Fórum dos leitores

GOVERNO DILMA

O Estado de S. Paulo

24 Julho 2015 | 03h00

Aumento salarial

Planalto estuda reajuste salarial de 21% para todo servidor público (Estado, 23/7, A7). E para os aposentados, de quanto será o aumento?

ROBERT HALLER

robelisa1@terra.com.br

São Paulo 

Não combinam

Pleno desemprego (6,9% em junho, segundo o IBGE), redução drástica da arrecadação e reajuste salarial de 21% não combinam. Gastar, sem arrecadar, além de ser improbidade explícita, é extorquir os milhões de desempregados e miseráveis brasileiros que com os impostos têm de pagar esses pornográficos reajustes.

CARLOS JOSÉ MARCIÉRI

carlosjoseunb@gmail

Brasília

Privilegiados

O governo Dilma decidiu cortar R$ 8,6 bilhões nas suas despesas para cumprir a meta fiscal em 2015. Fala em cortes, mas o gasto público com pessoal ainda chega a 60% do PIB. Numa época em que o brasileiro comum está sendo demitido a rodo, isso nos dá uma certeza: a de que o governo federal é uma sucata velha, inoperante, inchada de funcionários que nem sempre atendem os seus empregadores (o povo brasileiro) com eficiência, mas que são amorosamente privilegiados.

BEATRIZ CAMPOS

beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo 

O herói Levy

Era flagrante o constrangimento do ministro da Fazenda, Joaquim Levy, durante a coletiva em que anunciou que vai propor ao Congresso a redução da meta de superávit fiscal para algo perto de zero. Entre todas as hipóteses para Levy, um estranho no ninho ideológico petista, ter aceitado o desafio de acabar com a “brincadeira” nas contas públicas do primeiro governo Dilma, a mais provável seria a vaidade, permitida por sua notória competência. Talvez o economista tenha se inspirado no ministro Fernando Henrique Cardoso, no governo Itamar, que em 1994 tirou o País de uma inflação de quase 47% ao mês e se elegeu presidente da República.

ABEL PIRES RODRIGUES 

abel@knn.com.br

Rio de Janeiro

Contagem regressiva

Com a anunciada revisão da meta de controle das contas públicas em 2015, de 1,1% do PIB (R$ 66,3 bilhões) para apenas 0,15% (R$ 8,7 bilhões), o País caminha celeremente para ter rebaixado seu grau de investimento pelas agências internacionais de risco. A contagem regressiva está em curso. Salve-se quem puder!

J. S. DECOL

decoljs@globo.com 

São Paulo

Travessia

A presidente Dilma disse que 2015 é um ano de “travessia”. A pergunta é: para onde? Saímos de um período em que o Plano Real, a Lei de Responsabilidade Fiscal e o tripé macroeconômico nos mostravam um futuro promissor. Então, desprezando a oportunidade que tivemos, o governo petista nos apresentou a “nova matriz econômica”, que nada mais foi do que uma total irresponsabilidade que levou a economia brasileira à situação em que está agora. Passamos, sim, por uma longa travessia, mas em meio a ventos sem direção e um mar revolto. O ministro Levy tenta, mas não consegue, convencer os do governo petista de que não dá para gastar mais do que se arrecada. Será que estamos indo em direção à Argentina? Ou em direção à Grécia?

MARIA TEREZA MURRAY

terezamurray@hotmail.com

São Paulo

Para que serve a Receita?

“O governo, como a maioria dos agentes da economia, não controla o quanto ele ganha, a gente controla o quanto gasta.” Palavras do senhor... Nelson Barbosa, ministro do Planejamento. Credo!

SERGIO S. DE OLIVEIRA

ssoliveira@netsite.com.br

Monte Santo de Minas (MG)

O Brasil merece

Nosso país é hoje refém deste cenário caótico e irresponsável em que governo e oposição não apresentam medidas convincentes. Os estragos feitos ao Brasil ainda estão em curso e é necessário um plano de recuperação com ações eficazes e transparentes. A crise está aí, presente no dia a dia de todos os brasileiros, e vejo o governo Dilma sempre se eximindo de responsabilidade, transferindo problemas para governos passados e crises internacionais. Não vejo ações e planejamento deste governo para superar a crise, só vejo ações defensivas para manutenção do poder. Espero que a oposição apresente alternativas que possam dar início à recuperação. O preço que pagaremos por tudo isso será alto, a recuperação será difícil, mas eu nunca vou me esquecer do nome dos envolvidos na lambança – eles não terão meu voto jamais. O Brasil não precisa de ideologias ou de lutas de classes, o Brasil merece ser bem administrado.

FLAVIO MURAKAMI

flaviomurakami@me.com

São Paulo

LULA

O procurador investigado

A Corregedoria Nacional do Ministério Público aceitou pedido apresentado pela defesa do ex-presidente Lula e instaurou um procedimento disciplinar para apurar a conduta do procurador responsável pela abertura de investigação criminal contra o ex-presidente. De investigador, o procurador da República Valtan Timbó Mendes Furtado, que pretendia apurar o suposto tráfico de influência envolvendo Lula e a empreiteira Odebrecht, passará a investigado. Ora, qualquer pessoa que não tenha contas a prestar perante a Justiça não teme investigações e deve achar até bom ser investigado, para que fique provada a sua inocência. Mas esse não parece ser o caso do ex-presidente. Petistas de alto coturno e porta-vozes do regime atual argumentam que a corrupção existe em todos os lugares e desde o princípio dos tempos. Como se fosse normal o saque de bilhões de dólares dos cofres da Petrobrás, admitido no próprio balanço da empresa – dinheiro distribuído entre os integrantes de partidos políticos e seus intermediários. Os áulicos também alegam, como defesa, que o atual governo promoveu a justiça social no País. Ora, pergunta-se, então: para realizar o que se espera de qualquer governo, é preciso roubar? É preciso permitir o saque aos cofres públicos? Só um dos investigados no petrolão, por exemplo, tinha pelo menos US$ 97 milhões numa conta na Suíça. Outro, de uma só tacada, transferiu ¤ 11 milhões de uma conta da Suíça para Mônaco. Quantas escolas e quantos hospitais poderiam ter sido construídos com todo o dinheiro que saiu da Petrobrás e de outras estatais? Com a palavra, o ex-presidente.

CARLOS TAQUARI

taquari1@hotmail.com

São Paulo

Cartas selecionadas para  o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

CONVENIÊNCIA

“EUA monitoram obras da Odebrecht no exterior e apontam sinais de corrupção.” Seria a nossa Justiça verdadeiramente cega, incapaz de enxergar o que os EUA enxergam apenas monitorando a distância ou somos cegos por conveniência?

Arnaldo De Almeida Dotoli arnaldodotoli@hotmaol.com

São Paulo

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 EUA, LULA E ODEBRECHT

Os americanos têm ajudado bastante os brasileiros para desnudar a corrupção nacional na política e na economia. Assim é que demonstram que Lula, em seu segundo mandado, foi realmente o lobista especial da Odebrecht em obras espalhadas pelo planeta. Como o Brasil, diferentemente dos EUA, não possui devidamente legalizada a atividade de lobista, Lula não poderia agir como agiu, porque, certamente, recebeu remuneração por seu trabalho, tanto que o seu instituto cita pagamentos de empreiteiras por palestras suas no exterior. Assim, o agora integrante especial “dazelite” misturou seus arroubos políticos de bondade com interesses pessoais financeiros. Parece que não se esqueceu da bolsa de sua família.

José Carlos de Carvalho Carneiro carneirojc@ig.com.br

Rio Claro

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SIGLAS DOS POLÍTICOS 

Nas siglas - com nomes de políticos com “tarja preta” da Polícia Federal encontradas com o Marcelo Odebrecht - JS não seria José Sarney e FP não seria Fernando Pimentel?

Vital Romaneli Penha vrpenha@terra.com.br

Machado (MG)

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ROUBALHEIRA

A empresa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a LILS, recebeu R$ 1,5 milhão da Camargo Corrêa, referente a palestras ministradas pelo ex-presidente, no período de 2011 a 2013. A empreiteira também pagou R$ 3 milhões para o Instituto Lula. Esse dinheiro teve origem no esquema de corrupção, que envolve a Petrobrás, apurado pela Operação Lava Jato. Dois executivos da empresa confessaram, em acordo de delação premiada, que esse dinheiro havia sido solicitado por Vaccari, como doação para a campanha eleitoral. A Camargo Corrêa pagou R$ 900 mil para José Dirceu, entre 2010 e 2011. Nenhum consultor no Brasil ganha tanto dinheiro quanto esses políticos envolvidos nos esquemas de corrupção em empresas estatais. A blindagem está sendo retirada aos poucos, mas resta ainda o retorno desse dinheiro aos cofres públicos.

José Carlos Saraiva da Costa jcsdc@uol.com.br

Rio de Janeiro

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TAPETE ‘BRASIL’

O tapete com 8.511.965 Km² já não está comportando mais tanto lixo!

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com

Jandaia do Sul (PR)

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DILEMA

Difícil é saber como o Brasil seguirá em frente, quando empresas, empreiteiras e bancos que tocavam o País estão até o pescoço de suspeição!

Ricardo C. Siqueira ricardocsiqueira@globo.com

Niterói (RJ)

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 LULA X CHÁVEZ X ODEBRECHT

Que coisa feia! O ex-presidente Lula apoiou a construção da ponte sobre o Rio Orenoco e as linhas três e quatro do metrô de Caracas na Venezuela, obras estas construídas pela Odebrecht e que custaram 40% acima do orçamento... Aos poucos e, com calma, vamos descobrindo as origens das fortunas, tanto suas como as do filho dele, o ex-funcionário do zoológico de São Paulo, ora transformado em um respeitado empreendedor brasileiro.

Arnaldo de Almeida Dotoli arnaldodotoli@hotmail.com

São Paulo

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GOLPE? 

Se Eduardo Cunha conseguir dobrar o presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Ricardo Lewandowski, para que este apresse a transferência das provas de sua eventual corrupção da Justiça Federal do Paraná para o Supremo Tribunal Federal (STF) - sem nem sequer ouvir as razões do juiz Sergio Moro -, estaríamos diante do início do fim da Lava Jato. A imprensa vem noticiando que Cunha se reuniu no STF por uma hora na terça-feira, para apelar pessoalmente a Lewandowski que o livre do juiz Moro.

Ademir Valezi adevale@gmail.com

São Paulo

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ATAQUE AO JUDICIÁRIO

Cuidado, juiz Sergio Moro e procurador Rodrigo Janot, a máfia brasilis está pronta para atacar escudada por advogados e por figuras do poder que usam uma bela capa preta. Não desistam, o povo esta com vocês!

 Olavo Fortes Campos Rodrigues olavo_terceiro@hotmail.com

São Paulo

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‘CRISEZINHA’

A “crisezinha” a que se refere nosso “posudo” vice-presidente da República já provocou mais de 1 milhão de desempregados.

 Sergio Diamanty Lobo diamanty18@gmail.com

São Paulo 

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A CRISE ESTÁ EM TODO LUGAR

Nossos políticos sabem usar as palavras de efeito para distorcer a gravidade do momento, só para nos enganar. Lembram da famosa “marolinha” de Lula? Agora Temer fala que o País sofre uma “crisezinha”! Isso já é demais! No bolso deles não dói, eles têm demai$ e ainda metem a mão no bolso do povo. Palavras de efeito não pagam as nossas contas. A crise está em todo lugar e envolve a tudo e a todos. E também é institucional, sim, os Três Poderes perderam o respeito pelas Leis, pela Carta Magna e, pior, pelo povo brasileiro! Onde querem chegar?

Luiz Dias lfd.silva@2me.com.br

São Paulo

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GUERRA DE QUADRILHAS

Pela quantidade de “elementos” suspeitos, acusados,  indiciados e presos,  o que alguns ainda consideram  uma  disputa política entre o Congresso e o Executivo é, na realidade,  uma guerra de quadrilhas amplamente configurada.  Para se tornar sangrenta, só faltam os tiros. Porém, as vítimas existem e são muitas. Além das instituições, todos os milhões de brasileiros honestos, que diuturnamente trabalham para sobreviver.

Sansão José da Silva sansao@sansaojsilva.com.br

Uberlândia (MG)

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ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE ESGOTO

A lamentável notícia divulgada pela mídia envolvendo políticos ditos poderosos. Faz-me crer, e penso ser o que pensa a maioria da população brasileira, que o Congresso Nacional mais parece uma estação de tratamento de esgoto. Com um detalhe, as bombas não funcionam há muito tempo e não há previsão de conserto. Isto é uma vergonha!

Iria de Sá Dodde iriadodde@hotmail.com

Rio de Janeiro

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PMDB FORA DO GOVERNO

Temer como todo "cacique e pajé" confunde tudo, até mesmo quando explica. Confunde poder jurídico com conceito de justiça. Toda ditadura tem poder jurídico devidamente aparelhado pelos interesses da ditadura. Toda Democracia existe pelas leis, quando existem são acatadas e cumpridas acima de qualquer ditadura. Isso é "sociedade democrática", que pouco tem a ver com a forma de governo petista, cuja moral é mentir para governar. 

Ariovaldo Batista arioba06@hotmail.com

São Bernardo do Campo

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GOVERNANTES DO PT

Eis os governantes que o Lula empenhou tanto em ajudar eleger: a presidente da República, que apesar de estar no seu segundo mandato, não tem projeto para o Brasil, não introduziu nenhuma reforma importante. Agora está preocupada em elevar ainda mais os escorchantes impostos e se livrar do problemão das pedaladas fiscais. O outro é o prefeito de São Paulo, que, em vez de consertar as ruas esburacadas, melhorar a sinalização do transito, iluminar a cidade adequadamente, e tantas outras coisas importantes, primeiro implanta medida ridícula de reduzir a velocidade nas marginais para, diante da revolta da população, admitir que vai rever a medida. Os prejuízos são os nossos! Pensem nisto nas próximas eleições!

Omar El Seoud Omar El Seoud elseoud.usp@gmail.com

São Paulo

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‘CRISEZINHA POLÍTICA’

Recentemente, Temer e Cunha disseram que há no Brasil uma “crisezinha política”, descartando um eventual abalo institucional. Os parlamentares têm o vício de minimizar os problemas do nefasto meio político brasileiro. A monstruosa crise política está integralmente implantada no País, abrangendo desde a presidente da República, que está com aprovação abaixo dos 8%, passando pelos senadores e deputados, que estão envolvidos no escândalo da Operação Lava Jato, dentre outros. O momento atual não preocupa os políticos, que estão deslumbrados com a campanha de 2018. As altas taxas de juros, o crescente desemprego, a diminuição da arrecadação tributária e os ilimitados problemas de infra-estrutura do país, representam apenas uma "crisezinha" perante os precários e inábeis políticos do Brasil.

José Carlos Saraiva da Costa jcsdc@uol.com.br

Rio de Janeiro

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ANÁLISE DAS CONTAS

Estamos bem servidos: o advogado-geral argumentando que a rejeição das contas não justifica eventual impeachment é o mesmo que declarar que a lei da responsabilidade fiscal é letra morta. Incrível! Como acredito ser inevitável a rejeição, bem como a abertura do devido processo, não vejo como o Congresso possa votar contra a lei que ele próprio criou, o PT inclusive. Corremos um sério risco de perdemos uma presidente humilde e competente, nada a temer? 

Andre Frohnknecht caxumba888@gmail.com

São Paulo 

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PEDALADAS FISCAIS

Segundo o noticiário, Dilma Rousseff mobiliza O governo para se defender das “pedaladas fiscais”. Ora, especialistas jurídicos afirmam que, mesmo que o Tribunal de Contas da União e na sequência o Senado Federal venham a condená-la por esse crime, não há a menor chance de ela sofrer impeachment.  Cá, entre nós, para que então todo esse carnaval?  Onde se conclui que, tanto faz como tanto fez.  E não se fala mais no assunto!

MARIA Elisa Amaral marilisa.amaral@bol.com.br

São Paulo

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PROBLEMA DO GOVERNO

Um antigo professor dizia que um documento para ter credibilidade deve obedecer a regra do “5C”: claro, completo, conciso coerente e correto. Esse princípio deveria ter norteado o documento de 1.000 páginas que o governo entregará como resposta as indagações do TCU. As explicações divulgadas, do tipo todo mundo sempre fez isso, são tão frágeis que a própria presidente Dilma não quis assinar esse verdadeiro testamento, usando um argumento mais frágil ainda: não foi ela quem pedalou, foi seu governo. 

Abel Rodrigues abel@knn.com.br

Rio de Janeiro

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POR QUE NÃO É BOM?

Os favorecimentos e maus negócios feitos pelo BNDES, com empréstimos liberados à revelia do Congresso a outros países e terceiros (amigos), alguns empréstimos até “perdoados”, em detrimento das carentes necessidades do nosso País foram corretos? Agora uma CPI põe a economia em risco? Não em risco, mas a certeza de tomarmos conhecimento das inúmeras irregularidades cometidas com o dinheiro público. Todo cidadão de mediana inteligência já sabia o que nos esperava e$$a CPI do BNDES. Agora mais do que nunca é obrigatória e improrrogável. 

Luiz Dias lfd.silva@2me.com.br

São Paulo

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DESCULPA ESFARRAPADA            

                                  

Exemplo: um ladrão ao ser julgado diz ao juiz: eu roubei, pois outros roubam e não são presos. É este um dos fortes e primários argumentos da defesa de d. Dilma sobre as pedaladas. Há também uma grande diferença entre ser semelhante e ser igual!

Tania Tavares taniatma@hotmail.com

São Paulo

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SEM DEFESA 

O governo entregou (Estado, 22/7) defesa com de mil páginas ao TCU (a verdade não precisa de tanto papel assim). Vê-se que o PT não perdeu o costume de incriminar o governo anterior, aduzindo que também fizera isso. Ora, se veio para ser exemplo de correção e honestidade, como sempre apregoou, não devia ter continuado no crime, reiterando muitas vezes na sua prática. Não há justificativa para as chamadas pedaladas.

Benedito Silvério Ribeiro beneditosilverioribeiro@ig.com.br

São Paulo

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POR TRÁS DE UM VETO

A presidente Dilma vetou um Projeto de Lei elaborado pelo Supremo Tribunal Federal alegando ser "inconstitucional". Será que é isso mesmo ou eu estou "vendo coisas"? Então quer dizer que o STF não sabe elaborar projeto de lei de acordo com a Constituição? Cadê o chefe do Poder do Judiciário? Não vai pedir uma retratação quanto a isso? Como faz falta o ministro Joaquim Barbosa! Agora a derrubada do veto não diz respeito mais a uma classe de trabalhadores, mas sim à defesa da República e à garantia da independência dos Três Poderes. 

Dalila de Mello Cardoso Vieira dalilamelloc@hotmail.com

Alfenas (MG)

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AUMENTO PARA O SERVIDOR PÚBLICO

Com referência ao Estadão pg. A7 (23/7/2015), alguém poderia informar aos servidores públicos que é exatamente por culpa e obra da péssima administração que o País não tem dinheiro, não há empregos e o que se necessita hoje é diminuir as despesas dessa máquina do governo, super hiper-inchada?

José Pedro Vilardi vilardijp@ig.com.br

São Paulo

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TSUNAMI 

A elite, os pobres, os maiores sofredores e a famosa e abominável, segundo intelectualóides de chapa branca, classe média, sofrem com a marolinha de Lula, que se transformou em onda para Dilma e tsunami para todos.E agora?!

 

Tania Tavares taniatma@hotmail.com

São Paulo

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FOTO REVELADORA

Capa do Estadão de 23/7: dois ministros, dois Brasis, Levy perplexo, assustado, desconfortável, apreensivo. Barbosa confiante, tranquilo, à vontade, sorridente. Com certeza a maioria dos brasileiros se acha como Levy.

Mário Rubens Costa costamar31@terra.com.br

Campinas 

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PEDALAS NO AJUSTE

To começando achar que estão tentado dar pedalas no ajuste fiscal?

Moises Goldstein mgoldstein@bol.com.br

São Paulo 

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A VEZ DE LULLA

No editorial “A vez de Lula” esqueceram de nomear outra grande diferença entre ex-presidentes lobistas daqui e de outros países. Em outros países, o ex-presidente usa apenas seus conhecimentos, sem influenciar diretamente os órgãos públicos financiadores. Já aqui além de usá-los quem financia é o povo brasileiro, porque toda intermediação feita no exterior pelo ex-presidente Lulla, houve financiamento do BNDES. Lulla usou e abusou do BNDES, como se fosse dele e, com certeza, o soldo recebido por tal lobby está depositado nos países beneficiados, para não pagar imposto aqui no Brasil. A única coisa que nos liga a Lulla é que nós também não gostamos de pagar a alta carga tributária que ele mesmo, como presidente, nos agraciou!  

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo 

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PÁTRIA EDUCADORA

Esse slogan serve apenas para figurar nas propagandas! Enquanto isso, todos os dias vemos notícias na imprensa de fechamento de escolas, diminuição de auxílios-educação, etc. Não é melhor parar com mais essa manipulação? Basta de nos enganar!

Lia Bandeira liabluna@gmail.com

São Paulo

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INDIGNAÇÃO

Se o prefeito Haddad quer fazer experiências, ele que faça um laboratório na casa dele!

Luíz Frid luiz.frid@globomail.com

São Paulo

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 ‘EXPERIÊNCIAS’

A manchete estampada em Metrópole de O Estado de São Paulo de 22/7/2015: “Haddad diz que nova velocidade nas Marginais é ‘experiência’ e admite mudar” por si só mostra o absurdo da decisão do prefeito. Em pleno século 21 e com a equipe técnica e os computadores disponíveis na Prefeitura do Município de São Paulo, o prefeito Haddad se permite a realizar experiências de trânsito com a população paulistana. Uma mudança de trânsito ou qualquer outra que seja realizada em uma cidade da grandeza de São Paulo, deveria ser baseada em critérios técnicos e precedida de um cuidadoso e competente planejamento. Qualquer alteração na mobilidade desta cidade afeta milhões de pessoas que não devem nem merecem ser submetidas à condição de cobaias de experiências.

Gilberto Pacini benetazzos@bol.com.br

São Paulo

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CORTES DE ALCKMIN

O governo Alckmin a cada dia surge com uma "novidade" em relação aos interesses dos paulistas. Para reduzir despesas, foram atingidas áreas como alimentação infantil, redução de livros para os estudantes e corte de verbas destinadas às Santas Casas. E não pode ser esquecida a alteração dos pagamentos dos prêmios das notas fiscais paulistas. Quais serão os próximos cortes, dentro de um esquema de redução de uso das verbas públicas? E mais, quem deverá ser responsabilizado pela avaliação inadequada do potencial da arrecadação de impostos e taxas necessárias para atender as necessidades dos vários organismos estaduais?

Uriel Villas Boas urielvillasboas@yahoo.com.br

Santos 

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