Fórum dos Leitores

Cartas enviadas pelos leitores do Estadão

O Estado de S.Paulo

10 Outubro 2016 | 05h00

CORRUPÇÃO

QG da delação

Os céticos diziam que a Lava Jato terminaria em pizza. Pois bem, atualmente os mesmos céticos devem estar convencidos de que o cardápio já está em caviar e, podem crer, ainda tem mais por vir. Bravo, Ministério Público! Bravo, Polícia Federal! Hoje já podemos ter esperança numa faxina política e da corrupção, brava gente brasileira.

ANTONIO CLAUDIO SALCE

claudiosalce@papirus.com

Indaiatuba

Furacão

Pela reportagem de capa do Estadão de sábado (8/10) que mostra o “bunker” instalado num dos mais caros hotéis de Brasília, com as ações coordenadas pelo todo-poderoso sr. Emílio Odebrecht, a delação premiada da Construtora Odebrecht, quando vier a público, terá efeito mais devastador do que o furacão Matthew, que deixou um rastro de destruição pelo Caribe e pelos EUA. Muitos políticos brasileiros, de vários partidos, já devem estar com as barbas de molho. E nós, eleitores brasileiros, estaremos torcendo para que o “furacão Odebrecht” atinja, sem exceção, todos os que abusaram dos “malfeitos” e quase levaram o Brasil à bancarrota.

ANTÔNIO CARELLI FILHO

palestrino1949@hotmail.com

Taubaté

Reverência

Existem coisas inexplicáveis. O PT apresentou-se aos brasileiros (incautos) brandindo a bandeira da ética, da decência e da transparência. Hoje figura como um dos – ou o maior – partidos mais corruptos do planeta. Esse fato suscita a pergunta: por que, apesar de tão verdadeira constatação, milhares de pessoas continuam a cultuá-lo? Que ciência pode explicar esse fenômeno?

JOSÉ CARLOS SALIBA

fogueira2@gmail.com

São Paulo

Sinuoso caminho

Os dirigentes (mandantes) do PT (importante partido político) tanto fizeram e mentiram que conseguiram que o partido da ética na política se tornasse o símbolo de partido “caso de polícia”. Estou errado?

SÉRGIO BARBOSA

sergiobarbosa@megasinal.com.br

Batatais

Renovação

Nem o PT aguenta mais. Após a ruína, petistas questionam e cobram Lula, acham que ele está retardando a renovação da direção do partido. Vários são os conselhos para o afastamento do chefão, bem como do atual presidente, Rui Falcão, de Jaques Wagner e Lindbergh Farias, ambos alvos da Lava Jato.

JÚLIO ROBERTO AYRES BRISOLA

jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

INSEGURANÇA PÚBLICA

Violência

O tema segurança pública tem sido largamente ignorado pelas autoridades. Em média registram-se 60 mil homicídios por ano no País. A despeito dessa tragédia, não ouvimos nenhuma autoridade do Executivo, Judiciário ou Legislativo, nem mesmo candidatos durante a campanha eleitoral, advogar seriamente pela unificação das Polícias Civil e Militar. A organização atual é ineficaz, cara e insuficiente para controlar casos de abuso de poder ou corrupção. Ela também não passa na “prova dos noves” no primeiro ano de um curso de gestão de empresas. Já passou da hora de algum partido político propor com veemência a unificação das polícias estaduais, para o bem da sociedade.

HENRIQUE JOSÉ VICENZOTTO

hvicenzotto@gmail.com

São Paulo

Barbárie

Chocante o episódio que culminou com o assassinato do agente socioeducativo Francisco Calixto, terça-feira passada, em Marília (SP). Dominado por menores custodiados pelo Estado na unidade da Fundação Casa , foi morto, no dia em que completava 51 anos de idade, a golpes de estaca feita com cabo de vassoura, que lhe perfuraram a garganta. Esse episódio vem lançar luz mais uma vez no anacronismo que cerca o direito criminal no País. O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que completou 26 anos em junho, e a própria Constituição federal, que acaba de completar 28 anos de sua promulgação, são exemplos cristalinos de como a classe dirigente do País demora uma eternidade para promover mudanças que tornem a legislação vigente compatível com a realidade atual. Como está hoje, certamente os facínoras que tiraram a vida de Calixto, ao completarem 21 anos de idade, serão postos em liberdade, rindo da cara da sociedade. Pobre País!

FERNANDO CESAR GASPARINI

phernando.g@bol.com.br

Mogi-Mirim 

TRANSPORTE PÚBLICO

Morte em Campinas

No início da semana passada, uma senhora de 81 anos foi atropelada e morta pelo próprio ônibus em que subia. Obviamente, o motorista está sendo indiciado, mas não vi nenhuma referência à qualidade dos ônibus que circulam na cidade. São indecentes, indignos, imorais. A altura do degrau é tal que já presenciei uma senhora subindo de joelhos. O espaço anterior à catraca é mínimo e a catraca é própria apenas para modelos anoréxicas. Quando poderemos contar com ônibus dignos de transportar cidadãos decentes?

NEUSA VERGINELLI THUT

teeneve@yahoo.com.br

Campinas

GOVERNO TEMER

PEC do Teto

É surpreendente que a Procuradoria-Geral, um órgão dos mais bem remunerados desta República dos privilégios, se insurja contra a PEC do Teto. 

GUSTAVO GUIMARÃES DA VEIGA

ggveiga@outlook.com

São Paulo

A aprovação da PEC do Teto é uma das mais importantes providências do governo Temer. Essa mudança na Constituição evitará a farra que vinha sendo feita nos últimos anos com o Orçamento da União e o dos Estados. Infelizmente, a oposição, não sei se por má-fé ou falta de aritmética, quer obstruir a votação, alegando que educação e saúde sofrerão decréscimos nos investimentos. Parece-me claro que isso não procede. O valor global não se alterará. Se um governante desejar investir mais em educação e saúde, deve abrir mão de construir viadutos, praças com fontes luminosas ou outras obras menos essenciais. E esse deve ser o motivo da resistência da oposição, pois não se poderá mais fazer obras que lhe conferiram votos – ou superfaturamentos... Creio que se o presidente Michel Temer, experiente político e negociador, conseguir aprovar a PEC no Congresso já terá cumprido grande parte de sua missão e poderá entregar o País com condições propícias para pôr a economia nos trilhos. 

MÁRIO NEGRÃO BORGONOVI

marionegrao.borgonovi@gmail.com

Rio de Janeiro

DISCUTIR 2018 É BOBAGEM

O primeiro turno da eleição 2016 mal terminou e caciques do PSDB já discutem quem será o candidato do partido a presidente em 2018. Isso é conversa mole de tucano literalmente ocioso. Isso porque, primeiro, o PSDB, como sigla que mais cresceu neste pleito, se realmente almeja voltar ao Planalto, precisa neste momento ficar ao lado do presidente Michel Temer, ser fiel guardião da recuperação da nossa economia e da urgente geração de milhares de empregos. O resto é conversa mole para boi dormir. Ou os tucanos não percebem que o povo brasileiro está demonstrando que anda acompanhando mais os acontecimentos, na maioria das vezes de indignar, que infelizmente produzem a classe política nacional? O eleitor deu seu duro recado nas urnas contra os quase 14 anos de desmandos e corrupção do Partido dos Trabalhadores (PT), quase transformando-o num partido nanico, pelo número reduzido de prefeituras que conquistou. E assim também não será diferente em 2018, com qualquer outro partido, e principalmente com o PSDB, se a economia não se recuperar e a geração de novos postos de trabalho não for suficiente para acolher nas empresas os 12 milhões de desempregados espalhados pelo País. Por esse motivo, discutir agora quem será entre os tucanos o candidato a 2018 é improdutivo, um retrocesso ou uma tremenda bobagem.

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos 

IMISCÍVEIS

Claramente, há dois PSDBs. Um pertence ao governador Geraldo Alckmin e seus seguidores, e outro ao ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, coadjuvado por José Serra. E, aparentemente, os dois são imiscíveis. É possível que, se não existisse a referida divisão, a história contemporânea do Brasil fosse outra. Tal conjectura se prende ao ocorrido na eleição presidencial de 2006, na qual, contra todas as expectativas, Alckmin conseguiu passar para o segundo turno para disputa com Lula. Se naquele momento ele tivesse recebido apoio consistente, o que não aconteceu, haveria uma boa probabilidade de sair vitorioso no segundo turno, e o País hoje certamente seria outro. Permanece o segredo a respeito dos projetos estratégicos que levaram a tal posicionamento. A propósito, alguém viu FHC ou Serra cumprimentar João Dória pela espetacular vitória em primeiro turno para a prefeitura da maior cidade do Brasil?

Paulo Roberto Gotaç

pgotac@gmail.com

Rio de Janeiro

TOMA LÁ DÁ CÁ

Na hipótese de que João Dória Junior se revele como um bom prefeito, que é o que todos esperam, já pode se considerar como o próximo governador de São Paulo e, por tabela, Geraldo Alkmin presidente da República. Simples assim! 

Gildete do Nascimento mgildetenascimento@bol.com.br

São Paulo

ELEITORES CANSADOS

A contundente vitória de Dória no primeiro turno das eleições municipais em São Paulo é prova inconteste de que os eleitores estão cansados dos políticos profissionais. Por outro lado, o elevado índice de abstenção nas urnas reforça a tese do fim do voto obrigatório e da reeleição, a fim de permitir o surgimento de novos candidatos e o fim do nepotismo na política.

Marcos Abrão

m.abrao@terra.com.br

São Paulo

AO TRABALHO

Espero que o impeachment de Dilma Rousseff e o resultado das eleições de 2016 marquem a volta ao poder da elite que paga impostos. Desde Lula, o Brasil vinha sendo governado pelos isentos, aqueles que não têm renda e não pagam impostos. Essa elite que pagou para estudar, que trabalha, produz e paga os impostos mais altos do planeta carrega nas costas a turma que vive de cesta básica, de Bolsa Família, a turma que não estuda nem trabalha e não está interessada em nada disso. Quem sempre bancou a festa da cesta básica foi a elite, pessoas como o novo prefeito de São Paulo, que paga milhões em impostos. Está na hora de as pessoas pararem de sentir vergonha de serem bem-sucedidas, porque carregam o Brasil nas costas. 

Mário Barilá Filho

mariobarila@yahoo.com.br

São Paulo

INCOMPETENTISMO

João Dória venceu no primeiro turno em São Paulo e todos falam numa onda antipetista. É verdade. A Operação Lava Jato e as denúncias de corrupção, muitas delas já provadas e comprovadas, seja por pessoas do PT ou ligadas ao PT, realmente ajudaram a criar essa onda que praticamente varreu o partido da cidade e do Estado de São Paulo. Mas não foi só isso. E aí eu vou acrescentar um termo à nossa Língua Portuguesa tão maltratada ultimamente. O termo é "incompetentista". Porque aqui, em São Paulo, por exemplo, a atual administração petista é de um incompetentismo absurdo. O que fez o sr. Fernando Haddad nos últimos quatro anos? Pintou as ruas - não me venham chamar aquilo de ciclovia. Alterou os limites de velocidade nas vias da cidade - 50 km/h nas Marginais chega a ser uma irresponsabilidade. E o que mais ele fez? A saúde só fez piorar. Na educação ele continuou o que havia feito como ministro da Educação: absolutamente nada. O transporte público não carece de comentários. Qual foi o grande legado do sr. Fernando Haddad para a cidade de São Paulo? Quem citar apenas um ganha um carro. Por isso é que eu concluo dizendo que houve, sim, um movimento antipetista, mas não só pela corrupção, e sim pela total incompetência mostrada durante a sua gestão, sr. Fernando Haddad. Tchau, querido.

Luiz G. Tressoldi Saraiva

lgtsaraiva@uol.com.br

São Paulo

PASSADO NÃO TÃO DISTANTE

Entrevistado pelo "Estadão" nos escritórios do Grupo Doria, nosso novo prefeito aparece em fotos ao lado de várias personalidades, como FHC e Luiz Inácio Lula da Silva. Seriam os famosos esqueletos no armário? Ops! 

Eleonora Samara

eleonorsamara@bol.com.br

São Paulo

CLARO RECADO

Os que votaram em São Paulo deixaram de lado duas ex-prefeitas e o atual prefeito para escolher João Dória, sem experiência na complexa administração municipal. No caso de Haddad, perceberam que compraram gato por lebre. Mandaram claro recado de que precisam de muito mais do que mudanças de fachada (faixas para bicicletas) e de que não devem ser tratadas à base de castigo (aumento das multas sem correspondente melhoria no trânsito).

Omar El Seoud  

ElSeoud.USP@gmail.com

São Paulo

POUCO RESTOU

Destemperado, derrotado, desprezado e desequilibrado, o desprezível ex-presidente Lula escancarou toda a sua estupidez em João Dória e, de quebra, em Fernando Collor. O prefeito eleito com votação consagradora e o ex-presidente e senador, que elegeu e reelegeu dezenas de vereadores e prefeitos em Alagoas, não têm vocação para bucha de canhão dos ataques enfurecidos e etílicos do melancólico Lula. As urnas mostraram que resta ao petista muito pouco em termos de honradez e de respeito. Lula acabou. Só ele não percebeu.

Vicente Limongi Netto

limonginetto@hotmail.com

Brasília

IRONIA

A vitória por unanimidade de João Dória nas prévias do PSDB para candidato a prefeito de São Paulo acabou provocando a surpreendente saída de Andrea Matarazzo do partido, inconformado com a derrota.  Como ironia da História, durante os próximos quatro anos o prefeito eleito administrará a cidade na sede da Prefeitura, o Edifício Matarazzo...

J. S. Decol

decoljs@gmail.com

São Paulo

O PREFEITO E OS PARLAMENTARES

A esperteza do futuro prefeito de São Paulo ficou caracterizada na sua jogada de se colocar nas eleições como candidato a gestor, e não como um político. Ele por certo avaliou o desgaste da classe política dos últimos tempos. Fica, agora, o desafio, ou seja: como ele vai se relacionar com os parlamentares de todos os níveis? Afinal, todos se colocam como políticos militantes e agem visando a linha política de seus partidos. Por certo, o futuro gestor não deu uma contribuição positiva com esse procedimento. 

Uriel Villas Boas

urielvillasboas@yahoo.com.br

Santos

SEGUNDO TURNO NO RIO

O segundo turno da eleição municipal da cidade do Rio de Janeiro, no que diz respeito ao resultado determinado pela vontade dos eleitores, mostra que os cariocas carecem de lideranças políticas que encontrem um norte para a tranquilidade de seus habitantes, cuja bússola não foi encontrada nas urnas. Os eleitores do Rio deram ao primeiro colocado, Marcelo Crivella (PRB), 27,78% dos votos válidos; e ao segundo colocado, Marcelo Freixo (PSOL), o equivalente a 18,26%, não chegando a 50% a soma dos votos válidos para os dois primeiros colocados. Dois partidos sem força política nacional dominaram a política num dos mais importantes redutos nacionais. Corre nas redes sociais que ao povo carioca são apresentadas três opções: 1) votar no bispo da Igreja Universal e ver o Rio ser dominado pelos evangélicos; 2) entregar a cidade ao PSOL de Marcelo Freixo e, de repente, ver Jean Willys na Educação, Chico Alencar na Cultura, Jandira Feghali na Saúde, Luciana Genro na Segurança Pública, Dilma nas Finanças e Lindbergh no combate ao tráfico de drogas; ou 3) fazer as malas e seguir para um dos aeroportos. O Estado e sua capital sofrem a maior crise econômica e política de sua história, sem embargo do sucesso absoluto da Olimpíada e da Paralimpíada. Pergunta-se: onde estavam o PSDB, o PMDB e o PT nessas eleições? A criminalidade está em alta na Cidade Maravilhosa, onde morrem mais policiais do que bandidos. Só resta ao carioca parodiar a excelente cantora da MPB Beth Carvalho: "E o povo como está, tá com a corda no pescoço".

Jair Gomes Coelho

airgcoelho@gmail.com

Vassouras (RJ)

DIGA-ME QUEM ÉS!

De um lado, militância e radicalismo aproximam Marcelo Freixo de Lula; do outro, Marcelo Crivella abraça Garotinho e radicaliza na direção contrária. Em ambos os casos, os discursos serão brandos e a prática, perversa. Perde o eleitor carioca.

Ricardo C. Siqueira

ricardocsiqueira@globo.com

Niterói (RJ)

ALIANÇAS IMUNDAS

O candidato à prefeitura do Rio de Janeiro Marcelo Crivella reduz o tom das críticas e sai desesperado atrás de parcerias com seus opositores. Marcelo Freixo, também candidato à prefeitura da capital fluminense, apela para conseguir apoio de todos e fecha aliança com o combalido PT. São exatamente essas manobras nojentas que causam repulsa nos eleitores, que nem se dão ao trabalho de saírem de casa para votar. Se a disputa pelo segundo turno continuar nesse ritmo, o número de abstenções, votos nulos e brancos será ainda maior do que na primeira fase do pleito. 

José Carlos Saraiva da Costa

jcsdc@uol.com.br

Belo Horizonte 

AS OPÇÕES DO RIO

Com a escolha que já fez no primeiro turno, a cidade de São Paulo tem tudo para superar a trágico momento em que vivemos no País inteiro. No Rio, o próximo prefeito, escolhido para administrar a cidade, herdará: muitas obras a serem concluídas, como o vital BRT da Avenida Brasil; com o término da Olimpíada, o fim da licença para gastar sem preocupações com o futuro; na conta do megaevento, vários elefantes brancos aguardando um destino final; no plano federal, um governo imbuído do maior ajuste econômico da história do País; e, no plano estadual, um governo completamente no vermelho, literalmente falido. Nesse sentido, não adianta somente contar com a ajuda de Deus e, na outra opção, é drástico não contar com a simpatia e parceria do governo federal.

Abel Pires Rodrigues

abel@knn.com.br

Rio de Janeiro

SORTE

Para a sorte dos cariocas, a destemperada e fanática candidata apoiada pelo PT, Jandira Feghali, patinou, patinou, mas não saiu do lugar na sua inútil tentativa de se tornar prefeita da Cidade Maravilhosa. Obrigada, Cristo Redentor!     

 Maria Elisa Amaral

marilisa.amaral@bol.com.br

São Paulo

CIDADÃOS MAIS CONSCIENTES

Já que está sendo programada a reforma do ensino médio no País, que tal incluir na grade curricular noções sobre Direito Constitucional? Se o jovem pode votar aos 16 anos, por que não ensiná-lo a votar com responsabilidade? Não com propaganda partidária, mas com informações sobre a Constituição federal, a divisão dos Três Poderes, o que é Câmara dos Vereadores, a Câmara dos Deputados, o Congresso Nacional. Qual a função do vereador, do deputado e do senador. Só assim teremos no futuro cidadãos mais conscientes, sabedores de seus direitos e obrigações.

Eliana Pereira de Araujo Peccicacco

elianapecci@terra.com.br

Barueri

EDUCAÇÃO E TRÂNSITO

A reforma na educação oferece uma boa oportunidade para a inserção no currículo escolar de uma matéria obrigatória que poderia ser identificada como "Normas de Trânsito e Educação", já que campanhas esporádicas promovidas por órgãos públicos ou iniciativa privada têm sido inócuas para a melhoria da situação catastrófica do trânsito em nosso país. Pais, mestres e outros cidadãos, à medida que tivessem de esclarecer e educar filhos, alunos e outros cidadãos, estariam refletindo sobre o comportamento adequado no trânsito. A matéria seria ministrada em todos os níveis de ensino. A Carteira Nacional de Habilitação (CNH) só seria fornecida mediante a comprovação de bom aproveitamento no mencionado curso. Como todos os cidadãos são ou serão pedestres, motoristas ou ciclistas, facilitaria cada cidadão entender sua posição na relação.

Carlos Gonçalves de Faria

sherifffaria@hotmail.com

São Paulo

CRECHES PARA IDOSOS

Aproveito a recente eleição para sugerir aos novos prefeitos, em especial ao sr. João Dória, em São Paulo, a criação de creches para idosos gratuitas, conforme existem em muitos países, em especial no Japão. Famílias que têm pessoas idosas que necessitam de cuidados, ao saírem de casa para trabalhar, deixam seus parentes idosos nesses locais e os recolhem no fim da jornada, no retorno para casa. Por aqui, há casas de repouso particulares, muito poucas, inacessíveis à grande maioria das famílias.

Henrique Gândara

clineurohenrique@uol.xom.br

Ribeirão Preto

ECONOMIA

A análise da queda do Produto Interno Bruto (PIB) em agosto revela que o Brasil tornou-se um país que produz praticamente somente automóveis. Se não vende carros, não vende nada! É muito triste vermos nosso enorme país, com tanto potencial, reduzido a isso. É o resultado da política de "bons amigos" de Lula "et caterva". Privilegiou-se um setor e asfixiou-se todo o restante da indústria nacional, aniquilando-a. Com o País em recessão, é claro que poucos comprarão um carro zero e menos ainda o farão aqueles que têm noção de quão absurdos são os preços praticados no País. Quem, hoje em dia, não sabe que se paga duas ou três vezes mais por um carro no Brasil do que lá fora? Trocar o carro por um zero quilômetro é quase assinar atestado de otário. Também, neste aspecto, o brasileiro acordou. Já não aceita mais pagar gato por lebre. Portanto, não há de ser por aí, incentivando esta indústria automotiva cara e ineficiente, que o Brasil sairá do buraco em que o PT nos jogou. De outro lado, fala-se que os números indústria de alimentos caíram por causa "do clima". Balela! Fenômenos climáticos sempre existiram e o País sempre teve aumento de produção, com chuva ou sol. O último bastião de nossa economia que faltava ser derrubado pelo PT era o agronegócio. Conseguiram. 

M.Cristina Rocha Azevedo

crisrochazevedo@hotmail.com

Florianópolis

HORA DA VIRADA

O governo de Michel Temer não pode ser avaliado em apenas quatro meses de gestão, principalmente por ter assumido o cargo com um déficit da ordem de R$ 170 bilhões nas contas públicas, economia em frangalhos e lutando no Congresso Nacional para que reformas, urgentes e necessárias, como as polêmicas da Previdência e trabalhista, entre outras, sejam aprovadas. Portanto, de mãos atadas, por ter recebido essa maldita herança dos petistas lula e dilma (por favor, em minúsculas), é claro que a avaliação tende a estacionar e, com viés de baixa, enquanto a economia não deslanchar. E o primeiro passo para a arrancada está nas mãos do Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom), que se reunirá nos próximos dias 18 e 19 para definir a taxa básica de juros - a Selic. Como a inflação mostra tendência de queda, o IPCA fechou em baixa de 0,34% em agosto e as projeções do Banco Central, agora sem o cabresto, apontam com segurança que o centro da meta (4,5%) será alcançado em 2018, não há motivos para a manutenção da taxa básica na estratosférica marca de 14,75% ao ano. Uma reversão gradual agora se faz necessária para a virada da economia e mostrar ao mercado, ainda indeciso, que as projeções divulgadas não são meros "chutes", prática adotada pelo ilusionista e irresponsável governo anterior, que nos colocou à beira do abismo.

Sérgio Dafré

sergio_dafre@hotmail.com

Jundiaí

CAMPANHA PUBLICITÁRIA

O mote da campanha publicitária lançada pelo governo Temer - "vamos tirar o País do vermelho" - e que provocou a ira dos petistas na semana passada, não poderia ser mais exata. A passagem de Lula e de Dilma Rousseff pelo governo federal deixou literalmente rastros de destruição econômica, política e moral. Nada mais coerente e necessário, portanto, do que arrancar o País do "vermelho".

Luciano Harary

lharary@hotmail.com

São Paulo

'SAIR DO VERMELHO'

Mais uma vez o PT se coloca no centro do mundo: Rui Falcão está desolado com a campanha do governo Temer e fala que o objetivo dela é destruir o PT. "Vamos sair do vermelho." O sair do vermelho pode ser um recado para todos os vermelhos que prejudicam o nosso país em todas as suas ações. Lembro-me muito bem, eu era jovem e vivi a revolução de 1964, período em que o comunismo foi criminalizado e vivemos uma época rica e tivemos as maiores taxas de crescimento econômico que o Brasil já viu.

Ivan Bertazzo

contato@spiritcoffee.com.br

São Paulo

PASSARAM O RECIBO

Michel Temer, ao declarar que precisamos "tirar o Brasil do vermelho", estava se referindo às nossas finanças, especificamente. Mas o grupo "petralha" resolveu vestir a carapuça. Eles, que adoram o vermelho, acabaram passando o recibo.

Carlos E. Barros Rodrigues

ceb.rodrigues@hotmail.com

São Paulo

VESTINDO A CARAPUÇA

Desde os séculos19 e 20, podendo ser anterior a estes, escrituração contábil sempre foi feita a mão e lançamentos devedores eram escritos com caneta VERMELHA! Agora vem o PT querendo tirar do ar a propaganda do governo Temer por achar que pode ser conotativa ao rastro devastador que esse partido encarnado nos legou. Eles merecem!

Candida Barros

candy.barr@uol.com.br

São Paulo

SEM DESCONFIÔMETRO

Os opositores aos projetos importantes para recuperar a saúde econômica do Brasil precisam saber que, se não fossem as besteiras administrativas de Dilma e dos PTvarianos, dispensaríamos alguns remédios amargos para podermos sair da UTI.

Roberto Hungria

cardosohungria@gmail.com

Itapetininga

EMPREGO

Lula diz que tirou dezenas de milhões da pobreza. Não é verdade. O que, sim, ele fez foi dar um auxílio do governo à população pobre, o que é bom e necessário. Só que, tal como alguém que dá uma esmola, mas que não resolve o problema, este auxílio tem de ser renovado mês após mês, pois a pobreza dos pobres continua. Tirar pessoas da pobreza só se consegue dando empregos. Era hora de os governos se unirem e premiarem as empresas que se propõem a dar empregos aos beneficiários de bolsas do governo até o valor dos benefícios concedidos para incentivarem a contratação desta mão de obra. 

Jorge A. Nurkin

jorge.nurkin@gmail.com

São Paulo

 

AVALIAÇÃO

Não é preciso ser nenhum cientista político-econômico para concluir que a nossa atual e caótica situação econômica é ainda reflexo fortíssimo da administração anterior, ou seja, do governo do PT. Desta forma, não há como concordar com o resultado de uma pesquisa que desaprova veementemente o presidente Michel Temer, posto que desde que assumiu o poder luta desesperadamente para apagar o incêndio deixado por Dilma Rousseff. Que façam essa pesquisa daqui a um ou dois anos, e só assim será possível medir alguma coisa, efetivamente. Fala sério!

José Marques

seuqram.esoj@bol.com.br

São Paulo

A ECONOMIA E NOSSA CAMPANHA

Cai a produção industrial no País, inclusive a de alimentos. Mas sobe a produção de remédios. Isso prova que, com o desemprego, a população está comendo menos, mas sobe a falta da saúde, ajudando a subir a produção de remédios. Só em Brasília tudo está às mil maravilhas. Este Congresso Nacional parece que canta em uníssono: "Estou nem aí, estou nem aí" para as reformas que tirariam o País do fundo do poço. Além dos recados dados nas urnas no domingo 2/10, continuaremos em 2018 com nossa campanha: "Não reelegeremos ninguém, não reelegeremos ninguém". 

Beatriz Campos

beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

TRISTE RECORDE

O Brasil atingiu o triste recorde de ao menos 12 milhões de pessoas desempregadas, o que equivale a 11,2% da população economicamente ativa. Incompetência, corrupção, a taxa de juros mais alta do mundo, burocracia, altos tributos e a adoção de políticas econômicas desastrosas nos levaram a essa trágica situação. Parabéns, Dilma, Temer, Lula, Renan, Cunha, Aécio, Alckmin, STF e cia., por nos levarem ao buraco. Um país rico, pujante e continental, como é o nosso, com mais de 206 milhões de habitantes, um enorme mercado interno, povo criativo, empreendedor e trabalhador e com todas as condições de crescimento sustentável, jamais poderia estar nessa situação absurda e deveria assegurar com certa naturalidade uma vida digna para o povo brasileiro.

Renato Khair

renatokhair@uol.com.br

São Paulo

JUSTIÇA SOCIAL?

Os 12 milhões de desempregados no País não têm alternativa e devem continuar consumindo produtos e serviços. E, para isso, pagam impostos. E esses impostos são usados para pagar o funcionalismo que temos (salvo exceções), cercado de corrupção, má vontade, em greve e com salários e benefícios cada vez maiores. Isso é justiça social? Um triste legado do governo nazipetista irresponsável, que se dizia social, mas que não tem respeito pelo trabalho, pelos trabalhadores e pela lei. 

André Coutinho

arcouti@uol.com.br

Campinas

O PORÃO DO POÇO

Nós não chegamos ao fundo do poço porque esse poço tem porão. O porão é reservado aos organismos públicos, prefeituras, Estados e governo federal, que insistem em manter seus atuais quadros funcionais, com servidores concursados, CLT, terceirizados, contratados, cargos de confiança, etc., etc., etc., e que se indispõem contra os orçamentos por não querer demiti-los. Só que terão de fazê-lo, queiram ou não, porque a arrecadação vai despencar mais ainda - é o que sinaliza a economia, sem força para reagir, mesmo com a troca de governo. Chegou a hora e a vez dos governantes fazerem a sua parte. Se não foi pelo amor no passado, terá de ser pela dor no presente. A propaganda de que estamos ganhando a guerra não cola mais.

Manoel Braga

manoelbraga@mecpar.com

São Paulo

 

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