Fórum dos Leitores

ARROCHO FISCAL

O Estado de S. Paulo

19 Maio 2015 | 03h00

Só bola fora

Não é preciso ter doutorado em Economia na Universidade de Chicago para produzir superávit fiscal com aumento de impostos. Ao taxar os dividendos, o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, agrada à esquerda, mas prejudica a Bolsa de Valores e sufoca ainda mais a incipiente economia brasileira. A “pátria educadora” corta investimentos na educação, mas é incapaz de reduzir suas despesas de custeio. O governo da “gerentona” não dá uma única bola dentro.

LEÃO MACHADO NETO

lneto@uol.com.br

São Paulo

Saco de maldades

Levy foi designado ministro ainda em dezembro de 2014. O primeiro pacote aprovado foi o aumento para o Judiciário, que é paradigma de todos os aumentos e gera um efeito cascata em todos os salários, não só do próprio Judiciário, mas também do Executivo e do Legislativo. O Ministério Público e os tribunais de contas aproveitaram a brecha e fizeram o mesmo. Antes já haviam aprovado o auxílio-moradia, outro escárnio. O Legislativo, por sua vez, majorou seus salários na mesma proporção, etc., etc. Custo da brincadeira: R$ 20 bilhões! Então, o pacote do Levy já foi pro vinagre desde o ano passado. Com todo o respeito, o que querem aprovar não passa de uma grande sacanagem com o povo brasileiro!

PAULO HENRIQUE C. DE OLIVEIRA

ph.coimbraoliveira@gmail.com

Rio de Janeiro

Cadê o marqueteiro? 

Os contribuintes e os brasileiros em geral é que vão pagar a conta da inoperância e da inconsequente e ineficiente gestão petista. Como a política econômica demagógica não deu certo (só os petistas ou os néscios acreditavam que daria), agora até a presidente governanta do Brasil aceitou o que já se sabia. Mas nada de cortar os empregos dos filiados, nada de diminuir o grande número de ministérios e secretarias que acomodam a turma toda. Vão mesmo é aumentar e inventar mais impostos. E vem aí mais uma garfada no nosso bolso. Fazer o quê, agora? Aceitar e pagar? Onde estão os causadores desta tragédia toda que fará os pobres ficarem mais pobres e os que tiverem capital lucrar com as maiores taxas de juros do planeta? Lula e sua turma não concordam com a presidente, mas não têm nenhuma resposta ou um plano para seus eleitores? Chamem logo o grão-marqueteiro, quem sabe ele tem uma ideia? Se bem que com os milhões todos que já arrebanhou não terá mais nenhum coelho para tirar da cartola. E o Brasil... Ora, o Brasil, que se vire!

MARIA TEREZA MURRAY

terezamurray@hotmail.com

São Paulo

Puxadinho

Seja federal ou estadual, toda vez que a arrecadação cai o que se ouve dos governos é que serão reduzidos investimentos ou tributos serão aumentados. Cáspite! Isso não é gestão ou administração, é puxadinho. Ninguém ousa pensar em redução de custeio. Investimento é resultado futuro, não deve ser reduzido. E assim vamos, no Brasil e em São Paulo. Devagar quase parando e com a máquina estatal cada vez mais inchada e voraz.

ULYSSES F. NUNES JR.

ulyssesfn@terra.com.br

São Paulo

STF

Votação no Senado

A repentina mudança de convicções, obviamente movida por interesses pessoais, mesmo por vaidade e ambição, de chofre desqualifica o indicado a preencher a vaga em aberto no STF. Espera-se que os srs. senadores tenham a lucidez necessária no momento de votar pela aprovação ou não, lembrando bem os estreitos laços desse indicado com determinado partido político, que ele defende a abolição do direito constitucional à propriedade privada e é ativo apoiador de movimento anárquico que age na ilegalidade usurpando direitos de terceiro, destruindo áreas e objetos de pesquisa florestal, entre outras manchas indeléveis e má conduta social. Vale aqui o dito popular: pau que nasce torto morre torto.

GERALDO C. MEIRELLES

gmeirelles.adv@gmail.com

São Paulo

Nome errado

A presidente Dilma Rousseff acertou na escolha do Estado – Paraná –, mas errou no nome para a Suprema Corte. Não seria Sergio Moro?!

LUIZ CARLOS TIESSI

tiessilc@hotmail.com

Jacarezinho (PR)

Infernal

Se para aprovar o seu indicado ao Supremo é necessário fazer o diabo, ele estará no direito de o diabo fazer...

GERALDO TUVANI

gt@wfb.ind.br

Itu

Jogada duvidosa

A indicação do dr. Luiz Edson Fachin para o STF lembra os jogos “amistosos” nas fazendas ou pequenas cidades do interior, em que os “juízes” eram escolhidos entre as pessoas da própria comunidade, à revelia dos “visitantes”. Certa feita, diante de uma jogada duvidosa em que a bola saiu pela lateral, o juiz, perguntado para quem seria esse lateral, respondeu: “É nosso”.

GILBERTO RODRIGUES

farma.naturista@yahoo.com.br

Araras

CIDADE E CULTURA

Obra de Brecheret

Mais que brilhante, oportuno o artigo de Roberto Duailibi Monumento ao vandalismo (16/5, A2). É de quem ama a qualidade de vida e a nossa cidade. O extraordinário Monumento às Bandeiras, de Victor Brecheret, honraria qualquer país. E o descuido e descaso que recebe diz bem da insensibilidade dos sucessivos administradores de São Paulo. Inúmeras vezes tenho visto pais ignorantes estimulando filhos a escalar essa obra de arte... E há décadas vejo a filha do escultor, Sandra Brecheret Pellegrini, lutar em defesa da preservação da obra pública de Brecheret. O texto de Duailibi reacende a questão e alguma esperança.

JACOB KLINTOWITZ

jklinto@gmail.com

São Paulo

Brincante perde sede

Venceram a especulação imobiliária, o lucro fácil, a desorganização da cidade de São Paulo no crescimento desordenado, em detrimento da educação, do lazer, da cultura: o Instituto Brincante tem até o final do ano para deixar a sua sede, que vai transformar-se em mais um prédio. E nada de o prefeito Fernando Haddad, professor da USP, impedir que acabem com os poucos espaços de cultura da cidade, o que vem ocorrendo também com vários teatros. É, espaços culturais não patrocinam campanhas políticas, ao contrário das grandes construtoras...

MARCOS BARBOSA

micabarbosa@gmail.com

Casa Branca

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadão.com


COMO SER OTIMISTA?


Notícias da segunda-feira: 1) “Petrobrás admite que crise pode afetar pré-sal” – isso porque alguém se ufanava com o pré-sal; 2) “Levy propõe mais tributo para garantir ajuste fiscal”; 3) “Cidades sofrem com suspensão de repasses”; 4) “Novo seguro-desemprego afetará segmento social que é base do PT”; 5) “Governo estuda alternativas para adiar aposentadorias”. E alguém já arquiteta sua (dele) candidatura para 2018. Dá para ser otimista sabendo que “elles” praticam os delitos e que nós teremos de pagar?


Aparecida Dileide Gaziolla aparecidagaziolla@gmail.com 

São Caetano do Sul 


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DAS PROFUNDEZAS

 

Palavras de Dilma Rousseff: “A Petrobrás tem sido capaz de extrair petróleo de uma profundidade extremamente elevada”. Assim também certas autoridades governamentais do País têm sido capazes de extrair da cachola raciocínios de uma profundidade extremamente profunda...


Edméa Ramos da Silva paulameia@terra.com.br 

Santos


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SABEDORIA RASA


O discurso de Dilma sobre a Petrobrás produziu mais uma pérola, como observou o editorial do “Estadão” (16/5, A3). Comentando sobre o prêmio recebido pela empresa num recente evento internacional nos EUA, ela disse que foi por “ter sido capaz de extrair petróleo de uma profundidade extremamente elevada”. São tantas as besteiras que ela vem fazendo e asneiras que vem dizendo que chego à conclusão de que muitos brasileiros comuns, sem serem políticos, fariam muito melhor em beneficio do País. Vejam, por exemplo, a nossa diplomacia, a que ponto chegou. Saúde, educação, segurança, nem se fale. As águas podem ser profundas, mas a sabedoria é rasa. 


Alvaro Salvi alvarosalvi@hotmail.com

Santo André 


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O TITICACA PRESIDENCIAL


Na edição de sábado (16/5, A3) do “Estadão”, vimos que a presidente Dilma voltou a usar a (agora) pobre Petrobrás para outras finalidades fora dos objetivos da empresa. Agora, mantendo a obrigação de compra de equipamentos nacionais, mesmo sabendo dos custos e dos prazos mais elevados, o que desvaloriza ainda mais a empresa. E nós, brasileiros, pagamos. O próximo passo dela talvez seja baixar o preço da gasolina... Realmente, ela nos coloca numa “profundidade extremamente elevada” (sic).


Nelson Carvalho nscarv@gmail.com

São Paulo


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‘DILMA, A PETROBRÁS E O TITICACA’


Excelente o editorial de sábado do “Estadão” (“Dilma, a Petrobrás e o Titicaca”). O que vem da boca demonstra o que está na cabeça – no mínimo confusa, para ser elegante – de nossa, infelizmente, presidente. 


Paulo Nunes pferreiranunes@yahoo.com 

São Paulo


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PARÁFRASE


Parafraseando Dilma Rousseff: a roubalheira e a incompetência dos governos do PT levaram a crise brasileira à sua mais elevada profundidade.

 

Roberto Twiaschor rtwiaschor@uol.com.br

São Paulo


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O LUCRO DA PETROBRÁS 


“Petrobrás tem lucro de R$ 5,3 bilhões no primeiro trimestre” (“Estadão”, 15/5). A Petrobrás superou as expectativas do mercado ao apresentar lucro de R$ 5,3 bilhões no primeiro trimestre deste ano. O resultado indicaria que a companhia ganhou fôlego com a alta do preço dos combustíveis. Em primeiro lugar, parece que o novo balanço chegou um pouco depressa, tendo em vista que o anterior, referente ao quarto trimestre de 2014, foi publicado somente no dia 22/4/2015. Depois, não vejo vantagem alguma em apresentar lucro pagando menos com a importação do petróleo e aumentando o preço da gasolina. No final das contas, o consumidor acaba pagando o pato pela péssima administração da estatal.


Cláudio Moschella arquiteto@claudiomoschella.net

São Paulo


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NO BRASIL E LÁ FORA


Interessante notar como este governo quer virar a página da Petrobrás sem assumir publicamente seus erros. A estatal é a mais endividada das grandes petroleiras e a estrela da Operação Lava Jato. Amarga uma dívida liquida de R$ 332,457 bilhões.  As dificuldades financeiras podem atrapalhar a continuidade de exploração e produção no pré-sal. Por isso a estatal enviou à agencia reguladora do mercado financeiro dos EUA, a SEC, lista dos obstáculos que terá de enfrentar. Pois é, lá fora, o discurso é outro. A estatal não pode mentir, os investidores internacionais não se contentam com fotos contendo dedos sujos de óleo, e “celebridades desacreditadas” usando macacões da companhia. Aqui, a estatal quer sair bem na foto. Lá fora, o papo é outro. Eles querem ver o dinheiro render. Diferente do Brasil, onde uma noticiazinha qualquer eleva o valor das ações e desce ao sabor de especulações. Brasil, um país tolos que acreditam ter uma pátria educadora.


Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com 

São Paulo


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INSATISFEITOS


O lucro líquido da Petrobrás no primeiro trimestre de 2015 foi de R$ 5,3 bilhões, produzindo 2.803 mil barris/dia. No primeiro trimestre de 2011 o lucro foi de R$ 10,99 bilhões, produzindo 2.627 mil barris/dia. Nos últimos quatro anos, a produção aumentou 6,7%, o lucro caiu pela metade e o prejuízo de 2014 foi de R$ 26,6 bilhões. Os acionistas, que não receberam dividendos relativos a 2014, devem estar bastante preocupados e insatisfeitos com o desempenho da companhia.

 

José Carlos Saraiva da Costa jcsdc@uol.com.br

Rio de Janeiro


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PRECISANDO DE REZA


Embora os analistas tenham recebido como “acima do esperado” os resultados do primeiro trimestre da Petrobrás (lucro líquido de R$ 5,3 bilhões), ainda parece longe o fim do inferno astral da “joia da coroa”, à vista do elevadíssimo endividamento da estatal, da ordem de R$ 332 bilhões. Tal passivo, em sua maior parte referenciado em dólares, aumentou muito em razão da desvalorização cambial e preocupa por sabermos que isso aconteceu apesar de o momento ser de razoável estabilidade externa, sem a presença de fatores exógenos que estressem o mercado cambial brasileiro. Em outras palavras, apesar da calmaria, a dívida de nossa petroleira pulou de R$ 282 bilhões para R$ 332 bilhões em três meses, um salto de R$ 50 bilhões – mais de oito vezes o escandaloso valor divulgado em balanço com perdas pela corrupção (R$ 6 bilhões)! Se as condições externas se alterarem – o começo do aperto de juros nos EUA, por exemplo –, o dólar dará novos saltos, ampliando ainda mais o endividamento da empresa, que já teve seu rating corporativo recentemente rebaixado pela agência Moody’s. Petistas em geral são marxistas, materialistas e ateus. Mas não fazia mal algum se começassem a rezar.

 

Silvio Natal silvionatal49@gmail.com      

São Paulo


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PRAZO


Finalmente lucrativa! Com R$ 5 bilhões por trimestre, dá para a Petrobrás pagar a sua dívida em 60 trimestres...


Ary Nisenbaum aryn@uol.com.br

São Paulo


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OPERAÇÃO LAVA JATO


O ex-deputado Roberto Jefferson ganhou o direito à progressão da pena e poderá cumprir o restante em regime aberto. Está na lei. Até que seja modificada, é a lei. Mas o que chamou a atenção foi uma pergunta feita por um repórter, na sua saída do presídio, sobre a Operação Lava Jato. Ele disse que não podia falar, mas, com um gesto, levou a mão esquerda à garganta como quem diz: “Está aqui (engasgado)”. Não sei se o impedimento é judicial ou não, mas acho que deveria falar. Com certeza o que ele sabe deve ser nitroglicerina pura. 


Panayotis Poulis ppoulis46@gmail.com 

Rio de Janeiro


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UMA PENA


Roberto Jefferson, que foi considerado o Dom Quixote do mensalão, abandona seu destino e não fala da Lava Jato. É uma pena, porque ele poderia acrescentar muitas informações essenciais para desvendar os segredos da megacorrupção que se instalou na Petrobrás e em outras instituições estatais. O mapa da mina revela o caminho de Levy Gasparian (RJ), cidade limítrofe entre os Estados do Rio de Janeiro e Minas Gerais.

 

Mário Negrão Borgonovi marionegrao.borgonovi@gmail.com 

Rio de Janeiro 


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ROBERTO JEFFERSON


“Acqua alle funni” (molhem as cordas)! Século 16, Capitão Bresca lança sua voz, grita a todo o pulmão para dar certo a colocação do Obelisco Egípcio, no centro da Praça de São Pedro. Roberto Jefferson, apesar de malfeitos, teve a coragem, a valentia de colaborar com o bem comum sem se importar com consequências pessoais. Abriu caminho para investigações e punições importantes: mensalão e petrolão.


Heloísa de A. C. Callegaro hcallegaro@yahoo.com.br 

São Paulo 


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AGORA VAI?


O “Estadão” documentou a reunião-almoço na casa de Renan Calheiros no dia 14/5 com duas fotos dos participantes, todos citados na Operação Lava Jato. Na publicada no dia 15/5 (página A4), o anfitrião cumprimenta Lula, o “não sabia”, expressando um tímido sorriso. Note-se que Lula não encara Renan e sua feição carrancuda é de preocupação. Atrás dos dois, Delcídio Amaral, sério, e Edison Lobão, assustado. Na foto do dia 16/5, o “não sabia” continua com o mesmo semblante, enquanto o anfitrião, às suas costas, sorri. Conclui-se que a reunião não rendeu bons dividendos para Lula, enquanto parece ter sido melhor para Renan. Lendo a matéria respectiva, de autoria dos jornalistas Andreza Matais e Ricardo Brito (“‘Não estou numa fase muito boa’, diz Lula em passagem por Brasília”, “Estadão”, 16/5, A4), conclui-se que um dos motivos da apreensão do “não sabia”, talvez o principal, chama-se Ricardo Pessoa, dono da UTC, em fase de delação premiada. Será que “agora vai” ou teremos um novo Marcos Valério, que cumpre 40 anos de prisão, enquanto os chefes do mensalão estão soltos? 

 

Antonio C. Gomes da Silva acarlosgs@uol.com.br 

São Paulo


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MAU MOMENTO


Tivesse eu um apartamento em São Bernardo do Campo, outro no Guarujá (este um triplex), um sítio em Atibaia e o que mais ainda não se sabe, não teria coragem de dizer que estou “num mau momento”, ainda mais com a cara de quem comeu e não gostou.


Eduardo A. Delgado Filho e.delgadofilho@gmail.com 

Campinas


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PAPO MUITO FURADO


O demagogo Lula, choramingando, afirmou para amigos: “Não estou numa fase muito boa”. E nós, 200 milhões de brasileiros, então, o que diremos se, por culpa dele e do seu PT, a economia do País está em bancarrota, o desemprego está aumentando, a inflação está nas alturas e, ainda, os seus corruptos, desviando bilhões de reais das nossas estatais, recursos que deveriam ser utilizados para minorar o caos da saúde, da educação, da infraestrutura, etc.? 


Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos


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O MITO SE QUEBRA


O ex-presidente Lula disse que não está numa fase muito boa. Aposto que outras frases como esta estão sendo preparadas para uma retirada estratégica, depois que sua herança maldita, somada às cabeçadas dadas pelo primeiro poste, poria em risco sua biografia “como nunca antes neste país”, caso voltasse em 2018. Melhor uma saída honrosa do que uma derrota incontestável. O mito finalmente se quebra.


Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br 

São Paulo


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A FICHA CAIU


Li com satisfação, na página A4 do “Estadão” de 16/5, que demorou, mas “a ficha caiu” para o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, pois ele diz estar preocupado com o andamento do governo de sua sucessora, Dilma Rousseff, e com os desdobramentos da Operação Lava Jato. Afirmou, ainda, estar desesperançoso com as perspectivas para a economia brasileira, tidas por ele como muito ruins, mencionando que a rentabilidade das empresas no País tem caído, atribuindo ao governo da presidente Dilma a responsabilidade por estar tomando medidas equivocadas na condução da política econômica. Este não é o país “maravilhoso, lindo e perfeito” que nossos “amigos” petistas construíram nestes 12 anos de desgoverno, de que eles se orgulham e defendem com brio e galhardia? Nosso “salvador da Pátria” chegou, ainda, a confessar que seu projeto político está esfarelando. É bom mesmo o ex-presidente Lula ir colocando sua barba de molho, pois, se o sr. Ricardo Pessoa, dono da empreiteira UTC, no acordo de delação premiada para redução de pena que recentemente firmou com a Procuradoria-Geral da República, contar tudo o que sabe envolvendo o nome do ex e da atual presidente, pode acarretar no impeachment da gerentona, no envolvimento jurídico do ex e no fim do projeto petista de 50 anos ou mais no poder. Muito bom para ser verdade, pois a atual desesperança do ex-presidente Lula nos enche de esperança num futuro melhor para nossos filhos e netos. 


Luciano De Paoli lpaoli@uol.com.br

São Paulo


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O DESCARTE


“Não estou numa fase muito boa, não”, afirmou Lula em Brasília. Ultimamente, tem criticado Dilma em algumas de suas medidas. Na terça-feira, em evento no Sindicato dos Metalúrgicos em São Bernardo do Campo, manifestou seu desagrado criticando sua pupila pela maneira como tem conduzido a articulação do ajuste fiscal. Na quarta-feira, em Brasília, declarou sua preocupação com a condução e os desdobramentos da Operação Lava Jato. Dá para começar a inferir que em sua mágica catástase ele está pretendendo desvincular-se das trapalhadas de sua criatura e pupila para alegar em campanha, quando de suas pretensões ao terceiro mandato, que foi contra, não aprovou e até reprovou as medidas “antipopulares” que ela promoveu em prejuízo dos trabalhadores, das classes menos favorecidas, enfim, de seu eleitorado pouco esclarecido. E tudo ao estilo do “eu não sabia de nada...”. É só aguardar o correr dos tempos para observar suas seguintes maquinações no sentido de abduzir-se deste “ovo de serpente” que inventou.


Paulo Busko paulobusko@terra.com.br 

São Paulo


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FASE RUIM


Lula, em fase “não muito boa”, almoçou na Embaixada de Cuba... Preparando o asilo político?


Gilberto Dib gilberto@dib.com.br

São Paulo


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MOMENTO DE SOBRIEDADE


Num encontro com políticos em Brasília, Lula disse estar desesperançoso com as perspectivas para a economia brasileira, tidas como “muito ruins”, e confessou que seu projeto político “está esfarelando”. Nada como um momento de rara sobriedade para que os pensamentos fluam com a devida coerência e senso de observação. A era Lula já era. Fim!


J. S. Decol  decoljs@globo.com 

São Paulo


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O TEMOR DE LULA


Quem não deve não teme! Mas Lula está apreensivo com o depoimento do dono da UTC. Será que finalmente agora vai?


Wagner Monteiro wagnermon@ig.com.br 

São Paulo 


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‘UMA SAÍDA PARA DILMA’


Ao artigo da jornalista Suely Caldas (“Uma saída para Dilma”, 17/5, B2), eu acrescentaria: um rompimento definitivo com o PT e com Lula, como fez Marta Suplicy.


Denison Noronha Freire denisonfreire@icloud.com

São Paulo


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SABATINA NO PLENÁRIO DO SENADO


Nesta terça-feira teremos no Senado a votação do plenário sobre a indicação do dr. Luiz Edson Fachin para a vaga de Joaquim Barbosa no Supremo Tribunal Federal (STF). Como tucano e eleitor do senador José Serra, peço ao mesmo que vista as sandálias da humildade e entenda que o povo de São Paulo não votou no melhor candidato ao Senado, votou, sim, naquele que tinha a chance de tirar Eduardo Suplicy do Senado Federal, e que, nós paulistas não o autorizamos e pedimos a todos os senadores que não votem pela aprovação de uma pessoa que nunca trabalhou pelos interesses de nosso país, cujos pensamentos são retrógrados e marcados por servilidade ao partido no poder. Senhor Serra e senhores senadores, nós não queremos o sr. Fachin como ministro do STF.


José Renato Nascimento jrnasc@gmail.com 

São Paulo


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UM TEATRO


A imprensa toda anunciou com alarde a defesa de Fachin, candidato a ministro do STF, na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, na semana passada. Muito diferente dos outros casos de candidatos a este cargo, Fachin passou 11 horas em grande parte “defendendo-se”. Por que esse candidato teve de se defender tão prolongadamente de acusações e interpretações de seus atos de idoneidade questionável? Em primeiro lugar, ele não foi aceito por Lula, então presidente da República, numa primeira indicação de suas virtudes para o cargo em questão. Em segundo lugar, porque ele deixou muito a desejar em diversas atuações em sua vida pública, gerando muitas críticas, várias perfeitamente aceitáveis. Muito pouco, segundo os relatos, foi arguido para testar sua capacidade profissional. Dizem, até, que ele foi “treinado” por especialista em marketing quanto ao seu comportamento nessa audiência. Teve atuação artificialmente planejada, incluindo sua “emocionante” passagem por uma vida “difícil” e “sofrida”, como se tivesse sido o único ou o mais prejudicado de candidatos nessa situação. Aliás, não se referiu ao seu antecessor, que lutou com uma vida aparentemente muito mais difícil e sofrida. De tudo o que ocorreu nessas 11 horas, teve-se a impressão de que suas afirmações, muitas delas forçadas, foram uma apresentação ensaiada, como no teatro, com pouca autenticidade.


Fabio Figueiredo fafig3@terra.com.br 

São Paulo


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DIGNO DE UM OSCAR


Com voz embargada, Fachin falou de sua origem humilde. Por acaso terá sido mais humilde que a de seu antecessor, Joaquim Barbosa? Com atuação digna de um Oscar, conseguiu provar por A mais B ser diferente daquilo que foi ao longo de sua trajetória. Só cai nessa quem for muito ingênuo ou tiver interesses escusos.


Eliana França Leme efleme@terra.com.br

São Paulo


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O CANDIDATO FACHIN


A propósito da sessão da Comissão de Constituição e Justiça do Senado Federal de terça-feira, convém ressaltar a circunstância de que 20 dos 27 senadores deixarem-se convencer pela argumentação, repleta de subterfúgios, do ardiloso candidato a ministro do STF, mas indiferentes ao criterioso parecer da Consultoria Jurídica do próprio Senado, que demonstrou que, ao exercer a advocacia particular mesmo depois de ter-se tornado procurador de Justiça do Paraná, em 1990, o postulante  violou  a  Constituição estadual. Nas 11 horas de inquirição, escapou pela tangente de dar esclarecimentos claros sobre suas verdadeiras ideias. Enfim, ouviu-se muita desconversa, graças à montagem de uma verdadeira operação estratégica de relações humanas. Por isso, custa-se a crer que ele venha a ser um julgador imparcial.


Walter Gonçalves wg@mls.com.br 

Rio de Janeiro


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OS BRASILEIROS E AS FÁBULAS OFICIAIS


Luiz Edson Fachin deve ser novo ministro da Suprema Corte brasileira. Mostrou cultura jurídica e combatividade intelectual. Entretanto, ao mesmo tempo, foi o arquétipo do PT. Um partido das brumas enevoadas, dos argumentos convenientes, anfibológicos. Quando nas cordas, “tudo o que sei é que nada sei”. Indagado sobre a propriedade, distinguiu duas correntes: a do caráter social como essencialidade do instituto e a de sua função social como mero atributo. Disse estar com esta, incerta em nossa Constituição. A outra foi a base do mal sucedido socialismo real. Seria um fulminante disparo no próprio pé. Em outro ponto, não se definiu sobre a natureza pétrea ou não da idade penal. Para nós, à luz da Constituição, não é pétrea; pode ser, portanto, alterada pelos parlamentares, constituintes derivados. Nem por isso somos favoráveis à redução da maioridade penal para 16 anos, o que não só estará longe da solução de nosso grave problema de violência, como poderá recrudescê-lo. Um menor de 18, por exemplo, poderá liquidar testemunhas, que o reconheceriam. Louve-se a habilidade do dr. Fachin, mas o brasileiro não suporta mais a astúcia no lugar do enfrentamento corajoso da verdade. 

 

Amadeu R. Garrido de Paula amadeugarridoadv@uol.com.br 

São Paulo


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CUMPLICIDADE CONSCIENTE


Como qualquer mortal para atingir seu objetivo, dr. Fachin usou de sua própria consciente cumplicidade com respostas convenientes ao momento quando arguido. Essa mesma cumplicidade consciente poderá evidentemente atender a outras demandas em futuro não muito distante. A conferir!


José Piacsek Neto bubanetopiacek@gmail.com 

Avanhandava


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AFINIDADES


Fachin, MST e Foro São Paulo, qualquer semelhança é mera coincidência!


Francisco José Sidoti fransidoti@gmail.com 

São Paulo


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FAXINA


O Supremo Tribunal Federal não necessita de um Fachin. O STF necessita é de uma “fachina”!


Ney José Pereira neyjosepereira@yahoo.com.br

São Paulo


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INSTITUIÇÕES INDEPENDENTES E FORTES


Para acabar com a gigantesca quadrilha que se instalou nas nossas instituições e oferecer de forma permanente ao capital privado a segurança jurídica que os países desenvolvidos oferecem às inversões de longo prazo, basta dar mais peso ao voto do acionista minoritário nas empresas de economia mista e profissionalizar, sem interferências de políticos e governantes, o comando dos tribunais e das agências reguladoras. Tirar a exclusividade da Presidência da República na indicação de nomes para a direção de entidades estatais seria um bom começo, desde que também os políticos estejam fora desse processo. Proteger e fortalecer as instituições são o único caminho para atingir o desenvolvimento e a plena democracia. O resto é discurso para ingênuos.


Nilson Otávio de Oliveira noo@uol.com.br 

Valinhos


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VITÓRIA NO STF


Finalmente o STF decidiu  o antigo confronto entre o Ministério Público (MP) com a polícia, civil e federal, permitindo aos promotores e procuradores de Justiça realizarem investigações criminais (17/5, A3). Se a investigação ficará sob o controle do Judiciário, para que tanto desentendimento? Com a soma de esforços entre essas duas instituições a sociedade brasileira só tem a ganhar. 


Edgard Gobbi edgardgobbi@gmail.com 

Campinas 


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NÃO BASTA


Dias atrás, em festejada decisão do plenário do Supremo Tribunal Federal, foi reconhecido o direito do Ministério Público, então apenas titular da ação penal nos crimes de natureza pública, realizar, em paralelo  com a Polícia Judiciária, a primeira fase da persecução criminal, que se traduz na investigação. Felizmente, por sugestão do decano ministro Celso de Mello, foi introduzida no acórdão a obrigação de observância nessas investigações do MP de respeito aos direitos e garantias individuais, previstos na Constituição federal. Ainda bem! Ao que parece, até a intervenção de Celso de Mello, registre-se, oriundo do Ministério Público, nenhum outro ministro havia proposto em seu voto algum limite à atuação do parquet nessa seara. É verdade que nossa Lei Magna não prevê expressamente essa função do Ministério Público, ainda que o blinde com a possibilidade de requisitar a instauração de inquérito policial, nos crimes de ação pública, requerer e acompanhar diligências – por essa razão a ausência de parâmetros e limites. Data máxima vênia, também a nossa lei processual penal não preceitua a atuação do Ministério Público nesse campo – nesta condição autônoma agora autorizada pelo STF. Por esta e por outras razões, reputo insuficientes os limites impostos pelos ministros do Supremo. É uma temeridade não impor regras claras e abalizadas para atuação, numa área do Direito que alcança majoritariamente as pessoas desvalidas de assistência jurídica eficiente, tampouco efetiva, do órgão responsável pela acusação no momento seguinte da persecução criminal. A nossa lei adjetiva penal, reclama com urgência, a sua inovação para nela incluir e disciplinar a ação dos promotores de justiça nesse sensível campo do nosso direito. Até então, qualquer cidadão, merecedor ou não – vale dizer: culpado ou inocente –, estará sujeito a permanecer sob a espada de Demóstenes, que penderá sob sua cabeça enquanto durar as investigações do Ministério Público. Não havendo regras, quanto a iniciativa, forma, duração e eventuais excepcionalidades, não se saberá sobre sua iniciativa, forma e, principalmente, prazo para sua ultimação, tampouco contaremos com o necessário controle externo – salvo os recursos judiciais, em geral morosos e caros. Por último, cabe indagar: os promotores também atuarão nas infrações de menor poder ofensivo – leia-se, furtos de botijões de gás, bicicletas ou galinhas – ou atuarão apenas nos casos de maior repercussão e visibilidade para a mídia? Talvez fosse oportuno desnudar de vez a falência do nosso sistema processual penal e reformá-lo com seriedade, sem remendos ou esbulhos, deixando os improvisos de lados. 


Noel Gonçalves Cerqueira noelcerqueira@gmail.com 

Jacarezinho (PR)


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OS IMPOSTOS E O GOVERNO INCHADO

 

O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, adverte que, se o governo não cortar R$ 78 bilhões do Orçamento de 2015, será preciso aumentar impostos para poder fechar as contas do ano. É certo que o momento exige austeridade, mas até agora não se viu ministro falar também em diminuir o tamanho do governo, também uma forma de fazer economia em tempo de crise. A existência de 39 ministérios é uma insensatez, assim como os milhares de cargos de livre nomeação providos em barganha política. Em vez de pensar só em fechar as contas arrecadando mais e penalizando o contribuinte, os ministros prestariam um grande serviço à Nação se convencessem a presidente e os congressistas de que é preciso reduzir o tamanho do governo e de que há necessidade de desmontar os imensos cabides de empregos que hoje aparelham a máquina pública. Não devem se esquecer também de recomendar que não se esbanjem recursos nacionais enviando-os para Bolívia, Cuba, Venezuela e países africanos, mas se empreguem com austeridade os programas sociais que devem ser apenas sociais, não eleitoreiros.

 

Dirceu Cardoso Gonçalves aspomilpm@terra.com.br

São Paulo                                                                                                     


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AJUSTE FISCAL


O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, comandado, apoiado e induzido pelo petelulismo, propõe mais tributos à infinidade deles já existente, considerados entre os mais altos do mundo. Isso para garantir o ajuste fiscal necessário pelo rombo causado pelo Planalto por causa da sua inércia e incapacidade de administrar o País.


Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br 

São Paulo


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MAIS IMPOSTOS?!


E, próximo das eleições de 2014, falávamos que estávamos no fundo do poço e que pagávamos impostos absurdos, os maiores do mundo, sem retorno, e pedíamos a redução da carga tributária. Bastou a finalização da eleição para mudarem as moscas e o resultado está aí: tome mais impostos, conforme cálculos efetuados pelo Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT), que informa que o brasileiro deve pagar R$ 47 bilhões a mais em impostos após ajuste fiscal. O referido ajuste fiscal deveria iniciar com redução e eliminação de despesas desnecessárias, verdadeiras mordomias do governo, a eliminação de 2/3 dos ministérios criados e usados como moeda de trocas a apoio político, a redução de gastos da Câmara dos Deputados e do Senado, quando estes gozam da nossa cara, como fizeram, recentemente, com o aumento da verba do Fundo Partidário em 171%. Essa é a política do governo petista e que conta com o apoio de partidos como o PMDB.


José Carlos Alves jcalves@jcalves.net

São Paulo


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CORTAR OU AUMENTAR MINISTÉRIOS?


Na semana passada, ouvindo a rádio CBN, vi mais um analista econômico defendendo que o corte de ministérios não ajuda a diminuir a crise econômica em que se encontra o Brasil. Pois bem, se diminuir o número de ministérios não reduz as despesas públicas, então sugiro à presidente da República, Dilma Rousseff, criar mais milhares de ministérios e, quem sabe, eu também não consigo ser nomeada ministra de alguma porcaria neste país de idiotas. Quero ser ministra, e não apenas uma pagadora de impostos.


Maria Carmen Del Bel Tunes carmen_tunes@yahoo.com.br  

Americana


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DESALENTO E DESCALABRO


Lendo o caderno de “Economia” do “Estadão” de domingo (17/5), cerca de 95% de seus artigos e notícias me geraram desalento em virtude do estado terminal em que o PT de Lula e de Dilma deixou o Brasil, com suas administrações nefastas e enganosas. O desemprego real não é de 7,9%, mas, sim, de 9,2%, pois, se aqueles que antes estavam devidamente empregados via CLT e agora estão “se virando” da maneira como podem, fazendo marmitex, camisetas estampadas, etc., essas pessoas são desempregadas, sim, pois não contam com qualquer segurança de um emprego formal. Os bancos aumentam substancialmente suas reservas contra calotes, principalmente em virtude das empreiteiras denunciadas pela Operação Lava Jato, a indústria automobilística já demitiu cerca de 20 mil trabalhadores, além daqueles todos que agora se encontram em lay-off e em férias coletivas, imóveis novos sem condições de serem vendidos por causa da retração nas linhas de crédito e também no aumento nos juros cobrados para o financiamento de imóveis, etc., etc. e tal. Ainda surge a todo instante o incompetente ministro Joaquim Levy, cuja criatividade administrativa pura e simplesmente inexiste sempre que há uma possibilidade da geração de algum benefício para a população, como é o caso da modificação no fator previdenciário, vem este “senhor” com suas ameaças de mais impostos para cima de um povo que já tem a maior carga de impostos de todo o universo. Gerir o Ministério da Fazenda desta maneira até a minha faxineira com o ensino básico sabe fazer, não precisa ter curso superior, mestrado, douturado, pois fica a triste conotação de que, como afirmei anteriormente, a falta de criatividade e de capacidade é total. Então que aja com dignidade e peça para sair deste desgoverno fajuto.


Boris G. Becker borisbecker@uol.com.br 

São Paulo


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O ICEBERG EMERGINDO


Excelente  o artigo do engenheiro agrônomo Xico Graziano sobre NPK (16/5, A2). Do ponto de vista técnico, vai de Von Liebig até os dias de hoje, mostrando a nossa incompetência quanto à autossuficiência. Do ponto de vista político, desvenda mais um golpe do Estado petista ao vender para uma firma do Canadá uma reserva de potássio no Amazonas. Por coincidência, foi na época do sr. José Sérgio Gabrielli, o mesmo da refinaria de Pasadena (Texas, EUA), que provavelmente fez negócio semelhante àquele. Tanto assim que levou um “esporro” da sra. Rousseff quando ministra de Minas e Energia. Vejam só, cada vez mais o iceberg vai aflorando. Aonde vamos chegar?


Antonio de Padua Bonatelli tonibonatelli@hotmail.com 

São Paulo


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TERRORISTAS

 

Será que Dilma Rousseff pretende “interceder” pelo terrorista condenado à morte pelo atentado à Maratona de Boston da mesma maneira que pretendia “interceder” em favor dos degoladores do Estado Islâmico?

  

Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br 

São Paulo


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O PAPA, A PALESTINA E ISRAEL


O papa Francisco reconheceu a Palestina. O Hamas vai reconhecer Israel?


Luiz Frid luiz.frid@globomail.com 

São Paulo


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SE FOSSE FÁCIL...


Então é simples: Francisco que vá lá e demarque a área do estado palestino! Parece que a maritaquice tomou conta do mundo, desde Obama, passando por Lula, Putin etc. E agora até o papa Francisco?


Ariovaldo Batista a rioba06@hotmail.com

São Bernardo do Campo


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RECONHECIMENTO


Só em 28 de dezembro de 1993 o Estado de Israel foi reconhecido pela Santa Sé, no pontificado de João Paulo II, que foi o primeiro papa a entrar numa sinagoga.


Alexandru Solomon alex101243@gmail.com

São Paulo


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VERÍSSIMO


Luis Fernando Veríssimo (16/5, C10) falando de jazz, de futebol e de vinhos (mesmo alegando não identificar as notas florais) é imbatível na crônica. Já quando trata de política, revela-se ultrapassado, retrógrado, porque se nivela a Chávez, a Castro “et caterva”, que governam países atrasados, subdesenvolvidos, exatamente porque não perceberam que, como alguém já decretou, o capitalismo é a forma mais evoluída do socialismo.


Jorge Carrano carrano.adv@gmail.com 

Niterói (RJ)


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JÁ NÃO É UMA BRASTEMP...

 

É revoltante ler o mandatário da multinacional Whirlpool (Brastemp, Cônsul) José Carlos Brega (que não se perca pelo nome...) cometer a injúria de dizer: “Tem de ser herói para gerir empresa aqui”. Belo heroísmo! Só no primeiro trimestre a receita somou US$ 4,85 bilhões e o lucro líquido embolsado foi de R$ 191 milhões (“Exame”/“Estadão”). Heroico é o consumidor brasileiro, saudoso de uma empresa nacional que era referência (“uma Brastemp”) e hoje amarga produtos sem qualidade. Só no serviço Reclame Aqui foram postadas 14.452 reclamações de clientes insatisfeitos – a maioria por defeito de fabricação dos produtos. O atendimento é péssimo, a assistência técnica, rapinante, pois, em meu caso, a autorizada Gold Services queria trocar como vencidas peças do fogão que ainda estão no prazo de validade, e por uma delas cobrou um sobrepreço de 350% – como eu lhes disse, capaz de fazer corar o pessoal da “Lava Jato”. E o que a faz a Whirlpool? Alega que não discute valores cobrados por seus representantes e endossa a bandalheira... Mr. Brega testemunha que, se a empresa-chupim é um sucesso, algumas coisas não pegaram no Brasil, entre elas a higiene e o capitalismo... 


Sérgio Buarque de Gusmão sergiorbg@gmail.com 

São Paulo 


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LIÇÃO DE CIDADANIA


Não consigo entender por que os professores em greve se acham no direito de bloquear a Avenida Paulista, que é rota dos principais hospitais de São Paulo, tais como o Hospital das Clínicas, o Sírio-Libanês, o Santa Catarina, o Osvaldo Cruz, o Hospital do Coração e o Nove de Julho. Quantas ambulâncias e UTIs móveis deixaram de chegar em tempo a esses hospitais, colocando em risco ou até causando a morte desses enfermos, além de penalizar quem trabalhou o dia inteiro e que fica horas parado no trânsito por motivos que não têm nenhuma culpa. Que lição de cidadania! Concordo com que os salários são baixos, mas a culpa é destes políticos imorais que os professores apoiam, via sindicatos de esquerda, ligados ao que há de pior na gestão pública, com a corrupção e a tentativa de enfiar goela abaixo de uma população semianalfabeta ideologias do século 19 que só trouxeram até hoje desgraça e fome. A péssima colocação do Brasil nas avaliações internacionais de educação não teria a participação de quem deveria educar e dar um bom exemplo? Os professores estão fazendo a sua parte?

 

Airton Moreira Sanches moreira.sanches@uol.com.br 

São Paulo


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ALCOOLISMO FEMININO NA GRAVIDEZ


A coluna do dr. Jairo Bouer no domingo (17/5) abordou tema extremamente importante e oportuno relatado no “Daily Mail”, que é a possibilidade de mulheres grávidas que ingerem bebidas alcoólicas gerarem filhos com problemas. Sabe-se pela literatura científica que as alterações vão desde malformações – principalmente no cérebro – até o comprometimento da memória e do aprendizado dessas crianças. A maior tragédia do alcoolismo feminino na gravidez é a muito provável ocorrência da chamada Síndrome Alcoólica Fetal (SAF). Nós, pediatras da Sociedade de Pediatria de São Paulo, estamos em plena campanha de divulgação da SAF para a total abstinência no consumo leve ou abusivo de bebidas alcoólicas em qualquer fase da gravidez. Certamente, a publicação no “Estadão” endossa nossos esforços. Parabéns!


Dr. Hermann Grinfeld hermann.grinfeld@yahoo.com.br 

São Paulo


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A DENGUE E O MINISTÉRIO DA SAÚDE


Temos ministro da Saúde no Brasil? Se fosse o vírus Ebola, quantos milhões de brasileiros já teriam morrido? O ministro da Saúde, se há, não deveria renunciar? Quais planos de saneamento para evitar a dengue estão sendo feitos? A presidente da República se reuniu com seus ministros no domingo? Este não deveria ter sido o assunto principal?


Regina Ferrari ferrari@tavola.com.br 

Santana de Parnaíba

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