Fórum dos leitores

LULOPETISMO

O Estado de S. Paulo

26 Maio 2015 | 03h00

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Recorde

O PeTelulismo conseguiu atingir mais um recorde negativo absoluto: o País fecha 97 mil vagas no pior abril em 25 anos. O resto está tudo bem, né, “presidenta”?

ANGELO TONELLI

angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

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República sindicalista

Belo artigo o do dr. Almir Pazzianotto (25/5, A2). Sindicalistas, em especial da CUT, na verdade defendem privilégios dos seus dirigentes, defendem o PT e o governo. Não o trabalhador. Onde estavam quando estouraram a Petrobrás, causa de tanto desemprego? Por que não reclamaram quando usaram recursos do FGTS sem garantias e rendimento condizente? E quando dilapidavam os fundos de pensão? Com exigências descabidas os sindicatos do ABC afugentaram indústrias da região e causaram desemprego. O sindicato dos bancários acelerou a informatização dos bancos e a demissão de milhares de empregados. Por que não acabam com reeleições seguidas dos dirigentes? Por que não acabam com o imposto sindical obrigatório? Por que não prestam contas de seus gastos?

MARCO CRUZ

mm.cruz23@gmail.com

São Paulo

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Pés no chão

Muito boa a colocação do ex-ministro Pazzianotto, que conheço desde sua atuação no Sindicato dos Metalúrgicos. Faltou, entretanto, incluir o pedido de aumento (frequente, aliás) do Judiciário bem acima da correção da inflação, pois sendo ex-presidente de tribunal sabe perfeitamente que seus salários estão longe de provocar o terror alegado pelo presidente do STF para justificar tal pedido. Este país precisa pôr os pés no chão e não cobrar só dos menos favorecidos quando a vaca já está atolada no brejo em razão de resultados em eleições que não os favorecem. Inflação não é culpa do povo. No Primeiro Mundo todos já sabem disso. Aqui é preciso ensinar aos três Poderes. E ao quarto, para saber argui-los a esse respeito.

M. MENDES DE BRITO

voni.brito@gmail.com

Bertioga

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Desespero do PT

O PT age como se não fosse o próprio partido a governar o País. “Desgastado com sua base política devido ao pacote de ajuste fiscal” (25/5, A5), alega querer salvar (como se isso fosse possível) os trabalhadores da punhalada que levaram pelas costas com as mudanças trabalhistas estabelecidas pelo próprio PT. Nada relevante fez para impedir tais mudanças e agora, para fazer jus ao nome, Partido dos Trabalhadores, “vai propor que o governo adote (mais) impostos para compensar medidas do ajuste que afetam benefícios trabalhistas”. Não sei se rio ou se choro quando leio o Estadão.

MIRNA MACHADO

mirnamac@uol.com.br

Guarulhos

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Hostes da maldade

Joaquim Levy ausentou-se no anúncio do contingenciamento. Nelson Barbosa ausentou-se na reunião de coordenação política no Palácio do Planalto. Parece que a gripe só ataca integrantes da equipe econômica. São indiscutíveis a competência e a persistência de Levy em tentar resolver os problemas econômico-financeiros do Brasil, mas que ele não se esqueça de que está trabalhando para as hostes espirituais da maldade, que não abrem mão do império formado durante longos 12 anos. Torcemos para que Levy não se deixe transformar em boi de piranha e acabar arcando com o fracasso prenunciado, enquanto a gerentona e o amigo oculto se safam da crise que eles mesmos fomentaram.

CARMELA TASSI CHAVES

tassichaves@yahoo.com.br

São Paulo

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Delirando

O senador Lindberg Farias (PT-RJ) teve uma recaída aos tempos em que presidiu a UNE ao propor a saída do ministro Joaquim Levy. A irresponsabilidade que era compreensível em sua juventude se tornou agora um delírio alucinado.

HÉLIO DE LIMA CARVALHO

hlc.consult@uol.com.br

São Paulo

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Cara de pau

Acredito que a maioria de nós, pobres brasileiros, está resistente a esse ajuste fiscal, pois estamos pagando pelo desgoverno e pela corrupção deste governo. Agora, vamos combinar que esse petista Lindberg Farias é um grande cara de pau! Ele deveria ficar quietinho no seu gabinete usufruindo todas as regalias que deve ter, porque, afinal de contas, ele é um dos investigados na Operação Lava Jato.

ANGELA MARIA DE SOUZA BICHI

angela_bichi@hotmail.com

Santo André

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Pobreza e filiação partidária

Com a economia desorganizada e o sistema político sem alternativas que temos, os mais pobres não estão nem aí para a corrupção. Pensam mais na luta diária para garantir o arroz com feijão. Essa é a principal razão da explosão de novos filiados de um partido que passa por longo terremoto de denúncias de corrupção. Não adianta falar aos beneficiários do Bolsa Família sobre o sentido ético das coisas. Dificuldades de toda ordem os levam a uma filiação em massa forçada, abraçando a sigla que lhes oferecer um pouco mais. É assim nas favelas e áreas de risco do Capão Redondo, Campo Limpo e Itaim Paulista. E deve ser assim nos demais centros urbanos e grotões do Brasil. É um pesadelo ver pobres com ficha de partido na mão com a promessa de um novo barraco, uma cesta básica a mais ou simplesmente pela possibilidade de tirar uma foto ao lado de alguma autoridade. Fiquei pensativo ao ler a explicação do representante de um partido de raízes populares sobre a conquista de novos filiados em tempos politicamente tão difíceis. Não tem nada de reação dos setores da sociedade e maior organização nas redes sociais dos militantes para um número tão expressivo de novas adesões ao partido, como justifica o entrevistado. Por exemplo, em cada invasão que se faz em São Paulo faturam -se novos adeptos, filia-se muita gente. Domingo passei por Interlagos e vi numa invasão atrás de um shopping várias pessoas, muito simples, virando sócias de partido. Lembrei-me da reportagem que lera pela manhã no Estado sobre a proeza dos novos filiados da legenda em questão. À tardinha, em evento na Praça das Artes (Rua Conselheiro Crispiniano), o líder de um movimento de ocupações, vestido de vermelho, insistiu para que eu me filiasse a seu partido. Perguntou se eu já tinha casa própria...

DEVANIR AMÂNCIO

devaniramancio@hotmail.com

São Paulo

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Bolsistas falecidos

Auditoria do TCU identificou 57 beneficiários do Fies falecidos há anos. E imagino quantos falecidos receberão a Bolsa Família. Será que esses falecidos votam?

VAGNER RICCIARDI

vbricci@estadao.com.br

São Vicente 

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Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadão.com

O BNDES BLINDADO

A presidente Dilma Rousseff vetou o texto aprovado pelo Congresso Nacional que determinava o fim do sigilo em empréstimos e financiamentos concedidos pelo banco federal de fomento, o BNDES. A pergunta que não quer calar: por que o Congresso se cala diante desse absurdo? Por acaso o dinheiro do BNDES não é do povo? E o povo não pode saber o que se passa nesse banco? Já é de conhecimento público que o banco andou emprestando dinheiro para Cuba, Venezuela e Angola, ou seja, países cujos governos são ditaduras. Como brasileiros, não vamos esperar que somente a oposição fique indignada com esses abusos. Ou será preciso ir às ruas e pedir que esse veto seja cassado? Basta de tanta afronta!

Izabel Avallone  

izabelavallone@gmail.com 

São Paulo

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AFRONTA AO CONTRIBUINTE

O veto ao fim do sigilo nas operações do BNDES da presidente Dilma é uma afronta ao contribuinte brasileiro. Pelo pouco que sabemos, o BNDES financiou com dinheiro público obras em Cuba, Bolívia, Venezuela, Angola, Moçambique e Guiné Equatorial, quando seu foco deveria ser o Brasil. Interessante ressaltar que as construtoras contratadas para essas obras são as mesmas envolvidas no escândalo do petrolão e que, certamente, neste caso, tiveram de, obrigatoriamente, contribuir para o caixa do partido da presidente e de seus asseclas. Espero que o Congresso tenha vergonha na cara e derrube esse veto, e que todos nós tenhamos informações de como nosso dinheiro é usado.

Fernando Fenerich ffenerich@gmail.com 

São Paulo

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BNDESZÃO

E deu a lógica: Dilma vetou a transparência no BNDES. Afinal, a última coisa que ela, sua petralhada e demais cupinchas precisam neste momento é de um BNDESzão. Vamos ver até onde vai de fato a vontade (entenda-se isenção) da oposição em seus esforços para a derrubada deste veto.

Lazar Krym lkrym@terra.com.br 

São Paulo

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POR QUÊ?

O fato de a presidente Dilma ter vetado (evitado) a quebra de sigilo do BNDES mostra claramente a intenção de esconder para onde vai o dinheiro (nosso dinheiro) que aquele banco administra. Em outras palavras, Dilma quer esconder os desvios (roubos) de bilhões de reais que podem estar ocorrendo no banco. Por quê? Ela está envolvida? E o pessoal do PT? Cadê o Ministério Público e a Polícia Federal? Pode ser a chance de varrer de vez do poder esta organização criminosa que destrói nosso país.

  

André Coutinho arcouti@uol.com.br 

Campinas 

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DINHEIRO PÚBLICO

Dona Dilma, o dinheiro do BNDES pertence ao povo brasileiro. Se a sra. veta a transparência destes obscuros empréstimos do meu banco e do povo brasileiro a clientes pouco confiáveis, é porque existe muita coisa errada e muita falcatrua escondida naquela caixa preta. Aliás, nós, o povo, dono deste banco, não temos acesso ao dinheiro que vocês esbanjam fazendo caridade com os "hermanos" bolivarianos, cubanos, haitianos, africanos, etc., mantendo ainda contratos milionários com os Eikes da vida, com as construtoras envolvidas na Operação Lava Jato, financiadas por este banco para obras no exterior. Deve ter muita coisa errada para que a sra. vete a medida com tamanha desfaçatez. Fico imaginando o que faria Margareth Thatcher, aquela que cuidava do dinheiro público como poucos líderes cuidaram e cuidam. Quanta diferença de postura tentar esconder tudo o que este banco fez e faz com nosso dinheiro!

 

Armando Favoretto Junior afjsrf@ig.com.br 

São José do Rio Pardo

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SIGAM O DINHEIRO

Aproveitando o momento da Operação Lava Jato, e como bem dito pelo nosso glorioso juiz Sérgio Moro, que para descobrir os verdadeiros beneficiados pelos atos de corrupção basta seguir o dinheiro, sugiro, em princípio, uma auditoria e abertura dos dados para a população das seguintes instituições: 1) BNDES; 2) bancos oficiais, ressaltando o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal; 3) fundos de pensão ligados a empresas com participação do governo; e 4) CBF. Ah, e gostaria também de uma auditoria no sistema que apurou os resultados das eleições de 2014, por meio das urnas eletrônicas, relembrando que países mais avançados que o Brasil dispensaram o método eletrônico, pela possibilidade de fraude. Parece que o único a aceitá-lo foi a Venezuela. Será que precisamos de algo mais para duvidar da manipulação?

Waldir Cassapula waldir.cassapula@gmail.com 

São Paulo

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O CORTE DE GASTOS DO GOVERNO

Anunciado o maior contingenciamento de gastos em 13 anos da grande e profícua gestão petista! Os pontos mais atingidos não têm a menor importância: a Educação da "Pátria Educadora", a vitrine da "presidenta gerenta"; o PAC (mais empacado do que mula manca; e a Saúde, tão beirando "à perfeição" que até deu vontade em alguém (que não se deve nominar) de ficar doente, para ser atendido pelo SUS. O montante do BNDES distribuído aos amigos ditadores continua sob sigilo. Os inoperantes ministérios continuam intactos. Continua a distribuição de cargos aos parceiros de crimes de lesa-pátria. Os incomuns continuam defendendo seus polpudos salários. E você, caro leitor e eleitor, vai pagando as contas sem ter a quem recorrer! 

Aparecida Dileide Gaziolla aparecidagaziolla@gmail.com 

São Caetano do Sul 

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DEIXE-ME ENTENDER

O governo está fazendo um ajuste fiscal, a saúde e a educação, já precárias, terão cortes significativos em seus orçamentos e as aposentadorias e outros benefícios a trabalhadores serão cortados exatamente por quê? O que nos levou a essa situação assim tão repentinamente? Ao mesmo tempo aumentam-se o valor do Fundo Partidário, os salários já altos do Poder Judiciário, continuam os gastos exorbitantes de 39 ministérios e a "presidAnta" veta a transparência dos empréstimos do BNDES. Não sei o que me deixa mais indignado, a roubalheira e incompetência do PT ou a falta de novas lideranças que nos defendam! Esperar alguma coisa do PSDB, um bando de frouxos, está ficando cada dia mais fora de questão.

Ricardo Nobrega cnc.eng@terra.com.br

São Paulo

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'MELHOR, MAS NÃO MUITO'

Finalmente um governo que usa e abusa da frase "nunca antes neste país" anunciou a decisão do contingenciamento de R$ 69,9 bilhões do Orçamento federal para 2015. O anúncio foi feito na sexta-feira pelo ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, com a autopromoção de sempre. O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, foi o grande ausente na dita cerimônia - depois ficamos sabemos, pelo "Estadão", que foi porque Levy queria um corte muito maior, de R$ 78 bilhões. No sábado, ao ler o "Estadão" tomei ciência de que o ministro não gostou do resultado. Levy, que na verdade vem segurando as pontas de um governo desmoralizado, defendia um corte de R$ 78 bilhões, mas teve a oposição do ministro Aloizio Mercadante, que em matéria de atrapalhar um governo é de uma grandeza impar e defendeu um corte ainda menor, de R$ 60 bilhões. O ministro Levy disse à presidente que, de qualquer maneira, não poderia ser menor do que R$ 70 bilhões, já que medidas provisórias que complementariam o ajuste poderão não ser aprovadas pelo Congresso. Para demonstrar que quem manda é ela, aprovou-se pouco menos. Parabéns ao governo Dilma? Claro que não, pois a maioria dos economistas do País já se pronunciou que isso será insuficiente. Mas na ópera bufa em que se transformou o PT, apesar da grave situação econômica do País, a comissão executiva do partido em São Paulo já se manifestou afirmando que a decisão afasta o partido do governo. E diz o manifesto, cujo texto é de autoria do presidente estadual do PT, segundo informa a reportagem do "Estadão": "Nossos sonhos não podem ser delimitados pelas estreitas margens que a equação financeira suporta nem pelas contingências de governabilidade (...) Nossa defesa do governo que elegemos não pode nos afastar das ruas e dos movimentos sociais (...) A agenda do governo nos últimos meses, em que pese suas razões, se distancia do que o PT sempre representou e do que sua base social aspira". Inacreditável e, como diria o índio Tonto, "como esperas financiar todas essas bondades com o governo quase falido, cara pálida?". Também cabe perguntar a estes "representantes da base social" onde estavam enquanto os companheiros dilapidavam o patrimônio da Petrobrás e financiavam obras de infraestrutura através do BNDES na Venezuela e em Cuba? Obras que fazem muita falta para as nossas cidades e o nosso sistema portuário. Por fim, esquecem-se de que esse congelamento é consequência direta do primeiro mandato da presidente, no qual as barbeiragens e as falcatruas foram dignas de um "Prêmio Ignóbil". Se usássemos os termos utilizados para indicar aos músicos o andamento dos movimentos, geralmente na música clássica, para classificar a decisão tomada pelo governo Dilma Rousseff, ele seria "meglio ma non tropo". Mesmo assim, vamos amargar uma inflação elevada e uma alta significativa no desemprego.

Gilberto Pacini benetazzos@bol.com.br 

São Paulo

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VALOR DE FEIRA

Aquele microfone curvado no vazio sobre a inscrição Joaquim Levy, durante o anúncio do corte no Orçamento, talvez seja um indício de que a paciência do ministro possa estar chegando ao fim. Ele, criteriosamente, defendia um patamar mais elevado, enquanto a equipe econômica, insistente na maquiagem que vem dando errado, queria um valor de feira, aquele que engana o freguês com o truque dos 9. Isto é, R$ 69,9 bilhões, para não ter de dizer 70 ou mesmo 80, como queria Levy.

Ricardo C. Siqueira ricardocsiqueira@globo.com 

Niterói (RJ)

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GRIPADO NO DIA DO ANÚNCIO

Ministro Levy, isso é hora de ficar com gripe? Assim até o Mantega!

Marcos Catap marcoscatap@uol.com.br

São Paulo

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A PRIMEIRA VÍTIMA

Ironia da história: na solenidade do anúncio do corte do Orçamento da União para 2015, no auditório do Ministério do Planejamento, em Brasília, a primeira vítima foi justamente o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, acometido de providencial "gripe" de última hora para justificar seu forfait. Pegou mal e é um mau sinal. O tempo dirá...

J. S. Decol decoljs@globo.com 

São Paulo

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CONSELHO

Ministro Levy, quando se está gripado, todos têm um conselho. O meu é que o senhor se cure no Rio de Janeiro e deixe Brasília para a petralhada.

 

Guto Pacheco jam.pacheco@uol.com.br 

São Paulo 

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CORTE ERRADO

 

Será que eu não entendi direito ou foi mal explicado? O governo diz que irá reduzir os "gastos" em R$ 69,9 bilhões, mas, ao invés de, de fato, cortar gastos, corta investimentos em saúde, educação e no PAC (a menina dos olhos da presidente). Cortar gastos para mim é reduzir de 39 para 20 o número de ministérios e, na mesma proporção, também o número de funcionários. Que tal cancelar a Bolsa Terrorista? Que tal, durante o período de um ano, profissionalizar, à escolha do bolsista e em consonância com a vocação de cada região, todos os beneficiados com o Bolsa Família e, em seguida, cancelar o programa? Cortar gastos é o que é preciso fazer, mas cortar investimentos só vai agravar a crise.

Humberto Schuwartz Soares hs-soares@uol.com.br 

Vila Velha (ES)

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O QUE IMPORTA

Fôssemos um povo esclarecido, a notícia de corte (no PAC, na saúde e na educação) seria o bastante para banir a corja petista do poder. Mas a tigrada vai continuar a mandar, pois o que importava era que no domingo o "timão" jogaria com o Fluminense.

  

José Horácio de A. Cancherini josehoraciocafe@gmail.com 

Itu

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QUE PAÍS É ESTE?

Independentemente de posição política, alguém de bom senso pode aceitar uma redução de mais de R$ 9 bilhões no orçamento da educação, por alguém que se apresenta como a responsável pela "Pátria Educadora"? Como alguém pôde acreditar numa mentira de tal porte? Não dá mais para aguentar esta situação de mentiras e de promessas vagas e sem futuro. O Brasil quer e precisa de gente séria em todos os setores da vida pública, para literalmente não entrarmos todos de cabeça na privada da vergonha e da desolação. Se a educação não motiva nem o governo, posso imaginar os estudantes nos quinhões mais afastados das capitais esperando algo em relação ao Fies.

 

Antonio Jose G. Marques a.jose@uol.com.br 

Rio de Janeiro

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DEPOIS DOS CORTES...

É, parece que o "slogan" da nossa ilustre governanta vai sofrer ligeira alteração: "Pátria Educadura".

David F. Hastings david.hastings.brazil@gmail.com 

São Paulo

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PERÍODO DIFÍCIL

Com este corte de R$ 69,9 bilhões virá um período de extrema dificuldade para os brasileiros. Só falta Dilma vir fazer discursos otimistas. Talvez ela diga que não está sabendo de nada, como sempre.

Luiz Frid luiz.frid@globomail.com 

São Paulo

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SAÚDE E EDUCAÇÃO?

O corte no Orçamento, na realidade, não passa de uma piada. Os maiores valores cortados são os que mais afetam a população, como saúde e educação. Fico indignado com o valor a ser torrado num ministério dos mais inúteis como o da Cultura, por exemplo. Terá verba de praticamente R$ 1 bilhão para distribuir via Lei Rouanet para showzinhos vagabundos de Chico Buarques "et caterva".

Jose Severiano Morel Filho morel@sunriseonline.com.br 

Santos 

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POR QUE NÃO?

O ministro Levy está tentando, de sua parte, amenizar o descalabro das contas do governo. O sacrifício é necessário, mas deveria ser de todos - principalmente do governo, que não produz nada, apenas decretos. Por que não reduzir ministérios, o aumento obsceno do Fundo Partidário, o número de cargos de "confiança", os ajudas a amigos tipo Cuba e Venezuela, obras em outros países (principalmente onde a movimentação de caixa não é rastreável) ou as pencas de cargos apontados por políticos em empresas públicas? Há espaço para outros R$ 69,9 bilhões sem a população (95% do total) sofrer tanto. Falta "vontade" ou vergonha na cara?

Ruben Leite rubenleite221@yahoo.com.br  

São Paulo

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DESCENDO A LADEIRA

Não era bem o que Dilma Rousseff tinha em mente quando seu nome foi lançado à reeleição. Não há, hoje, cinco meses após o início de seu 2.º mandato, um só dado na economia que suscite otimismo, ao menos em termos de curto e de médio prazos. Podemos dispensar análises mais extensas e nos concentrar em alguns títulos das matérias publicadas nos principais jornais e em seus cadernos de Economia na última semana: "Governo anuncia corte de R$ 69,9 bilhões", "Maior contingenciamento em 13 anos", "PAC perdeu R$ 25,7 bilhões", "País fecha 97 mil vagas no pior abril em 23 anos", "Bloqueio não deve ser suficiente para cumprir metas", "Indústria completa 3,5 anos de cortes", "Sindicato tenta evitar 500 demissões na fábrica da Mercedes", "GM pode demitir 819 no ABC", "Governo eleva alíquota de tributo sobre lucros dos bancos", "BC deve estender ciclo de alta dos juros", "IPCA-15 acumulado em 12 meses vai a 8,24%", "Eletrobrás perde o grau de investimento", "Fundos de 8 países processam a Petrobrás", "Indicador do BC reforça projeções de queda do PIB", "Arrecadação decepciona e governo fala em elevar impostos"... e por aí vai o verdadeiro show de horror protagonizado pelo Brasil por causa da irresponsabilidade e da incompetência do desgoverno lulopetista. É duro, é uma tristeza, mas, se é correto dizer que para alguma coisa a desgraça serve, quem sabe sofrendo na carne o brasileiro não aprende a lição e, nas próximas eleições, se informa um pouquinho melhor antes de fazer escolhas apressadas baseadas em oba-oba de campanha, e decide cumprir o ritual cívico para o qual é convocado a cada quatro anos com um pouco mais de responsabilidade?

 

Silvio Natal silvionatal49@gmail.com    

São Paulo

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ESTELIONATO ELEITORAL

Depois de anunciado esse ajuste fiscal, o PT não está mais preocupado com a perda de popularidade que terá e, por conseguinte, está pouco ligando para as próximas eleições municipais. Dará um aperto na sociedade em geral e, principalmente, em seu eleitorado. E, do início de 2017 em diante, vai afrouxar as rédeas da economia como um todo, e assim iludirá mais uma vez a sociedade e, principalmente, os que foram seus eleitores. E estes todos voltarão a depositar seus votos no PT. Será sem dúvida nenhuma mais um estelionato eleitoral, e o Brasil estará igualzinho como está hoje. Quem viver verá!

José Piacsek Neto bubanetopiacsek@gmail.com 

Avanhandava 

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FORÇAS DO MAL

Lula, em discurso no qual disse besteiras sobre os evangélicos, deve se lembrado que, quem invocou o diabo antes das eleições foi a sua pupila, a dona Dilma Rousseff, quando disse que "em época de eleição se pode fazer o diabo". Ela admitia, portanto, que seria possível haver um acordo que envolveria a figura do mal, Dilma, Lula e o PT. Eles sabem que, agora, o acordo tem de ser cumprido, sob pena de as coisas desandarem de vez, sem possibilidade de retorno. Acordos podem não ser cumpridos por parte de políticos, como normalmente acontece, mas se "o diabo" existe, não tem jeito, a conta será cobrada. Dante, na "Divina Comédia", colocou na porta do inferno a frase "Deixai qualquer esperança vós, que entrais". Agora, prezados "cumpanheros", é arcar com as consequências. 

Alvaro Salvi alvarosalvi@hotmail.com

Santo André

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LULA NUM VESPEIRO

Lula, não fuja da raia / A briga agora é com o Malafaia. Com ele não se meta / Ele já disse que suas mentiras são coisa do capeta. Você, que no mundo dos espertos é o primeiro, / acaba de mexer em vespeiro. E para acabar com a sua graça / ainda tem a história da cachaça.

Eduardo A. Delgado Filho e.delgadofilho@gmail.com 

Campinas 

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PROJETO DE GOVERNO DO PT

Encerrados o julgamento e a condenação dos réus envolvidos no mensalão e os depoimentos, oitiva de testemunhas e condenações da Lava Jato, a apuração final da roubalheira está distante do fim. Uma conclusão já se mostra definitiva: 1) tudo faz parte de um projeto do PT para corrompendo funcionários de grandes empresas do governo (caso Petrobrás), montando esquemas com empreiteiras e envolvendo políticos, doleiros e outras pessoas fazer caixa para o partido e dinheiro para os participantes. Outros partidos, aliados, entraram no esquema: PP e PMDB. 2)    O projeto de enriquecimento pessoal e de recursos para a permanência no poder teve seu inicio nos primeiros meses do mandato do presidente Lula. A corrupção passou a ser um projeto do governo. 3)    Nas empresas estatais foram colocados dirigentes da confiança do partido para prepararem e gerarem recursos, via concorrências, aditivos, etc. As empreiteiras foram chamadas para conhecer e trabalhar dentro do esquema: aumentar os preços das concorrências, combinando para serem gerados no mínimo 3% para o bando. Para facilitar a operação foi constituído o clube das empreiteiras. Na Lava Jato, o processo foi aperfeiçoado: o pagamento das propinas passou a ser na forma de "doação"... Os políticos dos partidos acima mencionados recebiam o dinheiro para manterem o apoio ao governo. Todos os envolvidos são ladrões. O PT, maior beneficiário, aparelhou o esquema e operacionalizou. E Lula não sabia de nada... Pode?!

Mario Pacheco Fernandes mmpfa@uol.com.br

São Paulo

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OS CONTRATOS DO PRÉ-SAL

Contratos do pré-sal são o próximo alvo da Operação Lava Jato, quando serão investigados acordos, ou melhor, esquemas, de corrupções praticados em contratos bilionários nas áreas de plataformas, construções, locações de navios e sondas de perfuração, etc. Sabem quem controlava os setores na Petrobrás? O PT e o PMDB. Alguém tem dúvidas?

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br 

São Paulo

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CONGRESSO SHOPPING

Sobra dinheiro no Congresso Nacional. E faltam seriedade e respeito pela população carente do País. Não há justificativa para o Congresso construir um shopping center, se não os ajudará a elaborarem melhores leis, recursos que faltam em hospitais e escolas. A primeira coisa que vem à mente das pessoas é que parlamentares vão se beneficiar pessoalmente financeiramente da obra. Isso porque, segundo a imprensa, 570 parlamentares estão sendo processados, na maioria por apropriação de recursos públicos, incluindo os presidentes das duas Casas. A primeira conclusão que se tira é que o shopping fornecerá dinheiro para eles. É uma vergonha a realização dessa obra, tratando-se de políticos sabidamente desonestos, na sua maioria.

Fabio Figueiredo fafig3@terra.com.br 

São Paulo

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BRASILIA É OU NÃO É UM TONEL DE 51?

As autoridades de Brasília parecem que vivem bêbadas (poder), e a pérola da última semana foi o reajuste salarial dos servidores da justicinha, de 70%, e mais a proposta de benefícios ao topo da carreira do nascimento ao caixão, inclusive estendendo aos descendentes, sem pensar de onde virá o dinheiro, quando a todos impõe a conta do ajuste, exceto a eles, que já se preveniram se autoajustando à crise. Realmente, estão todos enquadrados no artigo 28, inciso II § 1.º do Código Penal.

Roberto Nascimento robenasya@yahoo.com.br 

São Paulo

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CONTAS DE CAMPANHA

Após o julgamento do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) que reprovou, por unanimidade (7 a 0) suas contas de campanha, dando início, com apenas cinco meses de exercício, ao epílogo de sua carreira política, o deputado federal Andrés Sanches (PT-SP) entrou em desespero. No fundo, a Justiça Eleitoral deveria fazer um pente fino em todos os petistas eleitos desde 2002 e analisar detalhadamente todas as suas contas. Afinal, nunca antes neste país um partido foi tão corrupto e está deixando uma herança tão maldita para a política brasileira.

  

Alice Baruk alicebaruk@bol.com.br 

São Paulo

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JÁ ERA

De acordo com o sr. Pedro Paulo Penna Trindade, o Congresso Nacional vai perder a sua credibilidade. Informo que esse Congresso já perdeu a sua credibilidade faz muito tempo, porque é infestado de ratazanas vorazes pelo dinheiro público. Só votam em proveito próprio.

João Ricardo Silveira Jaluks joaosilver45@gmail.com 

São José dos Campos 

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ACIDENTE AÉREO COM CASAL GLOBAL

Graças a Deus o acidente com a aeronave de pequeno porte que levava o casal global Angélica e Luciano Huck foi apenas um susto, e não uma tragédia. Às vésperas do evento programado em Brasília para o dia 27, no qual a Marcha pela Liberdade do Movimento Brasil Livre irá protocolar o pedido de impeachment da presidente Dilma, uma tragédia tiraria todo o foco do evento. Que Deus continue sendo brasileiro, protegendo o casal Angélica e Luciano Huck e também todos os filhos do Brasil. Infelizmente, não poderei comparecer e participar do evento, mas minha alma e meu coração estarão em Brasília amanhã. 

Maria Carmen Del Bel Tunes carmen_tunes@yahoo.com.br 

Americana

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RESGATE DO EXÉRCITO

Helicóptero da Força Aérea Brasileira (FAB) faz resgate para Angélica e Huck. Perguntar não ofende: se fosse um cidadão comum, será que iria um helicóptero do Exército fazer o resgate?

 

Nelson Nascimento Cepeda nancybarroso@terra.com.br 

São Paulo

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VIOLÊNCIA NO RIO DE JANEIRO

O crescente número de ataques a faca no Rio, feitos por menores de idade, prova mais uma vez que o controle de armas, da maneira como está implantado no Brasil, é totalmente inútil. Desde os primórdios dos tempos sempre houve assassinatos, seja com porretes, pedras, toda variedade de "armas brancas" e, mais recentemente, com as chamadas "armas de fogo". Não é a facilidade de acesso às armas que conduz aos crimes, e, sim, a educação deficiente. Nosso principal problema é a paternidade irresponsável. Tenho amigas professoras que constantemente têm a desagradável oportunidade de contato com mães que, ao serem confrontadas com as façanhas de suas "gracinhas", brigam com elas, chamando-as de "vacas", entre outras coisas. E isso acontece principalmente nas proximidades das chamadas "comunidades" (êta país para gostar de eufemismos). As autoridades alegam que não podem mexer com a maioridade penal, entre outras coisas por falta de locais apropriados para a detenção dos menores. Só que isso não é problema nosso enquanto sociedade - o problema é todo delas. Outro problema é que a moda das facas, assim como tudo o que é ruim e feio, tende a se espalhar pelo resto do Brasil. 

 

Nestor Rodrigues Pereira Filho rodrigues-nestor@ig.com.br 

São Paulo

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ARMA BRANCA

O Código Penal não considera uma faca como arma! Após todos os episódios do Rio de Janeiro, e pelo Brasil afora, podem esperar os meros mortais da população comum, a nova moda será: menores de idade portanto a tal "arma branca" - leia-se faca ou facão -, assassinando a sangue frio a todos nós. E os governantes andando nos carros blindados.

Nelson Nascimento Cepeda tiguan2013@outlook.com     

São Paulo

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CAMPANHA DO DESARMAMENTO

Em vez de revogar o Estatuto do Desarmamento, vamos estendê-lo às armas brancas de qualquer tamanho. Facas de cozinha, de churrasco e canivetes devem obter registro na Polícia Federal.

Sergio S. de Oliveira ssoliveira@netsite.com.br 

Monte Santo de Minas (MG)

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CRIMINALIDADE PERPÉTUA

 

Há pelo menos duas décadas a criminalidade no País vem crescendo assustadoramente, atingindo a macabra cifra de 52% de homicídios anuais, sem nenhuma efetiva intervenção federal. Enquanto o massacre prossegue, uma minoria estrepitosa e pedante de pensadores de uma esquerda radical, com o olhar complacente do desgoverno que aí está, declara-se também "assustada'", pasmem, não com a morte e mutilações das vítimas do massacre, ou com a dor dos familiares que ficaram ao desamparo, mas com o que chamam de "surto de conservadorismo" no País, que apenas pede maior rigor nas punições e a necessária redução da maioridade penal. Desgraçadamente, ainda não apareceu luz no fundo desse malsinado poço. 

 

Rui da Fonseca Elia ruielia@terra.com.br 

Rio de Janeiro

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LICENÇA PARA MATAR

No Rio, um médico, cidadão e contribuinte, foi covardemente assassinado. Amparados no "ECA" (um nojo!), só falta aos responsáveis pela barbárie justificar a incompetência e o descaso processando o fabricante da faca. Quanto ao vagabundo assassino, as mesmas prerrogativas das "otoridades"!

A.Fernandes standyball@hotmail.com 

São Paulo

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CRÔNICAS DO BRASIL CONTEMPORÂNEO

Dos jornais: mãe de garoto estuprador (três moleques estupraram uma menina de 12 anos no banheiro da escola na semana passada) diz que ele é apenas uma criança, só faz brincadeiras inocentes e que na hora do estupro estava na diretoria. "Por quê?", perguntou o repórter. "É que ele estava quebrando as luminárias da escola..." Quer dizer que quebrar lâmpadas da escola, destruir patrimônio público, agora, virou brincadeira de criança? Eu me considerava um moleque e nem por isso alguma vez pisei na sagrada sala da Diretoria do Fernão Dias, de Pinheiros. De se notar que, além de quebrar lâmpadas, o garoto estuprou também. Foi o responsável por segurar a menina, reconhecido por ela e acusado pelos "coleguinhas". Na maior cara de pau, mãe e filho estão pedindo exame de virgindade para ele, o que, além do absurdo da situação, é coisa impossível de constatar. Pode? E a passeata da maconha? Quatro mil pessoas. Tinha mais gente no jogo do Juventus com o Barueri. Parece que o pessoal está preferindo fumar seu beck sossegado em casa, sem fazer alegoria. Melhor assim. Cada um na sua. O que sei é que tinha uma mulherzinha - sim, mulherzinha, com conotação pejorativa mesmo - que informou à repórter do "Estadão" que levou à passeata o filho, uma criança de cinco anos (valha-me Deus!), para ele aprender que fumar maconha é bom, não tem nada de mais e que o pessoal já dava um tapa no baseado há 5 mil anos. Como profissão, ela se diz "artista performática". Com essas ideias, posso imaginar o tipo de performance da moça. Não seria o caso de tirar a guarda da criança de um elemento desse naipe? Fazer apologia, ensinar uma criança de cinco anos que é bom fazer algo ilegal, sei não... E passamos imediatamente para um vídeo que circula na internet mostrando um rapazinho de seus 14 anos, cheio de trejeitos gays - bastante forçados, diga-se -, provocando uma professora em níveis que beiram a raia do absurdo. Chegou a passar a mão nos seios e no traseiro dela, ameaçando esbofeteá-la, enquanto uma garota que filmava a cena ria às escancaras. A professorinha, de aparência humilde, visivelmente amedrontada, se esquivava como podia, enquanto o celerado ia tirando livros de sua mão, jogando-os no chão. Juntando as três tristes histórias da vida real, uma pequena amostra dos descalabros que povoam o Brasil, podemos inferir o grau de culpa que muitos pais carregam pelo descaminho dos filhos. É um tal de passar a mão na cabeça, jamais dizer não e desculpar por tudo, além da falta de diálogo e de rigor na educação, com imposição de castigos adequados e restrições. Esta é a geração preguiçosa e covarde que passivamente aceitou e continua aceitando as imposições das políticas permissivas da esquerda festiva, dos direitos humanos, do politicamente correto e da filosofia bandida do PT e companhia que prega, como desculpa para seus crimes, que o partido é maior do que as pessoas e que "os fins justificam os meios". Oremos, ou criemos nós vergonha na cara para enfrentar essa insaciável súcia de bandidos, me desculpem o pleonasmo! E o Brasil é tão lindo...

 

Percy de Mello Castanho Junior percy@clubedoscompositores.com.br 

Santos 

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O ESTADO ISLÂMICO É AQUI

Se a Constituição brasileira estabelece que homens e mulheres são iguais perante a lei, por que as mulheres, incluindo crianças e adolescentes, continuam sendo vítimas de violência sexual, inclusive em locais públicos?

Maria Lucia Ruhnke Jorge mlucia.rjorge@gmail.com 

Piracicaba

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'QUE PAPELÃO'

Fernando Haddad cortou mais de mil árvores na Avenida Radial Leste para construir ali um túnel que ligaria a via ao Parque Dom Pedro, motivo, inclusive, de protesto popular ("Estadão", 2/5, A16), com centenas de cruzes brancas estocadas ao redor dos troncos ceifados. De acordo com o editorial "Que papelão" ("Estadão", 24/5, A3), o Tribunal de Contas do Município (TCM) bloqueou o plano por falta de projeto básico completo. É exatamente assim que o sr. prefeito governa São Paulo, sem planejamento algum: acabou com a Controlar da noite para o dia; aumentou a zona azul em 78,5% (o dobro da inflação no período) e enjambrou 400 km de ciclovia na cidade ao custo de R$ 650 mil por km, ante R$ 129 mil/km em Paris. Faço, aqui, a profecia do ex-deputado federal Roberto Jefferson a um aliado do edil: "Sai daí, Haddad, sai rapidinho".

Rodolfo Jesus Fuciji tforte41@gmail.com 

São Paulo

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O PIOR INCOMPETENTE

O sr. Fernando Haddad é o pior tipo de incompetente que existe: o incompetente arrogante que não reconhece que está errado nem procura corrigir os erros. Errados são sempre os outros.

Alexandre Fontana alexfontana70@yahoo.com.br 

São Paulo

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EXERCÍCIO DE IMAGINAÇÃO

Distratos imobiliários podem chegar a R$ 7 bilhões neste ano (25/5, B1 e B4). Fazendo um exercício de imaginação, imaginem se o famigerado Projeto Nova Luz tivesse ido adiante em 2012, quando ainda não havia crise? Hoje teríamos 45 quadras de terra arrasada em pleno centro da cidade, dezenas de milhares de pessoas desempregadas e milhares de negócios falidos, ocasionando graves perdas ao município. Que essa hipótese sirva de lição aos nossos planejadores urbanísticos e de alerta a todos os paulistanos contra propostas mirabolantes de qualquer prefeito de plantão.

Suely Mandelbaum, urbanista suely.m@terra.com.br 

São Paulo

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ANVISA APARELHADA 

 

 A maioria dos funcionários públicos não é confiável. Senão vejamos: segundo notícia publicada na página A15 do "Estadão" de 25/5, governos gastaram R$ 314 milhões na compra de remédios importados, forçados por imposições do Judiciário. Por que tanto dinheiro do contribuinte jogado fora? A razão desaba na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), aparelhada por petistas, que ainda não homologou medicamentos caros, já em uso nos países adiantados. Notar que a atitude negligente da Anvisa refere-se a medicamentos importado e existentes no Brasil, mas ainda aguardando sinal verde da Anvisa. Essa intolerável situação prejudica os pacientes, geralmente afetados por doenças graves, além de sobrecarregar o Judiciário. Vamos, presidenta Dilma, por que não desaparelhar as agências reguladoras?

 

José Sebastião de Paiva jpaiva1@terra.com.br

São Paulo 

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DOENÇA DE WILSON

Cumprimentamos o jornal "Estado" pela matéria "Governos gastam R$ 314 mi com remédio importado" e desejamos deixar registrado o nosso protesto pela maneira como a Secretaria Estadual da Saúde de São Paulo trata as pessoas que sofrem da Doença de Wilson, uma doença rara que atinge de 3 a 4 pessoas em 100 mil e que, se não tratada, resulta em óbito, não sem antes submeter as pessoas a um sofrimento atroz e desumano. Disse na reportagem o secretário da Saúde, dr. David Uip, que "o crescimento dos gastos dos governos demandas judiciais de saúde é preocupante". Mas é a própria inépcia da Secretaria da Saúde de São Paulo que obriga os pacientes da Doença de Wilson a recorrerem à Justiça para conseguirem o remédio que deveria estar sendo distribuído nos hospitais paulistas. Segundo o disposto na Lei 12.401/2011, os medicamentos não registrados na Anvisa não podem ser dispensados "no ambiente do SUS", isto é, o valor da compra ser reembolsado pelo Ministério da Saúde às secretarias estaduais. Acontece que, no caso da Doença de Wilson, o seu principal medicamento, a trientina, teve sua compra autorizada em caráter excepcional, com mais cerca de 20 outros remédios para outras patologias, conforme a Resolução n.º 28, de 9 de maio de 2008 - que não foi alterada nem modificada pela citada Lei 12.401/2011, DESDE QUE a secretaria estadual pague o remédio do seu próprio orçamento. E com isso, ao invés de comprar e distribuir normalmente o medicamento a preço de mercado, com descontos pela quantidade, o nosso secretário prefere obrigar os doentes a apelas para a Justiça em processos caros e demorados. Por favor, senhor secretário, menos discurso e mais bom senso.

 

Lúcio Mazza, vice-presidente da Associação Brasileira dos Doentes de Wilson lmazz@uol.com.br

Guarulhos

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SABER E PODER NA PUC-SP

Li o artigo do professor Joel Birman sobre a discussão em torno da criação da cátedra Michel Foucault na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Rejeitada por quase todos os bispos auxiliares de São Paulo em votação, a medida queria evitar a apologia do pensamento do filósofo francês em uma universidade católica. A argumentação do professor é tendenciosa: na primeira parte ele descreve o nascimento do pensamento autoritário e fundamentalista para, na segunda metade, inserir a recusa na criação da cátedra Michel Foucault dentro do contexto autoritário-fundamentalista, algo que no meu entender não é automático, aliás seria até impróprio. Mais: a questão da perda dos áudios ainda não foi decidida. Os pesquisadores que quiserem acesso a este material apenas precisam entrar em contato com o departamento de Filosofia da PUC-SP, o atual guardião dos documentos.

Edison Minami, doutor em História pelo DH-FFLCH-USP edison.minami@hotmail.com 

São Paulo

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OBSCURANTISMO

Enquanto a PUC de São Paulo não reverter a decisão da rejeição da cátedra Michel Foucault, a universidade continuará caracterizada pelo obscurantismo, pela intolerância, pelo autoritarismo, como reitera a excelente matéria do "Aliás" de domingo (24/5), de autoria do psicanalista Joel Birman, da UFRJ. 

Edgard de Assis Carvalho, professor titular de Antropologia, correpresentante brasileiro da cátedra itinerante Unesco Edgar Morin edgardcarvalho@terra.com.br 

São Paulo

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EDUCAÇÃO

Lendo o jornal "Estadão" de 24/5, deparei-me com várias matérias interessantes que me chamaram a atenção, principalmente as relacionadas à "educação" no nosso país. Foi estarrecedor ler a matéria "Crise afeta atividade acadêmica a USP e curso tem de pedir docente emprestado" e ver como estão sendo tratados alunos, funcionários e todo o corpo docente por causa da crise financeira por que passa a instituição. Apesar de não ser exclusividade da educação, haja vista as notícias sobre os cortes no Orçamento da União em todos os setores, é triste saber que os governantes que são responsáveis pela educação no País, que, aliás, tem como slogan de governo "Brasil, Pátria Educadora", trata dessa forma essa instituição tão importante, formadora de tantos profissionais respeitados. É um descaso total e absurdo. E traçar um paralelo com outra matéria, a entrevista "'Situação financeira da UFRJ é dramática', diz reitor recém-eleito", não é difícil. O que nos dá um pouco de esperanças é a atitude tomada pelos estudantes que ocuparam a reitoria da UFRJ em solidariedade aos funcionários daquela instituição, que estão com seus salários atrasados. É uma atitude corajosa de quem luta pelo direito de todos, não só em beneficio próprio. Espero que tudo se resolva o quanto antes, para o bem dos funcionários e dos estudantes, tanto da USP quanto da UFRJ, que assim poderão voltar às suas atividades.

João Paulo Rodrigo de Oliveira joaop.gtifatec@hotmail.com 

Campinas

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DORA KRAMER

Feliz com o retorno da excepcional colunista Dora Kramer ao "Estadão". Demorou.

Vera H. Carvalho dos Santos vhcarvalho66@gmail.com  

São Paulo

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COLUNISTA POLÍTICA

Bem-vinda, Dora Kramer, de volta ao lugar do qual não poderia ter saído. Suas análises são importantes para o esclarecimento dos leitores. Sua presença no "Estadão" qualifica o jornal. Parabéns a você e ao jornal por terem chegado a um acordo. Os leitores agradecem.

Sylvia Loeb sylvia.loeb@gmail.com  

São Paulo

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QUALIDADE DOS JORNAIS

A linha defendida por Carlos Alberto Di Franco é primorosa ("Jornal, âncora da democracia", 25/5, A2). A boa imprensa é aquela que não se furta a trazer opinião, mas com a atenção para o devido aprofundamento e análise, quesitos distantes das redes sociais. Quando muito, há a replicação daquilo que já foi em algum lugar publicado. Jornais norte-americanos provaram que há público que aceita pagar pela notícia, impressa ou digital, desde que de qualidade.

 

Adilson Roberto Gonçalves prodomoarg@gmail.com 

Lorena

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