Fórum dos Leitores

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O Estado de S.Paulo

02 Dezembro 2016 | 04h00

SOMOS TODOS CHAPE

Solidariedade

Parabéns ao povo colombiano. Em meio a uma tragédia de dimensão mundial, conseguir homenagear os brasileiros que partiram na triste queda do avião da delegação da Chapecoense da forma carinhosa como fizeram só ensina ao mundo o significado real da palavra solidariedade. Linda a homenagem em Medellín, tenho certeza que as famílias que perderam seus entes queridos se sentiram afagadas, confortadas, com todo o carinho, amor e respeito dos colombianos.

Márcia Callado

marciacallado@bol.com.br

São Paulo

Obrigado, Colômbia, pelo ato respeitoso e nobre diante da tragédia da delegação chapecoense. A demonstração de civilidade, nobreza e honradez do povo colombiano é uma lição para os muitos brasileiros que não nutrem tais sentimentos, principalmente deputados medíocres que se aproveitaram de tal calamidade para agir na madrugada de forma mesquinha e vil, demonstrando os animais peçonhentos que são. Parabéns, Colômbia. Meus respeitos e sentimentos aos que embarcaram para os campos celestes.

Fernando Pastore Júnior

fernandopastorejr@gmail.com.br

São Paulo

CORRUPÇÃO

Traidores

Enquanto o mundo respeitou a dor dos brasileiros, seus representantes no Congresso Nacional tiveram como atitude a traição a esse povo. Aí vem o presidente do Senado, Renan Calheiros, falar em fascismo após fracassar em mais uma manobra traíra. Lixo do lixo

Mário Issa

drmarioissa@yahoo.com.br

São Paulo

Enquanto a economia brasileira cai pelo sétimo semestre consecutivo, os políticos brigam na calada da noite por melhores condições de corromper.

Antonio Carniato Filho

antoniocarniato@gmail.com

Santa Rita do Passa Quatro

Profecia

Se a profecia do senador Ataídes de Oliveira (PSDB-TO) – de que, aprovadas as emendas que desconfiguram completamente o projeto de lei das ‘10 Medidas Contra a Corrupção’, os parlamentares correm o risco de ser apedrejados – se concretizar, é bem capaz de não haver pedras suficientes.

Ely Weinstein

elyw@terra.com.br

São Paulo

Lei da intimidação

A força-tarefa da Lava Jato surpreendeu-me quando, de forma açodada, ameaçou renunciar ao trabalho de combate aos corruptos caso a famigerada lei da intimidação seja sancionada. Isso porque os respeitáveis procuradores têm o papel preponderante de defender o Estado e a sociedade, pouco importando o que acontece em outros Poderes, por mais sórdido que seja!

Walter Rosa de Oliveira

walterrosa@raminelli.com.br 

São Paulo

Força-tarefa, em pé!

Que pretendem os procuradores da força-tarefa? Depor as armas no início da batalha? Ora, essa rude batalha está apenas começando e eles têm um compromisso com o povo. Políticos não abandonarão as práticas corruptas de um dia para o outro, não! Ameaçar deixar a luta só leva à vitória do inimigo, deixando a população à mercê dos ímpios. Não é o que deseja a Nação, que tem apoiado esses bravos moços do Ministério Público e da Polícia Federal. Continuem a luta sem esmorecer, com calma, autoridade, dentro dos princípios legais e a força popular, que ama a justiça, os levará adiante. Ainda que leve muitos anos.

Edméa Ramos da Silva

paulameia@terra.com.br

Santos

Desencanto

No discurso, os políticos fazem apologia da Lava Jato. Na prática, trabalham contra. Veja-se a atuação de Renan Calheiros, homem incoerente, sem pudor, personagem com biografia prenhe de contravenções, para não dizer crimes. Faz-me mal vê-lo, desenvolto e convencido, dando declarações impudentes. A Câmara dos Deputados cuspiu no rosto dos brasileiros, desfigurando o projeto de combate à corrupção. Os deputados que assim procederam – traidores cínicos – legislaram em favor dos corruptos, praga renitente que infesta o País, enchendo nossa alma de desencanto e revolta. Se o Congresso é uma instituição que encarecemos, a Lava Jato já é também uma instituição cara aos brasileiros. Agora, mais do que nunca, somos pela Lava Jato. Que não desista da liça. Se os procuradores renunciarem, os brasileiros estarão miseravelmente órfãos.

José M. de A. Junqueira

delued@hotmail.com

São José do Rio Pardo

O problema não é conter o abuso de autoridade. O problema é o momento. É a forma. E é de quem veio a proposta. Simples assim. #ForaRenan.

Domingos Cesar Tucci

d.ctucci@globo.com

São Paulo

Radicalização

A radicalização é a marca do ambiente político brasileiro nos últimos tempos, o que leva a uma turbulência que só enfraquece as tentativas de recuperação econômica do Brasil pela absoluta falta de confiança dos investidores. A quem servem as manifestações depredatórias e violentas como as vistas em Brasília, promovidas por MST, sindicatos, estudantes, black blocs mascarados? E as frases dos presidentes da Câmara e do Senado deixando claro à imprensa que a vontade popular não se sobrepõe ao poder do Congresso, mesmo que este contrarie os anseios do povo? E esse embate da Câmara e do Senado querendo impor uma legislação mais constritora contra juízes e promotores, a que serve essa queda de braço? Isso talvez justifique a posição dos promotores que ameaçaram abandonar a Lava Jato. Bom, eu sei quem deve estar contente com tudo isso: aquele que prometeu expressamente pôr fogo no Brasil, mesmo que a economia afunde, nos moldes venezuelanos. Essa radicalização só serve ao PT, ansioso por voltar ao poder com Lula. Pedir temperança a quem só investe em causa própria é exigir o que os políticos não têm para oferecer. Renan Calheiros que o diga!

Mara Montezuma Assaf

montezuma.scriba@gmail.com

São Paulo

A baderna invade as ruas e destrói patrimônio público. Ela também invade a mente daqueles abnegados parlamentares que querem destruir as medidas anticorrupção. O [BOLD]Estadão[/BOLD] lista as nove vezes em que o Congresso não foi nada republicano. Parece que as coisas vão acontecendo com todos os dedos do Lula...

Carmela Tassi Chaves

tassichaves@yahoo.com.br

São Paulo

 

Renan perdeu

Renan Calheiros (PMDB-AL), que enfrentou seus pares para pôr em votação, em regime de urgência, as medidas “a favor” da corrupção aprovadas na madrugada de quarta-feira pela Câmara dos Deputados, foi vencido fragorosamente por 44 votos a 14. Depois, com o maior caradurismo, afirmou que, agora e com muita calma, haverá uma discussão mais profunda sobre as propostas que beneficiam os corruptos. Ou seja, quando a coisa o aperta, na mesma hora ele muda de posição. Fora coronel das Alagoas!

Júlio Roberto Ayres Brisola

jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

Contraponto

Depois da bofetada na cara que a Câmara deu nos cidadãos com relação às medidas anticorrupção, a prudência do Senado rejeitando o pedido de urgência sugerido por Renan para aplicar o chute de misericórdia no assunto caiu muito bem. 

Jorge A. Nurkin

jorge.nurkin@gmail.com

São Paulo

Dá para confiar no Senado?

Não existe um meio mais estável na política brasileira do que chegar ao Senado federal. Durante oito anos um senador pode pintar e bordar, que nada o tirará do castelo. Nem ações de improbidade, cuja maioria dos processos prescreve sem julgamento no STF, por causa do foro privilegiado. Um vidão. Por isso não devemos baixar a guarda quando a maioria na quarta-feira desaprovou a medida de urgência convocada por Renan Calheiros na aprovação das Dez Medidas contra a Corrupção. Em 2018, 2/3 do Senado deverão ser renovados, por isso mesmo estão desde já garantindo a reeleição, “ouvindo as vozes do povo”. Não nos esqueçamos de que nossos senadores fizeram mestrado na Câmara federal e no Senado se doutoraram, vide Renan Calheiros. Dá para confiar? 

Beatriz Campos

beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

Missão obrigatória 

O que deveria fazer o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), é colocar em pauta para votação com a devida urgência estes dois escárnios que facilitam a corrupção e a impunidade: a extinção imediata do foro privilegiado e a prescrição de crimes contra o erário. Além de outros deveres, deveria também evitar a tensão que ocorre entre os Poderes da República quando da votação da cláusula do projeto sobre abuso de autoridade que penaliza juízes e promotores.

Francisco Zardetto

fzardetto@uol.com.br

São Paulo

Em tempo

Conclamo toda a população, toda a mídia impressa e eletrônica, a gritar para o Supremo Tribunal Federal (STF) tirar o facínora-mor do Brasil, Renan Calheiros, do poder, enquanto ainda é tempo.

Jáder Maciel Pinto

jader@mercadodeimoveis.com.br

Ribeirão Preto                                                            

PSDB

Parece que grandes figuras do PSDB articularam no Senado a votação, em caráter de urgência, da palhaçada toda que veio da Câmara. Deram com os burros n’água e o tiro saiu pela culatra. Parece que Aécio Neves está mais envolvido em tramoias da Lava Jato do que nós, otários, imaginamos. Políticos canalhas. Bando de palhaços desprezíveis!

  

Armando Favoretto Junior

malhamania@dglnet.com.br

São José do Rio Pardo

Em regime de urgência

Nós entendemos a atitude cínica de Renan Calheiros, Rodrigo Maia (DEM-RJ), presidente da Câmara, e de Michel Temer – respaldada por todos os seus confrades –, que convocaram uma coletiva de imprensa no domingo para jurar à Nação seu apoio irrestrito ao combate à corrupção, e, no dia seguinte, em ato contínuo, tentam encaminhar em “regime de urgência” medidas que na prática anulam a Operação Lava Jato e as instituições de combate à corrupção. Veja pelas próprias palavras de um deputado, publicadas pelo site “Antagonista”: “A gente não está preocupado em não ser eleito, a gente está preocupado em não ser preso”. Há algo de muito errado no sistema eleitoral e político brasileiro. Isso, sim, tem de ser corrigido em “regime de urgência”! 

Olimpio Alvares

olimpioa@uol.com.br

Cotia

Era teatro

A aprovação das medidas que descaracterizaram o projeto das Dez Medidas contra a Corrupção era esperada. Falei que aquele teatrinho dos três (presidente Temer, senador Renan e deputado Rodrigo Maia) na entrevista de domingo não me convenceu. Percebia-se a falsidade nas expressões e nas declarações, principalmente na do deputado Rodrigo Maia. O presidente Temer não vai poder vetar. Ele disse que vetaria, se aprovassem a anistia, e ela não foi aprovada. O que fizeram foi colocar um entulho que não cabia ser discutido neste projeto e é um entulho que já está normatizado no código da magistratura. Se o presidente Temer está mesmo com o povo, como falou, quero ver ele vetar as medidas aprovadas que não faziam parte das medidas do projeto anticorrupção. A falsidade é tanta que o senador Renan, naquela entrevista, disse que a pauta do Senado já estava fechada até o fim do ano com os líderes dos partidos e que não haveria espaço para outra matéria. E o que fez quando o plenário da Câmara aprovou as outras medidas? Rapidinho, no dia seguinte, alegando urgência, quis botar em votação este projeto aprovado na Câmara, tendo sido derrotado. Na entrevista ele disse uma coisa, quando o quadro se mostrou favorável a ele quis aproveitar a onda e aprovar logo no Senado também. Mudou de postura.

Panayotis Poulis

ppoulis46@gmail.com

Rio de Janeiro

Golpe frustrado

E Renan Calheiros, com sua cultura de coronelismo, tentou aplicar um verdadeiro golpe ao tentar que o Senado aprovasse imediatamente as absurdas alterações no pacote anticorrupção que a Câmara havia alterado, covardemente, na madrugada de quarta-feira. Só neste país uma pessoa respondendo a 12 processos continua no poder e ainda tenta obter vantagens tentando o absurdo de obstruir as atividades do Ministério Público e penalizar os magistrados. Estes juízes deveriam julgá-lo o mais brevemente possível e colocá-lo na cadeia, onde deveria estar há muito tempo.

Laert Pinto Barbosa

laert_barbosa@globo.com

São Paulo

As fichas de Renan

Há muitos anos o senador Renan Calheiros, presidente do Senado, vem atirando a esmo, afinal de contas a sua liberdade é que está em jogo. Consciente dos mais de 12 processos que tem nas costas e de que seu destino será a cadeia, ele tenta tudo, joga todas as fichas tentando barrar o Judiciário, tal qual o diabo foge da cruz. Assim é ele em relação à Operação Lava Jato e ao juiz Sérgio Moro.

Arnaldo de Almeida Dotoli

arnaldodotoli@uol.com.br

São Paulo

'Os caras deslavadas'

Irretocável o artigo da jornalista Dora Kramer do dia 30/11 (“Os caras deslavadas”). O cinismo do senador Renan Calheiros não tem tamanho! Disse ele que o sistema político está “fedido, falido, caquético, alvo de desconfiança da sociedade”. É mesmo, senador? Como diz a jornalista Dora Kramer, se o senhor não nos desse esse alerta, iríamos continuar a viver a ilusão de que o modelo pelo qual o senhor e seus companheiros mandam e desmandam há anos seria cheiroso, florescente, vigoroso e de total confiança da opinião pública! Não subestime nossa inteligência, por favor!

Cleo Aidar

cleoaidar@hotmail.com

São Paulo

Cinismo sem limites

Na calada da madrugada, a Câmara dos Deputados, com direto a cenas de união dos arqui-inimigos Jair Bolsonaro e Jean Wyllys, votou para enterrar o pacote anticorrupção proposto por procuradores da força-tarefa da Operação Lava Jato, com apoio do Ministério Público. Logo depois, não muito longe dali, o presidente do Senado, em manobra ardilosa, tentou imediatamente fechar o caixão recebido da Câmara. Como os senadores não entraram nessa, Renan, com seu absurdo cinismo, disse que não era uma matéria urgente e não deveria mesmo ser votada agora.

Abel Pires Rodrigues

abel@knn.com.br

Rio de Janeiro

Tarefa árdua

Não é fácil ser parlamentar no Brasil, mesmo passando a madrugada “trabalhando duro” para desfigurar as medidas anticorrupção que foram votadas durante o dia, ou tentar no Senado forçar a votação a toque de caixa das mesmas medidas esdrúxulas, contra a vontade de 2 milhões de cidadãos!

Omar El Seoud

ElSeoud.USP@gmail.com

São Paulo

Reação intempestiva

É de um ridículo atroz a reação intempestiva de juízes e procuradores melindrados porque também foram enquadrados no pacote anticorrupção aprovado pelos deputados. O show de esperneios é delirante e patético. Os argumentos contrários agridem o bom senso. O tema passou a ser tratado com paixão. O fígado conduz o raciocínio no lugar do cérebro. Acredito que ninguém quer calar a Justiça, como alega a ministra Cármen Lúcia. Muito menos será “impossível trabalhar”, como chorou o procurador Deltan Dallagnol. Juízes e procuradores se acham deuses. Mas não são. Acreditam piamente que são intocáveis. Também não são. E o mais grave: atropelam a definitiva e incontestável verdade: a lei é para todos. Ninguém, nem juízes e procuradores, está acima do bem e do mal. O noticiário é farto e melancólico, envolvendo ações nada republicanas de juízes e procuradores. Cientistas ainda não descobriram nada comprovando, para o Brasil e para o mundo, que juízes e procuradores são intocáveis. Sábios e gênios impossíveis de cometer erros. Embora existam alguns deles que não dormem em cama. Mas em altar. 

Vicente Limongi Netto

limonginetto@hotmail.com

Brasília

Golpe baixo

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, cometeu dois deslizes éticos profundos em menos de 24 horas. Em primeiro lugar, colocou em votação o tema delicadíssimo e polêmico das medidas anticorrupção em plena madrugada (!) e em meio ao choque e tristeza de toda a Nação pelo desastre aéreo com o time de Chapecó (SC). Golpe baixo. Para arrematar, declarou em seguida: “Não podemos aceitar que a Câmara se transforme em cartório carimbador de opiniões de partes da sociedade”. Afirmação feia, depreciativa e leviana. Dois milhões de assinaturas, opinião pública e redes sociais constituem parte importante e representativa da sociedade, não são mera e simplesmente “partes da sociedade”. Se o deputado não entende que parlamentares eleitos pelo voto direto têm a obrigação de escutar a voz do povo, não deveria ser deputado, tampouco presidente da Casa. 

Luciano Harary

lharary@hotmail.com

São Paulo

Autoblindagem

Os deputados federais aproveitaram a atenção dos brasileiros voltada para a tragédia que se abateu sobre a Nação, com a queda do avião que transportava jornalistas e jogadores da Chapecoense, para, ardilosamente, advogar em causa própria, aprovando uma lei esdrúxula de autoblindagem e de intimidação dos membros do Poder Judiciário. É vergonhoso e deplorável! Vão quebrar a cara!

Walter Rosa de Oliveira

Walterrosaoliveira@gmail.com

São Paulo

Vergonha nacional

Enquanto o Brasil chora a tragédia que vitimou nossos jovens brasileiros, as velhas raposas do Congresso riem da nossa cara!  

Lucia Melchert

luciamelchert@gmail.com

São Paulo

Hienas no Congresso

Na calada da noite, enquanto os brasileiros dormiam um sono triste, depois de um dia em que todas as atenções foram voltadas para o trágico desastre aéreo da Chapecoense, as hienas do Congresso atacaram o projeto anticorrupção e o desfiguraram, deixando-o conforme os seus vis interesses, numa demonstração de total desprezo à vontade do povo e de falta de vergonha na cara. Não nos resta outra alternativa senão marcharmos todos, desta vez não pelas principais avenidas e praças das cidades de nosso país, mas em direção ao Congresso, para que ele seja tomado como uma Bastilha. 

Ronaldo Gomes Ferraz

ronferraz@globo.com

Rio de Janeiro

Punhalada

Enquanto o povo chorava as mortes dos patrícios na Colômbia, a Câmara federal na calada da noite apunhalava os brasileiros e a Lava Jato.

Reinaldo Cammarosano

tatocammarosano@hotmail.com

Santos

Às ruas

Na madrugada de quarta-feira os deputados aprovaram medidas que visam a enfraquecer a Lava Jato. Não devemos nos surpreender, pois é na calada da noite que agem os ladrões, contraventores e afins. Cabe a nós irmos à rua para frear aquele bando, novamente.

Ademir Alonso Rodrigues

rodriguesalonso49@gmail.com

Santos

Brasil insustentável 

Indignos dos cargos que ocupam, o cinismo, a canalhice sorrateira, a dissimulação, a desonestidade, a indecência, a falta de vergonha, caráter e respeito pelo povo brasileiro estampados no semblante e na conduta da maior parte dos integrantes do Legislativo, acostumada a agir na calada da noite – estes “qualificativos” também se estendem a boa parte de integrantes do Executivo e da iniciativa privada deste país –, comprometidos na Lava Jato, faz com que o povo brasileiro, desencantado, deixe de sonhar. É um perigo! A esperança é o único sentimento que move ou que alavanca a humanidade. Somos todos movidos à base de sonhos, planos, projetos e... es-pe-ran-ça! Esperança que se revele em mudança. Não esperança que se traduza em frustração. O Brasil historicamente passou por um processo recente de modernização a partir de JK. Depois, com o milagre econômico dos anos 70, tornou-se uma das dez nações mais ricas do mundo. Mergulhou, como é do conhecimento de todos, na especialização do vício da corrupção produzindo uma elite ainda mais rica, sem que a nação brasileira, como contrapartida, deixasse de ser subletrada, subdesenvolvida, subnutrida e subjugada. Se a sangria desmedida da corrupção, das fraudes, dos desvios e da lavagem de dinheiro público, enriquecimento ilícito não for estancada e punida pela lei, poderá ocorrer por meio da força. O Brasil está a um passo de uma guerra civil, e Brasília não quer perceber. Como exigir o exercício da cidadania quando o exemplo não vem? Toda força aos juízes e procuradores.

 

Bento Manuel M. Navarro filho

bentobrasileiro@yahoo.com.br

Campinas 

Que país é este?

Num país em que políticos corruptos e ladrões, criminosos comuns algumas vezes, querem colocar travas no Ministério Público e no Judiciário, o que esperar da sociedade? Soltem Marcola, Fernandinho Beira-Mar e outros criminosos que são menos prejudiciais que os Renans, Jucás, Sarneys, Lobões, Cabrais, Lulas, Garotinhos e outros tantos que por aí trafegam amparados num inexplicável foro privilegiado. Prezada ministra Cármen Lúcia, prove que ainda existem juízes no Brasil, tal como em Berlim, ou serão eternos “despachantes” dos malfeitos do Legislativo.

 

Claudio Juchem

cjuchem@gmail.com

São Paulo 

Breque

 

Num momento de crise, em que a pretensão coletiva é de tolerância zero à corrupção, o avanço foi tolhido pela Câmara. Decididamente, nossos deputados federais não estão afinados com o anseio popular ao descaracterizar as Dez Medidas contra a Corrupção apresentadas em março pelo Ministério Público ao Congresso. Assim fica impossível de passar o Brasil a limpo, de afirmar que o crime não compensa.

Humberto Schuwartz Soares

hs-soares@uol.com.br

Vila Velha (ES)

Calhordas

O Congresso Nacional não tem Calheiros, mas simplesmente uma corja de calhordas que, se existe no gênero, numa classificação, eles estão no grau máximo. São ordinários da pior espécie.

José Luiz Tedesco

tedescoporto@hotmail.com

Presidente Epitácio 

Casas de tolerância

A Câmara dos Deputados e o Senado Federal deveriam ter uma luz vermelha em suas portas para alertar as famílias sobre a natureza desses ambientes, onde, madrugada adentro, “representantes do povo” exercem seu triste mister. Canalheiros e Geddéis movem-se com desenvoltura, na certeza de manter a polícia à distância. Hércules limpou as cavalariças do Rei Áugias. Oxalá a Operação Lava Jato tenha ânimo e força para limpar essas casas de tolerância, realizando o que poderia ser o13.º trabalho do herói grego.

Hélio de Lima Carvalho

hlc.consult@uol.com.br

São Paulo

Inúteis

Os anões do Congresso Nacional querem acabar com a Lava Jato. Legislação em causa própria. Com tal atitude, dificilmente serão reeleitos, isso se não fecharem esta atual inutilidade que é o nosso Congresso.

Ronald Martins da Cunha

ronaldcunha@hotmail.com

Monte Santo de Minas (MG)

Desobediência civil

Todos nós sabíamos que os políticos brasileiros são corruptos. Mas agora está demais. Quem não deve não teme. Mas eles não só temem, e, portanto, devem, como estão apavorados porque com a Lava Jato não sobrará um único deles. Na madrugada de 30/11 eles provaram que são indignos do poder doado pelo povo. Não só querem continuar roubando, como querem impedir que alguém os acuse! Está na hora de virar esse jogo. O que eles querem é o dinheiro que vem dos nossos impostos. Mas e se todos parassem de pagar os impostos? Um mês, dois meses, três meses? Desobediência civil (ver) é nossa arma. Vamos parar de dar dinheiro a eles. 

Gilberto Dib

gilberto@dib.com.br

São Paulo

Fiscalizar sempre

A votação da madrugada na Câmara dos Deputados que alterou o projeto contra a corrupção exige das organizações sociais no mínimo uma visita ao parlamentar na sua região eleitoral. Ele precisa explicar como votou e por quê. Não basta apenas agitação de rua ou desabafo emocional. O parlamentar precisa saber que está sendo fiscalizado. E sempre que tiver de tomar uma decisão vai pensar no seu eleitorado.

Uriel Villas Boas

urielvillasboas@yahoo.com.br

Santos

Esculhambação 

Um dia após ter participado de um quebra-quebra em Brasília, nos depararmos com Guilherme Boulos, líder do Movimento dos Trabalhadores sem Teto (MTST), sendo agraciado com uma Medalha na Câmara dos Deputados e com o governo brasileiro enviando o ministro-chefe do Itamaraty para o funeral de Fidel Castro é a maior prova da crise de representatividade pela qual passa a política brasileira. A esculhambação é tamanha que, daqui a pouco, não há general que resolva este caos.

Frederico d’Avila

fredericobdavila@hotmail.com

São Paulo

Eu só queria entender... 

O líder do MTST, Guilherme Boulos, um dia após a arruaça em Brasília, recebeu medalha na Câmara; a dupla sertaneja Bruno e Marrone recebeu a medalha de mérito legislativo depois de terem seu restaurante interditado por falta de higiene; e, durante a madrugada, os nobres deputados esquartejam o pacote anticorrupção.

Milton Bulach

mbulach@gmail.com

Campinas

Nonsense

Li na “Coluna do Estadão” de ontem (1/12): 1) o deputado Weverton Rocha (PDT-AM), que trouxe a emenda que criminaliza juízes e promotores em seus atos de ofício, os “crimes de hermenêutica”, é réu em dois processos. Num deles, por corrupção; 2) a dupla Bruno e Marrone foi agraciada com a medalha de Mérito Legislativo de 2016, por serviços relevantes à sociedade; e 3) Michel Temer pensa em visitar as famílias dos jogadores da Chapecoense. Todos atos e fatos despropositados. A responsabilização criminal de juízes e do Ministério Público viola o princípio do livre convencimento do juiz e a máxima segundo a qual é o promotor/procurador o dono da “opinio delicti”, que o propulsiona a pedir o arquivamento ou a oferecer denúncia, e vejam, aqui, não se atesta que crime algum cometeu. Durante a instrução do processo, cabe à acusação provar a ocorrência do crime, sua autoria, e afastar, assim, a “presunção de inocência” da qual goza o réu. Quanto à dupla Bruno e Marrone, com todo o respeito ao gosto musical dos senhores deputados federais, qual a relevância do trabalho da dupla artística para merecer a medalha? Ou mera tietagem da bancada ruralista, que deve apreciar o sertanejo? Finalmente, a ideia de Temer de visitar as famílias dilaceradas pela dor me parece um ato político, visando à simpatia do País, comovido. Mas não acho que os familiares dos queridos brasileiros mortos neste terrível acidente sintam menos a dor por causa da visita do presidente Temer. Talvez, pior, sintam-se usadas. Anda mal este nosso Brasil.

Andrea Metne Arnaut

andreaarnaut@uol.com.br

São Paulo

Vale mais que mil palavras?

Autor de emenda que desfigurou as Dez Medidas de combate à corrupção, o deputado federal (MA) Weverton Rocha, que é investigado por corrupção e peculato, não obrigatoriamente nessa ordem, caso seja “fisgado” pela Operação Lava Jato, nem é preciso que confesse nada, sua cara de deboche já diz tudo.

 

Sara May

sara-may@bol.com.br

São Paulo

Equanimidade 

Ontem foi o dia de Renan Calheiros, amanhã será o de Weverton Rocha. Que o STF dispense aos “notórios” o mesmo tratamento legal aplicado a Eduardo Cunha. E siga nessa diretriz, até atingir os picaretas que votaram a favor da indecência.

Arnaldo Ravacci

arnaldoravacci05@gmail.com

Sorocaba

Vigília permanente

A tragédia ocorrida com o avião que transportava o time da Chapecoense traz, possivelmente, em seu bojo, outra tragédia, essa atingindo ainda mais gente. O destaque que a mídia em geral está dando ao fato ocorrido na Colômbia serviu para diminuir a cobertura das “armações” geradas em Brasília. Isso veio a calhar para a corja de políticos, a grande maioria deles, agir na calada da noite! Espero que tanto a imprensa como a população em geral mantenham vigília permanente.

Renato L. C. Gagliardi

renatolgagliardi@gmail.com

Campinas

Boa leitura

Os colaboradores do “Estadão” José Nêumanne e Almir Pazzianotto Pinto escrevem, com muita propriedade, sob os títulos “O cachimbo velho e a fraqueza de Temer” e “Hiperdemocracia sem lei”. Pudemos sentir o valor destes dois colaboradores neste dia 30 de novembro, mostram a gravidade da situação do País. Muito objetivos, merecem a releitura cem vezes. 

Mário Cavallari Jr.

camarabrasileira@bol.com.br

São Paulo

Lamentável

Morrem os heróis honestos de Chapecó (SC) e ficam os políticos ficha-suja de Brasília.

Roberto Hungria cardosohungria@gmail.com

Itapetininga

Homenagem na Colômbia

Parabéns a toda a nação colombiana pela magnífica homenagem prestada na noite de quarta-feira, num momento de tanta dor pelo trágico acidente aéreo que, além de repórteres e comissão técnica, ceifou a vida de parte dos atletas da Chapecoense. Obrigado, Colômbia. Obrigado, povo colombiano.

Virgílio Melhado Passoni

mmpassoni@gmail.com

Jandaia do Sul (PR)

Tributo ao Chape

Que inveja! Senti vontade de ser colombiano!

Sergio S. de Oliveira

ssoliveiramsm@gmail.com

Monte Santo de Minas (MG)

Apoio colombiano

Emocionante de ver as constantes homenagens do povo colombiano aos jogadores da Chapecoense e demais brasileiros vitimados neste trágico acidente. Desde o mais simples torcedor do Atlético Nacional até as mais altas autoridades daquele país há exemplo de solidariedade e respeito com estes brasileiros que padeceram em solo colombiano, que filhos daquele solo não eram, mas que foram tratados como se fossem por esta pátria amada e gentil, com profissionalismo, desde o resgate até o atendimento médico aos sobreviventes. Enquanto outras nações guerreiam mundo afora, a Colômbia nos dá um exemplo de civilidade, irmanada com o Brasil nestes dias de sofrimento. Não é à toa que seu líder acaba de resgatar a paz num conflito interno de décadas, ganhando um Nobel da Paz. Viva a Colômbia!

José Eduardo Z. Elias

zambonelias@hotmail.com

Marília

A grandeza de um povo

Obrigado, Colômbia! Impossível esquecer a humanidade de seu povo. Felizmente, no estádio lotado havia ainda muitas brechas para o amor, e foi ali, no meio delas, que sentimo-nos acolhidos, aquecidos, confortados e... agradecidos.

Ricardo C. Siqueira

ricardocsiqueira@globo.com

Niterói (RJ)

Humanidade 

Apesar a grande tragédia que aconteceu com a Chapecoense, não podemos ignorar as emocionantes manifestações no Brasil e  por todo o mundo em sinal de solidariedade. Ainda podemos acreditar no ser humano.

Luiz Frid

luiz.frid@globomail.com

São Paulo

Futebol

Lamentando a tragédia que abalou o mundo, a queda do avião que transportava o time da Chapecoense, o fato é que o esporte em geral, especialmente o futebol, talvez por regras simples, mas universais, congrega os povos, desperta a solidariedade, o respeito, o amor e, acima de tudo, a paz. Esquecem-se as ideologias políticas, as raças, os credos, as classes sociais, enfim, todos se unem numa só ação de conforto e de solidariedade, cada qual da sua maneira se agrega em torno desses sentimentos humanos, infelizmente tão em desuso, que são o amor e o respeito ao próximo.

Carlos B. Pereira da Silva

carlosbpsilva@gmail.com

Rio Claro

Comoção nacional

Quando o ator Domingos Montagner morreu, houve uma comoção nacional, em razão de ele ser protagonista de uma novela de sucesso nacional que fazia uma homenagem ao Rio São Francisco e justamente neste mesmo rio ele ter sido tragado e sugado, desaparecendo nas profundezas das suas águas. Na ficção, ele havia sobrevivido várias vezes de morrer afogado, porém ficou evidenciado neste episódio que a vida real é mais dura que a ficção. Todos sabem que a morte faz parte da vida. Entretanto, há momentos em que não compreendemos os desígnios de Deus. Ficamos chocados com notícias de um acidente trágico. Neste caso do time catarinense, que foi vítima de uma irresponsabilidade de um piloto que deixou a gasolina do avião acabar em pleno ar, a sensação foi de desolação completa, pois o clube estava próximo de sua consagração máxima. O Chapecoense teve uma ascensão meteórica, com passagens ano a ano da série D até a série A do Campeonato Brasileiro de Futebol, desempenho irretocável e mágico. A equipe vivia um conto de fadas, porém no momento de glória, quando decidiria a Copa Sul-americana contra o Atlético Nacional de Medelín e poderia chegar o ápice de uma jornada perfeita, a vida real demonstra ser mais dura do que imaginamos. Somos surpreendidos por uma tragédia. E o time acaba de forma cruel. Às vezes a vida nos prega uma peça. 

 

Edilson Ricardo rs311068@gmail.com

Taguatinga (DF)

Última rodada

Humildemente, deixo a sugestão para que em todos os jogos que forem realizados pela última rodada da Série A do Campeonato Brasileiro de Futebol, previstos para o dia 11/12, os diversos times joguem usando camisas da Chapecoense, obedecendo ao critério da necessária diferenciação de cores entre cada equipe a partir de escolhas entre os diversos padrões eventualmente usados pela ACF. Chegou a hora de mostrar, na prática, que realmente “somos todos Chape”.

Júlio Ferreira

julioferreira.net@gmail.com

Recife 

Ajuda

Sugiro uma partida amistosa entre o Palmeiras e uma seleção do Campeonato Brasileiro em benefício das famílias dos jogadores e jornalistas que perderam seus chefes e passarão por dificuldades. Acho que Neymar deveria já ter doado US$ 1 milhão para as vítimas deste desastre. Seria muito humano e popular. 

Ciro Bondesan dos Santos

cirobond@hotmail.com

São José dos Campos

Sorte

O atual presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), senhor Marco Polo Del Nero, hoje deve estar vibrando muito por ser um procurado pelo FBI. Se isso não houvesse, poderia ser um dos passageiros da aeronave da Lamia que caiu nas proximidades da cidade de Medellín, Colômbia, acompanhando a equipe do Chapecoense à procura de honrarias e boas festas em hotéis de cinco estrelas. Del Nero, por ser um procurado pelo FBI, o senhor deu muita sorte, para tristeza do futebol brasileiro.

Benone Augusto de Paiva

benonepaiva@gmail.com

São Paulo

Tragédia brasileira

Como ser humano, fiquei extremamente triste com a tragédia ocorrida no voo do Chapecoense. Entretanto, não entendo o paradoxo do povo brasileiro ao render milhares de homenagens aos jogadores nas redes sociais e nunca compartilharem uma notícia sobre os mais de 150 brasileiros assassinados todos os dias no País ou os outros 130 que morrem em acidentes de trânsito. Somente os custos dos acidentes de trânsito e homicídios no Brasil dão um prejuízo de R$ 200 bilhões anuais, dinheiro que daria pra construir 6 mil hospitais ou 70 mil escolas de educação básica. Em tese, somos um povo acolhedor e amável, mas na realidade e estatisticamente vivemos uma guerra civil ignorada pela população por burrice, medo ou ignorância. Concordo que tenhamos de homenagear nossos esportistas que perdem a vida de modo estúpido, mas gostaria que nossos compatriotas trabalhadores anônimos recebessem as mesmas honrarias, visto perderem a vida de forma banal, apenas por falta de segurança básica. Estudiosos já descobriram que a tecnologia fez da vida um espetáculo e a maioria busca sair do anonimato e conseguir seus 15 minutos de fama instantânea, mesmo que seja para divulgar tragédias, entretanto se esquecem de que a melhor e única fama que podemos desejar é ser um cidadão informado e engajado nas buscas por soluções para nosso país.

Daniel Marques

danielmarquesvgp@gmail.com

Virginópolis (MG)

Expectativa de vida

A expectativa de vida no Brasil subiu em 2015 para 75,5 anos, em média. Média é média, não confundir com sua vida de fato. O Estado usa a “média” para ferrar quem vive menos (dificultando a aposentadoria, quebrando contratos ao postergar) e quem vive mais (diminuindo seu recebimento com o fator previdenciário, por exemplo, entre outros achaques) também quebrando contratos. Depois o criminoso presidente do Senado, para justificar os golpes dos congressistas na Lava Jato, fala em garantir o Estado de Direito (para eles).

Nelson Pereira Bizerra

nepebizerra@hotmail.com

São Paulo

Registro

O noticiário matinal de ontem (1/12) na TV informava que um traficante há muito procurado e foragido da Justiça ofereceu a policiais do Rio de Janeiro, no momento em que estes executavam sua prisão, a quantia de R$ 500 mil para liberá-lo. Cumpre ressaltar que a oferta não foi aceita. Como funcionários de um Estado falido, certamente com salários atrasados, exatamente nesta fase de final de ano, é reconfortante saber que os agentes cumpriram seu dever sem ceder a compensações ilícitas, como se espera deles, numa demonstração de que a população tem motivos de sobra para acreditar em suas forças de segurança. É para reforçar esta crença que é justo o presente registro.

Paulo Roberto

Gotaçpgotac@gmail.com

Rio de Janeiro

Vaquejada

Que decepção com o presidente Michel Temer aprovar a vaquejada como patrimônio cultural do País. Crueldade é cultura neste país? É não ter sensibilidade com os animais? Espero que o mesmo sentimento não se repita com os brasileiros. E, quanto à vaquejada, um homem que vai para as ruas maltratar e puxar os rabos dos animais é cruel e idiota. O que se pode esperar deste país, que corre na contramão da boa conduta?

Leda Terezinha Marchiori

ledaterezinhamarchiori@gmail.com

São Paulo

 

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