Fórum dos Leitores

LULOPETISMO

O Estado de S. Paulo

09 Junho 2015 | 03h00

Judas?

Essa pedaladora é realmente uma fanfarrona! Depois de, como nunca antes na História deste país, destruírem tudo o que estava aí, começando pela Lei de Responsabilidade Fiscal, pelas agências reguladoras, pela PeTrobrás, etc., precisavam de alguém para pôr ordem na casa. Convidaram a única pessoa séria no atual (des)governo e ainda a pedaladora vem a público dizer que Joaquim Levy não pode ser tratado como “judas”?! Ora, judas é seu mentor, seu marqueteiro e todos os demais petralhas envolvidos numa reeleição, para dizer o mínimo, desastrosa e para lá de mentirosa! Essa senhora deveria olhar para o próprio umbigo e para o umbigo do seu criador, pois a criatura fez desandar a maionese. E se Deus e o povo brasileiro assim o quiserem, pela última vez, apesar de restarem ainda três anos. Oremos!

RENATO AMARAL CAMARGO

natuscamargo@yahoo.com.br

São Paulo

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Acertou a presidente Dilma Rousseff: o ministro Levy não deveria ser malhado por “fazer o diabo” para aumentar a arrecadação, numa época de economia estagnada, desemprego, inflação e juros altos, pois sabemos que a responsabilidade por essa situação desastrosa é dela. Como também é dela a tarefa de estabelecer uma política séria para melhorar esse quadro, eliminando as raízes da ineficiência e da corrupção no seu governo. Ou a “política” vai parar, para variar, em arrumar mais dinheiro para o governo continuar a farra?

OMAR EL SEOUD

elseoud.usp@gmail.com

São Paulo

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A “presidenta competenta” diz ser injusto e errado tratar o ministro Joaquim Levy como “judas”. E não é que ela está certíssima? Afinal, o ministro só está fazendo o que lhe foi mandado. Judas é quem prometeu e cantou loas a um país imaginário para se reeleger, denegriu os opositores e, após a eleição, mandou aplicar as medidas atribuídas aos adversários! E lá vai ela feliz e “contenta”, acompanhada por seguranças e personal trainer, montada em sua bike! 

APARECIDA DILEIDE GAZIOLLA

aparecidagaziolla@gmail.com

São Caetano do Sul

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De injustiças

Presidente Dilma Rousseff, injusto é tratar todo o povo trabalhador brasileiro como burro de carga para pagar, com sacrifícios, os anos de incompetência do seu partido. O resto é resto!

DEBORAH MARQUES ZOPPI

dmzoppi@uol.com.br

São Paulo

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Inflação descontrolada

Cebola a R$ 8 e Dilma a pedalar. Mesmo sem descascar, dá vontade de chorar.

ROBERTO TWIASCHOR

rtwiaschor@uol.com.br 

São Paulo

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Pedaladas

Irônico ver a presidente pedalando livre, leve e solta após as pedaladas que seu governo cometeu. Ou seria uma mensagem subliminar? Será?

GIOVANI LIMA MONTENEGRO

giovani.limamontenegro@gmail.com

São Paulo

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Passeios matinais

Essa jogada de marketing é velha conhecida dos brasileiros, geralmente utilizada por governantes beirando o impeachment, na tentativa ensandecida de mudar o foco, desviar atenções. Exemplo: o corredor matinal que saía, meio aloprado, da Casa da Dinda, mandando recados desenhados nas camisetas, seguido por seguranças e jornalistas. O Brasil, como hoje, desgovernado, seguia à deriva... 

ARNALDO C. MONTENEGRO

ac.montenegro@uol.com.br

São Paulo

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Maria Antonieta

“Se não há pães, que comam bolos.” Dieta para emagrecer num país onde metade da população passa fome e tem de aguardar às vezes até anos por uma cirurgia?! E ainda cantarolando, porque deve ser muito bom ter à disposição um chefe de cozinha para cuidar da dieta, com direito a personal trainer, passeios ciclísticos, etc... Que tal essa senhora alongar os seus passeios até a periferia de Brasília, para acordar do seu sonho e, quem sabe, começar a pensar menos em seu peso corporal e mais no peso de sua consciência?

VERA A. VAILATI BERTOLUCCI

veravailati@uol.com.br

São Paulo

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TUCANOS SE BICAM

Criadores de caso

Apesar de apartidária, sempre votei no PSDB aqui, em São Paulo. Mas fiquei horrorizada com essa disputa pelo poder, indecente e doentia, encenada pelo deputado Bruno Covas e pelo suplente de senador José Aníbal (5/6 A7). É a segunda vez que ouço o nome desses dois criando caso dentro do partido, o que contribui para espalhar o lema “o PSDB dividido sempre será vencido”. Nas eleições de 2016 não votarei de jeito nenhum se um desses dois que contribuem tanto para a desunião do partido por acaso for candidato.

CANDIDA L. ALVES DE ALMEIDA

almeida.candida@gmail.com

São Paulo

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EDUCAÇÃO

Terceiro Mundo

O artigo Pobre educação pobre (Aliás, 7/6), de José de Souza Martins, professor emérito da FFCL da USP, remete a uma questão fundamental relacionada ao desenvolvimento do País. O desprezo que sempre acompanhou a história do ensino é a marca registrada de país do Terceiro Mundo. O docente é tratado como funcionário de terceira classe, destinado a sobreviver com sua modesta remuneração. Após sua licenciatura, o professor deveria ter a possibilidade de prosseguir sua formação em cursos de aperfeiçoamento, pós-graduação e especialização em temas de seu interesse e do desenvolvimento da Nação. É de lamentar que o que seriam justas reivindicações se tenha transformado em deploráveis cenas de primarismo mental que a mídia tem divulgado.

BENEDITO LIMA DE TOLEDO, professor titular da FAU-USP

bltoledo@uol.com.br

São Paulo

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Formação e salários

Como diz o Estadão (7/6, A19), o professor precisa aprender a ensinar. Há boas iniciativas nesse sentido, algumas delas mencionadas na reportagem, bem como outras, com destaque para o Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (Pibid), da Capes. Para o seu êxito, contudo, a experiência internacional ensina que é necessário valorizar o profissional do ensino com salários compatíveis com a relevância social e econômica de sua atuação. Só isso garante, de fato, uma alta qualidade de ensino. Há empenho federal, estadual e municipal para tal?

PEDRO PAULO A. FUNARI, professor titular do Departamento de História da Unicamp

ppfunari@uol.com.br

Campinas

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ENTREVISTA COM A PRESIDENTE

Não consegui alcançar a utilidade, em termos de informação ao leitor, da dita "entrevista" com a presidente da República ("Em defesa prévia de Levy, Dilma diz que é injusto tratá-lo como 'judas'", 8/6, A4). Ela fala o que bem entende, sem nenhuma participação do repórter que pudesse, eventualmente, confrontar suas palavras com a realidade do governo. Se a dieta a que está se submetendo surtiu efeitos, isso não altera sua incompetência como governante. Suas falas desconexas não revelam uma pessoa habituada a leituras. Que efeito tem para a população, que está passando enormes apuros por força da arrogante incompetência daquela senhora, o que ela está lendo no momento? Para que uma página inteira de mais propaganda enganosa? Preferiria receitas de bolos e doces.

Ana Lúcia Amaral

anamaral@uol.com.br 

São Paulo

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PEDALADAS

A única informação relevante da entrevista da presidente Dilma concedida ao "Estadão" é a de que ela está lendo "Sobrados e Mucambos", de Gilberto Freyre. O resto, segundo ela, está uma belezura: a crise econômica ainda se deve a fatores externos (crise internacional); não há nenhum risca-faca com o Congresso Nacional; a "Copa das Copas" foi a mais lucrativa da qual se tem notícia (para quem?); a CBF e a Fifa devem ser investigadas (não diga!); e, se houve roubo nas Copas, que se investiguem todas, sobretudo as de 1994 e de 1998 (por que será, hein?). E, ao fim da entrevista, o pneu da presidente furou. Talvez estivesse furado há muito tempo, contudo, pedalar é com a presidente. 

Werly da Gama dos Santos

gama_eamsc@yahoo.com.br 

Rio de Janeiro

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CAFÉ DOMINICAL

A maioria das afirmações de Dilma no café da manhã após pedalar 45 minutos com a repórter do "Estadão" nas redondezas do Palácio do Planalto (8/6, A4) vai de encontro com o pensamento da população. A uma delas, sobre a redução da maioridade penal de 18 para 16 anos, 80% dos brasileiros são favoráveis, e a presidente, sem ser objetiva, diz "eu não sou a favor por um motivo muito simples: onde ocorreu, ficou claro que isso não resultava em proteção aos jovens. As medidas socioeducativas têm de ser prolongadas". Logo, não deve ela interferir nesse debate, por tratar-se de um assunto polêmico, que somente a sociedade, por meio de seus representantes no Congresso Nacional, tem condições de discutir. É inacreditável uma autoridade ir contra a redução da maioridade penal, protegendo jovens bandidos que votam para presidente da República, mas não podem responder por crimes na Justiça.

José Wilson de Lima Costa

jwlcosta@bol.com.br  

São Paulo

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A CENA DO CRIME

Foi curioso ver a imagem da presidente, estampada na primeira página do "Estadão" de sábado (6/6), pedalando em frente a um lava rápido. Dúvida: será que foi aí que a Operação Lava Jato, comandada pelo juiz Sérgio Moro e que investiga a corrupção na Petrobrás, começou?

Peter Cazale

pcazale@uol.com.br

São Paulo

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A IMAGEM DO GOVERNO

Nada como um bom fotógrafo. Num simples clique, ele retratou as principais características do novo mandato da presidente Dilma: as pedaladas fiscais e a Operação Lava Jato, ao fundo! Parabéns!

Mauro Gomes

gomesm@uol.com.br  

São Paulo

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NOVO ESTILO

Percebendo que ninguém gostou de suas "pedaladas fiscais", a presidente Dilma resolveu pedalar em estilo, com bicicleta bonita e personal trainer ao lado. Coisa chique, padrão Fifa. A semelhança termina aí, pois, seguindo sua declaração de dezembro de 2014, "o Brasil não vive crise de corrupção e não têm intocáveis". Pasme!

Omar El Seoud

ElSeoud.USP@gmail.com 

São Paulo

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FOTO COMPLETA

Muita felicidade do fotógrafo que fez a imagem da presidente pedalando, literalmente, e tendo ao fundo a placa: "Lava Jato Planalto". Tudo muito completo numa foto só. Perfeito.  

Ademir Lamenza

able.solutions@uol.com.br

São Paulo

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ESTÁ DIFÍCIL...

Parabéns ao fotógrafo do "Estadão" Dida Sampaio, pela composição da foto de capa da edição de sábado, que ilustra Dilma se exercitando de bicicleta e, no fundo, observa-se um estabelecimento comercial chamado Lava Jato Planalto. Pois é, presidente, está difícil até de apreciar a paisagem numa pedalada descontraída de final de tarde.

Marcelo Rufino Bonder

marcelobonder@hotmail.com 

Paraguaçu Paulista

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NÃO LARGA DO PÉ

Muito interessante e sugestiva a foto da "presidenta" Dilma pedalando na frente da placa "Lava Jato Planalto". Não adianta fugir, dona Dilma, o Lava Jato a acompanhará por muito, muito tempo...

Fernando Pastore Junior

fernandopastorejr@gmail.com

São Paulo

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LAVA JATO

Simplesmente genial a foto da capa do "Estadão" de sábado. Enquanto o País continua à deriva e afundando, nossa "presidenta" continua literalmente pedalando. O curioso é que "ella" o fazia em frente ao Lava Jato. Não, leitores, não é o que vocês estão pensando... Trata-se de um lava rápido, como se pode ver na foto.

Renato Amaral Camargo

natuscamargo@yahoo.com.br 

São Paulo

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IMAGEM CONTUNDENTE

Magnífica a capa do "Estadão" de sábado, com a foto da dona Dilma dando suas "pedaladas" e, ao fundo, o letreiro de um estabelecimento comercial chamado "Lava Jato Planalto". Além de sugestiva, ao mesmo tempo é muito contundente com os atuais desmandos na política brasileira. 

Antônio Carelli Filho

palestrino1949@hotmail.com

Taubaté

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TROQUEM O NOME!

Achei fantástica a foto da primeira página do "Estadão" onde a presidente Dilma pedala e, ao fundo, vê-se a faixa "Lava Jato Planalto". Se ela se der conta do fato, certamente ontem, segunda-feira, o estabelecimento teve de mudar de nome!

Luiz Roberto Savoldelli

savoldelli@uol.com.br 

São Bernardo do Campo

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PANO DE FUNDO

Não poderia haver melhor pano de fundo para as pedaladas da dona Dilma, na foto de sábado: Lava Jato Planalto.

Guto Pacheco

jam.pacheco@uol.com.br 

São Paulo 

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COINCIDÊNCIA?

Muito apropriada a foto, na capa do "Estadão" de sábado, da presidente Dilma andando de bicicleta. No fundo, lê-se, em letras garrafais: "LAVA JATO". Hum, que interessante...

Daniel Arjona de Andrade Hara

haradaniel734@gmail.com 

Griesheim (Alemanha)

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NOVAS PEDALADAS

Parabéns ao "Estadão" pelas sugestivas fotos da edição de sábado (6/6), que aparecem na capa e na página A4, mostrando dona Dilma dando novas pedaladas, agora sob a sombra da "Lava Jato".

Ruy de Jesus Marçal Carneiro

ruycar88@uol.com.br

Londrina (PR)

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DE BIKE NO PLANALTO

Espetacular a foto da presidente Dilma pedalando ao lado do seu segurança e com a placa do Lava Jato Planalto ao fundo.

Clézio Donizete Goulart

clezio_goulart@yahoo.com.br

São Paulo

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UMA PRESIDENTE CICLISTA E HUMANA

Ao ver a foto estampada na primeira página do "Estadão" de ontem (8/6), fiquei estarrecido ao ver a desenvoltura das "pedaladas" de nossa "gerenta" (e agora também garota-propaganda do prefeitinho de São Paulo?), sem a necessidade de rodinha lateral auxiliar ou de alguém a segurando, demonstrando todo o seu equilíbrio corporal (já o fiscal...). Que capacidade! Que capacete! "Hay que pedalar, pero sin perder la ternura jamás." Afinal, neste lamentável circo Brasil, fica cada vez mais explícito que propaganda e marketing, criações capitalistas, são sempre muito, mas muito mesmo, utilizados pelos vermelhos. Querer "humanizar" agora esta figura, para mim demonstra que até então ela era uma extraterrestre.

Renato Otto Ortlepp

renatotto@hotmail.com 

São Paulo

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POIS É...

...Enquanto ela "pedala" para se humanizar, a placa atrás dela diz "LAVA JATO". Palmas para o fotógrafo!

Doca Ramos Mello

ddramosmello@uol.com.br

São Sebastião

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AUDIÊNCIA

Uma sugestão para nossa "Penélope Charmosa": quer fazer um exercício físico eficiente e produtivo? Encha um carrinho de mão com massa de cimento e vá rebocar uma parede de tijolos de algum barraco em alguma comunidade. Dá audiência. Ah, e leve "Lulla" de servente.

Carlos Alberto Roxo

roxo_7@terra.com.br 

São Paulo

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DILMA NA BICICLETA

Com tanta coisa bonita para colocar na primeira página do jornal, vocês nos brindam com este urubu de tanga? Fala sério!

Celia H. Guercio Rodrigues

celitar@hotmail.com 

Avaré

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BOA NAS PEDALADAS

Quem está torcendo para Dilma cair da bicicleta, vá desistindo, ela é muito boa nas pedaladas.

Hamilton Penalva

hpenalva@globo.com 

São Paulo

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PEDALA, DILMA!

Capciosa a imagem da "presidenta" Dilma estampada no "Estadão" do dia 6/6. Estrelando, as famosas pedaladas, e, de plano de fundo, a (o) Lava Jato Planalto. Uma imagem vale mais que mil palavras.

Marco Dulgheroff Novais

marcodnovais@hotmail.com

São Paulo

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MENTE SÃ

A presidente circula de bicicleta em busca do corpo são. Por que não busca a mente sã?

Fausto Ferraz Filho

faustofefi@ig.com.br 

São Paulo

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A DIETA POPULAR

A presidente "Dillma" nem precisaria pedalar para mostrar à população como se manter em forma física saudável, porque, diante da triste situação financeira que assola o País, com desemprego em alta, em breve toda a população que andava obesa, como a nossa, em breve também estará magrinha - mas de fome.

Beatriz Campos

beatriz.campos@uol.com.br 

São Paulo

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DO MANICÔMIO

Ao ver minha conta de luz de junho, como todo brasileiro bonzinho, disse "que bom, eu gastei um pouco menos de kilowatts". Mas minha conta veio quase R$ 100 mais cara, então pensei: "Que alegria, Lula em Milão e Mônaco, Dilma passeando com seus seguranças e a gente pagando toda a corrupção e incompetência...". Aí dei graças a Deus, disse: "Tomara que Lula vença em 2018, afinal, eu adoro ver o Brasil com a saúde como está e as contas aumentando para a gente pagar os luxos deles, que Deus os abençoe, que nada mude e que eles tenham na vida tudo de bom, assim como eles nos desejam. E o povo que continue tão esperto os reelegendo". Abraço de um hóspede feliz do manicômio.

Roberto Moreira da Silva

rrobertoms@uol.com.br 

São Paulo

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INFLAÇÃO CAMUFLADA

Leio no jornal de minha cidade que a energia (que já subiu) pressionou a água, que deverá subir 35%. Qual é mesmo a inflação?

Maria do Carmo Zaffalon Leme Cardoso

mdokrmo@hotmail.c0m

Bauru

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SAUDADES

Inflação controlada,

Inflação zerada.

Base de tudo,

Seja qual for o conteúdo.

Maior feito da herança maldita.

Penso nisso todo dia, 

Eu era feliz e não sabia!

Eduardo Augusto Delgado Filho

e.delgadofilho@gmail.com 

Campinas

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SOFRIMENTO

Com a inflação em alta e o consequente aumento em cadeia dos preços de restaurantes, estacionamentos, combustíveis e afins, sair (de casa) não é mais um divertimento, mas, sim, um sofrimento!

J. S. Decol

decoljs@globo.com 

São Paulo

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REAJUSTE DOS PLANOS DE SAÚDE

O governo do PT sempre se disse defensor dos trabalhadores e dos assalariados, mas autorizou a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) aumentar em 13,5% as faturas dos planos de saúde. É mais que o dobro da inflação oficial de 2014. É o maior aumento que a ANS concedeu desde que foi criada. A rigor, a escumalha petista só pensa em faturar mais doações para as próximas eleições, e as empresas do setor de saúde são capitalizadas e prováveis grandes doadoras. Essa miséria de gente horrível e horripilante está pouco se lixando para a nossa educação, nossa saúde ou nossa segurança. O que esta escória quer é usufruir do poder, e o resto que se dane. A conclusão óbvia é que chegou a hora de essa gente para lá de chamuscada mostrar seu "valor" e nos deixar em paz para sempre.

Leão Machado Neto

lneto@uol.com.br 

São Paulo

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COMPENSAÇÃO

Se o governo quiser melhorar um pouco a sua imagem, profundamente desgastada por tantos erros cometidos ao longo dos últimos anos, bastaria proibir a ANS de autorizar esse aumento para os planos de saúde acima da inflação oficial, como o que acabou de ser feito, além de mandar corrigir retroativamente o aumento concedido injustamente nos anos anteriores, também acima da inflação. Cerca de 9 milhões de brasileiros teriam um pequeno motivo para compensar a infelicidade de ter de viver num país com a economia em frangalhos e onde a corrupção impera, sob o olhar complacente da presidente da República.

Ronaldo Gomes Ferraz

ronferraz@globo.com 

Rio de Janeiro 

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PISANDO NAS BARATAS

Uma vergonha para o País os aumentos autorizados nos planos de saúde, muito acima da inflação. Já não mais parece que estamos entregues às baratas. Na verdade, somos nós as baratas.

Ricardo C. Siqueira

ricardocsiqueira@globo.com 

Niterói (RJ)

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NA PENÚRIA

Energia elétrica, água, alimentação, medicamentos, planos de saúde, etc., tudo com aumento de mais que o dobro da inflação autorizado por este governo petelulista corrupto. Só gostaria de saber o que farão com os miseráveis aposentados na penúria, que deram sua vida trabalhando para não terem os mesmos direitos.

Angelo Tonelli

angelotonelli@yahoo.com.br 

São Paulo

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A OPERAÇÃO BNDES

A exemplo de outros brasileiros, eu li com estupefação a entrevista do presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), publicada no "Estadão" em 3/6, sobre a "transparência" daquele banco em seus empréstimos a países "muy amigos" do cacique da vez. Não sou economista, mas não consegui enxergar alguma vantagem nas operações do banco estatal em seus empréstimos de pai para filho a vários países, com a desculpa de financiar obras de empreiteiras brasileiras no exterior. Os empréstimos com juros de 2,8% a 6% ao ano e garantias do nosso próprio Tesouro Nacional, por meio do Fundo de Garantia à Exportação, são tão absurdos que o presidente do banco nem deveria tentar se explicar. Além da sua afirmação, comentada pelo leitor sr. Paulo Panossian, de que a estatal se tornou a instituição financeira mais transparente, onde aquele presidente esqueceu-se de acrescentar a expressão "na marra", reparei em mais um sofisma, ou seja, de que "até agora a inadimplência nos financiamentos é zero" Ora, se o levantamento dos empréstimos investigados se refere a um período de oito anos de governos petistas, com prazos que vão de 10 anos a 25 anos, certamente dentro desse universo não pode ter nenhuma inadimplência, já que o menor dos prazos ainda não venceu. Isso sem contar que, com juros tão baixos, seria loucura um país se tornar inadimplente. Mas o que revolta mais são os países que foram agraciados, os prazos de pagamentos e as importâncias financiadas. Usando como exemplo o empréstimo a Cuba, o economista e professor Sérgio Lazzarini, em entrevista ao "Estadão", entende como atípicas as condições oferecidas àquele país: juros baixos e prazos longos, garantidos pelo próprio governo do Brasil. Cuba, explica ele, tem um dos piores riscos de crédito do mundo e recebeu condições extremamente vantajosas. As taxas para Cuba variaram entre 4,4% e 6%, a um prazo de 25 anos. O professor Lazzarini continua, "estudo realizado pela Universidade de Nova York estima que um financiamento para Cuba teria de ter juros oscilando entre 11,5% e 12,5%. Mas é um valor hipotético, porque Cuba nem consegue tal empréstimo". Também chamou a atenção que, como garantia utilizada no financiamento para Cuba, foi utilizado um seguro não usual, um fundo vinculado ao Ministério da Fazenda do Brasil, ou seja, todo o risco de uma eventual inadimplência é do Tesouro Nacional, que, claro, somos todos nós. Pois bem, com tal negócio e outros assemelhados, o BNDES emprestou US$ 11,9 bilhões nos últimos oito anos, em condições que para obras em nosso país as empresas nacionais não conseguem. E é por esse e outros destemperos petistas com o dinheiro público que atualmente somos convocados a encarar um ajuste fiscal tamanho família. Em meu entendimento de leigo em leis, tais operações até poderiam ser consideradas como crimes de lesa-pátria.

Gilberto Pacini

benetazzos@bol.com.br 

São Paulo

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DOIS PRESOS E DUAS MEDIDAS

Conforme a matéria "Tribunal italiano nega recurso e autoriza extradição de Pizzolato" ("Estadão", 4/6), o desfecho do caso representou um constrangimento adicional para o Brasil. Ao decidir extraditar um cidadão italiano condenado em outro país, a Itália deu um exemplo de como a Justiça deve prevalecer sobre a política ou a ideologia. Já no Brasil de Lula, o italiano Cesare Battisti pode dormir tranquilo. Ele foi condenado à prisão perpétua pela Justiça da Itália por assassinato, mas ganhou refúgio no Brasil. Cesare Battisti está no Brasil desde 2004. Ele foi condenado na Itália à prisão perpétua por homicídio, quando integrava o grupo Proletários Armados pelo Comunismo. Em 2007, chegou a ser preso. A Itália pediu a extradição de Battisti. O Supremo Tribunal Federal (STF) concordou, mas disse que a decisão final seria do então presidente Lula, que, em 2010, negou a extradição.

Cláudio Moschella

arquiteto@claudiomoschella.net

São Paulo

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O JULGAMENTO DE HENRIQUE PIZZOLATO

Lula tinha um bom motivo para estar na Itália na semana passada: visitar Henrique Pizzolato e lhe oferecer boas vindas ao Brasil, ou pedir as senhas de seu cartão de crédito, ou oferecer um cala-boca e apoios necessários. Ou pode ser somente uma reafirmação de amizade.    

Arcangelo Sforcin Filho

arcangelosforcin@gmail.com 

São Paulo

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O BANCO DO BRASIL NÃO É A PETROBRÁS

Chamou-me a atenção a seguinte passagem sobre a fuga de Henrique Pizzolato para a Itália: "Diferentemente dos demais réus, fugiu. Usando o nome de um irmão morto, foi curtir sua dupla cidadania na Itália, até acabar preso". Conforme noticiado tempos atrás, Lula e familiares adquiriram o passaporte italiano. Têm, assim, dupla nacionalidade e não terão de recorrer a tais medidas extremas se porventura chegar a hora. Muito previdente o sr. Lula.

Ottfried Kelbert

okelbert@outlook.com 

Capão Bonito

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DEZ ANOS DE MENSALÃO

Dez anos da denúncia do mensalão, um marco na trágica história ética de nosso país e do Poder Judiciário. E, por que não dizer, da consciência cívica dos brasileiros, ainda latente e prestes a tomar as ruas a qualquer momento; síntese da sentença homérica de que os deuses tecem as desventuras para que às futuras gerações não falte o que contar ("Odisseia", VIII, "in fine"). Roberto Jefferson, com sua imensa culpa, não deixou de exercer o papel de destaque nessa réplica do teatro grego. E Joaquim Barbosa, um deus severo, por vezes arbitrário, implacável, porém saudado em face do cansaço crônico da Nação. 

Amadeu R. Garrido de Paula

amadeugarridoadv@uol.com.br 

São Paulo

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FUNESTO ANIVERSÁRIO

Cumprimento o dr. Miguel Reale Júnior por seu artigo "Triste aniversário" (6/6, A2). É o que a maioria dos brasileiros deseja expressar. Por que só o povo deve pagar a irresponsabilidade deste desgoverno? O governo continua com barganhas, dando cargos com altos salários em troca de voto. Eis aí outro mensalão. A única saída é a intervenção constitucional.

João Ricardo Silveira Jaluks

joaosilver45@gmail.com 

São José dos Campos 

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PANELAÇOS E MANIFESTAÇÕES

Mais um petista ou falso esquerdista nos fala sua opinião desastrosa, neste jornal, sobre as grandes passeatas que ocorreram no Brasil ("O movimento micou", 6/6, C8). Marcelo Rubens Paiva dá a entender que foi organizado como o PT organiza seus militantes, ou seja, pagos para defendê-los nas ruas por qualquer motivo. Eu fui, e vários que conheço foram, às ruas sem ninguém ter pedido, só uma data foi marcada para a passeata, e ninguém foi obrigado a ir, ou pago, e, sim, fomos contra tudo o que esta aí: corrupção desenfreada em todos os cantos do País, sendo cada dia mais complicado viver aqui, pelos custos abusivos para pagar esta podridão de atraso que é o governo do Brasil. Fomos por espontânea vontade, ou seja, quando sentimos que a ocasião merece nossa presença, e não fomos mandados por alguém, como insinuou o jornalista. O movimento não "micou", mas está adormecido como um vulcão, e do jeito que andam as coisas, vai explodir feio se não mudarem drasticamente tudo o que esta aí.

Tiago Homem de Melo de Carvalho e Silva

tihmcs@ig.com.br 

Campinas

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CORRUPÇÃO NA FIFA

Discordo veementemente daqueles que dizem que o governo brasileiro é "padrão Fifa". A verdade é o inverso: a Fifa é que adotou o "padrão PT".

José Gilberto Silvestrini

jgsilvestrini@gmail.com 

Pirassununga

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BINGO!

A Polícia Federal brasileira está investigando Ricardo Teixeira, ex-presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), por suspeita de corrupção. Que grande descoberta! Estão investigando só agora o que nós todos brasileiros já sabíamos há muitos anos.

Angela M. de Souza Bichi

angela_bichi@hotmail.com 

São Paulo

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ESCÂNDALO NO FUTEBOL

Vale a pena aproveitar a boa ideia de nossa presidente - talvez a única - de terceirização, e pedir ao FBI e ao Judiciário dos Estados Unidos para assumirem os serviços aqui, no Brasil. Sem entender de futebol, prenderam gente que há anos todo mundo sabe o que faz, mas que só foram indiciadas aqui na mesma semana que estourou a bomba lá fora.

Aldo Bertolucci

accpbertolucci@terra.com.br  

São Paulo

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INCOMPARÁVEIS

E lá vamos nós, na leitura jornalística diária, nos inteirando da dimensão que os "malfeitos" vão tomando. Corrupção não tem fronteiras, e está aí a Fifa para corroborar essa afirmação, mas, ufanismo à parte, temos de considerar que, somados todos os Blatters e Valckes do mundo, não há quem faça frente aos cartolas brasileiros, acompanheirados com um ex, mas ainda presidente do Brasil, que em matéria de corrupção bate um bolão! Brasil, sil, sil!

Carmela Tassi Chaves

tassichaves@yahoo.com.br 

São Paulo

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COM O RABO PRESO?

Depois do "fora" contumaz do Rei Pelé, a reação de Ronaldo pedindo renúncias me parece puro oportunismo.

Sergio S. de Oliveira

ssoliveira@netsite.com.br 

Monte Santo de Minas (MG)

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AS MÃOS NO FUTEBOL

Na Copa do Mundo de 1986, disputada no México, "la mano de Diós" de Maradona fez da Argentina campeã mundial. Em 2010, "la main de Dieu", de Henry, classificou a França para a disputa na África do Sul. E outras mãozinhas ao longo das Copas foram dadas, como em 74, na Argentina, em que a seleção portenha impôs derrota acachapante ao Peru, sem a qual não iria à final, e na Copa do Brasil, milhões de dólares voaram de Gana para São Paulo para atender à exigência da seleção ganense para entrar em campo. E, no final das contas - e que contas -, os cartolas da Fifa meterem a mão em todas as Copas. 

Sérgio Dafré

sergio_dafre@hotmail.com

Jundiaí

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ANTISSEMITISMO NA UFSM?

O mais intrigante sobre o ofício da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) assinado pelo pró-reitor, sr. José Fernando Schlosser, não é o apoio à causa palestina. Isso é um direito de qualquer cidadão que, baseado em suas crenças e no devido acesso às informações que considera corretas, pode tomar o partido que preferir. Mas, oras, pedir uma "lista negra", com nomes de professores e estudantes de origem judaica e/ou israelense? Isso soa tão perverso que acaba "atropelando" qualquer apoio aos palestinos, demonstrando um perigo maior: o antissemitismo. A maneira com a qual o ofício foi elaborado é tão sombria que traz à tona os fantasmas do nazismo e sua crença estúpida e ignóbil numa superioridade étnica, que provou ser das mais nojentas já vistas. Prezado sr. Schlosser, o fato de ter algo contra uma nação não deve guiar vosso comportamento para a perseguição dos cidadãos dela e/ou de uma religião predominante por lá. Adolf Hitler cometeu o maior crime da história da humanidade e, nem por isso, todos os austríacos e alemães foram "marcados como gado", a fim de diferenciá-los do resto dos humanos. Seria péssimo associar todos os alemães e austríacos a Hitler. Falta de respeito e de percepção à individualidade das pessoas e à coletividade de uma sociedade. O que o sr. pretende com tal ofício? Expor todos os judeus e israelenses? Associá-los automaticamente ao conflito daquela região? Disseminar a discriminação e/ou incitar o ódio? Lembremos que Israel é a única democracia do Oriente Médio. E que não é no Estado judeu que a estupidez do terrorismo utiliza-se de crianças e mulheres como escudos humanos, para fabricar vítimas e exibir seus corpos ao mundo como troféus. Ao ignorar de qual lado está a selvageria, o sr. apoia o incerto (Hamas, Hezbollah e outros grupos terroristas que são o combustível da morte no Oriente Médio) e, por não saber (ou não querer) colocar as palavras certas e expor suas intenções de modo claro neste ofício, ignora qualquer apoio àquela gente e impõe um comportamento claramente antissemita, carregado de ódio obscuro e cujas bases podem datar de um sombrio período de nossa história.

Sérgio Eckermann Passos

sepassos@yahoo.com.br 

Porto Feliz 

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DESVIO DE FOCO

Esta onde de judeufobia está me parecendo uma forma de desviar a atenção dos problemas nacionais sem solução.

Moises Goldstein

mgoldstein@bol.com.br 

São Paulo

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VIAGEM A ISRAEL

O repórter do "Estadão" Julio Maria, na entrevista que fez com cantor Gilberto Gil, sobre a sua viagem a Israel ("Caderno 2", 5/6, C8), fez uma pergunta um tanto quanto tendenciosa: "As últimas imagens que chocaram o mundo mostraram Israel bombardeando escolas e orfanatos em 2014...". O repórter, no entanto, se esqueceu de informar no texto as reportagens publicadas sobre os mais de 100 foguetes que foram lançados contra as cidades israelenses e, mais importante, o sequestro de famílias palestinas para serem reféns dos terroristas nos locais onde estão os lançadores de foguetes. Isso, além da instalação desses lançadores de foguetes em escolas e hospitais.

Salomão Waintrub

salowain@gmail.com

São Paulo

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GILBERTO GIL

Gilberto Gil (5/6, C8), com sutileza, exorta a sociedade a convir que boa música se faz com criatividade, conhecimento e cultura.

A. Pedro Cobra

apcobra@usp.br 

Piracicaba

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ESTATUTO DO ACOVARDAMENTO

Leônidas das Têrmópilas ou Leônidas da Transição se equivalem. Ambos defenderam a tradição de um Ocidente livre. Vale, nos nossos tempos do Estatuto do Desarmamento, melhor dizendo, do estatuto do acovardamento pós-Lula, que Leônidas, laconicamente, deu ao cidadão brasileiro comum e contribuinte e respeitador da lei, quando ministro do Exército, a opção de possuir e portar uma arma de fogo com o upgrade para calibre 38 ou equivalente, com fins de legítima defesa, sem nenhuma hipocrisia ideológica totalitária. Antes o cidadão podia apenas possuir e portar uma improvável arma de calibre 22 ou 32, resíduos do getulismo. O que era ótimo para os bandidos e para o Estado Novo. Este fato me faz pensar que só uma mentalidade altamente libertária, como a de Leônidas, seria capaz de devolver à nação o velho e bom Direito à legítima defesa. O direito natural e constitucional à legítima defesa foi revogado autoritariamente pelo Estatuto do Desarmamento de Lula e José Dirceu em 2005, apesar do redondo não resultante do referendo convocado, demagogicamente, naquele ano. Que Leônidas seja lembrado com o selo do defensor das liberdades. Em detrimento de outros que se propõem a assumir este papel. Sem sê-lo.

Martim Afonso Palma de Haro

martim.haro@terra.com.br 

Florianópolis

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ARMAS CONTRA QUEM?

Na edição de 6 de junho do "Estadão", tomamos conhecimento das moderníssimas armas de guerra que nossas Forças Armadas estão adquirindo. Muitos bilhões de reais. O problema, após o recebimento dos arsenais, é usá-las. Vai ser difícil de achar inimigos a serem destruídos. Paraguai e Argentina estão fora há muito tempo. Vai ser frustrante. Talvez os submarinos estejam sendo destinados a defender nossa extração marítima de petróleo da ação de outros submarinos inimigos, que poderão vir para sugar o nosso ouro negro lá embaixo. Talvez, também, a nossa segurança fosse mais efetiva se essas verbas fossem aplicadas em saúde, educação, transporte e outros. Pelo que diz Joaquim Levy, a grana está curta...

Nelson Carvalho

nscarv@gmail.com

São Paulo

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SUPERBACTÉRIA NO INCOR

Li, estarrecido, a matéria de 2 de junho sobre a superbactéria KPC, bem como a nota informando que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) não possui atualmente um registro sobre casos de infecção provocados por ela. Meu pai está internado há mais de 35 dias no Instituto do Coração (Incor) e há uma semana foi infectado justamente pela KPC. É uma pena uma instituição, antes, de tanto prestígio e referência atingir o precário estado em que se encontra. Quando a saúde neste país será realmente levada a sério?

João Roberto Caramurú

jrcaramuru@gmail.com

São Paulo 

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AGRADECIMENTO

Sou grato ao corpo clínico do Hospital Aviccena, em especial à Dra. Raphaella e à Dra. Olivia, aos enfermeiros e enfermeiras da ala 2, à empresa Gocil, responsável pela limpeza e segurança desse hospital, além das suas copeiras, cozinheiras e faxineiras - enfim, a todos os funcionários e colaboradores desse hospital. Sou cadeirante e posso afirmar que fui muitíssimo bem tratado ali, com respeito profissionalismo e dedicação. Meus agradecimentos a todos. O Hospital Aviccena é exemplo a ser seguido.

Paulo Roberto

paulaoforum@hotmail.com  

São Paulo

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