Fórum dos leitores

OPERAÇÃO LAVA JATO

O Estado de S. Paulo

16 Julho 2015 | 03h00

A vez dos políticos

A Polícia Federal (PF), munida de mandados de busca e apreensão expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF), a requerimento da Procuradoria-Geral da República (PGR), efetuou buscas e apreensões em empresas e na casa de três senadores (Fernando Collor, ex-presidente do Brasil; Ciro Nogueira, presidente do PP; e Fernando Bezerra, líder do PSB); além do ex-ministro das Cidades Mário Negromonte, do deputado Eduardo da Fonte e do ex-deputado João Pizzolatti. Foram cumpridos 53 mandados e as apreensões foram enormes: R$ 4 milhões, US$ 45 mil e A 24,5 mil, aproximadamente; carros de luxo, obras de arte e joias de alto valor; sem falar em documentos diversos que podem render muito na investigação da Operação Lava Jato. Tudo isso, é claro, em defesa dos interesses da Nação, da preservação do patrimônio e da moral na vida pública. Mas políticos e lideranças da base aliada do governo federal ficaram indignados. O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), chegou a dizer que a ação era uma “invasão” para intimidar os investigados. Em reunião com Dilma Rousseff e ministros no Palácio da Alvorada, Lula – grande timoneiro da situação – criticou a presidente da República dizendo que ela precisa de uma agenda positiva e “vender” esperança ao povo, e não só ficar comentando a Operação Lava Jato. E alertou os cumpanheiros: “Preparem-se, porque as coisas vão ficar piores”. É de indagar, diante dessa situação, qual é a esperança a ser “vendida” ao nosso sofrido povo? O Brasil vive um apagão moral de seus líderes e só resta a esperança de ver estes velhacos punidos exemplarmente e banidos da vida pública nacional.

LUIZ C. SOARES FERNANDES

luiz68017@gmail.com

São Paulo

O confisco

Cumprindo mandado de busca e apreensão, a PF esteve nas empresas, no apartamento do senador Fernando Collor (PTB-AL) e na Casa da Dinda, em Brasília. O senador classificou a operação como truculenta e arbitrária, mas deve ter-se esquecido do quão truculento e arbitrário foi o confisco das poupanças e de quantas pessoas morreram ao verem seu dinheiro ser tomado pelo seu governo. Nada como um dia após o outro. Ainda que a PF apreenda vários carros de luxo do senador, nada apagará da mente dos brasileiros aquele dia.

IZABEL AVALLONE

izabelavallone@gmail.com

São Paulo

Truculência

“Truculência” mesmo foi a infligida pelo governo Collor, no dia 16 de março de 1990, quando o povo amanheceu, indefeso, com só NCZ$ 50 mil disponíveis na poupança. Esse é o verdadeiro abuso de poder que nunca será esquecido.

GLÓRIA ANARUMA

glória.anaruma@gmail.com

Jundiaí

O ‘caçador de marajás’

Fernando Collor não tem lá um histórico muito admirável. Presidente eleito democraticamente, prometeu caçar “marajás”. Não só não conseguiu, como parece ter-se tornado um, afinal quantos brasileiros têm em casa – se é que têm casa – uma Ferrari, um Lamborghini e um Porsche na garagem? O salário de senador é tão bom assim? Defenestrado de Brasília pelo famoso Fiat Elba, foi reeleito e voltou ao Planalto Central. Ao ter seus carros apreendidos, reagiu. Aliás, não só elle, mas outros “picaretas”, para usar a expressão de um conhecido político brasileiro. Vivemos tempos tão absurdos que, como diz o ditado, o rabo está abanando o cachorro.

RENATO AMARAL CAMARGO

natuscamargo@yahoo.com.br

São Paulo

Ascensão

Não se pode negar que os sucessivos governos do PT melhoraram a vida de algumas pessoas. Collor, por exemplo, trocou o Fiat Elba por um Lamborghini, uma Ferrari e um Porsche.

LEÃO MACHADO NETO

lneto@uol.com.br

São Paulo

Caça e caçador

A PF comete um erro crasso ao arrebanhar a frota de carros do senador Collor! Desde o início de sua saga como “caçador de marajás”, Collor, homem moderno, experimentou motos, carros potentes e até um jato da FAB. Perdida a Presidência, não abandonou a saga: no Senado, continuou a caçá-los, agora a bordo de veículos potentes – Lamborghinis, Porsches e Ferraris. Mas, como toda saga tem seus riscos, Collor, na sua desabalada missão, pode acabar alcançando a si próprio.

CELSO LUIZ BARBOZA

ckbarboza@uol.com.br

São Paulo 

De boa vontade

Políticos envolvidos na Operação Lava Jato reagiram com indignação às ações de terça-feira da Polícia Federal, que alcançaram políticos com foro privilegiado. Renan Calheiros leu no plenário do Senado uma nota de protesto aprovada pela mesa diretora da Casa. Outros parlamentares suspeitos de envolvimento no esquema dizem que estão com medo, perplexos, julgam-se vítimas de arbitrariedade e dizem que estão dispostos a colaborar espontaneamente. Só não é sensato acreditar que pessoas investigadas por assaltar os cofres públicos vão entregar espontaneamente informações que possam comprovar seus crimes.

ABEL PIRES RODRIGUES

abel@knn.com.br

Rio de Janeiro

GOVERNO DE SP

Receita estadual

Li com preocupação a reportagem sobre a troca de dirigentes da Secretaria da Fazenda (9/7, A14). É fundamental esclarecer que a Operação Yellow, realizada em 2013 contra sonegação na área de óleos vegetais, foi iniciada pela fiscalização da Secretaria da Fazenda, que encaminhou relatórios da Inteligência Fiscal para o Gaeco de Bauru e contribuiu na elucidação de ilícitos, inclusive funcionais. Também no episódio envolvendo juiz do Tribunal de Impostos e Taxas foram apuradas as irregularidades, com a demissão e remessa de subsídios para o Ministério Público. Nenhuma notícia de irregularidade ficou sem apuração pela Corregedoria da Fiscalização e as medidas adotadas tiveram meu completo apoio. Preocupa-me atribuir ligação entre mudanças administrativas e as suspeitas de ilícitos isolados que estão sendo apuradas dentro e fora da secretaria. Atacar a administração tributária do Estado, como um todo e injustamente, enfraquece a arrecadação e o próprio Estado de São Paulo. Sou testemunha da conduta profissional dos dirigentes da Coordenadoria de Administração Tributária (CAT), pelos resultados em prol do erário e seriedade com que tratam a coisa pública. Salvo algum malfeito que desconheço, é minha a responsabilidade pela gestão da secretaria no período 2011/2014, sob o comando do governador Geraldo Alckmin.

ANDREA CALABI, ex-secretário da Fazenda

São Paulo

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal  estadao.com.br

ILUSÃO

Mesmo com as constantes provas sendo produzidas contra os empreiteiros e políticos, todos negam sua participação no butim. Aos desavisados, gostaria de dizer que a imagem de ontem vista na televisão, onde vemos vários carros de luxo saindo da Casa da Dinda, é pura ilusão.

 

Jorge Eduardo Nudel jorgenudel@hotmail.com

São Paulo

ACIMA DA LEI

Na contemplação do noticiário que corre o País, o leitor passa por gradativas mutações fisionômicas: da estranheza ao espanto, do espanto à perplexidade, da perplexidade à náusea, ao asco e, dessas reviravoltas na política à mais profunda revolta.  Impressionante o despeito do senador Collor e de seu colega no Senado, Renan, ao se revoltarem contra os mandados de apreensão que o Supremo (ufa! finalmente) expediu para que devolvam, à força, o fruto das ladroices sabidas e declaradas. Chocante o estribilho fadigoso e a ousadia com que, do alto da tribuna de onde deveriam nascer as leis, eles levantam suas vozes para sufocar as mesmas leis dali nascidas. Qualquer que seja a norma, ela inspira e gera um tríplice questionamento: é justa é válida, é eficaz?  Se justa, válida e eficaz, nenhum senador, ninguém está acima da lei. A norma será justa, quando estiver apta a realizar seus valores supremos; será válida, quando emana de autoridade competente; eficaz, quando a Justiça de espada em punho efetiva o comando. Ora, o desfile de carrões importados saindo da Casa da Dinda e apreendidos pela Justiça é o exemplo claro da aplicação correta da norma.  A reverberação do investigado senador agrava ainda mais a sua gravíssima culpa na participação da rapinagem pública, revelando, ainda, e para pior, que aos malsinados corruptos não só lhes basta a rapinagem. Esperemos que, na Operação Lava Jato, diante do calibre dos envolvidos e da enormidade dos crimes, não falte água nem falte jato.

Antonio Bonival Camargo bonival@camargoecamargo.adv.br

São Paulo

ESCOLA DA CORRUPÇÃO

O Senador e ex-presidente da República, Fernando Collor de Mello (PTB-AL), nos últimos 22 anos aprendeu bastante. Em 1992 teve o mandato como presidente da República cassado, por causa de um automóvel popular da marca Elba. Agora ele poderá perder o mandato de senador, porém, desta vez, em troca de três automóveis: um Lamborghini (R$ 3,2 milhões), uma Ferrari (R$ 1,1 milhão), um Porsche (R$ 473 mil). Parabéns, senador, o senhor foi aprovado com louvor na escola da corrupção!

Humberto de Luna Freire Filho hlffilho@gmail.com

São Paulo

CORRUPÇÃO

Versão brasileira de velozes e furiosos... E canalhas!

Luiz Ress Erdei portal@portasblindadas.com.br

São Paulo

ESPERANÇA COM A LAVA JATO

A operação Lava Jato chega ao Senado e a Polícia Federal vasculha o lar de sete senadores, mostrando que grande parte deles não merece o voto recebido. Não podem representar o povo políticos sob suspeita de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. A suspeita em si não prova a culpa, porém é uma fumaça que, sem dúvida, provém de algum foco de corrupção de políticos oculto sob a manta do cargo que ocupam. As riquezas que ostentam os senadores, especialmente do ex-presidente Collor, não condizem com a pureza que pretendem demonstrar. O repúdio do Senado alegando invasão do Poder Judiciário é mera ação de retórica, porque invasão nos Três Poderes ocorre sempre. Há uma relação quase promíscua entre os Poderes Executivo e Legislativo. O poder que mais invade a seara alheia é o Poder Executivo, por meio das nomeações de ministros do Supremo Tribunal Federal, que fortalecem a dívida de favor, um elo imoral que liga os dois poderes. O juiz Sérgio Moro e sua ação mãos limpas, cujos livros moram sob seus braços, está de parabéns por não deixar morrer a esperança que ainda teima em resistir no senso comum do povo.

 

Mário Negrão Borgonovi marionegrao.borgonovi@gmail.com

Rio de Janeiro

NO TOPO DO PODER

Diretoria estatal tem disso, além de verba de

representação, adicional para prostituição...

A.Fernandes standyball@hotmail.com

São Paulo

MUDANDO O JOGO? 

Uma sucessão de fatos positivos está ajudando a presidente Dilma ¬¬- a começar pelo encontro com Obama. Se, na sequência, ela beijar as mãos do Papa Francisco, a Polícia Federal continuar entrando na casa de deputados, senadores e governadores para recolher dinheiro e carros de luxo e a economia der sinais de recuperação no segundo semestre, Dilma poderá despontar como importante cabo eleitoral em 2018!

Devanir Amâncio devaniramancio@hotmail.com

São Paulo

ÓDIO À POLÍTICA

Ter cara de pau é o que o presidente do Diretório paulistano do PT demonstrou ontem, ao recomendar “muito cuidado” diante da prevalência do discurso de estímulo ao ódio à política para uma platéia de, quiçá, incautos 700 ouvintes [número não confirmado e possivelmente aumentado] acomodados em auditório de uma instituição privada de ensino superior. Bastaria que o fizesse para apenas uma dezena de líderes petistas num boteco qualquer, a começar pelo ex-presidente da Nação e pelo presidente de seu partido. 

Frederico Ricardo Hrdlicka frh@techmaster.ind.br

Cotia

SUGESTÃO 

Como assinante deste jornal, sugiro que se publiquem 50% das cartas recebidas a favor do PT, pois o jornal tem a obrigação de agradar os dois lados, como manda a Democracia.

Laerte Gonçalves Fernandes laerte.professor@gmail.com

São Paulo

PROMESSA NÃO CUMPRIDA

Toda a esbórnia que vemos no País poderia ser ainda maior, meus concidadãos, se o “grande cacique” não tivesse, pouco antes da sua posse como presidente da República, informado, com voz clara e forte, no rádio e na TV, que: “Não temos o direito de errar.” A Nação ouviu e acreditou.

Euclides Rossignoli euros@ig.com.br

Avaré

TOGA VERMELHA

Senhor ministro Lewandovsky, sua postura conhecidamente subserviente envergonha não só a classe de magistrados deste país, como também a de professores, da qual o senhor também faz parte. Sugiro que mande fazer uma toga vermelha, ao invés da preta usual.

Elias Skaf eskaf@hotmail.com

São Paulo

QUEM GOVERNA?

               

Algo está errado. A presidente em segredo se reúne em Portugal com pessoas que deveriam estar comprometidas somente com o povo, como o ministro da Justiça, José Eduardo Cardoso, e o ministro do Supremo, Lewandowski. Depois se reúne no Planalto com ministros de seu governo e arauto da desgraça (que nada mais têm a fazer no governo). Afinal, quem é que governa este país? “A” ou “o” presidente.

Wilson Matiotta loluvies@gmail.com

São Paulo 

TUDO VAI PIORAR

Lula disse à Dilma que as coisas vão piorar. Realmente, a Papuda os espera. Deus seja louvado!

Sergio Cortez cortez@lavoremoveis.com.br

São Paulo

PREVISÃO DE LULA

Lula avisa: “Preparem-se que as coisas vão ficar piores.” Tomara fique para eles muito pior do que deixaram este país.

Luíz Frid luiz.frid@globomail.com

São Paulo

TRISTE POSTURA

Se for verdade que o ministro Ricardo Lewandowski, presidente do STF, disse, reservadamente, que durante o processo do mensalão se comportou “tinindo nos cascos” é de se observar que ele é pago pelo cidadão contribuinte para se comportar como se estivesse em um tribunal e não em uma cocheira, pois triste é um país quando seu Poder Judiciário é assim confundido!

Arlete Pacheco arlpach@uol.com.br

Itanhaém

CONFISSÃO DE UM CRIME

Finalmente o Planalto confessa o crime de responsabilidade e afirma que as “pedaladas acabaram”! É coisa do passado! Ou seja, o governo quer simplesmente passar uma borracha sobre essa picaretagem, como se nada de grave tivesse ocorrido e o nosso povo,  como se idiota fosse e aceitasse essa farsa... Ou, então, Dilma, com os seus incompetentes colaboradores agindo como crianças ingênuas, leais à Pátria, sem maldade alguma, porém ajoelhados estivessem suplicando aos seus superiores: nunca mais faremos uso das pedaladas fiscais... E foi assim, neste clima patético, que transcorreu a pedido do Planalto uma entrevista com jornalistas expondo ao ridículo quatro ministros para falar sobre esse crime de responsabilidade!  Como se esse diálogo de última hora pudesse influenciar o Tribunal de Contas da União (TCU), para que não reprove, após julgar a defesa da Dilma, as contas do governo federal de 2014. E evitar, o que parece difícil, um possível impeachment da presidente.

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

RECESSO PARA ESFRIAR A CRISE 

Dilma foi reeleita, não foi? Vamos deixá-la desgovernar.

 

Fausto Ferraz Filho faustofefi@ig.com.br

São Paulo 

ELA FAZ E NÃO ASSUME?

A presidente Dilma Rousseff perdeu a compostura quando falou: “Não vou pagar pela merda dos outros.” É o que ela pensa. Ela faz e não assume? Que irresponsabilidade? Adivinhe quem está pagando? Nós!

 

Luiz Fernando Dias da Silva     lfd.silva@uol.com.br

São Paulo

PAÍS SUBJETIVO

Enquanto a realidade objetiva é a de que: Dilma é incapaz, Lula sabia, o PT é corrupto, a eleição foi fraudada, o menor de 18 mata e a Justiça solta, o Bolsa-Família vota, o País encolhe, a pobreza se alastra, a ignorância cresce, a saúde adoece e as pedaladas acontecem, as autoridades instituídas procuram pêlo em casca de ovo para deixar tudo como está. O Brasil é um país subjetivo.

Gilberto Dib gilberto@dib.com.br

São Paulo

DÚVIDA

TCU ou PTCU,eis a questão.

J.S. Decol decoljs@globo.com

São Paulo

PEDALADAS 

Dilma deu umas pedaladas, mas nunca pensei que pudesse dar uma pedalada nas migalhas que recebemos, dos poucos direitos que nos cabem, ela deu uma pedalada no PIS e nos recebimentos, mudando a data de recebimento. Ela podia ao menos convidar os brasileiros para dar umas pedaladas na calada da noite, que é quando aprovam as leis.

Paulo Eduardo zanella zanella@madia.com.br

Valinhos

A GOTA D’ÁGUA 

Foi um fato gravíssimo este encontro que tinha tudo para permanecer clandestino, de Dilma com Lewandowski e o ministro da Justiça, caso um jornalista não o tivesse descoberto, fato que provocou naqueles que acompanham a política do País, a mais profunda estranheza e, em seguida, indignação. Tudo pior ficou com as esdrúxulas tentativas de explicar o injustificável, qual seja: um presidente da Suprema Corte do País encontrar-se às escondidas, fora da agenda oficial, com a chefe do Executivo. Qualquer um é capaz de deduzir do que trataram no luxuoso hotel em Portugal, pago com o dinheiro público. Se Lewandowski sempre negou que tivesse atuando mais como advogado dos réus do mensalão do que como juiz, agora não precisa mais se dar ao trabalho. Esse encontro deixou claro de que lado sempre esteve. Também por lances pouco republicanos como estes é que precisamos sair às ruas em protesto. 

Eliana França Leme efleme@terra.com.br

São Paulo 

DESPUDORADOS

O conluio urdido entre Lewandowski e a Dilma foi um crime contra a Nação! Os dois merecem o impeachment. 

Eugenio José Alati eugeniojalati@gmail.com

Campinas 

CESARISMO PARLAMENTAR

O professor C. H. Mendes, em seu artigo “Abomináveis cunhadas” (A2, 14/7) parece preferir os cesarismos presidenciais aos parlamentares. Qualquer dos dois é ruim, no entanto, o presidencial é pior por ser autocrático. Com Dilma no poder, cesarismo parlamentar é mais que desculpável, é bem-vindo.

Mário Rubens Costa costamar31@terra.com.br

Campinas 

IMPUNIDADE

Primeiro queremos saber de Dilma e Lula, como pessoas públicas, dos bilhões que sumiram da Petrobrás debaixo do nariz deles, aí depois voltamos a conversar!

Francisco José Sidoti fransidoti@gmail.com

São Paulo 

CULPAS

Culpas à maneira de Dilma Roussef. Sem dúvida, a culpa pela atual situação do nosso País é do atual senador José Serra. Se Serra tivesse vencido as eleições de 2002, nada disso estaria acontecendo!

Cloder Rivas Martos closir@ig.com.br

São Paulo

CORRIGINDO O INCORRIGÍVEL

O sr. Luis Ignácio, para os íntimos “o Brahma”, num de seus delírios afirmou que a sua cria, o seu partido e ele próprio estão, politicamente, no volume morto. Na verdade sua cria e seu partido estão no volume pútrido.Como nunca na história deste país esteve qualquer figura pública. 

Alexandre de Macedo Marques ammarques@uol.com.br

São Paulo

                                                                                                       

SÓ RESTA TORCER, DILMA!

Diante do provável encaminhamento para a rejeição das contas do governo federal em 2014, a cúpula do Palácio do Planalto correu logo a tramar uma reação com um certo puxadinho do PT, o Superior Tribunal Federal (STF) - do qual oito dos onze ministros foram indicados pelo lulopetismo. A justificativa do governo, mera ação paliativa diante dos inúmeros pretextos para o impeachment ou cassação retoma o já gasto complexo de perseguição do PT, desta vez atacado pelo ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) , Augusto Nardes. A Excelentíssima Dilma já traçou seu destino, agora só resta assistir à decisão das instituições. Se bem que, dependendo de certas “casas de negócio”, haveria um jeitinho para resolver tudo...

                                                                                                                                                                 

Elias Menezes elias.natal@hotmail.com

Nepomuceno (MG)           

CONTAS  

Esperamos que o TCU e o Congresso analisem com isenção as contas de 2014 do governo Dilma, e que o TSE observe com clareza e honestidade as doações de campanha feitas ao PT. Mas, isso é pedir demais num país onde as decisões mais importantes são postergadas, onde passar por cima das verdades é rotina, onde enganar e ignorar o bem da sociedade em nome do corporativismo atroz é hábito, onde as autoridades responsáveis pelo bom andamento das instituições fecham os olhos e dão um jeito de  aprovar as irregularidades e os crimes cometidos por políticos, esses mesmos que levam o Brasil ao retrocesso e à desgraça social. Viveremos para assistir à mudança dessa realidade?

Myrian Macedo myrian.macedo@uol.com.br

São Paulo

DILMA, O LÍDER E O GENRO DO LÍDER 

Com sua formação, seu conhecimento e sua experiência, o advogado Ricardo Fenelon fará, sim, um estrago danado na Agência Nacional de Aviação Civil (Anac)! Sua grande aptidão para a área indicada é ser genro do senador Eunício Oliveira, líder do PMDB no Senado. Espero que o Congresso faça a sua parte, reprovando esta indicação!

Edivelton Tadeu Mendes etm_mblm@ig.com.br

São Paulo

A FARRA CONTINUA

 

  

Os crimes ocorridos nas estatais federais decorrentes da indicação de pessoas desqualificadas para a sua direção sem nenhum compromisso com as instituições parecem – ainda agora - não incomodar a presidente Dilma. O editorial “Dilma, o líder e o genro do líder” (15/7, A3), relatando os critérios de seu governo para escolha de um novo diretor para a Agência Nacional de Aviação Civil – Anac, somente atesta isso. Depois as coisas ocorrem e ela não quer assumir suas responsabilidades!  

NILSON OTÁVIO DE OLIVEIRA noo@uol.com.br

Valinhos

  

 

ERRANDO NOVAMENTE

O editorial “Dilma, o líder e o genro do líder” (15/07) mostra mais uma vez a total incapacidade de o governo federal aprender com os próprios erros. Tivemos num passado relativamente recente a nomeação para a direção da Anac a incompetente Denise Abreu (incapaz de localizar o manche de um avião), uma das principais responsáveis pelo caos aéreo que se formou, além da liberação indevida da pista de pouso do aeroporto de Congonhas, onde alguns dias depois, em 17/7/2007, o avião da TAM 3054 derraparia e seria completamente destruído, matando 199 pessoas - a maior tragédia da aviação brasileira. E agora nomeiam para mais uma boquinha na Anac, mais um compadre que nada entende de aviação, sem nenhuma consulta aos aeronautas brasileiros. 

 

Luciano Nogueira Marmontel automat_br@ig.com.br

Pouso Alegre (MG)

PRESENTE DE CASAMENTO

Nomear a parenteiada é típico de ditaduras, e o petismo é uma ditadura comunista-coronelista.  Dilma está apenas “dando” o presente de casamento um pouquinho atrasado, né?

Ariovaldo Batista arioba06@hotmail.com

São Bernardo do Campo

LIMITE DO CRÉDITO CONSIGNADO

Ao subir o limite para o empréstimo consignado de 30% para 35%, o governo não tem como objetivo aumentar o crédito estimulando o consumo ou quitar A dívida com o cartão de crédito, mas conter a inadimplência, “ferrando” ainda mais incautos aposentados e pensionistas.

Sergio S. de Oliveira ssoliveira@netsite.com.br

Monte Santo de Minas (MG)

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