Fórum dos Leitores

CASSAÇÃO DE CUNHA

O Estado de S.Paulo

14 Setembro 2016 | 03h01

Avante!

Livres de Dilma Rousseff, livres de Eduardo Cunha. O País está em festa por ver suas instituições funcionando. E viva a primeira autoridade do País, Sua Excelência o povo, como bem nomeou a ministra Cármen Lúcia ao assumir a presidência do Supremo Tribunal Federal (STF). Ou os congressistas nos representam com dignidade e respeito, fazendo valer nossos direitos, ou o povo pressionará para que caiam. Que lhes sirva de lição a cassação de Dilma e Cunha. E segue o bonde na mesma direção. Muitos pontos de parada ainda.

MYRIAN MACEDO

myrian.macedo@uol.com.br

São Paulo

“Será que nos restantes dignos deputados que condenaram Eduardo Cunha não há ao menos alguns que também cometeram faltas como falar mentiras, depósitos nas contas bancárias no exterior, etc.?” Façam-me cócegas, que eu mereço.

CELSO FLEURY MORAES

celsofleury@r7.com

Santa Cruz do Rio Pardo

A cassação de Cunha demorou, mas chegou. Agora esperamos que o juiz Sergio Moro aja como fez com os outros que cometeram crimes similares, ou mesmo iguais, e o mande para a prisão.

MARCOS BARBOSA

micabarbosa@gmail.com

Casa Branca

Avanço da democracia

Impediram a sra. Dilma Rousseff e cassaram o sr. Eduardo Cunha. Agora, faltam os dois que fatiaram a Carta Magna. Conquanto não estivesse completa, a faxina seria exemplar.

ISABEL KRAUSE ROCHA SOUTO

souto49@yahoo.com

Brasília

PODER JUDICIÁRIO

Futuro promissor

Foram auspiciosos a atitude da ministra Cármen Lúcia quando da sua posse como presidente do Supremo Tribunal Federal, a seriedade da solenidade e os discursos tanto dela como do ministro Celso de Mello. Ao contrário do seu colega galhofeiro Ricardo Lewandowski, o bom português foi prestigiado. Enquanto Cármen Lúcia enobrece a sua biografia com uma atitude austera e séria, Lewandowski paga seu débito fazendo tabula rasa de claro e límpido texto constitucional, manchando indelevelmente o seu passado como aquele que defendeu os mensaleiros e contrariou a Constituição que jurou defender. Votos de muito sucesso e profícua administração à presidente Cármen Lúcia.

CARLOS BENEDITO P. DA SILVA

carlosbpsilva@gmail.com

Rio Claro

Corrupção

Será que o cidadão mais honesto do Brasil, presente na cerimônia de posse da presidente do STF, entendeu o recado do ministro Celso de Mello sobre corrupção?

ERALDO B. CIDREIRA REBOUÇAS

real742@yahoo.com.br

Poços de Caldas (MG)

República da Banânia

Na posse da presidente Cármen Lúcia vimos entre os convidados políticos acusados no STF por crimes como peculato, formação de quadrilha, lavagem de dinheiro, obstrução da justiça, falsidade ideológica... Vergonhoso e constrangedor ver tais figuras ali, como se probas fossem. Se encostasse um camburão da Polícia Federal, levaria boa parte desses convidados para a cadeia, onde deveriam estar, e não na posse da presidente do STF. Esse fato só ocorreu porque vivemos na República da Banânia.

AGNES ECKERMANN

agneseck@gmail.com

Porto Feliz

Se alguém tivesse gritado “pega ladrão” na cerimônia de posse da ministra Cármen Lúcia como presidente do STF, muitos dos que estavam ali presentes teriam saído correndo.

CARLOS E. BARROS RODRIGUES

ceb.rodrigues@hotmail.com

São Paulo

Esperança

Felicito a ministra Cármen Lúcia em meu nome e dos brasileiros honestos. Espero que os ministros que rasgam a Constituição, defendem o indefensável e gostam de aparecer na mídia (felizmente, poucos) passem a exercer o cargo de forma honrada, seguindo a lei, não importando quem os indicou. Que o exemplo da sra. ministra seja seguido, para restaurar o conceito de um STF isento, como o País merece.

JOSE CARLOS AMARAL

jc.amaral1@uol.com.br

São Paulo

Renovação

Com a posse da ministra Cármen Lúcia na presidência do STF parece que, enfim, voltaremos a ter mais seriedade no comando do Poder Judiciário, depois do papelão feito por aquele que deixou o cargo logo após ter rasgado a Constituição da República ao fatiar a aplicação do seu artigo 52, parágrafo único. Ao STF cabe fazer cumprir a Constituição, não modificá-la, como fez seu ex-presidente, que, pela via da intimidação acerca de poder parar o julgamento do impeachment, contou com a ajuda de Renan Calheiros para tal vergonhoso papel. Depois de presidir razoavelmente todo o processo, acabou sujando sua biografia. Que a presidente Cármen Lúcia tenha muito sucesso nos seus dois anos à frente do órgão máximo da Justiça e, em breve, esteja no comando da sessão do pleno do Supremo em que se poderá corrigir esse vergonhoso erro.

ÉLLIS A. OLIVEIRA

elliscnh@hotmail.com

Cunha

Zelotes sem zelo

O agora famoso, por suas pirotecnias jurídicas, ministro Ricardo Lewandowski será o relator das ações resultantes da Operação Zelotes. Fico imaginando as comemorações nas bancas dos advogados de defesa. Esperem tudo – ou seja, nada – dessas ações jurídicas.

OSCAR THOMPSON

oscarthompson@hotmail.com

Santana de Parnaíba

CINEMA

Surpresa no Oscar

Parabéns à comissão do Ministério da Cultura pela escolha de Pequeno Segredo para representar o Brasil no Oscar! Finalmente escolheram um filme que não está atrelado às questões políticas do nosso país. Tenho acompanhado as aventuras da família Schurmann desde 1984 por meio de seus livros e, posteriormente, pela internet, com a divulgação das suas descobertas pelo mundo, sempre dividindo conosco os seus conhecimentos sobre as diversas culturas, adquiridos durante décadas de velejadas. A adoção da pequena Kat, portadora de HIV, pela família demonstra o amor incondicional e o caráter dos Schurmanns e esse belíssimo exemplo aparecerá certamente no filme. Muito sucesso para eles!

MARIA HELENA RENZETTI

nzr@osite.com.br

São Paulo

“Com a indicação de ‘Pequeno Segredo’ em detrimento de ‘Aquarius’, agora vão sair gritando ‘fora, família Schurmann!’e dizer que é golpe”

MOISES GOLDSTEIN / SÃO PAULO, SOBRE O FILME BRASILEIRO INDICADO AO OSCAR

mgoldstein@bol.com.br

“Dilma e Cunha já se foram. Serão Renan e Lula os próximos?”

ROBERT HALLER / SÃO PAULO, SOBRE OS DEFENESTRADOS 

DA POLÍTICA NACIONAL

robelisa1@terra.com.br

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

DEMISSÕES NO SETOR AUTOMOTIVO

 

Em dois anos, até agora, o setor automotivo brasileiro conta 200 mil demissões, e esse montante deverá aumentar em decorrência dos Programas de Demissão Voluntária (PDV) que devem ser lançados pelas montadoras. Não só este setor da vida empresarial brasileira apresenta problemas no emprego de mão de obra. Com as demissões em outros setores, chega-se ao número de quase 12 milhões de desempregados no País. O presidente Michel Temer desabafa que não imaginava quão grande seria a pressão no cargo que agora ocupa. Mas a maior de todas, sem dúvida, é a carência de empregos com carteira assinada, reclamando justamente os desempregados uma urgente providência de nossos dirigentes, agora fora da interinidade.

José C. de Carvalho Carneiro carneirojc@ig.com.br

Rio Claro

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VOU DE AVIÃO

Depois de quase 14 anos no poder, o Partido dos Trabalhadores (PT), com Lula e Dilma Rousseff administrando o País, conseguiu uma proeza: o corte de 200 mil vagas no setor automotivo. Isso só foi possível porque, agora, o pobre não anda mais de carro, apenas de avião; pobre agora tem jatinho, como Lula. Mas a "mídia manipuladora elitista" se esqueceu de publicar o número de vagas criadas no setor aéreo, que com certeza superou em dobro (Dilma adora dobrar a meta) o número de vagas cortadas no setor automotivo. Depois do "golpe" que derrubou o PT do poder, o setor automotivo não precisa mais se preocupar com a crise, pois o pobre vai voltar a andar de carro, e não mais de avião, e as vendas de automóveis vão aumentar novamente. É isso aí, galera, você, que está indo para a rua pedir "Fora Temer", não se esqueça de que em outubro tem eleição. Vote 13 e confirme, para continuar desempregado, isto é, "andando de avião". Só mais um lembrete: o 13, na campanha eleitoral, está camuflado, sem a cor vermelha e sem a estrela de sempre, porque tudo isso estava atraindo muita inveja dos demais partidos, por causa do grande sucesso na economia brasileira.

Maria C. Del Bel Tunes carmen_tunes@yahoo.com.br

Americana

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PREÇOS EXORBITANTES

Os preços exorbitantes praticados pela indústria automobilística, com certeza, colaboram para a baixa nas vendas no País. A simples troca de uma lanterna do veículo, por exemplo, já é motivo para reajustes absurdos de preço. Pelas benesses recebidas do governo num passado recente, a indústria deveria dar sua retribuição neste momento crítico.

Edmar Augusto Monteiro edmarmonteiro@ig.com.br

São Paulo

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O RECADO DAS RUAS

O advogado-geral da União Fábio Medina Osório foi exonerado do cargo no momento em que cobrava agilidade nas providências para ajuizar ações de improbidade administrativa contra políticos investigados na Operação Lava Jato - leia-se, base aliada do atual governo. Será que o presidente Michel Temer não entendeu o recado das ruas?

Ricardo C. Siqueira ricardocsiqueira@globo.com

Niterói (RJ)

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A SEGUNDA BANDEIRA

Os milhões de brasileiros que foram às ruas para pedir o impeachment da presidente Dilma Rousseff tinham indubitavelmente como segunda bandeira o apoio irrestrito à Operação Lava Jato. A primeira parte da mobilização foi conquistada. Dilma foi afastada e o vice, Michel Temer, assumiu com todas as garantias e prerrogativas constitucionais garantidas pelo cargo. Agora Temer tem o dever de mandar investigar todas as acusações feitas pelo prematuramente demitido advogado-geral da União Fábio Medina Osório, para assim garantir que, de forma inequívoca e a qualquer preço, o segundo grito das ruas não seja abafado dentro do seu próprio governo.

Abel Pires Rodrigues abel@knn.com.br

Rio de Janeiro

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QUEM TRAMOU O QUÊ?

 

Em sendo verdadeira a notícia de que o advogado-geral da União Fábio Medina Osório foi demitido do cargo por haver pedido o compartilhamento de documentos com o Supremo Tribunal Federal (STF) sobre empreiteiras investigadas na Operação Lava Jato, sem o prévio conhecimento do Planalto, e que, consequente ou indiretamente, poderia atingir políticos investigados pela operação e ligados ao atual governo, só nos resta concluir que, ao contribuirmos para o afastamento de Dilma Rousseff, acabamos trocando seis por meia dúzia, como se usa dizer. Ou pior do que isso.

  

José Marques seuqram2@hotmail.com

São Paulo

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O GOVERNO E A LAVA JATO

Nunca é demais reforçar que a Operação Lava Jato pode livrar o Brasil dos políticos malignos que, sob a complacência dos governos petistas e seus cúmplices, levaram à destruição da esperança de tornar o País mais próspero. Um desses cúmplices, sem dúvida, é o PMDB de Michel Temer, com dezenas de implicados já denunciados, inclusive o presidente da República. Nessa conjuntura, quer me parecer que merece crédito - por demonstrar verossimilhança - a acusação do recém-demitido chefe da Advocacia-Geral da União (AGU), dr. Fábio Medina Osório, no sentido de que "o governo quer abafar a Lava Jato", conforme matérias no "Estadão" e na revista "Veja". Tudo conspira para o fim das investigações, em concordância com as gravações tornadas públicas pelo colaborador premiado Sérgio Machado.

Ademir Valezi valezi@uol.com.br

São Paulo 

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MAU COMUNICADOR

O presidente Temer é conhecido por ser um hábil articulador na política. Porém mostra-se sofrível comunicador de massas. Concluir que os motes "golpista é você" ou "bora Temer" são respostas satisfatórias a quem é chamado de golpista só pode ser considerada ideia ingênua. Não faltam atributos pejorativos mais eficazes a uma administração combatida pela má gestão e pela corrupção. Nas manifestações de rua, havia muitos cartazes sugestivos e irônicos a esse respeito. Com um setor publicitário campeão mundial, não faltarão soluções melhores do que as atualmente sugeridas. Quanto à gestão, é utilizar suas habilidades pessoais de articulação  na área política para convencer a classe a que pertence de que alterações na economia são urgentes e necessárias. A avaliação será feita pela população posteriormente, se houver acerto nas medidas tomadas. Infelizmente, seu sucesso dependera de uma luta contra o tempo, e não dar tempo ao tempo.

Sergio Holl Lara jrmholl.idt@terra.com.br

Indaiatuba

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SOB SUSPEITA

Mudanças nas chefias dos órgãos públicos são comuns, mas, quando a mudança tem como pano de fundo o fato de o antigo advogado-geral da União ter dado parecer de que não houve "pedaladas fiscais", ter pedido informações à Lava Jato sobre envolvidos em denúncias e isso ter incomodado o governo Temer, além de outros incômodos, segundo membros do governo, a troca no comando da AGU fica sob suspeita. Passa a imagem de que não houve lisura.

Panayotis Poulis ppoulis46@gmail.com

Rio de Janeiro

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TOLERÂNCIA ZERO

A forma pouco transparente em que se deu a saída do advogado-geral da União representa um retrocesso e compromete a visibilidade diante de operações anticorrupção. Sem um critério definido de tomada de posições e também sem o receio do fogo amigo, o atual governo, que agora começa, precisa ter o foco e a coragem de colocar o dedo na ferida, arrancar o tumor da corrupção e deixar punir todos os responsáveis, doa a quem doer. É tolerância zero no Brasil de hoje.

Yvette Kfouri Abrao abraoc@uol.com.br

São Paulo

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FALTA DE EXPERTISE

O "Estadão" de domingo deu conta de que, "sem vocação penal, STF desacelera Lava Jato". E, então, novamente me pergunto: por que o Executivo não "acelerou" os julgamentos da Lava Jato com um especialista em crimes contra a probidade e corrupção, mantendo Fábio Medina Osório na chefia da AGU? Fica uma sensação de acinte ao princípio da moralidade.

Andrea Metne Arnaut  andreaarnaut@uol.com.br

São Paulo

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O SUPREMO E O EXECUTIVO 

As grandes surpresas que nos atemorizam, vez por outra, surgem do Superior Tribunal Federal (STF), uma caixa de pandora que já não mais apresenta surpresas nas suas decisões, que, não em raros casos, tratam de reconhecer a gratidão ao chefe do Executivo pela nomeação ao cargo de semideus do Olimpo republicano. Pior é que, para de modo indisfarçável serem gratos ao benfeitor, rasgam a Constituição que juraram respeitar e proteger. O ministro Ricardo Lewandowski, na sessão do impeachment de Dilma no Senado, e, agora, a ministra Rosa Weber mandaram a Constituição para o espaço ao aprovarem a manutenção dos direitos políticos de Dilma Rousseff, apesar de ele ter perdido o mandato. E concedem os mesmos direitos ao ex-senador Delcídio Amaral e ao ex-deputado Eduardo Cunha.

Jair Gomes Coelho jairgcoelho@gmail.com

Vassouras (RJ)

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TABEFE NA CONSTITUIÇÃO

Se o ministro do STF Ricardo Lewandowski ajudou Renan Calheiros (PMDB-AL) a dar um tabefe em nossa Constituição, ao manter intactos os direitos políticos a ex-presidente Dilma, já que em nossa Constituição o impeachment vem atrelado à perda dos direitos políticos, Rosa Weber acaba de incinerá-la, ao negar quatro liminares contestando a bondade. Fechem o STF urgente! Porque, além de caro, tornou-se dispensável.

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

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PERMITAM-ME

Após o ministro Lewandowski ter consentido e apoiado a aberração,  rasgando a Constituição, dividindo o indivisível artigo 52 da nossa Carta Magna, permito-me dividir as sílabas segundo a minha vontade. Assim, passaremos, todos os brasileiros, a usar MINI STRO Lewandowski.

Jair Nisio jair@smartwood.com.br

Curitiba

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VERGONHA

Parece-me impossível ser o "saber jurídico" do sr. Lewandowski  tão pequeno, que não conheça perfeitamente o que reza o artigo 52 da Constituição. Daí deriva minha conclusão de que seu "saber político" também deixa muito a desejar. A ministra Rosa Weber, jogando a decisão contra o fatiamento para o plenário do STF, fez muito bem, para vergonha (terá?) do sr. Lewandowski.

Andre Frohnknecht caxumba888@gmail.com

São Paulo

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FUTURO PROMISSOR

A ex-presidente Dilma Rousseff recebeu proposta para assumir a presidência da Fundação Perseu Abramo, com sede em São Paulo e ligada ao PT. O convite foi feito por Rui Falcão, presidente do partido, logo após o julgamento do impeachment que a afastou definitivamente da Presidência da República. Ficou de pensar sobre o assunto. Aí é que mora o perigo! Dilma pensar? Pensem duas vezes antes de concretizar a contratação! Pode dar "zica".  Outros convites virão, com certeza, e o próximo deverá ser de seu inventor, guru e mestre, Lula, de juntos percorrerem o Brasil dando palestras sobre a arte de governar. Assuntos terão de sobejo, pois, em matéria de "arte", ambos são catedráticos. Além disso, a ex-presidente terá uma velhice tranquila, não dependerá da "merreca" de R$ 5 mil do INSS para sobreviver, pois é do conhecimento de todos que seu antecessor amealhou fortunas com essa atividade. Portanto, senadora Kátia Abreu, durma tranquila, a sua protegida estará bem amparada, e, como não deverá ser fácil a sua reeleição ao Senado, poderá futuramente encostar-se à dupla dinâmica.      

Sérgio Dafré sergio_dafre@hotmail.com

Jundiaí 

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VELHO E DOENTE

 

Está confirmado: velho e doente não tem vez com Dilma Rousseff. Ainda em Brasília, a ex-presidente, sob a alegação de que estava velho e doente, sem choro nem vela, mandou "executar" Nego, seu fiel labrador, presenteado por José Dirceu. Sempre há reciprocidade do dono para com o seu cão, amado e querido como se fosse membro da família, mas com Dilma foi uma rara exceção que talvez a Associação Protetora dos Animais do Distrito Federal possa explicar.

Humberto Schuwartz Soares hs-soares@uol.com.br

Vila Velha (ES)

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LULA E A JUSTIÇA

Ousadia de quem sempre se sentiu e agiu como estando acima e ao largo da lei: como o ministro do Supremo Teori Zavascki rejeitou a alegação da defesa de Lula de que o juiz Sérgio Moro estaria usurpando a competência do STF ao apurar fatos relativos ao esquema de corrupção na Petrobrás - que já estão sob análise da Suprema Corte -, agora a defesa de Lula entra com recurso no STF contra o próprio ministro Teori Zavascki. Os advogados de Lula querem que a decisão anterior do ministro seja reconsiderada. Caso não o seja, os advogados pedem que o recurso seja submetido à análise do colegiado do STF. No meu entender de leiga, a Justiça está dando espaço demasiado à insolência de Lula, pois decisão de Justiça se cumpre, não se discute! 

Mara M. Assaf montezuma.scriba@gmail.com

São Paulo

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EMBARAÇAR A LAVA JATO

O ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal, considerou a recente "defesa criativa" dos advogados de Lula contra o juiz Sérgio Moro "mais uma das diversas tentativas da defesa de embaraçar as apurações" da Operação Lava Jato. Na sua carreira como sindicalista e político, o "cara" não fez outra coisa a não ser enrolar, esquivar, conchavar, ameaçar, agitar, golpear, mentir, e por aí vai. E trabalhar para o Brasil? Somente se rendesse benefício pessoal! 

Omar El Seoud ElSeoud.USP@gmail.com

São Paulo

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RECURSOS SEM FIM

A "alma mais honesta" do País, ou seja, Lula, está morrendo de medo do juiz Sérgio Moro. Sabe que, após as eleições municipais, "elle" deverá ficar um bom tempo no Paraná, junto com os demais corruptos. Estão explicados seus infindáveis recursos ao Supremo Tribunal Federal (STF) para conseguir escapar.

 

Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

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DISCURSO SURRADO

Só está faltando Lula usar o já gasto argumento de líder fracassado como o de Nicolás Maduro, da Venezuela, de ser perseguido pelo "imperialismo americano".

Luíz Frid luiz.frid@globomail.com

São Paulo

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TODO PODER EMANA DO POVO...

É o que consta no Art. 1.º, § 1.º da nossa Constituição. O restante da frase diz que "(...) e em seu nome é exercido". Ainda se lembram disso, senhores ministros do STF, sr. presidente da República e a maioria dos políticos brasileiros? Parece que não! A cada sentença ou ato, os senhores agridem a nossa honra e a nossa saúde mental e física com decisões claramente a favor de quem os indicou, e não a favor do povo. O ex-presidente Lula desmoraliza o Supremo, o juiz Sérgio Moro, o Tribunal de Contas da União. Incita ataques contra "eles" e suas propriedades, escancaradamente e ferozmente prejudica a Lava Jato, mas continua solto! Por que não agem? Sinto vergonha, porque nós, que defendemos a bandeira verde-amarelo, azul e branca e que somos a maioria, agimos timidamente nas últimas manifestações, com um fiasco de número de participantes. Vamos reagir, pelo menos pelos nossos filhos e netos!

Silvia Maia maiasilvia11@hotmail.com

São Paulo

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ALEGRIA E DECEPÇÃO

Dia 12 de setembro vai ficar na nossa história: pela alegria de nos vermos livres do ministro Ricardo Lewandowski, presidente que se afasta do Supremo Tribunal Federal (STF), e pela decepção com a posse da ministra Cármen Lúcia, que assume o STF com pauta "anticorporativista". Entenderam? É a segunda mulher a presidir o STF, daí nada de anormal, mas, sim, pelo fato de ter sido indicada pelo ex-presidente Lula - que, inclusive, foi convidado para o evento de posse, o que pega muito mal quando se fala de "anticorporavismo", não é não? A ministra convidou também para interpretar o Hino Nacional o cantor Caetano Veloso, petista de carteirinha. Como se percebe, a Suprema Corte do País quer continuar garantindo a liberdade do "maior ladrão do mundo". Até quando? 

 

Fernando Silva lfd.dasilva1940@gmail.com

São Paulo

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COMO CONFIAR?

Dá para entender o convite a Lula para a posse da ministra Cármen Lúcia no STF? Além de estar envolvido em pesados inquéritos de corrupção, o ex-presidente virou manchete, há pouco tempo, quando, em telefonema gravado à presidente cassada, declarou que a Suprema Corte do País é totalmente "acovardada" e atribuiu a mesma qualificação ao Parlamento. O que está acontecendo? A instituição, órgão de cúpula do Poder Judiciário, não tem realmente coragem para enfrentar as questões mais desafiantes? Ou se trata de uma espécie de pagamento de dívida de gratidão? Há algum rastro de promiscuidade? Afinal, a justiça pode não ser tão cega como gostaríamos que fosse, mas não precisa ser gentil para alguns investigados privilegiados. Então, o cidadão, perplexo, pergunta: como ou em quem confiar? 

Paulo Roberto Gotaç prgotac@hotmail.com

Rio de Janeiro

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PÉSSIMO COMEÇO

Foi com enorme espanto e profunda tristeza que li a notícia de que Lula foi convidado para a posse da ministra Cármen Lúcia na presidência do STF. É um insulto a milhões de brasileiros e, ao mesmo tempo, uma decepção enorme, pois confiávamos em que ela, como presidente do STF, nos faria esquecer do triste Lewandowski com suas manobras petistas, ao arrepio da lei (não conhece o artigo 52 da Constituição). Um absurdo vermos um denunciado pela Polícia Federal ser convidado para a posse de um presidente da Suprema Corte do País. Repito, isso é um deboche à Nação. Péssimo começo, sra. "presidenta".

Godofredo Soares godofredocaetanosoares@gmail.com

São Paulo

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'UM JUDICIÁRIO JUDICANTE'

O editorial do "Estadão" (12/9, A3) sobre a posse da ministra Cármen Lúcia na presidência do STF, que com certeza aplicará a lei com justiça e diligência, dá aos brasileiros a esperança de que, com a sua "irreparável competência jurídica e fina sensibilidade humana e social", finalmente ela nos livre de interesses corporativistas e que a liminar da Federação Brasileira de Bancos (Febrabran), convenientemente engavetada pelo sr. Dias Toffoli, seja finalmente levada a julgamento no plenário do STF e seja feita justiça aos poupadores dos planos econômicos que tiveram a sua poupança "tungada" pelos banqueiros. 

José Gilberto Silvestrini jgsilvestrini@gmail.com

Pirassununga

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ESPERANÇA

O sofrido, porém esperançoso, povo brasileiro confia em que a excelentíssima ministra Cármen Lúcia, nova presidente do STF, para que Justiça seja feita aos cidadãos que tinham aplicações em poupança nas décadas de 1980 e 1990, corajosamente dê andamento urgente aos seus processos covardemente engavetados na Máxima Corte desde 2010 e que, finalmente julgados, permitirão o ressarcimento dos estratosféricos prejuízos causados pelos nefastos Planos Bresser, Verão, Collor I e II. 

Roberto Twiaschor rtwiaschor@uol.com.br

São Paulo

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E O LEGISLATIVO?

O editorial "Um Judiciário judicante" está perfeito. Sim, os juízes exercem uma função pública e a ela devem dedicar os seus dias. Só não entendo o porquê de a imprensa não dar o mesmo enfoque ao Legislativo. Os últimos anos vêm nos ensinando que os membros do Legislativo, em todos os níveis, ganham um absurdo por mês para dedicar-se exclusivamente às suas mazelas. Eles não julgam. O julgamento traz um incômodo, daí não dar enfoque a essa questão? 

Margarete Spadoni  margaretespadoni@yahoo.com.br

São Paulo

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MOMENTO HISTÓRICO

Nunca o Brasil precisou tanto, neste momento de crise que vivenciamos, da atuação serena e austera da nova presidente do STF, ministra Cármen Lúcia. Tais qualidades do comando da Suprema Corte, certamente, nortearão os demais Poderes da República, rumo às soluções democráticas de que estamos necessitando para debelar os grandes problemas que atualmente atingem a nação brasileira e grande parte de sua sofrida população. 

José de A. Nobre de Almeida josedalmeida@globo.com

Rio de Janeiro

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MELHORIA NO STF

Com a saída de "Lulandowski" da presidência do "SPTF", há boas chances de o tribunal voltar a ser STF. Oremos.

Nelson Carvalho nscarv@gmail.com

São Paulo

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OS VOTOS DO STF

Li na edição do "Estadão" do dia 8/9 a seguinte fala do ilustre ministro Luiz Roberto Barroso, que "o Supremo Tribunal Federal somente deve intervir em procedimento legislativo para assegurar o cumprimento da Constituição, proteger direitos fundamentais e resguardar pressupostos de funcionamento da democracia". Evidentemente, são belas e fundamentais palavras. Portanto, isso nos leva a concluir que a violação do artigo 52 da Lei Magna, por meio da artimanha ilicitamente inventada por uma parte dos senhores senadores, na ocasião do julgamento do impeachment da presidente Dilma Rousseff, será devidamente rechaçada, fazendo prevalecer o voto original ali então proferido. É o que os cidadãos de bem deste país, ansiosamente, aguardam.

Aurélio Quaranta relyo.quar@gmail.com

São Paulo

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INSEGURANÇA JURÍDICA

O magnífico artigo do doutor Lionel Zaclis, "Incindibilidade sancionatória", publicado por este jornal em sua edição de 12/9, página A2, reforça o sentimento de insegurança jurídica que assalta toda a gente neste país. Quando a mais alta Corte de Justiça, por seu presidente, mancomunado com o presidente do Congresso e um punhado de pais da pátria, atropelam a Constituição e até a mais elementar leitura da Língua Portuguesa, restam poucas esperanças de que este país volte a ser respeitado por sua gente e pelo resto das nações deste vasto mundo.

Mário Rubens Costa costamar31@terra.com.br

Campinas

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REQUISITOS

Para integrar o restrito âmbito do STF, o requisito básico é, além de reputação ilibada, ser detentor de notório saber jurídico. Mas, pergunto eu, neste Brasil, varonil: saber gramática da Língua Portuguesa e discernir é dispensável?

   

Carlos Leonel Imenes leonelzucaimenes@gmail.com

São Paulo 

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PERIGO NA DECISÃO DO STF

O esclarecedor artigo do professor Lionel Zaclis (12/9, A2) aborda um tema fundamental, na apreciação da inconstitucionalidade da votação do Senado, cindindo o julgamento de Dilma Rousseff. As consequências do afastamento previstas no parágrafo único do artigo 52 da Constituição do País realmente são "irmãs siamesas caracterizadas pela inseparabilidade". E a Constituição é soberana, lei maior que não se interpreta: cumpre-se. A decisão do Senado, porém, leva a crer que às vezes é a lei aplicável, outras vezes nem tanto... Fazendo uma comparação muito simples, mas válida, a Constituição é como a gravidez: mulher alguma pode estar mais ou menos grávida. A Constituição não pode ser mais ou menos a Lei Maior, pedra angular de um país. Se o STF não corrigir uma decisão que desborda da Constituição, lei soberana, estará lamentavelmente estabelecendo neste país uma Republica das Bananas. E eu que esperava nunca ver este dia chegar!

Regina Maria Peña reginapena.adv@hotmail.com

São Paulo

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DOA A QUEM DOER

"Portanto, se a decisão do Senado desborda da Constituição (...), cabe ao STF corrigi-la, substituindo-a pela constitucionalmente correta (...)" diz um trecho do excepcional artigo de Lionel Zaclis, "Incindibilidade sancionatória", quando analisa o achaque praticado contra a Carta Magna na decisão do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff. Ora, o Brasil inteiro e muitos estrangeiros assistiram ao vivo e em cores ao julgamento e vimos claramente a intervenção do STF, por meio do ministro Lewandowski, induzindo o Senado em favor da ré, fatiando a votação prevista na Constituição e concedendo-lhe condições políticas. O que esperamos, junto com o autor do artigo, é que a nova presidente do STF, Cármen Lúcia, reveja a decisão atentatória ao pudor e à dignidade da Nação e retire as benesses concedidas irregularmente a Dilma Rousseff, aplicando a lei. Doa a quem doer.

Carmela Tassi Chaves tassichaves@yahoo.com.br

São Paulo

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CONSTITUIÇÃO

Até, ministro Lewandowski. Minha Constituição está intacta. E a sua?

Ricardo Guilherme ricardoeeunice@icloud.com

Monte Alegre do Sul

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TEMER E AS REFORMAS

Em quase 14 anos do Partido dos Trabalhadores (PT) no poder desta República, entre outras heranças malditas que promoveram, faltou coragem a Lula e a Dilma para fazerem reformas como a da Previdência e a trabalhista. Já o atual governo de Michel Temer, acumulando o período da interinidade, ou seja, em apenas 120 dias de gestão, cumpre sua promessa e, sem estardalhaço, anuncia que até o fim deste mês de setembro deverá enviar ao Congresso as importantes reformas citadas acima. É lógico que não vai faltar aquele discurso retrógrado e golpista do PT e de seus camaradas sindicalistas de que essas reformas não são necessárias e que devem suprimir direitos já consagrados dos trabalhadores - da mesma forma como mentiram e ludibriaram a família brasileira e os próprios trabalhadores dizendo que durante a era petista a prosperidade iria reinar, assim como o desenvolvimento social e econômico no País. Porém o objetivo era outro e perverso: preferiram montar quadrilhas e roubar as nossas estatais, quebrar a Nação, deixando um triste saldo de 12 milhões de desempregados. A nossa sociedade precisa ficar atenta e imune a esta propaganda estúpida já em curso destes que foram escorraçados do poder. E o presidente Michel Temer, com coragem, ponha em prática toda a sua experiência parlamentar, que exerceu por muitos mandatos, para convencer a base que o apoia a votar e aprovar celeremente essas reformas.

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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ESFORÇO DE RECONSTRUÇÃO

Vemos alguns leitores protestando contra modificações nas leis trabalhistas - a parte referente aos direitos do trabalhador, jamais das obrigações - comparando nossa legislação e propostas com as de países desenvolvidos. Senhores, são países desenvolvidos, o nome já diz! O nosso país não só não é desenvolvido, como encolheu! É sempre bom lembrar que será necessário muito trabalho, boa vontade e disposição para revertermos o estrago que a farra dos últimos 14 anos de governo petistas causaram. Se ninguém ceder de lado nenhum, continuaremos a ser os lanterninhas da produtividade e do PIB. Por outra, os jornais precisariam ser mais conscienciosos em dar suas manchetes, evitando causar ruído. Menos sensacionalismo sempre ajuda! Flexibilizar as relações não significa, nem de longe, tirar direitos. Muitos jornalistas parecem querer apenas construir uma pauta para a esquerda protestar, retirando uma frase ou ideia de um contexto maior e tornando-a uma notícia que, ao fim e ao cabo, é falsa. A maioria dos leitores já se deu conta disso, e trata de informar-se melhor, nas letras miúdas que, via de regra, contrariam a manchete. Porém o ruído causado serve para aqueles que pretendem que nenhum governo, a não ser o deles, consiga fazer qualquer melhoria no sentido de nos retirar do atoleiro em que fomos metidos, e deixar tudo como está. Ocorre que o País está quebrado, falido. A prevalecer essa mentalidade, vamos todos para o beleléu, como foi a Venezuela. Precisamos crescer, em todos os sentidos. Infelizmente, para que o PT ganhasse, foi preciso que todos nós, no final, saíssemos perdendo. Agora, Inês é morta. Vamos ajudar a reconstruir o Brasil e tomar cuidado, daqui para a frente, para que nunca mais um desastre desta monta ocorra.  

M.Cristina Rocha Azevedo crisrochazevedo@hotmail.com

Florianópolis

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IMPOPULAR, PORÉM URGENTE

A reforma da previdência determinando vários parâmetros para as aposentadorias é necessária e fundamental para que não haja uma tragédia maior daquela que já existe com os beneficiários. O crescimento populacional e o envelhecimento da população em progressão geométrica serão essenciais para causar a falência da instituição. Os aposentados ficarão sem seus benefícios por falta de recursos. Os trabalhadores ativos estarão em menor número do que os aposentados, situação esta que definirá o ponto de inflexão da curva de equilíbrio do orçamento da previdência social. O governo Temer está absolutamente certo em propor a reforma já, porque, embora seja uma ação impopular, trata-se de uma urgência urgentíssima. Os cidadãos que não pensam no longo prazo, que são imediatistas, populistas e desinformados se colocam contra o governo, mas não percebem que a atitude de Temer é de um verdadeiro estadista.

 

Mário N. Borgonovi marionegrao.borgonovi@gmail.com

Rio de Janeiro

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REFORMA PARA TODOS

O governo ameaça os aposentados do INSS com uma reforma do sistema e com a redução dos valores pagos aos aposentados, sob a alegação de que o sistema é deficitário. Para que bolsos foram os valores depositados nos 35 anos iniciais, quando não havia aposentados? E não falam em reformar a aposentadoria do serviço público, que com 5% do total de aposentados gera um déficit muito maior que os 95% do INSS, nem a aposentadoria de políticos, que após oito anos de mandato, se não forem reeleitos, têm o indecente direito de receber aposentadoria integral reajustada pelo valor da dos da ativa.

Mário A. Dente eticototal@gmail.com

São Paulo

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PAGANDO O PATO

Por que o governo Temer insiste em só fazer a reforma da Previdência dos trabalhadores "mortais comuns" como grande maioria? Por que este governo não mexe também na previdência dos funcionários públicos, dos militares e, principalmente, na da classe política, que se aposenta com apenas um mandato, recebe o salário cheio e não tem fator previdenciário nem precisa contribuir como os trabalhadores da iniciativa privada? Por que só nós, trabalhadores, temos de "pagar o pato"? Ouvi no rádio que um certo juiz recebeu mais de R$ 100 mil em vencimentos e regalias, enquanto a grande maioria da população sofrida ganha entre 3 e 5 salários mínimos. Acorda, Brasil!

Celso Nascimento celso@directasa.com.br

São Paulo

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IGUALDADE

Julgo ser necessário implantarmos a Picita: Previdência Individual Capitalizada Isonômica a Todos Autossuficiente. Após a reforma das Previdências teríamos uma Previdência Pública Única. O INSS para os "benefícios" sociais derivados do Seguro Social. E o FFPP: Fundo Federal de Previdência Pública, derivado das contribuições individuais (sem oneração aos empregadores públicos e privados) capitalizadas, que seriam a contrapartida das futuras aposentadorias. Direitos adquiridos (integrais) e direitos "ocorridos" (proporcionais) serão garantidos e financiados pelo Imposto Previdenciário. Julgo que o tempo de contribuição e as idades mínimas devem ser iguais a homens e mulheres a partir da reforma das Previdências. No novo sistema único capitalizado, todos os contribuintes deveremos ter tratamento previdenciário igual. Do presidente da República ao trabalhador. Qualquer presidente da República e qualquer trabalhador. O próprio contribuinte "planejará" a sua retribuição previdenciária na sua aposentadoria. Quem contribuir mais e por mais tempo receberá mais. Tomara que tenhamos uma "Picita" vigorando a partir de 1/1/2019.

Ney José Pereira neyjosepereira@yahoo.com.br

São Paulo

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O NECESSÁRIO PENTE FINO

O pente fino é mais que necessário, não só nos benefícios previdenciários, ele é também fundamental em toda empresa pública - os famosos cabides de empregos que o digam. 

Arnaldo de Almeida Dotoli arnaldodotoli@uol.com.br

São Paulo

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O ENTRAVE DO CONGRESSO

Este nosso Congresso dá nojo, é movido a corrupção. Lá predominam interesses pessoais e de quadrilhas que erroneamente chamam-se partidos políticos. O governo federal pretende entregar até o dia 30 de setembro a proposta de reforma da Previdência, mas começa a encontrar barreiras para que a proposta de reforma só chegue para apreciação e votação no ano seguinte. A quadrilha alega que a reforma, entre outras que são de extrema necessidade, trará prejuízo eleitoral para os candidatos às eleições de outubro. Ora, sem uma reforma, a Previdência em pouco tempo estará praticamente falida e levará junto milhões de aposentados e pensionistas. Os governadores, os deputados, os prefeitos, os vereadores, os candidatos que se danem. Deixem de ser corruptos, façam política com ética, com moral e sem fisiologismo, que ganhem seu eleitores com propostas sérias, e não com mentiras, escondendo a verdade e ainda usando a estrutura do Estado como trampolim para suas sujas políticas.

Humberto de L. F. Filho lunafreire@falandodebrasil.com.br

São Paulo

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LUZ NO FIM DO TÚNEL

Depois que o PT assumiu e arrasou o País, não dá para acreditar em mais nada. Os políticos, que já não tinham moral, se afundaram de vez. Pobre País, ficou sem luz no fim do túnel.

Laert Pinto Barbosa laert_barbosa@globo.com

São Paulo

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ELEIÇÃO 2016 EM SP

A monumental cidade de São Paulo é uma megalópole de números gigantescos e impressionantes: tem um orçamento fiscal de R$ 55 bilhões neste ano, é o maior e mais importante centro financeiro, corporativo e mercantil do Brasil - 10.º maior PIB mundial e 11% do PIB brasileiro , onde vivem cerca de 12 milhões de pessoas, a maior população do País, da América Latina, do Hemisfério Sul e a 7.ª do mundo. Por aqui circulam em mais de 50 mil vias públicas cerca de 8 milhões de automóveis, mais de 1 milhão de motos, 35 mil táxis e 15 mil ônibus. Se administrar uma simples barraca de feira requer noções de gestão, para que dê lucro ao seu proprietário, o que se dirá de uma cidade dessa envergadura? Diante disso, faz-se necessário ressaltar a grande importância que tem para os paulistanos, nascidos aqui ou vindos de outras partes do País e do mundo, a eleição que se avizinha para a Prefeitura. Qualquer erro significará prejuízo e decepção e se fará sentir por longos quatro anos de mandato. Não se pode votar em um candidato ficha-suja, envolvido numa série de escandalosos malfeitos, entre os quais o de ter recebido dinheiro do mensalão e de ter empregado e pago uma funcionária pública em sua produtora de TV com dinheiro público. Não se pode votar em qualquer poste que apareça, porque, como se vê atualmente, o prejuízo é de vulto. Não se pode votar numa prefeita de reconhecido insucesso, demonstrado pelo alto índice de rejeição ao seu nome, que acabou escolhendo como vice em sua chapa um ex-tucano que chamou sua gestão de "nefasta". São Paulo precisa de uma gestão séria, de uma administração competente, rigorosa e transparente, à altura de sua grandeza e relevância para o País, bem como a implantação das inúmeras promessas de campanha. São Paulo precisa inovar e acelerar.

J. S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo

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A DISPUTA EM SÃO PAULO

O governador Geraldo Alckmin seguiu os passos de Lula ao escolher um candidato sem currículo político para concorrer à Prefeitura de São Paulo. As escolhas de Lula, Dilma e Haddad não deram muito certo, e o mesmo pode acontecer com João Dória, um candidato isento da conhecida desconfiança dos eleitores, mas, ao mesmo tempo, sem expressão política para convencer o eleitorado. Caso vença o candidato do governador, este já pode começar a se preparar para brigar com seu partido tucano para uma vaga na disputa de 2018 ao Palácio do Planalto.  Isso, se o povo não tiver a mesma opinião do ex-presidente Fernando Henrique, que "reconhece que as duas legendas (PT e PSDB) tornaram-se parte da velharia política que dificulta a modernização do País".  

Mirna Machado mirnamac@uol.com.br

Guarulhos

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SUBESTIMANDO

No horário político gratuito, onde a propaganda "você encontra lá na propaganda do PT" foi proibida, bom mesmo foram a pergunta ("Você não fala outra coisa?") e a resposta ("Cuidado com o radar"). Este é o candidato que subestima o bom senso do seu munícipe.

Celso de Carvalho Mello celsosaopauloadv@uol.com.br

São Paulo

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CANDIDATOS

Pelo jeito, nem os santinhos escapam na política.

Moises Goldstein mgoldstein@bol.com.br

São Paulo

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NOBRES DEPUTADOS E A DOENÇA CELÍACA

Escrevi para vários deputados estaduais de São Paulo relatando a necessidade de um estudo sobre os impostos que recaem sobre alimentos para pessoas alérgicas ao glúten, à lactose e a outras proteínas e que tornam os preços desses produtos abusivos. Em qualquer país civilizado, reduzem-se os impostos para atender a essa faixa de pessoas que já sofrem com a doença e ainda têm de  pagar caro pelo seu bem-estar. Pois pasmem: não recebi nenhuma resposta, nem a mais simples, como "recebido". Considero este descaso uma vergonha e o retrato de um Legislativo que pouco se importa com os seus eleitores. Alguns com quem entrei em contato via e-mail foram: Adilson Rossi (PSB), Aldo Demarchi (DEM), Ana do Carmo (PT), Analice Fernandes (PSDB), Coronel Telhada (PSDB), Coronel Camilo (PSD), Jooji Hato (PMDB), Jorge Wilson Xerife do Consumidor (PRB), Roberto Tripoli (PV), e muitos outros.

Valdir Pricoli  cambuci@yahoo.com

São Paulo

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