Fórum dos Leitores

GOVERNO LULOPETISTA

O Estado de S. Paulo

17 Maio 2015 | 03h00

Cortes no Orçamento

A sra. Dilma Rousseff vai fazer reunião hoje em Brasília para estudar cortes no Orçamento da União, pois, após os desvios da corrupção e a incompetência dos governos petistas, a economia está à deriva. Permito-me algumas sugestões, que podem substituir os cortes, não privando ainda mais a população do necessário. Assim, por que não reduzir seu Ministério para 20 pastas e entregá-las a ministros efetivamente competentes? E mais: cortar 50% dos cargos da “cumpanheirada”, suspender de imediato a propaganda enganosa que está vinculando – até porque não somos idiotas –, desarticular a “quadrilha” de petralhas que suga as estatais, parar com a concessão de favores aos amigos bolivarianos, castristas e ditadores africanos. Com essas providências, sem dúvida, a economia será imensa.

SERGIO CORTEZ

cortez@lavoremoveis.com.br

São Paulo

Ajuste fiscal de Levy

O famigerado ajuste feito pelo ministro Joaquim Levy – Dilma não teria competência, como economista, para fazê-lo, a não ser no quesito maldade – é covarde e simplista. Descarrega nas costas do povo os desacertos de que não teve culpa. Bancos, montadoras, Friboi devem em multas mais de R$ 400 bilhões ao Tesouro Nacional. Não é possível que o governo, com os instrumentos que tem – Ministério da Fazenda, Receita Federal, Conselho de Contribuintes, Advocacia-Geral da União –, não consiga ao menos fazer um acordo com os devedores, dando uma redução de 50% ou 60% para quitação da dívida. Isso proporcionaria de R$ 160 bilhões a R$ 200 bilhões, resolveria todo o problema de caixa do governo e evitaria este assalto ao bolso do brasileiro que está sendo praticado. Será que é incompetência ou há interesses ocultos?

PAULO TUDE

petude@hotmail.com

São Paulo

Discurso perverso

Se Lula e Dilma não tivessem governado o Brasil apenas por um plano de poder, nem haveria necessidade de ajuste econômico. Muito menos reduzindo direitos dos trabalhadores. Lula desperdiçou os anos de prosperidade do mercado mundial apenas usando da economia organizada que recebeu para se vangloriar e formar as bases dos maiores desvios de recursos públicos da história da humanidade: mensalão e petrolão. Dilma, que recebeu de Lula uma herança maldita de gastança, tomou decisões erradas para esconder o desarranjo da economia e nada fez para conter o ciclo de corrupção instalada no governo. Segurou preços de combustíveis e energia elétrica para mascarar a inflação, usou e abusou da Petrobrás para esconder o rombo dos gastos públicos e seguiu usando recursos do BNDES em outros países, em vez de no Brasil. Mentiu para ganhar as eleições. Os chamados ajustes econômicos que hoje propõe afetam a classe média e os trabalhadores em geral. E o governo federal segue na gastança sem abrir mão de seu discurso perverso. Nossa esperança se alimenta num rápido desfecho da “Lava-Rápido” e nas investigações sobre Lula e Dilma.

CARLOS DE OLIVEIRA AVILA

gardjota@gmail.com

São Paulo

Invertendo a situação

Imaginemos o seguinte cenário: uma coligação liderada por um presidente do PSDB governa o Brasil no período 2011-2014 e por total incompetência leva o País à bancarrota. Graças à competência de um habilidosíssimo marqueteiro, que consegue descaracterizar vários crimes eleitorais, esse presidente se reelege para segundo mandato. Pressionado pelas agências internacionais de risco, pela inflação, pelo desemprego, pelo mau desempenho industrial e pela seca, que compromete o fornecimento de energia, o reeleito apela dramaticamente para o espírito patriótico de uma união nacional com o objetivo de salvar o País. Nessas circunstâncias, como se comportaria o PT na oposição?

SERGIO S. DE OLIVEIRA

ssoliveira@netsite.com.br

Monte Santo de Minas (MG)

Na contramão do mercado

Enquanto a Dilma, sem credibilidade, se segura até os seus últimos fios de cabelos para não sair pela porta dos fundos do Palácio do Planalto e o seu vice, Michel Temer, diuturnamente busca apoio no Congresso Nacional para que se materialize esse duro ajuste fiscal em curso, que visa a salvar nossa economia deste buraco sem luz que Dilma, por incompetência, e cumplicidade de Lula, promoveu, ainda assim a presidente em evento em Pernambuco desmoraliza seu ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga (PMDB)! Tentando reverter o triste quadro da economia, Braga anunciou a possibilidade de mudar esse estúpido modelo de partilha e a exigência de conteúdo nacional, que obrigam a Petrobrás a participar com um mínimo de 30% nos poços do pré-sal e adquirir de fornecedores nacionais equipamentos e implementos, pagando até 25% mais caro do que a fornecedores do exterior. Uma loucura! Essa informação apresentada por Eduardo Braga chegou como um alívio e um sopro de esperança ao mercado. Triste ilusão! Valendo-se de sua visão retrógrada, a presidente Dilma – que se diz formada em Economia – categoricamente, em seu insosso discurso, logo garantiu que não vai mudar o modelo de partilha e tampouco o do conteúdo nacional. Um contrassenso! Afrontar, neste momento de agonia de seu governo, um ministro do PMDB, como Braga, que defende uma causa importante para alavancar a nossa recessiva economia, é um suicídio político para Dilma, que já acumula perigoso conflito com Renan Calheiros e Eduardo Cunha, os presidentes do Senado e da Câmara, ambos do PMDB. Literalmente, o País está refém de uma presidente destemperada, surda e soberba.

PAULO PANOSSIAN

paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

Dilma não se emenda

Com relação à manutenção do sistema de partilha do pré-sal, com o grande ônus que isso acarreta para a Petrobrás, e a insistência na obrigatoriedade do famoso conteúdo nacional, só posso dizer que Dilma é como os Bourbons: nada esquece e nada aprende.

TEREZA SAYEG

tereza.sayeg@gmail.com

São Paulo

Petrobrás

A presidente deveria ter vergonha de pronunciar o nome Petrobrás. O povo envergonha-se e agradeceria se ela não tocasse mais no nome nem chegasse perto de qualquer coisa relacionada com a estatal. É o mínimo que ela poderia fazer em respeito ao povo brasileiro. Não aguentamos mais tanto cinismo e cara de pau. Até os menos informados já têm plena consciência de que ela é a responsável por a Petrobrás ter chegado a esta situação deplorável.

HELIO WELLICHEN

wellichen@icloud.com

Campinas

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

‘O PAÍS DA FARSA’, UMA PROFECIA

O circo está armado, abrem-se as cortinas e começa o espetáculo. Respeitável público: o Supremo libera empresários encarcerados acusados no petrolão, concedendo prisão domiciliar; com esse alívio e alegando direitos constitucionais, negam-se a responder os questionamentos judiciais. Essa atitude prejudica o acordo de leniência que poderia comprometer altas figuras governamentais e atrapalha a ação da Justiça. Os dirigentes da Petrobrás, num surto de honestidade, dão sequência à trama, entrando com ações contra as empreiteiras visando ao ressarcimento de alguns milhões desviados. As empreiteiras contratam bancas advocatícias de alto nível e fingem se contrapor às ações instauradas. Perdendo a causa, como previamente combinado, devolvem alguns milhões, que para os empresários correspondem a dinheiro de gorjetas. Resolvido o problema, na visão governamental, as ações da Petrobrás voltam a subir e novos contratos, sempre superfaturados, são celebrados, entre as mesmas empresas e o governo federal. Obras paralisadas são reiniciadas e novas obras, contratadas. A mídia e os articulistas fiéis às benesses governamentais, associados à maciça propaganda presidencial, continuam mentindo para o povo, incutindo a noção de que tudo foi resolvido e de que o País volta à normalidade. A credibilidade da presidente precisa ser restabelecida e novas pesquisas de opinião, sempre realizadas no momento mais conveniente, indicam melhores índices de aprovação, conforme o esperado pelas verbas gastas com a publicidade, O povo logo esquece o passado, as manifestações de rua e os panelaços se calam e tudo volta a ser como antes no quartel de Abrantes. Iniciada a campanha presidencial de 2018, Lula reaparece como candidato, apoiado pela “presidente redentora”. As empreiteiras que superfaturaram, agora sem propinas evidentes, contribuem com grandes verbas “legais” para a campanha (se aprovado o financiamento público, pelo caixa 2) e o PT continuara no poder, conforme o projeto lulista. Se o povo brasileiros, em sua maioria, continuar alienado e analfabeto político, e comodamente sentado, assistindo ao futebol e às novelas com a inseparável cervejinha; não se manifestar, não participar, continuar não se expondo, irá deixar como legado aos seus descendentes um país corrupto, injusto e sempre no grupo do Terceiro Mundo. Fecham-se as cortinas e termina o espetáculo!

Jose Paulo Cipullo j.cipullo@terra.com.br 

São Jose do Rio Preto

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A ANGÚSTIA DE LULA

 

Em entrevista a Rodrigo Cavalheiro, correspondente do “Estadão”, sobre o livro “Una Oveja Negra al Poder”, o ex-presidente do Uruguai José Pepe Mujica revelou que Lula sabia do mensalão e que lhe dissera ser a única forma de governar o Brasil. Sobre outra frase atribuída a Lula, “nesse mundo tive que lidar com coisas imorais, chantagens”, Mujica respondeu: “Isso, sim. Ele me falou das pressões e das chantagens, pedidos ou exigências de governos e políticos locais para dar os votos que o governo precisava, em certa medida. Nada de dinheiro ou de corrupção”. Perguntado se Lula falava de troca de favores, Mujica respondeu: “Sim, isso mesmo. De troca de favores, de empregos nos Estados, de obras públicas”. O “Estadão” perguntou a Mujica se Lula lhe havia dito se cedeu a essas pressões, e o ex-presidente uruguaio respondeu que Lula disse que elas lhe custaram muitíssimas dores de cabeça. Afinal, Lula sabia ou não sabia do mensalão?

Cláudio Moschella arquiteto@claudiomoschella.net

São Paulo

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RELEMBRANDO 1954

Palavras do deputado Pedro Correa: “Ninguém tem coragem de botar o Lula na cadeia. Se tentarem, vai acontecer como quando o Getúlio se suicidou: o povo saiu pra rua”. Até parece que o deputado tem certeza dos crimes de lesa-pátria cometidos por Lula, fora que hoje não deveria contar tanto com o povo, porque, em vez de vermelhos na rua, só veríamos verde e amarelo. Vai pagar para ver?

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br  

São Paulo

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O CRIME NÃO COMPENSA

É o que está nos revelando a Operação Lava Jato. Tomara que os políticos e também os empresários brasileiros entendam isso e parem de assaltar os cofres públicos. Esses bilhões que foram desviados poderiam ter ajudado muito o governo na educação, na saúde e nos serviços de manutenção e conservação de várias instituições, e não indo parar nos bolsos dos corruptos. Essa dúvida sobre se tanto Lula quanto a presidente Dilma não sabiam de tudo não existe. Se a intenção de não os responsabilizar é proteger a imagem do País, já era, o mundo inteiro tem ciência do que aconteceu. O Brasil já foi líder no mundo em várias atividades, mas agora, infelizmente, é o campeão em corrupção. Atenção, senhores parlamentares, responsáveis pelas leis: se toda a população resolver portar uma faca nas ruas, como vai ser?

Odiléa Mignon cardosomignon@gmail.com 

Rio de Janeiro

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PETISTAS, ESTÃO SATISFEITOS?

Para que os petistas fiquem sabendo, um dos escritórios norte-americanos que processa a Petrobrás, o Pomerantz, entrou com uma petição junto à Corte de Justiça daquele país na qual, entre muitas acusações (são 72 folhas), alega que “na realidade, a Petrobrás estava podre até o seu núcleo...”; afirma que a petroleira serviu como um reservatório de dinheiro para um partido político “no poder no Brasil...”; que este partido pagou propina para legisladores e utilizou recursos públicos para financiar altíssimos padrões de vida para executivos- chave da empresa. A petição do referido escritório vai mais longe, diz que a Petrobrás servia para “sustentar o reinado do Partido dos Trabalhadores no poder”. Petistas de todo o Brasil, vocês estão satisfeitos ou querem mais?

Eugênio José Alati eugeniojalati@gmail.com

Campinas

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IMPOPULARIDADE

Gostaria de saber se o PT, Lula e Dilma têm a esperança de reverter o quadro de impopularidade que se apresenta no momento.

Ivan Bertazzo bertazzo@nusa.com.br 

São Paulo

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ANTES E DEPOIS...

 

A exposição às vezes é conveniente, assaz favorável, mas às vezes e inconveniente, assaz desfavorável. Não é, tia Dilma? Antes das eleições, fez “o diabo” para aparecer, mas, depois, faz “o diabo” para desaparecer. 

Humberto Schuwartz Soares hs-soares@uol.com.br 

Vila Velha (ES)

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A ÚNICA SAÍDA

 

O povo nas ruas? Não, o povo nas urnas!

 

Cláudio Moschella arquiteto@claudiomoschella.net

São Paulo    

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O QUE PENSAM DILMA E LULA?

Ambos, tanto Dilma como Lula, já sabem que a casa caiu, que o PT acabou e que a luz no fim do túnel certamente é uma locomotiva no sentido contrário... Isso posto, só lhes resta, enquanto no poder, abarrotar o Supremo Tribunal Federal (STF) de “cupinchas”, marionetes e vaquinhas de presépio para defendê-los num futuro bem próximo. Ou será que não?

Arnaldo de Almeida Dotoli arnaldodotoli@hotmail.com 

São Paulo

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O SUPREMO E A SABATINA ESPETACULOSA

 

A indicação do advogado Luiz Edson Fachin para a vaga de ministro no Supremo Tribunal Federal acaba se transformando numa espetaculosa operação. No fundo, o problema maior não é do indicado, mas de quem o indica. Prova é que a sabatina de Cesar Peluzo, indicado por Lula em 2003, durou cinco horas e os três indicados de Dilma – Rosa Weber, Luiz Roberto Barroso e Dias Toffoli – foram inquiridos por 6, 7 e 8 horas, respectivamente. O espetáculo é pura decorrência do ambiente conturbado onde está em curso, inclusive, a mudança das regras para a nomeação dos integrantes do Supremo e dos demais tribunais superiores. Os senhores senadores precisam tomar cuidado para não banalizar o ato de escolha dos ministros. Não podemos ter tribunais superiores que não mereçam a total confiança da sociedade e do povo. Não é bom para ninguém, principalmente para o próprio Poder Judiciário, a simples suposição de que ministros possam atuar política ou ideologicamente, ou, ainda pior, em favorecimento ao governo que o indicou.

 

Dirceu Cardoso Gonçalves aspomilpm@terra.com.br

São Paulo

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FACHIN

Esse é o sobrenome em voga. Foi sabatinado por mais de dez horas no Senado Federal. Polêmicas à parte, pergunto: pode um jurista que subiu em palanques eleitorais ficar isento nos julgamentos de casos de interesses dos aliados do PT ou da presidenta? Não creio. Há milhões de interesses em jogo, o mais surpreendente deles é o Estado do Paraná em peso presente na sabatina do indicado. É uma vergonha esse critério de indicação que vem desde os primórdios do início da República, e isso não vai mudar tão cedo. Macaco velho não mete a mão em cumbuca, diz o ditado, e tenho pena dos senadores que questionaram o indicado na sabatina. A vingança será maligna.

S. Paschoal s_paschoal@hotmail.com 

Rio de Janeiro

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TÉCNICA DO LULOPETISMO

A indicação de Fachin mostra que a técnica do lulopetismo “é devagar, é devagar, devagarinho, vou driblando os espinhos, vou seguindo o meu caminho, sei aonde vou chegar...”.

Francisco José Sidoti fransidoti@gmail.com

São Paulo

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ADIVINHAÇÃO

Joaquim Barbosa com Sérgio Moro para vice! Nem é preciso citar aqui os cargos que milhões de brasileiros gostariam que fossem ocupados por esses dois brilhantes brasileiros totalmente alheios à politicagem.

José Piacsek Neto bubanetopiacsek@gmail.com 

Avanhandava

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APERTO NO SENADO

Não foi nada fácil para o postulante a ministro do STF, Luiz Edson Fachin, a sabatina no Senado Federal.  O que não deixa de ser positivo! Membros do Parlamento queriam de toda forma saber de Fachin, principalmente, como vai se comportar se eleito para o STF com o vandalismo praticado pelo MST, movimento com o qual Fachin tem grande e estranha aproximação e admiração. E também sobre seus pronunciamentos pela imprensa sempre a favor da desapropriação das pseudoterras improdutivas que deixa os produtores rurais de cabelo em pé... Lógico que as suas respostas aparentemente tranquilizadoras não garantem que vai mudar de ideia se tiver que julgar fatos desta ordem inquirida pelos senadores.  Mas um fato chama a atenção. Se, como dizem, for Luiz Edson Fachin possuidor de grande sabedoria jurídica, no quesito sabedoria política parece ficar devendo. Porque, ao dar apoio irrestrito à candidatura de Dilma, em 2010, mesmo sabendo que o mensalão do PT indignava a Nação e que a hoje presidente, que era na época ministra da Casa Civil de Lula, tinha seu protagonismo neste evento de triste memória, subtende-se que o saber político do Fachin, é de completa ingenuidade, ou é de idolatria ao Partido dos Trabalhadores... E é aí que mora o perigo! Em todo caso, vamos ver até o dia 19 como o plenário do Senado vai se comportar, aprovando ou não o indicado pelo Planalto, para o STF.

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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PROMISCUIDADE POLÍTICA ENTRE PODERES

Dilma agrada a Renan para evitar derrota de Fachin. Essa foi a principal manchete, na segunda-feira, de um dos maiores jornais do País. Um dia antes da sabatina, presidente do Senado é convidado para viajar em avião presidencial. A promiscuidade tomou conta de todos os setores da política nacional. Que podridão!

Humberto de Luna Freire Filho hlffilho@gmail.com 

São Paulo

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CAMALEÃO

Incrível como Renan Calheiros se propõe a qualquer tipo de armação para se beneficiar. Um verdadeiro camaleão!

Luiz Frid luiz.frid@globomail.com 

São Paulo

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‘NÃO TENHO NADA A PERDER’

Renan Calheiros estaria “desafiando” o PT ou simplesmente está se apoiando no STF-PT? Com o “novo ministro”, ficarão 7 contra 4, e adeus mensalão, petrolão, gatunagem política, etc., etc. Parece que Renan aposta nisso, e continuará “fazendeirão de Brasília” que não sabe sequer fechar a porteira do curral!

Ariovaldo Batista arioba0@hotmail.com

São Bernardo do Campo

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SEM VERGONHA

Acorda, Brasil! Aloizio Mercadante não se envergonha de confessar que quem vota com o governo tem preferência em cargos que o governo oferece. O outro lado da moeda: quem aceitar um cargo desses é tão sem vergonha quanto Mercadante!

José Nagado jose.nagado@gmail.com

São Paulo

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ESCASSEZ DO FUNDAMENTAL

Em 99% das áreas de poder neste país, há um “artigo” que padece de escassez gritante: vergonha na cara. Não bastava ser desonesto, o político brasileiro, ressalvadas raríssimas exceções, ainda sente orgulho disso. Enfim, a única vergonha vigente hoje em dia no Brasil é confessar-se honesto!

Joaquim Saturnino da Silva josaturnino@aasp.org.br

São Carlos

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FISIOLOGISMO

Triste Nação, comandada por ‘fiéis’, quando repousava as suas esperanças nos competentes. São nossos (des)governantes mais uma vez mostrando que política se faz com fisiologismo.

Marco Dulgheroff Novais marcodnovais@hotmail.com

São Paulo

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APOIO AO GOVERNO

O objetivo dos políticos ligados ao governo do PT não é governar o Brasil, mas abiscoitar cargos públicos.

Eugênio José Alati eugeniojalati@gmail.com

Campinas 

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INACEITÁVEL

As insinuações contra o conceito pessoal e o comportamento do nome que foi indicado pela presidente Dilma Rousseff para ocupar o cargo de ministro do STF são inaceitáveis. É a politização de um procedimento que tem de levar em conta a competência. E os demais ministros que com ele vão compor o colegiado da Corte Maior não terão o discernimento necessário para avaliar suas decisões? É lamentável que uma questão tão importante seja abordada com um nível inadequado, como está acontecendo.

Uriel Villas Boas urielvillasboas@yahoo.com.br 

Santos

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ME DÁ UM DINHEIRO?

Há alguns anos o grande empresário Antonio Ermírio de Moraes dizia “o PT é um partido que pede dinheiro aos pobres e pede dinheiro aos ricos, depois reclama de ambos, é o que sabem fazer”. Em abril, o partido manifestou ser contra receber verbas de empresas privadas, e, logo no início de maio, já passa o chapéu pedindo dinheiro, pois João Vaccari Neto está em “cana” e sua cunhada não tem a mesma expertise.

Celso de Carvalho Mello celsosaopauloadv@uol.com.br 

São Paulo

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O FUNDO DO POÇO

Quando o PT assumiu o governo, o País estava estabilizado, crescendo, era o “país do futuro”. Após 13 anos de governo do PT, a situação a que chegamos é completamente inversa. Governar com “tudo sob controle” é fácil, difícil é governar sem ter a mínima noção da realidade, é “distribuir” benesses sem princípios e chegarmos à situação a que chegamos: o fundo do poço. 

Laert Pinto Barbosa  laert_barbosa@globo.com

São Paulo

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A EDUCAÇÃO NO SUFOCO

É impressionante! Todos os relatos sobre o ano escolar, em todos os níveis, só mostram desastres. 180 mil estudantes ficam sem financiamento do Fies. Universidades fecham as portas porque as empresas terceirizadas que prestam apoio de limpeza e segurança não recebem do governo federal. Estamos em maio, o orçamento do ano ainda não foi definido e as instituições sobrevivem (?) com 1/18, ao invés do tradicional 1/12. Professores estaduais, em diversas unidades da Federação, encontram-se em greve. E a posição do Brasil no ranking da educação mundial ocupa um modestíssimo 60.º lugar, bem próximo das nações africanas. Eu pergunto: cadê a União Nacional dos Estudantes (UNE)? Cadê a Ubes? Onde estão os protestos contra a Pátria Desecudadora dos 12 anos do PT? As verbas continuam fluindo aos cofres dos dirigentes?

Marco Antonio Esteves Balbi mbalbi69@globo.com 

Rio de Janeiro

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AS GREVES DO PROFESSORADO 

O jornal “Estado” afirma que as reivindicações dos professores do Estado de São Paulo são absurdas. É bom que se esclareça que, se os professores pedem mais de 70% de reajuste, é porque nos mais de 20 anos de governo do PSDB não houve aumento salarial, houve algumas incorporações de gratificação, embora o governador insista em dizer o contrário. Pedir equiparação salarial aos outros profissionais de mesmo nível é resgatar e valorizar magistério. Quanto a dizer que o piso de R$ 2,4 mil por 40 horas semanais é o maior do País, não é necessário nem discutir essa falácia. 

Maria Isis monteiro de Barros misismb@hotmail.com 

Santa Rita do Passa Quatro 

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DIREITO DA POPULAÇÃO

Conforme editorial do “Estadão” (15/5, A3), 27 unidades da Federação enfrentam greves e reivindicações de professores da rede pública de ensino básico. Por que o projeto de lei regulamentando o direito de greve do servidor público está parado no Congresso há mais de 24 anos, apesar da apresentação de novo projeto de lei apresentado pelo senador Aloysio Nunes (PSDB-SP) em 2011? Greve é direito constitucional, mas onde está a segurança jurídica para os direitos da população que paga uma enormidade de impostos?

Edgard Gobbi edgardgobbi@gmail.com  

Campinas 

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REALIDADE ESCANDALOSA

Em seis de janeiro deste ano o MEC divulgou o novo piso salarial dos docentes da rede pública no valor de R$ 1.697,39, para jornada de 40 horas semanais, sendo que a Lei 11.738/2008 estabelece que na composição da jornada observar-se-á o limite máximo de 2/3 de interação com os estudantes. O governador Geraldo Alckmin não concorda em reajustar os vencimentos dos professores do Estado de São Paulo, alegando que eles recebem o maior piso do País, que é de R$ 2.400,00 para 40 horas semanais e que eles tiveram o último aumento há oito meses. Cabe, entretanto, salientar que, para uma profissão tão relevante para o País, como a de educador, os vencimentos alegados como bons pelo governador, se comparados a muitas outras profissões, não só do funcionalismo, como nas empresas particulares, chegam à beira do ridículo. E se levarmos em conta, ainda, o que ganham os apaniguados do político de plantão em cargos comissionados, muitas vezes para realizarem funções perfeitamente dispensáveis, chegaremos a uma realidade escandalosa. E cabe, ainda, salientar as agressões que sofrem nas salas de aula e imediações das escolas. Inconformados, os seus líderes passaram a organizar manifestações pelas vias da capital, bloqueando o trânsito em horários de pico, prejudicando uma população, que já sofre com os congestionamentos, e, a exemplo deles, com o aumento galopante do custo de vida, numa “gentil” oferta daquela então candidata à presidente, que o ex-presidente Lula nos indicou como “gerentona”. Na última semana, manifestantes cometeram o cúmulo da insensatez, bloqueando a via de acesso ao Aeroporto de Guarulhos, penalizando aqueles que para lá se dirigiam, fazendo com que inúmeras pessoas perdessem seus voos e seus compromissos. E também com certeza, entre muitas delas, as que têm seus filhos entre os seus alunos, que estão sem as suas aulas por causa da greve. 

Gilberto Pacini benetazzos@bol.com.br 

São Paulo

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SOLUÇÕES POLÍTICAS

Qualquer brasileiro de bom senso concorda que os professores são pessimamente remunerados em nosso país, além de sofrerem com as graves deficiências de infraestrutura do sistema de ensino. Entretanto, aumentos de 75%, como o reivindicado no Estado de São Paulo, são totalmente descabidos e irreais na atual conjuntura brasileira, lembrando ainda que São Paulo paga os melhores salários entre todos os Estados da Federação. Estranha-se também que as greves de professores só estejam pipocando em Estados governados pelo PSDB. Até parece que no Nordeste os professores são regiamente pagos e não sofrem com problemas de infraestrutura. Enquanto a seriíssima questão da educação for tratada de forma política, pelos governantes petistas, nossa “Pátria Educadora” permanecerá no fim da fila no ranking mundial da educação, como mostrou a recém-publicada lista da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) na qual o Brasil ocupou a 60.ª posição entre 72 países analisados. 

Luigi Petti luigirpetti@gmail.com

São Paulo

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QUALIDADE DO ENSINO

O reflexo da péssima educação que é ministrada nos níveis fundamental e médio refletem na qualidade do ensino superior e, consequentemente, nos produtos brasileiros no mercado. Prédios e aeroportos com paredes de vidro são erguidos em clima tropical quente porque os arquitetos não conhecem as leis básicas de Física, os atributos e características do vidro, mesas que balançam porque não respeitam a lei de geometria descritiva que por três pontos só pode passar um plano, veículos com índice altíssimo de “recall”, etc., etc., etc. O índice elevado de analfabetismo resultou, ainda, na posição 60, entre 72 países, em ranking mundial de educação. Por quê?

 

Mário Negrão Borgonovi marionegrao.borgonovi@gmail.com

Rio de Janeiro

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GREVE REMUNERADA

Representados pela Apeoesp, entidade ligada à CUT e ao PT, os professores das escolas estaduais paulistas resolveram reivindicar na Justiça o direito à greve remunerada. Já estão parados há dois meses. O argumento é de que as aulas não dadas serão repostas quando a greve acabar. Conhecemos bem essas reposições, feitas, na verdade, para o cumprimento legal do calendário. Todo ano é a mesma coisa. Será que é a contribuição deles para o projeto da Pátria Educadora? Ou será que virou meio de vida fazer greve? 

Euclides Rossignoli euros@ig.com.br

Avaré

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INCÚRIA

Greves começam em várias categorias, Brasil afora, algumas claramente políticas, outras justas. As justas são reflexos da incúria evidente dos governos petistas, que reacenderam a inflação, por medidas que não se pode adjetivar gentilmente: foram estúpidas mesmo. Agora, a presidente reafirma que não mudará a política de “conteúdo local”, por mais que este prejudique a Petrobrás, sua produção e custos, e, por consequência, a população. Não é de admirar ter conseguido quebrar loja de R$ 1,99. Terá o sr. Guido Mantega sido sócio daquela loja? Do que o Brasil precisaria hoje? Da renúncia da presidente.

André C. Frohnknecht caxumba888@gmail.com

São Paulo

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CORRUPÇÃO E INFLAÇÃO

Empresas estatais, seu nome é inflação! Estado brasileiro, seu nome é corrupção!

Ney José Pereira  neyjosepereira@yahoo.com.br

São Paulo

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CPI NELE!

Exoneração ou pedido de demissão ou de afastamento não eximem o senhor Guido Mantega de responder judicialmente pelos seus “maus feitos”, frutos de incompetência no exercício do cargo. Acuso-o de conivência e submissão funcional.

Sergio S. de Oliveira ssoliveira@netsite.com.br

Monte Santo de Minas (MG)

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AS PORTAS DE CUBA

Os americanos já chegaram. Agora quem se aproxima são os franceses e, assim, já, já lá estarão chineses e outros tigres asiáticos. Nós, brasileiros, vamos assistir a navios desses países referenciados atracando no porto e descarregando produtos dos mais variados. O porto é o de Mariel, o país é Cuba e nós, espectadores sem competitividade alguma no cenário mundial, continuamos “muy amigos” de Fidel e Raúl Castro.

José Piacsek Neto bubanetopiacsek@gmail.com 

Avanhandava

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CRISE HUMANITÁRIA

O mundo vive atualmente uma das maiores crises humanitárias já existentes. Após a Segunda Guerra Mundial, os anos 50 e 60 foram tempos razoavelmente tranquilos do ponto de vista econômico e social. Hoje, o aumento desmesurado da população mundial em países do Terceiro Mundo e a imensa quantidade de países sem condições mínimas de emprego, renda e infraestrutura estão a criar um mundo de desesperados. E país algum no mundo hoje consegue suportar a demanda social existente. Na África, nações como Nigéria e Etiópia possuem populações gigantescas e com um crescimento populacional ano da ordem de milhões de pessoas. A Europa possui população envelhecida e sem crescimento populacional há décadas, o que implica grande gasto social, e quase todos os países europeus estão em profunda crise econômica. Inexiste qualquer condição econômica na Europa de hoje para conseguir suportar a demanda social de um país como a Nigéria, por exemplo, nação com 178 milhões de habitantes e com um crescimento populacional da ordem de 4 milhões de pessoas ano. E na África existem milhões de pessoas desesperadas, centenas de países que não conseguem oferecer o mínimo. No Oriente Médio, guerras fratricidas destruíram por completo Iraque e Síria. E o nosso Brasil, país com imensa e eterna demanda social, país sem nenhum planejamento ou comprometimento com o futuro há décadas, entra no presente momento em profunda e aguda crise econômica. Qual a perspectiva deste nosso mundo?

Paulo R. da Silva Alves pauloroberto.s.alves@hotmail.com 

Rio de Janeiro

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PARTOS SEM PEDIATRA

O Nobel Mário Vargas Llosa declarou, um dia, que, no Peru, não podia se dedicar à literatura: tinha de intervir diuturnamente por meio de críticas às ações de governo. Hoje houve melhoras, lá. Aqui, anuncia o governo que dispensará pediatras dos partos. Maravilha, depois dos Mais Médicos. Esta não é terra para romancistas e poetas. 

 

Amadeu R. Garrido de Paula amadeugarridoadv@uol.com.br 

São Paulo

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TECNICAMENTE

O ministro da Saúde, Arthur Chioro, num rasgo de lucidez, admitiu que o País vive uma epidemia de dengue. Seria clarividente, se, por exemplo, dissesse também que, “tecnicamente”, a saúde pública no Brasil está falida.

Ricardo C. Siqueira ricardocsiqueira@globo.com  

Niterói (RJ)

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MAIS MÉDICOS

Elogiável e merecedora de voto de confiança a atitude do ministro da Saúde, Artur Chioro, em reaproximar o governo das lideranças médicas e discutir o programa Mais Médicos à luz do bom senso, em contraposição ao seu antecessor, Alexandre Padilha, que, amparado pelo autoritarismo da presidente Dilma, impôs a presença dos médicos cubanos sem o exame de validação do diploma. É somente através do diálogo e da vontade política, sem imposições verticais com viés ideológico, que questões delicadas como a Saúde terão vislumbre de solução. 

Luciano Harary lharary@hotmail.com 

São Paulo

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FINANCIAMENTO IMOBILIÁRIO

A Caixa Econômica Federal orientou sua rede a suspender novos financiamentos na área imobiliária. Estranho é que a Caixa suspende o empréstimo aos miúdos que a sustentam para saldar as benesses dos graúdos que a expropriam. Fica a pergunta: o PT não defende a habilitação? 

Luiz Felipe Dias Farah  Felipefarah@gmail.com 

São Paulo

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