Fórum dos Leitores

GOVERNO DILMA

O Estado de S. Paulo

31 Agosto 2014 | 08h41

A vida é uma arte

A tão falada “marolinha” (leia-se a atual e oficial recessão econômica), propagada aos quatro cantos pelo sr. Lulla, finalmente estourou na praia (leia-se no Brasil). E para azar do PT, da sra. Dilma Rousseff e de seus asseclas, mas para sorte do povo brasileiro, foi justamente na época da campanha eleitoral. Como a vida nos prega várias peças!

ATALIBA M. DE MORAES FILHO

ataliba@outlook.com

Marília

Recessão

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou, em defesa do governo, que a oposição levará o Brasil à recessão se conseguir a vitória nas eleições de outubro. O sr. Mantega não se preocupe, a sua chefe, Dilma Rousseff, já se encarregou dessa tarefa.

HENRIQUE BRIGATTE

hbrigatte@yahoo.com.br

Pindamonhangaba

País das maravilhas

Todo ano nosso sonhador ministro Mantega prevê um pibão, que com o tempo se transforma em pibinho. Até hoje ele não acertou uma!

MILTON BULACH

mbulach@gmail.com

Campinas

Ministro enrolador

O Brasil entrou em recessão e não parece que a situação econômica vá melhorar. Ao contrário, a tendência é piorar mais ainda. A revisão pelo IBGE do produto interno bruto (PIB) de meses passados também resultou em pioras. O ministro Mantega, ridículo, busca motivos e escolhe o cenário externo, a estiagem e menos dias úteis no trimestre. Mentiras. O PIB já vinha em queda bem antes, apenas continuou a trajetória. Cem em cada cem economistas no Brasil e no exterior sabem que o motivo do ocorrido é a nossa política econômica errada. Eles vêm alertando o governo há mais de dois anos. Mas a arrogância de Dilma, economista, não lhe permitiu aceitar que estava errada. Sempre tentou encontrar responsáveis por seus erros. Hoje, 99% dos setores da economia estão mal e o desemprego já começou. Mantega ainda teve a coragem de dizer que o crescimento do PIB em 2014 ficará em 1,8%, quando todo mundo já sabe há muito tempo que não chegará nem a 1%. E pior, é muito provável que seja negativo. Quando isso ocorrer, as eleições já terão passado e as mentiras de Dilma, Mantega, mais a “contabilidade criativa” talvez não tenham conseguido reeleger a presidente.

FABIO FIGUEIREDO

fafig3@terra.com.br

São Paulo

Soporífero bovino

O governo do PT diz que jornalistas, analistas econômicos, oposição e outros setores da sociedade são pessimistas. Mas como mostrar otimismo se, enquanto os EUA cresceram 4,2% no segundo trimestre, nosso PIB recuou 0,6%? Responsabilizar a tal crise externa pelo ridículo desempenho de nossa economia é conversa pra boi dormir.

LEÃO MACHADO NETO

lneto@uol.com.br

São Paulo

A Copa do pibinho

Uma explicação do governo para os altos e superfaturados investimentos na “Copa das Copas” foi que ela traria muitas divisas para o País. Agora a Copa é a mais nova desculpa para o pibinho. A seca e o cenário internacional, outras desculpas, não impediram muitos países de crescer. O Brasil só ficou à frente da Ucrânia, em guerra civil. Inflação represada em alta, investimentos e confiança em queda, discursos lunáticos e fantasiosos – em 12 anos de poder o PT fez muitas mudanças. Para pior!

MÁRIO ISSA

drmarioissa@yahoo.com.br

São Paulo

Caradura

Dilma diz que a Copa no Brasil foi a responsável pela queda do PIB. Ué, mas não foi a própria que deu prioridade à aplicação de montanhas de dinheiro do povo na construção dos 12 estádios mais luxuosos do mundo sob a justificativa de que a Copa traria enorme retorno econômico? Ela se contradiz assim, na caradura, e não pede o chapéu? Nem se desculpa? É muita irresponsabilidade, não é, não? 

MILTON BONASSI

mbonassi@uol.com.br

São Paulo

Discurso perverso

Algo está muito errado. Como podem querer explicar a queda da economia brasileira alegando o número elevado de feriados do período da Copa, que foram necessários para acomodar a grande falta de infraestrutura no País, quando o torneio foi justificado pelo grande avanço que traria para todos? Os brasileiros são amantes do futebol, mas não tolos. Isso não passa de mais discurso perverso, dito com a maior cara de pau.

CARLOS DE OLIVEIRA ÁVILA

gardjota@gmail.com

São Paulo

Inocentes...

Para os petistas, todo mundo é culpado pela situação do Brasil, menos eles!

EUGÊNIO JOSÉ ALATI

eugeniojalati@gmail.com

Campinas

Horizonte sombrio

Uma das razões da redução do PIB foi a queda dos investimentos. Os estrangeiros estão saindo do País e os nacionais, redirecionados. O que tem de ser analisado é se não estão confundindo investimento, que gera emprego, com aplicação financeira em títulos do governo visando rendimento. Esta não gera emprego, é especulativa. A queda do investimento retrata a insegurança no País. As pessoas já não se sentem seguras. Muitas falam até em sair do Brasil, tal o desânimo, a descrença. Não há dia em que não se fale em corrupção, assaltos, trombadinhas, roubos de carros, etc. A insegurança é total. Quem vai querer aplicar sua poupança por longo prazo, nestas condições? Ninguém. É preferível deixar as economias aplicadas em curto prazo, para que estejam sempre à mão se for preciso. Não há mais confiança no País. A construção civil mandou empregados embora. Uma montadora deu férias coletivas. A indústria encolheu. O horizonte é sombrio.

PANAYOTIS POULIS

ppoulis46@gmail.com

Rio de Janeiro

Certezas e incertezas

Dilma disse no rádio que “ninguém quer a incerteza”. Mas, presidente, tal incerteza é melhor do que a certeza de que a Nação continuará sendo vilipendiada pelo seu desgoverno...

JOSÉ EDUARDO ZAMBON ELIAS

zambonelias@estadao.com.br

Marília

Governo de realizações

“Pedalada” fiscal, PIB fraco, produção da Petrobrás 7% abaixo do previsto. E querem reeleição!

LAERT PINTO BARBOSA

laert_barbosa@globo.com

São Paulo

*

O PIB LADEIRA ABAIXO

A economia brasileira, nesta provável reta final da era petista, se afunda na mais do que previsível recessão técnica. O desalento econômico foi confirmado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que divulgou na sexta-feira um PIB negativo de 0,6% no segundo trimestre de 2014. Isso depois do também negativo 0,2% no primeiro trimestre. E o Planalto, na sua rotina surda, soberba, e insensível de buscar caminhos eficientes para o desenvolvimento do Brasil, escalou o ministro da Fazenda, Guido Mantega, para azucrinar a nossa paciência contando lorotas de que essa recessão técnica é culpa da crise externa, da Copa do Mundo e da seca. É uma afronta! Mantega, exímio serviçal de Dilma Rousseff, demonstra desprezo pela realidade dos fatos, porque a crise externa ficou para trás. Os EUA também divulgaram o seu PIB do segundo trimestre: um robusto crescimento de 4,2%. Até a zona do euro está se recuperando, mesmo que lentamente. Com relação à Copa, não era a presidente que dizia que esta seria a “Copa das Copas”? E a seca, que o ministro cita erroneamente, já que a nossa agricultura nesta última safra bateu seu recorde de produção de grãos e promete outra façanha igual para a próxima safra?  Na realidade, o buraco é mais fundo. Temos um governo desqualificado, promíscuo, que passa por cima da importância do livre mercado. Nossas exportações sucumbem porque o PT, em vez de buscar afinidade diplomática e comercial com os parceiros historicamente importantes para o Brasil, como os EUA e os da zona do euro, inclusive desprezando concluir acordos de livre comércio, se alia com governos até autoritários ou em frangalhos como a Argentina e a Venezuela, que mais atrapalham a nossa economia do que ajudam, principalmente a indústria brasileira. Além do mais, a gestão Dilma não tem credibilidade. Gasta mais do que arrecada, assim como seu criador, Lula. É uma gestão parceira incondicional das traquinagens contábeis e, agora também, das tais pedaladas horrendas entre o Tesouro e o BNDES. Até na Caixa Econômica Dilma Rousseff dá calote. Assim o imenso estrago petista vai-se completando.

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com 

São Carlos


*

RECESSÃO TÉCNICA

O Brasil entrou em recessão técnica. Trocando em miúdos, "parou geral" e, no entanto, a presidente Dilma Rousseff continua fazendo campanha com cara e trejeitos de feliz, como “nunca antes neste país”, abraçando, beijando criancinhas e fazendo selfies com eleitores. Depois desta notícia, era para ela estar em Brasília tentando consertar todas as atitudes autoritárias e intempestivas que tomou nos últimos anos, para tentar segurar a onda do País até a entrega da faixa, em 2015, se as pesquisas estiverem certas. Será que Dilma quebrou algum trato com “o diabo”? Dizem que a cobrança de quem manca com ele vem com juros, correção monetária e multa altíssima.

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br  

São Paulo


*

TUDO BEM...

Uma piada do genial Millôr – citada por Fernando Gabeira no artigo “As regras do jogo” (29/8, A2) – conta a queda de um homem do décimo andar que, ao passar pelo oitavo, diz: “Até aqui, tudo bem”. Tudo a ver com o jogo de faz-de-conta adotado pelo governo – presidente e ministro da Fazenda – quando falam sobre a visível deterioração e piora das condições da economia do País. Ao passo em que já se vê o fundo do poço chegando cada vez mais perto e, em maior velocidade, eles insistem em dizer “até aqui, tudo bem”. Muda, Brasil! 

J. S. Decol decoljs@globo.com   

São Paulo


*

O PAÍS QUE NÃO EXISTE

Está na hora certa de convidar a atual “presidenta”, Dilma Rousseff, a se mudar do mundo do País das Maravilhas e se ater, pelo menos, no que aparece nos jornais que o povo brasileiro lê ou escuta nos telejornais sérios. Na sexta-feira, por exemplo, tivemos conhecimento de que estamos passando por um momento de estagnação e inadimplência em nossa economia, que o nosso produto interno bruto (PIB) é negativo, recessivo, que todos os indicadores estão bem abaixo dos últimos anos, comprovados pela FGV e pelas pesquisas da Confederação Nacional da Indústria (CNI), da Abras, entre outras comprovações. Em 12 longos anos no poder, perdemos um tempo que nunca recuperaremos, e temos de escutar na propaganda política do PT que nossa infraestrutura, educação, saúde e o poder aquisitivo dos brasileiros estão exemplares, entre outras maravilhas que acontecem num país que todos reconhecem não existir. E, para completar, vem um ex-presidente pedindo para darmos um voto de confiança à sua escolhida, pois o segundo mandato será muito melhor do que o primeiro. Pelas pesquisas que mostram a rejeição a Dilma e ao PT podemos perceber que muitos, e até o povão, se cansaram de promessas e de serem considerados ingênuos.

Leila E. Leitão

São Paulo


*

ECONOMIA SOBRENATURAL

A secretária de Lula disse que a recessão é breve, Mantega disse que estão exagerando, que não temos recessão, então dou uma sugestão: não estudei Economia nem dela entendo nada, porém os dois deveriam chamar um economista para a pasta da Fazenda, porque faz muito tempo que a “bola de cristal” está apagada.

Delcio da Silva delcio796@terra.com.br  

Taubaté


*

ELEIÇÃO PRESIDENCIAL

Quando pensamos que nada mais vai nos surpreender vindo do Partido dos Trabalhadores (PT), o partido que nos brindou com o mensalão, com escândalos bilionários, como o da compra da Refinaria de Pasadena, com vergonhosas maquiagens de números para escamotear resultados que não lhe são favoráveis, como a real inflação do País, acabamos sendo surpreendidos pela deslavada convocação, pela coordenação da campanha de Dilma Rousseff, feita a secretários de ministérios, para que se empenhem na campanha de Dilma, pondo a máquina do Estado a serviço da reeleição da atual presidente, seriamente ameaçada pela subida de Marina Silva nas pesquisas, num inacreditável desvio de função desses servidores públicos. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) não vai se manifestar sobre isso?

Ronaldo Gomes Ferraz ronferraz@globo.com 

Rio de Janeiro   


*

O GOVERNO QUE O ELEITOR MERECE

Caso Dilma Rousseff vença as eleições, o Brasil merecerá o aniquilamento da Petrobrás, a volta da inflação e ser desmoralizado pela corrupção.

Eugênio José Alati eugeniojalati@gmail.com

Campinas


*

SE FICAR O BICHO PEGA E...

Após a divulgação da última pesquisa eleitoral apontando vitória de Marina Silva no 2.º turno sobre Dilma, PT e aliados pedem mais presença de Dilma e Lula nas ruas, em contato direto com os eleitores. Seria essa a melhor alternativa? Pois as vaias podem aumentar e essa marolinha pode se transformar em um tsunami. E aí... o bicho come. 

Maria Carmen Del Bel Tunes carmen_tunes@yahoo.com.br 

Americana


*

PERDENDO FORÇA

Dilma Rousseff vai ter de comer muito arroz e feijão para readquirir sua força política.

Luiz Frid luiz.frid@globomail.com 

São Paulo


*

‘O DIABO’

Agora que Marina Silva assombra a candidatura de Dilma Rousseff e, para o PT, que disse que faria “o diabo” para ganhar as eleições, Marina precisa ter muita cautela. Viajar de avião nem pensar!

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com 

São Paulo


*

E AGORA, LULA?

Com o resultado da última pesquisa Ibope/Estadão/TV Globo, colocando Marina Silva isolada na segunda colocação da corrida presidencial, com 29%, atrás apenas 5 pontos da líder, Dilma Rousseff (PT), com 34%, e Aécio Neves (PSDB) com 19% das intenções de voto, a chapa começa a esquentar para o PT. A luz vermelha foi acesa. Se alguns petistas já vinham pedindo a volta de Lula como candidato do partido no lugar de Dilma, agora as coisas podem tomar outras dimensões, já que o barco petista começa a naufragar, a virar água e o plano do PT de se perpetuar no poder central pode estar indo por água abaixo. Num possível 2.º turno, como evidencia a pesquisa, contra a petista, Marina venceria a disputa num primeiro cenário por 45% contra 36% de Dilma. Hoje a rejeição da petista é a mais alta entre os três principais candidatos na disputa ao Palácio do Planalto. Dilma aparece com 36% de rejeição; Aécio, com 18%; enquanto Marina só tem 10% de eleitores que dizem não votariam nela de jeito nenhum. Um outro complicador para a atual mandatária do País e candidata à reeleição pelo PT é que num possível segundo turno com a candidata do PSB, Marina Silva, os votos do candidato do PSDB, Aécio Neves, migrariam em sua maioria para Marina e muito pouco para Dilma. Então pode aguardar as próximas pesquisas, Lula já está de plantão, inclusive aparecendo mais na propaganda do PT do que alguns candidatos do partido. O PT não dá ponto sem nó e não vai querer perder essa disputa justamente para uma ex-petista. Esperem os próximos capítulos, Lula pode ser a salvação do barco petista.

Turíbio Liberatto turibioliberatto@hotmail.com 

São Caetano do Sul


*

PREMONIÇÃO

E o Lula vem aí! Olê, olé, olá!

Sergio S. de Oliveira ssoliveira@netsite.com.br  

Monte Santo de Minas (MG)


*

DURA ESCOLHA DOS ELEITORES

A população de uma forma geral está decepcionada com a política. E com toda razão. Vivemos o caos, da desordem, abandono e má gestão. A saúde e a segurança pública expõem a nossa realidade. E os eleitores, diante de tanta decepção, aliada à crescente corrupção, não acreditam mais nos políticos. Muitos afirmam que nestas eleições não vão votar em ninguém. Eu, como eleitor, compreendo a revolta, mas temos de tentar escolher os melhores candidatos, os mais preparados intelectualmente e com ficha limpa. Nós, eleitores, temos de tentar minimizar o nosso sofrimento. O voto branco ou o nulo só vão ajudar a manter no cargo aqueles de que não gostamos ou os mais corruptos. Eu, por exemplo, não gosto de Dilma (PT), por seu histórico, por ser cria de Lula e por ambos terem paixão pelo ditador cubano, Fidel Castro, que pela força tomou o poder há mais de 50 anos em Cuba. E, como eu sou contra o comunismo e os investimentos em Cuba, votarei pela mudança. Conclusão: estrela cadente em 5 de outubro. 

Alex Tanner alextanner.sss@hotmail.com 

Sumaré


*

PROMESSAS

A presidente Dilma promete iniciar vários projetos em 2015. Depois de quatro anos empurrando muitos projetos com a barriga, muitos não cumpridos e os que o foram, a custos estratosféricos. Como acreditar que ela vá realizar o prometido no futuro? Promessas...

Laert Pinto Barbosa laert_barbosa@globo.com

São Paulo


*

VOTO DE PROTESTO

No Brasil não é novidade o voto de protesto, quem não se lembra do caçador de marajás (Fernando Collor de Melo) e, mais recentemente, da explosão de votos do deputado federal Tiririca? O povo cansado e já governado por tantos anos sempre pelos mesmos gargantas de ouro de sempre vai votar no novo, em quem nunca esteve lá. Melhor arriscar do que ficar na mesmice.

Arnaldo de Almeida Dotoli arnaldodotoli@hotmail.com 

São Paulo


*

O FUNDO DO POÇO

Realmente temos de admitir: a política brasileira chegou ao fundo do poço. A estratégia de fazer piadas com política já se tornou uma pratica do deputado Tiririca: como se não bastasse a bizarrice de parodiar Roberto Carlos, agora ele aparece comparando a capital dos brasileiros, Brasília a uma velha Brasília amarela, o carro. Agora fiquei na dúvida: será ele o palhaço deputado que quer meu voto ou sou eu, o cidadão de bem, o palhaço que vota nele?

Arnaldo Luiz de Oliveira Filho arluolf@hotmail.com 

Itapeva


*

CANDIDATURAS

Há três candidaturas principais disputando a Presidência da República. Uma promete fazer o que há quatro anos não está fazendo. Outra promete fazer o que na vida nunca fez. E a terceira promete fazer o que, por duas vezes, já fez e deu certo. Se o eleitor fosse menos emocional e ingênuo, não teria dúvidas em quem votar. Bastaria isso.

Gilberto Dib gilberto@dib.com.br

São Paulo


*

PERFEIÇÃO 

Assisti ao debate na Band e fiquei abismado com a perfeição que Dilma Rousseff se autoatribui: vários competidores lhe fizeram perguntas sobre deficiências nos programas de governo ou na sua atuação no cargo de presidente, que comentaristas políticos e milhões de cidadãos fazem, nas conversas ou seções de leitores dos jornais, mas ela refutou todas com argumentos inacreditáveis, duvidosos ou errados. Não sei se foi para sair da saia-justa ou porque se julga perfeita. Ocorre que ninguém é perfeito, todos erram – menos ela, a candidata. Vamos ver nos próximos debates.

Mário A. Dente dente28@gmail.com

São Paulo


*

POR QUE MARINA?

Interessante como alguns de nós têm memória seletiva, esquecendo fatos do passado que ajudariam a ter uma melhor visão da conjuntura. Marina Silva não é um fogo-fátuo e sua votação (estimada pelos institutos de pesquisa) nada tem que ver, aparentemente, com a passagem de Eduardo Campos: há cinco meses, quando o Datafolha simulou uma disputa com Marina no lugar de Eduardo, Dilma teve 39% das intenções de voto; Aécio, 16%; e Marina, 27%. Nada muito diferente do que as pesquisas hoje indicam. Somado à baixa rejeição que ela tem... Claro que o segundo turno é o segundo turno, mas ela terá mais tempo de mídia e terá uma melhor estrutura para mostrar. Já Dilma será mais do mesmo. Aécio está fora? Na minha opinião, provavelmente. E, pior, se passar no segundo turno, será derrotado por Dilma. Mas "o homem põe e Deus dispõe", então tudo é possível até ser passado. Com relação a um governo com Marina como presidente... Acho melhor pensar um outro aspecto antes: se considerarmos que qualquer presidente terá de governar dentro de um presidencialismo absolutista de cooptação para funcionar, que é que estamos discutindo em termos de mudanças para o País? Sempre vai ser mais do mesmo com um pouco mais, um pouco menos de gerenciamento, pois estamos admitindo que quem controla os partidos vai continuar nesse papel e pautando seus interesses em primeiro lugar. E hoje o Congresso está mais fracionado ainda em termos de grupos de interesse. Então ou admitimos que tem de haver alternativa, alguém que enfrente o Legislativo apoiado pela população e mude o sistema político-partidário, ou estamos fadados a ficar fingindo que estamos numa República, que ela é federativa e temos democracia. Para essa alternativa existir, há que ser assumida por alguém idealista e cujos princípios sejam mais fortes do que sua vontade de ter poder pelo poder. Imaginamos que Lula seria essa alternativa, o que se comprovou errado. O que poderíamos ter percebido antes, pois ele sempre negociou princípios para se manter no poder. Então, voltando a Marina, sobre quem eu nunca me interessei muito e que considerava deveria ter ficado no Congresso, dado que pensava que ela não tinha a visão pragmática necessária para o Executivo, além do que – verdade! – tem uma voz irritante, um olhar meio “não sei o quê”, usa umas roupas que lembram a idade média (atualizada), etc., o que gerou um certo preconceito. Fazer o quê? Ultimamente – depois que substituiu Eduardo Campos – comecei a pesquisar e verifiquei que na verdade parte dessa imagem tinha sido criada sem uma análise mais profunda e, em face dessas informações e ao seu desempenho no debate da Band, que eu assisti até ao fim, passei a encará-la de forma diferente. E, afinal, eu não vou conviver com ela no dia a dia. Seja qual for o presidente eleito, vai ter de enfrentar o Congresso e eu só vejo Marina com capacidade para negociar programas sem negociar princípios. E seus princípios parecem – parecem! – adequados para pôr o Brasil no caminho certo. O que eu tenho como certo: não gostaria de ter mais o pulo-petismo no governo federal (se já aparelharam o que aparelharam, imagino o que não farão com mais um mandato para se consolidar). Marina não é o “diabo” que andaram pintando (e que o “JN” quis fazer prevalecer). Aécio não mostra o que quer mudar nem como e não está conseguindo adesão da sociedade (prende-se a melhorar o gerenciamento e apontou um “operador de mercado” para ministro da Fazenda), pois seu sorriso de garoto bem de vida não tem o mesmo efeito que tinha na época de Quércia. 

Jorge Alves jorgersalves@2me.com.br

Jau


*

ALOPRADOS

Perguntar não ofende: com tal exposição, com os números do Ibope e quem faria “o diabo” para se reeleger, temo a volta dos aloprados para tentarem desclassificar a candidata Marina Silva, haja vista as cartas a criticar a candidata no dia 28/8/2014.

Moises Goldstein moisesgoldstein1@gmail.com 

São Paulo


*

O HUMOR DOS CANDIDATOS

As pesquisas do Ibope mexem com o humor dos candidatos. Para um, a alegria com a perspectiva da vitória. Para os demais, a tristeza com a perda de votos que pareciam assegurados.

Vidal dos Santos vidal.santos@yahoo.com.br 

Vinhedo


*

ENERGIA EM PAUTA

A ideia da candidata Marina Silva, se eleita presidente da República, sobre desestimular as chamadas energias "sujas", como as geradas pelas usinas termoelétricas, por exemplo, e deixar em 2.º plano a exploração do pré-sal, faz parte do seu perfil ambientalista. É bom para o planeta, para a humanidade? Sim. Basta ver os estragos causados pelos desequilíbrios ecológicos, que, com certeza, têm origem no descaso com que vem se tratando o planeta. Mas, pelo aspecto econômico, você, às vezes, se vê obrigado a mudar de opinião, trair seus princípios. Sabemos que o petróleo não é renovável, mas, enquanto a indústria automobilística fabricar os obsoletos motores de combustão interna, que usam derivados de petróleo, surfe na onda, aproveite. Você tem na mão um país com grande porcentual de famintos, desempregados, sem moradia, analfabetos, sem saneamento básico, sem educação, sem saúde, etc. Aproveite e procure, aí, sim, sem corrupção (será que é possível?) e com os recursos financeiros gerados corrigir essas deficiências. Eu sei que para um ambientalista é duro trair suas ideias, mas às vezes... O incentivo ao etanol é uma boa ideia. Só espero que não seja nos moldes do Pró Álcool, quando incentivaram o uso do carro a álcool e lá pelas tantas faltou o combustível. Por quê? Porque o governo não o produzia. Era produzido pelos usineiros, logo, comia na mão deles. Se o preço do açúcar subia no mercado externo, eles davam preferência a produzir açúcar. Lógico.

Panayotis Poulis ppoulis46@gmail.com 

Rio de Janeiro


*

ONDA PESADA

Aécio Neves diz que Marina Silva é uma onda que passa em 20 dias: só resta saber quais serão os estragos que essa onda fará nesse curto período.

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com 

Jandaia do Sul (PR)


*

COMO UMA NUVEM

A candidata Marina Silva (PSB) parece ter garantida a sua presença no segundo turno das eleições presidenciais, salvo se algum fato anômalo acontecer, desde que em política sempre pode ocorrer o imponderável, ou se se conseguir retirar da mala das ocultações algum motivo digno de repulsa ou reprovação. Relembre-se de Magalhães Pinto, falecido ex-governador de Minas Gerais, quando perguntado sobre alguma situação política, sempre respondia equiparando a política a uma nuvem nos céus. Ela sempre muda em poucos minutos ou em curto tempo. Mas Marina Silva tem grande oportunidade de ganhar as eleições, porque, entre os 52% de descontentes nos eleitores do País, poderão existir milhões dispostos a integrar a terceira via por ela pregada, para mudar quase tudo o que aí está. O tempo dirá se as tendências se firmarão em opção positiva.

José C. de Carvalho Carneiro carneirojc@ig.com.br 

Rio Claro


*

E SE...

...Os eleitores do PSDB resolverem ser tão pernósticos quanto dona Marina Silva, em relação a apoiar Alckmin e outros, e usarem o 2.º turno para dar o troco? Bye, bye, Presidência...

Tania Tavares taniatma@hotmail.com 

São Paulo


*

NADA MUDOU

O eleitor esclarecido, que acompanha o processo eleitoral desde as chamadas Diretas já, está mais uma vez decepcionado e com poucas perspectivas. Um candidato fala em esquecer o que chama de "velha política", mas se ilumina em FHC e em Lula. Experiência: ministra do Meio Ambiente (incompleto) do governo Lula. Outro diz, numa "avalanche" numérica, que seu governo foi ótimo: não fala na corrupção que a mídia não cansa de mostrar, além de outras agravantes – insegurança, escolaridade, saúde, etc., etc. Ainda não falou nos resultados econômicos da recente Copa do Mundo. O mais jovem, pelo menos, tem um discurso mais coerente. Como executivo, fez um bom governo para Minas Gerais. Um será eleito. O povo escolhe. Depois não chore. 

Hélio Nogueira helio.nogueira@icloud.com 

São Paulo


*

FHC, CABO ELEITORAL

José Serra claramente fugiu de Fernando Henrique Cardoso na última eleição presidencial e na sua campanha política considerou Lula um estadista. Aécio Neves, na atual campanha, também está “escondendo” FHC, certamente movido pelo fato do mesmo ter tido uma pífia aprovação de 35% no final do seu mandato. FHC que foi responsável pela nomeação de Geraldo Brindeiro como “Engavetador Geral da República”, reaparece agora junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), intercedendo despudoradamente pelo corrupto José Roberto Arruda solicitando auxílio ao ministro Gilmar Mendes. Sintomaticamente foi FHC que nomeou Gilmar Mendes como advogado-geral da União no seu governo e posteriormente o colocou como ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). Curiosamente, o único voto a favor de Arruda foi dado por Gilmar Mendes, que teve a petulância de chamar o TSE de tribunal nazista. Certamente estas atitudes desastradas de FHC contribuem para que os candidatos do PSDB o mantenham distante de suas campanhas.

Wilson Haddad wilson.haddad@uol.com.br 

São Paulo


*

ANTES QUE SEJA TARDE

Aécio Neves, falando sobre aconselhar-se com FHC: “Quem achar que isso vai fazer mal ao governo, não vote em mim. Então candidato, mãos a obra e que Fernando Henrique possa dedicar parte do seu tempo à sua campanha, antes que seja tarde demais. E, pelo menos, ao contrário do outro ex-presidente, não seremos expostos a uma manifestação colérica, egocentrista e hipócrita.

Luiz Nusbaum lnusbaum@uol.com.br

São Paulo


*

SOS PLANO REAL

O eleitor, no dia 5 de outubro, terá de escolher entre três planos. O plano hipocrisia, que ele já está cansado de conhecer, apela para um assistencialismo que pode ser difícil de ser recusado. O plano utopia já apela para uma sustentabilidade tão radical que coloca em xeque o próprio agronegócio, carro-chefe da nossa economia. Sem o agronegócio, a hipocrisia, a corrupção e a utopia seriam tão insustentáveis que já teriam colocado o Brasil ao lado da Venezuela e de nossos hermanos bolivarianos. O Plano Real, que de tão real, depois de tanta agressão aos seus princípios básicos, embora já mostre sinais de cansaço e corra sério perigo, inacreditavelmente ainda está de pé. A escolha entre esses três planos deveria ser óbvia em qualquer democracia esclarecida, mas infelizmente ela não é em nosso país. Aqui a escolha é feita pelo carisma de líderes, e não pela essência do negócio. A hipocrisia é sustentada pelo pai dos pobres e pela mãe do PAC. A utopia, como o próprio nome diz, sempre parece ser a saída mais fácil, foi reforçada por uma morte trágica e a ascensão de um mito. Por incrível que pareça, o real é órfão, pois seu pai nunca se prontificou a descer do pedestal, e defender essa realização, que embora tenha salvado o país estabilizando sua economia, como tudo que é real, sempre pode sofrer contestações. Só que agora, o orgulho desse pai, que se acha o salvador da pátria, e que já cumpriu sua missão corre sério perigo. Não é possível que Fernando Henrique tenha a frieza de assistir, de braços cruzados, sua grande obra se perder nos ralos da história deste país. Está mais do que na hora de assumir a paternidade desse feito fantástico, que ao lado da responsabilidade fiscal e do cambio flutuante colocou o Brasil competitivo com as maiores economias do mundo. Se as eleições são ganhas pelo carisma de nossos líderes, está na hora de se enfrentar palanques e holofotes em defesa de uma realidade, que como tudo que é real pode se perder no rol dos acontecimentos.

Ricardo Daunt de Campos Salles dauntsalles@uol.com.br

Espírito Santo do Pinhal


*

O BRASIL TEM JEITO

Que Deus ilumine o eleitorado brasileiro para que o legado de Eduardo Campos não seja em vão, para que sua derradeira e sábia frase perante o desgoverno seja posta em prática: “Não vou desistir do Brasil”. Em síntese, o então postulante ao cargo de presidente disse que restabeleceria a fiel observância à Constituição, que os Três Poderes funcionariam autônomos, de forma independente, sem a cega obediência dos Poderes Legislativo e Judiciário ao Poder Executivo, além de restabelecer a democracia diante do sinistro avanço do bolivarianismo. O Brasil tem jeito. Nós, eleitores brasileiros, para o bem do País, temos o dever, a obrigação de seguir o último desejo de Eduardo Campos para que também possamos dizer: “Não vamos desistir do Brasil”. 

Humberto Schuwartz Soares hs-soares@uol.com.br 

Vila Velha (ES)


*

REFORMANDO O PAÍS

Diante do terremoto moral vivido pelo Brasil decorrente do aparelhamento das nossas instituições, é fundamental o compromisso que – mesmo que devagar – estão assumindo os candidatos com a independência dos poderes e a sua blindagem estrutural. O compromisso com nomes cuja integridade é inquestionável, como Armínio Fraga, Pedro Simon, José Serra e Suplicy, molduram esse quadro. Ganha a corrida quem prometer o ex-ministro Joaquim Barbosa no comando do Ministério da Justiça com a missão de – através de leis imutáveis com o tempo – subordinar as nossas instituições (estatais, agências reguladoras e tribunais) aos interesses permanentes do Estado e não dos governos e seus aliados. 

Nilson Otávio de Oliveira noo@uol.com.br 

Valinhos 


*

ELEIÇÕES MAJORITÁRIAS 

A votação em dois turnos tem como objetivo a eleição do candidato por maioria absoluta dos votos, o que dá total legitimidade ao resultado. Por outro lado, permite, no primeiro turno, que o eleitor tenha maior liberdade de escolha do partido e candidato, sem a preocupação no “voto útil”. A pluralidade de partidos amplia as opções pelos matizes ideológicos, sem o maniqueísmo forçado de apenas dois partidos, como houve no período dos governos militares. A desvinculação da votação para presidente da República e governador do Estado é mais uma liberdade de escolha. Por isso tudo, não há por que votar em branco, o que favorece o mais votado, ou ficar constrangido à escolha de um dos três principais candidatos. Se nenhum deles inspirar confiança, há outros oito na disputa para a Presidência. Existem partidos à direita e à esquerda. Existem partidos religiosos, revolucionários, radicais e ambientalistas para todos os gostos. 

Roldão Simas Filho rsimasfilho@gmail.com 

Brasília 


*

TODO CUIDADO É POUCO

Só devemos torcer por uma única coisa: que as eleições não sejam fraudadas. Esse é o alerta.

José Piacsek Neto bubanetopiacsek@gmail.com 

Avanhandava


*

VOTO OBRIGATÓRIO

Sugiro aos institutos de pesquisa que, quando perguntarem em quem o entrevistado votará, perguntem também se ele votaria, caso o voto não fosse obrigatório. O eleitor não deve votar só porque é obrigado, pois isso induz ao voto por já ter ouvido falar, por ter visto em algum lugar, no famoso, no engraçadinho, no santinho, etc. Por outro lado, a Justiça Eleitoral deveria manter em seu site e à disposição do eleitor, os currículos dos candidatos devidamente conferidos e incentivar o eleitor a pesquisar e conhecê-los. Eu acredito que só faz bem, quem gosta do que faz. Precisamos parar de brincar de democracia.

João Carlos A. Melo jca.melo@yahoo.com.br

São Paulo


*

REBELIÕES E RESSOCIALIZAÇÃO

Diretores de penitenciárias federais pediram demissão por discordarem da atuação do novo dirigente da área. O ministro da Justiça acha tudo normal. No entanto, o setor é nevrálgico, e é reconhecida a sua ineficiência para absorver o grande número de apenados e a falta de estrutura para cumprir a tarefa de ressocialização daqueles que, mesmo diante da crônica falta de vagas, acabam encarcerados. Isso sem dizer das políticas enfraquecedoras que os sonhadores e demagogos têm gestado ao longo das últimas décadas. São raríssimos os estabelecimentos capazes de cumprir a tarefa ressocializadora, que é de fundamental importância para o equilíbrio da própria sociedade. Em vez de ter seu tempo empregado para estudo, aprendizagem profissional e outras atividades construtivas, o apenado é mantido ocioso e num verdadeiro campo de concentração, na maioria das vezes, submisso às facções criminosas que se disseminaram nas prisões. Para sobreviver, recebe a proteção das facções e fica devedor, sendo obrigado a, quando voltar à liberdade, roubar, seqüestrar ou matar, para pagar sua dívida contraída. O sistema carcerário brasileiro precisa de ampla revisão de conceitos e procedimentos. A pena não pode ser uma tortura, e o apenado tem de pagá-la apenas uma vez, não tantas como hoje dele se exige por conta do seu abandono à própria sorte...

Dirceu Cardoso Gonçalves aspomilpm@terra.com.br

São Paulo


*

BIENAL: ARTE OU POLÍTICA?

Cerca de 55 artistas que participarão da Bienal fizeram declaração escrita solicitando que não seja aceita a doação de Israel ao evento. Por que eles não barram a entrado no evento de artistas judeus? Parece que estes artistas que assinaram estão em foro errado para suas ridículas colocações. Mostraram-se muito pequenos, já que a Bienal é um evento universal. Eles que reclamem em seus partidos políticos em seus países. Aqui é Brasil e, embora nosso governo não o faça, nós respeitamos todos os povos com suas ideologias e políticas. Peço aos artistas que se concentrem em seus trabalhos e deixem assuntos políticos para outros fóruns. Como brasileiro, eu não dou as boas-vindas aos artistas estrangeiros que assinaram essa carta. Voltem para seus países.

Fabio Figueiredo fafig3@terra.com.br 

São Paulo


*

DA VENEZUELA PARA GAZA

Recentemente, em editorial sobre a Venezuela, o “Estadão” mostrou o desastre não só econômico, como humanitário, que vive a sociedade venezuelana na falta de alimentos e de medicamentos, incluídos os hospitalares necessários para as cirurgias que estão deixando de ser realizadas, com elevado risco de morte de pacientes. Diante desse absurdo do socialismo bolivariano, não é que o presidente Nicolás Maduro enviou para a Faixa de Gaza um avião repleto de tudo o que falta em seu país, em especial de medicamentos? Ação humanitária é uma coisa, comiseração é outra e cretinice é com o que mais se parece essa atitude.

Mario Cobucci Junior maritocobucci@uol.com.br

São Paulo


*

A VIDA DE FILHOS PETISTAS

Gostaria de saber se há quaisquer filhos da elite petista no poder morando nas falidas Havana ou em Caracas. Tal questão é importante para avaliar o projeto bolivariano comunista do PT que, aliás, falta ser explicitado numa “Carta ao Povo Brasileiro” verdadeira. Lembro-me de que, quando houve o trágico acidente da TAM, o filho de Marco Aurelio “Top Top” Garcia enviou ao “Estadão” uma carta em favor do pai – diretamente de Londres! Lembro-me de que a filha mais velha de Lula morava em Paris! Os petistas têm de explicar por que não impõem a seus filhos o que pregam e pretendem impor aos filhos da pátria brasileira um futuro tenebroso desenhado pelo mentor e tirano estrangeiro Fidel Castro – golpe este só explicável para obter a manutenção das benesses do poder pela elite burguesa petista. Aí, ainda falta a irresponsável base aliada explicar antes das eleições porque está junto.

Suely Mandelbaum suely.m@terra.com.br 

São Paulo

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.