Fórum dos Leitores

 PETROLÃO

O Estado de S. Paulo

21 Fevereiro 2015 | 07h13

O pecado original

A presidente Dilma Rousseff (PT) disse ontem que se casos suspeitos de corrupção na Petrobrás tivessem sido investigados no governo Fernando Henrique Cardoso (1995-2002), do PSDB, já na década de 1990, o esquema descoberto pela Operação Lava Jato não teria ocorrido. Faltou dizer que se não fosse criada a Petrobrás a Operação Lava Jato teria sido pura perda de tempo.

ALEXANDRU SOLOMON

alex101243@gmail.com

São Paulo

Comissão da Verdade

Sugestão ao PT: pôr a Comissão da Verdade para apurar o petrolão. Eles vão chegar à conclusão de que o início de tudo foi na ditadura militar. Te cuida, Shigeaki Ueki! 

RENATO PIRES

repires@terra.com.br

Ribeirão Preto

Investigação histórica

A presidenta deveria retroceder ainda mais no tempo e mandar abrir investigação para saber por que Pedro Álvares Cabral se desviou de seu caminho para as Índias e deu no que deu.

JOSÉ SERGIO TRABBOLD

jsergiotrabbold@hotmail.com

São Paulo

Terceiro milênio

Dilma disse que a apuração dos desmandos na Petrobrás deveria ter sido "nos anos 90". Sabemos que ela diz que nada sabia. Mas será que anda assim tão mal informada? Os casos usina de Pasadena, Comperj, Abreu e Lima, Bolívia, Argentina, África, aluguel das plataformas, etc., etc., são todos deste milênio. A partir de 2004. As denúncias dos desvios, também. E quem mandava na Petrobrás em todos esses anos (e ainda manda)? A ministra "gerentona", "mãe do PAC" e "presidenta". Será que a imprensa está publicando corretamente o que a dirigente máxima do País anda falando? 

ÉLLIS A. OLIVEIRA

elliscnh@hotmail.com.br

Cunha

Petistamente, Dilma oculta quem levou os corruptos à diretoria da Petrobrás e o ParTido mais beneficiado pelos desvios.

MARIO COBUCCI JUNIOR

maritocobucci@uol.com.br

São Paulo

Já deu!

Desde dezembro de 2014 Dilma não se manifestava para a imprensa por vergonha, tamanho o roubo praticado pelos diretores na Petrobrás, mantidos por ela e por seu padrinho, o Lula, há 12 anos. Após tanto tempo, como não conseguiu um álibi para justificar a apuração da Polícia Federal, voltou tentando atribuir o problema ao governo FHC, 12, 20 anos atrás. Gente, é muita incomPeTência. Já deu!

JOSÉ CARLOS ALVES

jcalves@jcalves.net

São Paulo

Melhor continuar calada

Depois de dois meses calada, taciturna e sumida, a presidente vem a público não para dar uma satisfação a seus eleitores, que nela acreditaram, ou aos outros brasileiros, que não acreditaram nem nela votaram, mas vão pagar muito por seu péssimo e irresponsável governo. Pagarão pelas decisões inoportunas e demagógicas que só serviram para reelegê-la; e pela corrupção enraizada nos departamentos e empresas estatais que viraram propriedade de um partido que só almeja a perpetuação do seu poder. E então vem a ex-coração valente dizer que a corrupção na Petrobrás é obra de FHC?! Nem criativa ela é, afinal, essa desculpa já deu bolor! E então ela confessa que acreditou em tudo o que o preso pela Operação Lava Jato Pedro Barusco disse, pois só em um parágrafo ele citou propinas anteriores aos governos PT, mas contou de mais de US$ 200 milhões arrecadados para o PT. Querendo transferir responsabilidades, dona Dilma? Não zombe da nossa inteligência!

MARIA TEREZA MURRAY

terezamurray@hotmail.com

São Paulo

Cinismo

Quanto cinismo da gerentona ao afirmar que a corrupção da Petrobrás deveria ser investigada desde os anos 90... Só lhe resta dizer que isso é herança da oposição. E o atraso no pagamento de R$ 17,9 bilhões também é obra da oposição?

JÚLIO ROBERTO AYRES BRISOLA

jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

GOVERNO DILMA

Caloteira

Dilma vai entrar para a História como a presidente caloteira. Não é possível prometer tanto e atrasar tantos pagamentos, como ela tem feito. Primeiro, fez o que pôde para o Congresso aprovar a Lei do Calote e agora ficamos sabendo que atrasou o pagamento de quase R$ 18 bilhões em áreas essenciais como educação (pátria educadora?), saúde, trabalho e assistência social.

VICTOR SIQUEIRA C. DALTIN

victorscdaltin@gmail.com

Catanduva

CONTESTAÇÃO

José Dirceu

A reportagem "Delator repetiu esquema de Dirceu para abrir offshores" (17/2) procura associar o ex-ministro José Dirceu ao esquema assumido pelo engenheiro Pedro Barusco para receber recursos ilícitos no exterior. O argumento de que ambos teriam recorrido ao escritório Morgan y Morgan, no Panamá, para abertura de suas empresas não tem consistência. A Morgan y Morgan, como amplamente divulgado pela imprensa brasileira em 2013, é responsável pela abertura de milhares de offshores em território panamenho, muitas delas representando empresas brasileiras, segundo as legislações civil, comercial, societária e bancária do país. A JD Assessoria nunca atuou ou estruturou nenhuma operação no Panamá. Em 24/12/2013, após reportagens do próprio Estado que procurava associar José Dirceu aos proprietários do hotel Saint Peter, em Brasília, a JD Assessoria encaminhou carta ao jornal negando qualquer relação com os donos do hotel e esclarecendo que o pedido de abertura de filial no Panamá nem chegou a ser registrado naquele país, sendo revogado por decisão da própria empresa, que seguiu todos os trâmites previstos pela legislação brasileira. As tentativas de envolver José Dirceu, além de desprovidas de provas, só reforçam a intenção de estabelecer vínculo da Operação Lava Jato com o PT.

EDNILSON MACHADO, assessor de imprensa de José Dirceu

São Paulo

Nota da redação - O ex-ministro, condenado no mensalão, é citado na reportagem por ter sido apontado pelo doleiro Alberto Youssef como elo entre lobista envolvido na operação Lava Jato e o PT. O Estado não identificou nenhum outro político mencionado na Lava Jato entre os clientes da Morgan y Morgan. A reportagem diz que a sucursal da empresa de Dirceu no Panamá existiu para os órgãos públicos brasileiros por ao menos um ano e registra que o ex-ministro nega ter operado naquele país.

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

RETRATO FIEL

A primeira página do “Estadão” de ontem (20/2) espelha bem aquele Brasil que não quero para ninguém. Neguinho da Beija-Flor, expoente da cultura nacional, declara que “se não fosse o dinheiro da contravenção, hoje não teríamos o maior espetáculo audiovisual do planeta”. Notável! Muito bem posto, num contexto em que empreiteiras pedem ajuda política a Lula para escapar da Operação Lava Jato e uma foto lamentável registra o plenário da Câmara vazio, mostrando bem o conceito que os deputados fazem de nossas instituições. Para finalizar, a grande notícia: Luciano Coutinho continuará no BNDES. Realmente, estamos vivendo o fim desse banco e do Brasil. Será que Guido Mantega continua presidindo o Conselho de Administração da Petrobrás?

Nelson Penteado de Castro pentecas@uol.com.br 

São Paulo

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CORRUPÇÃO NA PETROBRÁS

Já li muitos comentários irracionais, opiniões obtusas e observações desconexas de membros do PT,  mas a entrevista de Paulo Okamotto, do Instituto Lula, ao “Estadão” é imbatível nesse particular (“Presidente do Instituto Lula diz que foi procurado por ‘várias’ empresas”). Ele que fale pelos da sua laia.

  

Leão Machado Neto lneto@uol.com.br 

São Paulo

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PAULO OKAMOTTO

Como cidadão, como contribuinte e como brasileiro, me fica difícil entender como e por que as indigitadas empresas de engenharia recorrem a Lula e a Okamotto, como e por que Okamotto (Paulo) é sócio de Lula. Estranheza que se aprofunda quando me lembro de que Nelson Jobim, este como juiz do STF, impediu de todas as formas que os sigilos de Paulo Okamotto fossem quebrados, quando se tentava esclarecer os caminhos tortuosos do que aconteceu no caso chamado mensalão. Se não era necessário esclarecer o que Paulo Okamotto fez durante as ações criminosas do mensalão, por que este senhor é agora procurado pelas empresas de engenharia para atuar em favor delas, pressionando o sistema judiciário? Lamentável, inclusive a imprensa de forma geral, que não avalia esses fatos.

Abel de Mattos Cabral Neto abelcabral@uol.com.br 

Campinas

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O MINISTRO E AS EMPREITEIRAS

O ministro José Eduardo Cardozo deveria, sim, se preocupar com a sensação de impunidade que suas ações noticiadas propagam. Ao receber em audiência não documentada os advogados de empreiteiras ora investigadas, reforçou suas declarações anteriores quanto à preocupação de que sejam declaradas inidôneas, tendo inclusive citado “é preciso punir quem tem de ser punido”, deixando transparecer um julgamento do ministério por possível receio de que ocorra delação premiada de algum empreiteiro. Antes disso, o ministro havia agido em duas ocasiões também propagando impunidade: compareceu pessoalmente ao Tribunal de Contas da União (TCU) na véspera do julgamento do caso da compra da refinaria de Pasadena, pela Petrobrás, com o intuito de adiamento; emitiu um comunicado do ministério para o governo dos EUA sobre a possibilidade de o deputado Paulo Maluf ser ouvido no Brasil num processo no qual está relacionado na Justiça americana, caso inédito naquele ministério, uma vez que Maluf é procurado pela Interpol, implicando risco de ser preso nos EUA. Mais ainda, na festa dos 35 anos do PT, José Eduardo Cardozo comungou com seus companheiros não só a inocência do tesoureiro João Vaccari Neto, como também a acusação de que a mídia forma um cartel para transformar a política em crime, acusação essa alinhada com a permanente intenção do PT de controlar a mídia. E sem liberdade de imprensa, o desconhecimento acoberta injustiças e regimes ditatoriais, filme que o Brasil já viu.

William Soares Muniz wmuniz@globo.com 

Rio de Janeiro 

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MUITO ESTRANHO

Segundo toda a imprensa, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, recebeu por diversas vezes os advogados da Odebrecht, UTC e Camargo Corrêa, empresas denunciadas na Operação Lava Jato, da Polícia Federal. No último encontro com três advogados da Odebrecht, confirmado pela agenda oficial, não constou o assunto tratado. Segundo informações, deve ter havido mais encontros com advogados dessa empresa, assim como outros pelos menos três encontros de Cardozo com advogados da UTC e Camargo Correa. Será que estão mudando as atribuições do Ministério mais antigo do Brasil, que era defesa da ordem jurídica, da cidadania, garantias constitucionais e política judiciária? Outra pergunta. Porque somente a Construtora Odebrecht ainda não tem nenhum de seus diretores presos como nas demais? Segundo delação do Paulinho do Lula, essa empresa teria lhe pagado a bagatela de US$ 31,5 milhões entre 2012 e 2013, como propina. Essa empresa é a que mais doou dinheiro para as campanhas eleitorais lulopetistas. E a extinta Delta com envolvimento nos aditivos dos contratos das obras do PAC? Muito estranho. Muito estranho. País sem rumo?

Éllis A. Oliveira elliscnh@hotmail.com  

Cunha 

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VAZAMENTOS

E o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, finalmente contou o que os advogados da Odebrecht foram confabular com ele em seu gabinete. Reclamar de vazamentos! Foi a tônica da explicação dada pelo ministro sobre a visita de advogados da maior empreiteira do País, com maior número e valores em obras da Petrobrás e ainda executora do inexplicável Porto de Mariel, em Cuba. Reclamar do quê? De ter sido indicada várias vezes no pagamento de propinas a diretores da estatal e ainda orientando como receber no exterior. O que ela queria? O silêncio! Com medo de recorrer ao juiz Sérgio Moro, recorrem ao ministro petista, visando à intervenção política no processo criminal de apuração das roubalheiras. Se essa empreiteira tivesse tanta segurança em nada ter transgredido, excluindo-se do envolvimento nas bandalheiras, para que tanto trabalho em negar a participação e gastar com tantos advogados? Por favor, ministro, não subestime nossa inteligência, não somos idiotas.

 

Mario Cobucci Junior maritocobucci@uol.com.br

São Paulo

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PEGOU MAL

Receber os advogados dos corruptos ditos empresários da famigerada Operação Lava Jato pelo ministro petista da Justiça pode até ser legal, mas que não pegou bem, não pegou.

 

Antonio Jose Gomes Marques a.jose@uol.com.br 

Rio de Janeiro

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PORTA DE XADREZ

Antigamente, o advogado recém-formado e criminalista, para adquirir novos clientes, costumava frequentar as portas das delegacias policiais, e era chamado de “advogado de porta de xadrez”. Hoje, existe outra classe de profissionais do Direito que, “mutatis mutandis”, para defenderem seus clientes empreiteiros com ligações com o governo, frequentam os ministérios, principalmente o da Justiça, solicitando ajuda na Operação Lava Jato. Estes podem ser chamados de advogados de portas dos ministérios.

Antônio Brandileone abrandileone@uol.com.br 

Assis

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EXECUTIVOS RECUAM DA DELAÇÃO

“As negociações dos acordos de delação premiada retrocederam nas últimas duas semanas” (19/2). O ministro da Justiça teve uma audiência com um advogado de empreiteira em 5 de fevereiro. No dia 19 fez exatamente duas semanas do encontro. Feliz coincidência.

Ronaldo José Neves de Carvalho rone@roneadm.com.br

São Paulo

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QUESTÃO ÉTICA

A reunião do ministro da Justiça com advogados dos acusados na Operação Lava Jato pode até ter respaldo legal. Seria absolutamente normal e corriqueira, não fosse o fato de o ministro ser filiado ao PT e, portanto, parte interessada no caso. É uma questão muito mais ética do que legal.

Luciano Harary lharary@hotmail.com 

São Paulo

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‘O DIABO’

E a polêmica continua! Acredito que os pagantes da “esbórnia”, para não dizer outra coisa, estão com o ex-ministro do STF: o ministro (ou sinistro?) da pobre e desmoralizada Justiça não pertence ao partido (bloco dos sujos e mal lavados?)? Não foi a excelência que tentou negar a “reunião” com os defensores dos presos, num primeiro momento? Esse “encontro” estava na agenda do ministro? Se não, por quê? Não teria sido tramada alguma “maracutaia”, haja vista a declaração do ministro de que depois do carnaval tudo se encaminharia? Por que os tais defensores, oportunamente, recuaram da possível aceitação de delação premiada? Quem foi que disse que “fariam (e fazem) o diabo”?

Aparecida Dileide Gaziolla aparecidagaziolla@gmail.com 

São Bernardo do Campo 

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OAB X JOAQUIM BARBOSA

A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) está indo pelo caminho errado apoiando o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, nas críticas que Joaquim Barbosa fez ao mesmo, pedindo à presidente Dilma sua demissão por atitude incompatível com o cargo ocupado pelo ministro. É compreensível essa posição da OAB, já que esse desentendimento já vem de longa data, pois Joaquim Barbosa, em sua passagem no Supremo Tribunal Federal, nunca recebeu nenhum advogado de alguma causa que estivesse em andamento sem a presença da parte contrária (atitude que no caso em questão o ministro Eduardo Cardozo não teve, já que pela situação delicada desta Operação Lava Jato deveria ter recebido os advogados no mínimo com a presença da imprensa, para evitar qualquer tipo de especulação). A atitude de Joaquim nunca agradou a OAB, pois advogados que frequentavam o Supremo estavam acostumados a certos privilégios que o mesmo nunca permitiu e também algumas posições que o ex-ministro adotava, rígidas, nunca agradaram aos advogados, pois dificultavam o trabalho deles e de seus clientes. Portanto, essa tomada de posição da OAB não passa de corporativismo e um certo rancor contra alguém que teve uma passagem brilhante no cargo que ocupou, apesar das críticas e dos senões, resgatando a credibilidade do STF, que já vinha capengando há muito tempo.  

Henrique Schnaider hschnaider4@gmail.com 

São Paulo

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OAB

Com denodo a Ordem dos Advogados do Brasil tem vindo a público para defender advogados que, ignorando a pauta de julgamento, se acham no direito de tomar a tribuna e proferir grosserias, notadamente ao presidente da corte. Também vem a público para defender advogados que procuram o Ministério da Justiça para se queixarem de impropriedades processuais,  quando  todos sabem,  à exaustão, que o lugar adequado seriam as corregedorias de Justiça ou o Conselho Nacional de Justiça. Entretanto, ainda não vi essa entidade vir a público protestar com veemência contra as ações criminosas praticadas por mensaleiros, nenhum deles ingênuo ou coitadinho. Também ainda não vi essa entidade protestar com veemência contra as ações criminosas praticadas na Petrobrás, por elementos que nada têm de ingênuos ou pobrezinhos! Segundo o estatuto da Ordem, é dever de todo advogado pugnar pela justiça e, quando há dinheiro dos cidadãos contribuintes em jogo, o silêncio é inadmissível.   

Arlete Pacheco arlpach@uol.com.br 

Itanhaém 

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INFLUÊNCIA MORALMENTE INDEVIDA

Para um não-advogado, é difícil de concluir se, do ponto de vista jurídico, o ex-ministro do STF Joaquim Barbosa está correto em pedir a demissão do ministro da Justiça por ter se encontrado com advogados dos empresários presos na Operação Lava Jato, obviamente insatisfeitos com o juiz do caso. Para a OAB, não há nada demais. Por outro lado, para qualquer pessoa minimamente racional, está muito claro que sob qualquer outro ponto de vista esse encontro só pode ter ocorrido para tentar fazer o Poder Executivo influenciar o caso. Que outro motivo haveria?

Ademir Valezi adevale@gmail.com 

São Paulo

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O BRASIL DE PERNAS PRO AR

A “inversão de valores” a que se refere o brilhante e competente juiz Sérgio Moro virou regra no Brasil dos petralhas; felizmente, em breve o chefe supremo da quadrilha virará nome de viaduto e estádio ou, no máximo, de uma usina nuclear, a exemplo de Néstor Kirchner na combalida Argentina.

Ricardo C. T. Martins rctmartins@gmail.com 

São Paulo 

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CONVERSA FIADA

Será que o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, ainda acredita que alguém pode salvar o governo e o PT do escândalo vergonhoso na Petrobrás? Não adianta, sr. ministro, quanto mais tentar pior vai ficar.

Luiz Frid luiz.frid@globomail.com 

São Paulo

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MINISTRO DA JUSTIÇA

Após o escândalo do ministro da Justiça, José Eduardo Martins Cardozo, que nas horas vagas também é advogado do ministério, ele deveria sair e viajar para Penafiel.

Arlindo Oscar Araújo Gomes da Costa araujodacosta@gmail.com 

São Paulo

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O PARTIDO DA INCOERÊNCIA

Ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo (PT), diz que o dever da polícia é apurar qualquer suspeita de ato ilícito. Com isso 75% da população brasileira concorda. Só está faltando o PT se entender, pois outra ala do PT, por exemplo, o seu presidente, Rui Falcão, diz que não há fato ilícito, que é intriga da oposição, que tudo é legal e que acionará Pedro Barusco, um dos delatores. O fato é que parte dos valores surrupiados “petropropinoduto” (sic) está sendo devolvida, e estes estão entregando os demais que, juntamente com eles, fizeram uso da máquina da Petrobrás, envolvendo, novamente, figurinhas carimbadas tais como José Dirceu (PT), Antonio Palocci (PT), além de João Vaccari Neto (PT), reedição de Marcos Valério, e tantos outros. Já que estamos falando sobre um caso de polícia, a casa caiu!

José Carlos Alves jcalves@jcalves.net

São Paulo

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HOMBRIDADE

O mais curioso nestes depoimentos da Lava Jato é que são feitos com riqueza de detalhes, dia e horário, valor recebido, nome e codinome do beneficiado, que, obviamente, quando questionado, responde com o indelével “repudio com veemência as denúncias”. O dia em que estes corruptos reconhecerem seus malfeitos, alem de darem uma demonstração de hombridade, ficará menos pior quando tiverem de enfrentar um tribunal. Mas a pergunta é: será que eles querem dar essa demonstração de hombridade? Bom, a resposta eles mesmo já deram e dão.

Renato Amaral Camargo natuscamargo@yahoo.com.br 

São Paulo

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PETROLÃO E IMPUNIDADE COMO PRÊMIO

Será que a manutenção da liberdade de Renato Duque, decretada por um juiz do Supremo Tribunal Federal (STF), representa um prêmio por bom comportamento ao principal e mais lesivo algoz da Petrobrás, que, entre outras gatunagens, comandava um esquema bilionário de desvios de dinheiro da estatal, além de receber propina a cada 15 dias?  Qual terá sido o entendimento que levou um ilustre membro da mais alta corte do País a inocentar alguém sobre quem pesam robustas provas de desfalque e formação de quadrilha oferecidas pela Polícia Federal e Ministério Público. Será que ainda existem juízes em Brasília, ou nossa mais alta corte judiciária se converteu num tribunal bolivariano?  Fora PT.

Peter Cazale Pcazale@uol.com.Br   

São Paulo 

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O FIM DE UM SONHO?

A “bomba” que explodiu na Petrobrás teve alto poder de destruição. O estrago atingiu a nossa petroleira e muitas empresas e pessoas no Brasil e no exterior e nossos consumidores. O prejuízo ultrapassará em muito o dinheiro desviado pelo PT e associados. A empresa terá de demitir pessoal e se desfazer de ativos, pois o caixa não comporta as atividades atuais e ela dificilmente obterá empréstimos ou novos acionistas. Os prejuízos, no entanto, abrangem muitas outras pessoas e empresas. A indústria naval brasileira dispensará pessoal e retroagirá uns 15 anos, por falta de encomendas, e algumas encerrarão as atividades. Estrangeiras também tiveram prejuízo, como a norueguesa Seadrill, que admite uma perda de US$ 1,1 bilhão com a paralisação da Petrobrás. As empreiteiras provocadoras dos “roubos” já estão demitindo pessoal e vendendo ativos, como a Engevix, que vendeu a Desenvix. Muitas outras empresas de diversos outros setores também foram atingidas. O resultado será uma redução do crescimento da economia brasileira, cujas perspectivas já deixavam muito a desejar. Os consumidores brasileiros não terão, infelizmente, os benefícios da redução internacional do preço do petróleo de US$ 100,00 o barril para cerca de US$ 40,00. Para salvar-se, a Petrobrás não fará redução de preços aos consumidores nacionais, ao contrário, já fez aumentos. É extremamente “periclitante” o futuro da petrolífera diante dos fatos apontados e, ainda mais, a empresa provavelmente não conseguirá produzir no pré-sal a preços competitivos. Talvez seja o fim do pré-sal para o Brasil. O petróleo era um negócio magnífico que aguentava erros e custos elevados de produção quando o preço estava a US$ 100,00 o barril, motivo pelo qual membros do PT e partidos associados decidiram apropriar-se criminalmente de recursos da empresa. Esse pode ser o melancólico fim do “o petróleo é nosso”. Quando foi fundada, a Petrobrás deveria ser uma empresa mista com capitais privados e estatais, assim como a administração. Os políticos da época impediram a participação privada, resultando em abusos dos governantes nestes 60 anos da empresa. 

Fabio Figueiredo fafig3@terra.com.br 

São Paulo

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FOLCLORES NACIONAIS

O folclore nacional está prenhe de figuras tais como a jabuticaba, as festas de Momo, o futebol (antes dos 7 a 1) e outras menos cotadas. A história do mensalão poderia ser incorporada a essa lista. Vejam esta, por exemplo: João Paulo Cunha, ex-deputado (PT-SP), teve o direito de cumprir o restante de sua pena em regime domiciliar, concedido pelo ministro do STF Luís Roberto Barroso (sempre ele). O benefício está ligado a devolução aos cofres públicos da multa de R$ 53l,4 mil, tendo enviado ao Supremo o comprovante do pagamento. Outros petistas condenados disseram já ter quitado a multa. Não é elementar, meu caro Watson. Como os condenados, todos eles a centenas de milhares de reais, conseguiram esse dinheiro? Até hoje não se esclareceu a origem de tanta grana, mas supõe a nossa onagra inteligência que debaixo desse mensalão tem petróleo. Levaram 12 anos para a demolição. Quanto tempo levaremos para a reconstrução? Essa nem Édipo responderia.

Jair Gomes Coelho jairgcoelho@gmail.com 

Vassouras (RJ)

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MEDO DE QUÊ?

Depois de José Dirceu, José Genoino e Delúbio Soares, mais um “condenado” do mensalão, João Paulo Cunha, foi para casa gozar das delícias do lar, doce lar. Acredito que o fugitivo Henrique Pizzolato, condenado a 12 anos de reclusão, não está sendo bem informado por seus advogados da mamata que é cumprir pena aqui, no Brasil, ou acredita que a corrupção está sendo tratada com mais rigor e doa a quem doer. Nada disso, “inocente”, foi só promessa para a reeleição da presidente Dilma Rousseff, por aqui, continua tudo com dantes na terra dos PeTulantes. Qualquer dúvida, basta fazer um DDI e falar com o quarteto petista, seus amigos nas tramoias, que eles lhes darão a receita de como é passar “meia dúzia de dias” encarcerados na papuda. Se tiver problemas com dinheiro para pagar a multa por suas condenações, isso também se resolve: os petralhas fazem uma “vaquinha” e livram a tua cara. Como se vê, já poderia ter voltado sem relutância, de livre e espontânea vontade, pelo menos teria poupado em nossos bolsos R$ 1,5 milhão, gasto por nossas autoridades, até agora, para repatriá-lo.   

Sérgio Dafré sergio_dafre@hotmail.com

Jundiaí 

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O ÚLTIMO

Só restava o último do grupo “Ali Babá e os 40 Ladrões” que ainda não gozava da nossa cara muito menos do regime aberto para cumprir o resto da pena a que foi condenado pela Corte no julgamento do mensalão. O ministro Luís Roberto Barroso, do STF, lhe concedeu tal benefício. Vergonhoso!

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br 

São Paulo

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DIQUE DE LAMA

“Se não puder explicar, confunda”. Governo e PT aplicam o ensinamento com esmero – e algum desespero. Cabe prestar homenagem àquele que aos poucos volta à cena, José Dirceu, e colocar alguns “pingos nos is”. Na tentativa de confundir, PT e governo tentam arrastar para a vala séptica da Petrobrás tudo e todos: “os desvios na BR não começaram em 2003, e devemos investigar tudo”. Não há dúvida, na cabeça de ninguém, de que a corrupção grassa na estatal há décadas! O fato é que, desde 2003, a historicamente endêmica corrupção tornou-se epidêmica e alastrou-se como fogo em palha. Não havia controle, ao contrário, havia incentivo e apetite. É fato, também, que até 2003 os corruptos eram pessoas isoladas em busca de enriquecimento, mas que desde então se organizaram com o propósito de enriquecer o PT, de maneira a torná-lo perpétuo no comando do País. Ministro José Eduardo Cardozo, o senhor deveria honrar a pasta da Justiça e parar de tentar tapar os buracos do “imenso dique que ainda retém o mar de lama” (“Estadão”, 13/2, A3).

Júlio Cruz Lima Neto

São Paulo

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QUEM NÃO SE COMUNICA...

Muito esclarecedora a entrevista concedida ao “Estadão” pelo nobre senador Jorge Viana, do PT do Acre (“‘Desvio de dinheiro é suprapartidário’, afirma senador”, 19/2, A6). Segundo esse ilustre parlamentar, a preocupação de Lula e de seus asseclas não é coibir a roubalheira institucionalizada no PT, mas, sim, melhorar a comunicação, ou seja, podemos continuar com os “malfeitos”, desde que os justifiquemos para o público. Como a eleição de Dilma deveu-se mais ao trabalho de seu marqueteiro do que aos méritos da candidata, os petistas perceberam que uma história bem contada leva facilmente na conversa grande parcela da população deste pobre país. No entanto, como disse Abraham Lincoln, não se pode enganar a todos todo o tempo e, se Deus quiser, em breve a verdade surgirá e não haverá marqueteiro capaz de encobri-la. Assim espero.

Roberto A. Kirschner kir.robertoa@gmail.com 

São Paulo

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CASTELO DE AREIA E LAVA JATO

A notícia sobre o trancamento definitivo das ações penais decorrentes da Operação Castelo de Areia demonstra como o Poder Judiciário é leniente. Em 2009, identificou-se um esquema de fraudes cujos personagens reaparecem na Operação Lava Jato. Em nome do sagrado direito à defesa, o sistema continuou livre, leve e solto. Parece que estão tentando reeditar a façanha com o esquema criminoso que continua a sangrar a Petrobrás. Teremos confirmação ou não dessa tendência com a formalização ou não de denúncias pela Procuradoria-Geral da República.

Ana Lúcia Amaral anamaral@uol.com.br 

São Paulo

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UM NOVO POÇO QUE SERÁ ABERTO

Já que está secando o poço da Petrobrás, dona Dilma indica a ex-ministra do Planejamento, Miriam Belchior, que de planejamento, como vimos, entende patavinas, foi indicada para ocupar a presidência da Caixa Econômica Federal. Um novo poço será aberto (inaugurado) na segunda-feira (23/2), quando a distinta toma posse.

Agnes Eckermann agneseck@gmail.com  

Porto Feliz 

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DECISÕES POLÍTICAS

Com a nomeação de Miriam Belchior para a presidência da Caixa Econômica Federal (CEF), a presidente Dilma mostra bem que o PT não liga a mínima nem para a instituição e muito menos para meritocracia e competência. Certamente deve haver gente na própria CEF com capacidade para dirigir um grande banco e sena ausência desse profissional, o mercado tem várias opções. Mas é apenas uma decisão política para tentar abafar os escândalos que estão por vir. 

André Coutinho arcouti@uol.com.br

Campinas

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GOVERNO INADIMPLENTE DO PT

O governo petista, atolado em dívidas e déficits até o pescoço, gasta centenas de milhões de reais em propaganda enganosa, populista, etc., e deixa de pagar seus compromissos até com setores ligados à educação. É o caso do Programa Nacional Acesso do Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), que Dilma diz ser a menina dos olhos de seu governo, mas que, em 2014, deixou de pagar a 500 escolas que atendem regiamente os milhares de alunos inscritos. Se fosse uma empresa privada, o governo petista estaria hoje sem crédito algum na praça. E também Dilma não seria reeleita, pela perda total de credibilidade perante os eleitores, se o pleito fosse hoje... Que decadência!

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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PRECATÓRIOS DEVIDOS

Em vez de usar estes R$ 63 milhões que a prefeitura receberá dos Bancos UBS e Citibank por atos errados de ex-prefeito Paulo Maluf, ela que pegue este valor e pague os precatórios devidos pela prefeitura que há vários anos aguardam nas prateleiras dos cartórios do Tribunal de Justiça, o que é uma vergonha.

Valdir Sayeg valdirsayeg@uol.com.br

São Paulo

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TARDE DEMAIS PARA NOS ALERTAR

Um rodízio proposto há dois anos talvez tivesse poupado, pelo menos, 15% da água do Sistema Cantareira; há três anos, quem sabe, 20%; 25% há quatro, ou até 30% há cinco anos, mas, se campanhas visando à economia no consumo de água tivessem sido implementadas a partir de 2001, quando aconteceu a última grande estiagem, todos os reservatórios estariam, hoje, vazando pelo ralo. Na época, precisamente no dia 22 de março de 2001 (página A13 do “O Estado de S. Paulo”), o secretário estadual de Recursos Hídricos, Antônio Carlos Mendes Thame, se apavorava ao constatar que a Cantareira estava com apenas 38,4% de sua capacidade, enquanto Guarapiranga chegava a 52,3%, o Alto Tietê a 52,3% e o de Alto Cotia 21,2%. Segundo ele, “estamos no fio da navalha, mas temos mais 15 dias para avaliar se é caso de racionamento”. Passaram-se 13 anos de administrações irresponsáveis e inconsequentes.

Sergio S. de Oliveira ssoliveira@netsite.com.br 

Monte Santo de Minas (MG)

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CARNAVAL

O boneco de Olinda da presidente Dilma Rousseff foi retirado do desfile do carnaval deste ano na cidade para evitar protestos e vaias. Não dá para entender, pois Dilma não ganhou a eleição no Nordeste? Será que as urnas eletrônicas não refletem a verdadeira vontade do povo?

Carlos Alberto Duarte carlosadu@yahoo.com.br 

São Paulo 

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O DESFILE DA BEIJA-FLOR

Se Neguinho da Beija-Flor, há 40 anos trabalhando no carnaval carioca, enche o peito e diz que o carnaval carioca só existe por causa da contravenção, quem sou eu, simples e nada corrupto, para contrariá-lo? Afinal, são tantos carnavais... Até a maior festa do País tem seu lado obscuro, para não dizer vergonhoso, mas, com tanta gente mamando na teta da vaca da corrupção e do jogo do bicho, as nossas “otoridades” nem fazem vistas grossas, mas vistas cegas. E o povão ainda ri do quê?

 

Alberto Fumaça Baruty afumaaobaruty@bol.com.br 

Santos

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O PAÍS DA CONTRAVENÇÃO

Numa simples frase – “Se não fosse o dinheiro da contravenção, hoje não teríamos o maior espetáculo audiovisual do planeta” –, Neguinho da Beija-Flor traduz com perfeição o que os 12 anos de exemplo da administração petista fizeram permear na alma do povo brasileiro, fazendo-o incorporar, aceitar e restar indiferente frente ao crime, a sem-vergonhice, a malandragem e a vantagem espúria, nem que isso cause prejuízo a outrem. O que podemos esperar de uma nação com estes valores?

Raquel Amorim quel.amorim7@gmail.com 

Belo Horizonte

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NEGUINHO DA BEIJA-FLOR

Melhor puxador de samba enredo do Brasil (com a boca fechada).

Mario Aldo Barnabé mariobarnabe@hotmail.com 

Indaiatuba 

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O BRASIL QUE DESEDUCA

As declarações, de um dos sambistas mais famosos do Brasil, Neguinho da “Beija –Flor”, após angariar o 13.º título dos desfiles de Escolas de Samba do Rio – tendo recebido dinheiro de um chefe de Estado, ditador corrupto – de que “se hoje temos o maior espetáculo audiovisual do planeta, agradeça à contravenção”, retrata o grande problema que vivemos hoje no País: a falta de ética, a distorção dos valores, a aceitação de que os meios justificam os fins, a mentira deslavada e principalmente os maus exemplos que vêm de onde deveria emanar a legalidade e a ordem. Infelizmente fica difícil educar os mais jovens num clima de vale tudo. 

Leila E. Leitão

São Paulo 

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DINHEIRO SUJO

Estarrecedor o depoimento do Neguinho da Beija-Flor quando declara à imprensa: “Se não fosse o dinheiro da contravenção, hoje não teríamos o maior espetáculo  audiovisual do planeta. Agradeça à contravenção”. Então as escolas de samba são financiadas pela máfia? Ninguém sabia? Com a palavra, o Ministério Público. Advinha-se um novo Lava Jato!

Arsonval Mazzucco Muniz arsonval.muniz@superig.com.br 

São Paulo

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AS DOAÇÕES À BEIJA-FLOR

A Beija-Flor que me desculpe, mas as doações do país Guiné Equatorial estão necessitando de uma Operação Lava Jato. Ops, lá é uma ditadura!

 

Tania Tavares taniatma@hotmail.com 

São Paulo

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A MULTIDÃO NAS RUAS CÁ E LÁ

A foto da multidão de argentinos na Praça de Maio, marchando silenciosamente sob chuva para protestar contra a morte do promotor Alberto Nizman, além da corrupção e inflação, estampada em destaque na capa do “Estadão” de 19/2, é de nos fazer sentir apequenados como povo, porque aqui essa mesma quantidade de gente saiu às ruas, sim, não para protestar, mas para sambar em blocos carnavalescos, destruindo, urinando e defecando nas ruas, numa “alegria” inexplicável e infantiloide diante do contexto em que vivemos, ainda que o carnaval seja uma manifestação popular secular. Ora, popular pode ser, mas nunca de esperar que toda esta gente saísse às ruas para protestar contra esta corrupção tão devastadora que acabou pondo a pique a maior empresa nacional e uma das maiores do mundo, sem contar as que ainda não foram investigadas. Até quando nos manteremos acomodados, lenientes com tudo o que está acontecendo em nosso país, apenas nos queixando pelas redes sociais, sem coragem para fazer-nos ouvir nas ruas contra tantos desmandos cujas consequências serão prejuízos incomensuráveis que teremos de pagar com mais impostos e forte aumento de tarifas, além de recessão e crescimento negativo que tanto sofrimento trará a todos nós e que poderia ter sido evitado se a alma de quem nos governa não fosse tão pequena? O que estamos esperando para seguir o exemplo de nossos vizinhos? O protesto é uma forma contundente para levar um governo a ter compostura e ouvir as necessidades da população mesmo que seja expressa com o silêncio ensurdecedor, como acaba de acontecer na Argentina. Parabéns a “los hermanos”, que estão acordando de um longo devaneio com o casal K. Bom seria se a mesma demonstração de indignação acontecesse no Brasil pela revolta que nos tem provocado os acontecimentos nefastos nesta era de lulopetismo! 

 

Eliana França Leme efleme@terra.com.br 

São Paulo

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ARGENTINOS QUEREM A VERDADE?

Impeachment de Cristina e estamos conversados!

Ariovaldo Batista arioba06@hotmail.com

São Bernardo do Campo

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