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O Estado de S.Paulo

10 Novembro 2016 | 04h10

ELEIÇÃO NOS EUA

Noite de pesadelo

Acordei na noite de ontem após um pesadelo, que tem nome: Donald Trump. Um pesadelo que vai vigorar pelos próximos quatro anos. Tentei dormir de novo, imaginando que tudo não passasse de um sonho ruim. Mas não se trata de um sonho, é real, assustador, altamente explosivo.

JAIME LUIZ LEITÃO RODRIGUES

jaimelleitao@gmail.com

Rio Claro

Retrocesso

Perplexidade e preocupação são os sentimentos que tomam conta da maioria do planeta. Os EUA resolveram pregar uma peça em todos, elegendo uma incógnita para governar o mundo. Atropelando todos os prognósticos da imprensa americana e mundial, o establishment político e seu próprio partido, Donald Trump em curto espaço de tempo foi de palhaço eletrônico e azarão a presidente da maior e mais poderosa nação da Terra, sinal de que uma nova ordem mundial está em curso e muita coisa pode mudar. A vitória de Trump nos EUA, assim como o Brexit na Inglaterra, é um recado claro contra a globalização emitido por uma maioria silenciosa desses países, contra as promessas e de descrença nos políticos profissionais – que não entrou no radar das pesquisas eleitorais. Que lições se tiram dessa eleição? Que o mundo está cansado da classe política e por isso elege outsiders. Não deixa de ser um retrocesso.

LUIZ THADEU NUNES E SILVA

luiz.thadeu@uol.com.br

São Luís

Lição eleitoral

Se existe uma coisa que os votos de Trump e os referendos colombiano e do Brexit ensinaram ao mundo é que ninguém se deve fiar em pesquisas eleitorais para alcançar seus objetivos políticos. No dia da eleição é preciso sair de casa, entrar na fila e votar!

OSCAR THOMPSON

oscarthompson@hotmail.com

Santana de Parnaíba

No voto popular deu Hillary

As pesquisas predisseram corretamente a vantagem de Hillary Clinton nos votos populares, dentro da margem de erro. Entretanto, a eleição nos EUA é indireta, prevalece o voto dos Estados no colégio eleitoral. Faltou detalhar isso na cobertura da imprensa durante a campanha e também a realização de pesquisas apenas nos Estados-pêndulo, para aprofundar a análise de uma disputa tão acirrada e apertada, que acabou definida a favor de Donald Trump.

LUIZ ROBERTO DA COSTA JR.

lrcostajr@uol.com.br

Campinas

Trump, parabéns!

É triste, mas é um excelente contraponto à onda imbecilizante do “politicamente correto” a que o mundo vem assistindo na última década. Veremos.

RICARDO C. T. MARTINS

rctmartins@gmail.com

São Paulo

A conferir

A que nos levará a eleição de Donald Trump? Teremos o apocalipse, veremos com quantos paus se faz uma canoa ou se trata de mais um caso de cachorro que late e não morde?

EDUARDO A. DELGADO FILHO

e.delgadofilho@gmail.com

Campinas

Deitar e rolar

Vencendo e com maioria no Congresso, Trump vai deitar e rolar. Quem vai segurá-lo?

LUIGI VERCESI

luigiapvercesi@gmail.com

Botucatu

Fanfarrão

Ouso fazer uma previsão. O sr. Donald Trump não vai cumprir nenhuma das promessas que fez durante a campanha. Na verdade, ele me faz lembrar muito aqueles fanfarrões dos filmes de faroeste de Hollywood.

ÉDEN A. SANTOS

edensantos@uol.com.br

São Paulo

Postes

Campanha suja e mentirosa, além de incapacitado para o cargo. Coincidência? Agora os EUA têm também seu poste bichado. Aguardem!

ARNALDO RAVACCI

arnaldoravacci05@gmail.com

Sorocaba

Bravatas

Os americanos ficaram com inveja dos brasileiros e elegeram um bronco bravateiro, igual ao que fizemos em 2002.

SÉRGIO BARBOSA

sergiobarbosa19@gmail.com

Batatais

Liberou geral

Dizem as más línguas, que foi só liberarem a maconha para fins recreativos e deu Donald Trump na cabeça. Será que os noias fizeram a diferença?

MARCOS CATAP

marcoscatap@uol.com.br

São Paulo

Trump ganhou, donde se conclui que os EUA têm muito maluco.

LEDA TEREZINHA MARCHIORI

ledaterezinhamarchiori@gmail.com

São Paulo

Lá e cá

O Brasil demorou quatro eleições. Quantas os EUA vão precisar para aprender a votar? E olha que lá o voto não é obrigatório.

CARLOS R. GOMES FERNANDES

crgfernandes@uol.com.br

Ourinhos

Relação com o Brasil

Além de choradeira generalizada e vergonha de analistas políticos mundo afora por não terem visto a virada, que vinha como uma avalancha, vejo também a pergunta sobre como será o governo Trump para o Brasil. Pergunta errada! Se analisarmos os últimos anos de relações bilaterais, veremos que foram os governos petistas que se afastaram dos EUA e adotaram os países bolivarianos, a África, o Irã e outros “expoentes mundiais” como nossos parceiros preferenciais. Foi o Brasil que deu as costas aos EUA, eles apenas nos tratam como sempre o fizeram, com solene indiferença. O que é bom para o Brasil cabe a nós, brasileiros, definir, a bola está conosco e parece que lentamente estamos começando a virar o jogo. A União está quebrada, a maioria dos Estados e municípios também. Portanto, somos nós que devemos adotar as medidas de austeridade e decência que farão o nosso país se recuperar.

JORGE EDUARDO GONELLA

jorgegonella@hotmail.com

São Paulo

Extremismos

Após a inesperada vitória de Trump nos EUA, o deputado Jair Bolsonaro provavelmente terá fortes chances nas próximas eleições para presidente do Brasil. Valha-me Deus, após Lula e Dilma, só faltaria essa!

JOSE RUBENS DE MACEDO SOARES

joserubens@jrmacedoadv.com.br

São Paulo

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