Fórum dos leitores

POLÍTICA ECONÔMICA

O Estado de S. Paulo

10 Setembro 2015 | 03h00

Aumento do IRPF

O sr. Joaquim Levy declarou que o governo estuda aumento do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) e ainda tem a cara de pau de dizer que o brasileiro paga pouco em relação aos países desenvolvidos. Pergunto: o Brasil é um país desenvolvido? Onde veremos o retorno de mais uma imposição para acertar o déficit produzido pelo governo, de maneira descabida? Os parlamentares estão recebendo veículos novos para “trabalhar” e nem querem saber de cortar seus gastos, enquanto nós, simples mortais, temos os piores meios de transporte do mundo e sistema de saúde e educação sem recursos. Nesta hora sinto vergonha de ser brasileiro, sendo simplesmente assaltado pelo governo nos descontos no meu holerite. Também quero receber algum recurso desse governo incompetente para pagar minhas dívidas, que já estão vencidas, eu assumo minha inadimplência.

JOÃO QUARTIM BARBOSA

jquartim@uol.com.br

São Paulo

O ministro Levy, que por 15 minutos gozou de um voto de confiança do Brasil, parece estar contaminado pelo alheamento, populismo, incompetência e falta de fibra que são a tônica do ambiente brasiliense. Dizer que o Brasil tem uma das menores cargas de IRPF dentro da OCDE é de fazer qualquer um corar de vergonha e perder a esperança no sucesso de sua missão. Que barbaridade! Seria interessante que ele confessasse que, em razão do péssimo nível de retorno que o esfolado cidadão brasileiro recebe do Estado, temos uma das piores e maiores cargas tributárias do planeta! Aliás, para conduzir os esforços de recuperação da economia, onde estão o corte de ministérios e o ridículo corte de uns poucos cargos comissionados? Morreram? O sr. Levy sabe que na Suécia, no Reino Unido, etc. (OCDE), os políticos usam lavanderia comunitária, têm vale-transporte, cozinham e passam suas camisas?

NELSON PENTEADO DE CASTRO

pentecas@uol.com.br

São Paulo

O sr. Joaquim Levy vai aos poucos perdendo a admiração da classe de trabalhadores que sustentam este país. Soube somente argumentar que o IRPF pago pela classe média do Brasil é inferior ao que se paga em outros países do mundo desenvolvido, esquecendo-se (?) de mencionar que quase nada se recebe em troca do imposto pago. Em qualquer país desenvolvido não se precisa tanto recorrer à educação e à saúde privadas, principalmente, uma vez que estes e muitos outros serviços são garantidos pelo poder público com qualidade e eficiência.

ODAIR DE CARVALHO

pops-smith@hotmail.com

Santana de Parnaíba

Não seria oportuno o sr. Levy fazer um levantamento da quantidade e dos valores de todos os impostos dos outros países a que ele se refere, e os copiasse? Não “fisgar” para comparação somente o Imposto de Renda. Fazer um apanhado geral e ver o ridículo que está propondo (“ajuste fiscal” só com aumento de impostos qualquer bobo faz).

RUBENS SOUSA PINTO FILHO

rubanfilho@hotmail.com

São Paulo

É, parece que o sr. Joaquim Levy não fez ainda a comparação do custo/benefício do Imposto de Renda nos países desenvolvidos e no nosso.

CRISTIANO WALTER SIMON

cws@amcham.com.br

Carapicuíba

O aumento de Imposto de Renda Pessoa Física, remédio amargo para corrigir erros do primeiro mandato, reforça a prática deste país de atribuir a outros a responsabilidade sobre os erros do governo e prejudica mais uma vez os que trabalham. No Brasil o IRPF é sobre trabalho, sobre salário! Pobres de nós...

MARIA ISIS MONTEIRO DE BARROS

misismb@hotmail.com

Santa Rita do Passa Quatro

Ao dizer que o IR no Brasil é bem menor que nos países desenvolvidos, ficamos sem saber se o ministro Levy é ingênuo ou se já foi contaminado pela ignorância reinante no Palácio do Planalto. Nos países desenvolvidos não há roubo institucionalizado e o que é arrecadado de impostos se converte em benefícios para a população, via melhoria dos serviços públicos. Creio que seria melhor para o ministro voltar para casa. Antes que seja tarde!

GODOFREDO SOARES

godofredocaetanosoares@gmail.com

São Paulo

Haja...

Com muita convicção em sua delação, o sr. Ricardo Pessoa deve ter provas suficientes contra o coordenador da campanha de Dilma Rousseff, Edinho Silva, e do ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante, por sua campanha ao governo de São Paulo, em 2010. Apesar de sustentarem que as doações foram legais, o dinheiro veio de propinas da Petrobrás, de suborno – ilegal, portanto. Todo esse dinheiro era para abastecer o PT – para se manter no poder –, os partidos aliados e os bolsos dos envolvidos no esquema. E ainda vem o ministro da Fazenda querer empurrar mais impostos aos contribuintes para cobrir toda essa sujeira desse desgoverno petista?!

JOSÉ WILSON DE LIMA COSTA

jwlcosta@bol.com.br

São Paulo

Coagidos

Quem, espontaneamente, poria seu suado dinheirinho na conta de um governo perdulário?

RICARDO C. SIQUEIRA

ricardocsiqueira@globo.com

Niterói (RJ)

Reserva bilionária

Uma coisa me incomoda: para que serve a nossa reserva de US$ 400 bilhões? US$ 15 bilhões bastariam para cobrir o déficit. Por que é sempre o povo que tem de arcar com as lambanças do governo? Parece que somos como um avarento, que guarda o dinheiro e passa fome.

LUIZ ANTONIO AMARO DA SILVA

zulloamaro@hotmail.com

Guarulhos 

Reserva – “A cousa ou cousas reservadas; o que se poupa para só se gastar nas ocasiões extraordinárias”. Nem precisava consultar o dicionário para saber o que todo mundo sabe. Então, por que não utilizá-la? Basta coragem.

DÉCIO ORTIZ

decio.ortiz@uol.com.br

São Paulo

Regime único

Seria oportuno, nesta crise, tornar os brasileiros mais iguais, pelo menos na Previdência Social, todos pagando e recebendo os mesmos valores pelo mesmo tempo de contribuição, conservando o mesmo teto de dez salários de referência.

ITAMAR CARLOS TREVISANI

bia.trevisani@terra.com.br

Jaboticabal 

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

REMÉDIO AMARGO

O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, disse nesta terça-feira (15/9), em Paris, que o aumento do Imposto de Renda (IR) Pessoa Física pode ser um dos caminhos para auxiliar no ajuste fiscal, juntamente com a redução de despesas e que nos países que compõem a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) esse tributo é muito maior.  Muito bem, senhor ministro, podemos até concordar em tomar o remédio amargo, desde que o senhor discrimine, tintim por tintim, a redução de despesas, a começar pelo corte drástico de ministérios, cargos comissionados, propagandas, despesas com futilidades para os incomuns, tais como moradia, veículos com motorista, uso de cartão corporativo, etc.   Quanto ao IR ser menor do que nos países da OCDE, será que teremos o mesmo padrão em contrapartida existente nesses países, em saúde, educação, segurança?  Pelo que temos visto até o momento, o dinheiro dos nossos impostos escoa pelo ralo da corrupção desenfreada patrocinada pelo governo que o senhor. representa.  Como ficamos, Excelência?  

Aparecida Dileide Gaziolla aparecidagaziolla@gmail.com

São Caetano do Sul 

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MINISTRO ‘LEVYANO’

Levado ao ministério para dar credibilidade à política econômica e apaziguar as forças de mercado, o ministro Levy, sem ter emplacado o ajuste fiscal deste ano, enviou para 2016 um orçamento com déficit de R$ 30 bilhões, um absurdo que não merece comentários. Na busca de soluções, vem propondo aumentos na tributação. Ministro, nos países que compõem a OCDE, quem paga impostos é tratado como cidadão de fato, tem saúde, educação, moradia, segurança, transporte coletivo, saneamento, etc., não seja leviano e não perca o bom senso, quer consertar o que esta errado, comece dentro de casa!

Roberto Tieppo robtieppo02@gmail.com

São Paulo

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DO DOCE AO AMARGO

Dilma disse que, para corrigir os erros que possivelmente tenha cometido, precisará ministrar remédios amargos. Cara presidente, o remédio mais amargo é tê-la com seus companheiros, decidindo o destino desta pacifica nação.

Abel Pires Rodrigues      abel@knn.com.br

Rio de Janeiro

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AUMENTO DE IMPOSTOS

Precisei reler para crer que Levy disse isto: “O Brasil tem uma das menores cargas de IR dentro da OCDE...”. Ou a conhecida agudeza mental de Dilma o atingiu e o derrubou, ou Levy nos enganou desde o princípio. De onde surgiu a ideia de comparar o Brasil com os países desenvolvidos, sr. ministro? Certamente não nos alinhamos com esses países, mas, com toda a certeza, dos países emergentes somos o que mais paga tributos, a troco de nada, no mundo inteiro! E, além de pensar em nos escalpelar vivos, várias medidas - embora negadas - estão nos atingindo, ou saúde e educação, de onde vão tirar investimentos, não são mais itens sociais? Temos todo o direito de que nos seja apresentada a lista do que foi cortado nesse governo, já que os 39 ministérios e todos os cargos comissionados continuam intactos. E será que Levy não sabe que os economistas estrangeiros, como nós, não acreditam em mais falácias, enquanto o Brasil for desgovernado por dona Dilma? Por favor, ministro, não siga os exemplos dos que moram ao lado e não passe também o seu atestado de incompetência, pois o que se pode esperar de uma presidente que no Dia da Pátria, para ficar longe da rude plebe, desfila confortavelmente toda a sua arrogância dentro de um cercadinho?

Carmela Tassi Chaves  tassichaves@yahoo.com.br

São Paulo

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‘SOLUÇÃO’ ECONÔMICA

Sem diminuir o tamanho do Estado, qualquer medida será inócua!        Aumentar o Imposto de Renda para as Pessoas Físicas é, no  mínimo, uma “levyandade”.                     

Marcos Catap marcoscatap@uol.com.br

São Paulo

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ARGUMENTO SEM SENTIDO

Os brasileiros não agüentam mais! Todos os dias somos brindados com “projetos” do desgoverno petista de aumento de impostos, para resolver o déficit orçamentário. Agora, é a vez do Imposto de Renda. Segundo o ministro Levy, brasileiro paga pouco em relação a países desenvolvidos. Ele, porém, não diz que os países de primeiro mundo com carga tributária elevada têm um grande retorno nas áreas de saúde e educação, entre outras, o que não ocorre absolutamente no Brasil. Aqui, o aumento da tributação tem como fim principal a manutenção da enorme máquina do governo, incluindo aí a incompetência, as mordomias e a corrupção. O ministro Levy virou bucha de canhão?

Luigi Vercesi luigiapvercesi@gmail.com

Botucatu

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ORÇAMENTO DEFICITÁRIO

Muito se tem falado sobre o impactante orçamento deficitário apresentado pelo governo federal. Quando se pensa que a presidente da República já esgotou seu repertorio de sandices e atrevimento, aparece mais essa. Impactou os brasileiros conscientes e revoltou até o cordão dos petralhas, que terão que pagar mais impostos. Sem o menor pudor, logo depois dessa apresentação, afirmou a presidente que nada mais havia a cortar nas despesas sob seu comando. Fácil de entender esse gesto arbitrário, em vista de tudo quanto ela já perpetrou neste País. No entanto, vai aqui um humilde conselho: a sabedoria popular diz que, para grandes males, grandes remédios. Muitas vezes a solução de problemas macroeconômicos se assemelha a dos microeconômicos. Pois bem. Quando uma empresa comercial privada ou uma família de posses se defronta com dificuldade para quitar compromissos, saldar dívidas ou mesmo para continuar a sua gestão habitual e quando já esgotaram recursos a empréstimos bancários, a solução de bom senso é uma entre três possibilidades: reduzir os salários de empregados essenciais; dispensar empregados que não sejam estritamente necessários ou vender os bens voluptuários (a casa de praia, o barco , o avião, os carros sobressalentes etc.) No caso do governo Federal, em lugar da solução abusiva e inoportuna de criar mais impostos para um povo que já não suporta a carga tributária, dever-se ia pensar em solução sensata como a de um cidadão comum. 

Fabio Henrique S. de Faria cascatafm@uol.com.br

São Paulo 

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CONTAS DO GOVERNO

As autoridades responsáveis pelas finanças do governo, tendo como objetivo a obtenção da paridade ou do superávit entre a arrecadação e o Produto Interno Bruto (PIB), deveriam antes de qualquer outra providência redesenhar todo o sistema de impostos, que é extremamente complicado e pouco eficientes: no total são 83 impostos, dos quais 48  federais, 5 estaduais, 10 municipais. Na Itália, que talvez não represente o melhor exemplo, 10 impostos representam 87,50% da arrecadação. A política de desoneração de imposto para determinadas categorias é ilusória e representa um incentivo que funciona somente em curto prazo. Existem produtos industrializados, que, por motivos políticos e sociais,  conseguem a desoneração  ou a redução do  IPI,  mas que, entretanto, geram uma margem de contribuição (lucro bruto) altíssima, que permitiria absorver o imposto sem alterar o preço  de venda praticado. O setor financeiro do governo tem os meios e a capacidade para desenvolver simulações na procura do modelo ideal do sistema de impostos, sem deixar de lado a imprescindível tarefa de reduzir a despesa pública. Esclareço que não sou um economista ou um perito em questões fiscais, penso, porém, na base da lógica e do bom senso, algo que parece faltar ao governo.

Francesco Magrini framagr@ig.com.br

Cachoeira Paulista 

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PENSANDO NO PAÍS

Seria interessante que o filho do ex-vice-presidente, Josué Gomes da Silva, lesse também a entrevista de André Lara Resende. Não seria só tão custoso o corte de gastos e mais eficiente, mas há outros fatores a serem considerados, além do crescimento puro e simples, como é visto pelos empresários. É hora de parar de olhar para o próprio umbigo e buscar o que realmente é bom para o País, entendendo que o País é formado por todos que nele vive, não só a elite. 

M. Mendes de Brito voni.brito@gmail.com

Bertioga

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EXEMPLO A SER SEGUIDO 

Louvável o movimento de prefeitos brasileiros que diminuíram o próprio salário para conter as despesas da máquina pública, a exemplo do que fizeram as prefeitas recém-eleitas de Barcelona e Madri, na Espanha. Nossos políticos poderiam dar um passo a mais e renunciar aos carros oficiais. Que sentido tem cidades como Cabreúva  manter um Ford Cruise (preço: R$ 89 mil), chapa de bronze 001, à disposição do ilustríssimo senhor presidente da Câmara de Vereadores (chamado na placa de Poder Legislativo) ? Cito o exemplo porque topei com o veículo às 11 da manhã de domingo, 6 de setembro, em pleno feriadão, na Marginal do Tietê, na capital paulista, em direção à Rodovia Ayrton Senna, desrespeitando os limites de velocidade e "costurando"entre as faixas.  Além do desperdício de dinheiro do contribuinte houve desrespeito às leis. Em Madri e Barcelona todos os secretários municipais também abdicaram de boa parte dos salários e de todos os carros oficiais. Vamos seguir o exemplo? 

Monica Falcone monicaffalcone@gmail.com

São Paulo

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PLANOS ECONÔMICOS - ADIAMENTO

O julgamento dos planos econômicos no Supremo Tribunal Federal (STF) foi novamente adiado porque não tem quórum. São necessários 8 ministros, mas dos 11 oficiais restaram apenas 7, e 4 se declararam impedidos de participar do julgamento. A habilidade dos advogados do governo e dos banqueiros é tamanha que a minha percepção é que, se o STF tivesse 21 ministros, 14 se declarariam impedidos. Os poupadores dos Planos Econômicos Bresser e Verão de 1987 e 1989 esperam uma solução há cerca de 28 anos. A angústia é grande!

José Luiz Martin jolumar1950@gmail.com

São Paulo

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JOGO DE CENA

O ministro Levy diz que há em estudo um imposto temporário para aumentar a arrecadação. Seria apenas um imposto para passar por esta travessia, que é o momento pelo qual passa a economia do País. Depois, seria retirado. Bem, os brasileiros estão calejados com esses impostos temporários, que acabam virando permanentes ou nunca são devolvidos. Vide o imposto sobre combustíveis e sobre viagens, no governo Sarney e a CPMF, no governo FHC. Alguém recebeu de volta? Aliás, se será temporário o nome correto seria contribuição provisória. Imposto é imposto! Não tem retorno e muito menos há a obrigatoriedade de contrapartida. Diferencia de taxa por esta obrigar a contra prestação do serviço. O mais decente, nesta questão, seria cortar mesmo nos gastos do governo. E não cortes de maquiagem. Anunciaram cortes de ministérios. E daí? Os funcionários dos ministérios cortados estão no olho da rua? Cortaram o orçamento do Legislativo? Não. Mexer nos salários dos senadores e deputados nem pensar. Cortaram no custeio? Não. É tudo jogo de cena. Como sempre a conta acaba no bolso do povo. É o retorno que ele tem por ter eleito este governo! 

Panayotis Poulis ppoulis46@gmail.com

Rio de Janeiro

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IMPOSTOS A IGREJAS

As igrejas administram escolas, cujas receitas são altas, e não pagam impostos para o governo. Uma única escola com mil alunos poderia gerar valores de arrecadação anual de impostos superiores a R$ 8 milhões. Esse dinheiro poderia ser direcionado ao ensino público, tão carente de recursos no Brasil. 

José Carlos Saraiva da Costa jcsdc@uol.com.br

Belo Horizonte (MG)

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‘TRAVESSIA’-  BACKING VOCAL

Nessa “Travessia” já passou da hora de consultar o Milton Nascimento... 

Ademir Fernandes standyball@hotmail.com

São Paulo 

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MAIS AUMENTOS

Amigos, preparemo-nos, pois o aumento do imposto sobre lucro líquido dos bancos passou pela Câmara, o próximo passo será o Senado. Sendo aprovada, como tudo indica, caberá a nós o ônus dessa sobrecarga, mediante aumentos de juros, serviços e tarifas.

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

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ACORDA, BRASIL!

Como se não bastassem os desmandos do nosso Congresso, que tanto envergonham a Nação, o deputado federal Heráclito Fortes (PSB-PI), na calada da noite, planeja a alteração da Lei 12.850/2013, que admite como meio de prova a “colaboração premiada”, popularmente conhecida como “delação premiada”. De acordo com a atual legislação, o delator (ou colaborador) que contribuir com a investigação em qualquer fase do processo pode ser agraciado, dentre outros benefícios, até mesmo com o perdão judicial.  No entanto, o astuto deputado, por meio do Projeto de Lei nº. 2.755/2015, pretende inserir uma injustificada limitação, segundo a qual o delator deve revelar tudo o que sabe no primeiro depoimento, não sendo possibilitada qualquer modificação ou acréscimo posterior. Beneficiário direto da trama, o presidente da Câmara, deputado federal Eduardo Cunha, utilizando-se do Regimento Interno da Casa, ordenou que a proposta seja apreciada pelas comissões em caráter conclusivo, manobra que livra o Projeto da análise pelo Plenário da Câmara. Aos desavisados, o deputado Eduardo Cunha foi alvo da Operação Lava Jato, somente após um segundo depoimento do delator Júlio Camargo, que temia pela sua integridade e não o delatou no início das investigações. As manifestações ultimamente ocorridas no País são um claro sinal de descontentamento da população. Por estas e tantas outras é que passou da hora de darmos um basta! Não aguentamos mais as falcatruas de políticos, que têm por objetivo apenas o benefício próprio, com nítidos prejuízos para o progresso e desenvolvimento do nosso país. Em tempo, apesar de “fortes”, o nobre deputado certamente não pode fazer frente aos milhões de brasileiros que finalmente acordaram e se insurgiram contra a corrupção, que sempre reinou no Brasil.Se você, assim como eu, também é mais um brasileiro inconformado com a atual situação do País, por favor, não se cale e compartilhe este texto com todos os seus contatos.

Takashi Nishimura danilo.muniz@brudden.com.br

Pompeia

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INDICIAMENTOS NA LAVA JATO

Honestidade, paciência e coerência são alguns dos atributos dos procurados da Operação Lava Jato. Jovens, com boa formação e sem o rabo preso com nenhuma indicação, visto que são oriundos de concursos públicos disputadíssimos. O que chamou atenção no último indiciamento de José Dirceu foi o capítulo onde mostram o enriquecimento patrimonial imobiliário, com a compra de imóveis via laranjas  e para a filha do Zé Dirceu, mas principalmente a mega reforma na casa do Zé Dirceu, que teria custado aproximadamente R$ 1,8 milhões. Pelo demonstrado, espera-se para breve que, pelo mesmo processo de análise, sejam indiciados Lulla  pelo seu triplex no Guarujá e o Lullinha, mesmo que por meio de seus amigo laranja, pelo sítio no interior de São Paulo. É o que o Brasil espera ansiosamente!

Claudio Juchem cjuchem@gmail.com

São Paulo 

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NEM POLICARPO!

Ser otimista e patriótico nesses tempos de descalabro lulopetista está cada vez mais difícil! A presidente defende uma tese, o vice aponta o caminho oposto - como caso recente da discussão sobre o aumento de impostos "para atravessar" a crise. Os ministros deixam de exercer suas funções executivas para protagonizar uma verdadeira rinha de galos. O que for dito por Levy (Fazenda) é imediatamente descartado por Nelson Barbosa ( Planejamento). Na outra ponta, a da articulação política, Mercadante (Casa Civil) se coloca no caminho de qualquer um que se atreva a tomar as rédeas da coordenação. O pior é que Dilma não exerce seu papel de mediadora. Deste jeito, nem Policarpo Quaresma, patriota ufanista, conseguiria entusiasmar-se com  a atual conjuntura tupiniquim! Sorte da presidente não contar com as críticas ácidas de Lima Barreto!

Elias Menezes elias.natal@hotmail.com

Nepomuceno (MG)   

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DIÁLOGO COM A SOCIEDADE

O Sr.Berzoini, ministro das Comunicações, ontem veio a público dizer que o governo está dialogando com a sociedade uma saída para a crise. Que sociedade, ministro? Eu faço parte desta sociedade e, como não fui consultado, dou a minha opinião. Basta, chega de incompetência, chega de mentiras, vá embora com essa presidente, nós não aguentamos mais!

Cesar Araujo cesar0304araujo@gmail.com

São Paulo

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O DECRETO E O PALANQUE

O malsinado Decreto 8.515, que usurpa as funções tradicionais e absolutamente específicas dos três comandos das Forças Armadas – Marinha. Exército e Aeronáutica – , em favor do cargo político do ministro da Defesa, já tinha, de alguns anos, um rancoroso precedente, qual seja, a retirada dos mencionados chefes militares da posição de honra, que sempre ocupam os comandantes maiores das instituições militares, nas tradicionais paradas do Dia da Pátria de todas as nações do planeta, sempre no palanque principal e ao lado do comandante das Forças em desfile, o presidente da República. Que mais pretendem os revanchistas com tais apequenadas decisões?  

Rui da Fonseca Elia rui.elia29@gmail.com

Rio de Janeiro

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NAVE A PIQUE!

Entre tantos acertos e desacertos do governo, chegou a vez do ministro Jaques Wagner voltar atrás no decreto assinado pela presidente Dillma, que retirava poder dos militares. O Brasil está parecendo uma nave a pique, com um monte de comandante tentando salvá-lo. Um manda alçar velas, outro, descer velas. Um seguir a bombordo e outro, a estibordo. É muito cacique para tão pouco índio e, enquanto isso, empresários e mercado vivem dias de indecisão, levando o País à maior recessão em 25 anos. 

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo 

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DESRESPEITO ÀS INSTITUIÇÕES

Impressionante esta lambança com o decreto que tira a autonomia das Forças Armadas nas decisões de cunho exclusivamente internas. Agora vai editar uma portaria, que, pretensamente teria força maior que o decreto, ora em vigor. Além do desconhecimento da hierarquia e dos atos legais do País é uma afronta à Constituição, de novo! Mais uma pegadinha daqueles que não respeitam as instituições democráticas. 

Marco Antonio Moura de Castro mike.castro@uol.com.br

São Paulo

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DECRETO ABSURDO

Sinceramente, gostaria de saber o que a presidente Dilma tem na cabeça. Estava na cara o mal-estar que o seu decreto, tirando dos comandantes militares o direito de editar atos relativos a pessoal militar, iria causar. Qualquer pessoa menos informada saberia disso. Contudo, a nossa presidenta comete mais um despautério. Fico com a nítida impressão que, de três, uma: ou ela assina sem ler ou ela perdeu a noção das coisas ou tem algum auxiliar querendo ferrá-la.

Éden A. Santos edensantos@uol.com.br

 São Paulo 

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SEM COMPROMISSO COM A VERDADE

A presidente Dilma, que já faltou com a verdade, quando não assumiu que ela mesma autorizou, como presidente do Conselho da Petrobrás, durante o governo Lula, a superfaturada, e corrupta compra da Refinaria de Pasadena, nos EUA, e tentou jogar nas constas de outros diretores esta responsabilidade, agora se nega a pedir desculpas à Nação pela derrocada da nossa economia! Também não admite o crime das pedaladas fiscais, das traquinagens contábeis, do golpe populista para incrementar sua reeleição, como da redução do preço da energia elétrica, e da taxa básica Selic, na canetada, etc. Apenas revela alguns lances tímidos de admissibilidade de seus erros, quando, em pleno Dia da Independência, em vídeo divulgado pelas redes sociais afirmou: “Se cometemos erros, é possível, vamos superá-los”. Mas admite a necessidade de “remédios amargos” e “indispensáveis”. Ou seja, o uso de “remédios amargos” e “indispensáveis” (sempre nas costas do povo, que já está pagando esta conta) combina com a autoritária, surda, e incompetente Dilma, que quebrou literalmente a nossa economia e nada fez para fechar as torneiras da corrupção das quadrilhas petistas nas nossas estatais.   Se tivesse a sensibilidade de apreciar uma boa música brasileira, provavelmente faria muito bem a presidente Dilma, se ouvisse diuturnamente a composição de Ataulfo Alves, “Errei Sim”, na voz da Dalva de Oliveira, que na 1.ª estrofe diz: Errei sim/Manchei o teu nome/Mas foste tu mesmo/O culpado...   Dilma, foste tu mesma a culpada pelo total desconforto e desesperança que vive hoje a família brasileira! 

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos 

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ARROGÂNCIA DA DILMA

A presidente, com uma arrogância arraigada, coloca “se” erramos e não simplesmente erramos em parte, criamos sérias dificuldades para milhões, mas nos elegemos, à mercê da mentira e da ignorância. Um resquício de patriotismo e aproveitaria o desfile para retirar a faixa e declarar que: “Se é para o bem do povo e felicidade geral da nação, saio já”. O suspiro de alívio seria ouvido na China!

Andre Frohnknecht caxumba888@gmail.com

São Paulo 

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AFASTAMENTOS

Todos querem o afastamento do Deputado Cunha. Ele esta sendo investigado, assim como o tal Edinho Silva e o trapalhão Mercadante. Todos devem ser afastados!

José Luiz Tedesco Walter wpalha@terra.com.br

Presidente Epitácio

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BRASIL ABERTO AOS REFUGIADOS

Nenhuma fórmula política combina com declarações levianas. O melhor destino para os refugiados é a Europa, que agendou o tema com absoluta seriedade e o discute na União Europeia. Assim, dizer a presidente Dilma que "estamos abertos para os refugiados" é simplesmente inconsequente, como foram inconsequentes seus atos de governo e, sobretudo, a última campanha. Os refugiados na Hungria já compararam seu campo de recolhimento a Guantânamo. E aqui, como será, presidente? "O espírito revolucionário é muito conveniente. Ele liberta-nos de todos os escrúpulos no que se refere a ideias" (Joseph Conrad).  

Amadeu Garrido amadeugarridoadv@uol.com.br

São Paulo

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SERVIÇOS (PÉSSIMOS) NO BRASIL

Enquanto nosso ministro da Fazenda (pobre Levy!) diz que pagamos impostos menores que os países desenvolvidos, quero informar que, por causa de chuva, estou há 24 horas sem energia (Eletropaulo) e telefone fixo (Vivo). Ele quer impostos de país desenvolvido para nós, pobres habitantes deste país subdesenvolvido. E cortar gastos, como fica? Ah! cortaram da saúde e da educação... Poderiam informar qual seria a economia, se cortassem os cartões coorporativos, auxílio moradia, paletó, carro com motorista particular, convênio médico e milhares de outras mordomias? 

Vera Lucia Alves Oguma vera.oguma@uol.com.br

São Paulo

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A LOCOMOTIVA SÃO PAULO ESTÁ QUASE PARANDO

Na quarta-feira (9/9), no meu bairro, depois de a energia elétrica falhar mais de 20 vezes, indo e voltando e colocando em risco nossos eletrodomésticos, às 17 horas ela se foi de vez e só voltou no dia seguinte, às 5 da manhã. Foram 12 horas sem energia no bairro e nos prédios, casas e comércio. E o pior, São Paulo já é insegura, com falta de energia os bandidos fazem a festa. O governador Alckmin rezando para chover para encher os reservatórios, mas quando chove sempre temos interrupção de energia elétrica. Nós que vivemos nessa cidade estamos com um grande dilema, pedir chuva para aliviar a crise da falta de água ou ficar sem chuva para poder ter energia elétrica. Não se esqueçam que quem privatizou a Eletropaulo foi o governo tucano! Vocês já viram alguma equipe da AES Eletropaulo fazendo manutenção na sua região, no seu bairro? Aqui onde moro há 37  anos nunca vi uma. E a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), como todas as agências reguladoras que deveria fiscalizar e multar, lava as mãos.

Grima Grimaldi  grimagri@terra.com.br

São Paulo

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NO ESCURO

Morador de Santana, fiquei nesta quarta-feira (9/9) das 13 às 2h30 sem energia. Entendo que as fortes chuvas podem provocar panes e o que não entendo é a Eletropaulo não ter um atendimento decente para informações, já que em cada ligação a única orientação é que estavam trabalhando para solucionar as diversas situações de emergência, em um total descaso para com o consumidor. É uma grande pena que o governo lulopetista tenha aparelhado as agências reguladoras, que perderam totalmente a capacidade de fiscalizar e exigir a melhor prestação de serviço das concessionárias de serviços públicos, causando-nos uma enorme sensação de impotência como cidadãos.

José Renato Nascimento jrnasc@gmail.com

São Paulo


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