Fórum dos leitores

LULOPETISMO

O Estado de S. Paulo

16 Junho 2015 | 03h00

Fora da realidade

O editorial O mundo irreal de Dilma (13/6, A3) descreve perfeitamente o que Dilma Rousseff, Lula e o PT nos querem impingir. Falam como se tudo o que deu errado em mais de 12 anos não fosse de responsabilidade deles. Atacam a imprensa que antes os elogiava. Mas o fato é que o PT e seus membros estão perdendo popularidade e simpatia, sendo cada vez mais rejeitados. O céu de brigadeiro que querem mostrar atualmente já existiu, antes de o PT chegar ao governo. Agora só sobraram cinzas, que ainda fumegam e nos sufocam.

CARLOS E. BARROS RODRIGUES

ceb.rodrigues@hotmail.com

São Paulo

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Culpa ‘delle’

Dilma é vítima de Lulla, ela assumiu o primeiro mandato em situação extremamente complicada, herdou uma herança maldita do seu padrinho. É claro que ela foi incompetente, não soube desvencilhar-se das armadilhas que Lulla armou nos oito anos como presidente. E o PT não está preocupado com a situação do País, e sim com o enfraquecimento do partido. O prejuízo que a “quadrilha” nos proporcionou já está sedimentado e levará anos para ser revertido.

JOSÉ ROBERTO IGLESIAS

rzeiglesias@gmail.com

São Paulo

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Pesquisas

Dos 54,5 milhões de brasileiros que votaram em Dilma Rousseff em 2014, oito meses após a eleição apenas 16 milhões aprovam o segundo mandato da presidente, 40 milhões estão otimistas quanto ao futuro do País, 85 milhões consideram que a inflação está pior que no governo FHC, 70 milhões concordam que o desemprego está pior que no governo FHC e 130 milhões não têm preferência por nenhum partido político. Mais de 420 mil vagas de trabalho foram fechadas no últimos 12 meses. Dilma ainda tem 43 meses de mandato pela frente para tentar resolver os maiores problemas do País, segundo pesquisas realizadas com o povo: saúde, violência, drogas, educação, combate à corrupção, custo de vida, geração de empregos, salários, impostos, energia elétrica, fome/miséria, juros e abastecimento de água.

JOSÉ CARLOS SARAIVA DA COSTA

jcsdc@uol.com.br

Rio de Janeiro

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Autoabsolvição de Dilma

Há algum tempo, no auge dos depoimentos relativos ao petrolão, a presidenta declarou de forma taxativa nada ter que ver com o, até agora, maior escândalo já ocorrido no País. A alegação, feita em tom irrefutável, presume que sua palavra dispensa investigação e, eventualmente, a aplicação de pena. Em verdade, é mais um tapa na face dos brasileiros, assim considerados inocentes e sem nenhum toque de inteligência. Alguém declarar-se inocente e sua autoabsolvição resultar em coisa julgada chega ao cúmulo do absurdo. Aqui vale nos reportarmos àquela frase: à mulher de César não basta ser honesta, tem de parecer.

ANTONIO CLAUDIO G. DO CANTO

acgcanto@uol.com.br

São Paulo

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De pedaladas

Assim como o TCU identificou uma pedalada fiscal de R$ 37 bilhões nas contas de Dilma de 2014, tenho certeza que também houve pedalada eleitoral em 2014, com essas urnas eletrônicas suspeitas.

WAGNER MONTEIRO

wagnermon@ig.com.br

São Paulo

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PSDB

Convenção paulista

Fiquei muito entusiasmado com o anúncio feito pelo novo presidente do PSDB em São Paulo de que Geraldo Alckmin é o candidato do partido à Presidência da República em 2018. Eu votei em Aécio Neves no ano passado e o acho excelente. Mas agora é a hora de alçar Alckmin e levar toda a competência que ele dedica a São Paulo ao âmbito federal.

VICTOR S. CASSIANO DALTIN

victorscdaltin@gmail.com

Catanduva

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Goleada

Independentemente dos adversários, o governador Alckmin seria um candidato fortíssimo na eleição de 2018. E se o candidato do PT for Lula, nem se fala: seria muito fácil comparar a eficiência da gestão paulista com a desgovernança petista. No campo ético, então, seria uma goleada maior que os 7 x 1 da Alemanha.

LUCAS DOMINGUES F. PINHEIRO

lucasdomingues@adv.oabsp.org.br

Novais

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Do mesmo moinho

Diante da atual discussão sobre a qualidade de nossos partidos políticos, as fragilidades do PSDB, sua incompetência oposicionista e suas divisões internas, a conclusão a que se chega é que nós gostamos de nos dedicar a discussões irrelevantes, cujos pontos capitais estão à vista de todos, ou, como se diz no jargão popular, estão na cara. Um partido que conta em sua mais alta hierarquia com figuras como Fernando Henrique Cardoso, Aécio Neves, José Serra, Aloysio Nunes Ferreira Filho e tantos outros “cristãos novos” do liberalismo econômico e político tem, de fato, grande constrangimento em se opor ao PT e aos partidos da base (?) lulodilmista; se não são farinha do mesmo saco, são do mesmo moinho. É inegável que o partido tem competentes quadros técnicos, mas estes são subordinados a uma cúpula de lamentável coragem cívica, de populismo barato e de inconsistente convicção liberal. O Plano Real, a Lei de Responsabilidade Fiscal, a instituição do fator previdenciário e tantas outras iniciativas de alto conteúdo positivo não foram ideias da cúpula dirigente, mas de seus quadros técnicos. Tanto é assim que, demagogicamente, o partido repudia suas atitudes passadas, do mesmo modo que sempre se “envergonhou” das decisões acertadas e positivas que tomou no passado, quando das campanhas eleitorais em que foi arrasado pelo lulismo, que sempre poupou. Hoje o PSDB está relegado à insignificância que faz por merecer. O triste é que “os outros” são apenas um pouco piores.

MÁRIO RUBENS COSTA

costamar31@terra.com.br

Campinas 

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EDUCAÇÃO

PME e gênero

Os vereadores membros da Comissão de Finanças e Orçamento retiraram a ideologia de gênero do Plano Municipal de Educação (PME) de São Paulo, mas ele vai agora ao plenário da Câmara Municipal. Ora, é certo que se não houver uma sadia mobilização das forças vivas da cidade perante os vereadores, por e-mails, telefonemas ou presença na sessão, nossas crianças serão obrigadas a aprender nas escolas municipais as maiores aberrações sexuais. Mas não é só isso: os pais de bom senso que se opuserem a essas formas de ensino poderão, com o tempo, vir a ser punidos com as mesmas medidas duras sofridas pelos pais suecos desejosos de preservar seus filhos e filhas das perversões contidas na ideologia de gênero.

VANDERLEI DE LIMA

toppaz1@gmail.com

Amparo

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DILMA NO PROGRAMA DO JÔ

Não consigo encontrar uma justificativa que se encaixe na entrevista concedida pela presidente Dilma Rousseff ao "Programa do Jô", na Rede Globo, na madrugada de 13/6. Exatamente no momento em que a presidente ocupa seu pior índice de aprovação, a Rede Globo banca este programa que soou mais como peça de marketing da responsável pelo naufrágio da economia brasileira. Dilma não admite ser a responsável pelos atuais problemas do País e acredita que é a solução para eles. Sua fase do pós-cinismo alcançou o clímax, pois acredita na tese segundo o qual supõe ser divina e, como tal, inquestionável, só tendo contas a prestar ao seu alter ego. Se o próprio Jô foi o responsável pela entrevista, é evidente que deve nutrir uma admiração muito grande pelo Partido dos Trabalhadores (PT). Quando sugere ser uma nova versão da "Donzela de Orleães", com uma missão divina, seu cinismo assusta. A oposição diz que Dilma descumpriu suas promessas de campanha. Ela responde: "Como eu estou no sexto mês de mandato, é muito difícil dizer que eu não cumpri, eu tenho um mandato para cumpri-las". Dilma não explica por que não promoveu o ajuste fiscal em 2011, no primeiro mandato. Diz que nós precisamos de esperança, mas esperança é bom cultivar quando se tem carro com motorista na porta, avião no hangar e toda a mordomia que o dinheiro público é capaz de bancar.

Jair Gomes Coelho

jairgcoelho@gmail.com 

Vassouras (RJ)

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UM ENTREVISTADOR SERVIL

Causou surpresa a atitude do sr. Jô Soares entrevistando a senhora que preside o Brasil. Muito servil a conduta dele, vetusto. Justo quem, em tempos idos, tinha uma coluna no "A Última Hora", era elogiado pelo "Pasquim", e agora afaga aquela senhora. Uma vergonha! O sr. William Bonner teve  uma atitude muito correta em entrevista durante a campanha de 2014, ao colocar a candidata contra a parede. Foi muito sério e honesto. E justo agora, quando a população séria da Nação quer tudo esclarecido, o apresentador bajula sua presidente. Há algo de podre nisso tudo. Ou foi matéria paga, comprada, ou o sr. Soares está a perigo, enrascado, com o rabo preso. Triste fim de carreira de Jô Soares.

Henrique Gândara

clineurohenrique@uol.com.br 

Ribeirão Preto

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RECOMENDO CAUTELA

Quando ouço a presidente petista afirmar, em curiosa entrevista a Jô Soares, que é capaz de fazer o impossível para alcançar o retorno da inflação a níveis toleráveis, recomendo certa cautela aos brasileiros. Cuidado: o "impossível" para a nossa presidente pode ser o mesmo que fazer "o diabo". Penso que o medo é justificado: não só da inflação, mas principalmente das ações do governo petista para combatê-la. O pior: Dilma ainda disse que a crise econômica é momentânea, indicando que ainda não se ateve à dimensão das nossas dificuldades. Definitivamente, é o fim da picada!

Noel Gonçalves Cerqueira

noelcerqueira@gmail.com 

Jacarezinho (PR)

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EFEITO DA LEI ROUANET?

Depois de tantos anos Jô Soares precisava colocar propaganda enganosa no seu programa? Será efeito da Lei Rouanet?

Luiz Frid

luiz.frid@globomail.com 

São Paulo

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FARSA

Confesso que não deu para entender o que o humorista/entrevistador Jô Soares quis passar para o povo brasileiro ao entrevistar Dilma Rousseff diretamente do Palácio da Alvorada, em Brasília, quando é sabido que suas entrevistas são sempre realizadas com auditórios repletos de convidados para aplaudirem, rirem ou vaiarem os entrevistados. Certamente, para a maioria dos seus admiradores, que ficou acordada até de madrugada para assistir à tão anunciada entrevista, a decepção que começara quando ele trocou o SBT pela Globo ficou ainda maior. A decepção contagiou brasileiros e brasileiras da Serra do Caburaí ao Chuí. Uma propaganda política descarada e atrevida. Uma farsa que certamente vai levar o Jô oportunista e interesseiro para uma decadência total e irreversível. De uma coisa nós temos certeza: no Jô que tinha Max Nunes como diretor e roteirista, essa entrevista teria acontecido em condições normais, no auditório. Jô teria feito melhor se tivesse passado essa entrevista para Mário Sérgio Conti, do programa "Diálogo". Tô errado?  

Leônidas Marques

-leo_vr@terra.com.br 

Volta Redonda (RJ)

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NOVA IMAGEM

Tão magra quanto o corpo ideal do quadro ministerial com o qual deveria governar; tranquila, a ponto de caracterizar como momentâneas as dificuldades relacionadas à cavernosa atmosfera de corrupção e às mazelas da economia pelas quais os governos de seu partido foram diretamente responsáveis; descolada, como em seus hígidos passeios ciclistas, dos desdobramentos decorrentes do controle abdicado do governo, aguardando, recolhida, o desfecho do inevitável ajuste fiscal que foi obrigada a apresentar; surpreendente, ao exibir uma capacidade de formular piadinhas insossas a respeito de metáforas sem graça, como a marolinha de Lula; serena como uma lagoa azul, em descompromissado e ameno "talk show", quase burocrático. Essa é a nova imagem da nossa presidente Dilma. O difícil será convencer o trabalhador brasileiro de que o desemprego que já o atormenta e a inflação que corrói sua renda são também momentâneos, engraçados e amenos. 

Paulo Roberto Gotaç

prgotac@Hotmail.com 

Rio de Janeiro

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O INCONVENCÍVEL

A entrevista da sra. Dilma no "Programa do Jô" chegou a beirar a bizarrice! Ela não sabe colocar as ideias, as palavras, gaguejou o tempo todo, além de ficar procurando incansavelmente com os olhos seus assessores atrás das câmeras. Disse uma série de inverdades, tentando convencer o País do inconvencível. Dona Dilma, o Brasil não é o país das maravilhas de Alice! A sra. acabou com a economia do País e já está na hora de seu governo e o de seu partido deixar de nos atrapalhar e atrapalhar nosso crescimento econômico. Que tal ir passear no país das maravilhas de Alice e nos deixar seguir nosso caminho?

Carlos R. Barreto Barsotti

cbarsotti1@hotmail.com

São Paulo  

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SAIA-JUSTA

Certamente, Jô Soares, que em seus programas de rotina critica o governo atual, experimentou vergonhosa saia-justa ao entrevistar a presidente. Respostas genéricas não foram esmiuçadas, como nós queríamos que fossem. Ela não pediu perdão pelo péssimo primeiro governo nem pelas escandalosas mentiras em sua campanha. Foi uma entrevista colorida com uma esperteza que não engana mais ninguém. Piores dias virão para ela quando os brasileiros começarem a sentir os bolsos cada vez mais vazios e o Instituto Lula cada vez mais rico.

Geraldo Siffert Junior

siffert18140@uol.com.br 

Rio de Janeiro

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HORÁRIO ELEITORAL

O desempenho da presidente no "Programa do Jôão Santana" empolgou a Nação. Que perguntas sutis e quanta profundidade nas respostas!

Joaquim Quintino Filho

jqf@terra.com.br 

Pirassununga

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PAPEL RIDÍCULO

Ver Jô Soares fazer a entrevista com a Barbie dos anos 50, Dilma Rousseff, foi de dar engulhos. Se fosse um ignorante ouvindo mentiras, tudo bem, mas um sujeito como Jô se prestar a esse papel é simplesmente ridículo. Há pessoas que sujam sua biografia ao final da vida, e Jô foi um deles. O que não se faz por dinheiro...

Izabel Avallone

izabelavallone@gmail.com 

São Paulo

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'MUY AMIGO'

Ao ser questionado sobre a entrevista encomendada e direcionada com a presidente Dilma, Jô justificou-se dizendo que não foi com segundas intenções, e, sim, pelo fato de ser "muy amigo". 

Marcos Catap

marcoscatap@uol.com.br

São Paulo

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ENTREVISTA COM DILMA

Até tu, Jô?

J. Treffis

jotatreffis@outlook.com  

Rio de Janeiro

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PAPELÃO

Chega a ser revoltante a postura de alguns de nossos ídolos. Não bastassem aqueles que se venderam para empresas, agora Jô Soares, vergonhosamente, se vende ao governo (dizem que foi agraciado com R$ 2 milhões como incentivo cultural). Sua entrevista apelativa com a presidente Dilma chega a nos revoltar. Que papelão, Jô Soares! Como devem estar as suas "meninas" agora?

Laert Pinto Barbosa  

laert_barbosa@globo.com 

São Paulo

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BOBO DA CORTE

Todo reino tirano na Idade Média tinha um bobo da corte, que cortejava a rainha mesmo em tempos de miséria e guerras. Agora, no Brasil, séculos depois, Jô Soares encara esse papel com muita maestria, afinal no Brasil nada está tão ruim que não possa piorar. 

Jani Baruki Mends

janibaruki@bol.com.br  

São Paulo

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ENTREVISTA COM DILMA

Jô Soares, como jornalista, é um ótimo humorista. Jamais deveria aventurar-se na política, pois o que lhe é inerente o derruba: a ingenuidade dos grandes artistas.

Ricardo C. Siqueira

ricardocsiqueira@globo.com 

Niterói (RJ)

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PROGRAMA DE TERROR

Jô, que já foi bom em fazer programa de humor, agora no horário adequado está fazendo programa de terror.

Nelson Pereira Bizerra

nepebizerra@hotmail.com  

São Paulo 

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O BOM BRASIL

O Brasil está numa encruzilhada. Pode mudar de rumo ou permanecer no caminho que o trouxe à situação atual. O que temos hoje é o mau Brasil. Errático, violento, corrupto, injusto, doente, inculto, desacreditado. Mas há males que vêm para o bem. Nunca houve tanta exposição e clareza sobre o mal que aflige o País. Tudo começou na reviravolta eleitoral quando Lula apresentou sua "Carta ao Povo Brasileiro", em 22/6/2002, que foi decisiva para sua eleição. Se lida hoje, sabendo de tudo o que realmente aconteceu e está acontecendo, a carta chega a surpreender pela falsidade de intenções nas promessas e pela involução do País a tudo o que ele culpava o governo anterior por existir, provando-se a maior confissão de estelionato eleitoral assinada e divulgada, por mascarar, em 44 curtos parágrafos, seu real pensamento. No brilhante editorial "O Grande Culpado", de 30/3/2015, o "Estadão" apontou Lula como o responsável por "tudo o que está aí". Nada mais necessita ser dito ou escrito. Agora Lula volta arreganhando os dentes e novamente lançando as bases para seu retorno. É hora de o bom Brasil se fazer presente e impedir a todo custo a repetição do engodo a que o povo brasileiro foi submetido. Fora Lula! Fora PT!  

Gilberto Dib

gilberto@dib.com.br

São Paulo

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A GLOBO FEZ SUSPENSE

Espantei-me, no intervalo do "Jornal da Globo" de sexta-feira (12/6), com a chamada para o "Programa do Jô": ele, sorridente, anunciava entrevista "após o 'Jornal da Globo' com a 'presidenta' Dilma Rousseff", também sorridente, alertando que seria a única entrevista da noite. Ande chegamos? A principal emissora de comunicação do País "escondendo" qualquer informação da entrevista com um presidente da República? Nunca antes na história deste país havia ocorrido isso. Antes da entrevista, a coluna de Arnaldo Jabor havia criticado duramente a presidente. Que espécie de jornalismo nos presta essa emissora? O que há por trás da falta de publicidade antecipada de uma entrevista com a presidente? Suposto envolvimento de Jô Soares no escândalo do Banco HSBC? Evitar outro "panelaço", desta vez de madrugada? Envolvimento da Globo com o escândalo Fifa? Jô Soares, que nos 50 anos de Globo já havia sido rebaixado (sexteto virou quarteto, três entrevistas viraram duas, etc.), demonstra que está em fim de carreira, descendo a ladeira. Que serviço esse cidadão está se prestando a fazer...

Francisco Carlos Damante

fcdamante@gmail.com  

São Paulo

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OS HOMENS DA PRESIDENTE

O ex-presidente Lula é incansável nas suas acusações contra a imprensa. Se não pode esconder os seus malfeitos, quer matar o mensageiro a todo custo. E é inacreditável que a sua cria tenha dito o que disse a Jô Soares, que nos apresentou em plena madrugada, quando nossas reservas de energia e humor já se esgotaram e o horário é impróprio para um panelaço: "Quando eu era normal... mas quando você é presidente, tenho que aceitar o que as pessoas acham de mim e fico triste algumas horas, pois ninguém é de ferro". My God! É encantador saber que a presidente já foi normal e que subentende que um presidente não pode - ou não deva - sê-lo; e ela não é de ferro, embora deva imaginar que nós sejamos, para aguentar todas as falácias e imposições deste futuro nanico partido, que nos saem caríssimas. Fica triste? E será que ela já pensou na nossa tristeza em tê-la como dirigente em segundo mandato? Talvez o grande problema da má dama sejam os homens meigos que a rodeiam.

Carmela Tassi Chaves

tassichaves@yahoo.com.br 

São Paulo

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A CULPA É DA MÍDIA

Em qualquer guerra, o principal objetivo é eliminar, derrotar o inimigo, o agressor, de maneira a que este perca para sempre o seu poder de fogo e não mais possa hostilizar nenhum ser humano na face da Terra. O ex-presidente Lula disse no quinto congresso do PT, em Salvador, que a mídia tenta "matar" o PT. Ora, graças a Deus o povo brasileiro tem a mídia para lutar a seu favor, cumprindo o seu dever de informar sobre as pretensões do PT de manter-se no poder espoliando a população brasileira, levando o Brasil ao caos e pondo a culpa na crise de 2008, que nada tem que ver com as más condutas de sua administração vergonhosa, que levou  a população a pagar o pato de sua corrupção. Isso tudo sem falar no aumento da inflação, que se reflete em itens básicos da alimentação, no aumento nas contas de água, luz, gás e da gasolina. Vai dizer, agora, que a mídia, que só tem o papel de informar e esclarecer a população, é a culpada pelo desastre em que se tornou o PT no poder? Se Deus é brasileiro, a mídia é nossa salvação.

Valdy Callado

valdypinto@hotmail.com 

São Paulo 

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LULA, MEU REI...

O PT escolheu um local bem folgado para acalmar a "companherada" nervosa. Para a sua maior conversão, quero dizer, para a sua maior convenção, escolheu Salvador, na Bahia. É isso aí, manso.

Sergio S. de Oliveira

marisanatali@netsite.com.br 

Monte Santo de Minas (MG)

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TUDO PELO PODER

No congresso dos "inimigos do Brasil" realizado na capital baiana, Salvador, pelos petistas corruptos e  fanáticos, ficou muito claro que é um partido de terroristas. Uma minoria que é capaz de dividir o País em classes sociais de brancos, negros, ricos, pobres e até em baixos, altos, gordos, magros, feios e bonitos - se for pelo poder, tudo se faz. Assemelham-se aos nazistas de Hitler quando convocavam os jovens para as fileiras do partido.

Henoch Dias de Amorim

henochamorim@globo.com 

São Paulo

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CONGRESSO DO PT

Lula fundou a igreja PTcostal  e exige o dízimo de seus seguidores.

Jose Paulo Cipullo

j.cipullo@terra.com.br 

São José do Rio Preto

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UM NOVO PARTIDO

Pautar, reformular, reformatar, reaproximar, revisar, repactuar, reposicionar: essas foram as palavras de ordem do congresso petista em Salvador sobre sua atuação nesses últimos anos e seus projetos futuros. Melhor seria jogar fora tudo o que até então foi feito e formar um novo partido. Sem Lula e sem Dilma, de preferência. Talvez dê mais certo.

Regina Ulhôa Cintra

reginaulhoa13@outlook.com 

São Paulo

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JURASSIC WORLD

Não, não é o filme no cinema, é o Congresso do PT em Salvador!

Luiz Henrique Penchiari

luiz_penchiari@hotmail.com 

Vinhedo

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CIDADANIA PORTUGUESA

Lei permitirá cidadania espanhola a judeus sefarditas (12/6, A11) cujos ascendentes foram expulsos há 500 anos pela Inquisição. A Espanha está de parabéns. Agora, falta Portugal copiar mais esse exemplo europeu e conceder cidadania portuguesa a todos os brasileiros, assumindo assim a sua obrigação, como outros países ex-colonizadores o fizeram, e oferecendo assim uma opção ao perigo das pretensões totalitárias do PT. A seguir, nós, 85% de brasileiros que não somos petistas, só teremos de copiar dona Marisa, que soube se proteger com a cidadania italiana tão logo o maridão ganhou as eleições.

Suely Mandelbaum

suely.m@terra.com.br 

São Paulo

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LULA ACIMA DE QUALQUER SUSPEITA?

O inconformismo de Lula com a convocação de seu fiel escudeiro Paulo Okamotto para depor na CPI da Petrobrás, diz muita coisa (indignado, pediu explicações a Michel Temer e ao PT). Em primeiro lugar, o temor de ter de explicar os milhões que recebe das empreiteiras, algo simplesmente inexplicável; depois, o jogo de cartas marcadas que constitui a CPI, que não pode ter a pretensão de responsabilizar políticos (ainda mais um ex-presidente), ao contrário, de blindá-los; em terceiro, não pode culpar a elite, a imprensa nem "eles" pela situação de ousadia de querer investigá-lo, ele, um homem acima de qualquer suspeita, pobre como sempre foi, praticamente sem recursos, como todos sabem.

Ademir Valezi

adevale@gmail.com 

São Paulo 

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OKAMOTTO NA CPI

Há única coisa que o presidente do Instituto Lula não pode dizer é que não sabia de nada. Até calado pode ficar, como ficou a maioria dos que se sentou lá.

Moises Goldstein

mgoldstein@bol.com.br 

São Paulo

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LULA E A ODEBRECHT

O diretor do Departamento de Comunicações e Documentação (DCD) do Itamaraty, ministro João Pedro Corrêa da Costa, está evitando que documentos que ligam Luiz Inácio Lula da Silva à Odebrecht venham a público. Isso é um contrassenso, pois trata-se de funcionários públicos, tanto o ministro do DCD quanto o ex-presidente da República. Os funcionários públicos são pagos pelos contribuintes brasileiros e precisam prestar contas de suas decisões, despachos e deliberações. À vista disso, ministro, o Ministério das Relações Exteriores tem a responsabilidade de promover a exposição desses documentos, com o objetivo de esclarecer para a sociedade brasileira eventuais ligações entre Lula e a Odebrecht.

José Carlos Saraiva da Costa

jcsdc@uol.com.br

Rio de Janeiro

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CHEGOU O MOMENTO!

O artigo "A CGU já anistiou as empreiteiras da Lava Jato" ("Estado", 12/6, A2), da lavra do jurista Modesto Carvalhosa, em que tece pesadas críticas às declarações do titular da Controladoria-Geral da União (CGU) dadas ao jornal "Valor Econômico", encerra denúncia e grave advertência. Denúncia por ter o eminente jurista deixado claro que o titular da Controladoria-Geral, ao amaciar para as empreiteiras criminosas sob investigação na Operação Lava Jato, descumprindo suas funções institucionais, olvida os ditames da lei e pratica política político-partidária (de governo), distanciando-se daquilo que a sociedade espera do referido órgão de Estado. A advertência é para que a sociedade, ante esta nova tentativa de subversão da ordem institucional, não apenas tome ciência daquilo em que se transformou a Controladoria-Geral sob esse inglório desgoverno petista, como também para que o Ministério Público Federal, em substituição processual, requeira  a imediata declaração de inidoneidade das empreiteiras corruptas para que sejam impedidas de contratar com a União. A lei não é para todos? As autoridades "destepaíz" não vivem entoando o mantra de que, apesar de tudo, as "instituições estão funcionando"? Pois que provem - chegou o momento!

Silvio Natal

silvionatal49@gmail.com    

São Paulo

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A LENIÊNCIA DA CGU

Mais uma vez ("Estadão", 12/6, A2) o professor Modesto Carvalhosa denuncia, com sólidos fundamentos, a cumplicidade entre o Executivo e as empreiteiras e fornecedoras envolvidas no petrolão.  Mostra, claramente, a leniência (veja-se, no dicionário "Aurélio", o sentido da expressão:  "brandura, suavidade, doçura, mansidão") da CGU para com as empreiteiras, que este órgão tenta, a qualquer custo e sem qualquer pejo, salvar das merecidas punições previstas na Lei Anticorrupção das pessoas jurídicas. Continuemos, com o ilustre jurista, a resistir a este assalto ao patrimônio público, ao qual, infelizmente, o Ministério Público Federal não parece ter prestado atenção até agora.

Eduardo Spinola e Castro

esc@scvs.adv.br

São Paulo

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JULGAMENTO

Procurando entender o raciocínio da Controladoria-Geral da União (CGU), juntamente com o ministro da Justiça, que tal mandar todos os envolvidos na Lava Jato para serem julgados na China?

João Ricardo Silveira Jaluks

joaosilver45@gmail.com 

São José dos Campos

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CORRUPÇÃO NO CARF

Se o ministro da Fazenda de fato estiver preocupado com a reforma do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf), não poderá deixar de se espantar que 115 mil processos, no valor de meio trilhão de reais, aguardem julgamento. Mesmo que os autos de infração lavrados, na maior parte de forma irresponsável, não prosperem, o valor dos honorários advocatícios cobrados às empresas multadas já configura penalidade que desequilibra e desmotiva qualquer empreendedor a continuar apostando no Brasil. Temos de limitar o poder dos fiscais da Receita, pois, investidos de mandatos que não sabem exercer, e munidos de talonários que preenchem a seu bel-prazer, destroem projetos empresariais, arruínam famílias e pioram os níveis de emprego de uma economia já convalescente. Ou será que ninguém atentou para o número absurdo de autos sob exame, e as astronômicas cifras das multas cobradas?

Heitor Bastos-Tigre

heitor@bastostigre.adv.br

Rio de Janeiro 

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QUATRO JOTAS

Joaquim Levy não é Jesus nem Judas, mas ele tem de ter a paciência de Jó para aguentar a burrice, o despreparo e a ignorância de sua chefe. Por mais que ele se esforce, a "gerentona" desqualificada e obtusa é a principal sabotadora do ajuste fiscal. Não vai dar certo nem daqui a mil anos.

Leão Machado Neto

lneto@uol.com.br 

São Paulo

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BASTA DE TANTO ABUSO!

De forma sorrateira, a presidente Dilma, alguns ministros e governadores tramam a volta de um imposto nos moldes da CPMF, que foi criado como a salvação da saúde pública e, como é sabido, pouco fez por ela. Mais uma ideia estapafúrdia e injusta. Senhores políticos insensíveis, promovam primeiramente uma limpeza em seus governos, tornem a máquina pública enxuta e mais eficiente, cortem seus gastos e mordomias, ataquem a corrupção com todas as forças e rigor, acabem com as formas mais desprezíveis de governar como o clientelismo, a barganha de apoio por cargos e passem a privilegiar os interesses gerais, em vez dos pessoais e dos grupelhos que os cercam. Se assim for feito e, se necessário for, aí, sim, podemos voltar a conversar sobre aumento de impostos.

Luiz Nusbaum, médico

lnusbaum@uol.com.br

São Paulo

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DAS DUAS, UMA

Das duas, uma! O ministro da Saúde, Arthur Chioro, ao anunciar e logo em seguida desmentir e também ser desmentido a respeito da  nova CPMF - aquela só para ricos -, errou por ser neófito em convívio político petista e não estar ainda acostumado com seus ladinos companheiros, ou está deslumbrado com o cargo que lhe foi conferido. Só pode ser, das duas, uma!

José Piacsek Neto

bubanetopiacsek@gmail.com 

Avanhandava 

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DIFERENÇAS

Para o ex-presidente do Brasil Washington Luís, governar era abrir estradas. Para o PT, governar é taxar impostos. A nova CPMF já esta em discussão e, muito provavelmente, será posta em prática. Alegam que atingirá somente os ricos. Dá para acreditar? Baixar o custo dessa administração perversa, onerosa e ineficiente não é assunto para ser discutido em hipótese nenhuma. E ponto final.

Francisco Zardetto

fzardetto@uol.com.br 

São Paulo

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MAIS IMPOSTOS? ASSIM NÃO DÁ!

Será que alguém já fez - se não, que tal fazer? - a  verificação e a somatória dos débitos de impostos dos doadores jurídicos a partidos políticos? Será que  suas doações estão relacionadas ao perdão de suas dívidas e/ou parcelamentos a perder de vista?

Arnaldo de Almeida Dotoli

arnaldodotoli@hotmail.com

São Paulo

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FIM DA GREVE DOS PROFESSORES EM SP

Segundo a presidente do sindicato (Apeoesp), Maria Izabel Noronha, "o governo estadual sai perdendo, mesmo com o fim da greve, porque os professores voltam desmotivados para a sala de aula". Infelizmente, os únicos que saíram perdendo dessa greve absurda foram os alunos carentes, que por falta de recursos financeiros dependem do ensino público. Gostaria de fazer um apelo aos professores desmotivados: peçam demissão, pois ninguém é obrigado a ser professor, e vocês estão aí ocupando o cargo porque prestaram concurso público, foram aprovados e aceitaram assumir o cargo sabendo quanto iam ganhar. Enfim, caiam fora, pois, se vocês estão desmotivados, a sociedade está cansada dessa palhaçada e não aceita pagar mais impostos para sustentá-los, pois já está mais que provado que vocês são incompetentes, haja vista a colocação do nosso país nos rankings sobre educação. Entenderam ou preciso desenhar?

Maria Carmen Del Bel Tunes

carmen_tunes@yahoo.com.br 

Americana

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O DIREITO DA POPULAÇÃO

Após 92 dias de greve, os  professores da rede estadual (SP) voltaram às atividades ontem, dia 15/6. Nada contra os professores, que na verdade recebem baixos salários, mas, como no Brasil greve é direito constitucional, está faltando segurança jurídica para que os direitos da população, que paga perto de 37%  do PIB de impostos, seja garantido quando em confronto com os interesses dos servidores  públicos. Lembrando que nessa greve dos professores o Superior Tribunal de Justiça (STJ)  autorizou o desconto dos dias parados, segue a pergunta: como está o projeto de lei que regulamenta o direito de greve do servidor público, que está engavetado há mais de 24 anos no Senado Federal?

Edgard  Gobbi

edgardgobbi@gmail.com 

Campinas 

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CRÉDITO ELEITORAL

92 dias de paralisação, a maior da história, e esta fatídica greve somente serviu para atender aos delírios políticos dos dirigentes do Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp). Para tal, esses sindicalistas conseguiram infernizar o trânsito das principais vias da capital e ganhar alguma visibilidade que lhes dê, num futuro próximo, crédito eleitoral, já que houve farta divulgação da imprensa. Porém, deixaram milhares de estudantes sem aulas! A troco de quê?! As reivindicações não foram atendidas! Ou seja, zero de reajuste! Mesmo porque, o governador Geraldo Alckmin já havia contemplado a categoria com um bom programa de elevação dos salários, razão pela qual essa paralisação não mereceu o apoio da maioria dos professores. Estes professores, reconhecemos, deveriam ser mais valorizados. Mas a realidade dramática em que se encontra a economia do País não permite neste momento avanços nessa direção.

Paulo Panossian

paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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DINHEIRO PARA A EDUCAÇÃO

Já que o governo federal está financiando obras na África, nossa Pátria Educadora teria verba para, também, financiar, este ano, uma pré-olimpíada entre as escolas, clubes públicos e privados de toda a Nação integrando o Ministério da Educação com o Ministério dos Esportes.

Regina Moretti

ferrari@tavola.com.br 

Santana de Parnaíba

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'EDUCAÇÃO E QUESTÃO DE GÊNERO'

Magnífico e muito esclarecedor o artigo escrito por Dom Odilo P. Scherer no "Estadão" de sábado ("Educação e questão de gênero", 13/6, A2), condenando o que estão fazendo na educação das escolas municipais, forçando o ensino de uma tal "ideologia de gênero", em que as crianças têm o esvaziamento dos conceitos de homem e mulher. A indignação de Dom Odilo, cardeal arcebispo de São Paulo, contra este projeto absurdo é a mesma nossa,  de pais e avós que não querem de nenhuma forma que essa imposição descabida seja implantada no currículo escolar de nossas crianças, mesmo porque nós, da sociedade civil, nem sequer fomos consultados para tanto. Atenção, pais e avós, procurem se informar a respeito, bem como cobrem seu vereador para que este projeto não seja instituído na rede pública municipal de ensino, para o bem viver de nossas crianças.

Antônio Carelli Filho

palestrino1949@hotmail.com 

Taubaté

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DEFESA DA FAMÍLIA

O melhor artigo que li no "Estadão" nos últimos tempos foi o de Dom Odilo P. Scherer sobre a questão de gênero e suas implicações. Mostrando sensatez e temperança, nosso cardeal-arcebispo lança luz sobre a malfadada ideologia de gênero sob um ponto de vista que defende a família e as crianças.

Aldo Dórea Mattos

aldo@aldomattos.com 

São Paulo

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ZITO

Nossas homenagens ao grande jogador de futebol Zito, craque do Brasil e do Santos, morto aos 82 anos. Zito foi volante titular bicampeão mundial pela Seleção Brasileira em 1958/1962 e fez um dos gols na final da Copa do Mundo de 1962, no Brasil 3 x 1 Tchecoslováquia. Pelo Santos, também foi bicampeão mundial em 1962/1963, ao lado de Pelé e cia. Líder nato, nem Pelé escapava das suas broncas e gritos dentro de campo. Zito foi um gigante do futebol brasileiro e mundial. Descanse em paz.

Renato Khair

renatokhair@uol.com.br 

São Paulo

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SOBRE A NOSSA MEDICINA

O falecimento do grande comandante do Santos e da Seleção Brasileira José Eli de Miranda, o Zito, aos 82 anos, vítima de um acidente vascular cerebral há um ano e que recebia tratamento médico em casa, nos leva a uma meditação sobre a medicina brasileira, sem envolver nenhuma increpação à Santa Casa de Santos, onde recebeu o tratamento do AVC, até por não termos uma gama vasta de informações sobre o infausto acontecimento. É cediço, porém, que os hospitais de ponta, para esses casos graves, ficam na capital de São Paulo. E uma idônea estatística sobre a eficiência das intervenções deveria levar em conta o tempo de sobrevida do paciente, não apenas o resultado imediato e aparente. Estatística que não se faz no Brasil. 

Amadeu R. Garrido de Paula

amadeugarridoadv@uol.com.br 

São Paulo

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