Fórum dos leitores

MOBILIDADE EM SP

O Estado de S. Paulo

12 Agosto 2015 | 03h00

Velocidade reduzida

Parece piada, mas é verdade. O autoritário, incompetente e irresponsável prefeito Fernando Haddad (PT) vai reduzir a velocidade máxima de todas as vias de São Paulo para 50 km/h até dezembro. Haddad enganou os paulistanos, trata a maior cidade do Brasil e da América do Sul como se fosse uma cidadezinha perdida do interior. Mais grave é o fato de não ter investido nada nas faixas para pedestres e na educação dos motoristas, revelando que quer apenas arrecadar milhões em multas. Ninguém aguenta mais. O Ministério Público, o Judiciário, a Câmara dos Vereadores e nós, cidadãos, temos de reagir e impedir que tais absurdos sejam cometidos na nossa cidade por este lamentável prefeito.

RENATO KHAIR

renatokhair@uol.com.br

São Paulo

Quase parando

Haddad resolveu padronizar o limite de velocidade em 50 km/h em toda a cidade. Ou seja, vamos todos ter de andar no ritmo de sua péssima administração: devagar, quase parando. O pior é que essas decisões são feitas sem nenhum fundamento, estudos (que a Prefeitura diz fazer, mas não apresenta a ninguém) e sem diálogo com a sociedade, além dos grupelhos que o apoiam. O prefeito decide e ponto final. Depois ele reclama de sua baixa aprovação...

ALEXANDRE FONTANA

alexfontana70@yahoo.com.br

São Paulo

Trânsito violento

O argumento de Haddad é de que, reduzindo a velocidade máxima nas vias, serão reduzidos os acidentes e as mortes no trânsito. Ele ignora, porém, que boa parte das mortes no trânsito envolve motoqueiros, que deveriam ser fiscalizados ou até proibidos de transitar em algumas vias; e a outra parte é produto de acidentes provocados por quem dirige a 140 km/h ou mais.

BERNARDO SCHULZE

bernardoschulze@gmail.com

São Paulo

Acidentes zero

Tenho duas sugestões para reduzir os acidentes nas ruas de São Paulo: eliminar os veículos ou os pedestres. Haddad decide.

MARIO ANTONIO ROSSI

mario_rossi@uol.com.br

São Paulo

Cansou

Sinceramente, acho que Haddad não aguenta mais ser prefeito de São Paulo. Acostumado com a “Ilha da Fantasia” que era Brasília na época em que era ministro, chocou-se quando se deparou com os problemas de uma cidade complexa como São Paulo. Agora, em busca de uma saída honrosa, faz de tudo para galgar altos índices de rejeição e, finalmente, ser derrotado em 2016. O problema é que o cidadão paulistano é quem paga o preço do mise-en-scène do prefeito, que nos impõe leis absurdas associadas a medidas arrecadatórias vorazes, principalmente as que se baseiam em multas de trânsito. A propósito, seria bom a Câmara Municipal olhar com atenção para os contratos da Secretaria de Transportes sobre sinalizações dos novos limites de velocidade, mudanças de faixas de rolagem e ciclofaixas. É provável que estejam alardeando o impacto dessas medidas no dia a dia das pessoas justamente para desviar a atenção da imprensa e da população do que ocorre naquela secretaria. 

FREDERICO D’AVILA

fredericobdavila@hotmail.com

São Paulo

Licenciamento

Atualmente, os motoristas que trafegam por São Paulo têm sido punidos por um prefeito que parece odiar a cidade. Como ele adora bicicletas, sugiro à Prefeitura reativar o licenciamento delas, como ocorria nas décadas de 1950/1960. Naquela época, bicicletas sem licença (placa) eram apreendidas. Mais uma fonte de renda, para poderem pintar a cidade de vermelho.

ANTÔNIO EDEN BASTOS

eden.bastos@gmail.com

São Paulo

‘Esquisocleta’

Eu não sou psicólogo, mas sou capaz de apostar que o nosso atual prefeito tem um trauma de infância relacionado a bicicletas e automóveis… O meu diagnóstico é esquisocleta compulsivo. O pior é que ninguém faz nada a respeito.

LUIZ CESAR DE SÄ B. CAMARA

lcamara@bememo.com

São Paulo

MP 684/15

Revisão da Lei 13.019/14

Seguem algumas considerações sobre o editorial Mais um atraso (8/8, A3). A Medida Provisória (MP) 684/15 atende, entre outros, ao pleito das seguintes entidades: Federação das Associações Comerciais de São Paulo; Associação Comercial de São Paulo (ACSP); Ordem dos Advogados do Brasil – Seção São Paulo; Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio); e Rede Brasileira do Terceiro Setor. Essas instituições de reconhecida credibilidade, algumas centenárias, encaminharam carta à presidente da República pleiteando a prorrogação do prazo de entrada em vigor da Lei 13.019/14, objetivando a revogação de alguns artigos e a modificação da redação de outros dispositivos, caso contrário milhares de parcerias com ou sem recursos públicos seriam inviabilizadas no Brasil. Embora a lei surja com o nobre objetivo de uniformizar num único regulamento o mecanismo de contratualização e promover maior transparência e simplificação nas parcerias com as organizações da sociedade civil, alguns comandos contrariam sua finalidade e, se não forem alterados, suspenderão ações, programas e projetos em execução conjunta com a administração pública imprescindíveis para a União, os Estados e municípios e para o povo brasileiro. A lei incide não só sobre o que se conhece como ONGs, mas sobre fundações, organizações religiosas e associações com as mais diversas finalidades, entre elas associações de empreendedores, profissionais e de assistência social. Destaco, por exemplo, a necessidade da revogação do artigo 37, que impõe a responsabilidade solidária, obrigando dirigentes a responderem com seus bens pessoais, independentemente de culpa e dolo. Um desestímulo ao voluntariado. Uma barreira ao protagonismo da sociedade civil. A solidariedade passiva obrigatória viola princípios e normas civilistas. A pessoa jurídica e a pessoa física são entidades distintas. A desconsideração da personalidade jurídica não é ato automático, e, sim, excepcional, admitido pelo artigo 50 do Código Civil, assegurando-se o contraditório e a ampla defesa. Em outros dispositivos, a Lei 13.019/14 desrespeita a liberdade de associação e permite a interferência do Estado nas organizações, desobedecendo cláusulas pétreas da Constituição federal. Justifica-se, pois, a MP 684/15, evitando-se a insegurança jurídica e a paralisação de diversas e importantes parcerias.

ALENCAR BURTI, presidente da ACSP

presidencia@acsp.com.br

São Paulo 

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

HADDAD E O CAOS URBANO

Uma das mais repetidas frases do saudoso e genial Chacrinha era: “Eu não vim para explicar, vim para confundir”. Nada melhor do que este pensamento para tentar explicar a administração do prefeito de São Paulo, Fernando Haddad. Será que há algum sentido em limitar a velocidade da Avenida Nove de Julho em 50 km/h no sentido bairro-cidade e em 60 km/h para o sentido cidade-bairro? Se a explicação não estiver na sábia afirmação de Chacrinha, só pode ser incompetência ou má-fé!

Luigi Petti pettirluigi@gmail.com

São Paulo

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SINALIZAÇÃO DE TRÂNSITO 

A Prefeitura de São Paulo precisa tomar cuidado para que, em vias com características semelhantes (às vezes numa mesma via), o limite de velocidade seja igual, o que não ocorre hoje, por exemplo, nas marginais, já que varia de 40 para 50 km/h, de 50 para 60 km/h ou de 60 para 70 km/h. Os limites mudam subitamente, sem nenhum motivo aparente. Tornamo-nos todos motoristas que caçam placas - uma paranóia! Isso é o contrário da prática da engenharia de tráfego. Simplesmente inaceitável! 

 

Olimpio Alvares olimpioa@uol.com.br

São Paulo

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INCOERÊNCIA                   

 

O insolente* prefeito Haddad e outros políticos ao dizer que a velocidade em São Paulo será de 50 km/h como em outras capitais do mundo se esquecem que nesses locais as ruas não têm buracos, além de existir uma iluminação que protege o munícipe. Deixe de lero-lero!

 

*descarado, segundo o dicionário.

Tania Tavares taniatma@hotmail.com

São Paulo

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REDUÇÃO VELOCIDADE

Resolvi visitar as marginais, após o recurso do prefeito de São Paulo, Sr. Haddad, de reduzir a velocidade da via para 50 km/h e constatei novos e inúmeros radares de velocidade, que subitamente apareceram depois dessa regra, o que comprova a grande demagogia da Prefeitura: o que ela quer é arrecadar dinheiro com as inevitáveis multas, apesar da redução da velocidade fatalmente diminuir os acidentes. Apesar do lado bom da medida, circular nas marginais a 50 km/h, uma via destinada à maior velocidade, é cruel, difícil e deixa a impressão de que estamos em ritmo extremamente vagaroso e isso deverá impactar enormemente o já caótico trânsito.  

Walter Lúcio Lopes wll@uol.com.br

São Paulo 

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CICLOVIA NA PAULISTA

Pela sexta vez, desde a abertura da ciclovia na Avenida Paulista, tive a oportunidade de dirigir de um lado a outro dessa Avenida e encontrei somente três ciclistas trafegando. Ou seja, Haddad gastou perto de R$ 100 milhões em mais um “elefante branco”, sem qualquer utilidade.  É óbvio que a cidade de São Paulo não foi feita para bicicletas, exceto em alguns poucos pontos.

Renzo Orlando renzoorlando@uol.com.br

São Paulo

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INDÚSTRIA DAS MULTAS 

Com um estalo de dedos os paulistanos podem acabar já com a indústria de multas no trânsito. Sem violência, pacificamente, apenas dirigindo alegremente, festivamente, durante um mês inteiro, a menos de 50 quilômetros por hora, em todas as vias da capital, centro e periferias, custe o que custar. Qualquer cachorro tem direito a um poste, então por que os laboriosos habitantes de São Paulo não teriam direito de protestar contra a amoral e imoral indústria de multas? O que teria a dizer Haddad, quando São Paulo parar daqui a um mês e o sangue de uma das maiores cidades do mundo deixar de correr? 

Apollo Natali apollo.natali2@gmail.com

São Paulo

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TRÂNSITO URBANO

Gilmar Tatto e Haddad são realmente os maiores especialistas em trânsito urbano e não são PeTistas aloprados. Eu demorava 30 minutos para ir caminhando de minha casa ao escritório e gastava no mesmo percurso cerca de 5 minutos de automóvel. Agora perco 30 minutos de carro, sendo assim é melhor ir andando. Valeu, Tatto e Haddad, vocês são na verdade grandes gênios! Conclui que o que vocês realmente querem é inviabilizar o uso do automóvel em São Paulo e que todos deixemos os carros em casa para, assim, vocês obterem melhorias no trânsito. Brilhante! Plano digno de PeTistas. Parabéns a vocês!

Ciro Terêncio Russomano ciro@prominer.com.br

São Paulo

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VALE-TUDO

Vale-tudo contra o governo não pode. E  vale-tudo (ou fazer o diabo) para ganhar a eleição, pode? 

Odilon Otavio dos Santos 

Marília

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RENAN, SEMPRE ELE

A presidente Dilma aceitou o plano de salvação nacional apresentado pelo senador Renan Calheiros. O mesmo Renan que pagava a mesada da amante com dinheiro de empreiteiras, o mesmo Renan que usa os aviões da Força Aérea Brasileira para ir arrumar a peruca, o mesmo Renan Calheiros terá agora o poder de decidir o futuro da Nação. Não existe solução de continuidade para esse lixo em que o governo brasileiro se transformou. 

Mário Barilá Filho mariobarila@yahoo.com.br

São Paulo 

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DILMA E RENAN

Dilma ao se associar a Renan e companhia não pode querer o bem do Brasil acima dos partidos. Ela quer e se dar bem e se segurar em qualquer coisa para se manter no poder. Afinal, Renan é da turma do Collor, aquele que levou mais de R$ 26 milhões. E pedir agora para todos pensem no Brasil é inaceitável partindo dela, que na campanha eleitoral mentiu e enganou a todos para se dar bem!

Zureia Baruch Jr zureiabaruchjr@bol.com.br

São Paulo

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GOVERNO SEM DIREÇÃO

Dilma Rousseff está mais perdida no comando do governo do País do que cachorro caído de caminhão de mudança. Não sabe mais para que lado ir, né não?

Angelo Tonelli

São Paulo

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PENSANDO NO BRASIL

Curioso o modo de os petralhas se expressarem. Depois de destruírem a economia, a Petrobrás, a Eletronuclear e outras que ainda serão investigadas, dona Dillma diz que é preciso acabar com o "vale-tudo e pensar no Brasil". Pergunta: vocês pensaram em não fazer um vale-tudo e pensaram no Brasil e nos brasileiros, que neste momento estão sendo demitidos por telegrama, quando se puseram a fazer toda lambança que fizeram? Dona Dillma, pegue o seu banquinho e saia de mansinho. Seu amigo Cunha, entre outros, não terá o mínimo dó em pronunciar em alto e bom som: "Pelo bem do País, voto pelo impeachment". O senador dos carros de luxo já ouviu isso. Irás aguardar?

Renato Amaral Camargo natuscamargo@yahoo.com.br

São Paulo

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DIA DA MANDIOCA 

No dia 16 vamos mandar a presidenta Dilma plantar mandioca!

Miguel Politi miguel.politi@uol.com.br

São Paulo 

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LIÇÃO DE MORAL

Ouvir a presidenta dizer que precisa pensar nos interesses do Brasil acima dos projetos pessoais é uma piada de mau gosto. O PT vem dilapidando o patrimônio das estatais, para atender a seu projeto pessoal de poder e criar riquezas para poder disputar quantas eleições forem necessárias, e ela quer dar lição de moral?

Manoel Braga manoelbraga@mecpar.com

São Paulo

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DOIS PONTOS DE VISTA

O vale-tudo na política, por pior que seja, não é pior do que "fazer o diabo" para ganhar uma eleição, quando a indigna candidata mentiu, difamou, escondeu dados importantes e protegeu bandidos.

Sérgio Barbosa sergiobarbosa@megasinal.com.br

Batatais 

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APELO DE DILMA

Na manchete do Estadão online de 10/8/15, a presidente Dilma faz “apelo contra vale-tudo e diz que é preciso pensar no Brasil”. Deixa eu entender: a pessoa que disse isto é a mesma que “fez o diabo”, usando dos golpes mais baixos, para que seu partido ganhasse as eleições do ano passado, numa eleição, até prova em contrário, fraudulenta?

José Roberto dos Santos Vieira jrsvieira@ig.com.br

São Paulo

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MEA CULPA

“É preciso pensar no Brasil antes dos partidos” Esta frase da presidente Dilma é um mea  culpa? Nossa desilusão com o PT começou quando vimos que, para o PT, os fins justificavam os meios e a contratação da “companheirada”  do partido inchou a máquina pública e desprezou os requisitos que os cargos exigiam.

Regina Moretti Ferrari ferrari@tavola.com.br

Santana de Parnaíba

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DIREITO DE GOVERNAR

Então quer dizer que nossa Constituição dá ao presidente eleito pelo voto popular garantia de quatro anos de mandato, sem que este possa ser contestado?

Cristiano Walter Simon cws@amcham.com.br

Carapicuíba

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RESPOSTA À DILMA

É óbvio que o respeito ao voto é essencial em uma Democracia. Trata-se de um ponto pacífico, entretanto, existem outros fatores a serem considerados. O respeito à lei também faz parte do sistema democrático e o Tribunal de Contas afirma que as pedaladas fiscais do governo infringiram a Lei de Responsabilidade Fiscal, sendo a punição a perda de mandato. Já o Supremo Tribunal Eleitoral  descobriu irregularidades graves na campanha petista, implicando a cassação da chapa Dilma/Temer. A lei não considera crime a sórdida e mentirosa campanha eleitoral petista em 2014, nesta Dilma e o PT infringiram apenas a decência básica.

 

Cloder Rivas Martos  closir@ig.com.br

São Paulo 

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FALSA PROPAGANDA

Sua 'elleição' é consequência de falsa propaganda financiada por recursos ilícitos. É nula, pois nulidades não geram efeitos. Xô.

Roberto de Mamede Costa Leite 

r-mamede@uol.com.br

Ubatuba 

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CONAR POLÍTICO

Deveria haver um órgão fiscalizador para punir o marketing estelionatário eleitoral que o PT vem introduzindo goela abaixo das pessoas de boa-fé.

Arnaldo Ravacci. arnaldoravacci05@gmail.com

Sorocaba

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LEGITIMIDADE DO VOTO

Quem tira a legitimidade do voto é a própria dona Dilma que já se tornou não merecedora do mesmo!

Milton Bulach mbulach@gmail.com

Campinas

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A HISTÓRIA SE REPETE

Barba de molho! Dilma disse em discurso que “ninguém vai tirar a legitimidade que o voto lhe deu”. A situação se repete. Na época, Collor estava mais bem avaliado do que ela e deu no que deu. 

José Carlos Alves jcalves@jcalves.net

São Paulo

 

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RETROCESSO

Minha solidariedade ao Almirante Othon Luiz Pinheiro da Silva, envolvido sem provas na Operação Lava Jato. Estamos assistindo a um grande retrocesso histórico no Brasil. Ataca-se a honra de grandes homens, com objetivos políticos de baixo nível. Protesto contra o arbítrio irresponsável.

João Baptista Herkenhoff jbpherkenhoff@gmail.com

Vitória (ES)

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RAPIDEZ NA TRADUÇÃO

Aos fatos: O Almirante Othon, ex-presidente da Eletronuclear, foi preso pela Operação Lava Jato acusado de receber propina de R$ 4,5 milhões nas obras da Usina de Angra 3. Ele alegou que esse valor foi pago à empresa de sua filha por serviços de tradução. Então fui conferir. Pela tabela do Sindicato Nacional de Tradutores, o preço é de R$ 0,34 por palavra. Assim, a tradução de um livro de 50.000 palavras custaria em torno de R$ 17 mil. Isso quer dizer que a eficiente Ana Cristina, filha do Almirante Othon, traduziu quase uma biblioteca toda, cerca de 264 livros, equivalentes a 132.352 páginas ou a insignificância de 13.235.294 (treze milhões...) de palavras. Se traduzisse o equivalente a dois livros por mês (o que duvido), ela levaria mais de dez anos pra  conseguir traduzir esse volume todo. A moça é um espanto...

 

Percy de Mello Castanho Junior percy@clubedoscompositores.com.br

Santos 

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CIDADANIA ITALIANA

Como se sabe, D. Marisa Letícia e seus filhos têm passaporte italiano, o que configura dupla cidadania para todos eles. Será que a ex-primeira dama já não solicitou sigilosamente o benefício também para o "cumpanheiro"? Seria, sem dúvida, uma saída para Lula, agora com o juiz Sérgio Moro nos seus calcanhares. Não lhes faltarão euros nem dólares para uma vida de fausto e conforto, regada a bons vinhos e com as maiores garantias de impunidade. Cabe uma consulta à Embaixada Italiana.

João Natale Netto natale@natal.com.br

São Paulo

 

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FORO POR PRERROGATIVA DE FUNÇÃO 

Até o PT não esconde o receio de que Lula seja preso como José Dirceu. Assim, querem até um ministério para que ele possa usufruir do foro por prerrogativa de função! Mas, se ele nunca soube de nada, pois apenas seria um fantoche - o que faria todo o sentido porque só é gênio político para quem não sabe o que é um gênio- qual seria sua responsabilidade? Quais teriam sido seus crimes? Fiquei curiosa!

Ana Lúcia Amaral anamaral@uol.com.br

São Paulo

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SURREALISMO NA POLÍTICA

 

A possibilidade de o ex-presidente Lula vir a ocupar um ministério no governo de Dilma Rousseff nos levaria a uma situação surrealista de fazer inveja a Salvador Dali.   Se o Sr. Lula for nomeado ministro da Justiça; a polícia federal fica sob seu comando.

Coloca-se o lobo para cuidar das galinhas. Adeus operação Lava Jato!

 

Jorge Eduardo Nudel jorgenudel@hotmail.com

São Paulo

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DENÚNCIA INFUNDADA

Tenho 64 anos de idade e 46 anos de Escola Paulista de Medicina - Hospital São Paulo (Unifesp). Leio com apreensão e tristeza a reportagem assinada por Alexandre Hisayasu, pois, além de envolver de forma negativa a instituição, envolve o nome de um colega de turma, o professor Dr. Agnaldo Cedenho por quem tenho grande admiração pelo trabalho profissional e por sua conduta sempre ética, em especial pela forma como se conduz perante os pacientes, com dedicação e humanismo. Tenho convicção que falo em nome de vários outros colegas da turma de 1976, como de outros tantos médicos que conhecem o trabalho do Dr. Agnaldo. Caso seja detectada alguma irregularidade, que os responsáveis respondam perante a lei. Caso contrário, que é como conheço este caso, quem se responsabilizará pela ofensa à reputação de um profissional que há 40 anos se dedica à pesquisa, ensino e atendimento, sempre de forma exemplar? Terá sido mais uma denúncia semelhante à feita à Escola de Base?

 

Luiz Nusbaum lnusbaum@uol.com.br

São Paulo 

 

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A VELHICE DE BRASÍLIA 

Brasília completou 55 anos, mais de meio século de existência, e é a quarta maior cidade brasileira. Já passou da maturidade e entra na envelhescência. Tem todos os requisitos e até os problemas das grandes metrópoles.  Há muito não há mais motivo que justifique estímulos para atrair moradores. O governo Collor extinguiu as vantagens do funcionalismo federal em Brasília, como a “dobradinha”. Portanto, há muito não existe razão para as vantagens dadas aos congressistas (e que são copiadas pelos deputados distritais).  O Congresso Nacional deve ter sessões deliberativas todos os dias úteis. Nenhum auxílio residência deve ser pago. O recesso deve se restringir ao período de férias gozado por todos os trabalhadores. Passagens aéreas semanais para viagem aos Estados de origem devem ser extintas. Ou seja, as mesmas condições que havia quando a capital federal estava no Rio de Jbaneiro. 

Roldão Simas Filho rsimasfilho@gmail.com

Brasília 

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