Fórum dos leitores

GOVERNO DILMA

O Estado de S. Paulo

26 Julho 2015 | 03h00

A crise é de todos ‘nós’

A presidente Dilma Rousseff trocou o antipático “no meu governo” do primeiro mandato pelo conveniente “nós”. Nós estamos, nós iremos, etc. Na quarta-feira, em Piracicaba (SP), usou várias vezes o pronome na 1.ª pessoa do plural: “Nós iremos voltar ao crescimento”, “nós queremos que no Brasil predomine a classe média”. E, na maior cara de pau, disse que, sem dúvidas, “nós estamos num ano de travessia e também num ano de possibilidades”. Trocou o discurso, mas a empáfia continua a mesma. A presidente não assume seus erros “nem que a vaca tussa”. Na realidade, o que está ocorrendo este ano - e vai ocorrer muito provavelmente nos anos subsequentes, tamanho é o estrago na economia - são ajustes e correções de sua administração equivocada nos primeiros quatro anos de governo, que estão levando o País ao fundo do poço. Portanto, “travessia”, senhora presidente, só se for a da descida da rampa do Palácio, com toda a tropa de choque. São cada dia maiores as possibilidades do impeachment. Que os anjos digam amém!

SÉRGIO DAFRÉ

sergio_dafre@hotail.com

Jundiaí

Barqueira dos mortos

Incapaz de fazer uma autocrítica e assumir a responsabilidade pelo descalabro em que afundou o País, a presidente Dilma vem agora falar em “travessia” da crise. Assim como Caronte, o barqueiro que conduzia os mortos ao reino de Hades, Dilma agora assume o papel de barqueira, para levar-nos do volume morto aos subterrâneos da Terra. E o pior é que pode faltar a moeda para pagar o frete, então estaremos condenados a vagar a esmo por anos e anos.

HÉLIO DE LIMA CARVALHO

hlc.consult@uol.com.br

São Paulo

Filme de terror

Editorial de quarta-feira do jornal Financial Times (FT) dizia que o Brasil parece “um filme de terror sem fim”. O texto cita a incompetência, a arrogância e a corrupção que estão abalando a magia do País e prevê que, diante do risco de impeachment, tempos piores ainda podem vir. O que dizer? Que o jornal está errado? Infelizmente, o jornal está correto, somos, sim, um país governado por incompetentes, com partidos e governo corruptos e, para piorar, arrogantes. Para ilustrar esse descalabro, basta ver o que vêm fazendo o prefeito de São Paulo e a presidente Dilma. Essas duas figuras foram criadas e referendadas por Lula para dirigir a maior cidade da América Latina e o Brasil. Se hoje estamos mergulhados em profunda crise, ela não é só política, é uma crise institucional, ainda que alguns queiram negar as evidências. Quem está sentindo na pele é o trabalhador que vem perdendo seu emprego, pagando juros estratosféricos, convivendo com uma inflação que não para de subir e o custo de vida nas alturas. Para quem roubou e guardou, só resta rir dos trouxas que puseram esta gentalha no poder.

IZABEL AVALLONE

izabelavallone@gmail.com

São Paulo

Era ficção

Sobre o editorial do Financial Times, o ministro Jaques Wagner disse que o jornal “nunca olhou para o Brasil com bons olhos”. Ele reconhece que o governo teve momentos melhores e que agora passa por dificuldades. Afirma que no período de bonança empresas cresceram e 40 milhões de pessoas entraram na classe média. Isso à custa de uma conta paga hoje pela sociedade. Criaram uma bolha fictícia de crescimento, na base de subsídios, e a fatura agora está sendo paga por todos. O FT, caro ministro, até que foi light na comparação. Não é só filme de terror, não, é um pesadelo que teremos de enfrentar pelos próximos dois anos, no mínimo.

PANAYOTIS POULIS 

ppoulis46@gmail.com

Rio de Janeiro

Conto de fadas

Infeliz a declaração do ministro Jaques Wagner criticando o Financial Times. O “conto de fadas”, como diz o ministro, de que precisamos é um Brasil sem o PT no poder, com impostos justos e empregos para todos. Há seis meses fui demitido e ainda procuro nova oportunidade, que não aparece, pois todos estão esperando ver o que este governo e seu partido vão fazer. A presidente deveria renunciar, pelo bem da maioria.

VALTER PRIETO JR.

valter.prieto@gmail.com

São Paulo

Para onde vamos? 

O projeto petista levou o País à beira de um abismo econômico. Não foi por falta de avisos. Aliás, qual era mesmo o projeto? Ou melhor, teria sido mesmo uma espécie de socialismo de contracheque o responsável pelo impulso da economia durante a última década? E por que o impulso parou agora, se os contracheques continuam? O que têm a dizer sobre isso os marqueteiros do PT? Qual o caminho agora?

FELIPE PUGLIESI JR.

pugliesijr@gmail.com

São Paulo 

Dilma confiante

O advogado-geral da União, Luiz Inácio Adams, entregou ao Tribunal de Contas da União (TCU) nada menos do que mil páginas da defesa sobre as irregularidades nas contas do governo de 2014. Diz que Dilma está “confiante” diante da possibilidade de rejeição de suas contas - o que poderia ensejar o impeachment no Congresso. Essa confiança se assenta na opinião de especialistas de que a rejeição das contas não é um caminho nem atalho para o processo de impedimento. O tempo tem a faculdade de mudar ideias e costumes. Se Fernando Collor, na década de 1990, dispusesse do aparelhamento da máquina pública de que Dilma desfruta hoje, é evidente que não teria sido defenestrado. Isso sem considerar que nem Fernando Henrique Cardoso nem cabeças coroadas do PSDB aprovam a ideia de impeachment. Oposição como essa qualquer governo corrupto quer. O argumento do governo é de que governos anteriores também manobraram a contabilidade como fez Dilma, contrariando a Lei de Responsabilidades Fiscal. Só não se entende o fato de o Congresso decidir se acata o parecer do TCU. Que julgamento vale mais, o da lei no tribunal ou o do Congresso pela maioria política? Enquanto isso, a cada dia que o sol se põe o petismo de resultados coloca mais uma pá de terra na cova em que enterrou o País.

JAIR GOMES COELHO

jairgcoelho@gmail.com

Vassouras (RJ)

Manobras fiscais

Será que entendi certo? Políticos governistas e o ministro Luis Inácio da Silva (ops!) Adams argumentam que, se um crime já foi praticado anteriormente e não foi punido, deixa de ser crime que valha punição. Nova jurisprudência?

JOSE CARLOS AMARAL

jc.amaral1@uol.com.br

São Paulo

*

GOVERNO DILMA ROUSSEFF

Acorda, Brasil!

É impressionante imaginar que 7,7% da população ainda enxerga o governo Dilma com bons olhos! Não existe um único índice que demonstre melhoria ou mesmo uma pequena perspectiva de melhora nos próximos meses ou anos: economia, saúde, educação e outros estão todos fadados à retração! A arrogância e a persistência de Dilma estão enterrando o País juntamente com ela, Lula e o PT.

Ricardo Dutra ricardodutra001@gmail.com

São Paulo

Dado inconstestável

Por todo lado, por onde a pesquisa passa a popularidade de Dilma já virou fumaça!

Eduardo Augusto Delgado Filho e.delgadofilho@gmail.com

Campinas

Recordar é viver

Por que será que o padrinho da presidente não seguiu aquela famosa frase: “Se não for uma boa presidente, não votem em mim? 

Moises Goldstein mgoldstein@bol.com.br

São Paulo

A caminho da liberdade

A grande esperança do brasileiro parece que se avizinha a cada instante. Há mais de uma década este país sonha com um governo sério, honesto e bem-intencionado. Graças a impávidos cidadãos, o sonho pode transformar-se em realidade em pouquíssimo tempo. As portas para o crime e para os criminosos estão se fechando e o cerco, cada vez mais acirrado, promete sucesso do bem contra o mal. Já era sem tempo! Oxalá cresça a cada dia, o número de pessoas de bem e do bem, principalmente parlamentares que amem seu país e seu povo.

Elias Skaf eskaf@hotmail.com

São Paulo

Lula e os tucanos

Antes de os tucanos abrirem a plumagem  assanhados com  pesquisas que mostram Aécio, Serra e Alckmin derrotando Lula em 2018, cuidado, porque tais porcentuais valem  para hoje, mas, se até lá não engaiolarem o tribufu barbado, ele fará campanha política gritando  que mensalão, petrolão, benedesão e outros escândalos  nada provaram contra ele, portanto, era inocente e vítima de armação da oposição. E podem estar certos, ele convencerá a maioria do desinformado eleitorado tupiniquim. Até mesmo se condenado, alguém duvida que as 13 milhões de famílias beneficiadas com esmolas federais votariam em outro candidato? 

Laércio Zanini spettro@uol.com.br

Garça  

Rumo ao zero

A avaliação positiva do governo Dilma caminha rumo ao zero.  Isso demonstra que os brasileiros estão cansados de lero-lero!As medidas que são tomadas somente sacrificam o povo. Aos corruptos, trufas negras, aos trabalhadores, arroz com ovo! É preciso salvar o Brasil antes que não tenha mais jeito! Esperar 2018 é não carregar a pátria no peito.

Jeovah Batista jeovahbf@yahoo.com.br

Taquari (DF)

A indignação de Dilma

A presidente é quem nos deixa indignados quando compara Lula com Obama e Angela Merkel quanto à defesa das empresas de seus países! Ou será que ela está insinuando que eles também recebem vantagens pessoais dessas empresas?  E os financiamentos do tipo "caixa preta" do BNDES para as empresas "assessoradas"? Será que ela viu o filme "Investigação Sobre um Cidadão Acima de Qualquer Suspeita" (Italia, 1970, direção de Elio Petri)?

João Paulo Mendes Parreira jpmparreira@hotmail.com

São Caetano do Sul

Lula e Dilma

Você, caro leitor, acreditou no abraço de Lulla e Dilma comemorando o dia do amigo?  Não é por nada, mas quem tem Lulla como amigo não precisa de inimigo! 

Jose Roberto Iglesias rzeiglezias@gmail.com

São Paulo

Crise política

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva autorizou amigos em comum a procurar seu antecessor, o tucano Fernando Henrique Cardoso, para propor uma conversa entre os dois sobre a crise política. O objetivo imediato do movimento é conter as pressões pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff. Nessas horas a herança maldita é esquecida! 

Antonio Jose G.Marques a.jose@uol.com.br

Rio de Janeiro

Desejo da maioria

Presidente, e já que a sra. falou em possibilidades (Piracicaba, SP, 22/7/2015), as últimas pesquisas mostram que, neste momento, o que quase todos desejam é o seu possível afastamento!

Eduardo Augusto Delgado Filho e.delgadofilho@gmail.com

São Paulo

Dilma na TV

“Contra a queda de popularidade, Dilma prepara volta à TV”.  Tem um lado bom e um ruim nessa notícia: o bom é que tem mais gente desempregada e podendo ficar em casa para vê-la na TV;  já o ruim é que muitos, não podendo pagar as prestações, vão ter de devolver a TV comprada com o financiamento de “Minha casa melhor”.  É, sra. “presidenta”, nesta vida sempre temos coisas boas e coisas ruins.  Já o seu governo, infelizmente, até agora só nos trouxe coisas da segunda categoria! 

Silvano Corrêa scorrea@uol.com.br

São Paulo

Momento de travessia

Quem quer ouvir o que a Dilma diz?

Sergio S. de Oliveira ssoliveira@netsite.com.br

Monte Santo de Minas  (MG)

Acusando a oposição

Dilma Rousseff e o PT utilizam o princípio de que a melhor defesa é o ataque, sustentando que os 17 Estados e o governo de Fernando Henrique Cardoso adotaram práticas semelhantes às pedaladas fiscais, adotadas por Dilma. Supondo que isso tivesse ocorrido, nada justifica fazer o mesmo.

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

Culpa de FHC! 

“No TCU, Dilma afirmará que FHC e 17 Estados usaram pedaladas fiscais!” Que discriminação é esta? FHC já é uma lenda. Já o ex-presidente Lula, é recente e nos governou durante oito anos. São treze anos de incompetência petista. Mas sejamos realistas. O que interessa é o hoje, e a presidente Dilma é que está na berlinda, cujas pedaladas, quebraram o país. Fora que o povo pode ser ignorante, mas não é burro. Porque com apenas 7% de aprovação, desemprego em alta, fica difícil argumentar com o passado!

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

ECONOMIA

Surpresa desagradável

E nós que pensávamos que a crise da Grécia fosse séria!

Marcos Catap marcoscatap@uol.com.br

São Paulo

Travessuras com nosso dinheiro

Mais uma vez a presidente Dilma erra o vocábulo. Ela disse que o Brasil passa por um “ano de travessia”. Errado: é mais um ano de  travessuras com o  dinheiro alheio!

Ivan Bertazzo bertazzo@nusa.com.br

São Paulo

Sufoco sem fim

Não dá pra enxergar uma luz no fim do túnel para a crise brasileira, porque ela está num ponto fora da curva.

Sergio S. de Oliveira ssoliveira@netsite.com.br

Monte Santo de Minas (MG)

Economia no vermelho

Em gravíssima recessão, a economia verde-amarela está no vermelho (petista). É imperioso que volte ao azul (tucano) o mais rápido possível, antes que desbote mais ainda e fique preta e branca de vez. Muda, Brasil!

J.S. Decol decoljs@globo.com

São Paulo

Falta de competência

Com as inúmeras ferramentas e extraordinários recursos de informática atuais é de se estranhar essas mudanças quanto ao famigerado "ajuste fiscal". Com a crise que se avizinhava no final de 2014 e início de 2015 (final do primeiro mandato e início do segundo mandato da presidente Dilma), não é possível que o Levy e seu "colegiado" não previssem (simulações) essa situação em que nos encontramos. Muito estranho ou falta de competência?

JOSÉ PIACSEK NETO bubanetopiacsek@gmail.com

Avanhandava 

Há saída para a crise?

A longa exposição que fez a equipe econômica do governo sobre a realidade de nossa economia e as soluções para equacioná-las é emblemática. Essa realidade objetiva não se destina apenas ao chamado público interno, mas também para o externo, posto que, com a realidade da globalização, estamos inseridos numa situação geopolítica e econômica mundial que exige essa postura explicativa pública e transparente, para que possamos sair dessa atual crise que nos atinge. 

José de Anchieta Nobre de Almeida josedalmeida@globo.com

Rio de Janeiro

Queda de braço

A foto de capa do Estadão de quarta-feira (22/7) mostra que o ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, ao sair da reunião com Dilma estava todo feliz e sorridente, após ter ganhado a queda de braço com o ministro da Fazenda, Joaquim Levy. Este estava com fisionomia séria e sisuda por ter seu projeto fiscal ser reduzido pela Dilma. Uma pergunta que não quer calar: Será que ele emplacará 2016?

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

SÃO PAULO

Lambança

Será que ouvi direito? Chefe da CET, afirma: a velocidade nas marginais foi reduzida, inspirada no modelo europeu. A cidade agradeceria, fosse a inspiração voltada ao modelo do transporte público das capitais europeias.  Chefia, essa foi no joelho!

J.Perin Garcia  jperin@uol.com.br

São Paulo

Ciclovias nas Marginais

A intenção da redução da velocidade nas Marginais do Tietê e do Rio Pinheiros é um indício para o prefeito Haddad instalar nessas vias as pistas para bicicletas, essas sim serão expressas. 

Arcangelo Sforcin arcangelosforcin@gmail.com

São Paulo

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