 27/8, um editorial cujo título é "Ou é golpe ou é, no mínimo, uma farsa", e, continuando a falar, disse que o "Le Monde" é um dos jornais mais lidos do mundo e não é um jornal do PT - e que não venham dizer que o "Le Monde" é golpista. Tudo isso dito sem que o ministro Lewandowski rebatesse a fala do senador "petralha", já que o ministro do STF ali está representando a instituição e a presidindo. Então, temos que a mais alta Corte do País também é "golpista" pelo fato de quem a esteja presidindo naquele momento em nada retrucou?

Agnes Eckermann agneseck@gmail.com

Porto Feliz

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IMPARCIALIDADE?

Não entendo. No Senado, no processo de impedimento de Dilma Rousseff se inova ao proibir que as testemunhas não tenham participado nem tenham conhecimento dos antecedentes. Que testemunha querem? Uma que seja neutra, que nunca viu o desenrolar dos fatos. Testemunha tem, sim, de ter conhecimento, melhor ainda se tiver tido participação dos fatos, para que exponha o que viu, o que pôde fazer, o porquê de suas ações, restando aos juízes (no caso, os senadores) inquirir suas razões e tirar suas conclusões. Usando como exemplo um caso miúdo, o do atleta americano mentiroso, a polícia tomou, e usou, o testemunho dos três outros atletas americanos dele amigos. Fosse adotado o procedimento agora adotado no Senado, nenhum dos três poderia ser testemunha do caso. Estou mais surpreso ainda porque essa incongruência está tendo o suporte do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF). Muito suspeito. 

Wilson Scarpelli wiscar@terra.com.br

Cotia

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DE TESTEMUNHA A INFORMANTE

Deve ser muito difícil, para quem está sendo julgado, ver suas testemunhas de defesa, seus baluartes de esperança, serem transformadas em meros informantes. Informantes não têm nenhuma obrigação com a verdade. Ora, se quem eu escolho para me defender pode mentir sem qualquer constrangimento ou punição, de que vale o seu depoimento em meu favor? Informante, no jargão policial "ganso", é um mero dedo-duro. Difícil a vida de dona Dilma.  O ostracismo lhe fará bem.

Claudio Juchem cjuchem@gmail.com

São Paulo 

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AS ENTRANHAS DO CONGRESSO NACIONAL

As entranhas do Congresso Nacional e da República foram expostas, na semana passada, com a declaração do presidente do Senado, senador Renan Calheiros (PMDB-AL), ao dizer que livrou do indiciamento no Supremo Tribunal Federal (STF) a senadora Gleisi Hoffmann e seu marido, o sr. Paulo Bernardo. Eu não sei como esta República ainda não caiu. O sistema político está podre. O que é isso? Interferência de um poder, no caso, o Legislativo, em outro, no caso, o Judiciário? A verdade é que a podridão está aparecendo. Uma hora isso ia acontecer, e está acontecendo. É um virando para o outro dizendo "você fez aquilo", e o outro dizendo "e você fez também". Agora chegou a hora da m... no ventilador. Um com o rabo preso com o outro. Não que o povo não soubesse, mas agora, com a Operação Lava Jato a cada dia descobrindo mais e mais, e ninguém sabendo onde isso vai parar e quem vai sobrar ao final (acho que só uma meia dúzia), é um tal de um jogar na cara do outro, como se quem acusa fosse o único inocente. E o povo assistindo a este triste espetáculo. Aliás, vem assistindo a ele nos últimos anos. Que paciência, hein? Tem parcela de culpa, pois a cada eleição tecla na mesma tecla.

Panayotis Poulis ppoulis46@gmail.com

Rio de Janeiro

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DESFAÇATEZ

Pera lá. O senador Renan declara para toda a Nação que intercedeu junto ao STF para que a dita senadora e o seu marido não fossem condenados, e fica tudo por isso mesmo? Ninguém pede que se esclareça tal pronunciamento? Acho que isso já é demais para um país que está se acostumando, infelizmente, aos desmandos de homens públicos - e agora envolvendo mais uma vez o STF. Estaríamos perdendo um dos últimos bastiões da justiça neste país? Temos o direito de saber com quem ele tratou tal desfaçatez.

Ademir Alonso Rodrigues rodriguesalonso@uol.com.br

Santos

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SUJOU

A julgar pela réplica de Renan a Gleisi, sujou geral!

Francisco José Sidoti fransidoti@gmail.com

São Paulo

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O INDICIAMENTO DE LULA

Com o indiciamento do ex-presidente Lula da Silva e de sua esposa, acusados pela Polícia Federal de receberem benefícios da empreiteira OAS na reforma do tríplex do Guarujá, vai ficando cada vez mais difícil de provar que a "alma mais honesta" do Brasil realmente não teve nenhuma responsabilidade no desmanche da Petrobrás, já que os valores envolvidos seriam provenientes de propinas pagas pela OAS ao PT. Pior será quando forem somados a esse indiciamento o caso de dona Rosemary Noronha, o caso da compra de Pasadena, o caso da delação do ex-senador Delcídio do Amaral, o caso das medidas provisórias editadas em beneficio das montadoras - em que também está envolvido um dos filhos de Lula -, entre outros. Portanto, com essa folha corrida toda, realmente, é necessária uma equipe de quase 20 advogados para sua defesa. E haja dinheiro de palestras para arcar com tamanha despesa.

Antônio Carelli Filho palestrino1949@hotmail.com

Taubaté

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RECURSO

E agora, a quem vão recorrer os defensores de Lula? Só resta Haia.

Moises Goldstein mgoldstein@bol.com.br

São Paulo

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CHEGA DE COITADISMO

Com Lula indiciado e, se Deus nos ouvir, preso no fim, e Dilma Rousseff fora do poder, acaba-se a "Era do Coitadismo" no governo brasileiro. Ninguém suporta mais as eternas vítimas coitadinhas do PT, que nunca têm responsabilidade sobre sua vida e passam a vida gemendo e acusando outros pelos seus males. É uma gente que vive se dizendo injustiçada, sempre exigindo dos outros mundos e fundos, cheias de direitos e, ao que parece, se considera isenta de obrigações. O negócio deles é pedir, pedir e pedir, sempre alegando que são perseguidos, injustiçados, traídos, enganados. Em suma, é uma gente molenga, sem sangue nas veias, sem vontade, encostada, esperando que tudo seja dado em suas mãos. É gente que se ofende quando lê a frase "não reclame, trabalhe!", pois trabalhar para alcançar seus objetivos na vida é a última coisa que lhes passa pela cabeça e reclamar, a primeira. Chegou a hora de gente dona do seu destino! 

Maria Cristina Rocha Azevedo crisrochazevedo@hotmail.com

Florianópolis

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CANA AMARGA

O que teve início no passado com brindes do doce e caríssimo Romanée Conti termina, nesta semana, com um gole de cachaça. Daqui para a frente, que a "cana" lhe seja amarga.

Paulo Tarcisio Emm paulotarcisioemm@gmail.com

São Paulo

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ATÉ QUANDO?

O boquirroto prepotente e arrogante "mais honesto" do Brasil diz que seu indiciamento é factoide e que objetiva a impedir sua candidatura à Presidência em 2018. Tal afirmação, por analogia e pela lamentável linha de pensamento desse energúmeno, me faz crer que Marcola está preso porque a Justiça não o quer como presidente do PCC. Até quando teremos de aguentá-lo livre, leve, solto e vomitando pensamentos oriundos de seus intestinos?

Renato Otto Ortlepp renatotto@hotmail.com

São Paulo

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'OS IMORAIS'

Sensacional o editorial "Os imorais" (28/8, A3). Parabéns para o "Estadão". Todos os brasileiros deveriam ler este texto. A forma simples e objetiva como foi escrito ou descritas as falcatruas deste governo PT e, agora, a forma como será encenado o epílogo da novela no Senado Federal com a presença do artista digno de um "Oscar", Lula. Vamos acompanhar.

Nelson do Nascimento Cepeda fazoka@terra.com.br

São Paulo

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MUITO BARULHO POR NADA

Todos os meios de comunicação noticiaram com grande destaque o indiciamento do ex-presidente Lula e de sua esposa, Marisa Letícia. Não tomei esse ato como algo realmente "confortante". O indiciamento não significa culpa ou condenação, mas é a imputação a alguém, no inquérito policial, da prática de um ilícito penal, pela autoridade policial competente. Neste caso, o delegado federal Márcio Adriano Anselmo indiciou o ex-presidente e Marisa por receberem vantagens ilícitas da empreiteira OAS, "em valores que alcançaram R$ 2,4 milhões", referentes à reforma do apartamento no Guarujá e ao custeio de "armazenamento de bens do casal". Disso todos nós já sabíamos. Os fatos apurados nas investigações há muito estão nos jornais. Não significa que Lula foi processado ou que o será. O Ministério Público, diante dos elementos contidos no inquérito policial e/ou mediante outras peças informativas, verificando a existência de fato que, em tese, caracteriza crime e indícios de autoria, forma sua convicção, denominada "opinio delicti", iniciando a ação penal pública com o oferecimento da peça inicial, definida no artigo 24 do Código de Processo Penal, como denúncia. Por enquanto, estamos na fase policial, não judicial. Assim como o procurador a quem for distribuído o inquérito pode oferecer denúncia, pode, de outro lado, não formar a "opinio delicti" e, então, requer o arquivamento do feito (artigo 18 do Código de Processo Penal). Portanto, é cedo para comemorar. Por isso que temo que estejamos fazendo "muito barulho por nada". O indiciamento é um ato de suma importância, por óbvio. Mas, em se tratando de quem são as figuras indiciadas, devemos nos acautelar. 

Andrea Metne Arnaut  andreaarnaut@uol.com.br

São Paulo

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