Fórum dos Leitores

GOVERNO DILMA

05 Junho 2014 | 05h51

Quem não sabe não sabe

Diante do descontentamento geral dos brasileiros, que vai da educação à organização da Copa do Mundo e seus desperdícios flagrantes, Lula atribuiu ao mau humor dos empresários a responsabilidade pela derrubada do PIB no primeiro trimestre. E mais: no Planalto já ensaiam culpar também a crise mundial pelos fracassos na economia, que trouxeram a volta da inflação, uma das maiores angústias da nossa sociedade. Para completar a proeza, quando perguntada por jornalistas estrangeiros “por que, afinal, o Brasil está crescendo tão pouco”, Dilma Rousseff respondeu com um sincero e espontâneo “não sei”. Ora, parece que a culpa de o Brasil andar mal não é bem dos mal-humorados empresários nem da crise mundial. Se ela, que deveria saber, não sabe, está mais do que na hora de “passar a bola” para quem sabe, não? Mudança já!

MYRIAN MACEDO

myrian.macedo@uol.com.br

São Paulo

À deriva

Enquanto, em encontro com jornalistas estrangeiros, a presidente Dilma simplesmente admitiu não saber os motivos do nosso baixo crescimento econômico, Lula disse a interlocutores que a culpa do ridículo desempenho brasileiro é dos empresários! Vou-me arriscar e tentar uma explicação para essas respostas bizarras da atual mandatária e de seu tutor a respeito do nosso fiasco econômico (que, aliás, vai virando um fiasco social, com inflação e desemprego em alta). Dilma não sabe as razões do pibinho porque está muito ocupada com decretos totalitários que jogam no lixo a democracia e instalam no País a ditadura petista à moda bolivariana e Lula deve estar gastando boa parte do seu tempo tentando convencer a “presidenta” sobre as maravilhas da “regulação da mídia”, a ser posta em prática em eventuais quatro anos adicionais do PT. Esse governo, portanto, não só está absolutamente desconectado da realidade e atrasando o desenvolvimento econômico do País, mas vem fazendo de tudo para deteriorar de vez nosso sistema político e institucional. Resumindo: o Brasil está à deriva. Com a palavra os eleitores.

HENRIQUE BRIGATTE

hbrigatte@yahoo.com.br

Pindamonhangaba

Servidão

Excelente o artigo Um decreto abre o caminho da servidão (4/6, A2), de Oliveiros S. Ferreira, sobre o decreto de dona Dilma que quer modificar o sistema político brasileiro com a caneta. E pensar que a Constituição de 88 já prevê a participação popular e a descentralização político-administrativa (artigo 204, incisos I e II), permitindo a criação de conselhos. Já existem conselhos paritários funcionando (e bem!) em várias cidades: da Mulher, do Meio Ambiente, da Criança e do Adolescente, da Saúde, da Educação, do Turismo, do Idoso. Mais do que isso é realmente interferir no sistema sem que a sociedade apoie, sem que o Congresso apite, sem que os partidos políticos sejam consultados; é instalar a burocracia estatal com maior força e poder, e transformar o País numa republiqueta bolivariana. E madame não vai à abertura da Copa por quê? Deve assumir suas decisões para o País, principalmente sua última canetada. E correr o risco. Se acredita que tudo está bem no “país das maravilhas”, que mostre a cara no Itaquerão. Não pretendo assistir ao jogo inaugural nem a nenhum outro, mas se ela for, prometo que ligo a televisão.

REGINA HELENA DE PAIVA RAMOS

reginahpaiva@uol.com.br

São Paulo

Abaixo o Decreto 8.243!

Esse decreto, que entrou recentemente em vigor, é inconstitucional, pois vai de encontro ao artigo 84, inciso IV, alínea a, que diz, sem margem para discussão, que nenhum decreto poderá implicar gastos da administração federal com a criação de órgãos. Expedir decretos que se chocam com normas constitucionais é coisa de ditadura e, longe de reforçar os mecanismos de participação democrática da sociedade civil, caminhamos para uma desgraça. Com seu “juridiquês” estranho à maioria da população, o texto mascara o objetivo real. Abaixo o Decreto 8.243, abaixo o governo ditatorial, fora PT!

FELIPE DA SILVA PRADO

felipeprado39@gmail.com

São Paulo

Simplificando

Com relação ao Decreto 8.243, em vez de eufemismos como “democracia participativa e direta”, “conselhos/comissões de políticas públicas”, “mesas de diálogo”, etc., por que não usar simplesmente a palavra “sovietes”?

CARLOS RENATO NAPOLEONE

crnapoleone_50@itelefonica.com.br

Agudos

Inadmissível

Como pode um partido que se diz democrático decretar, por intermédio da presidente da República, esses conselhos populares, que no fundo são uma fórmula indireta de anular nosso voto? O poder desejado pelo PT é inadmissível. Até quando teremos de conviver com essa situação?

LAERT PINTO BARBOSA

laert_barbosa@globo.com

São Paulo

Contra o bolivarianismo

Partidos criam frente para barrar o bolivariano Decreto 8.243 de Dilma Rousseff (4/6, A1, A2 e A7). Quer dizer que, finalmente, temos oposição neste país? Quem sabe, assim, teremos em quem votar para o Executivo e o Legislativo...

SUELY MANDELBAUM

suely.m@terra.com.br

São Paulo

Fundo do poço?

Recado para depois das eleições, se o diabo quiser e o PT ganhar: garrote na imprensa livre e açoite no povo que se rebela. E com esse monstrengo do Decreto 8.243 será o fim da nossa débil democracia, canibalizada pela podre “zelite” no poder - a única, como jamais visto neste país, que esconde dólares na cueca, mente descaradamente e faz “conta de padeiro” na nossa saqueada estatal, a Petrobrás; e a única que, como hienas ensandecidas, disputa a carcaça exangue do que ainda resta de nós mesmos. Teremos chegado ao fundo do poço? Acredito que não. Ouvi dizer que abaixo dele existe um porão, lugar perfeito para o confinamento eterno dos que traíram a Pátria, exterminaram a boa-fé, a esperança e a dignidade do povo brasileiro. Sim, por um instante sonhei com justiça, com o ministro Joaquim Barbosa (STF), que se foi, e nada mais.

GLORIA DE MORAES FERNANDES

glorinhafernandes@uol.com.br

São Paulo

Demagogia

Pobre país que lamenta a aposentadoria precoce de um juiz, por ser preparado e probo. Conselhos de participação social? Só participarão desocupados? Se querem “conselhos”, consultem especialistas de cada questão, o que parece que não fizeram até hoje. Demagogos!

ANDRÉ C. FROHNKNECHT

caxumba888@gmail.com

São Paulo

LALAU EM LIBERDADE

No Brasil realmente o crime compensa. O ex-juiz Lalau em breve estará em liberdade. Fora a fausta aposentadoria de juiz que irá desfrutar dos R$ 170 milhões roubados, pouco foi recuperado. Em plena era da informática, com países cooperando em investigações sobre crime de corrupção, a Justiça brasileira não conseguiu descobrir “quase nada”. Daqui a pouco serão os mensaleiros em liberdade e nada será também devolvido aos cofres públicos. Nas próximas eleições deveríamos exigir dos candidatos projeto de lei para manter encarcerados ladrões de cofres públicos até que devolvam centavo, por centavo. Eles desconhecem de onde esse dinheiro aparece, mas nós sabemos do bolso que sai. É o mínimo que podemos exigir.

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

*

NÃO PERGUNTEM AO LALAU

Há cerca de dez anos, trabalhando como “research-scholar”, na Universidade do Sul da Flórida, me dirigia, como carona de um colega americano, de Tampa a São Petersburgo, quando, observando belos campos plantados, mansões e muito gado, perguntei ao colega a quem pertenciam. Sem tirar os olhos da estrada, me respondeu: “Eram de um alto executivo público da região, mas não são mais.” Perguntei-lhe: “Por quê? Vendeu?”. Simplesmente respondeu-me, apontando para uma penitenciária ao lado: “Ele foi condenado por desvio de dinheiro público e cumpre 20 anos de prisão ali.” Curioso, inquiri-lhe: “E essas suas belas propriedades?”. E ele: “O Estado tomou todas dele e hoje são propriedades públicas.” E eu, hoje, pergunto: Lalau, solto, dentro da lei, vá lá. Mas e a dinheirama de R$ 170 milhões que roubou, onde está? Não perguntem ao Lalau. Perguntem ao STF!

Sagrado Lamir David david@powerline.com.br

Juiz de Fora (MG)

*

Será que em vez de prisão o ex-juiz Nicolau dos Santos Neto devolvesse todo dinheiro roubado aos cofres da União o Brasil não sairia no lucro?

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com

Jandaia do Sul (PR)

*

SUÍÇA E O CASO ALSTOM

A notícia veiculada pelo “Estadão” dando conta de que a Suíça congelou colaborações com o Brasil depois do vazamento do caso Alstom nos permite suspeitar que se trata mais uma vez de questões políticas sorrateiras e não quebra do sigilo em investigações. Na verdade, há envolvimento de grandes partes e de ambos lados isso não é interessante. Ora, se a Suíça é um país sério e transparente não haveria qualquer problema na utilização pelo Judiciário brasileiro de apurar a veracidade das informações e tornar pública a questão. Como o caso se desenrola há vários anos, nota-se que, ou não há interesse no andamento das investigações ou há interesses escusos em deixá-lo na gaveta. Aliás, não é a primeira vez que a Suíça age assim, e considerando o ocorrido em 2011 na apuração do cartel de trens, em que o Brasil sonegou ajuda à Suíça a respeito disso, percebe-se que ou é retaliação ou, da parte dos Governos, há o intuito de “abafar” a questão, mormente agora, em período eleitoral.

Na verdade, desde o caso Maluf que esse jogo acontece entre Brasil e Suíça, e nada resolve.

Claudio Mazetto cmazetto@ig.com.br

São Paulo

*

Para convencer a Suíça a retomar a cooperação basta que o ministro José Eduardo Cardoso peça ao seu colega Gilberto Carvalho que mande o seu sobrinho, presidente do CADE, não vazar mais as informações que a Justiça Suíça fornece para o Brasil.

José Gilberto Silvestrini jgsilvestrini@gmail.com

Pirassununga

*

QUEM SE ATREVE A RESPONDER?

A pouco mais de uma semana do início da Copa do Mundo, todo o noticiário está dominado pela retórica de Felipão sobre os fundamentos táticos da sua equipe e pelas entrevistas totalmente vazias concedidas por nossos craques mais falantes, só para cumprir formalidades. Neste momento de pré-festa, alguns dados preocupantes sobre a economia e notícias constrangedoras relacionadas com o panorama político do País, como a publicação pelo governo de decreto mal intencionado em relação ao regime democrático, estão sendo escondidos sob um tapete que está ficando cada vez mais curto. Recentes edições de qualquer grande jornal dão conta, entre outras notícias desalentadoras, da decisão da Suíça de romper a cooperação judicial com o Brasil em virtude de vazamento de sigilo no Caso Alstom, das demissões que a indústria automobilística está a efetivar, em virtude da queda de vendas de veículos novos, e de que o saldo comercial para o mês de maio é o menor em 12 anos. Acrescente-se a tudo isso o desempenho anêmico do crescimento do PIB no trimestre, que força os especialistas de mercado a revisões sombrias sobre o crescimento anual da economia, e a proximidade de uma eleição cuja campanha, já iniciada, promete ser das mais rasteiras da História. Passada a ressaca da tão desejada conquista no futebol ou a impensada mas provável frustração pela derrota, o que nos reserva o segundo semestre? Nenhum futurólogo se atreverá a responder.

Paulo Roberto Gotaç prgotac@hotmail.com

Rio de Janeiro

*

MÁ ESCOLHA

O já conhecido homem do vazamento José Eduardo Cardoso (lembrem da carta anônima sobre denúncias de irregularidades nas concorrências do Metro de São Paulo) seria o ator credenciado para negociar reatamento de informações com a Justiça Suíça? É capaz de botar definitivamente uma pá de cal no assunto.

Ulysses Fernandes Nunes Jr ulyssesfn@terra.com.br

São Paulo

*

SE AINDA HÁ DÚVIDA

As notícias econômicas veiculadas no dia de hoje não deixam a menor dúvida. Estamos devagar, quase parando, podendo até mesmo darmos passos de caranguejo para trás. Inflação em alta, em especial dos alimentos, índice de desemprego também em alta, tendendo a crescer, uma vez que as indústrias estão concedendo férias coletivas e no retorno podem dispensar funcionários, além de um desânimo generalizado ao se constatar que parcela ponderável dos nossos patrícios não se sente nem preparado nem encorajado a procurar emprego. Preferem viver de bolsa, pagas por todos nós, os contribuintes. Onde isso vai parar? Nossa chance de alterar o status quo será em outubro.

Marco Antonio Esteves Balbi mbalbi69@globo.com

Rio de Janeiro

*

GOVERNO QUIXOTESCO

Abrem-se as cortinas do apocalipse com cavalos comprovando a total incapacidade de gerenciar uma nação com 4,5 milhões de quilômetros quadrados e uma população de 200 milhões de habitantes. Essa cavalaria das trevas vem representando os fracassos na economia mostrando um PIB ridículo para um ano de Copa em que se previa o contrário. Previsões furadas, o que aparece no palco brasileiro é um déficit de US$4,85 bilhões na balança comercial, pior resultado para maio desde 2002. Depois das montadoras, as férias coletivas chegam às fábricas de eletrodomésticos e eletrônicos. O consumo em queda causado pela volta de uma inflação “sob controle” mas indomável e em que a lição dos gastos públicos não é assimilada pelo governo. Esse cenário pode piorar com o consequente desemprego que já atinge 7,1% e que esse sim pode trazer um problema que gera outros tantos. Atrás das cortinas há, entretanto, outro palco onde Alice Canta e dança numa gastança de dezenas de bilhões de reais no patrocínio da Copa do Mundo de futebol que deixará um legado de vários “elefantes brancos” contra o descalabro dos nossos hospitais, das nossas escolas, das nossas estradas, do nosso transporte urbano e da nossa segurança. E “fazem o diabo” para continuar no poder. Vade retro falange do retrocesso.

Jair Gomes Coelho jairgcoelho@gmail.com

Vassouras (RJ)

*

PIBINHO

A presidente Dilma Rousseff ironicamente disse na semana passada “garantir energia, não água”. Ora, se a seca prejudicou o PIB do seu governo, ridículos 0,2% no trimestre, poderia eventualmente prejudicar o abastecimento de água, só que ela não está levando em consideração que aqui é SP, o maior Estado da República, para onde o senhor Tião Viana, governador PT do Acre, mandou milhares de haitianos. A senhora Dilma Rousseff - ou “a rainha do pibinho” - não pode ironizar outros políticos, pois inaugurou no domingo o novo Galeão completamente inacabado, com tapumes dentro do salão principal, tetos desabando, sem esteiras etc. Procure a senhora trabalhar pelo Brasil!

Celso de Carvalho Mello celsosaopauloadv@uol.com.br

São Paulo

*

SETOR AUTOMOTIVO E OS JUMENTOS

Já começou a choradeira do setor automotivo. A queda nas vendas no acumulado do ano é de 5,2% e tende a cair mais no período da Copa. Parte dessa culpa deve-se a Lula, que sugeriu aos torcedores irem aos estádios de jumento. Com um trânsito caótico em que ninguém consegue andar em São Paulo, os jumentos vão acabar tirando os carros das ruas.

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com

São Paulo

*

FLORES, FOICE E O MARTELO

O artigo do economista Claudio A. Gonçalez (B2 3/6) é pertinente, ao fazer um contraponto aos estudos de Thomas Piketty, o novo queridinho das esquerdas. Este afirma que a concentração de riquezas continuará aumentando, tornando a sociedade mais injusta e instável, sugerindo que haja cobrança de imposto progressivo sobre o patrimônio. O estudo do Piketty ignora dados da economia informal e que muitos já abandonaram as ideias socialistas utópicas e acreditam na democracia, desde que não seja plebiscitária, que não visa a melhoria efetiva dos mais pobres, mas simplesmente um projeto de poder. Essas ideias levam seus adeptos a imaginarem a nova economia, como se fosse uma piscina rasa, que não permite saltos, e desde que suas piscinas privadas não sejam ocupadas. Em vez de dificultar a livre iniciativa e o acúmulo de riquezas, os governos precisariam estimular os investimentos nas áreas subdesenvolvidas, livres de corrupção, favorecimento e com retorno comprovado. Por favor, não falem em flores quando estiverem pensando em foice e martelo.

Alberto Bastos Cardoso de Carvalho albcc@ig.com.br

São Paulo

*

ARTIGO ROBERTO ROMANO

Recado dado quanto à tênue autonomia das universidades públicas paulistas. Não reclamem depois. Parabéns, Dr. Roberto Romano, pelo artigo (“Ética, violência, vergonha”, A02, 31/05).

Ataliba Monteiro de Moraes ataliba_moraes@ig.com.br

Marília

*

AÉCIO E EDUCAÇÃO

O programa de governo do pré-candidato do PSDB Aécio Neves fará a defesa dos principais projetos sociais implementados pelo ex-ministro de Educação Fernando Haddad, como o Prouni e o Pronatec. O Prouni, desde a sua criação, concedeu bolsas a mais de 1,2 milhão de estudantes, e o Pronatec propiciou mais de 6,8 milhões de matrículas em cursos de capacitação profissional. Na eventualidade de vencer a eleição para presidente, seria interessante que Aécio, humildemente, consultasse o Haddad para ter ideias de como implementar programas sociais de sucesso no seu governo.

Paulo Sergio Fidelis Gomes psf.gomes@ig.com.br

São Paulo

*

OPORTUNISMO ELEITORAL

Sabemos que os candidatos em épocas de eleição não querem falar de assuntos polêmicos, ou nem tanto, mas fogem de um debate urgente e necessário ao País. Legalização da maconha, do aborto, reformas urgentes da previdência. Dessa vez o candidato Aécio Neves disse e depois desdisse que os direitos trabalhistas continuarão intactos, mesmo sendo um nó no sistema trabalhista, uma lei anacrônica e que precisa urgentemente de uma ampla e irrestrita reforma, sem populismo.

Marcos Barbosa micabarbosa@gmail.com

Casa Branca

*

OS POSTES ELEITOS

Lula quer eleger mais um poste em São Paulo: Padilha. Especializando-se em eleger postes, Lula faz com que os vira-latas abanem os rabos de alegria.

Vidal dos Santos vidal.santos@yahoo.com.br

Vinhedo

*

NADA DE CARAVANA, PADILHA

Quem avisa, amigo é. E agora é sério, pois é a Justiça eleitoral que determina. Vá para casa, Padilha, que não é hora de caravana.

José Piacsek Neto bubanetopiacsek@gmail.com

Avanhandava

*

MALUF + PADILHA

O que o Alexandre Padilha é capaz de fazer por um minuto de TV, hein! Como se ele tivesse algo a dizer...

Luiz Frid luiz.frid@globomail.com

São Paulo

*

Arnaldo Jabor em seu artigo (“Um bonde chamado Maluf”, C8 03/06) ridiculariza o apoio do PP ao Alexandre Padilha. Na última eleição municipal, José Serra tentou desesperadamente o apoio de Maluf, frustrando-se por não obtê-lo. Por outro lado, Geraldo Alckmin na última eleição estadual obteve sucesso em obter o apoio de Maluf e em troca concedeu-lhe o direito de nomear o presidente da Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU). É tragicômico verificar que certas pessoas têm uma ética seletiva, pois ficam indignadas com o apoio do PP ao PT e, sintomaticamente, calam-se quando este apoio é dado ao PSDB.

Wilson Haddad wilson.haddad@uol.com.br

São Paulo

*

Já que o apoio do Maluf é tão importante, quero sugerir ao PT esquecer o Padilha e apoiá-lo para prefeito. Ao menos já sabemos da sua capacidade administrativa que o torna competitivo. Ele deve ser muito importante eleitoralmente, pois, não fosse isso, o PT o teria desprezado.

Adalberto Amaral Allegrini adalberto.allegrini@gmail.com

São Paulo

*

OS CUMPANHEIROS

No “Estadão” de 31 de maio na página A4, Maluf falando do PT em 1993: “Um bando de gafanhotos”; Lula respondendo: “Uma ave de rapina”. Incrível como os dois se autodefiniram, acertando em cheio. Os gafanhotos são pequenos, mas comem muito mais que aves de rapina, que mesmo sendo de tamanhos maiores, comem só o suficiente para elas e talvez para os filhotes. Os gafanhotos chegam em bandos de milhares ou milhões dando um prejuízo danado para o coitado do agricultor que vê todo o seu sacrifício ir para estômago deles. Quantos petistas estão no governo? E nas empresas dele? O caixa 2 deve estar bem estufado com contas externas,talvez. Dizem que o Lula virou bilionário em oito anos como presidente da República (notícia dada pelo “Estadão” e pela revista “Veja” há algum tempo). Comeu para caramba, diria o povo. É um fato: os dois trabalharam em surdina, alcançando o mesmo fim. Você, leitor do “Estadão”, conhece algum chefe dito comunista que morreu pobre? Não existe. Um dos últimos vive em Cuba, dono de meia ilha, fora as contas bancárias. Os dois hoje são amigos siameses.

Francesco Sciacovelli sonia.sciacovelli@yahoo.com.br

São Paulo

*

AQUELE ABRAÇO

PP e PT: um abraço vale mais que mil palavras!

J. S. Decol decoljs@globo.com

São Paulo

*

Do jeito que a coisa vai em relação às eleições de SP, o PT logo, logo vai fazer parceria com o capeta. O Maluf já virou parceiro e parasita, o PCC entrou agora com força total, e o capeta vem em seguida, claro, tudo em favor dos descamisados e dos companheiros que não conseguiram uma boquinha na prefeitura do péssimo Haddad. PT, acordem, vocês estão se juntando à escória que tanto combatiam? Será que perderam a ética e a memória também? Onde isso vai terminar? Espero na grande derrota nas eleições.

Asdrubal Gobenati asdrubal.gobenati@bol.com.br

Rio de Janeiro

*

A IDADE E A VERDADE

Os idosos - ou os “velhos” - têm muitas histórias para contar. Os jovens, em sua maioria, têm muitas, quase todas para serem esquecidas para sempre. O PT é um partido jovem, impulsivo, cheio de histórias, as menos escabrosas, que todos sabem, é, por exemplo, o apoio de Paulo Maluf aos candidatos postes de Lula. Não consigo imaginar as que estão bem guardadas. Se aberta a caixa, o cheiro da podridão pode sufocar o país inteiro.

Luiz Ress Erdei portal@portasblindadas.com.br

Osasco

*

QUANDO O IMOBILISMO É VIRTUDE

Quando se caminha no rumo errado, o menos afeito ao trabalho provoca muito menos malefícios do que a pessoa ativa e eficiente. Isso explica porque alguns analistas consideram o governo Lula melhor do que o de Dilma. Na verdade, ambos são ruins, mas o da trabalhadeira é pior! Essa é a diferença que a oposição precisa destacar.

Nilson Otávio de Oliveira noo@uol.com.br

São Paulo

*

FAZENDO O DIABO

Depois que D. Dilma disse que faria o diabo para ganhar a eleição, parece que ele aproveitou a chance e se instalou no Brasil. Ônibus queimados para todo lado, pessoas mortas por motivos fúteis, roubos aumentando, criminosos soltos pelo STF, invasões de propriedades apoiadas pelo PT, PCC mandando no País, roubalheira sem fim pelos políticos e aliados, os Três Poderes viciados, educação zero, saúde abaixo de zero, economia pior ainda, empregos sumindo, dólar aumentando, contrabando só crescendo, bebidas liberadas nos estádios, Fifa levando nosso dinheiro embora. Olha o capeta aí, gente! Não fosse o agronegócio, que o PT detesta, já teríamos ido para o brejo. Vade retro, satanás!

Vitório F. Massoni suporte@eam.com.br

Catanduva

*

MÉDICOS CUBANOS

Sugestão para que os médicos cubanos (desertores) não fiquem sem serviço: o governo poderia abrir um ambulatório lá em Brasilia e os mesmos poderiam começar a atender os políticos que tanto gostam de serem atendidos no Hospital Sírio Libanês em São Paulo, sabe se lá às custas de quem - inclusive Lula e a trupe.

Carlos Roberto Gomes Fernandes crgfernandes@uol.com.br

Ourinhos

*

CHUTE NO PÉ

Com 12 sedes - e dizem que o ex-presidente Lula queria mais - o Brasil em vez de exibir sua grandeza vai acabar expondo suas fraquezas.

Sergio S. de Oliveira ssoliveira@netsite.com.br

Monte Santo de Minas

*

BEM-VINDOS, TURISTAS AMIGOS

É provável que teremos manifestações e greves durante o período da Copa. O povo não está satisfeito com a inflação, o desemprego e a falta de saúde e educação pública. Mas devemos evitar violência e desordem na Copa. Somos um povo alegre, mas não somos baderneiros. O brasileiro gosta de festa, mas sem violência. Os saques a lojas e roubos são feitos por uma minoria. A maioria é honesta e gosta de paz e harmonia. Vamos evitar confusão durante a Copa do Mundo. Temos que mostrar que somos educados e receber bem os turistas amigos.

Paulo Roberto Girão Lessa paulinhogirao@gmail.com

Fortaleza

*

A seleção brasileira é a mais qualificada da Copa do Mundo, mas citaria a Alemanha juntamente. Aliás, Brasil x Alemanha podem se enfrentar em uma possível semifinal. Jogão!

José Ribamar Pinheiro Filho pinheirinhosb@gmail.com

Brasília

*

COPA EM RISCO

Em todas as Copas do Mundo em que o Brasil jogou com a Iugoslávia (hoje Sérvia, Croácia e Bósnia), nunca perdeu, mas nunca foi campeão mundial. Coincidência?

Wilson Armando Albuquerque de Camargo violeta.moran@bol.com.br

São Paulo

*

O mundo da bola fecha o semestre de forma triste pelos acontecimentos e fatos marcantes de “racismo” no futebol brasileiro e internacional. Fica aqui minha homenagem e sugestão para a Fifa, a CBF e para o jornalismo esportivo nacional de homenagear no decorrer da Copa do Mundo aqui, em solo brasileiro, as três equipes futebolísticas brasileiras o Vasco da Gama, o Bangu e a Ponte Preta por serem o “berço da democracia racial” no cenário esportivo nacional. O Vasco da Gama em 1915 com suas atividades iniciais no futebol, o Bangu em 1905 com o atleta Francisco Carregal e a Ponte Preta em 1900 com o ferroviário atleta e fundador pontepretano Miguel do Carmo, nascido em 1885 ainda no período da escravidão. O Brasil é verde e amarelo nas cores e preto e branco em nossas vidas. O trem de ferro na linha do tempo assistiu.

Carlos Burghi c.burghi@yahoo.com.br

São Paulo

*

FORÇA POLICIAL

Há anos o Brasil se sentiu ofendido com um episódio do famoso desenho “Os Simpsons”, que mostrava a presença de macacos nas ruas do Rio de Janeiro. Se os roteiristas desse programa estivessem em Brasilia, certamente iriam se inspirar com a imagem de índios com seus coloridos cocares atirando flechas contra a força policial. Esse é o Brasil da Copa das Copas.

Luiz Nusbaum lnusbaum@uol.com.br

São Paulo

*

BLACK BLOCS E PCC

Pela incompetência do governo, black blocs e PCC podem botar para quebrar.

Roberto Twiaschor rtwiaschor@uol.com.br

São Paulo

*

Porque tanta polêmica do governo federal com a atuação dos black blocs durante a Copa? Chama o síndico: Gilberto Carvalho é o cara certo para tratar deste assunto. Ele certamente dará fim à questão.

Sergio Holl Lara jrmholl.idt@terra.com.br

Indaiatuba

*

RODÍZIO

Que pena! Perdeu-se uma oportunidade para cancelar medida danosa, existente apenas na cidade de São Paulo. Para abonados, que possuem mais de um carro, elementos dos poderes públicos, taxis, caminhões, ônibus, veículos oficiais, ambulâncias, carrões de bombeiros e similares; o rodízio não atinge. Na atual legislação, contando com vultuosa arrecadação de multas (inclusive de motoristas outros municípios) essa restrição é vantajosa. Sobrou para os trabalhadores em obras, emergências médicas. É um transtorno irreparável. O prefeito, que é do PT, deu-lhes as costas!

Engº José Erlichman joserlichman@gmail.com

São Paulo

*

FALHAS E GREVE

Faz dias que o metrô opera em velocidade tartaruga, ocasionando atrasos e lotações nas plataformas. Hoje, mais uma vez, enfrentamos uma falha, justificada como “manutenção preventiva”. Também contamos com “funcionários fantasmas”, uma vez que os mesmos simplesmente sumiram das plataformas. Experimente você, trabalhador comum, faltar no serviço por mais de três dias seguidos, dizendo que está fazendo “campanha salarial”, para ver o que acontece. Recebe um Bilhete Azul por justa causa, na hora! Por que o mesmo não acontece com os funcionários do Metrô que se recusam a trabalhar? Quem está por trás de tudo isso? Precisamos, urgente, que este sistema seja ampliado, mas agora, com o crescimento da cidade, tudo fica mais difícil. O metrô de Paris, fundado em 1900, tem 213 km de extensão e 300 estações. O metrô de São Paulo, fundado em 1974, tem 75,50 km e 65 estações. E, ainda por cima, farão greve hoje. Boa sorte, trabalhadores.

Adriana Aulisio aulisiodri@gmail.com

São Paulo

*

OS DONOS DO METRÔ

Mais uma vez os 9.477 metroviários de São Paulo (um para cada 7m de trilhos) deflagram uma greve absurda, impondo à população paulistana mais um castigo no já sofrido dia a dia. Reivindicam aumento de “apenas” 35% em seus salários e redução da jornada de trabalho para 36 horas semanais. Em 2013, 65% da Receita Líquida do Metrô foram despendidos com seus empregados, cujo salário médio é de R$ 4 mil. Não obstante a empresa tenha apresentado prejuízo de R$ 76,4 milhões, tiveram eles uma participação nos lucros e resultados, calculada sobre um surrealista Balanço Social, no qual apareceu um “lucro” de R$ 9,6 bilhões. O prejuízo real acumulado do metrô alcançou R$ 5,1 bilhões, e o Governo do Estado aportou no ano passado R$ 3 bilhões ao capital para cobrir o continuado rombo operacional. Os metroviários constituem uma verdadeira casta e se julgam os donos do metrô, com direito a agredir a população que paga os seus salários. Contam com a passividade dos governantes, que não têm coragem para dar um basta nessas pretensões delirantes.

Hélio de Lima Carvalho hlc.consult@mail.com

São Paulo

*

GREVES

A falta de habilidade, coerência, inexperiência de Fernando Haddad, que, após deixar a greve dos professores e servidores municipais de São Paulo atingir 41 dias, prejudicando milhares de estudantes, cedeu às pretensões exigidas. Para evitar caos, não poderia ter tomado tal decisão antes?

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

*

Anteontem, mais uma vez, manifestantes, à altura do Masp, fecharam a Paulista, no sentido Paraíso/Clínicas. O absurdo se repete por várias vezes, para risco de pacientes de emergência, além do nosso direito constitucional. Desocupados e mal formados “não estão nem aí” para os direitos alheios e cidadania. Nossas autoridades creem que, ao permiti-lo, ganham votos, mas, pessoalmente, creio no contrário. Começaram cedendo o dedinho, já foi a mão e o braço. O que esperam? O exemplo dos morros do Rio não os alerta? Ação, gente, ação!

André C. Frohnknecht caxumba888@gmail.com

São Paulo

*

A POLÍTICA SALARIAL DE HADDAD

O prefeito Haddad conseguiu inovar a política salarial na Prefeitura de São Paulo de uma forma tão inusitada que jamais um administrador municipal tentou fazer antes dele. O ex-prefeito JÂnio Quadros ao sair deixou uma estrutura de vencimentos para o quadro do funcionalismo municipal de uma maneira bem equacionada e aprovada por lei. O funcionalismo municipal teria reajustes proporcionais à inflação, de modo que em sua somatória total de seus gastos não ultrapassasse a 40% das Receitas Correntes do Município. Só anos mais tarde, ao promulgar a Lei da Responsabilidade Fiscal, o governo federal adotou fórmula semelhante, porém com um limite de 47% das Receitas Correntes, para todo o funcionalismo no País. Mas já na administração seguinte, da ex-prefeita Luiza Erundina, o quadro de vencimentos foi alterado, não por lei, mas por simples decreto, o que deu origem a um dos precatórios que comprometem as contas públicas do município até hoje. O ex-prefeito Paulo Maluf adorou a ideia e procedeu de forma idêntica, provocando mais perdas para o funcionalismo, dando origem a mais dois precatórios. Mas caberia à ex-prefeita Marta Suplicy cometer o absurdo de manipular os gastos com o funcionalismo que perdurou até o governo do ex-prefeito Kassab, ou seja, com reajustes anuais de 0,1% ao ano, achatando de vez os salários dos servidores municipais. Haddad em seu primeiro ano de governo adotou o reajuste de 0,86%, bem abaixo do índice inflacionário anual. Consequentemente, desde a administração Marta Suplicy, o funcionalismo municipal já viu seus vencimentos em termos de poder de aquisição cair em cerca de 60%. Pois bem, apesar dessa situação caótica dos servidores municipais, neste ano Haddad até a presente data não deu nenhum reajuste salarial. E o pior, pretende conceder apenas um abono, que sequer corrige a inflação em relação ao ano anterior, com o agravante que, sendo um abono, poderá ser cancelado a qualquer tempo, além de retirar vários benefícios conquistados ao longo dos últimos 40 anos. Ou seja, o prefeito não cumpre o que determina a Constituição brasileira. Como resultado conseguiu uma greve dos professores que já se faz longa e uma greve inédita, jamais realizada desde anos de 1970, até onde sou testemunha, dos engenheiros e arquitetos municipais. E outras categorias certamente irão engrossar o movimento. A greve dessas duas categorias pode não afetar em curto prazo a população, mas causará grandes estragos a médio e longo prazo, pois são responsáveis entre outras atividades pelas concessões dos habite-se, das vistorias públicas e da elaboração de editais técnicos para as licitações em geral. Essa não é uma maneira correta de administrar o município e certamente ele provocará futuros precatórios que ultrapassarão e muito aos atuais, além de prejudicar sobremaneira no presente a população paulistana.

Gilberto Pacini benetazzos@bol.com.br

São Paulo

*

CRACK, INFERNO DO VÍCIO

O Jornal “O Estado de São Paulo” presta mais um relevante serviço com a matéria publicada “A geografia do vício”. É doloroso saber que o consumo do crack atinge os 556 municípios de São Paulo. E a cada dia mais milhares de consumidores destroem suas vidas, a saúde, o convívio social e o bem estar da família. É uma radiografia cruel mais do que preocupante, por que se tampouco no estado mais rico da federação não existe um amparo clínico capaz de cuidar da recuperação destes viciados, como então deve estar esse terrível quadro nos demais estados? Porque sendo uma droga mais barata das que existem comercializadas, diga-se, ilegalmente, os jovens mesmo das classes menos favorecidas acabam entrando para esse mundo das drogas infelizmente com muita facilidade. E se já não bastasse o número alto de jovens assassinados no País, o consumo de drogas, principalmente dos viciados em crack, ajuda a aumentar a cada ano esse triste índice. Esse é um problema de Estado e da sociedade. E uma das saídas eficazes no seio da família é da busca saudável do diálogo com os nossos filhos, orientando-os sem radicalização que o consumo de drogas é uma decisão sem volta.

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

*

Governador Alckmin, o combate ao consumo de crack deve ser feito com educação ostensiva e intensiva. Há que mostrar claramente à população, principalmente aos jovens, os danos que a droga faz ao cérebro, à conduta e ao caráter. Quem deve estar à frente do combate devem ser os professores, apoiados por intensa campanha no rádio, jornais e TVs. O que o Governo do Estado está fazendo?

Wilson Scarpelli wiscar@terra.com.br

São Paulo

*

DIA MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE

No dia mundial do meio ambiente nada temos a comemorar a não ser a lamentar a atitude insana de nossos governantes, iniciando pela Rainha Elizabeth II em que no dia 04/06 apresentou no Parlamento Britânico o projeto de governo para 2014, em que inclui a exploração de gás do xisto, considerado danoso ao meio ambiente, pelo alto volume de produtos químicos injetados nas rochas e que contaminam os lençóis freáticos que fornecem água para a vida. A ganância pelo lucro imediato imperou inclusive em detrimento do seu bisneto Príncipe George e das gerações futuras. Numa jogada de marketing agressiva, porém, o resultado é uma propaganda enganosa. O presidente Obama lança um projeto que só irá valer a partir de 2030, se ainda existir vida no Planeta Terra, para reduzir em 30% o uso do carvão mineral utilizado nas usinas termoelétricas, responsáveis por 35% da energia americana, e defendida pelos 36 estados americanos, que contam com apoio dos políticos no Congresso. As emissões cresceram 25%, só perdem para a China. O governador de São Paulo Geraldo Alckmin que, em favor do plantio dos canaviais devastou as matas ciliares dos rios na região, com o esgotamento do sistema Cantareira. Agora buscam água na região considerada morta e cheia de metais pesados, bombeiam água podre para 11 milhões de paulistanos, atitude que deveria ganhar o troféu.

A presidente Dilma que não aceitou um projeto de reciclagem do lixo que enviamos a ela, das 4 milhões de toneladas, somente 2,5% são reciclados. Nós propusemos 30% no início do projeto. O Brasil gasta 3 trilhões ao ano para coletar, transportar e depositar nos lixões brasileiros a céu aberto e no leito dos rios. Vergonha nacional. O governador do Paraná, Beto Richa (PSDB) que colocou a venda 41% das áreas rurais do Paraná com mata nativa, para serem transformadas em monoculturas de pinus e eucalipto e pastagens aos investidores. Nosso governador nunca plantou uma árvore e quer vender nossas reservas nativas. Que espere o troco da natureza, pela escassez da água e a montanha de lixo que o Paraná produz diariamente, e somente 3% são reciclados. Esse é o verdadeiro estado que se encontra nosso meio ambiente no Estado, País e no mundo. Com tristeza pela nossa biodiversidade, nossos rios, nosso ar e nossos mares.

Jose Pedro Naisser jpnaisser@hotmail.com

Curitiba

*

OUTRA MORTE ‘ACIDENTAL’

O publicitário Eduardo Tadeu Pinto Martins, réu confesso, que matou, esquartejou e queimou parte dos restos mortais do zelador do prédio onde mora (ou morava). Já que pela lei 12.403 assinada pela presidente Dilma, pagando a fiança que lhe for arbitrada vai responder o crime cometido, com requintes de perversidade, em liberdade, afinal, foi uma morte acidental. Embora ninguém ache e assim entenda. O nosso Código Penal está totalmente desatualizado, além de outras tantas reformas que são indispensáveis e não são feitas. O que esperar dos nossos congressistas que lá estão eleitos pelo povo, apenas para atenderem os seus interesses particulares. Como nada fazem para benefício do País e do povo brasileiro é chegada a hora de reduzir o número de 594 para 81, sendo dois deputados federais e um senador por Estado. E que com a economia das vultuosas despesas, contratem juristas capacitados para redigir as reformas tão necessárias, para que sejam submetidas ao referendo popular, para aprovação. Se permanecer como está, o País continuará retrocedendo no tempo e lamentando mais vítimas além de familiares sofrendo a ausência de seus parentes mortos. Ou vai continuar como está para ver como fica?

Luiz Dias lfd.silva@2me.com.br

São Paulo

*

VIVA O REI

Dom Felipe VI, novo Rei da Espanha, é a prova de que a monarquia possui a fórmula de superação das crises, com um recomeço tranquilo, sem rupturas. As manifestações que ora vemos em poucas cidades espanholas, nada mais são do que os revanchistas que ainda querem manter abertas as chagas da guerra civil, e arvoram a bandeira da República comunista que Franco sepultou em 1939. Nessa hora que a democracia construída a partir de 1975, da qual o principal artífice foi o Rei D. Juan Carlos, precisa ser reforçada, essa minoria barulhenta deveria se envergonhar de querer trair aquele que transformou a Espanha num país digno, respeitado e importante, ao contrário da República infame que levou a Espanha à anarquia e à guerra civil da qual levantam a bandeira e da qual deveriam se envergonhar. A democracia espanhola, agora cada vez mais forte, só tem uma respostas aos cultuadores do passado. Viva o Rei.

Luís Severiano Soares Rodrigues luisseveriano@bol.com.br

Rio de Janeiro

*

Que incrível, os espanhóis não têm noção do que significará o fim da monarquia. Eles acham ruim a monarquia, por que o rei Juan Carlos é meio maluquinho, e agora assume o trono o Príncipe Felipe. Eles vão ver o que será a República. O arrependimento será imenso. Um bando descontrolado de mandatário corrupto e sem rosto, sem compromisso real com seu país. Estou lamentando por eles, eles são felizes e não sabem.

Roberto Moreira Da Silva rrobertoms@uol.com.br

São Paulo

*

AFONSO E JUAN CARLOS

O colunista internacional do “Estado”, Gilles Lapouge, em artigo de 3/6/2014, não citou a misteriosa morte, em Portugal, 1956, de Dom Afonso, irmão do rei Juan Carlos da Espanha até ontem. Aliás, Juan Carlos está envolvido até o pescoço na morte do irmão. Sem dúvida, mais um segredo perpétuo da humanidade.

José Francisco Peres França josefranciscof@uol.com.br

Espírito Santo Pinhal

Encontrou algum erro? Entre em contato

publicidade

publicidade

publicidade

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.