Fórum dos leitores

CORRUPÇÃO

O Estado de S. Paulo

20 Junho 2015 | 03h00

Gol de placa

Parabéns ao juiz Sergio Moro e à Polícia Federal pela prisão provisória dos presidentes da Odebrecht e da Andrade Gutierrez. Demorou, mas enfim foram presos integrantes de quadrilha responsável por um megaesquema de corrupção e desvio de verbas públicas, de centenas de milhões de reais pagos em propinas. A Justiça marcou um gol de placa contra a impunidade dos ricos e poderosos. Mostra que nem tudo está perdido e ainda temos esperança de ver um Brasil mais digno, justo, onde a lei valha e seja aplicada igualmente a todos.

RENATO KHAIR

renatokhair@uol.com.br

São Paulo

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A prisão dos presidentes da Odebrecht e da Andrade Gutierrez reforça a independência e a credibilidade da Polícia Federal e do Ministério Público. Mas é necessário ir além, aprofundar as investigações sobre tráfico de influência do sr. Lula, em suas viagens para o exterior, pagas pela Odebrecht, para articular o fechamento de contratos. É fundamental também apurar as obras do metrô do Panamá e do porto de Muriel, em Cuba, com dinheiro do BNDES. Pelo nível de sofisticação da corrupção, conhecidas empresas e políticos brasileiros em nada perdem para as principais organizações mafiosas e criminosos de fama mundial.

SERGIO BIALSKI

serbial@bol.com.br

São Paulo

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Parece que a nova etapa da Operação Lava Jato, denominada Erga Omnes (vale para todos) vai chegar no “óme”.

CARLOS ALBERTO ROXO

roxo_7@terra.com.br

São Paulo

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BOLIVARIANISMO

Desrespeito ao Senado

Senadores da República, membros da Comissão de Relações Exteriores do Senado brasileiro, são recebidos truculenta e violentamente em Caracas pela milícia bolivariana. Os parlamentares tinham agenda aberta e aprovada pelo governo de lá. Aqui, o suspeito de ser o maior traficante de cocaína sul-americano, Diosdado Cabello, é recebido em palácio pela presidenta da República! Em uma semana pudemos ter um perfeito resumo dos 13 anos da diplomacia petista: nojo ideológico!

JULIO CRUZ LIMA NETO

São Paulo

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De fato, enquanto aqui, no Brasil, o deputado Diosdado Cabello, presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, é recebido com honras por Dilma Rousseff, nossos parlamentares são escorraçados daquele país. A diferença é que Diosdado chefia um cartel de drogas e armas, em conluio com as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), os nossos congressistas foram apenas assistir os presos políticos do governo ditatorial bolivariano. Que isso sirva de um pequeno trailer de um longo filme para aqueles que duvidam do que seja uma ditadura chavista, tão idolatrada pelos petistas.

LUIZ FELIPE SCHITTINI

fschittini@gmail.com

Rio de Janeiro 

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Parabéns a Dilma Rousseff e Lula, o amigo Diosdado Cabello (chefe do narcotráfico venezuelano) veio visitá-los e foi recebido! Lembrei-me daquele ditado: dize-me com quem andas e te direi quem és.

MARIUS ARANTES RATHSAM

mariusrathsam@hotmail.com

São Paulo

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Maduro já apodreceu

A afronta à comitiva de senadores brasileiros em visita oficial à Venezuela deixou claro que o desgoverno do cumpanheiro Maduro está estertorando. Já se decompôs e é questão de tempo, pouco tempo, para escoar pelo vaso sanitário. Nem sequer poderá contar com o socorro da cumpanheira Dilma, cuja solidariedade alcançará, no máximo, uma remessa de papel higiênico.

HÉLIO DE LIMA CARVALHO

hlc.consult@uol.com.br

São Paulo

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Para o governo (quem o afirma?), se os venezuelanos viessem ao Brasil verificar nossas condições, seriam rechaçados e se “criariam obstáculos”. Digo o contrário: seriam muito bem-vindos, teriam muito que ver e aprender e levariam pacotes de papel higiênico de lembrança. Ah, temos muitos passarinhos...

ANDRÉ C. FROHNKNECHT

caxumba888@gmail.com

São Paulo

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Quem sai aos seus...

Em tom de deboche, o abominável deputado do PT Zeca Dirceu escreveu no seu Twitter que a missão oficial e suprapartidária dos senadores brasileiros na Venezuela se deu mal. Ninguém melhor que ele para saber quando uma missão venezuelana se dá bem. Seu pai, ex-presidiário condenado por corrupção e “consultor”, nunca perdeu vazas quando viajou para aquele país e sempre foi muito bem-sucedido em seus “negócios”. Quem sai aos seus não degenera.

LEÃO MACHADO NETO

lneto@uol.com.br

São Paulo

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“Os senadores da República foram passear na Venezuela com dinheiro público”, disse o filho de José Dirceu. Triste chamar de usurpador do erário quem foi tentar libertar prisioneiros políticos. Isso só mostra que esse deputado puxou ao pai: quando destrói o erário com ideologia, acha isso normal; quando outro trabalha, fica raivoso... Espero que nunca mais seja eleito.

ROBERTO MOREIRA DA SILVA

rrobertoms@uol.com.br

São Paulo

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Volta triunfal

E os nossos senadores conseguiram mais do que pretendiam na visita – afinal, não realizada – aos presos políticos venezuelanos. Se tivessem conseguido vê-los, a imprensa publicaria seus comentários, mas Maduro posaria de democrata ou, no mínimo, de caudilho tolerante. O desastrado comportamento do líder chavista, entretanto, com a colaboração dos itamaretecas bolivarianos, redundou numa repercussão muito maior do que a pretendida. E agora seguirá para a Venezuela uma comitiva brasileira “amiga” não para protestar, mas para apoiar Maduro, vejam só! É o Foro de São Paulo em ação.

PAULO ROBERTO SANTOS

prsantos1952@bol.com.br

Niterói (RJ)

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GABEIRA

Malefícios do PT

Parabéns a Fernando Gabeira pela brilhante descrição de algumas barbaridades cometidas pelo PT e por Lula (Transparência, abra as asas sobre nós, 19/6, A2). O excelente artigo joga luz sobre temas obscuros. Ao PT, outrora um partido de trabalhadores, sobrará tempo para refletir sobre todos os males que produziu contra o Brasil, quando encontrar o ostracismo político.

LUIZ ANTONIO DIAS SANTIAGO

adm@osuldeminas.com

Itajubá (MG)

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PROTESTO NA VENEZUELA

Uma comitiva de senadores brasileiros comandada por Aécio Neves (DEM-MG) foi à Venezuela para visitar o líder da oposição venezuelana que está preso, quando foi barrada e o ônibus que os transportava foi interceptado por manifestantes pró-Maduro. A situação tornou-se agressiva à democracia e especialmente aos brasileiros, o que requer uma manifestação não só do Itamaraty, mas de dona Dilma Rousseff, que não cansa de prestigiar o sr. Nicolás Maduro, presidente de uma verdadeira ditadura. A revolta deve ser geral neste planeta, porque chega de enganar os incautos e os que ainda acreditam no "bolivarianismo", cuja democracia é unicamente a que interessa a seus mentores. Vaia para eles!

José C. de Carvalho Carneiro

carneirojc@ig.com.br 

Rio Claro

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O FRACASSO DA MISSÃO NA VENEZUELA

Conforme noticiado, a missão dos oito senadores brasileiros que voaram para a Venezuela fracassou, pois não conseguiram visitar o presídio onde estava detido o oposicionista da "democracia venezuelana" Leopoldo Lopez nem foram recebidos pelo presidente Nicolás Maduro. Será que os senadores não deveriam ter levado uma atrativa proposta para o fornecimento de papel higiênico ao governo venezuelano e, só depois, tentado um acerto para a visita a Leopoldo na prisão? 

Edgard Gobbi

edgardgobbi@gmail.com 

Campinas 

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FIRULAS E ENGANAÇÃO

"Acabamos de chegar da Venezuela. Fomos informados pelo deputado Raul Jungmann de que o embaixador não nos acompanhou por ordem de Dilma Rousseff. O Itamaraty confirmou isso aos deputados! Amanhã cedo vamos tomar uma série de ações", escreveu Ronaldo Caiado, em seu perfil do Facebook, após a comitiva com os senadores brasileiros ser impedida de visitar os presos opositores ao regime ditatorial de Nicolás Maduro. Os desdobramentos são incomuns para países democráticos, o que demonstra que nem a Venezuela nem o Brasil se inserem nesse rótulo, e nos levam a várias indagações: foi de fato uma provocação contra Dilma a visita oficial dos senadores, já que não deveriam estar esperando gentilezas do ditador, que é amigão e apoiador da "republicana" Dilma Rousseff, o que ficou bem claro nas manifestações que ela fez sobre o episódio? E o que pode resultar dessa série de ações que Caiado promete? Seja o que for, nada nos surpreenderá, ou porque sabemos que a oposição está fazendo firula ou também porque, se Dilma exigir desculpas da Venezuela, a firula será dela. A moral é: somos alvos de todo tipo de enganação, com todos os tipos de enganadores!

Carmela Tassi Chaves

tassichaves@yahoo.com.br 

São Paulo

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DEFENDENDO OS SERVIÇAIS DE MADURO

O peixe morre pela boca, já dizia meu velho pai. Dilma Rousseff, comunista disfarçada de democrata, irritou-se com a oposição brasileira e disse que senadores criaram constrangimento, colocando o Brasil numa "armadilha", considerando a viagem à Venezuela uma intromissão em assuntos internos daquele país. Agora, a pergunta que não quer calar: por que será que tanto Dilma quanto Lula amam e  defendem tanto a escória política da América Latina?

Arnaldo de Almeida Dotoli

arnaldodotoli@hotmail.com

São Paulo

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BRASIL VERMELHO 

Era de esperar a posição covarde da presidente Dilma Rousseff em relação às hostilidades contra representantes da nação brasileira dentro da Venezuela. Com mais esse gesto, o Partido dos Trabalhadores (PT) age contra os interesses da nação brasileira, como todo o pernicioso discurso internacional socialista que contamina a América Latina. Num momento, o PT vê passivamente o exército da Bolívia invadindo refinarias da Petrobrás (2006); noutro, perdoa dívidas de países africanos (2013) e, com o dinheiro do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), patrocina empreendimentos duvidosos em países periféricos. No Brasil, monta um esquema de corrupção em todas as esferas de Poder da República e, por meio da língua bifurcada, fomenta a divisão e o ódio entre os brasileiros. Destruíram a política e agora avançam sobre a economia. E os "ajustes" estão nítidos na inflação, no aumento de impostos e no imoral cálculo de aposentaria 85/95. É o PT solapando as estruturas nacionais. Por isso, o PT é o inimigo do povo brasileiro. Seu discurso é classista e mesquinho, nem um pouco de chefe de Estado, que por ora são. Lula nunca desceu da caixa da fábrica e Dilma nunca deixou de ser o que sempre foi: uma terrorista.

Luiz Fabiano Alves Rosa

fabiano_agt@hotmail.com 

Antonina (PR) 

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NA CONTRAMÃO DA HISTÓRIA

Com relação aos atletas cubanos, nossos líderes cederam. Com relação ao mafioso Tommaso Buscetta, os nossos líderes não cederam. Com relação a Henrique Pizzolato, nossos líderes querem seu retorno ao Brasil. Com relação aos nossos políticos desrespeitados na Venezuela, nossos líderes acharam que foi uma ingerência política em outro país. Em outras palavras: o PT passa a imagem de que, "em filme de mocinho, torce para os bandidos".

Marcos Catap

marcoscatap@uol.com.br

São Paulo

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RÉQUIEM PARA O ITAMARATY

Ridículo o espetáculo quixotesco patrocinado pelas autoridades venezuelanas aos nossos senadores que para lá se dirigiram, chegaram, foram alvo de apedrejamentos e, na marra, depois de 1 km percorrido, sem conseguir cumprir a missão humanitária, voltaram. O embaixador brasileiro, nosso funcionário lá estacionado, sabendo do que ocorreria com a delegação e de fato ocorreu, alegou outros serviços, deixando de acompanhar os parlamentares depois de rapidamente recebê-los no aeroporto. O governo bolivariano dilmista fez-se de morto e só não deu razão aos malfeitores que nos agrediram e "diplomaticamente" solicitou informações, cuja resposta já sabemos. Enquanto por aqui os parlamentares petistas procuraram justificar a gravíssima e covarde agressão aos colegas com as mais pueris justificativas, inclusive a de que a van parou porque tinha uma subida, sem explicar por que os agressores lá se encontravam. É triste quando nossas autoridades mais se preocupam com ações originadas do Foro de São Paulo, obra de Lula e do mumificado Hugo Chávez, ora sob controle de Maduro, aquele que fala com passarinhos. E ao nosso Itamaraty, outrora respeitado, "Réquiem aeternam dona eis, Domine" (Dá-lhe, senhor, o repouso eterno).

Mario Cobucci Junior

maritocobucci@uol.com.br

São Paulo

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SÓSIAS

Senadores brasileiros são hostilizados na Venezuela. Pelo visto, o "PT" venezuelano é muito parecido com o nosso.

Virgílio Melhado Passoni

mmpassoni@gmail.com 

Jandaia do Sul (PR)

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AGRESSÃO À DIGNIDADE

E agora, presidente Dilma Rousseff? A Venezuela merece alguma retaliação pelo desprezo e agressão dados aos parlamentares brasileiros que lá estiveram, que representam o povo do Brasil, ou ainda são um exemplo a ser seguido, conforme o PT vive apregoando? Esta é a democracia da tirania!

Luiz Frid

luiz.frid@globomail.com 

São Paulo

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ARREMEDO DE TIRANETE

Dona Dilma finalmente mostra quem é: apoia o terrorismo descaradamente, extrapolando nossas fronteiras e de maneira vergonhosamente oportunista. Como é que tem a cara de pau de mandar o embaixador brasileiro retirar-se coincidentemente no exato momento em que nossos senadores começam a ser hostilizados por uma espécie de MST venezuelano? Esse acontecimento demonstra claramente o que pretende para nosso país e a maneira como em breve a oposição estará sendo tratada aqui mesmo, no próprio Congresso! Um arremedo de tiranete que até diante de Maduro se faz ínfimo.

Antonio C. de Souza Queiroz Cardoso

acardoso@acardoso.com

São Paulo

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DILMA LÁ E CÁ

Lá, os bolivarianos atacam brasileiros. Aqui, lulopetistas atacam brasileiros. E Dilma? Ora, Dilma pedala...

A.Fernandes

standyball@hotmail.com 

São Paulo

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VERGONHOSO

É uma verdadeira vergonha o episódio a que foram submetidos os senadores brasileiros na Venezuela. Posso assegurar que o episódio tem o dedo da "banda podre" do Itamaraty, subserviente aos interesses do governo federal, bem como a influência direta do sr. Marco Aurélio "top-top" Garcia e do agitador e sindicalista profissional Jacques Wagner.

Frederico d'Avila

fredericobdavila@hotmail.com  

São Paulo

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SATISFEITOS

Os bolivarianos Lula, Dilma e o "Top Top" Garcia devem estar felizes com a afronta que o bolivariano Maduro fez aos nossos senadores.

Ronald Martins da Cunha

ronaldcunha@hotmail.com.br

Monte Santo de Minas (MG)

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A VENEZUELA, O BRASIL E O CAOS

O ocorrido na Venezuela com os integrantes da Comissão de Relações Exteriores do Senado brasileiro é a demonstração de que, além da crise, ainda se vive o obscurantismo político na América do Sul e que o Brasil, infelizmente, não é respeitado o quanto deveria, mercê das crises e dos desmandos que temos vivenciado. Os senadores brasileiros - entre os quais aquele que recentemente foi candidato e quase se elegeu presidente da República - foram impedidos de visitar oposicionistas e presos políticos, e acuados por militares de má vontade e militantes hostis. Tudo isso num país vizinho classificado como amigo, que recebe o apoio do Brasil e foi, por ação brasileira, admitido ao Mercosul. Precisamos rever nossas relações não só com a Venezuela, mas com todos os países que desrespeitam a democracia e, principalmente, não admitem o contraditório e encarceram seus opositores. Se não tivermos uma posição firme nessa direção, correremos o risco de também marchar para o caos político, social e institucional. A autoridade legalmente constituída tem de ser respeitada como tal e conviver pacificamente com aqueles que não a apoiam. A lei deve ser cumprida por todos e os atos de rebeldia, mesmo quando praticados sob a bandeira de supostos movimentos sociais, têm de encontrar a justa reprimenda.

Dirceu Cardoso Gonçalves  

aspomilpm@terra.com.br

São Paulo

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GÊNESE DAS DITADURAS

Dois fatos ocorridos na quinta-feira (18/6), separados por milhares de quilômetros de distância, nos deram uma valiosa lição de como começam a se instalar e como funcionam as ditaduras. No primeiro evento, um bando de 200 criminosos que teriam sido arregimentados por uma "famiglia" que controlava um sindicato no Rio de Janeiro, pelo singelo preço de R$ 100 por cabeça, simplesmente destruiu a sede do sindicato no dia da eleição de sua nova chapa de direção (a anterior, encabeçada pelo "capo" da "famiglia", foi destituída pela Justiça), causando um prejuízo milionário. Por meros R$ 100 se conseguem 200 mercenários para cometer crimes (nada lhes irá acontecer, eis que, segundo a lei, é preciso individualizar as condutas) que em outros países são considerados terrorismo (dano com elevado prejuízo é terrorismo nos Estados Unidos da América). O outro fato, ocorrido na Venezuela, foram representantes do Congresso Nacional brasileiro cercados e quase linchados por milicianos a mando do ditador Nicolás Maduro. Caracas foi simplesmente paralisada para que a comitiva não seguisse adiante. Quanto cada miliciano ganhou? A lição, daqui e de lá, é de que as ditaduras não brotam por geração espontânea. Os líderes das nações começam a fomentar um ambiente de desrespeito às leis, de vale-tudo, de inversão de valores, de anomia e anarquia, a tal ponto que os psicopatas e crápulas de plantão, ao sentir que não há resposta ao seu comportamento cada vez mais sem freios e destemido, se sentem na liberdade de cometer crimes graves pela mera promessa de pagamento de R$ 100, ou topam cercar uma comitiva de senadores de outro país por qualquer vantagem que seja. Foi assim na Alemanha nazista. Foi assim na Ruanda do genocídio. Foi assim na Venezuela. E, se não lutarmos, será assim aqui, no Brasil.

Luiz Augusto Módolo de Paula

luaump@yahoo.com.br 

São Paulo

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NOSSOS HERÓIS FALHARAM

O senador Aloysio Nunes disse: "Foi uma coisa armada". Não é possível imaginar que foram tão ingênuos, trouxas os nossos senadores. Pensaram que iriam ser recebidos na Venezuela com uma chuva de flores? O que um grupo de senadores que pretendiam "se promover" esperava com essa viagem de oposição, sabendo que Dilma e Lula não mexeriam uma palha para ajudá-los a fazer oposição a Maduro na Venezuela, na casa dele? Uma decisão estúpida! Um país onde a lei é Maduro, um brutamontes ex-chofer de ônibus que, por acidente, virou ditador. Obrigaram, agora, para salvar as aparências, o Congresso a pedir explicações ao Itamaraty, recebendo-as no dia de "São Nunca", como é de esperar de um ministério dirigido e comandado pelo PT. Talvez o Itamaraty peça informações ao governo venezuelano que nunca receberá. Pobres senadores, não perceberam que estavam indo contra o bom senso? Viram muitos filmes de valentes lutadores da democracia, provavelmente. Pena que gastaram nosso dinheiro à toa, outra vez! Cada país tem os heróis que merece.

Fabio Figueiredo

fafig3@terra.com.br 

São Paulo

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DITADURA DE ESQUERDA

Num dos documentos considerados sigilosos e, agora, disponibilizados pelo Itamaraty, consta que o ex-presidente Lula ficou sete meses sem conversar com seu amigo Hugo Chávez, presidente da Venezuela, que à época havia feito um comentário denegrindo nossos parlamentares. Agora, senadores brasileiros foram à Venezuela para visitar na prisão os oposicionistas daquele país, presos injustamente e que se encontram em greve de fome. Nossos representantes foram recebidos com pedradas no ônibus em que se encontravam e impedidos de chegar à penitenciária. Fica claro que a Venezuela hoje está numa ditadura de esquerda e deveria ser retirada do Mercosul. Dependendo da resposta do governo brasileiro, ficará evidente por que a presidente Dilma fez parte da luta armada. Lutou pela democracia ou pela ditadura de esquerda? A conferir...

Beatriz Campos

beatriz.campos@uol.com.br 

São Paulo

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A VOLTA DOS QUE NÃO FORAM

Certamente, os senadores esquerdistas que forem a uma nova viagem à Venezuela serão recebidos com banda e fanfarra, confirmando para o mundo a sábia frase do estadista Lula de que na Venezuela há excesso de democracia.

Luiz Henrique Penchiari

luiz_penchiari@hotmail.com 

Vinhedo

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LIÇÃO DE DIGNIDADE

O povo venezuelano deu bela lição de dignidade à comitiva de políticos brasileiros que foram apoiar os golpistas. Aécio e companhia poderiam ter ficado sem essa.

Tibor Rabóczkay

trabocka@hotmail.com 

São Paulo

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PASSEIO NA VENEZUELA

O Brasil não é a ditadura americana que impõe a "democracia" à força, é uma republiqueta de sonhadores e lunáticos que pensam que podem embarcar num avião e descer onde não foram autorizados. Que vexame!

Roberto Nascimento

robenasya@yahoo.com.br 

São Paulo

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VIAGEM DESNECESSÁRIA

A rigor, estes senadores deveriam devolver aos cofres públicos os gastos com esta viagem sem necessidade e sem sentido, já que foram eleitos e são pagos pelos brasileiros para resolver os problemas do Brasil, e não da Venezuela.

Sergio Iatchuk

s_iatchuk@yahoo.com.br 

Vinhedo

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RELAÇÃO SEM SENTIDO

A parceria comercial entre Brasil e Venezuela foi um desastre. Lula e Hugo Chávez se acertaram para a construção da Refinaria Abreu e Lima, mas a Venezuela não compareceu sequer com um centavo. Autoridades venezuelanas são recebidas de braços abertos, sobre tapete vermelho, enquanto a comitiva brasileira de senadores foi hostilizada e impedida de atingir o seu intento de visitar dissidentes políticos, e retornou ao Brasil após horas de retenção proposital no tráfego. Não faz sentido o Brasil manter relações comerciais e diplomáticas com vizinhos onde a ditadura é sinônimo de democracia.

Humberto Schuwartz Soares

hs-soares@uol.com.br 

Vila Velha (ES)

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BOLIVARIANOS E LULOPETISTAS

Disse recentemente o laureado Prêmio Nobel Oscar Arias, ex-presidente da Costa Rica, o país que compartilha com o Chile a posição de mais bem governado na América Latina: "Esperamos que os governos da América Latina levantem a voz para exigir ao presidente Nicolás Maduro que pare de eliminar liberdades.  No entanto, a América Latina, incluindo o Brasil, aguarda em silêncio inexplicável, injustificável". Nos casos da Argentina, da Bolívia, do Equador e, especialmente, do Brasil, tal silêncio é injustificável, sim, porém não tem nada de inexplicável. É muito facilmente explicado: seguem o exemplo da Venezuela, líder na marcha à autocracia, bem assessorados pelos cubanos. É um objetivo explícito dos lulopetistas, como já lemos no seu assustador "Caderno de Teses" escrito para o Congresso do PT na Bahia. São três áreas de Ação (com "A" maiúsculo, lógico) a serem Atacadas (eles gostam de palavras com tom militar, como os jihadistas no Oriente Médio) em conjunto: ação 1, coerção e compra de parlamentares; ação 2, cerceamento e controle da mídia; e ação 3, a busca de controle do judiciário através de nomeação de juízes para o Supremo Tribunal Federal (STF), cuja escolha é função da sua atuação petista. Há, também, a ação 4: roubar. Porém evitam falar a respeito.

William W. B. Veale

william.veale@terra.com.br 

Sorocaba

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O BRASIL E A DEMOCRACIA

"Venezuela deixou de ser uma democracia", afirma Oscar Arias. O ex-presidente da Costa Rica e Nobel da Paz aponta o fim da separação entre os Poderes como o fator que tornou a democracia venezuelana numa autocracia. O Brasil vive processo semelhante, o Poder Judiciário está cada vez mais submisso ao Executivo e o Legislativo, cada vez mais viciado no criminoso processo de toma lá da cá, só vota a troco de cargos, ministérios ou mesada. O Brasil, que tanto lutou pela sua democracia, acabou elegendo seu presidente da República para atender aos caprichos de um único cidadão, um líder populista envolvido até a alma em todos os escândalos de corrupção que estão arrasando o País. Não há luz alguma no fim desse túnel, que foi superfaturado e nunca saiu do papel.

Mário Barilá Filho

mariobarila@yahoo.com.br 

São Paulo

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EMPRÉSTIMOS LEGAIS?

O sr. Marcelo Odebrecht (16/6, A5), presidente da Odebrecht, acha normal e dentro da lei os empréstimos obtidos do BNDES para obras em Cuba e Angola. Foram só US$ 8,22 bilhões a taxas variando entre 2,87% e 8,61% ao ano, por prazos de 120 a 186 meses. Pelo jeito, para os países de ditadores amigos, não falta dinheiro. Já para investir na educação, na saúde, na segurança e na infraestrutura aqui, no Brasil, é uma "fartura", ou seja, falta tudo. Quando não espremem as verbas até o osso, acham um jeito de contingenciá-las. Será que Dilma lançou um novo PACote  para países amigos (deles) e não nos avisou? O Brasil pede socorro e, por enquanto, só temos Deus para nos atender.

Silvano Corrêa

scorrea@uol.com 

São Paulo

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IMORAL

Sr. Marcelo Odebrecht, se na sua avaliação utilizar dinheiro do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) brasileiro para financiar obras em países ditatoriais como Cuba, Venezuela e Angola a juros irrisórios não é imoral, qual é o seu conceito sobre imoralidade? Sugiro ao senhor fazer um curso sobre ética nos negócios. Enriquecer a qualquer custo, principalmente com o suor do trabalhador brasileiro, é muito imoral.

Vagner Ricciardi

vbricci@estadao.com.br 

São Vicente

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O BNDES E O AJUSTE FISCAL

Excelente matéria do "Estadão" de domingo (14/6, B3) revelou a total incoerência do desgoverno Dilma: enquanto Joaquim Levy busca restringir o acesso ao seguro-desemprego, cujos recursos provêm do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), o BNDES utiliza o mesmo FAT para fazer empréstimos subsidiados (e garantidos pelo próprio Tesouro brasileiro!) a países como Venezuela (quebrada), Angola (onde a corrupção é notória), Argentina (caloteira), República Dominicana (que, por estar realizando um ajuste fiscal em sua economia, não pode pagar por suas obras), Cuba (risco de crédito monstruoso), Gana e vai por aí.   Vale dizer, o trabalhador deve sofrer restrições para acessar o seguro-desemprego, mas esses países que não merecem crédito podem usar à vontade o FAT, com taxas de juros baixíssimas! Qual a explicação?

Eduardo Spinola e Castro

esc@scvs.adv.br 

São Paulo

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AS PEDALADAS DO GOVERNO DILMA

O Tribunal de Contas da União (TCU) deu uma enorme "colher de chá" à presidente Dilma Rousseff, que obrigou os bancos Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil a cobrir despesas com o governo a descoberto. Todos já sabiam desde o ano passado que Dilma dava "pedaladas" muito antes de comprar sua bicicleta importada. Com esse tempo de espera pelas explicações ao TCU, a turma dos marqueteiros irá arranjar uma desculpa esfarrapada, como de praxe de coitadinha, que não sabia de nada e que Guido Mantega e Arno Augustin omitiram-lhe dados que mostravam que estavam faltando com a ética e a verdade dos fatos. Diante do estrago e do ineditismo das malfadadas ações, penso que desta vez Dilma não conseguirá convencer nem a "Velhinha de Taubaté" e muito menos "Eremildo, o idiota".

Leila E. Leitão

São Paulo

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ROTA DE ESCAPE

Dilma Rousseff ganha 30 dias para explicar as irregularidades no balanço das contas do governo em 2014 (18/6, B1). Enquanto isso, ela continuará pedalando por Brasília, como se o problema não fosse com ela. E, provavelmente, não será mesmo. Estes 30 dias servirão como tempo para que seu fiel servidor da gestão passada, sr. Guido Mantega, se utilize de uma bicicleta para alterar o caminho seguido anteriormente. Eles, como sempre, formularão explicações, mesmo que não sejam muito convincentes, para que as contas sejam aprovadas pelo TCU. É assim que tem sido sempre, isto é, mudar para permanecer igual.

Alvaro Salvi

alvarosalvi@hotmail.com

Santo André

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NINGUÉM FISCALIZA

Por isso que as coisas vão de mal a pior. Praticamente ninguém nesta República cumpre suas atribuições constitucionais. O Congresso Nacional tem a função de fiscalizar o Poder Executivo, ou seja, a Presidência da República e os ministérios (atualmente 39). Ocorre, entretanto, que a última prestação de contas analisadas pelos congressistas foi a de Fernando Henrique Cardoso, do PSDB, em 2002. Depois que o estrago está feito, deputados e senadores querem "posar" de bons moços e vão jogar a culpa na presidente, no TCU e até mesmo nos Dragões da Independência. Mas eles próprios não fazem o básico, o essencial em qualquer democracia. Se o Brasil fosse uma empresa, estaríamos a ponto de fechar as portas.

Willian Martins

martins.willian@globo.com 

Guararema

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NOVO CÁLCULO DA APOSENTADORIA

A aposentadoria do sofrido trabalhador brasileiro, que é tal qual o bagaço da laranja (em se espremendo, nada sai, ou é insuficiente até para a sobrevivência), hoje está dando ibope na imprensa! A presidente Dilma, ao vetar o que foi provado no Congresso Nacional - o fim do fator previdenciário, criado na gestão de FHC -, não entrega a continuidade do fator, enterra. Isso porque, atendendo à grita dos sindicatos dos trabalhadores e à pressão dos petistas, ela criou uma tabela progressiva, como está contida na Medida Provisória 676, que terá como base inicial a tabela 85/95, e encerra essa progressividade em 2022, quando atinge na tabela o índice 90/100. Ou seja, para uma mulher receber o valor-teto da aposentadoria, teria de se aposentar aos 60 anos de idade e 30 de contribuição; e, para os homens, 65 anos de idade e 35 de contribuição. O que preocupa é que hoje, bem ou mal, o aposentado recebe em dia seus proventos. Mas essa tabela progressiva apresentada, diferentemente do que o governo prevê, vai onerar muito o caixa da Previdência até 2022. E esse compadrio nocivo da cúpula petista com seus camaradas sindicalistas pode tornar a já dura vida do aposentado brasileiro pior, num futuro bem próximo.

Paulo Panossian

paulopanossian@hotmail.com

São Carlos 

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DISCURSO DO GOVERNO

"O governo vai economizar R$ 50 bilhões e os aposentados serão beneficiados." Não me engana, que eu não gosto.

Roberto Twiaschor

rtwiaschor@uol.com.br

São Paulo

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'PONTO PARA O GOVERNO'?

Não há pontos (19/6, A3) que este governo possa fazer que consigam reparar o mal que Dilma fez ao País por mero apego ao poder, mesmo que para isso tivesse de fazer "o diabo", como de fato fez, levando-nos a uma crise aterradora capaz de levar ao desespero grande parte da população brasileira. Essa crise não precisaria ter acontecido, caso ela conseguisse ter respeito e consideração pelo povo que a elegeu e, sobretudo, mais amor ao País e menos a si própria. 

Eliana França Leme

efleme@terra.com.br 

São Paulo

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DOIS PESOS, DUAS MEDIDAS

Os senhores Joaquim Levy, Aloizio Mercadante, Miguel Rossetto e Carlos Gabas explicaram a nova medida provisória (MP) que trata do fator previdenciário e disseram que a economia seria de R$ 50 bilhões até 2026. Estamos assistindo a uma reprise de capítulos anteriores da história do Brasil. A habitual solução foi apresentada, ou seja, estorvar o trabalhador brasileiro na hora da sua aposentadoria. A concepção da MP acerta o alvo habitual, pois não encontraram solução mais apropriada. Por exemplo, a presidente Dilma Rousseff sancionou o aumento de verba do Fundo Partidário, que era de apenas R$ 289 milhões e, agora, é de R$ 867 milhões. Portanto, podemos deduzir que os recursos para a política sempre estarão disponíveis, enquanto para a Previdência serão minimizados.

José Carlos Saraiva da Costa

jcsdc@uol.com.br

Rio de Janeiro

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ERA UMA VEZ...

Era uma vez um país tropical, abençoado por Deus e bonito por natureza (Jorge Benjor). Lá viviam mais de 200 milhões de pessoas, felizes, com todo conforto e facilidades. Alguns desses cidadãos eram afortunados e privilegiados pela sorte e pela vida. Um deles era conhecido por Zé Dirceu e reverenciado por alguns como "guerreiro do povo", por sua história de lutas pela liberdade e igualdade social. Ele era excepcional, entendia de quase tudo, da construção civil à indústria farmacêutica, passando por tecnologia e comércio exterior, atuando em mais de 20 ramos da economia. Criou uma empresa de consultoria e assessoria e ficou rico, muito rico. Prestava serviços às maiores empresas deste país, empresas que primavam pela honestidade e qualidade de serviços. Dava recibo, recolhia os impostos, como manda a lei (disso não duvido). E, pelas voltas que a vida dá, descobriu-se que estava envolvido num tal mensalão, sendo até condenado pelo STF, e, agora, está sendo investigado em outro escândalo, chamado de petrolão, por suspeitas de ter recebido propina e dado recibo de consultoria. Nega veementemente essas acusações, como da vez anterior. Acredite quem quiser. Bom, como dizia o grande Julio Gouveia, criador da série "O Sítio do Pica-Pau Amarelo": essa é outra história, que fica para uma outra vez.

Luiz Nusbaum

lnusbaum@uol.com.br

São Paulo

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DIRCEU AINDA NA MÍDIA

Ainda que apenas mostrando suas malandragens, o cara não apareceu no Congresso do PT, que "os neguinhos" fizeram em Salvador, ou, se apareceu, ficou escondido.

Ariovaldo Batista

arioba06@hotmail.com

São Bernardo do Campo

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TIRA A MÃO DO MEU BOLSO!

Câmara dos Deputados quer padronizar carregadores de celular... É a mesma história mal contada da troca das tomadas e plugues de equipamentos elétricos, do extintor de incêndio descartável, é mais um golpe orquestrado pela iniciativa privada via Câmara dos Deputados. Pergunta aos senhores deputados: se a velocidade máxima em nossas estradas é de 120 km - em rodovias perfeitas, como a Bandeirantes, em São Paulo -, por que não proibir que todos os carros que saem da fábrica superem essa velocidade, mesmo em descida com sistema inteligente de frenagem? O País teria menos acidentes e seria algo útil à sociedade. Agora, padronizar carregador de celular é como padronizar o tamanho das dentaduras. Tirem estas mãos cheias de dedos dos nossos bolsos e trabalhem com seriedade!

Luiz Ress Erdei

gzero@zipmail.com.br

Osasco

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'PADRÃO XANGAI'

No artigo a respeito do "padrão Xangai", ("Estadão", 18/6, A2) seu autor, o professor José Antonio Segatto, insurge-se contra a métrica utilizada para estabelecer rankings internacionais para universidades. Depois de criticar políticas neoliberais - direito dele -, revela um antiamericanismo agudo. Naturalmente, não faz muito sentido utilizar metros quadrados de textos produzidos, mas é forçoso convir que o estabelecimento de critérios classificatórios é um problema para o qual ele não oferece uma solução. Finalmente, insurgir-se contra a adoção do inglês como a língua oficial de produção e difusão científica mais parece a revolta contra uma suposta colonização. O autor há de convir que adotar o polonês ou o suaíli, por exemplo, seria algo contraproducente. 

Alexandru Solomon

alex101242@gmail.com

São Paulo

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AMEAÇA AO UBER

Lamentável que o presidente do Sindicato dos Taxistas de São Paulo tenha ameaçado de morte a aprovação do aplicativo Uber, de transporte de pessoas por motoristas particulares, no Brasil. Nos EUA e na Europa o Uber já é largamente utilizado, com sucesso e amplas vantagens aos usuários. A tecnologia é uma realidade e é impossível querer detê-la ou impedi-la. Entende-se a preocupação dos taxistas, mas não é com ameaças e bravatas que se resolvem os conflitos de interesse numa sociedade democrática, pluralista e civilizada.

Renato Khair

renatokhair@uol.com.br 

São Paulo

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CADÊ DEUS?

Como Deus - se existe - permitiu que um fanático matasse nove pessoas que o estavam louvando numa igreja em Charleston, nos Estados Unidos? Por que esse infiel não morreu, antes, de infarto, etc.? 

Mário A. Dente

dente28@gmail.com

São Paulo

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