Fórum dos leitores

GOVERNO DILMA

O Estado de S. Paulo

14 Agosto 2015 | 03h00

Coincidências

Vejam os recentes acontecimentos em Brasília apontados nas manchetes do Estadão desta semana: o presidente do Senado, Renan Calheiros, diz que plano de governabilidade apresentado por ele não é ajuda a Dilma Rousseff (“se salvar a Dilma, salvou”); e Senado ajuda o Planalto solicitando ao Tribunal de Contas da União (TCU) dilatar o prazo para a explicação de Dilma a respeito das “pedaladas fiscais”, as manobras na contabilidade do governo em 2014. Não é uma grande “coincidência”?

MARCO AURÉLIO REHDER

marcoarehder@yahoo.com.br

São Paulo

Mudança de ideia

Renan Calheiros, agora, quer agilizar a recondução de Rodrigo Janot ao cargo de procurador-geral da República. Em menos de um dia o senador mudou de ideia: de muito contrário a Janot para muito a favor. Está rendendo bem aquele jantarzinho no palácio, em Brasília, em que Dilma reuniu os aliados. Já ganhou 15 dias do TCU para explicar irregularidades em suas contas mais o apoio irrestrito de Renan. E Renan, o que ganhou?

MYRIAN MACEDO

myrian.macedo@uol.com.br

São Paulo

Medo das ruas

A verdade é que o movimento preparado para o domingo, dia 16, esquentou os traseiros dos políticos em Brasília, causando uma agitação frenética por lá. Por incrível que pareça, quem manda, agora, é o irrepreensível e inefável senador Renan Calheiros. Está cheirando a preparação de uma pizza gigante, a não ser que fatos oriundos de Curitiba coloquem diversos novos personagens da política nos seus devidos lugares, ou seja, na cadeia.

MANOEL C. GONÇALVES JUNIOR

manoelcarlosgoncalves@yahoo.com.br

Espírito Santo do Pinhal

Mais 15 dias

Experimente não pagar em dia seus compromissos com as três esferas de governo, a federal, a estadual e a municipal. Por certo, no mínimo, incorrerá em multas e juros. Por que, então, o TCU concedeu mais 15 dias à presidente Dilma Rousseff para explicar suas “pedaladas fiscais”, já devidamente comprovadas? A desobediência à Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) é crime. Portanto, a prorrogação desse prazo é absurda sob qualquer pretexto. Ou todos são iguais perante a lei ou se institucionalizam os privilégios aos poderosos no País.

FRANCISCO ZARDETTO

fzardetto@uol.com.br

São Paulo

Até quando?

Mais 15 dias para a presidente Dilma se explicar... Depois, talvez, mais 15, e mais 15... Já não houve tempo mais do que suficiente para analisar as contas de 2014? Não cheira a pizza?

MARIA DO CARMO Z. L. CARDOSO

mdokrmo@hotmail.com

Bauru

Desabafo

No momento em que o TCU amplia o prazo para Dilma explicar suas “pedaladas fiscais”, ela diz, em discurso na quarta-feira, no encerramento da 5.ª Marcha das Margaridas: “Eu envergo, mas não quebro”. Soa como desabafo. Pena que, por causa de suas pedaladas, muitos brasileiros só podem desabafar nos panelaços mesmo.

FLÁVIO CESAR PIGARI

flavio.pigari@gmail.com

Jales

Flexibilidade

“Eu envergo, mas não quebro”, afirmou a presidente Dilma, citando frase do compositor Lenine (Estadão, 13/8). Só que Lenine se referia ao bambu-taquara, e não a um “poste”.

CLÁUDIO MOSCHELLA

arquiteto@claudiomoschella.net 

São Paulo

Paciência zero

Para o brasileiro que tem lutado honestamente para sobreviver, paga contas cada vez mais altas e se preocupa com a crescente possibilidade de ficar desempregado, o ex-presidente Lula lançou um conselho: “Não julguem a Dilma por esses seis meses”. Seis meses? E os outros quatro anos (2011-2014), não contam? E todas as promessas feitas durante a última campanha eleitoral, não contam? O povo já não aguenta esperar mais. Chega de promessas e de ilusões! Que Lula passe seus “conselhos”, primeiro, à própria Dilma, para que governe pelo bem de todos, começando por cortar os excessivos gastos públicos. Talvez acertando sua “casa” ela tenha credibilidade para pedir mais paciência aos brasileiros, já muito sacrificados pela atual crise econômica.

SILVANO CORRÊA

scorrea@uol.com.br

São Paulo

LEI DE ZONEAMENTO

O cidadão e sua cidade

Cabe ao cidadão definir os rumos de sua cidade. As leis de uso e ocupação do solo não podem ficar ao sabor de eventuais alcaides segundo a premissa de que “muda o prefeito, muda o zoneamento”. Ao cidadão cabe o direito de dormir em paz sem a preocupação de, ao abrir o jornal, ficar sabendo que contará com novos vizinhos, como o açougue, a quitanda e outros comércios a que terão acesso a pé, “conveniências” que não solicitou a ninguém. Já era de seu conhecimento que, se, por acaso, mudasse para as vizinhanças do Mercado Municipal, o abastecimento de sua dispensa ficaria muito facilitado. Mas preferiu morar numa região, ciente de que não seria permitida a invasão pela especulação imobiliária com edifícios dotados de atrativos que a publicidade alardeia aos tolos sem mencionar que tais obras irão prejudicar os benefícios da insolação, o arejamento, a tranquilidade e outros valores urbanos essenciais. Em sua obra Projectar a cidade moderna, Leonardo Benevolo observa: “A cidade tradicional compunha-se de casas e palácios, e o seu dinamismo era assegurado pelo funcionamento recíproco destes edifícios; a unidade primária de habitação pode tornar-se no novo elemento construtivo da cidade moderna, e deve possuir os mesmos caracteres de coerência interna e de funcionalidade externa”. Do exposto, pode-se concluir que o que caracteriza a cidade moderna não são os edifícios monumentais nem a proximidade do comércio, mas as formas de habitação coerentes com as aspirações dos cidadãos. Já Kevin Linch cita: “Não existe razão para que a vida em uma metrópole seja desagradável e bitolada; não existe razão para que o solo metropolitano não seja propício à sobrevivência e ao desenvolvimento humano; não existe razão para que o cidadão urbano não olhe com amor o meio ambiente”. Por tais razões, não seria demais solicitar aos governantes que não intervenham nas relações a que se habituaram os moradores em seus redutos, afinal os prefeitos mudam, porém os atos danosos de sua administração perduram, com efeitos, por vezes, irreparáveis – vide o Minhocão.

BENEDITO LIMA DE TOLEDO

bltoledo@uol.com.br

São Paulo

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

JEITO HADDAD DE GOVERNAR 

Dizer o que sobre o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad? Desde a polêmica sobre os drogados da Cracolândia, até a diminuição da quilometragem permitida nas avenidas e marginais da cidade, só podemos avaliar que o prefeito sofre da síndrome do “Falem mal, mas falem de mim”! Na opinião do prefeito, o paulistano é “conservador”, refratário a mudanças. Mas, se nós estivéssemos errados e ele certo, Haddad não teria hoje apenas 8% das intenções de votos em quase três anos de mandato. Somos uma mega Metrópole, em que moram milhões de pessoas com perfis e modos de vida diferentes. Já Haddad vê a cidade como quintal da casa dele, governando igual aos “burros de carga”! Sem visão periférica.  

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo 

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ECOLOGICAMENTE CORRETO

Excelentíssimo senhor Fernando Haddad, prefeito de São Paulo, demorou um pouco, mas agora já dá para perceber que o senhor quer transformar a terceira maior região metropolitana do mundo em uma cidadezinha do interior. Suas inteligentes medidas à frente da administração pública, tomadas por uma meia dúzia de sindicalistas incompetentes, não deixam dúvidas quanto a isso. Eu possuo dois veículos automotores e, até o final do ano, quando o limite máximo de velocidade for de 50 km/h em toda a cidade, os terei vendido. Com o valor de um deles dá para comprar um burro; é econômico, antipoluente em quase todos os sentidos, e não é captado pelos seus “haddades”, digo radares. Vendendo os dois veículos, dá para comprar também um camelo, que é ainda mais econômico; come papel e não bebe água, contribuindo assim para a preservação dos nossos reservatórios em épocas de seca. Para o uso ecológico e politicamente correto da segunda opção, o camelo, eu precisava de mais informações de seus patrícios lá do velho, bom, e bonito Oriente Médio. Quanto ao burrinho, não me restam dúvidas, nasci no nordeste do Brasil. Saiba que o senhor também será beneficiado, não sou uma pessoa injusta. Prometo levar todo o esterco para adubar as plantas de seu gabinete. 

Humberto de Luna Freire Filho hlffilho@gmail.com

São Paulo 

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ACIDENTES DE TRÂNSITO

Será pedir demais a Fernando Haddad que entenda que a educação do pedestre também reduz acidentes? Vemos, no entanto, um culto a eles, os pedestres, e a demonização dos motoristas. Quem dirige certamente já notou que, mesmo fora dos padrões de segurança, sem respeitar semáforos ou faixas, a população atravessa as ruas desfilando e rebolando, com ares de "agora é nóis na foto, mano". Por falar em faixas, percebo o absurdo descaso com relação a elas, apagadas, quase invisíveis. Não que eu estranhe, é óbvia a preferência do senhor prefeito pela tinta vermelha, o que faz com que a branca seja relegada ao ostracismo. Recentemente presenciei uma lição de cidadania num acidente entre dois veículos, onde o primeiro, dentro da velocidade permitida e com semáforo aberto a ele, sofreu uma batida na traseira por causa de um cidadão que atravessou onde, como e quando bem entendeu. Enquanto os dois motoristas isentavam um ao outro de culpa, o transeunte sumiu no tempo e no espaço, ciente da culpa que lhe cabia. Senhor prefeito Fernando Haddad, eduque seu povo antes de tudo e se dedique mais às tintas brancas e menos às vermelhas, só assim a vida será mais cor de rosa para todos.

Marcia Meirelles marciambm@yahoo.com.br

São Paulo

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PISTA DE CORRIDA

Motoristas de São Paulo venham a Vinhedo e aproveitem para andar a 60 km/h!

Harry Rentel Harry harry@citratus.com.br

Vinhedo

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SEM PLANEJAMENTO

Sabem por que o prefeito Haddad governa a cidade sem planejamento? Por que nos quadros do PT não existe gente qualificada para criar projetos eficientes. Simples assim!

Luíz Frid luiz.frid@globomail.com

São Paulo

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A AGONIA DA PRESIDENTE E DO PAÍS

Graças à intervenção de Renan Calheiros, presidente do Senado, dona Dilma ganha mais quinze dias para apresentar sua defesa ao Tribunal de Contas da União (TCU). Enquanto isso, a Nação continua estagnada, sem investimentos, inflação alta, dólar em disparada e total falta de confiança do empresariado. Renan deve ter negociado com dona Dilma, mas encontram ambos a oposição de Eduardo Cunha, presidente da Câmara. E, nesse clima de ajustes e trocas, o País caminha para o fundo do poço. Nem renúncia nem processamento de impeachment. Mas o dia 16 está próximo! Ele será decisivo para o desenlace dos problemas nacionais, aproximando ou não soluções.

José Carlos de Carvalho Carneiro  carneiro.jcc@uol.com.br

Rio Claro

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A NOVELA CONTINUA

O Tribunal de Contas da União adiou, pela segunda vez, o prazo dado para Dilma Rousseff se pronunciar sobre as 13 irregularidades nas contas de 2014, que somam a gigantesca cifra de R$ 281 bilhões. TCU ou PTCU?

J.S. Decol (SP) JS ÐECOL decoljs@globo.com

São Paulo

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TCU FOI CONQUISTADO

Como toda boa mãe, ao convidar o genro pro jantar, vai conquistá-lo pela boca. Sempre da certo, não é TCU?

Moises Goldstein 

São Paulo 

CHEIRO DE PIZZA

E o acordo entre a presidente Dilma Rousseff com o senador Renan Calheiros já começa a dar frutos. Graças à influência de Renan, o TCU concedeu mais 15 dias para a presidente se explicar sobre as pedaladas e, com isso, a votação do relatório fica adiada indefinidamente.  Li também que Renan possui influência em três votos do TCU, que, supostamente, seriam contra a presidente. Sei não, mas sinto um cheiro de pizza no ar!

Alexandre Fontana alexfontana70@yahoo.com.br

São Paulo

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AGENDA DE RENAN

O que esperar da negociação entre uma presidente, cujo índice de rejeição torna seu governo inviável, e um presidente de Senado acusado de corrupção? Certamente nada de bom para o País. 

Luciano Harary lharary@hotmail.com

São Paulo 

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GOVERNO FALIDO

Um governo que pede o aval de um Renan, realmente, faliu. E falência fraudulenta!

Carlos Alberto Roxoroxo_7@terra.com.br

São Paulo

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VENDENDO O IMPOSSÍVEL

Os ministros Levy e Barbosa da Fazenda e do Planejamento, respectivamente, foram ao Senado para encontrar seu presidente o senador Renan Calheiros. Os ministros foram lá para ver como se faz a coisa, ou melhor, como se vende o impossível.

José Piacsek Neto bubanetopiacsek@gmail.com

Avanhandava 

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ENCONTRO HISTÓRICO

Espumas são a melhor interpretação ao encontro “salvação do Brasil”, organizado por Renan Calheiros, com o Michel Temer e os notórios Lula, Jader Barbalho e José Sarney.  Dia 16, domingo próximo, seria ideal a esses supostos salvadores da desgraçada pátria sob comando de petistas e peemedebistas, virem também às ruas, apresentar aos presentes seus planos salvadores. Que tal? Se não conseguirem convencer, como acredito, vão entender pela primeira vez do sentimento que leva 71% a desaprovar a administração atual e a 2/3 da sociedade querer Dilma fora do governo.

Mario Cobucci Junior maritocobucci@uol.com.br

São Paulo

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VAMOS ÀS RUAS

A foto da primeira página do Estado de ontem (13/8) mostrando altas autoridades da República reunidas em torno de Lula para ouvir suas palavras, faz-nos refletir: o que tem ele para falar que o Maguila não teria? Melhor é ir às ruas! 

Nilson Otávio de Oliveira noo@uol.com.br

Valinhos 

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SALVE-SE QUEM PUDER!

Cinco anos depois, as marolinhas do ex-presidente Lula viraram um tsunami que está arrastando o Brasil para as profundezas do pré-sal. O pior de tudo é que não fizemos como Noé, que construiu uma arca de salvação. Portanto, a palavra de ordem é: salve-se quem puder!

Valdy Callado valdypinto@hotmail.com

São Paulo

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MINISTÉRIO PARA LULA 

Seria confirmar a total falta de senso deste governo indicar Lula para o Ministério das Relações Exteriores. Uma pessoa com o nível cultural dele, com um mínimo de domínio no português falado (só diz besteiras, gostaria de ver a sua escrita), confirmaria que este governo é completamente incompetente. Dane-se o povo, o que o importante é o poder, doe a quem doer!

Laert Pinto Barbosa laert_barbosa@globo.com

São Paulo

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DISCURSO VAZIO

Simplesmente ridícula a afirmação de Lula dizendo que a crise atual pela qual passamos nasceu no coração dos EUA. Em outras palavras, ninguém do PT é responsável por nada, nem a nossa presidente, e muito menos ele. Mentir e jogar a culpa em terceiros é uma estratégia espúria, sovada risível e que não convence mais ninguém. Tempos idos nos irritava. No momento, só nos faz rir. 

Francisco Zardetto fzardetto@uol.com.br

São Paulo

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JULGAMENTO

Segundo Lula, não devemos julgar o governo Dilma por seis meses de mandato. Será que pelos quatro anos anteriores podemos julgar, ou não seria conveniente, diante da sociedade naufragada por culpa dela, cuja resposta está nos 71% de desaprovação?

Mario Cobucci Junior maritocobucci@uol.com.br

São Paulo

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SEGUNDAS INTENÇÕES 

Atenção!  Está aberta a temporada eleitoral! A presidente Dilma Rousseff não passa um dia sem realizar pequenos ou grandes comícios, reuniões políticas.

José Erlichman   joserlichman@gmail.com

São Paulo

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SONHO DE DILMA

É claro que Dilma sabe de tudo o que o articulista comenta, mas acontece que Dilma é uma comunista "ideóloga" e sonha com o fato de o comunismo ser introduzido no Brasil, pois pensa contar com o apoio do coronelismo do poder e do "pudê", que está mais do que desconfiado do barco furado que é o PT.  D. Dilma como uma sonhadora do país de Alice, continua nas nuvens do embalo comunista estabelecido pela Constituição de 88 implementada por FHC e levada à falência por Lula e seus capangas, talvez os mesmos "40" da história.

Ariovaldo Batista arioba06@hotmail.com

São Bernardo do Campo

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SABATINA 

Só no Brasil mesmo. Por que há a necessidade de o Senado sabatinar um procurador-geral da República, reeleito legitimamente com a maioria dos votos, por seus pares? Onde fica a independência dos Poderes? Lógico que os senadores ameaçados pela Operação Lava Jato serão literalmente contra a sua indicação. É preciso urgentemente desarmar essa armadilha institucional que não favorece o povo brasileiro nem fortalece a Procuradoria Geral da República e o Ministério da Justiça.

Godiva Aguilar Peres godivaguilar@uol.com.br

São Paulo

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ESPERANÇA

A recondução de Rodrigo Janot para a Procuradoria Geral deve ser comemorada por todos! É a certeza de que iremos prosseguir com as denúncias da Lava Jato, queira Eduardo Cunha ou não.

Marcos Barbosa micabarbosa@gmail.com

São Paulo

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DIAS SOMBRIOS

Há previsão de queda de 2% do PIB em 2015, segundo analistas. Executivo e Legislativo se desentendendo acirradamente. A presidente da República alardeando em público que “daqui não saio, daqui ninguém me tira”. O setor industrial, de vital importância para o País, demitindo assustadoramente. Atos de corrupção sem precedentes sendo descobertos e desmascarados. Pobre Brasil, você não merecia ser tão maltratado pela incompetência, leniência de um desgoverno como esse.

Francisco Zardetto fzardetto@uol.com.br

São Paulo

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O DRAGÃO DESPERTOU 

Em apenas sete meses, a inflação acumulada já bateu 6,83%, ultrapassando a meta prevista para todo o ano, que era de 6,5%. Do jeito que a coisa vai, entraremos em 2016 com dois dígitos, de triste memória. Como se vê, não foi o gigante Brasil que despertou, mas sim o velho e safado dragão da inflação. Quem pode contra ele?

J.S. Decol decoljs@globo.com

São Paulo

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DESÂNIMO COM O FUTURO

A entrevista com Paulo Cunha, presidente do Conselho do Grupo Ultra, um dos mais lúcidos empresários do País, confirma o desânimo do setor empresarial com a evolução do País, que compromete o futuro de todos. Acreditamos que é hora de os dirigentes lúcidos de grandes grupos nacionais, como ele, trabalharem juntos numa pauta para o Brasil. As principais lideranças empresariais precisam coordenar a discussão das mudanças necessárias ao Brasil, como foi feito pelos líderes empresariais encabeçados por Antonio Ermírio de Moraes no período da abertura, com uma contribuição muito importante para o retorno da democracia ao País.

Mario Ernesto Humberg marioernesto.humberg@cl-a.com

São Paulo

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DELATOR HISTÓRICO

Excelente a desenterrada que o jornalista José Nêumanne nos apresenta em seu artigo (12/8, A2). Já sabíamos da incompetência política e administrativa da presidente, mas sua falta de memória ou alienação no histórico de sua vida de ativista é surpreendente. Parece que seu ativismo era por modismo ou falta do que fazer. Agora fica mais ridícula sua posição contra delação. 

M. Mendes de Brito voni.brito@gmail.com

Bertioga

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HERÓIS DE DILMA

A presidente quer harmonia no Brasil e prega a separação - nós contra eles - prestigiando terroristas assassinos como, Carlos Marighella e Carlos Alberto Soares de Freitas...  Seus velhos companheiros de guerrilha agora são elevados ao posto de heróis. Vergonha para os verdadeiros heróis que salvaram o Brasil dos terroristas.

João Cesar Ribeiro cesar.ribeiro8@hotmail.com

São Paulo 

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MANIFESTO EM FESTA

Sou antigo aluno da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, turma de 2001, e nessa qualidade atesto que o manifesto lido pelo ministro Flavio Bierrenbach, durante o almoço de confraternização dos antigos alunos do Largo, sugerindo a renúncia da presidente Dilma Rousseff representou o legítimo direito de manifestação em ambientes “sãofranciscanos”, como é a tradição crítica secular de nossa comunidade, e a maior prova disso é que o mesmo exercício foi dado à antiga aluna Maria Aparecida Costa, que livremente se manifestou.

Cláudio Castello de Campos Pereira claudio@castellodecampos.com.br

São Paulo

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JURISTAS DA USP

A festa de terça-feira (11/8) no Círculo Italiano não era de um “ato de juristas da USP”, mas sim uma festa de congraçamento de antigos alunos da Faculdade de Direito, promovida pela sua associação em tido dia 11 de agosto. Flávio Bierrenbach, seu presidente de honra, não tinha o direito de contaminá-la, politizando-a com esse manifesto. Se a associação de antigos alunos vir-se empolgada por frações partidárias, sejam elas de que matiz forem, deixarei de fazer parte de seu quadro associativo.

Paulo Reali Nunes paulorealinunes@gmail.com

São Paulo

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COBRANÇA NO SUS

Era só o que faltava! Criar um sistema de cobrança no SUS - Sistema Único de Saúde! Concordo plenamente com o ministro Arthur Chioro. O texto constitucional é claro, quando prevê que o SUS seja público e universal, portanto gratuito. O senador Renan Calheiros é de uma irracionalidade absurda. Ele precisa conhecer melhor a nossa Constituição, afinal, é pago (muito bem remunerado, aliás) para propor e votar leis que beneficiem o Brasil, as unidades federativas e a sociedade.

Willian Martins martins.willian@globo.com

Guararema

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AUMENTO DE PLANO DE SAÚDE

É um verdadeiro assalto o aumento aceito pelo Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp) ao plano de saúde de professores e aposentados. O grupo Géia, que mantém parceria com o sindicato, apresenta um aumento a partir de setembro 2015 de até 32,37%. A Apeoesp briga com o governo por melhores salários, paralisa escolas prejudicando alunos,  porém age como entidade banana ante os seus associados e aceita passivamente que um aposentado e professor seja roubado. Com a palavra a presidente da Apeoesp que liga para a casa dos associados para pedir votos!

Alberto Hugo Rossi albertohugorossi@gmail.com

Campinas 


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