Fórum dos Leitores

REFORMA DA PREVIDÊNCIA

O Estado de S.Paulo

05 Outubro 2016 | 03h07

Dos parlamentares

Há muito tempo se fala em reforma previdenciária, mas quase não se fala na mudança da aposentadoria dos parlamentares. É um disparate a diferença entre o valor médio de aposentadoria do “trabalhador comum”, que é de R$ 1.862, e de um parlamentar, R$ 14.100. Sempre me causou estranheza esse “silêncio”, tanto do governo quanto da imprensa. Parabéns ao Estado por tocar nesse assunto. Sim, deve haver uma reforma. Mas para todos. E ao mesmo tempo: agora!!!

LUIZ ROCHA

drluizrocha@uol.com.br

Guarulhos

Velhinhos pagam o pato

A aposentadoria parlamentar é 7,5 vezes maior que a do INSS. O problema do sistema de aposentadorias não é a proporção do que recebem os aposentados e pensionistas do Legislativo, e sim o que pagam os parlamentares, a idade e o tempo de contribuição para ter tal direito. Tanto o Executivo (militares) como o Judiciário também não pagam de acordo com seus direitos. E o buraco é sempre por conta do INSS, que paga o pato, não é, Meirelles? Haja couro nas costas dos velhinhos do INSS para ser arrancado! Até o Raul Velloso já sabe disso e parou de escrever para tirar o couro dos velhinhos.

M. MENDES DE BRITO

voni.brito@gmail.com

Bertioga

Aposentadorias injustas

Estou chegando aos 78 anos de idade. Sou formado em Economia (1962) e sempre trabalhei em empresas do setor privado. Recolhi rigorosamente em dia ao INSS pelo teto por 37 anos e hoje recebo a “fortuna” mensal de R$ 2.765,61 – pouco mais de três salários mínimos. Não fossem rendimentos de bens de herança, estaria passando fome e lutando para sobreviver. Realmente, é de deixar qualquer um indignado ler que a aposentadoria parlamentar é 7,5 vezes maior que a do INSS. O brasileiro do setor privado, que trabalha, produz, cria riqueza, leva o Brasil nas costas e sustenta essa máquina pública, inchada para acomodar todos os cupinchas de políticos, recebe uma miséria ao se aposentar depois de 35 anos, enquanto os seus “representantes” (?) votaram em benefício próprio aposentadorias nababescas após somente dois mandatos, ou oito anos! E ainda têm o cinismo de fazer propaganda de que o Brasil é um país de todos! Olhando melhor e enxergando bem a realidade, esse “todos” é composto de uma grande maioria de trouxas que contribuem muito tempo para se aposentar miseravelmente e uma privilegiada minoria que vive à custa da maioria e tem sua velhice garantida por polpuda remuneração além de muitas outras benesses. É ou não uma grande injustiça?

SILVANO CORRÊA

scorrea@uol.com.br

São Paulo

‘Solução’ do problema

Não vejo dificuldade em resolver o problema, de crucial importância para todos os cidadãos brasileiros. Agora temos Lewandowski no STF de decisões monocráticas. No governo Lula o ministro taxou em mais 10% todo aposentado com mais de 65 anos. A ocasião era de falência da instituição. Agora, com decisões monocráticas do terceiro Poder, podemos implantar a reforma preconizada pelo presidente. Mais ou menos assim: qualquer aposentado (por idade, contribuição, saúde, etc.) nos quatro primeiros anos sofreria no contracheque um desconto de 75% de INSS (tempo para ele arrumar emprego sem carteira assinada); após quatro anos e até oito, a cifra descontada cairia para 50%. Após 12 anos de aposentadoria a cifra cairia para 27,5%, como o IR na fonte. Se ele sobrevivesse após 16 anos, haveria isenção total. É isso aí.

FLAVIO PRADA

flavioprada39@gmail.com

São Paulo

Volta às origens

Qualquer reforma só será aceita pelo povo se voltar às origens, para o que a aposentadoria foi criada: amparar os pobres, aqueles que ao longo da vida trabalharam para os outros e não conseguiram juntar um pecúlio para sua velhice. Deve haver um tempo mínimo de contribuição, um teto democrático para todos os aposentados, uma idade mínima, ressalvando aquelas profissões que antes do tempo exaurem a saúde dos trabalhadores. E acabar com os prêmios de aposentadoria compulsória para juízes, funcionários públicos, militares, políticos, ex-guerrilheiros, perseguidos políticos, etc. Só assim teremos uma reforma previdenciária com justiça.

EDVALDO ANGELO MILANO

e_milano@msn.com

Limeira

Pensando na reforma na Previdência, fica a questão: por que não mexer nos que ganham milhões por ano e quando se aposentam continuam a ganhar salário integral? Que eles ganhem seus salários vultosos, mas ao se aposentar passem a receber segundo a regra que vige para a maioria da população. Isso valeria para todos, juízes, governantes, funcionários públicos em geral. Por que o trabalhador que ganha pouco tem de sustentar os que muito ganham e tiveram tempo de fazer seu pé-de-meia?

MARIA HÉLIA DUTRA MARIANO

heliadutra@uol.com.br

São Paulo

PÓS-ELEIÇÃO

Crime não compensa

Sem o farto dinheiro do crime o PT esborrachou-se nas urnas. Em 13 anos de governo federal, tornou-se uma displasia político-partidária, um cofo de desvarios rapinantes. Expoentes da cúpula acolitados por três tesoureiros jazem no cárcere curitibano. Lula esgueira-se pelos desvãos das manchetes policiais tentando escapar da Justiça Federal do Paraná. Sem ideologia nem propósito senão manter irremovível o poder e disponível o cofre público para os despropósitos republicanos de suas figuraças, o PT monopoliza há meses o noticiário nacional e internacional mais quadrilha que legenda partidária. A avalancha de votos que o soterrou revigora a democracia e adverte aos espertos: o crime deixou de compensar no Brasil.

JOSÉ MARIA LEAL PAES

myguep23@gmail.com

Belém

Precisamos de plebiscito?

Ou bastam os resultados das eleições de domingo? Em São Paulo, João Doria, candidato de Geraldo Alckmin, teve mais de 53% dos votos e ganhou, no primeiro turno, em 56 das 58 zonas eleitorais da capital. Precisa plebiscito? No Rio de Janeiro, Jandira Feghali, com o ostensivo apoio da presença dos ex-presidentes Lula e Dilma em seus comícios, teve apenas 3,34% dos votos. Precisa plebiscito? Ainda no Rio, Crivella foi para o segundo turno com cerca de 28% dos votos. Além desses, há os votos do chamado “centro-direita”, dividido entre quatro candidatos, cada um com mais de 10%, totalizando cerca de 47% dos votos. Somando, chega-se a 75%. Precisa de plebiscito? E em Salvador ACM Neto cravou 73,99% dos votos... Precisa plebiscito?!

JOSÉ AUGUSTO

joseaugustomdlc@gmail.com

São Paulo


“Será que o ministro 

Eliseu Padilha já comparou o tamanho do rombo do funcionalismo público com o dos outros mortais?”

GUSTAVO GUIMARÃES DA VEIGA / SÃO PAULO, SOBRE

A REFORMA DA PREVIDÊNCIA

ggveiga@outlook.com

“Mexerão na pensão dos civis, mas amarelaram na pensão dos militares”

LIANA JONG / SÃO PAULO, IDEM

ljong13@hotmail.com

“Como cidadão, gostaria de saber quantas aposentadorias Michel Temer desfruta”

JOSÉ CALOS SALIBA / SÃO PAULO, IDEM

fogueira2@gmail.com

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

RESCALDO ELEITORAL

Rescaldo das eleições, hora de contar os salvos, os mortos e os feridos. Na avaliação nacional e, principalmente, em São Paulo, a constatação unânime é: o PT morreu, para felicidade geral da Nação. Preferimos votar num "aventureiro", como Lula classificou João Dória (PSDB) - que nos inspirou mais confiança do que os "não aventureiros" tradicionais da política profissional. Contudo, é importante que o "novo comando da capital" observe que sua vitória veio principalmente do voto anti-PT e que estaremos atentos à sua gestão e ao cumprimento de suas promessas nos quatro anos de gestão, e não apenas nos dois primeiros anos, para fortalecer a candidatura de Geraldo Alckmin à Presidência em 2018. 

Carmela Tassi Chaves tassichaves@yahoo.com.br

São Paulo

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REJEIÇÃO AO PT

Uma rejeição ao PT nas eleições municipais já era esperada. Mas, felizmente, os eleitores acordaram e deram a Lula e seu partido um verdadeiro banho. Além da inédita eleição em São Paulo no primeiro turno, o PT perdeu em todo o Brasil quase 2/3 de seus prefeitos. O Brasil começou a varrer neste País a hipocrisia, a roubalheira, a má administração, a arrogância e todo o lixo deste malfadado partido.

Carlos E. Barros Rodrigues ceb.rodrigues@hotmail.com

São Paulo

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NA DIREÇÃO CERTA

Uma sequência na direção certa se prolonga pelo voto popular para as prefeituras: políticos e empresários na prisão, impeachment de Dilma Rousseff por infração à Lei de Responsabilidade Fiscal, demissão de Eduardo Cunha, agora ex-presidente da Câmara dos Deputados, novos processos contra políticos, expectativa dos processos contra Renan Calheiros, presidente do Senado, e, agora, derrotas fragorosas do PT nas eleições municipais. A instituição da democracia, diferente da democracia pretendida pelos socialistas do PT, resistiu contra a subversão e agora pode caminhar na direção da normalização da economia. Cabe apenas continuar trabalhando passo a passo. Que a lição fortaleça as instituições.

Harald Hellmuth hhellmuth@uol.com.br

São Paulo

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HAJA TRABALHO!

É unânime para os observadores da política brasileira que a ideia defendida pelas esquerdas de que o impeachment de Dilma Rousseff foi um "golpe" caiu por terra. As eleições para as prefeituras em todo Brasil foram uma manifestação democrática em que o povo livremente escolheu os seus candidatos sem cabrestos. Porém, falta para a essa mesma esquerda a humildade necessária para reconhecer que houve uma derrota acachapante do PT neste pleito, o que deveria levar todos os seus defensores a uma reflexão sobre seus propósitos e, eventualmente, corrigi-los, ao contrário de ficar procurando "pelos em ovos", com desculpas esfarrapadas. O PT, para não desaparecer como "Partido dos Trabalhadores", precisa começar a trabalhar pela sua recuperação. E haja trabalho!  

Leila E. Leitão

São Paulo 

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ONDA CONSERVADORA

O perfil ideológico do cidadão não muda rapidamente em dois ou quatro anos, mostrando que a forma da condução e do convencimento políticos é - e sempre foi - fictícia. Quatro anos atrás, o grande vencedor das eleições municipais foi o PSB, quando ainda possuía um ideário de esquerda e tinha em Eduardo Campos um provável sucessor de Lula e da herança social petista. Hoje, não há um partido com fundamentos progressistas que tenha se consolidado, à exceção do PSOL em alguns nichos, e a onda conservadora vista há dois anos no Congresso Nacional se repete agora no âmbito municipal. Reflexo da população? Veremos ao longo dos próximos meses.

 

Adilson Roberto Gonçalves prodomoarg@gmail.com

Campinas

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CONTENTAMENTO

Nestas eleições municipais o lulopetismo sofreu derrota histórica na maioria das cidades do País e se contentou com muito pouco. É só olhar a derrota de Fernando Haddad em São Paulo, onde tinha todo o poder da máquina municipal a seu serviço, iniciou a campanha eleitoral com 16% de intenções de votos e terminou com o mesmo índice na apuração - e nesta hora a militância ainda vibrava porque Haddad estava na frente de Marta Suplicy (PMDB) e de Celso Russomanno (PRB). Mas murcharam logo com a vitória esmagadora de João Doria (PSDB). Na realidade, os 16% representam a reprovação maciça dos paulistanos à gestão fracassada de Haddad na Prefeitura de São Paulo. Diante disso, só resta dizer a Fernando Haddad: "Tchau, querido".

Henrique Schnaider hschnaider4@gmail.com

São Paulo

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AFONIA

Tamanho foi o massacre que o PT sofreu nas urnas que as cordas vocais do Instituto Lula foram severamente afetadas, ou alguém ouviu algum pronunciamento? Nem em libras.

Claudio Juchem cjuchem@gmail.com

São Paulo

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REBAIXAMENTO

Plagiando o senhor Lula da Silva, que sempre compara a política ao futebol, podemos afirmar que o Partido dos Trabalhadores, ao fim destas eleições, foi rebaixado para a segunda divisão. PT saudações.

Antônio Carelli Filho palestrino1949@hotmail.com

Taubaté

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PÍLULA DO DIA SEGUINTE

Agora entendemos a eficácia da pílula do dia seguinte: abortaram o PT.

Marcos Catap marcoscatap@uol.com.br

São Paulo

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FICHA

Será que agora caiu a ficha e deu para o lulopetismo desconfiar de que os brasileiros não são tão imbecis quanto ele pensava?

Arlete Pacheco arlpach@uol.com.br

Itanhaém

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COM TODO RESPEITO

O que vimos nas eleições de domingo foi o PT se "despetalar"...

Nivaldo Ribeiro Santos nivasan1928@gmail.com

São Paulo

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DISPARATE

Certa senhora, tempos atrás, foi eleita senadora por São Paulo. Recentemente, resolve dar as costas para seus eleitores e, numa brincadeira de mau gosto, candidata-se à prefeitura dos paulistanos. No domingo, sofreu vergonhosa derrota, e hoje volta a usufruir das benesses do Senado. Podemos continuar a aceitar esse disparate? Até quando?

Nelson Penteado de Castro pentecas@uol.com.br

São Paulo

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'NUNCA FUI DE ESQUERDA'

Marta Suplicy 9% nunca foi de esquerda.

Luiz Henrique Penchiari lpenchiari@gmail.com

Vinhedo

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RECADO DAS URNAS

Eu ouvi o seguinte recado das urnas eletrônicas de São Paulo: "Martaxa", não foi eleita?! Então, relaxa e goza, querida! Celso Russomanno, se está bom para as duas partes, caso encerrado! "Malddad", que saudades sentiremos de vocês, meu caro! Seu empirismo de "PosTe", seu exPerimenTalismo e sua improvisação na maior cidade da América do Sul, coisa que os paulistanos não "entenderam", nos levam a dizer apenas uma coisa: "Tchau, querido!" E PT saudações!

Renato Amaral Camargo natuscamargo@yahoo.com.br

São Paulo

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O GUETO DE MARICÁ

Lendo as notícias sobre a eleição municipal, procurei informações sobre o desempenho do PT no Estado do Rio de Janeiro. Com lupa, descobri que conseguiu eleger um único prefeito e com surpreendentes 96% da votação. E o lugar se chama Maricá, aquele que foi ironizado pelo prefeito derrotado Eduardo Paes. Sinceramente, tenho pena dos seus moradores. Com o PT em extinção, creio que eles devem temer pela desvalorização dos seus bens. E o risco de virarem uma Cuba ou Venezuela em miniatura. Quando for para a região dos lagos, vou evitar aquele caminho.

Iria De Sá Dodde iriadodde@hotmail.com

Rio de Janeiro

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ANTIPETISMO?

Para aqueles que querem diminuir a vitória do eleito em primeiro turno João Dória e do governador Geraldo Alckmin, precisamos lembrar e comparar 2014 e 2016. Na eleição presidencial havia claramente a divisão entre o "nós" (PT) e o "eles" (PSDB) e entre eles apenas uma Marina Silva enfraquecida pela tragédia. Já em 2016, em São Paulo, não tinha como criar o clima do "nós" ou "eles" porque, entre o PT e o PSDB, havia dois candidatos muito fortes: Celso Russomanno, com todo o peso do seu histórico político e a força do seu partido, e Marta Suplicy, com o PMDB e seu passado. A vitória inédita no primeiro turno do sr. João Dória é mérito pessoal dele e, em especial, do seu padrinho político, o governador Alckmin, principalmente por sabermos todos que, de olho em 2018, quadros importantes e fortíssimos do PSDB paulista viraram as costas para a dupla.

Maurício Lima mapeli@uol.com.br

São Paulo

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MUDANÇA DE DISCURSO

Será que nos enganamos mais uma vez? Em menos de 24 horas João Dória já mudou seu discurso de campanha a respeito de congelamento dos impostos. Será que já mudou de "gestor" para "político", como todos os outros em quem já não acreditamos?

Ângela M. de Souza Bicho angela_bicho@Hotmail.com

Santo André

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ESPERAR PARA VER

A vitória de Dória em São Paulo expôs a falsidade destes ditos "democratas" petistas. Acusam os paulistanos de votarem num "coxinha", representante da elite, um empresário "sem experiência". Ora, sem experiência eram Dilma, Lula e Haddad, que nunca geriram sequer um carrinho de cachorro quente! Dória tem muita experiência em gestão e é muito bem sucedido. Ele foi bem votado inclusive nas regiões mas pobres da cidade. O único bairro que não lhe rendeu maioria, votando em Haddad, foi Pinheiros, um bairro de... elite! A elite, senhores, vota Haddad, vota PT. Vimos Lula e seus seguidores maldizendo os paulistanos. Nunca antes os petistas deixaram tão escancarada a sua opinião de que o povo só é sábio quando vota no PT. Caso contrário, é ignorante, reacionário, fascista, cretino! Expoentes "intelectuais" do partido chegaram a pregar, nas redes sociais, a morte daqueles que ousaram votar em outro que não fosse seu candidato. É esta gente que reclama de um tal "clima de ódio", acreditem! Na realidade, o PT e as esquerdas em geral nutrem solene desprezo pelo povo, quando não conseguem leva-lo pelo cabresto. É triste, mas para eles somos apenas peões, condenados apenas a obedecer sua vontade. Não aceitarão facilmente a rebelião do rebanho que considerava todo seu. Essa gente é traiçoeira, vil e vingativa e está cheia de ódio de São Paulo. Que Dória esteja preparado para as inúmeras sabotagens, armadilhas e pautas jornalísticas maldosas que o PT preparará a fim de prejudicar ao máximo sua gestão e "punir" os paulistanos pela sua desobediência. É esperar para ver. Alguém poderia lembrá-los de que 2018 não está distante e os paulistanos sabem reconhecer tramoias petistas como ninguém. Responderão à altura.

M.Cristina Rocha Azevedo crisrochazevedo@hotmail.com

Florianópolis

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'POSTES'

A figura do "poste político" é criação recente da mente deturpada do "fenômeno surreal" Lula, o apedeuta ilusionista que chegou ao poder por contar com votos de milhões de eleitores incautos ou iludidos. Hoje, na mira da Operação Lava Jato, ele não pode mais esconder sua real e nefasta imagem. Por isso, o uso da qualificação "poste" somente vale para Dilma e Haddad, afiliados do megalômano Lula, e não de forma atualizada para designar o prefeito eleito de São Paulo que tem uma saudável biografia de gestor, independentemente do apoio recebido do governador Alckmin.

Paulo Eduardo Grimaldi pgrimaldi@uol.com.br

Cotia

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A AÇÃO DA LAVA JATO

Não resta a menor dúvida de que a ação redentora e esclarecedora da Lava Jato em relação a muitos políticos e partidos foi a responsável pelos resultados desta eleição para escolha de vereados e prefeitos em todo o Brasil.

 

Luiz Bianchi luizbianchi@uol.com.br

São Paulo

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JOÃO DÓRIA

Luz na escuridão política. Um descendente de Rui Caetano Barbosa de Oliveira (o Águia de Haia) massacra o PT e se elege em primeiro turno prefeito de São Paulo.

Abdiel Reis Dourado  abdiel@terra.com.br

São Paulo

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CHEGOU O DIA

Lembram-se disso: "Eu não tenho nada contra o Suplicy, eu não quero é o PT mandando aqui?". Este era o Duda nos tempos em que ele ainda não fazia as campanhas do PT. E, finalmente, esse dia chegou, e o PT não manda mais aqui. Nem aqui nem na minha Santos. Nem nunca mandou em Salvador, a terra da minha mulher, de meus filhos e um pouco minha também. Só tenho o que comemorar e cantar: "Aleluia, aleluia!".

Luiz G. Tressoldi Saraiva lgtsaraiva@uol.com.br

São Paulo

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ALMA LAVADA

Estou de alma lavada... a jato. Haddad foi cassado pelo povo paulistano. Com ele se vão Jilmar Tatto das ciclovias vazias, o amargor das Erundinas da vida, as balelas do despreparado e aventureiro Russomano, a falsidade de "Martaxa" arrependida, os fujões do PSDB que se juntam de qualquer maneira a antigos inimigos pensando ser espertos, alguns caciques do PSDB, onde sempre tem mais cacique do que índio, Lula e sua perniciosa presença e, finalmente, a goleada Dilma e seus 54 milhões de votos. Viva São Paulo! Viva o Brasil, que tem jeito!

Cecilia Centurion ceciliacenturion.g@gmail.com

São Paulo

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ELEIÇÕES 2016

Enquanto aqui, na provinciana Porto Feliz, não há exatamente uma saída (leia-se "candidato bom") para a prefeitura; a aposta inovadora da cidade de São Paulo tem ares de futuro promissor. Ao prefeito (logo ex) Fernando Haddad, o meu "tchau, querido".

Sérgio Eckermann Passos sepassos@yahoo.com.br

Porto Feliz

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PELAS PRIVATIZAÇÕES

Quando, em 2009, a então candidata à Presidência Dilma Rousseff disse ser a favor de um "Estado forte", chegamos a nos arrepiar, porque isso significaria repartições e estatais superlotadas de pessoas nem sempre competentes, mas com robustos salários. Não deu outra, e hoje a receita do País não acompanha os gastos públicos. Portanto, quando ouço hoje os candidatos derrotados à Prefeitura de São Paulo denegrir ostensivamente projetos de campanha do prefeito eleito, João Dória, de privatizar, como se o ato fosse o fim do município, só podemos ficar tranquilos. Porque a função do Estado deveria ser apenas fiscalizar, cuidar da saúde e da educação. Estado forte, cheio de penduricalhos, já mostrou que não funciona. Apenas em São Paulo temos 2 milhões de desempregados, resultado das políticas erradas do passado. Que o prefeito João Dória realmente seja um bom gestor e que traga São Paulo, maior e melhor cidade do País, para a modernidade. Chega desta esquerda jurássica e ultrapassada.

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

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DÓRIA E OS BRANCOS E NULOS

O governador de São Paulo elegeu seu candidato, que perdeu para os votos nulos e brancos. O Estado mantém obras do metrô paradas, superlotação no metrô, caos no funcionamento dos trens urbanos e do metrô, órgãos públicos estaduais com funcionamento caótico, infestação de pedágios caros pelo Estado, presídios superlotados, segurança pública falida, superlotação de presídios, museus caindo, funcionários descontentes com baixos salários, etc. Os votos nulos e brancos demonstram insatisfação geral. A imprensa paulista de São Paulo passa a noção de que tudo vai bem, mas não é bem assim.

Edmar Augusto Monteiro eamonteiroea@hotmail.com

São Paulo

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VOTA, BRASIL!

O crescente desencantamento e desapontamento de grande parte da população com a política praticada pelos maus políticos é de tal forma marcante e gritante, sobretudo após os últimos nefastos 13 anos do corrupto e incompetente ciclo lulopetista, em vias de extinção, que a campeã de votos em São Paulo foi surpreendentemente a soma dos brancos, nulos e abstenções, num total de 3.096.000, deixando o vitorioso João Dória em segundo lugar, com 3.085.000. Para que o atual quadro seja revertido, será necessário mostrar ao eleitor que o Estado Democrático de Direito, a tão duras penas reconquistado, deu a ele novamente o sagrado direito de voto, após os anos de chumbo grosso do regime de exceção, de lamentável memória. Além disso, deverá ser empreendido forte e rigoroso combate à prática de malfeitos e ilícitos de toda ordem, com uma renovação dos quadros políticos, gestão proba, transparente e eficiente. Como se sabe, a urna é o símbolo maior da democracia e votar não deveria ser uma obrigação imposta pelo Estado, mas, sim, o saudável exercício de poder fazê-lo, com responsabilidade e consciência. Não votar é renunciar a esse direito fundamental numa sociedade democrática e livre. Vota, Brasil!

J. S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo

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SOPA DE LETRINHAS

A matéria "Eleições municipais têm a maior dispersão partidária da história" ("Estadão", 3/10) é indicadora de quão intensamente nossa democracia vem sendo praticada, felizmente. Nada menos que 35 partidos concorreram (ou ainda concorrem em segundo turno) em 5.568 municípios. Mais de 16 mil candidatos a prefeitos. Algo do tamanho de 300 mil candidatos a vereador. Impressionante! As siglas desses partidos formam uma verdadeira sopa de letrinhas em nosso caldeirão democrático, em que o sistema é o de governos de coalizão, com o Executivo refém do Legislativo para poder implementar seus projetos. Infelizmente, algumas siglas dessa sopa pertencem a meros partidos "balcões de negócios", conforme a mídia leva a acreditar. A isso se some outra triste realidade, independentemente de qual seja o partido - há políticos inaptos para suas funções e desatentos aos princípios éticos. O eleitor até pode ser analfabeto, inculto, etc., pois isso lhe pode ter sido reservado pelo destino. Porém, quando se trata de opção pela profissão de político, o mandatário de eleitores terá de ser, no mínimo, apto para o múnus. E mais, terá de se pautar pelos rigorosos princípios da ética. Mas aptidão e ética, infelizmente, nem sempre se veem na política. E isso arranha seriamente aquela democracia arduamente reconquistada em 1988. Transpondo-nos para os 27 Estados, o Distrito Federal e o ente Federação, vemos o que nos espera, se medidas urgentes não forem tomadas para sanar esse problema recorrente no seio de nossos políticos. Não somente os participantes do Legislativo, mas também os integrantes do Executivo podem ser despreparados e antiéticos. Somente a Ficha Limpa não vai resolver. Temos de impor aos políticos os quesitos da aptidão e do apego aos princípios éticos como precondição de admissibilidade do registro de suas candidaturas nos tribunais eleitorais. A OAB, o Judiciário, o Ministério Público e outras entidades treinam seus profissionais dentro dos princípios das melhores práticas. Na OAB, e em muitas outras entidades, o profissional não será autorizado a praticar o ofício se não tiver sido aprovado num exame de proficiência. Então, na política, por que os interessados não são obrigados a obter uma graduação de políticos? Nessa graduação, matérias como Ética, Cidadania, noções de Orçamento e Gestão Públicos, no mínimo, têm de ser obrigatórias. Os Tribunais Regionais Eleitorais deveriam ministrar os cursos e aplicar os exames. A reforma política que está sendo idealizada será uma excelente oportunidade para a introdução disso. A democracia agradecerá. Com certeza, quando nossa política ganhar mais credibilidade, a sigla ABN - partido dos Ausentes, Brancos e Nulos - terá pouquíssima influência no sabor dessa sopa de letrinhas.

Flávio G. B. Nunes flaviogonzaganunes@gmail.com

São Paulo

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ASCENSÃO E QUEDA

Cumprimento o excelente professor Denis Lerrer Rosenfield, que conseguiu com toda clareza e perfeição, no seu artigo "Cela 13", de 3/10/2016, resumir com minúcias o que foi o "fenômeno" lulopetismo, desde a sua ascensão até sua queda. Espero que a queda seja definitiva. 

Luiz Bedran lcbedran@gmail.com

Vitória (ES)

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'CELA 13' 

 

Com imenso apoio da população, o juiz Sérgio Moro pode pôr na cela 13 o que resta de podre na política brasileira. O Brasil, daqui para a frente, só quer gente como Dória, que tem clareza em combater o Estado patrimonialista e não se envergonha de ficar rico pelo estudo, trabalho, competência e honradez. Ele é exemplo para nossos filhos.

Nilson Otávio de Oliveira noo@uol.com.br

Valinhos

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CASO PERDIDO

Numa de suas últimas e eloquentes aparições, Lula conclamou a população a não depositar ódio nas urnas. Essa declaração é mais uma das incontáveis ilações etí(li)cas desta execrável criatura e uma das maiores manifestações de afronta e desprezo à inteligência de quem acompanha a trajetória deste câncer político que contaminou e está levando à morte o nosso país. É inacreditável que sua voz ainda se faça ouvir e encontre eco entre acólitos e partícipes do butim que implantou nos cofres públicos. Em seu projeto de poder eterno sempre constou o plano de disseminar o ódio entre as classes ("eles" x "nós"), por meio da tez da pele, da cor dos olhos e da origem de nascimento, para obter a separação do povo e surgir como um ser supremo capaz de administrar as diferenças e governar para todos. O dividir para conquistar sempre foi seu objetivo. Agora, que os brasileiros, graças à Operação Lava Jato e a Sérgio Moro, principalmente, acordam de sua letargia e resolvem varrer do cenário esta organização criminosa que se autodenomina partido, o inominável vem pedir que não depositemos ódio nas urnas, mas, sim, uma concordância com a permanência do prostíbulo instalado em suas duas gestões e na de sua lamentável sucessora? Sua desfaçatez não tem registros nos anais da psiquiatria clínica ou forense. É caso de internação em manicômio de segurança máxima. Não carece de nenhum estudo, pois é definitivamente um caso perdido.

Rebato Otto Ortlepp renatotto@hotmail.com

São Paulo

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GOLPE CONTRA O PARTIDO

Os políticos do PT estão acusando toda a Justiça, a imprensa e a maioria do povo brasileiro de golpe contra o partido. Quando será que vão entender que este discurso não convence nem seus   eleitores? Estamos falando de crimes praticados!

Luíz Frid luiz.frid@globomail.com

São Paulo

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IRREVERSÍVEL

Ninguém suporta mais ouvir dos derrotados as expressões "Golpe", "Fora Temer" e "54 milhões de brasileiros elegeram Dilma". É lamentável tanta enganação. Eles precisam respeitar a Constituição e reconhecer, daqui para a frente, com base nas eleições municipais, transformadas numa derrota acachapante, que o PT e seus aliados estão em queda irreversível.

José Wilson de Lima Costa jwlcosta@bol.com.br

São Paulo

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DILMA E O PISTOLÃO NO INSS

No dia posterior ao seu impeachment, a ex-presidente Dilma deu uma procuração ao amigo e ex-ministro da Previdência, Carlos Eduardo Gabas, para que requeresse sua aposentadoria. Até aí, tudo bem! Porém, conforme reportagem publicada na revista "Época", Gabas, como pistolão de Dilma, entrou pelas portas dos fundos da agência da Previdência Social do Plano-Piloto, que fica na Asa Sul de Brasília, não foi atendido no balcão, mas em especial, pela diretoria, ainda em regime de urgência, o que é fora do padrão do instituto. E, depois de 16 modificações no cadastro que não existia da ex-presidente, a diretora da agência, Fernanda Cristina Doerl dos Santos, no mesmo dia e em tempo recorde, concedeu o benefício a Dilma, pelo valor teto de R$ 5.189, 82. Um escândalo, ou uma nova pedalada de Dilma Rousseff, que se valeu de excrescente privilégio! Isso porque, para qualquer cidadão brasileiro, mesmo que tenha seus documentos em ordem, entre o agendamento necessário até a concessão do benefício, esse processo leva em média 74 dias. Nesse sentido, o presidente Michel Temer precisa suspender este benefício, por inescrupuloso abuso de poder. Ou, melhor: mais um golpe desta cria de Lula que se apregoa honesta.

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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PESSOA INCOMUM

O PT está cheio de gente honesta. O mais honesto do mundo é réu ou investigado em vários processos. Dilma, que sempre declarou de boca cheia que é uma mulher honesta, aposentou-se em um dia, enquanto as "pessoas comuns", por quem ela diz que sempre trabalhou, demoram meses para se aposentar. Essa desonestidade em relação às pessoas humildes é muito pior do que várias falcatruas do partido da ex-presidente. Com essa atitude, ela mostra o quanto desrespeita este povo que acreditou nela.

Aldo Bertolucci accpbertolucci@terra.com.br

São Paulo

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CUIDANDO DE SI

A ex-presidente Dilma Rousseff já conseguiu sua aposentadoria. Rapidinho, rapidinho. Vocês acham que ela está preocupada com os 12 milhões de desempregados? Procurou cuidar de si. Nestas atitudes é que se vê quem são as pessoas. E tem gente que ainda a defende. Como há cegos neste país.

Panayotis Poulis ppoulis46@gmail.com

Rio de Janeiro

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APOSENTADORIA DE PARLAMENTAR

Cumprimento o "Estadão" por tratar de assunto desaparecido da mídia: a aposentadoria dos parlamentares. Trata-se da matéria da página B1 de ontem ("Aposentadoria média de parlamentar é 7,5 vezes superior à média do INSS"). Com efeito, o mandato político constitui um munus público, não uma profissão. O mestre Miguel Reale escreveu muito sobre isso. Daí que cada um dos parlamentares deve ter a sua própria profissão e sua previdência social. Além do que, conforme informado, trata-se de "aposentadoria 7,5 vezes superior à média do INSS". Infelizmente, carecemos de educação política suficiente para que um trabalhador possa ler e compreender as notícias de jornais de qualidade. 

 

Maria Garcia

São Paulo

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E A CONTRIBUIÇÃO?

Muito interessante a reportagem pela qual soubemos que a aposentadoria média dos parlamentares é 7,5 vezes superior à média do INSS (4/10, B1). Entretanto, faltou a informação sobre o valor da contribuição mensal dos nossos congressistas, porque os trabalhadores brasileiros contribuem, por 30 a 35 anos, mensalmente, com 11% de sua futura aposentadoria, acrescidos dos 20% pagos por seus empregadores, o que nos isenta totalmente de culpa pelo tão falado "rombo da Previdência". 

Luiz Antônio Alves de Souza  zam@uol.com.br

São Paulo

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GREVE DOS BANCÁRIOS

A greve dos bancários completa 30 dias com impasse nas rodadas de negociação. Milhares de trabalhadores que recebem salário no quarto dia útil do mês e milhares de aposentados e pensionistas que recebem no quinto dia útil podem ser prejudicados em sua subsistência por causa da insensibilidade dos banqueiros, que lucraram muito durante a crise e, mesmo assim, pagaram altos dividendos aos acionistas. A desumanidade da situação mostra que não há responsabilidade social pelo mercado financeiro. A queda de braço só terminará com uma oferta um pouco melhor nas condições salariais e de trabalho e sua plena aceitação pelos sindicatos. 

 

Luiz Roberto Da Costa Jr. lrcostajr@uol.com.br

Campinas

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PASSOU DA HORA

O direito de greve existe, mas regulamentado. Essa greve dos bancários (sindicatos) e a posição inflexível dos bancos estão causando prejuízos materiais e morais a muita gente que, sob o meu ponto de vista, poderá pleitear junto do Poder Judiciário, contra quem de direito, os devidos danos materiais e morais. Já está passando do tempo de a Justiça Trabalhista intervir e impor uma decisão que seja obrigatoriamente cumprida pelas partes interessadas. Chega de o País ficar na dependência de interesses particulares de quem DEVE prestar serviços a toda a população.

Oscar Rolim Júnior rolimadvogado@gmail.com

Itapeva

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SINDICALISTAS ATORDOADOS

Esta greve promovida pelo sindicato não é para reivindicar direitos para os bancários, ela tem como finalidade simplesmente tumultuar e prejudicar a vida dos cidadãos de bem que não têm acesso a serviços eletrônicos. Esta greve absurda está ocorrendo porque os sindicalistas, ligados ao PT e à CUT, estão atordoados e em desespero com o trabalho da Polícia Federal, que está expondo todas as falcatruas e acabando com as mordomias do grupo petista e de outros comparsas. Espero que continue esse trabalho sério da Polícia Federal e do Ministério Público, pois eu somente vou acreditar efetivamente na justiça brasileira quando ela alcançar o principal mentor do projeto de todas essas maracutaias, que se preocupou somente com o enriquecimento próprio, o dos companheiros, familiares e do partido, com o objetivo de se manter no poder e tornar o País uma Venezuela. Estou falando do "mais honesto" do País: Lula.

Waldir Cassapula waldir.cassapula@gmail.com

São Paulo

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TIRO NO PÉ

Não há nenhuma regra de manter um porcentual mínimo de agências bancárias abertas? Qual a base legal de um sindicalista ameaçar quem quer trabalhar? Que o sindicato dos bancários é PT e que o PT é adepto do "quanto pior melhor", disso já se sabe. Que os pobres são para o PT mera massa de manobra também já ficou claro. O que preocupa é a falta de uma reação firme de quem deveria defender os coitados que, sem acesso a banco pela internet, estão perdendo prazo de pagamento, sofrendo nas filas de lotéricas. E, nesta crise econômica brava, dizer o que de uma exigência de reajuste salarial 5% acima da inflação? Logo, logo, vamos aprender a viver sem bancários. E espero que nossos legisladores entendam que tanto poder nas mãos dos sindicatos é um tiro no pé, que vai contra os esforços de geração de empregos, em todas as categorias profissionais.

Silvia C. R. de Vasconcellos phisiamed@gmail.com

Jundiaí 

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MONUMENTOS PICHADOS 

Sim, a sociedade brasileira está doente. Na semana passada, na mesma noite, picharam dois monumentos públicos diferentes em São Paulo - a estátua do Borba Gato e o Monumento às Bandeiras -, e em nenhum desses casos por ali passou uma viatura policial em serviço? Nem um cidadão que por ali transitava notou algo estranho que justificasse um telefonema para as autoridades? A única hipótese para tanto desinteresse pela coisa pública seria a crença dos cidadãos de estar ocorrendo um evento noturno tipo "Pichações Artísticas", autorizadas e promovidas pela Prefeitura e que infestam e emporcalham a cidade de São Paulo.

Frederico Fontoura Leinz fredy1943@gmail.com

São Paulo

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A LÓGICA DO ESTADO ISLÂMICO

Escreveu um leitor (1/10, A3), sr. Carlos Renato Floriano, que o Monumento às Bandeiras, de Victor Brecheret, deveria ser derrubado, pois "bandeirantes eram bandidos da pior espécie". Se seguirmos sua esdrúxula premissa, deveríamos pôr abaixo o próprio Coliseu, de Roma, dentro do mais rigoroso conceito islâmico ortodoxo que demoliu monumentos milenares, de patrimônio da humanidade. 

Fabio Porchat fabioporchat@gmail.com

São Paulo

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PRIMITIVISMO

A opinião do leitor sr. Carlos Renato Floriano, publicada no "Fórum dos Leitores" de 1/10, favorável à derrubada do Monumento às Bandeiras, é de um primitivismo absoluto somente comparável ao Estado Islâmico, que implodiu monumentos históricos nas áreas sob seu domínio. Esta opinião demonstra o resultado da falta de investimento em educação em nosso país, que forma pessoas sem os conhecimentos básicos sobre a evolução da sociedade e o aprimoramento de seus valores.

Marcelo de Carvalho Braga marcelocbraga@uol.com.br

São Paulo

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PROTESTO

Registro meu protesto pela manifestação do leitor sr. Carlos Renato Floriano, que qualificou os bandeirantes como "bandidos", devendo seu monumento em São Paulo ser demolido. O Brasil é o gigante continental de hoje graças aos bandeirantes, que foram os agentes ativos de uma época heroica de conquistas. A humanidade, sem exceção, evoluiu mediante as incursões e conquistas de seus providenciais "bandidos". Ao sr. Floriano, diante de sua manifesta ignorância, aconselho ler "História das Bandeiras Paulistas", do ilustre escritor Afonso Déscragnolle Taunay, que registra a singularidade deste movimento no conjunto da história universal.

Edgardo Pereira Mendes Junior epdegas@gmail.com

São Paulo

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O PAÍS E SEU PASSADO

O leitor sr. Carlos Renato Floriano disse que não gosta de pichação, como eu. Porém, quanto a derrubar um monumento que homenageia e marca a nossa história, isso é um absurdo! Saiba que o povo que não preserva o seu passado não faz história. A família de meu falecido pai, Olavo Dias de Souza, é descendente de Fernão Dias Pães (ele era a 14.ª, eu sou a 15.ª descendente dele) e tenho muito orgulho disso. Temos parentes que muito contribuíram para esta nação ser grande, livre e próspera, o que não é fácil! Meus pais nos educaram muito bem. Eu e meus irmãos cumprimos bem nossos deveres com a Pátria, com a sociedade e, principalmente, com a família, que é onde se forma o caráter de uma pessoa. Portanto, sr. Carlos, toda a nossa história deve ter alguma coisa de bom e ser preservada.

Maria L. de Souza Schraider malu.schraider@terra.com.br

São Paulo

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HISTÓRIA

Um ato tão estúpido como pichar monumentos que contam a história de uma nação é um atestado de ignorância, de estupidez de um povo que não conhece a história que São Paulo escreveu no desenvolvimento do Brasil. Algumas pessoas que dizem que os "bandeirantes foram bandidos da pior espécie" não sabem que o crescimento de todas as nações do mundo foi feito com valentes que desbravaram matas, desertos e enfrentaram doenças, encarando perigos inimagináveis. Uma qualidade típica da brava gente paulista, que alargou nossas fronteiras, que se dispôs a criar um território tão grande quanto o Brasil e que ainda entregou sua vida pela Constituição em 1932 para mantê-lo. Somos bandeirantes com muita honra. Um adeus àqueles que nos odeiam, porque nossa história continuará de pé.  

Wilson Matiotta loluvies@gmail.com

São Paulo

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PICHADORES

Por que o crime cometido pela gangue de porcalhões das latinhas que esguicham tinta não está sendo reprimido como precisa? Por que não instituir um prêmio para quem ajudar a identificar esses predadores do nosso patrimônio? Por que não descontar do IPTU do imóvel atacado o que se gastar na limpeza da porcaria desses tarados? Por que, senhor prefeito? Por que, senhores vereadores? Por que, nossos dignos representantes? Por que os senhores responsáveis pela manutenção da ordem, da lei e da justiça não se manifestam? Por que não condenar a longas penas esses porcos, para que só possam reduzi-las limpando as porcarias que fizeram ou pintando prédios públicos? Por que, senhores?! Por quê?

Tharsis Silveira Barros tharsissilveira@bol.com.br

Araçariguama

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NA PORTA DE CASA

Uma pessoa mal educada estacionou o seu veículo na entrada da minha casa, em Pinheiros, neste domingo, 2/10. Chamei a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) para que retirassem o carro do infrator. Depois de algum tempo, a pessoa tirou o carro e pude estacionar o meu no lugar. Horas depois, a CET apareceu e autuou o meu carro e, por muito pouco, não o guinchou. Tentei explicar que o carro é meu, a casa é minha e que fui eu quem chamei a CET, mas não teve conversa. Terei agora de recorrer da autuação. Ou seja, o infrator me atrapalhou e saiu impune. Eu, que fui o prejudicado e acionei a CET, fui autuado e duplamente punido. Surreal. Só rindo mesmo de como as coisas funcionam errado e da inversão de valores que vivemos hoje no Brasil, com indústria de multas e os inocentes pagando pelos culpados.

Renato Khair renatokhair@uol.com.br

São Paulo

 

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