Fórum dos Leitores

ELEIÇÃO

O Estado de S. Paulo

06 Outubro 2014 | 06h25

Aécio renova a esperança

Ufa! A primeira etapa do desafio de remover do Planalto e dar um fim a esta era petista a sociedade brasileira conseguiu, ao optar por Aécio Neves para o segundo turno deste acirrado pleito presidencial, em que na reta final o tucano alcançou em torno de 35% dos votos válidos. O candidato do PSDB demonstrou suportar bem as adversidades, principalmente depois da trágica morte de Eduardo Campos e da espetacular ascensão de Marina Silva nas pesquisas de opinião. Qualidade de Aécio, só permitida aos grandes líderes! Ele seguiu determinado e bem distante da propaganda enganosa recheada de mentiras de Dilma Rousseff, preferiu apresentar propostas viáveis para o País, até mesmo enaltecendo, com muita justiça e de forma desprendida, as grandes conquistas da gestão de Fernando Henrique Cardoso. Para o embate no segundo turno certamente o PT vai recorrer a suas abomináveis ferramentas de terrorismo eleitoral para não perder a boquinha do poder, com suas intermináveis orgias praticadas com recursos dos contribuintes nestes 12 anos de Planalto. Mas como 60% do eleitorado brasileiro segue indignado com esta administração petista e clama por mudanças, o que se espera é que Aécio reúna forças políticas e propostas concretas capazes de derrotar a petista Dilma e dar um novo norte ao nosso desenvolvimento econômico e social. Logicamente, não serão recuperados - infelizmente - os 12 anos perdidos pela péssima administração de Lula e Dilma, incluindo o desprezo pela ética, eis que protagonizaram casos de corrupção em grau nunca antes visto nesta terra tupiniquim. Porém neste momento as esperanças dos brasileiros se renovam com o resultado de ontem. E para o bem da Nação um olhar otimista renasce com vista a um futuro promissor e de irrestrito respeito às nossas instituições, com a possível vitória de Aécio Neves no segundo turno.

PAULO PANOSSIAN

paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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Diabruras

Definido o segundo turno para a eleição do presidente do Brasil e recordando a fala da presidente Dilma - "podemos fazer o diabo quando é hora de eleição" -, aqueles que acreditam que o diabo não é tão feio como se pinta se preparem para conhecer a verdadeira cara do demônio.

LUIZ NUSBAUM

lnusbaum@uol.com.br

São Paulo

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Atitude feliz

Felizmente, o povo acordou e colocou no segundo turno um candidato que tem condições de vencer o PT e, principalmente, tem estrutura para tirar o País do buraco. Parabéns ao povo brasileiro e meus pêsames às pesquisas no Brasil!

LAERT PINTO BARBOSA

laert_barbosa@globo.com

São Paulo

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Trabalhos de Hércules

Conta a mitologia grega que o quinto trabalho de Hércules foi limpar os estábulos do rei Augias. É o trabalho que aguarda o próximo presidente, seja ele quem for.

ALEXANDRU SOLOMON

alex101243@gmail.com

São Paulo

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Resgate

Confirmado Aécio no segundo turno, chamo a atenção para as escritas finais do nosso Fernando Henrique Cardoso na edição de ontem do Estadão (A2): "Meu voto, portanto, será dado a Aécio. Não só por ele, mas pelo que ele representa, como uma saída para a encruzilhada em que nos encontramos". E para editorial (A hora da razão, A3) também do nosso Estadão, que conclui que "Aécio Neves , por sua vez, representa um grupo político que, com a idealização e execução do Plano Real 20 anos atrás, demonstrou capacidade e competência para resgatar a economia brasileira do fundo do poço". Parabéns, Estadão, baluarte da imprensa brasileira!

PAULO CORRÊA LEITE

paulocleite@bol.com.br

São Bernardo do Campo

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Aécio Neves no segundo turno e uma lamparina sem gás no Estado de São Paulo. Ainda há esperança. Acreditemos.

GUTO PACHECO

daniguto@uol.com.br

São Paulo

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Apagão

Dizem que brasileiros não têm memória. Mas com a quebra dos contratos das elétricas e os aumentos que virão, vemos o apagar de vários postes Brasil afora.

MOISES GOLDSTEIN

moisesgoldstein1@gmail.com

São Paulo

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Governo paulista

Com a vitória de Geraldo Alckmin, que consagrou sua reeleição à chefia do governo de São Paulo, ocorreu a recusa do povo paulista em aceitar a imposição de uma candidatura do PT, tal qual o sr. Lula nos impingiu Dilma para a Presidência da República e Fernando Haddad para a Prefeitura paulistana. Com essa derrota cai por terra o castelo de cartas que o sr. Lula queria impor a São Paulo e com isso tem início o desmonte da influência que ele imaginava ter. O País passa a respirar melhor, pois daqui para a frente vencerão os competentes, felizmente.

DOUGLAS JORGE

douglasjorge@terra.com.br

São Paulo

‘Non ducor duco’

Reeleito com grande folga já no primeiro turno, Geraldo Alckmin segue no Palácio dos Bandeirantes por mais uma gestão. Os paulistas honraram mais uma vez a herança dos bravos desbravadores bandeirantes.

J. S. DECOL

decoljs@globo.com

São Paulo

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Derrota de Lula

Quando Lula apostou que o "volume morto" (do Sistema Cantareira) resolveria a sucessão no Estado de São Paulo, jamais imaginou que volume morto mesmo seria o seu candidato, Alexandre Padilha. Esse foi o melhor recado que os paulistas puderam enviar a esse governo corrupto e incompetente. Que venha o segundo turno para presidente e daremos a mesma resposta.

CLAUDIO JUCHEM

cjuchem@gmail.com

São Paulo

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Afundou na seca

Uma coisa é certa: quem consegue fazer água nessa brutal seca é só o Padilha. E seu barco afundou, afundou... Afundou!

JOSÉ PIACSEK NETO

bubanetopiacsek@gmail.com

Avanhandava

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Vai pra casa...

Deus ainda não provou que é brasileiro, mas paulista com certeza ele é. Bye, bye, Padilha...

EDGARD MARQUES FILHO

ed.marques@terra.com.br

Barueri

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"A presença de Aécio Neves no segundo turno é um pálio de luz desdobrado sob a larga amplidão destes céus"

ROBERTO TWIASCHOR / SÃO PAULO, SOBRE A ELEIÇÃO PARA PRESIDENTE DA REPÚBLICA

rtwiaschor@uol.com.br

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"Estrago da eleição: um poste derrubado!"

ROBERT HALLER / SÃO PAULO, SOBRE O RESULTADO DAS URNAS PAULISTAS

robelisa1@terra.com.br

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URNA REBELDE

Uma amiga minha, que reside na cidade de São Paulo, relatou um fato estranho. Ao dirigir-se à sua seção (149) da zona 250, do Colégio Dilermano Dias dos Santos, na Vila Leopoldina, onde ela vota, notou que, ao votar para presidente, digitando o número de seu candidato escolhido (45, Aécio Neves), não aparecia imagem ou informação alguma. Corrigiu diversas vezes, repetindo o procedimento, e o mesmo acontecia. Chamou o presidente da seção e informou o ocorrido. Desconfiada, tentou o número 40 (de Marina Silva) e o mesmo repetiu-se. Corrigiu e tentou o número da candidata Dilma Rousseff (13) e, nesta ocasião, a foto e os dados apareceram. Após diversas correções sucessivas, ela finalmente conseguiu registrar seu voto para o candidato que desejava. Porém o "erro", caso se repetisse com outros eleitores, poderia facilmente induzir à anulação do voto, já que a urna não apresentou nenhuma informação durante diversas tentativas. Nosso sistema eleitoral precisa ser melhorado, para evitar tais "falhas". Na minha seção, tudo transcorreu normalmente, felizmente.

Sérgio Eckermann Passos sepassos@yahoo.com.br

Porto Feliz

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SEM SINAL

Se é normal eu não sei, mas achei muito estranho o que aconteceu quando fui votar. Em todos os candidatos, houve confirmação com aquele sinal sonoro característico. No entanto, no voto para presidente não houve o sinal característico quando confirmei o voto - apenas a imagem característica de download e a palavra FIM. Como não confio nas urnas eletrônicas e com o TSE sob comando do ex-advogado do PT, melhor averiguar.

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

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JABUTICABA

O "Estadão" nos explicou como é feita a contagem de votos, e assim ficamos sabendo que o nosso sistema é o único no mundo, uma jabuticaba. Motivo de orgulho? Não! Somos tão ruins em tantas coisas que não seria o sistema DRE (Direct Record Electronic) que iria nos redimir. Queremos transparência também nas apurações.

Alberto Bastos Cardoso de Carvalho albcc@ig.com.br

São Paulo

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DE VOLTA AO VELHO

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sofreu ataque de hackers duas semanas atrás. Como posso ter confiança nas urnas eletrônicas, se até o Pentágono sofreu ataque desse tipo? Vamos combinar, alguma coisa está estranha neste processo de eleição. Por que será que nenhum país do Primeiro Mundo adotou urnas eletrônicas ainda? Estou com muitas dúvidas e sem confiança no resultado desta eleição, até porque, considerando que a presidente Dilma disse que faria "o diabo" para ganhar a eleição, que os pronunciamentos dos candidatos estão eivados de mentiras, que o vale-tudo é a regra para competir, creio que seria melhor avaliarmos o pensamento famoso do compositor do século 19 Giuseppe Verdi: "Torniamo all’antico e sarà un progresso" ("Vamos voltar para o velho e será um progresso").

 

Mário Negrão Borgonovi marionegrao.borgonovi@gmail.com

Rio de Janeiro

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A DISPUTA EM MINAS GERAIS

Quando das eleições anteriores para presidente, nas quais concorreram José Serra e Geraldo Alckmin, os paulistas sentiram a falta de apoio de Aécio Neves, que supostamente detinha o poder eleitoral em Minas Gerais, mas ele faltou com essa ajuda e hoje paga por isso com juros e correção porcentual aqui, em São Paulo. Não chego ao ponto de pensar igual a muitos de nós, paulistas, que acreditam ser o mineiro traidor, mas sei não, se não há um pouco de verdade nisso ao ver Aécio perder feio em Minas Gerais, o que ajudaria na reeleição da presidente criatura, ao mesmo tempo que as pesquisas indicam que ele também não conseguirá eleger seu sucessor para governador. Essas duas situações dizem o quê? Primeiro, que as pesquisas mentiam quando indicavam que seu mandato fora aprovado em mais de 90%, ou então que o mineiro pratica a traição entre eles mesmo. Afora essas duas situações, alguém conhece outras que possam explicar a falta de apoio mineiro ao Aécio?

Laércio Zannini arsene@uol.com.br

São Paulo

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ERRO FATAL

A indicação do "mineirossauro" Pimenta da Veiga (PSDB) para disputar o governo de Minas Gerais foi um erro imperdoável e irreparável.

Sergio S. de Oliveira ssoliveira@netsite.com.br

Monte Santo de Minas (MG)

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A DISPUTA PELO GOVERNO DE SP

Geraldo Alckmin (PSDB) foi reeleito. Em São Paulo, o PT não coloca sua PaTa corruPTa!

Elza D’Ambrósio Busato elza.busato@uol.com.br

São Paulo

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ALEXANDRE PADILHA

Padilha obedeceu, foi para casa!

 

Robert Haller robelisa1@terra.com.br

São Paulo

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ELEIÇÕES, VOTO E DEMOCRACIA

Como participante da geração dos anos 60, que lutou contra o arbítrio, regozijo-me de ter visto e podido participar deste momento democrático que são as eleições. Apesar das grandes dificuldades socioeconômicas que ainda enfrentamos, a ferramenta do voto é, ainda, a melhor forma de corrigir nossas vulnerabilidades no futuro próximo.

José de A. Nobre de Almeida josedalmeida@globo.com

Rio de Janeiro

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ESPERANÇA

Ontem, 5/10/2014, dia de eleições majoritárias, ao ler o editorial "A hora da razão" no "Estadão", veio um sentimento que há muito andava esquecido em minha mente: a sensação de novamente refluir a esperança, o amor à Patria renascer, o sonho de que o nosso Brasil pode ter jeito. Quero juntar-me aos milhões de brasileiros que ainda creem que devemos dar-nos as mãos e, numa corrente poderosa, apoiar o candidato das Minas Gerais, o mais preparado para nos liderar para um futuro melhor.

Jorge Alberto Asseis Carneiro jorgealbertoacarneiro@gmail.com

Santos

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TRANSPARÊNCIA E SERIEDADE

Sou leitor e assinante do "Estadão" há tanto tempo que nem lembro quanto. Mais uma vez, na edição desse domingo, o jornal ofereceu uma prova do seu valor, de sua identificação com os ideais maiores do País e seu destemor para com os poderosos, ao dar também na primeira página editorial da página 3 em que assume posição em favor do candidato Aécio Neves, que melhor atende aos interesses do Brasil. Uma vergonha o governo do PT de Lula a Dilma. Parabéns ao "Estadão".

Paulo Rachid Paulo rspaulo020@gmail.com

São Paulo

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‘A HORA DA RAZÃO’

Com esse editorial (5/10, A3), eu vos autorizo a renovar a minha assinatura por mais 10 anos.

Márcio Roberto Lopes da Silva mardrifac@ig.com.br

Itu

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ERRAR OU ERRAR

A questão básica é que uma nação se faz quando há estadistas nos governos. Há 100 de independência, quantos estadistas estiveram no ápice do poder? Nenhum? E quantos dos candidatos à Presidência este ano podem ser considerados apenas como "meios estadistas"? Nenhum? Essa é a questão da razão, os partidos enfiam goela abaixo do eleitor raposas na pele de ovelhas, e a opção é errar ou errar no voto.

Ariovaldo Batista arioba06@hotmail.com

São Bernardo do Campo

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PANFLETO

Ontem, ao ler as primeiras páginas do "Estado", deparei-me com um panfleto eleitoral. O que me incomoda não é tanto a propaganda aberta, mas saber qual o grau de isenção das próximas páginas, e com que grau de benevolência seria cobrado um eventual governo de seu candidato oficial. No fundo, quero saber se sou uma colaboradora indireta de sua campanha. Talvez minha opinião não seja publicada? Talvez sim.

Cinthia S. cinthiasampaiosv@outlook.com

São Paulo

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TEMPESTADE

Existe um ditado popular que diz "depois da tempestade e da corrupção que nos assola vem a bonança". E um outro que "nada está tão ruim que não possa melhorar" trocando o presidente da República. Esta é a hora para mudar este círculo vicioso da corrupção que nos permeia e nos envergonha. Espero que com a delação do doleiro Alberto Youssef todos os envolvidos nos esquemas corruptos sejam presos e devolvam tudo o que levaram da Petrobrás, seja quem for e doa a quem doer, sem dó nem piedade.

 

Zureia Baruch Jr. zureiabaruchjr@bol.com.br

São Paulo

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TEM DE PARECER SER HONESTO

Ao presidente da República não basta ser honesto, tem de parecer honesto, tem de exalar honestidade. A presidente Dilma está envolvida até a alma em dez entre dez escândalos de corrupção de seu governo, sendo o penúltimo deles o da Petrobrás, pois agora já temos o novo escândalo, dos Correios. Não basta dizer que não sabia. Não saber de nada, nunca, não é uma virtude, é, no mínimo, um grave defeito. Se ela sabia, se mandou fazer, se é cúmplice ou conivente, se calou ou se consentiu, não importa, o que importa é que a presidente Dilma não tem mais condições de continuar a exercer a Presidência da República.

Mário Barilá Filho mariobarila@yahoo.com.br

São Paulo

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DESCONSTRUÇÃO

A matéria "Campanha tem ‘horário eleitoral de desconstrução’" (2/10), além de distorcer o sentido original da palavra, que é desmontar para analisar, e não destruir, cita o jornalista e professor Laurindo Leal Fº sem mencionar que se trata de petista militante que foi (não sei se ainda é), ombudsman da TV Brasil nomeado no governo Lula, quando chegou a criticar imagens do governo sul-africano atirando contra manifestantes como no tempo do apartheid. O que diz Lalo? "Já Dilma mostrou que ambas as candidaturas de oposição representariam um retrocesso às conquistas sociais obtidas pelo País nos últimos anos. Os candidatos chegaram aos limites da ética, mas não ultrapassaram." Essa foi a campanha mais desde 1989. As duas declarações estão longe de qualquer isenção analítica, propaganda política travestida da ciência social. É preciso dar nome aos bois.

Nelson Franco Jobim nfjobim@yahoo.co.uk

Rio de Janeiro

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‘ELEITORES DESLIGADOS’

A presidente Dilma afirmou em Porto Alegre que "voto é uma arma" e pediu que os eleitores votassem com "consciência". Concordo plenamente com a presidente, porém grande parte da população não procura se informar por meio dos meios de comunicações como rádio, internet, TV, jornais e revistas em geral sobre as barbaridades cometidas pelo atual governo petista. Se esses "eleitores desligados" soubessem que o presidente Barack Obama, na economia americana quase oito vezes maior que a do Brasil, tem apenas 200 cargos comissionados e a presidente Dilma tem 22 mil; que os Estados Unidos têm 12 ministérios e o Brasil, 39 ministérios; que o Brasil tem uma administração pública inchada, caríssima e ineficiente e que consome, conforme o consultor econômico Raul Velloso, 75% do Orçamento federal para pagar salários e benefícios; a votação na presidente Dilma estaria lá embaixo. Infelizmente, grande parte da população continua desinformada e, em vez de se atualizar pelos jornais, por exemplo, prefere usá-los para limpar a...

Edgard Gobbi edgardgobbi@gmail.com

Campinas

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MATEMÁTICA

"No governo federal, 67% dos cargos de comissão são exercidos por funcionários públicos. Isso significa que apenas 23% dos cargos de comissão é (sic) de livre nomeação", disse "nossapresidenta" em São José dos Campos, e arrematou: "Não acredito que ocorra isso nos governos estaduais do PSDB". Provavelmente os esteja acusando de saber somar.

Alexandru Solomon alex101243@gmail.com

São Paulo

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SERÁ QUE ELA SABE?

Onde vive dona Dilma Rousseff para afirmar que o Brasil melhorou no seu governo? Será que ela vai ao supermercado? Será que ela sabe que o desemprego vem aumentando? Será que ela sabe que o povo está empobrecendo? Será que ela sabe que as montadoras, mesmo agraciadas com incentivos fiscais, estão demitindo e dando férias coletivas? Será que ela sabe que o PIBão prometido em fins de 2013 será de, no máximo, 0,9% em 2014? Será que ela sabe das últimas falcatruas na Petrobrás e que empreiteiras afins ao governo estão envolvidas nas delações premiadas em curso?

Antonio C. Gomes da Silva acarlosgs@uol.com.br

São Paulo

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ATOLEIRO

Antes de o ex-presidente Lula ser eleito pela primeira vez, o mote da campanha dele era que o Brasil precisava sair do atoleiro em que se encontrava. Exagero de campanha, pois o País caminhava bem. Hoje, após 12 anos de PT no poder, não só o País mergulhará de fato num atoleiro jamais visto na história deste país, como serão necessários mais 12 para sair dele.

Luciano Harary lharary@hotmail.com

São Paulo

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O PAÍS DA PIADA PRONTA

Os Correios vão investigar ação de carteiro na entrega de panfletos da campanha do PT. Antes, numas das falcatruas do partido, sobrou para um caseiro. Agora vai sobrar para o carteiro. Não duvidem se, no escândalo da Petrobrás, sobrar para o faxineiro. Não tem como humorista ficar desempregado neste país. Matéria-prima é o que não falta!

José Milton Galindo galindo52@hotmail.com

Eldorado

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A CAIXA PRETA DE ALBERTO YOUSSEF

 

O megadoleiro Alberto Youssef já está delatando na Polícia Federal as centenas de envolvimentos e maracutaias que manteve com ministros, senadores, deputados e diretores de estatais. Agora os brasileiros terão a agradável surpresa de poder conhecer quantos corruptos mais existem na Nação, especialmente aqueles com pele de cordeiro e com pose de dignos e corretos. Aliás, o desespero dos políticos é não conseguirem tomar conhecimento do teor das declarações do doleiro, porque a Justiça impôs impedimento. De fato, eles só atrapalhariam as investigações, porque, como interessados ou colegas dos interessados, são suspeitos para participarem das investigações, inclusive dos resultados de depoimentos. Certamente que irão alterar a lei vigente, mas o Supremo Tribunal Federal (STF) poderá sempre entender que o posicionamento de alteração é inconstitucional, porque visa a proteger alguns políticos e nunca o povo desta nação.

José Carlos de Carvalho Carneiro carneirojc@ig.com.br

Rio Claro

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VALEU A PENA

No Brasil, o crime do colarinho branco e o da corrupção compensam. O sr. Paulo Roberto Costa meteu a mão na Petrobrás, fez um acordo de delação, vai cumprir a pena em casa e com certeza seus familiares usufruirão da grana que não retornará aos cofres da estatal. E nós continuaremos a fazer cara de paisagem até quando?

Jose Roberto Iglesias rzeiglesias@gmail.com

São Paulo

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ORDEM NA CASA

Na minha opinião, se, em vez de delação premiada, os senhores Paulo Roberto Costa e o doleiro Alberto Youssef, além de devolverem o dinheiro roubado, fossem quebrados de pau, a corrupção brasileira acabava rapidinho.

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com

Jandaia do Sul (PR)

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A DELAÇÃO E OS CRIMINALISTAS

Pela excelente matéria do "Estadão" sobre a delação premiada (5/10), regulamentada no ano passado e já produzindo efeitos saneadores, só fica difícil de entender a posição dos advogados criminalistas a respeito. Eles em geral são contra o instituto da delação. Márcio Thomaz Bastos diz ser contra, embora reconheça sua eficácia processual, mas reprova os vazamentos de informações que deveriam ficar escondidas. Parece que, na verdade, os criminalistas temem perder preciosos honorários, por longos anos, com a simplificação e o apressamento das soluções jurídicas.

Ademir Valezi adevale@gmail.com

São Paulo

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DESVELANDO A PROPINA

Mais uma empreiteira envolvida no pagamento de propinas para obtenção de vantagens na Petrobrás. Desta vez foi a Odebrecht, amanhã serão outras, que, sem dúvida, negarão os fatos, tratam a notícia como leviana e por aí vai, mas, quando pegos com a mão na botija, dizem ser obra de funcionário do terceiro time, ficando tudo "como dantes no quartel de Abrantes". Este é o Brasil da Parceria Público-Privada (PPP) mais privada que de público, pagadoras das gatunagens embutidas no preço das obras.

 

Mario Cobucci Junior maritocobucci@uol.com.br

São Paulo

 

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TREINO

É bom que Lula e alguns de seus companheiros comecem o quanto antes a treinar suas desculpas esfarrapadas, tais como "eu não sabia de nada", "eu fui traído" ou "uma facada nas costas", pois, com o jorro de podres saindo dos delatores, vão ter de usá-las amiúde. Ah, vão acabar também os voos em jatinhos.

 

Luiz Nusbaum lnusbaum@uol.com.br

São Paulo

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JOAQUIM BARBOSA

Pode-se até entender como extravagante a comparação. Porém, em se tratando de repercussão, a declaração homofóbica feita pelo sr. Levy Fidelix na semana passada torna-se totalmente insignificante quando relacionada ao pedido de impugnação apresentado pelo presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) do Distrito Federal de registro de advogado do ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa. Se, no primeiro caso, o candidato extrapolou, chegando às barras do despautério, no segundo, o temor de contar em seus quadros com profissional que jamais compactuará com o corporativismo, defendendo a lisura da advocacia e excluindo de seu patrocínio indivíduos noviços à sociedade, provavelmente, falou mais alto. Ao probo que se reconheça a probidade!

Paulo Guida paulo.guida@yahoo.com.br

São Paulo

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QUE PAÍS É ESTE?

Que país é este em que o presidente da seccional do Distrito Federal da Ordem dos Advogados do Brasil propôs à Comissão de Seleção da entidade barrar o pedido de inscrição do ex-presidente do Supremo Tribunal Federal Joaquim Barbosa, sob a alegação de inidoneidade por atos e declarações contrários à classe?

 

J. S. Decol decoljs@globo.com

São Paulo

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‘DE FIDEL A FIDELIX’

Excelente artigo de Eugênio Bucci "De Fidel a Fidelix" (2/10, A2). E vale lembrar o filme dirigido por Julian Schnabel, protagonizado pelo excelente ator espanhol Javier Bardem, "Before the Night Falls" (Antes do Anoitecer), que retrata a história de Reinaldo Arenas, escritor homossexual perseguido em Cuba, dizimado pelo regime castrista. O PT usa de esperteza e engodo para se proclamar defensor de todas as minorias, como único detentor dessa legenda, apagando sua história quando não lhe convém. Pretende a legenda reconstruir a memória de uma sociedade de acordo com seus objetivos de manipulação da mesma.

Liliana Liviano Wahba lilwah@uol.com.br

São Paulo

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15 MINUTOS

As declarações homofóbicas e estapafúrdias do eterno candidato à Presidência da República Levy Fidelix, no debate na televisão, na semana passada, deveriam ser completamente ignoradas, em razão da sua falta de sentido e, principalmente, da total falta de credibilidade de seu autor. Entretanto, a desmesurada mobilização das organizações de direitos humanos, partidos políticos e até da OAB proporcionou ao político nanico seus tão almejados "15 minutos de fama", que devem ter acrescentado mais alguns votos à sua sempre minguada votação.

Luiz Antonio Alves de Souza zam@uol.com.br

São Paulo

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BRASIL COMPETITIVO - AGRONEGÓCIO

A legislação do crédito rural é um emaranhado que gera procedimentos onerosos perfeitamente dispensáveis caso não estivesse fundamentada num grave equívoco: o Brasil financia plantação, quando deveria financiar produção. Financiar plantação significa tentar controlar inúmeras variáveis que de fato só podem ser controladas pela diligência do agricultor, além do que as tentativas de controlar o risco moral levam o sistema, em particular o seguro rural, ao limite da inviabilidade. A plantação é uma promessa que está sujeita a condições climáticas, pragas, à diligência do agricultor, entre tantas outras. O crédito rotativo, que já foi chamado de Cheque Especial Rural, é ideia antiga entre os que estão familiarizados com a questão. Que o limite de crédito seja estabelecido e, depois, mantido em função da produção efetiva. O uso do produto como moeda é outro mecanismo de proteção que precisa ser mais bem aproveitado: a terra vale um certo número de sacas de soja, uma colheitadeira, outros tantos, e uma ajuda governamental poderia ser aplicada com base nessas cotações na ocorrência de variações atípicas e humores do mercado. Para o pequeno produtor, o que se convencionou chamar de agricultura familiar deveria aplicar o mesmo raciocínio, ou seja, com foco na produção, no produto colocado no mercado. Ao manter bilhões emprestados abaixo da taxa Selic, o governo distribui subsídios indiscriminadamente e não raro beneficia o ineficaz. Presta um desserviço à criação de riqueza. Portanto, é preciso repensar o sistema sobre a ótica do financiamento à produção, aquilo que realmente interessa à sociedade e pelo qual ela está pagando. Financiar produção é bem mais inteligente que financiar plantação. Praticar prêmio em lugar de incentivos. Com este vício de origem, melhor que consolidar a legislação, é preferível repensar e refazer tudo com esta nova abordagem.

 

Antonio Cavalcanti da Matta Ribeiro antoniodamatta@ig.com.br

São José dos Campos

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CICLOVIAS EM SÃO PAULO

1) Por que, numa rua de mão única para os carros, a ciclovia tem mão dupla? 2) Numa rua de mão única, sem ciclovia, uma bicicleta pode circular na contra mão? 3) O prédio que tenha sua saída da garagem em frente a uma ciclovia, para atingir o leito carroçável da rua, deve guardar o momento adequado sobre a calçada ou sobre a ciclovia? 4) Por que não há uniformidade na marcação das ciclovias? Em certas ruas, fica à esquerda, em outras, à direita. 5) Por que há ciclovia que ora está à esquerda, ora à direita do leito carroçável, fazendo com que o ciclista seja obrigado a perigosamente cruzar a rua? 6) Se a rua é de mão única, como o ciclista que está circulando na contramão saberá que, na esquina com semáforo, ele está aberto para si, podendo cruzar a rua transversal? 7) Já foi feita a contagem do número de ciclistas que, nos dias úteis, circulam pelas novas ciclovias? Contagem feita no domingo não vale. 8) Considerado o piso bastante irregular das ciclovias (vide Rua Arthur de Azevedo), que segurança têm as crianças e os adolescentes que delas façam uso? 9) Que órgão público se responsabiliza pelos eventuais acidentes que ocorrerem nestas novas ciclovias? A responsabilidade civil do poder público por eventual acidente nas ciclovias é responsabilidade objetiva? 10) Foram feitos estudos específicos e pontuais sobre a responsabilidade objetiva do Estado nos acidentes que ocorrerem nas ciclovias? Anoto que o furto de veículos na zona azul tem ensejado indenizações por danos materiais e morais, conforme vêm decidindo os tribunais.

Pedro Luís de Campos Vergueiro pedrover@matrix.com.br

São Paulo

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VIOLÊNCIA NA USP

Menino de 8 anos lidera bando armado em assalto na Universidade de São Paulo (USP)? E ainda há humanistas e falsos moralistas, escudados no politicamente correto, contrários à redução da maioridade penal? Há limite para tudo e a impunidade no Brasil está chegando não apenas ao absurdo, como já era, mas ao ridículo inaceitável. É urgente e absolutamente obrigatório que todos os projetos de lei já existentes no Congresso, que tratem do endurecimento das penas e até mesmo da pena de morte, sejam postos em pauta imediatamente para discussão e votação. Basta de procrastinação irresponsável! Aqueles que não querem tratar desse assunto devem ser considerados cúmplices desses bandidos e criminosos infantis.

Gilberto Dib gilberto@dib.com.br

São Paulo

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ARRASTÃO

Quadrilha (bando) com dez menores, liderados por crianças, faz arrastão na USP. Sugiro aos burgueses alunos não comunicarem a Polícia Militar, e, sim, ligar para Maria do Rosário, Eduardo Suplicy, Padre Lancelote, Xuxa Rouseff e Dilma Meneguel, e, juntamente com os jihadistas, discutirem o assunto. Não é melhor?

Luiz Carlos Bognar uno-sx@hotmail.com

São Paulo

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PALANQUE E UNIVERSIDADE

Cumprimento o professor João Grandino Rodas ("Fórum dos Leitores", "Palanque", 5/10, A3) por vir a público e ter a oportunidade de desmascarar estes péssimos professores que, sendo porta-vozes do partido populista, denigrem a imagem da melhor universidade do País. Pretendem transformá-la em cabide de emprego, como as universidades (66) dependentes políticas do governo federal. Apenas completando a informação, lembrar aos professores da Silva e Fernando que a USP ainda não está refém do partido populista, essas mentiras infundadas podem levar a erros de julgamento. A USP é uma autarquia pública estadual, tendo o governo de Estado seu mantenedor, que indica o reitor de uma lista com três nomes de professores titulares para um ser escolhido. O reitor não é, portanto, indicado pelo presidente da República, como desejam os populistas. É fiscalizada pelo Tribunal de Contas Estadual e Ministério Público. O Conselho Universitário, composto por diretores das unidades e um representante das diferentes categorias (alunos, servidores, etc.), num total acima de 60 participantes, decide sobre todos os projetos, gastos e despesas das mais de 40 unidades, e o reitor é um executor. Quem delibera é o Conselho Universitário, após discussão e aprovação dos mais diversos projetos. Ao contrário do que afirma o diretor do Sintusp, "falta de transparência da instituição com as contas" não existe. Todos os processos e licitações têm orientação da assessoria Jurídica. E o que ele não sabe e deveria saber é que, quando da implantação do "teto salarial", ficou estabelecido que "vencimentos" e "salários" eram diferentes. Assim, um general de brigada reformado poderia receber menos que um coronel da ativa que tivesse gratificações ainda não incorporadas. Baseado nisso e para evitar uma série de processos e desgastes jurídicos, resolveu-se aumentar "salário" da maior autoridade, devido à inflação, que ultrapassava, como hoje, 7%. E todos ficaram satisfeitos. Tanto isso é verdade que somente agora os atuais magistrados do STF autorizaram o corte de salários de servidores que recebem acima do teto constitucional de R$ 29,4 mil. Lembrar que tanto "salário" como "vencimento" sofrem, na fonte, a dedução de 27,5% de Imposto de Renda. Essa decisão dos atuais magistrados, a nosso ver eivada de erros, fatalmente ocasionará recurso cabível, quando o julgamento proferido em apelação ou em ação rescisória não for unânime. São os chamados e atuais "Embargos Infringentes do Julgado".

Flávio Prada flavioprada39@gmail.com

São Paulo

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HUGO CARVANA

Hugo Carvana (77) foi um dos maiores atores do Brasil de todos os tempos. Atuou com brilho no cinema, no teatro e na TV, mas ficou eternizado pela sua grande atuação no filme "Vai Trabalhar Vagabundo", de 1973. Além de grande ator, era torcedor apaixonado do Flu. Tanto é que no dia do seu casamento deixou a festa para ir ao Maracanã torcer pelo Flu na vitória sobre o Botafogo. Grande figura carioca. Descanse em paz.

 

Renato Khair renatokhair@uol.com.br

São Paulo

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SAUDADES

Tânato está querendo implantar o caos, deixar um espaço vazio. Afinal, tem o coração de ferro. E por isso vai levando a vida... Hugo Carvana veio de nos deixar. E com ele se vai o bom humor de um grande malandro, como um grande ator que foi, é claro. O drama atualmente é que os mais velhos, os bons mais velhos estão partindo e poucos são os seus substitutos, porque os que aparecem logo cansam e caem do ostracismo. Não foi assim com Hugo Carvana: desde quando começou, ocupou seu espaço e se impôs e nele permaneceu sempre - estabilidade como seu casamento com Martha Alencar. Vai deixar saudades. Muita.

Pedro Luís de Campos Vergueiro pedrover@matrix.com.br

São Paulo

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FALA INCONVENIENTE

 

Declaração da presidente Dilma Rousseff sobre a morte do ator e diretor Hugo Carvana: "Foi com tristeza que tomei conhecimento da morte do ator e diretor Hugo Carvana, referência do cinema e da TV brasileira. Atuante, Carvana assinou o manifesto dos artistas a favor da minha reeleição. Aos familiares, amigos e fãs ofereço meus sentimentos". Dilma perdeu outra oportunidade de ficar calada, porque esta não é hora de falar em reeleição!

 

Cláudio Moschella arquiteto@claudiomoschella.net

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