Fórum dos Leitores

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O Estado de S. Paulo

09 Dezembro 2016 | 03h23

RENAN X STF

Manda quem pode

Renan, o supremo!

MÁRIO ISSA

drmarioissa@yahoo.com.br

São Paulo

O Supremo amarelou? O coronelzinho de Alagoas, mesmo sendo réu, continua senador e ainda preside o Senado? Assim fica cada vez mais distante nosso sonho de vermos um país digno.

HENRIQUE MASSARELLI

hermassa@uol.com.br

São Paulo

Há uma frase rolando na internet que reflete muito bem o Brasil de hoje: manda quem pode, desobedece quem tem juízes.

JOSÉ MILTON GALINDO

galindo52@hotmail.com

Eldorado

Réquiem

Tarde de luto, na quarta-feira, para o Poder Judiciário brasileiro. Humilhado, ofendido, agachou-se diante do coronelismo nordestino ressuscitado e ousado. Nem Lampião conseguiu semelhante proeza! Os ministros que votaram por Renan, quando ginasianos, nas aulas de Latim, não devem ter lido a fábula de Esopo sobre a cobra enregelada, cujo final é uma lição: “Não se deve ajudar os maus”. Com que autoridade o STF vai agora julgar os privilegiados de foro? Qual poderoso vai doravante aceitar intimação ou se deixar ser conduzido coercitivamente? Antevejo um final sombrio para a Lava Jato: nenhum político condenado pelo STF e os ricos e poderosos favorecidos nas instâncias superiores. Ao contrário de Berlim, parece que aqui não há mais juízes...

ELIAS DA COSTA LIMA

edacostalima@gmail.com

São Paulo

Encolhimento

Começou supremo e terminou tão pequeno.

JORGE A. NURKIN

jorge.nurkin@gmail.com

São Paulo

Remendo

Estou envergonhado do nosso STF, depois de quarta-feira minha conclusão é de que a justiça não vale para todos e estamos reescrevendo nossa Carta Magna, tratando-a como um remendo de poema mal acabado. Que decepção, Cármen Lúcia.

MARCIO PASCHOLATI

marcio.pascholati@gmail.com

São Paulo

Pelo amor de Deus, srs. ministros do STF, o que estão fazendo com o Brasil? Até a sra. ministra Cármen Lúcia se submetendo a conversinhas de gabinete?!

MYRIAN MACEDO

myrian.macedo@uol.com.br

São Paulo

Pacificadora

Ministra Cármen Lúcia, parabéns! A República é mais forte que os três Poderes.

MAURO LACERDA DE ÁVILA

lacerdaavila@uol.com.br

São Paulo

‘Mellou’

Do alto de sua “decanice”, o ministro Celso de Mello conseguiu mais uma vez levar o Supremo Tribunal a melar uma posição dada como líquida e certa, até mesmo retificando voto anterior. De agora em diante a Mesa do Senado está liberada para decidir se acata ou não as determinações da Corte maior. Em nome de supostas “razões de Estado”, o Supremo engoliu o sapo. Surpreendente que até a ministra Cármen Lúcia tenha participado da deglutição do batráquio.

HÉLIO DE LIMA CARVALHO

hlc.consult@uol.com.br

São Paulo

Solução indigesta

Uma democracia enferma corre sério risco de sucumbir quando o STF tem de engolir sapos.

WALTER MENEZES

wm-menezes@uol.com.br

São Roque

Pizza suprema

Já não bastam o descrédito do nosso Legislativo, a fraqueza do Executivo, que mal sustenta ministros, a maioria envolvida em escândalos, agora, mais uma vez, o Judiciário... Este, que deve ser a última instância a zelar pela justiça no Brasil e ser o guardião da ordem, está caindo pelas tabelas. Após a recente lambança de Ricardo Lewandowski no Senado, o próprio Senado não acata decisão de ministro do STF e para pôr panos quentes o plenário do STF termina o caso em pizza. Aqui uma vergonha sem tamanho, em Brasília chamam de pizza à moda da casa.

PETER PONDORF

pspondorf@gmail.com

São Paulo

A democracia brasileira

Se o cidadão se torna réu, então não pode continuar presidente da República. De forma similar, réu não pode, eventualmente, substituir o chefe do Poder Executivo, bem como continuar presidente da Câmara dos Deputados. Porém, conforme ficou evidenciado no julgamento do STF, réu não pode substituir o presidente da República, mas pode continuar presidente do Senado e do Congresso Nacional. Apenas para não esquecer, onde se encontra a definição desses procedimentos da República? Na Constituição. Quem dirime as dúvidas resultantes dos preceitos constitucionais? O Supremo Tribunal Federal, cujo presidente se encontra na linha de sucessão do mais alto mandatário do País. Quer dizer que, se o presidente da Suprema Corte se torna réu, ele (ou ela!) não pode, eventualmente, substituir o presidente da República, mas pode continuar presidente do mais alto órgão do Poder Judiciário? Então, o que significam o Senado e a Suprema Corte para a sociedade? Dado que podem ser liderados por cidadão formalmente acusado de crime, qual é o valor ético de cada integrante desses dois Poderes da República e qual é o seu valor para o conjunto dos cidadãos? O que valem esses senhores e essas senhoras para a evolução da democracia brasileira? Ou, de outro prisma, que democracia queremos?

ALÉSSIO RIBEIRO SOUTO

souto49@yahoo.com

Brasília

Resumindo

Quem ganhou e quem perdeu? Quem ganhou foi o sr. Renan e quem perdeu foram o povo brasileiro e a Justiça. Muito triste.

VALDIR SAYEG

valdirsayeg@uol.com.br

São Paulo

É, ele fica e o País segue na #*&...

VIRGÍLIO MELHADO PASSONI

mmpassoni@gmail.com

Jandaia do Sul (PR)

Rei do cangaço

Neste país de bananas, onde todos tremem de medo do rei do cangaço, o STF incluído, só nos resta uma esperança: ele será derrubado por sua ex-Maria Bonita. Pela segunda vez.

JOSÉ CARLOS V. FLEURY

zkfleury@uol.com.br

São Paulo

“O jeitinho brasileiro saiu do Senado e aportou no STF. Valha-me Deus!”

ETELVINO JOSÉ HENRIQUES BECHARA / SÃO PAULO, 

SOBRE O ‘RENAN FICA’

ejhbechara@gmail.com

“Este é o Brasil, onde um réu descumpre a lei e preside o Legislativo e o Judiciário”

GUTO PACHECO / SÃO PAULO, IDEM

jam.pacheco@uol.com.br

“Já entendi: acima das leis, só o Renan”

MÁRCIO ROBERTO LOPES DA SILVA / ITU, IDEM

marcioped.itu@gmail.com

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

O JULGAMENTO DE RENAN CALHEIROS

Com a decisão, por maioria do plenário do Supremo Tribunal Federal (STF), enquanto o senador Renan Calheiros for presidente do Senado Federal, o novo entendimento da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 402, também aprovado pela maioria dos juízes, vale pela metade. Renan, que responde a processo penal, poderá ocupar o cargo, porém não poderá ficar na linha sucessória para ser interinamente o presidente da República. O STF fez valer, sem maiores cerimônias, a premissa de ser a instituição da República com direito a errar por último.

Abel pires Rodrigues abel@knn.com.br

Rio de Janeiro

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ENTENDERAM?

Com a decisão do STF, Renan permanece presidente, mas não é presidente. Dá para entender?

Milton Bulach mbulach@gmail.com

Campinas

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PODER MENOR

Por decisão do Supremo, não há perigo em réu de processo criminal presidir o Congresso. Para presidir o Executivo, por unanimidade e sem sombra de dúvida, há perigo e isso tem de ser evitado. Mas para presidir o Legislativo não há perigo algum. Talvez o STF quer que acreditemos que o Legislativo é um poder menor e o que vem de lá não afeta muito a Nação. Ora, ministros, "data vênia", com todo o respeito, eu discordo. 

Jorge A. Nurkin jorge.nurkin@gmail.com

São Paulo

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O DILEMA QUE SE IMPÕE

O STF fatiou a cláusula da Constituição ao deixar Renan como presidente do Senado e retirá-lo da sucessão presidencial. Aparentemente, uma decisão salomônica para evitar mais uma crise institucional e atravancar a votação das medidas necessárias para resolver a gravíssima crise que o País atravessa. É possível que, do ponto de vista jurídico, tenha-se criado mais um monstrengo, muito semelhante ao que aconteceu com a decisão sobre a sentença de Dilma Rousseff, fatiando-a pela metade. Foi a mesma excrescência. Mas também se pode pensar sobre o assunto de forma humanística e não só jurídica: o que seria melhor para o País neste momento de grave crise? Que se "flexibilize" a lei, levando em conta a o contexto, ou a aplicação da lei, doa a quem doer? As coisas nem sempre são simples e há muitos fatores que precisam ser levados em conta. Um deles são os milhões de pais e mães desempregados e desesperados para colocar um prato de comida na mesa, para comprar material escolar de seus filhos, dos que tiveram de devolver pequenos bens adquiridos a duras penas para poder pagar dívidas e os que estão sujeitos à própria sorte. Será que, em meio a todas essas coisas, não teríamos de abrir mão de princípios rígidos que deixam de levar em conta a realidade grave do momento? Ter apenas o sentido da legalidade e de vingança contra um sujeito repugnante e mau caráter é a única coisa que nos deve levar a defender uma decisão? A minha conclusão é de que nestas horas a compaixão pelos mais afetados fala mais alto.

Eliana França Leme efleme@gmail.com

São Paulo

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BOM SENSO

Para aqueles que vêm acompanhando o desfecho dos políticos acusados de corrupção na Câmara e no Senado Federal, a atitude do presidente do Senado, Renan Calheiros, de enfrentar o STF negando-se a sair do cargo antes de terminar o seu mandato dentro de poucos dias e zerar a pauta que trará benefícios à Nação, tem o seu mérito, pois evitará que um petista o substituísse e dificultasse a aprovação da PEC do teto de gastos públicos. Felizmente, o bom senso prevaleceu e o presidente Temer agradece.

José Millei millei.jose@gmail.com

São Paulo

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NO STF, SEIS VALE MAIS QUE MEIA DÚZIA

O deputado Eduardo Cunha foi condenado por obstruir a Justiça e atrapalhar as investigações.  Já com Renan Calheiros foi completamente diferente. Ele somente obstruiu a Justiça, atrapalhou as investigações, ignorou o oficial de Justiça e se recusou a sair da presidência do Senado. O Supremo deve ter sido atingido pelo espírito natalino. 

Marcos Catap marcoscatap@uol.com.br

São Paulo

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DESTINO

Não vejo saída para o comportamento de Renan que não seja o mesmo destino dado a Eduardo Cunha. Tirá-lo da presidência, afastá-lo como senador e, depois de o Senado cassá-lo, decretar a prisão preventiva. Fora disso, estarão desmoralizados tanto o STF quanto o Senado.

Iria De Sá Dodde iriadodde@hotmail.com

Rio de Janeiro

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A JUSTIÇA SEM MORAL

Naquele avant première da desobediência civil que vimos no STF na quarta-feira, quando se votava a permanência ou não de Renan Calheiros na presidência do Senado, já prevíamos qual seria o voto de Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski, Luiz Fux, Celso de Mello e Teori Zavascki, por serem figurinhas conhecidas e carimbadas no game jurídico. Mas Cármen Lúcia foi uma péssima surpresa. Pareceu jogo de cartas marcadas, no qual o resultado já estava determinado com antecedência "pelo bem do Brasil". Isso significa que, se Renan fosse devidamente retirado de seu posto, os outros senadores deixariam de cumprir suas obrigações? E renunciariam também aos seus polpudos salários e demais regalias por não cumprirem suas obrigações? Que moral tem a Justiça, agora, para nos enquadrar se seguirmos o exemplo que nos foi transmitido ao vivo e em cores? Triste é nascer num país que só é respeitado quando ocorre uma tragédia.

Carmela Tassi Chaves tassichaves@yahoo.com.br

São Paulo

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DESMORALIZAÇÃO

A desmoralização do STF começou com fatiamento do impeachment da dona Dilma por Lewandoswki e, agora, pelo amarelamento do STF (Marco Aurélio) "fatiando", isto é, dando um jeitinho brasileiro, para Renan não assumir a Presidência da República se for necessário. Os ministros do STF revelam a cara de quem os indicou.

Carlos R. Gomes Fernandes crgfernandes@uol.com.br

Ourinhos

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CORTE SUPREMA

STF, mais uma obra petista.

Adalberto Amaral Allegrini adalberto.allegrini@gmail.com

Bragança Paulista

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AUTODESMORALIZAÇÃO

Ao decidir pela permanência do réu Renan Calheiros na presidência do Senado Federal, por 6 a 3, o STF se autodesmoralizou. Quem tem um STF como esse não precisa de inimigos. Pobre Brasil.

Renato Khair renatokhair@uol.com.br

São Paulo

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HUMILHADO

O STF não é um tribunal isento, é um tribunal político e ponto final. Curvou-se ao coronel de Alagoas, perdeu completamente a moral daqui para a frente.

Paulo de Tarso Abrão ptabrao@uol.com.br

São Paulo

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JUDICIÁRIO FOLCLÓRICO

A presidente do STF, ministra Cármen Lúcia, assinalou a importância do cumprimento de mandados judiciais afirmando que "virar as costas para um oficial de Justiça é uma forma de virar as costas para o Judiciário". Ora, é de conhecimento de todos, e da ministra também, que é muito comum no nosso meio a recusa a receber um oficial de Justiça com o objetivo de adiar ao máximo o início de ações judiciais ou procrastinar as já em curso. Um dos exemplos maiores e folclóricos dessa situação é o recurso de instruir o porteiro de um prédio a responder a um oficial que "fulano não está" ou "não mora mais aqui". O senador Renan Calheiros não foi o primeiro a se recusar a receber uma ordem judicial nem será o último. O buraco é mais embaixo. A morosidade e a burocratização excessivas do sistema judiciário é que estimulam esse tipo de coisa. 

Luciano Harary lharary@hotmail.com

São Paulo

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CÁRMEN LÚCIA

No episódio da prisão de membros da Polícia Legislativa, recentemente, Renan Calheiros chamou o juiz que expediu o mandado de "juizeco", e Cármen Lúcia ficou indignada, até não aceitou ir a uma reunião de apaziguamento e se declarou indignada e ofendida na defesa de todos os juízes, seus pares. Agora, na hora de apoiar e manter o efeito de uma decisão de um juiz de sua equipe, pois o STF forma um grupo ou equipe, tudo mudou. Daí a dúvida nacional: será que, por estar entre outros que também foram nomeados pelos "vermelhos" que estavam no poder, a ministra optou por ser solidária ao coronel das Alagoas, considerando que ele não tem condições ilibadas para substituir o presidente da República em sua ausência, porém servirá para comandar a mais alta Casa Legislativa do País?  Estranho, não, duas visões para um mesmo fato.

Apparecido Moreira Lopes sallailopes@gmail.com

Atibaia

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JUIZECOS

É, infelizmente, Renan tinha razão, temos um bando de juízes juizecos. "(...) Acordo para manter Renan foi para baixar poeira (...)." A Lei não se aplica aos políticos!

Agostinho José de Sá agostinho.bsa@gmail.com

São Paulo

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O TIME DO STF

Quando o cidadão comum recita de cor os nomes dos 11 ministros do STF, como se recitavam as escalações de times de futebol, tamanha sua exposição na imprensa, alguma coisa está bem errada. 

Rubens Tarcísio da Luz Stelmachuk rubens.stelmachuk@gmail.com

Curitiba 

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RENAN PODE

Mais uma vez o cangaceiro alagoano Renan Canalheiros, digo, Calheiros, fez e desfez e os integrantes do STF baixaram a cabeça. Descumprida a ordem judicial emanada de uma liminar concedida por um dos ministros da Suprema Corte, haveria de ser decretada, imediatamente, a prisão de quem a descumpriu. Ouse um simples mortal brasileiro descumprir uma ordem judicial e será preso, quem sabe até mesmo espancado e conduzido à mais próxima delegacia de Polícia, preso em flagrante pelo ato que praticou, porém, tratando-se do cangaceiro alagoano, metido a "rei da democracia", nada acontecerá. E depois perguntam por que o povo brasileiro não mais acredita no Poder Judiciário. Pobre Brasil.

Carlos A. Ferreira carlos.alberto572@terra.com.br

Águas de Lindóia

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O POVO FOI DERROTADO

Cumpra-se! O próprio STF derrubou o seu dogma. Ordem judicial não se cumpre mais. Além de discutir, deu-se o jeitinho brasileiro. O Supremo "perdeu" o dia todo para analisar o fato, quando deveria estar condenando o réu e colocando-o na cadeia. A voz da rua precisa ser ouvida.

João B. Vieira joaobvieira@yahoo.com.br

Sertãozinho

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IGUAIS?

Todos seremos iguais perante a lei, certo? Errado, segundo o STF.

Pedro Sergio Ronco sergioronco@uol.com.br

Ribeirão Bonito

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'O ESTADO SOU EU!'

Ninguém tinha se dado conta, mas Luis XIV, o Rei Sol, reencarnou no Brasil há mais de 60 anos e ninguém sabia. "O Estado sou eu" (L'Etat c'est moi!). Só que nesta existência ele reencarnou nas Alagoas e veio viver em Brasília para reinar no Planalto Central.

Ary Braga P. Filho ary.pacheco.filho@gmail.com

Brasília

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RETRATO DO BRASIL

O novo rei do Brasil. Manda, desmanda e desafia. Pisa na Constituição, no Congresso, no Judiciário. Ele é o retrato de um país podre e sem caráter.

Geraldo Roberto Banaskiwitz geraldo.banas@gmail.com

São Paulo

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RENAN 2018

Depois da performance de quarta-feira, já se pode afirmar sem medo de errar que Renan Calheiros será absolvido com louvor de todas as acusações no STF. Parece que dr. Rey, Lula, Roberto Justus e Jair Bolsonaro terão de colocar as barbas de molho, o Brasil já tem seu novo presidente: Renan 2018. 

Mário Barilá Filho mariobarila@yahoo.com.br

São Paulo

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DONO DO 'PUDÊ'

Dono do "pudê", do STF nada Renan tem a temer.

Roberto Twiaschor rtwaschor@uol.com.br

São Paulo

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DIANTE DO ESPELHO

Renan diante do espelho: "Espelho, espelho meu, com exceção do Lula, existe alguém mais cara de pau do que eu?" Espelho: "Nããããããõ".

Idilio Vallini marielconst@globo.com

São Paulo

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A MÃE DE TODAS AS PIZZAS

Já tínhamos tido a oportunidade de assistir a um membro do STF, especificamente o seu então presidente, acumulando o cargo de presidente do Senado na sessão de votação do impeachment da presidente da República, protagonizar a elaboração de uma "enorme pizza" quando "deformou" a Constituição, que tinha a obrigação de defender, e desmembrou o artigo que dispunha sobre o impedimento do cargo de presidente da República, visceralmente ligado à sua consequência, qual seja, a inabilitação da impedida de exercer cargos públicos. Esse membro mereceria por isso o título de "pizzaiolo-mor". Como se isso não bastasse, assistimos esta semana à maioria dos ministros do STF protagonizar a feitura do que poderíamos chamar de a mãe de todas as pizzas. Não é que Suas Excelências, agora em maioria coletiva, e não individualmente, "rasgaram" novamente nossa Lei Maior e desmembraram o artigo que trata do impedimento de réu em ação judicial ocupar cargo na linha sucessória do presidente da República? Cirurgicamente, separaram o cargo de seu ocupante, não afastando o réu do cargo que ocupa, mas estabelecendo a impossibilidade de ele suceder ao presidente da República. Linda pizza! Pobre Justiça! Pobre Brasil!

José Claudio Marmo Rizzo jcmrizzo@uol.com.br

São Paulo

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CADA VEZ MAIS FRACO

Fiquei "sensibilizado" e "emocionado" com a decisão do STF de manter Renan Calheiros na presidência do Senado, mas tirando-o da linha sucessória. Nossa, "que rigor". Em razão da enorme besteira que o ministro Marco Aurélio Mello cometeu ao conceder a liminar de afastamento do coronel das Alagoas num fim de mandato de apenas mais sete dias, que de prático apenas resultou na recusa de Renan, acompanhado da mesa diretora do Senado, de se afastar e a recusa de receber a intimação, o fato apenas enfraqueceu e desmoralizou o STF, e mais uma vez Renan Calheiros sai bonitinho desta história. É outra grande decepção para todos nós, brasileiros.

Henrique Schnaider hschnaider4@gmail.com

São Paulo

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SOBRE DECISÕES

De tão açodada, a decisão do ministro Marco Aurélio Mello só poderia acabar "melada".

Eduardo A. Delgado Filho e.delgadofilho@gmail.com

Campinas

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SENADO X STF

A desobediência dos senadores Renan Calheiros, Jorge Viana, Romero Jucá, Vicentinho Alves, Zezé Parrela, Gradson Cameli, Sérgio Petecão e João Alberto Souza contra a decisão de um ministro do STF foi algo inaceitável. Mais inaceitável ainda foi o STF desqualificar a decisão do ministro Marco Aurélio Mello, decisão que ecoou como uma negociata. "Uma meia sola constitucional." Uma vergonha. Chafurdaram STF e Senado. No dia em que o povo acordar, os nossos governadores e juízes não conseguiram dormir.

Leônidas Marques leo.marquesvr@gmail.com

Volta Redonda (RJ)

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O SORRISO DO SENADOR

Quem quiser se enojar um pouco mais com o que ocorre hoje no País, basta olhar na primeira página do "Estadão" de 7/12 a foto de um abjeto político alagoano, sorrindo impávido com a destruição de nossas instituições.

Nelson Penteado de Castro pentecas@uol.com.br

São Paulo

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PIORAMOS

Há exatos nove anos, Renan Calheiros, por muito menos do que isso, renunciou ao cargo de presidente do Senado.

Luiz Frid luiz.frid@globomail.com

São Paulo

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ESCURIDÃO

O professor Eugênio Bucci, de quem já discordei várias vezes, pede um prêmio de jornalismo para o fotógrafo Dida Sampaio pela fotografia estampada na primeira página do "Estadão" de quarta-feira (7/12). Retrata o senador Renan Calheiros, em fundo negro, com a expressão tranquila - para o professor, porque a mim me pareceu cínica. Discordo mais uma vez, pois, embora concordando com o prêmio ao fotógrafo, quem merece o prêmio máximo da literatura interpretativa é o professor Bucci. No excepcional texto (8/12, A2), atribui a Calheiros o estado de ataraxia que, segundo o filósofo grego Epicuro, manifesta-se na imperturbabilidade da alma e na ausência de inquietude. A análise que faz de cada detalhe do conjunto fotografado coaduna-se com a imagem de um ser que, apesar de réu por peculato e processado mais 11 vezes, mostra-se impassível, e até sorridente, estado de espírito que não é normal para qualquer um de nós que tenha vergonha na cara. Completa o professor Bucci: "A imagem contém um presságio: além de Calheiros a escuridão". E o Supremo, último bastião da democracia, capitula diante desse indivíduo. O que estará por detrás disso tudo? Valha-nos Deus!

Antonio C. Gomes da Silva acarlosgs9@gmail.com

São Paulo

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ERA O QUE FALTAVA

Faltava a briga entre os Poderes para liquidar de vez com o País. A competência, neste sentido, é extraordinária.

Ricardo C. Siqueira ricardocsiqueira@globo.com

Niterói (RJ)

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O PREÇO

A continuação de Renan Calheiros no Senado é um preço que se paga pela aprovação da PEC 241 e pelo início do tratamento de outras mudanças. O saneamento do ambiente político se compara com o descascar de cebolas: folha por folha e chorando com as penas.

Harald Hellmuth hhellmuth@uol.com.br

São Paulo

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EU SOU A GRÉCIA AMANHÃ

Quando o barão de la Bréde e de Montesquieu (séculos 17-18) estabelecia o equilíbrio entre os poderes, jamais pensou que esse equilíbrio seria rompido no século 21 entre os Três Poderes nas terras "onde tudo se plantando tudo dá". Cada poder parece estranho ao outro e cada um pretendendo surpreender a sociedade com deliberações que podem ser tachadas de "sui generis". Nesse turbilhão de traições à Constituição, na verdade qualquer dos poderes está tomando posições que só apagam essa fogueira usando gasolina. A economia não decola, a reforma da Previdência, pelo impacto que promete causar na sociedade, ainda terá muita discussão. E o que dizer da Petrobrás, ao reajustar a gasolina (8,1%) e o diesel (9,5%) e, a partir desta semana, o gás industrial (12,3%)? A boa notícia é que o gás de cozinha (do botijão) não foi reajustado. Pela primeira vez no ano, a Caixa Econômica Federal (CEF) voltou a captar recursos na poupança proveniente do l3.º salário. Os depósitos superaram os saques em R$ 1,9 bilhão em novembro. A instabilidade da economia pouco ou nada promete para os próximos dois anos, obrigando o poupador a cuidados especiais com as suas reservas.

Jair Gomes Coelho jairgcoelho@gmail.com

Vassouras (RJ)

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CALAMIDADE FINANCEIRA

Na turbulenta e severa crise político-econômica que o Brasil atravessa - a pior de sua história -, o Rio Grande do Sul, o Rio de Janeiro e Minas Gerais decretaram estado de calamidade financeira, em razão da impossibilidade de fechar suas contas. Pelo andar trôpego da carruagem em marcha à ré, o País corre sério e alto risco de ter de fazer o mesmo muito em breve. A que ponto chegamos!

J. S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo

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A CRISE E OS BADERNEIROS

Quando será que as autoridades competentes vão estabelecer leis rígidas para punir baderneiros em manifestações? No domingo (4/12), assistimos a milhares de manifestantes pelo Brasil todo protestando contra a corrupção, sem nenhuma depredação, sem brigas, etc.; e, na terça-feira, no Rio de Janeiro, em protesto contra o ajuste fiscal do Estado, uma centena de baderneiros quebrou tudo, atirando rojões nos policiais - e basta um pouco de truculência que a situação requer e lá vêm os direitos humanos, parte da mídia e os petistas e sindicatos de plantão alardeando "a força descomunal empregada" para controlar a situação. Cadeia neles.

Luiz Roberto Savoldelli savoldelli@uol.com.br

São Bernardo do Campo 

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INCENTIVOS FISCAIS E CHANTAGEM

As empresas sediadas no Estado do Rio de Janeiro dizem que terão de demitir e algumas até fechar com o fim dos incentivos fiscais no Estado. É, para mim, uma espécie de chantagem. Como funcionam os incentivos fiscais? A empresa beneficiária deixa de recolher o tributo estadual - no caso, o ICMS ou parte dele - e se compromete com contrapartidas, como investir na empresa, na geração de empregos, na qualificação dos empregados e outras exigências constantes do decreto de concessão dos incentivos. Ora, então a empresa tem o dinheiro para recolher o ICMS. Então qual o problema? Vão passar a recolher ao Tesouro Estadual o tributo e não terão mais a obrigação de contrapartidas. Não entendo a posição das empresas com a declaração de demissão de empregados e até fechamento. Até parece que terão de pagar um novo tributo. Não, não é novo. O dinheiro é o mesmo, só que agora vai para o Tesouro Estadual. Se com os incentivos fiscais ele tinha de recolher "xis", mas com o benefício aplica estes "xis" em outras coisas, vai agora recolher os mesmos "xis" ao Tesouro estadual. Como disse, para mim, isso é chantagem, e desconfio de que as empresas beneficiárias dos incentivos fiscais não cumpriam a contrapartida estabelecida. Tenho minhas dúvidas. 

Panayotis Poulis ppoulis46@gmail.com

Rio de Janeiro

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LULA NO CONTRA-ATAQUE

Durante jantar recente com petistas, o ex-presidente Lula afirmou ser ele a pessoa que "pode resistir a essa euforia da insanidade judicial" dos "moleques que falam bobagem" - referindo-se aos procuradores envolvidos na Operação Lava Jato. O desabafo é mais uma tentativa para intimidá-los? Ou ele tem provas concretas para mostrar que não tem nada que ver com o sítio de Atibaia e com o tríplex do Guarujá; provas de que não estava envolvido no planejamento de fuga de Nestor Cerveró; de que não conhece e não participou de negócios escusos com José Carlos Bumlai ou Marcelo Odebrecht; entre outras? Hora oportuna, sr. ex-presidente, de dar um basta neste "abuso de poder" dos procuradores e juízes federais! 

Omar El Seoud ElSeoud.USP@gmail.com

São Paulo

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LULA E A INSANIDADE JUDICIAL

Só Lula pode resolver esta insanidade que ele mesmo criou. Parece que estamos acostumando a ter presidentes presidiários, que tal Fernandinho Beira-Mar ou Marcola para resolverem a questão?

Ariovaldo Batista arioba06@hotmail.com

São Bernardo do Campo

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LUIZ INÁCIO

Como pode um réu insultar, ofender e ameaçar um magistrado e permanecer solto? Que país é este que ainda não o prendeu?

Carlos E. Barros Rodrigues ceb.rodrigues@hotmail.com

São Paulo

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DESPREOCUPADO

O cidadão brasileiro que, na última crônica de Luis Fernando Veríssimo, passou por ele descontraído, assoviando e com as mãos nos bolsos, completamente despreocupado com a terrível situação do País, o escritor não descobriu, mas eu sei quem era. Por exclusão, só podia ser Lula, um brasileiro tranquilo, disfarçado por temor das vaias.

Euclides Rossignoli euclidesrossignoli@gmail.com

Avaré

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REPRESÁLIA

A crise político-institucional tem como pano de fundo a tentativa de expor juízes, promotores e procuradores a processos por crime de responsabilidade quando suas decisões ou denúncias não prosperarem. É uma preocupação a possibilidade de estes profissionais perderem a liberdade de ofício e, por autoproteção, deixarem de se esmerar no trabalho. Por analogia, igual aos membros do Judiciário e do Ministério Público, os policiais também não deveriam ser punidos quando vão além do necessário para resolver uma situação, desde que não tenham agido dolosamente. Se isso acontecer, pode precaução, eles poderão agir apenas superficialmente, em prejuízo da sociedade. Governos demagogos chegaram a impedir as suas polícias de entrar em determinadas áreas que, com o tempo, acabaram dominadas pelo crime organizado. Policiais recebem a arma como instrumento de trabalho, mas, muitas vezes, são punidos por tê-la utilizado. Isso se tornou cotidiano no meio policial. Agora, que se clama pelo meio termo em relação a magistrados e procuradores, seria muito útil também buscar o equilíbrio para o drama funcional e social vivido pelos policiais. O Estado, que paga salários pelos seus serviços, jamais deveria puni-lo por trabalhar.

Dirceu Cardoso Gonçalves aspomilpm@terra.com.br

São Paulo

     

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PELO RESPEITO À DEMOCRACIA

Importante, oportuno e necessário o recente editorial do "Estado" sobre o projeto do Ministério Público relativo às medidas de combate à corrupção. A enorme maioria da população é a favor do combate à corrupção. Todos têm consciência da importância deste tema para a construção de um país mais justo e mais civilizado. O maciço apoio da sociedade à Operação Lava Jato e a seus a líderes é um fato incontestável. Todavia, todo este apoio, todo este reconhecimento não pode servir de salvaguarda para que o combate à corrupção apresente práticas ilegais, tampouco o fato de o documento ter sido assinado por 2 milhões de pessoas confere ao texto o status de intocável. Afinal, como o editorial do "Estado" afirmou com toda clareza, ao Poder Legislativo compete a responsabilidade de legislar. Iniciativas como esta do Ministério Público são bem-vindas e demonstram uma democracia ativa e uma sociedade participativa. Mas o respeito à separação das competências entre os poderes é fundamental. Isso é a essência da democracia que todos nós, inclusive procuradores e juízes, precisamos aceitar. Esperamos que o Senado, com o devido tempo que o tema exige, analise as medidas em profundidade, descarte os excessos e aprove uma legislação que irá dar mais consistência ao combate à corrupção no País.

Caio Coube caiocoube@chicabrasil.com.br

Bauru

                                                                                                

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A EDUCAÇÃO NO BRASIL

Dentre 70 países, o Brasil classificou-se no 65.º lugar no Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa, na sigla em inglês), coordenado pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), que avalia alunos na faixa etária de 15 e 16 anos de idade sobre conhecimentos em Matemática, Ciências e leitura. É um resultado vexatório, mas, quando é feita uma proposta de mudança na educação brasileira visando a melhorar sua qualidade, partidos políticos como PT, PSOL, Rede, PSTU e PCdoB se colocam contra e estimulam centrais sindicais e entidades de professores e alunos a boicotarem tais alterações. É o apostar no "quanto pior, melhor".

José A. Muller josealcidesmuller@hotmail.com

Avaré

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NOTA ZERO

Entre os 70 países avaliados pelo Programa Internacional de Avaliações de Estudantes, o Brasil ficou entre os piores do mundo, à frente apenas da Albânia. Creio que, se for feita uma pesquisa referente a qual país gasta mais recursos com a educação, provavelmente nosso país aparecerá no topo da lista.

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com

Jandaia do Sul (PR)

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EDUCAÇÃO MAIS QUE PÉSSIMA

O Brasil ocupa as últimas posições entre os 70 países avaliados pelo Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa, na sigla em inglês), que leva em conta a leitura, a Matemática e Ciências. No Brasil, a maioria dos alunos de 15 e 16 anos não sabe calcular o básico, tem pouca noção de interpretação de texto e capacidade insatisfatória de resolver questões científicas. E o pior é que este bando de analfabetos logo, logo estará compondo nosso quadro político nacional.

Arnaldo de Almeida Dotoli arnaldodotoli@uol.com.br

São Paulo

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CRISE PROFUNDA

Sem sombra de dúvida o Brasil está numa situação de profunda e severa crise. Para onde quer que se olhe temos problemas. Na política, na economia, na saúde, nos transportes e, o que é pior, uma crise ética que não sabemos como será resolvida. Nessa teia toda existe uma variável, ainda não citada por mim, que poderia ser a esperança. Ocorre que ela própria é vítima do colapso que assola o País. Trata-se da educação. Por quê? Porque a educação é uma rede de inúmeras teias que se entrelaçam e que, por serem interdependentes, têm uma complexa relação. Aí chegamos ao cerne da questão. Por que, então, ela não dá solução? Porque educação familiar tem falhado em razão, especialmente, dos responsáveis serem despreparados. E eles são despreparados porque a educação formal que tiveram não lhes deu o necessário background. A educação formal fracassa porque seus professores são mal formados, e por sua vez tiveram professores com a mesma moléstia. Os docentes do nível universitário no início de cada ano letivo reclamam de que seus alunos chegam cada vez piores por falta de formação nos ensinos médio e fundamental. Ocorre que os alunos não são culpados, eles são vítimas. Então é de indagar: não temos solução? Temos. Está no Estado. Só ele pode destravar esse emaranhado de problemas. É forçoso, consequentemente, que o Estado precisa agir. Os responsáveis não podem ser pessoas que não sejam do ramo e que, sobretudo, não estejam engajados ideologicamente. Enquanto o Ministério da Educação não promover uma integração de estudos aprofundados entre os três níveis, ficaremos nesta situação de ano após ano as pesquisas nacionais e internacionais apurarem que estamos descendo ladeira abaixo no ranking mundial.

Éden A. Santos edensantos@uol.com.br

São Paulo

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INVASÃO DO BEM

Gostaria de propor aos estudantes que promovessem uma invasão do bem às escolas. Diante do desastre representado pelo resultado no exame conhecido pela sigla Pisa, só lhes resta invadir as escolas exigindo aulas em regime de tempo integral, professores capacitados para lecionar todas as matérias da grade curricular, atividades extras que enriqueçam o currículo e que o Congresso Nacional discuta e vote a medida provisória que aperfeiçoará o ensino médio. Só saiam de lá quando todas as reivindicações forem atendidas. 

Marco A. Esteves Balbi mbalbi69@globo.com

Rio de Janeiro

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SÃO PAULO ABANDONADA

O líder do PT na Câmara Municipal de São Paulo, Arselino Tatto, reclamou no "Estadão" de que o futuro prefeito faz uma declaração bombástica por dia - bem melhor do que o governo petista, que deixou a cidade de São Paulo parecendo uma cidade síria bombardeada. A gestão Haddad largou o osso de vez. As ruas estão imundas; nunca vimos tanta gente dormindo nas lajes e viadutos; buracos e mais buracos nas ruas; iluminação inexistente; os faróis sempre quebrados; as tormentosas vias ciclísticas, sem pé nem cabeça, perderam a cor vermelha petista e aqueles canudos amarelos abertos viraram criadores de mosquito. Vão, certamente, piorar a crise da zika no verão. Que Deus nos livre das enchentes este ano, por causa do lixo. Além do prefeito, até os amarelinhos sumiram.

José R. de Macedo Soares joserubens@jrmacedoadv.com.br

São Paulo

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BANDEIRANTES

Cumprimento Aldo Rebelo pela excelente peça documental perpetrada no nobre espaço da página A2 de 7 de dezembro ("Bandeirantes - passado, presente e futuro"), reconhecendo a grandiosa empreitada dos bandeirantes, que rasgaram trilhas em pleno desconhecido para avolumar e fazer maior ainda esta nação. Que isso sirva de farol para que outros envolvidos na cultura e no ensino contem de maneira racional e sem ranço ou proselitismos o que fizeram estes paulistas pela Nação.

Dalton Presotto daltonpresotto@gmail.com

São Paulo

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PEDIDO A EVO MORALES

Peço encarecidamente a V.Ex.ª, Evo Morales, que caso queira invadir o Brasil para prender a funcionária do seu aeroporto que fugiu para dentro de nossa fronteira para não pagar sozinha pelo acidente provocado pelo seu ex-piloto, que invada, mas que não provoque nenhuma morte de brasileiros; somos humildes, bonzinhos e muito ricos, e não gostamos de brigas, lutas e qualquer dificuldade. Veja que V.Ex.ª nos tomou uma refinaria e nada fizemos, a não ser chamá-lo de "amigo". E veja também que um corrupto recebeu ordem do STF do Brasil para deixar seu cargo político num poder no País, ele se recusou, e nada aconteceu... Na certeza de poder contar com vossa compreensão, agradeço humildemente e de cabeça baixa.

Nelio Alves Gomes raytomonelio@hotmail.com

Curitiba

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FIDEL CASTRO

Excelente artigo de Fabio De Biazzi na edição de 7/12/2016 ("Reflexões sobre a morte de um ditador"). Roberto Campos tinha razão ao afirmar que a democracia e o capitalismo produzem resultados práticos, mas têm baixa capacidade de produzir mitos, conquanto no socialismo dá-se o contrário.

Eduardo Sérgio Antunes eduardo.antunes@terra.com.br

São Paulo

 

 

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